Terça-feira, 06.10.15

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Os espectadores que instalarem a aplicação nos diapositivos móveis vão ter a oportunidade de participar no espetáculo "a.bel".

 

Os espectadores que forem à Casa da Música, no Porto, dia 26 de outubro, para assistir ao concerto “a.bel” vão ser convidados, desde o momento de compra do bilhete, a participar no espetáculo com os seus dispositivos móveis.

 

Organizado em conjunto pelo INESC TEC e pela Casa da Música, o concerto, cujo nome deriva de Abel Salazar e de Alexander Graham Bell, vai juntar músicos profissionais, que vão estar em palco, aos espetadores, que, depois de instalarem uma aplicação específica (seja em ‘smartphones’ ou ‘tablets’, com sistema operativo iOS ou Android) vão poder contribuir musicalmente ao carregarem nas superfícies dos dispositivos móveis transformados em instrumentos.

 

“Todas as pessoas já vêm para o concerto com um instrumento musical no bolso. O problema é que, na maior parte dos casos, isto [o telemóvel] é um elemento disruptivo das experiências coletivas. Uma pessoa num concerto que esteja a olhar para um telemóvel é uma pessoa que está alheada do que se passa. O desafio é como é que transformamos isto numa experiência que seja não disruptiva da experiência coletiva, mas uma ponte para que as pessoas se conectem”, disse à Lusa o investigador do INESC TEC Rui Penha.

 

O investigador, que é também um dos quatro compositores envolvidos no projeto, afirmou que estão a procurar “perceber de que forma é que [podem] dar a cada pessoa que está no concerto a sensação de que teve uma participação ativa no concerto, de que foi um músico”.

 

O público pode descarregar a aplicação (que vai poder usar antes e depois do concerto) e terá direito a um código específico individual: “A pessoa pode decidir quando é que vai tocar uma nota, pode-se articular com as pessoas que estão à volta dela. Só que esta decisão, ou seja, qualquer nota que escolha, vai estar integrada nesta harmonia”.

 

O que significa que, apesar de tudo, vai haver um grau de controlo por parte de quem está aos comandos do espetáculo para que seja “sincronizado através da rede”.

 

“Por exemplo, há um modo em que quando toco uma nota ele vai repetir a nota mais duas vezes em intervalos sincronizados com o ritmo à volta. A minha intervenção automaticamente vai ser integrada do ponto de vista rítmico, mesmo que eu não queira. No servidor posso pensar, ‘há ali uma zona que está a exceder-se’ e posso limitar as repetições do que estão a fazer. Há aqui um certo controlo, mas idealmente não temos de o usar”, frisou Rui Penha, que reconheceu estar mais preocupado com a falta de participação da assistência e não com o excesso.

 

Os três outros compositores são Carlos Guedes, da Universidade de Nova Iorque em Abu Dhabi, Neil Leonard, da Berklee College of Music, e José Alberto Gomes, da Digitópia, que vão estar em palco com outros músicos como o saxofonista Gilberto Bernardes e o percussionista André Dias, para além do Digitópia Collective.

 

Retirado de Sapo Mag



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Segunda-feira, 19.01.15

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10.000 Anos depois entre Vénus e Marte na Casa da Música

José Cid | Dia 28 Fevereiro | Sala Suggia | 21:30H


No próximo dia 28 de Fevereiro de 2015, pelas 21h30, José Cid apresenta o seu concerto de rock sinfónico “10.000 Anos depois entre Vénus e Marte”, na Casa da Música.
Nomeado pela Blitz como o melhor álbum do Rock Português de sempre.

Nomeado pela “Sputnick Magazine - USA” entre os 5 melhores álbuns do mundo.

Nomeado pela Q e Billboard, entre os grandes álbuns mundiais de Rock Progressivo

Ao vivo 10.000 anos depois entre Vénus e Marte, é ainda mais surpreendente!

José Cid, rodeado por músicos galácticos ( que só não são mais conhecidos mundialmente porque nasceram em Portugal) leva-nos a descobrir longe do planeta Terra, um mundo que todos sonhamos, mais justo e mais habitável

A não perder !
Um concerto de nível mundial, mas que é português!
NOSSO



Preços: 20 €
Locais de Venda: www.ticketline.sapo.pt | Fnac | Worten | El Corte Inglês | C.C.Dolce Vita | Casino de Lisboa | Galerias Campo Pequeno | Agência Abreu | A.B.E.P. | MMM Ticket e CC Mundicenter | U-Ticketline | CCB
Reservas e Informações: Ligue 1820 ( 24 horas) A partir do estrangeiro ligue +351 794 14 00

Nas bilheteiras da Casa da Musica: www.casadamusica.com


www.facebook.com/10000anoscasadamusica


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Sábado, 10.01.15

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MELECH MECHAYA atuam na CASA DA MÚSICA (Porto) dia 17 de Janeiro às 22h00 tendo como mote o novo disco “Gente Estranha”.

 

Preço dos bilhetes: 10,00€ (preço único)

À venda na Casa da Música:

www.casadamusica.com/pt/agenda/2015/01/17-janeiro-2015-melech-mechaya/39532?lang=pt#tab=0

Promotor: Desprazer Lda

Melech Mechaya são:

João Graça - violino

Miguel Veríssimo- clarinete

André Santos - guitarra

João Novais - contrabaixo

Francisco Caiado – percussão

 

 

Melech Mechaya
+351 968 947 230 | +351 964 389 756
www.melechmechaya.com



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Quinta-feira, 11.12.14

 

A Casa da Música, no Porto, vai receber “música para o Natal” até ao dia 21 deste mês, num conjunto de três concertos que se iniciam na sexta-feira com a despedida do maestro da Orquestra Sinfónica do Porto.

“Em 2014 o Natal é cantado pelas vozes da soprano Zoe Nicolaidou, nos concertos da Orquestra Sinfónica sob a direção de Christoph König, e do Coro Casa da Música, num concerto com a Orquestra Barroca dirigido por Laurence Cummings”, anunciou a Casa da Música em comunicado.

Na sexta-feira, de “A Escolha de König”, maestro titular da Orquestra Sinfónica do Porto que cessa agora funções, vai constar um programa de Luís Tinoco, Ravel, Wagner, a culminar com a Sinfonia n.º 4 de Gustav Mahler. Essa sinfonia é repetida dois dias depois, também com a soprano Zoe Nicolaidou.

No domingo seguinte, a Orquestra Barroca e o Coro Casa da Música vão “cantar o Natal ao som de Bach”, sob a direção de Laurence Cummings.

“Indiscutivelmente o mais consagrado nome do período Barroco, Bach alcançou a síntese estilística perfeita de todos os compositores que o antecederam. Autor de uma das mais extensas obras musicais de todos os tempos, dedicou muitas das suas partituras ao Advento e à Natividade, criando peças corais de júbilo a Jesus Cristo”, recorda a Casa da Música.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 25.09.14

Rita Red Shoes

 

RITA REDSHOES

LIFE IS A SECOND OF LOVE

SESSÃO EXTRA – CASA DA MÚSICA | 22H45

A adesão que a apresentação de "Life Is A Second Of Love" na Casa da Música tem despertado no público nortenho obriga Rita Redshoes à realização de uma sessão extra. Assim, para além da sessão já esgotada das 21H00, existirá uma suplementar a iniciar-se às 22H45 do dia 27 de Setembro.

As apresentações no Porto ocorrem depois da inesquecível apresentação realizada no sábado passado no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa. Um concerto que rendeu todos os presentes às canções de Rita Redshoes, das mais recentes até às que marcaram a sua discografia de três álbuns.

Os bilhetes para a sessão extra estão disponíveis nos locais habituais

27 SETEMBRO | CASA DA MÚSICA
21h00 – Sessão esgotada
22h45 – Nova sessão 

 



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Segunda-feira, 19.05.14

Helena Caspurro

 

 

HELENA CASPURRO

Casa da Música // 24 Maio
Apresentação do álbum 'Paluí'

«Navegar», «Chorinho», «Foge Rato!», «Coisa Preta», «Menino com Bicho»... são estas e mais histórias que Helena Caspurro cria, conta e (en)canta neste seu novo álbum, 'Paluí', um CD Antena 1 que celebra os 40 anos da Universidade de Aveiro - em espectáculo pela primeira vez no Porto na Casa da Música próximo dia 24 maio às 21:30.

 

Com sonoridades quentes, mescladas com balanços jazzísticos interpretados ao piano pela autora, num formato desta vez instrumentalmente diversificado, Paluí, mais uma palavra inventada, é uma viagem pelo imaginário da infância, para os adultos, podendo ser visualizado num filme feito também por crianças.

 

Afinal, sobre o Paluí, diz a Mulher Avestruz: ... só se chega lá de ouvido. Se queres saber o que é o Paluí ... põe o teu dedo aqui. Aqui!

Um concerto para se experimentar.

Casa da Música - Sala 2 - 24 Maio - 21:30
Helena Caspurro (piano e voz)
Brendan Hemsworth (bateria e arranjos)
António Aguiar (contrabaixo)
Arnaldo Fonseca (acordeão)
Pedro Lima Pereira (guitarra acústica e eléctrica)
Diana Basto e António Miguel (back-vocals)

Convidados especiais:
Pedro Almeida (teclados electrónicos)
Mário Santos (saxofones)
Sara Rodrigues (voz)

 

HELENA CASPURRO // Casa da Música // 24 Maio:
Preço do bilhete: 12 €
Preço do bilhete + jantar: 29,5€(Descontos com Cartão Amigo: 25 %)

 



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Quinta-feira, 15.05.14

Casa da Música é palco de jazz no próximo fim de semana

A Casa da Música do Porto é palco das novas tendências de Jazz e da música urbana no próximo fim de semana, recebendo as composições originais dos Bouncelab e a música de Papanosh logo na noite de sexta-feira.

 

SPRING ON! é o palco criado na Casa da Música para nesta primavera apresentar as novas tendências da música urbana, que têm como protagonistas jovens músicos europeus.

 

Entre os dias 16 e 18 de maio serão apresentados projetos com influências da tradição do jazz, ao rock, passando pela música eletrónica ou mesmo às tradições folk, com espaço de sobra para as visões menos ortodoxas.

 

Logo a arrancar esta nova primavera de jazz sobem pelas 23:00 ao palco da Sala 2 da CdM os portugueses Bouncelab – liderados pelo guitarrista Mané Fernandes – cujas “composições fundem partes da tradição do Jazz com hip-hop e certas correntes da música eletrónica”, informa comunicado hoje divulgado.

 

Ao jazz português segue-se o francês, com a música dos Papanosh que já receberam os prémios de melhor grupo e melhor composição no Concurso nacional de jazz de La Défense em Paris.

 

“Imbuída de um espírito transgressor, cruzando a cena underground nova-iorquina dos Lounge Lizards com Bernard Lubat, e trazendo à memória a vivacidade e imaginação da música de Charles Mingus”, a música dos Papanosh parte de uma base escrita, mas é a “improvisação que domina a performance em palco”.

 

Para sábado, pelas 21:00, o espaço está reservado para Eduardo Cardinho & João Barradas Quarteto (Portugal), seguindo-se o Hayden Powell Trio (Noruega).

 

O projeto português é centrado nas “composições originais de Eduardo Cardinho e nas características tímbricas singulares do quarteto que apresenta um jazz pós-bop com grande ênfase no swing e na improvisação”.

 

Já o trompetista Hayden Powell tem-se afirmado “na cena jazzística da Nortuega”, apresentando um “forte sentido melódico e uma sonoridade quente, mas também crua” na sua música que “pode ser introspetiva com traços de blues, ou estender-se à improvisação livre”.

 

O Sprin On! na Casa da Música termina domingo com Marco Santos Quarteto (Portugal) e Marly Marques Quintet (Luxemburgo).

 

Marco Santos vive na Holanda e vem à Casa da Música apresentar o seu novo disco em nome próprio, Ode Portrait, que apresenta “um foco expressivo na melodia, composições sólidas e uma secção rítmica cativante” que leva “o público a viajar por cores e paisagens em constante renovação”.

 

A luxemburguesa Marly Marques, filha de mãe portuguesa e pai angolano, encontrou o jazz em 2012 e iniciou a sua carreira nos mais famosos clubes de jazz de Luxemburgo, o Neumünster Abbey e o Inouïe Hall, assim como no festival Like A Jazz Machine.

 

Retirado Sapo Música



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Quinta-feira, 17.04.14

Helena Caspurro

 

«Navegar», «Chorinho», «Foge Rato!», «Coisa Preta», «Menino com Bicho»... são estas e mais histórias que Helena Caspurro cria, conta e (en)canta neste seu novo álbum, 'Paluí', um CD Antena 1 que celebra os 40 anos da Universidade de Aveiro - em espectáculo pela primeira vez no Porto na Casa da Música próximo dia 24 maio às 21:30.

 

Com sonoridades quentes, mescladas com balanços jazzísticos interpretados ao piano pela autora, num formato desta vez instrumentalmente diversificado, Paluí, mais uma palavra inventada, é uma viagem pelo imaginário da infância, para os adultos, podendo ser visualizado num filme feito também por crianças.

 

Afinal, sobre o Paluí, diz a Mulher Avestruz: ... só se chega lá de ouvido. Se queres saber o que é o Paluí ... põe o teu dedo aqui. Aqui!

 

Um concerto para se experimentar.

Casa da Música - Sala 2 - 24 Maio - 21:30
Helena Caspurro (piano e voz)
Brendan Hemsworth (bateria e arranjos)
António Aguiar (contrabaixo)
Arnaldo Fonseca (acordeão)
Pedro Lima Pereira (guitarra acústica e eléctrica)
Diana Basto e António Miguel (back-vocals)

Convidados especiais:
Pedro Almeida (teclados electrónicos)
Mário Santos (saxofones)
Sara Rodrigues (voz)

 

 

HELENA CASPURRO // Casa da Música // 24 Maio:
Preço do bilhete: 12 €
Preço do bilhete + jantar: 29,5€(Descontos com Cartão Amigo: 25 %)



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Sexta-feira, 14.03.14

Sandro Norton

 

SANDRO NORTON ESGOTA CASA DA MÚSICA


Sandro Norton esgota a Casa da Música com o concerto de lançamento do seu álbum de estreia “Flying High… at the heart of it” a 8 de Março. Este novo trabalho representa uma viagem, entre vários lugares, culturas e diversas influências musicais e já está à venda nas lojas habituais.

No dia 26 de Março, Sandro Norton estará em Lisboa para uma visita promocional e para divulgar as datas da sua tour.

Podem ver no youtube «Percurssive Talk» do álbum "Flying high... at the heart of it".

Sandro lidera vários projetos de Jazz, tendo formado o Sandro Norton Trio, Quarteto de Jazz Confusion, Quarteto Sandro Norton, Octeto Sandro Norton, Café de Paris e Flor de Lis. Frequentou a London College of Music (da Universidade Thames Valley), foi membro da banda Flipsiders, com três turnés em Inglaterra e, também trabalhou na Orquestra Nacional de Londres (NYJO). Participou em vários concertos e Festivais de Jazz quer em Portugal, quer no estrangeiro (Espanha, França, Itália, Holanda, Noruega, Inglaterra, Suécia).


"Para mim, a música do Sandro prepara-se para abrir uma nova porta dimensional num futuro onde ele já vive!Fernando Girão

"Wow - real Jazz! Nice Latin feel with attitude.Ian Anderson

"What a great sound and vision you have.Sid Jacobs

"You are obviously a very experience and capable player. It is very well done and sounds very, very, professional.Gary Burton

"I love your album. The band is very strong indeed. I'll leave the CD in the car!"Pip Williams

"Really great to hear your music!!! You have inspired me to write more instrumental pieces. Thank you!Vicki Genfan



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Terça-feira, 25.02.14

SANDRO NORTON CASA DA MÚSICA | 8 Março 2014, 21H30 Lançamento do Álbum “Flying High… at the heart of it”

 

SANDRO NORTON

CASA DA MÚSICA | 8 Março 2014, 21H30
Lançamento do Álbum “Flying High… at the heart of it”

 


 

Sandro Norton apresenta o álbum de estreia, "Flying high... at the heart of it", na Casa da Música no dia 8 de Março 2014.

Um espetáculo eclético, com uma sofisticada componente cénica, onde a dança, as sombras e a luz acompanham uma experiência musical única. O virtuosismo de oito músicos funde-se numa só linguagem, numa química única que flui do palco e contagia a audiência.

Este novo trabalho representa uma viagem, entre vários lugares, culturas e diversas influências musicais. Temas como «At the heart of it», «Afrikando», «Andaluziana Song» e «The Storm», são plenos de musicalidade e convites à viagem e mereceram críticas de nomes de referência do panorama musical internacional, como Ian Anderson (Jethro Tull), Gary BurtonVicky GenfanSid Jacobs ou Pip Williams.

Sandro Norton será acompanhado por João Salcedo (Piano, Fender Rhodes), Luís Trigo (Harmónica, Violino), João Cunha (Bateria), Marcos Buzana (Percussão, Vozes, Guitarra), Bruno Cardoso (Violoncelo) e Filipe Teixeira (Contrabaixo). O espetáculo na Casa da Música contará ainda com a participação de convidados especiais, como Fernando GirãoHorácio Tomé e Jorge Fernando.

Ao vivo, os temas do disco ganham uma dimensão transcendente. O octeto e a sua vasta gama de 15 instrumentos, reproduz o som do vento, do mar tempestuoso, da quente aragem africana e do fumo que emerge dos passeios de Nova Iorque. É árduo verbalizar o que significa assistir a este palpitar do "Flying High… At The Heart Of It". É uma experiência sensorial. Os sentidos pulsam de forma uníssona. Entregam-se de forma uníssona. Deleitam-se de forma uníssona. E isso, mais uma vez, é química. Perfeita.

Podem ver no youtube «Percurssive Talk» do álbum "Flying high... at the heart of it".

Sandro lidera vários projetos de Jazz, tendo formado o Sandro Norton Trio, Quarteto de Jazz Confusion, Quarteto Sandro Norton, Octeto Sandro Norton, Café de Paris e Flor de Lis. Frequentou a London College of Music (da Universidade Thames Valley), foi membro da banda Flipsiders, com três turnés em Inglaterra e, também trabalhou na Orquestra Nacional de Londres (NYJO). Participou em vários concertos e Festivais de Jazz quer em Portugal, quer no estrangeiro (Espanha, França, Itália, Holanda, Noruega, Inglaterra, Suécia).



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Quinta-feira, 19.12.13

Onze músicos de rua atuam na Casa da Música

 

 

Onze músicos de rua de vários pontos do mundo vão estar reunidos num palco da Casa da Música, na quinta-feira, para um concerto que assinala o regresso do projeto Playing For Change à cidade do Porto.

 

Os Playing For Change (PFC) tiveram origem em 2004, quando o produtor Mark Johnson promoveu uma jornada musical para descobrir músicos de rua e combinar as suas vozes - alguns destes músicos compõem a banda do projeto, criada em 2009.

 

"Mark Johnson viu um músico na rua a tocar e ficou a pensar no facto de todos os dias ir para o estúdio gravar com grandes nomes da música e existirem imensos talentos desperdiçados ou perdidos pelo mundo fora", explicou o representante oficial da banda em Portugal, João Dinis, à agência Lusa.

 

"Para dar espaço a estas vozes, criou uma espécie de estúdio móvel, onde gravou artistas de rua por todo o mundo. Essa reunião resultou em vídeos com milhões de visualizações, que retratam músicos do México, Estados Unidos, Europa e até África", acrescentou.

 

O projeto avançou, em 2007, com a criação de uma fundação, para a "construção de escolas de música em países desfavorecidos, subdesenvolvidos, potenciando, assim, novos talentos, e conta com a participação de grandes nomes da música desde Bono, Manu Chão, Maroon 5, Stephen Marley".

 

Este movimento pretende espalhar, por todo o mundo, a mensagem de solidariedade através de clássicos como "Stand By Me", "Gimme Shelter", "Sitting On The Dock Of The Bay".

 

O concerto, que também vai ter lugar no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, na quarta-feira, conta com a presença de onze músicos de oito nacionalidades e a participação de dois artistas nacionais: Paulo das Cavernas e Edu Mundo.

 

"Estes concertos estão inseridos numa 'tournée' de Natal, que passa por Portugal e Espanha. Vão ser apresentadas algumas músicas do novo disco, alguns temas originais além dos clássicos que já apresentam", adiantou João Dinis, referindo-se ao terceiro álbum dos PFC, que será lançado no próximo ano.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 29.11.13

Pedro Burmester estreia-se na Casa da Música depois de «boicote» a Rui Rio

O pianista Pedro Burmester toca pela primeira vez na Casa da Música a 8 de dezembro, pondo fim a um período de dez anos sem concertos no Porto, num “boicote” ao facto de Rui Rio “ignorar” a cultura.

Numa sala de ensaio da sala de espetáculos que ajudou a erguer, Pedro Burmester sujeita-se à barragem dos jornalistas curiosos pelo duplo regresso, tal como o público que correu quase a esgotar o espetáculo que marca o fim do ciclo de piano da EDP.

“Um duplo regresso aumenta a pressão. Eu tento disfarçar, dizer que é mais um concerto, mas tem uma carga diferente. É a primeira vez aqui, e as primeiras vezes costumam ser inesquecíveis, sejam boas ou más, e é aqui nesta cidade, depois de um último concerto no Dragão”, lembrou à agência Lusa Pedro Burmester.

A última vez que tocou na sua cidade natal foi na inauguração, há dez anos, do estádio do FC Porto, num piano suspenso sobre o relvado. Desde aí só uma subida ao palco, irónica, para interpretar os “4’e 33”” de silêncio de John Cage. 

Em 2003 envolveu-se numa polémica com o então presidente da autarquia Rui Rio, que defendeu a demissão do pianista da administração da Casa da Música, cargo que ocupava depois de ter sido coordenador musical da Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Nessa altura, como “protesto político”, Burmester decidiu não tocar mais na cidade enquanto Rui Rio estivesse à frente da autarquia portuense. “Aquilo que mais me incomodou e que me levou a este modesto boicote foi a total ausência de discurso em relação à cultura, foi o ignorar. O ignorar é que me incomodou mais do que propriamente o fazer mal”, diz hoje Pedro Burmester.

Hoje, considera que esta é uma página voltada. “Quando um candidato à Câmara do Porto diz que um dos três pilares da sua política é a cultura isso quer dizer que mudamos radicalmente porque isso nunca foi dito nos últimos três mandatos, aliás não foi dito isso nem coisa nenhuma, o que foi o mais assustador”.

Mesmo assim, acha que a área da cultura soube sobreviver a “uma página que não fazia qualquer sentido”. “A cidade vinha do Porto 2001, com um andamento grande em relação à cultura, aguentou bem o embate que se seguiu e continuou a fazer o que vinha a fazer, até porque, por natureza, é uma cidade criativa e tem muita gente diligente naquilo que faz” afirmou. “Os cães ladram e a caravana passa”, concluiu.

Pedro Burmester, que já foi administrador e programador da Casa da Música, não classifica a sua estreia no palco da sala Suggia como “regresso a casa”. “Esta nunca foi a minha casa, foi uma casa a que dei muito de mim, mas nunca me apropriei dela e está na história da minha vida, até um pouco surpreendentemente” diz o pianista, que afirma que quando fez parte do grupo que preparava a Porto 2001 nunca pensou que a necessidade de “arranjar uma sala para a Orquestra” se transformasse naquilo que é hoje a Casa da Música.

O pianista desvaloriza as limitações orçamentais com que a instituição se tem debatido nos últimos anos considerando que “os constrangimentos são circunstanciais, embora provavelmente vão durar mais tempo do que é desejável”. “Não afetam aquilo que é mais importante no projeto, ele continua a oferecer muitas e variadas coisas, continua a chamar público e está em velocidade de cruzeiro com as dificuldades como todas as outras áreas têm”, considerou.

Um concerto que vai de Bach a Lopes-Graça

No encerramento do ciclo de piano EDP, o pianista vai tocar obras de Bach, Franz Liszt, Fernando Lopes-Graça e Gyorgy Ligeti.

O reportório para o concerto, confessa, “não foi escolhido a pensar no que funcionaria bem, calhou assim, embora o calhar assim não é por acaso”. Não é por acaso que lá está Bach, porque sempre toca “sempre alguma coisa de Bach”. “É por culpa, eventualmente, da professora que tive, Helena Sá e Costa, que era exímia intérprete de Bach e achava que Bach era o núcleo de onde quase toda a música sai” explica.

Depois segue-se Liszt, com a “Benção de Deus na solidão”, um compositor que Burmester diz que para os pianistas é “o super-herói, o homem que revoluciona totalmente a forma de tocar piano”.

A obra a interpretar reflete a relação de Liszt com a religião. “Tem até um poema que ele põe na partitura, que fala de um homem que tem um encontro com Deus e, com isso, renasce, é um homem novo. Acho que a música transmite isso de uma maneira muito tocante. É uma obra que faz bem à alma. E, portanto, achei que obras que fazem bem à alma, são particularmente boas nos tempos que correm.

De Lopes-Graça, Burmester vai tocar “Variações sobre um tema popular português”, a primeira obra do compositor português para piano que ele considera “um grande nome da cultura portuguesa, ao lado de Pessoa, de Camões, de Saramago”. Julga que esta é a primeira vez que toca Lopes-Graça e arrepende-se “de não ter chegado lá mais cedo”, mas está convencido que será “a primeira de muitas”.

Para fechar, o húngaro Ligeti. “Estou curioso para ver a reação do público a esta obra porque, apesar de tudo, não é assim tão contemporânea quanto isso. Foi escrita em 1953, já lá vão 60 anos. Mas que, um pouco, a história da música do século XX”, acrescentou.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 11.10.13

Jazz de todas as latitudes em três dias de festival na Casa da Música

 

Rob Mazurek toca amanhã ao lado do guitarrista dos Tortoise 


Gregory Porter, hoje, é o nome maior de um cartaz que pretende mostrar a diversidade do jazz nas duas salas da Casa da Música


Dez concertos em três dias, repartidos por cinco sessões em duas salas pode parecer uma ementa suficiente para representar o jazz actual. O Outono em Jazz que hoje se inicia na Casa da Música vai no entanto muito além da quantidade de eventos que propõe. A sua natureza é de tal modo ecléctica que de hoje à noite até domingo à hora de jantar haverá soul, blues do Delta do Mississipi, hip-hop, aproximações ao cool do tempo de Miles Davis, um cardápio para um piano que revisita Charlie Parker, DJ, big bands e concertos a solo absoluto, nórdicos e norte-americanos, experimentalistas e canónicos, músicos pós-qualquer coisa ou retro. No Outono em Jazz "não há por opção uma linha estética", assume o director artístico, António Jorge Pacheco.

 

O programa deste evento integrado no Ciclo Jazz Sonae começa com Gregory Porter. Quico, cantor dos Jazz Refugees e professor de canto jazz no Conservatório do Porto, coloca Gregory entre as vozes mais decisivas da actualidade. "Há na sua música a tradição do jazz e do blues, uma ligação às raízes que é feita com energia e com a recusa de um jazz demasiado geométrico", diz. Com apenas três discos, Porter recebe elogios de diferentes quadrantes. Este mês foi capa da influente revista Downbeat, que o apelidou de "poeta da soul".

 

Ainda nessa noite vale a pena passar pela Sala 2 da Casa da Música para ver e ouvir Samuel James e Soweto Kinch. O primeiro a solo com banjo, steel guitare harmónica, numa viagem pelos tons e sons do blues do Delta. Imperdível. Logo depois o jazz urbano, solto e irreverente do britânico Soweto Kinch, ora saxofonista, ora cantor de hip-hop, num concerto que se adivinha intenso e agitado.

 

Amanhã, a European Jazz Orquestra, conduzida pela sueca Ann-Sofi Soderqvist anuncia a solenidade e o colorido de um repertório melódico e algo convencional. Um bom ponto de partida para o que se segue, novamente na Sala 2. Para começar, o guitarrista dos Tortoise junta-se ao trompetista Rob Mazurek para uma sessão na qual o experimentalismo se pode cruzar com a modernidade dos anos 1960 - Mazurek tocou com Pharoah Sanders ou Roscoe Mitchell. Depois segue-se o português Rodrigo Amado num trio com DJ, um baterista e a promessa da atonalidade e de um "groove mutante". Haverá ainda lugar para o intimismo com os noruegueses Elephant 9, que à sua maneira nos trarão as paisagens sonoras do jazz escandinavo outrora abertas por Terje Rypdal ou Jan Garbarek.

 

Domingo ao fim da tarde, de novo na Sala 2, Gregory Houben, um trompetista belga que navega entre Miles e a bossa nova, o português Nelson Cascais e o britânico Django Bates encerram o Outono em Jazz. Cascais, contrabaixista, apresenta-se a liderar um decateto que promete. Bates, pianista, propõe-se revisitar a obra de Charlie Parker com o seu trio. Uma forma de regressar aomainstream neste festival que António Jorge Pacheco, sem nada prometer, pretende reeditar no Outono de 2014.

 

MANUEL CARVALHO 


Retirado do Público



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Quarta-feira, 11.09.13

Novos festivais e Clubbing no feminino no último trimestre na Casa da Musica

Apesar dos cortes orçamentais, a Casa da Música vai ter cerca de 80 concertos, no último trimestre, um novo festival de jazz, um outro sob o signo do futurismo e muitos nomes para além da música erudita.


Aimee Mann (na foto), Mayra Andrade, Patxi Andión, Au Revoir Simone ou Scott Matthew, na frente internacional, Ana Bacalhau, Anamar, Madredeus ou UHF, na frente nacional, são alguns dos nomes que vão passar pelas salas da avenida da Boavista nos próximos três meses, garantindo diversidade de géneros à programação.

 

“Num momento de emergência temos de privilegiar e salvaguardar os agrupamentos residentes da Casa da Música, é isto que tentamos fazer e tentamos combinar depois uma eventual falha na oferta de outros genéricos musicais, como é a música world ou a música pop-rock e estamos a consegui-lo fazer através de parcerias com promotores privados”, afirmou hoje o diretor artístico António Jorge Pacheco na apresentação da programação.

 

Segundo afirmou, apesar dos constrangimentos financeiros, “nos finais de julho, os números de espetadores e de bilhetes vendidos estavam acima do previsto” e tudo aponta para que seja possível “encerrar o ano com as contas bem dentro do orçamento”.

 

Entre as novidades apresentadas para este trimestre está o festival “Outono em jazz”, que decorrerá entre 11 e 13 de outubro, “três dias de grande intensidade com uma grande diversidade de géneros”, segundo António Jorge Pacheco. Django Bates Beloved Trio, Gregory Porter, Soweto Kinch e European Jazz Orchestra serão alguns dos nomes presentes. De assinalar que, em novembro, The John Scofield Überjam Band também atuará nesta sala.

 

Outro festival novo na programação da Casa da Música é “Futurismus”, que decorrerá entre 19 e 26 de novembro, que em ano de Itália, tendo como ponto de partida o movimento futurista italiano, que vai trazer composições representativas desta estética mas também com a exibição de filmes e uma incursão na vertente nacional, através do “Manifesto anti-Dantas” de Almada Negreiros.

 

O Optimus Clubbing deverá manter a sua periodicidade mensal, tendo só sido anunciada a primeira data, 5 de outubro, com um programa inteiramente feminino. As nova-iorquinas Au Revoir Simone terão a companhia de Eleanor Friedberg, um dos elementos dos The Fiery Furnaces, mas também de Emmy Curl e dos DJ set de Sininho e Kollectiv.

 

No Dia da Música, voltará a haver uma programação especial, desta vez com a Banda Móvel, uma trupe de músicos e atores que vai percorrer alguns espaços do Porto, e com um concerto com uma orquestra de 100 flautas e 100 saxofones, que está a ser preparado pelo Serviço Educativo com diversas escolas e academias de música da região.

 

Com uma organização externa à Casa da Música, o Misty Fest vai assentar arraiais naquele espaço trazendo, entre 12 e 17 de novembro, Blasted Mechanism, Ian McCulloch, Scott Matthew, Anamar e Manuel Fúria.

 

António Jorge Pacheco chamou ainda a atenção para o facto de estarem previstos 10 concertos fora de Portugal, neste trimestre, dos agrupamentos da Casa da Música, em palcos como o Festival de Música de Estrasburgo, Colónia ou Marselha, Capital Europeia da Cultura em 2013.

 

Retirado do Sapo Música



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Segunda-feira, 02.09.13

Casa da Música


Os festivais de verão podem ter acabado mas setembro, no Porto, é mês de reabertura da Casa da Música que oferece dois concertos à cidade, é mês de D' Bandada e do aniversário do Hard Club.

 

A Casa da Música que, como habitualmente, esteve encerrada para férias em agosto volta aos concertos na quinta-feira, com a Orquestra XXI, que reúne meia centena de músicos portugueses que tocam fora do país.

 

A Orquestra XXI é a vencedora do concurso de Ideias de Origem Portuguesa, promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian e depois de tocar em Tibães, Braga, e no Porto, vai atuar nos dias seguintes no Mosteiro da Batalha e no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

 

Mas é na sexta-feira que a Casa da Música e Câmara do Porto oferecem o primeiro de dois concertos à cidade. Os Concertos 1ª Avenida decorrem em plena avenida dos Aliados, com entrada livre. No primeiro, o guitarrista Kurt Rosenwinkel junta-se à Orquestra Jazz de Matosinhos e o programa inclui a estreia de três novos arranjos de Pedro Guedes e Carlos Azevedo sobre temas do celebrado instrumentista norte-americano.

 

No sábado é a vez da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música descer à praça para um programa bem popular que inclui clássicos como a Sinfonia nº5 de Beethoven ou “La Donna è mobile” de Verdi e que é também uma oportunidade para escutar como o compositor Cláudio Carneyro se inspirou em trechos tradicionais como o “Malhão” ou “Senhora do Almortão” , para as suas Portugalesas.

 

Mas setembro é também mês do Optimus D’ Bandada que no dia 14 se vai repartir por vários espaços do Porto para um sábado inteiro de música. António Zambujo, Best Youth, Samuel Úria, Miguel Araújo, Little Friend ou Blaya são alguns dos muitos nomes que compõem o cartaz deste ano.

 

Com o Clube Fenianos Portuenses como quartel-general, a edição deste ano também apresenta como pontos de destaque a estafeta e a maratona musical organizada pela produtora Lovers & Lollypops, um palco de jazz, um espaço dedicado à declamação a cargo de Capicua e um palco com música tradicional portuguesa.

 

Setembro também será data para comemorar o 3º aniversário do Hard Club que promete uma “festa com a programação de sempre”. Isto quer dizer que no espaço do Mercado Ferreira Borges, entre 24 e 29 de setembro, vai ser possível ver em formato concentrado as propostas que enchem com regularidade o calendário do Hard Club ao longo do ano.

 

Retirado de Noticias ao minuto



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Segunda-feira, 22.07.13

 

"Há Uma Hora"
(Mário Cesariny / Gabriel Gomes, Rodrigo Leão)

Os Poetas

Gabriel Gomes - Acordeão e Metalofone
Rodrigo Leão - Sintetizador
Viviena Tupikova - Violino
Sandra Martins - Violoncelo e Clarinete
Miguel Borges - Voz



«Há uma hora, há uma hora certa
que um milhão de pessoas está a sair para a rua.
Há uma hora, desde as sete e meia horas da manhã
que um milhão de pessoas está a sair para a rua.
Estamos no ano da graça de 1946
em Lisboa, a sair para, o meio da rua.
Saímos? Mas sim, saímos!
Saímos: seres usuais, gente gente! olhos, narinas, bocas,
gente feliz, gente infeliz, um banqueiro, alfaiates, telefonistas,
varinas, caixeiros desempregados,
uns com os outros, uns dentro dos outros
tossicando, sorrindo, abrindo os sobretudos, descendo aos
mictórios para apanhar eléctricos,
gente atrasada em relação ao barco para o Barreiro
que afinal ainda lá estava apitando estridentemente,
gente de luto, normalmente silenciosa
mas obrigada a falar ao vizinho da frente
na plataforma veloz do eléctrico, em marcha,
gente jovial a acompanhar enterros
e uma mãe triste a aceitar dois bolos para a sua menina.
Há uma hora, isto: Lisboa e muito mais.
Humanidade cordial, em suma,
com todas as consequências disso mesmo
e a sair a sair para o meio da rua. (...)»



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Domingo, 23.06.13

Cuca roseta


Cuca Roseta


‘Raiz’ ao vivo no S. Luiz e na Casa da Música
Dias 26 de Junho em Lisboa e 11 de Julho no Porto

 

Pouco tempo depois do lançamento do seu segundo álbum, ‘Raiz’, chega agora a altura de Cuca Roseta se apresentar ao vivo em Lisboa e no Porto. Dia 26 de Junho, a fadista pisa o palco do Teatro S. Luiz e dia 11 de Julho a Casa da Música no Porto.

Em ambos os concertos, Cuca Roseta será acompanhada por alguns dos músicos com quem têm trabalhado em estúdio e em concertos. São eles Luis Guerreiro, Bernardo Couto e Pedro Viana na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na viola de fado e Frederico Gato no baixo.

Cuca Roseta interpretará fados do mais recente trabalho, como os casos de ‘Fado do Contra’ e ‘Fado da Entrega’, mas também não esquecerá os sucessos do galardoado álbum de estreia, como ‘Nos Teus Braços’ ou ‘É Lisboa a Namorar’.

A fadista promete ainda algumas surpresas para estes espectáculos, as quais apenas serão desvendadas no próprio dia.



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Segunda-feira, 17.06.13

Verão é o mote para mais de 70 concertos na Casa da Música, muitos deles gratuitos

A Casa da Música promove até setembro o “Verão na Casa”, uma maratona com um programa especial de “mais de 70 concertos”, muitos deles gratuitos e ao livre, com estilos que vão do rock ao fado.


Segundo a organização, “as grandes vozes são uma presença forte na programação” deste ano, onde constam nomes como Dee Dee Bridgewater, Amadou & Mariam, Asif Ali Khan, Agata Zubel, Camané e Sérgio Godinho, assim como “novas revelações”, como Buika ou Selah Sue.

 

A esplanada da Casa da Música vai receber, de quinta a sábado, “novos projetos nas áreas do rock, soul, pop, electrónica, jazz, folk, indie, além dos concertos das escolas vocacionais de música”, como a Escola de Música Valentim de Carvalho ou o Conservatório de Vale do Sousa.

 

No sábado, pelas 22:30, Little Friend, nome artístico do músico John Almeida, vai passar pelo Palco Super Bock com melodias subtis e letras introspetivas, apresentando o seu álbum de estreia, “We Will Destroy Each Other”.

 

No mesmo dia, mas na Sala Suggia, Sérgio Godinho vai protagonizar um espetáculo baseado no seu livro de crónicas “Caríssimas 40 Canções – Sérgio Godinho & As Canções dos Outros”, uma homenagem a alguns dos temas, intérpretes e compositores que marcaram o seu percurso artístico.

 

O violoncelo terá um lugar de destaque no “Verão na Casa” com a 3.ª edição do Prémio Suggia/Fundação da Casa da Música, dias 23 e 24 de junho, onde as provas recital serão avaliadas por um júri internacional.

 

A noite de S. João, a 23 de junho, vai ser comemorada com três espetáculos com entrada livre.

 

O primeiro, “O Porto do Som da Rua”, é o mesmo concerto com que a Orquestra Som da Rua se apresentou à cidade em 2012, e que chega agora à Sala Suggia, com a participação de músicos das orquestras Som da Rua, Cordas da Escola de Música de Perosinho e de Cordas do Curso de Música Silva Monteiro, dos coros do Orfeão do Porto, Foz do Douro, Sonae Indústria e dos grupos Ar-de-Coro e Miragaia.

 

Também na Sala Suggia, a Orquestra Sinfónica do Porto vai celebrar o S. João, numa fusão entre música sinfónica e techno com Jeff Mills, evocando “grandes temas que associamos à Roma antiga, ao icónico coliseu e a alguns filmes mais populares do cinema”, incluindo a ópera através de temas de Puccini e Mascagni Para fechar a noite, Marta Ren & The Groovelvets sobem ao Palco Super Bock para revelar influências do soul, rocksteady e anos 60, bem patentes no disco de estreia, seguindo-se o dj Rodrigo Affreixo, portador de uma visão “multifacetada e alegre da música de dança”, onde se enquadram sonoridades de soul e disco.

 

Camané vai ser o primeiro a trazer o fado ao “Verão na Casa”, a 29 de junho, num concerto que tem como convidados o pianista Mário Laginha e os Dead Combo.

 

Mantendo a tradição, o “Verão na Casa” dedica um fim de semana, 27 e 28 de julho, às bandas filarmónicas para um dos encontros “mais festivos” de toda a programação com direito a um desfile em redor da Casa da Música.

 

Em agosto, a Casa da Música vai abrir as portas para o norte-americano Devendra Banhart, que vem a Portugal apresentar o seu mais recentra trabalho, “Mala”, e para o grupo Swinging Rabbits, projeto liderado por Jonathan Tavares e Sérgio Alves.

 

Já em setembro, o “Verão na Casa” instala-se na Avenida dos Aliados, nos dias 06 e 07, para os concertos da Orquestra Jazz de Matosinhos e da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, ambos às 21:30 e de entrada livre.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 31.05.13

Carta Branca a Sérgio Godinho: «Há certas coisas que não ousaria cantar»

O Centro Cultural de Belém (CCB) recebe esta sexta-feira as Caríssimas Canções de Sérgio Godinho, espetáculo que também passa pela Casa da Música, no Porto, a 15 de junho. O cantautor vai arriscar universos diferentes do seu e correr riscos, sabendo porém que há canções "onde não cabe uma segunda interpretação".

"É um desafio, é um risco, mas se não corremos riscos na vida andamos sempre a moer territórios demasiado conhecidos, naquilo que já está seguro e sabemos que as pessoas vão gostar", começa por dizer Sérgio Godinho, anunciando-nos que nesta Carta Branca dará voz não só às suas canções como às de alguns dos interpretes que o acompanharam toda a vida.

No palco do CCB canções de "universos diferentes" unem-se para dar corpo a um espetáculo que nasceu de um conjunto de crónicas escritas no Expresso e mais tarde publicadas em livro. "São memórias cruzadas que fazem o meu estímulo para criar as minhas próprias canções e saber melhor como fazer canções", explica o músico.

 

O convite para este concerto, chamado Carta Branca a Sérgio Godinho, surgiu exatamente da vontade de "corporizar em palco" aquilo que já vivia no papel. 
"Eu achei que o convite veio mesmo a calhar porque estas canções têm como vocação primeira serem habitadas por outros intérpretes, serem ouvidas pelos intérpretes originais, agitarem a memória dos outros", diz Sérgio Godinho, que vai ter ao seu lado Hélder Gonçalves, Nuno Rafael e Manuela Azevedo, que assume aqui o papel de instrumentista.

A vocalista dos Clã quer "experimentar coisas novas", conta Sérgio Godinho, crente de que "as pessoas também se vão surpreender com o explorar de muitas facetas musicais que não estão à espera".

O músico assume que vai correr riscos e aventurar-se por "universos diferentes" do seu, salvaguardando porém que "há certas coisas que não ousaria cantar. Há canções como o 'Fever', da Peggy Lee, cuja versão é absolutamente final". 

Sérgio Godinho procura neste espetáculo reservar "uma memória da canção original, mas adotar uma outra atitude", como se estivesse a olhar para "uma outra face" do mesmo tema.

A expectativa do músico é que este concerto, cujo preço varia entre os 5€ e os 18€, seja, acima de tudo, um "prazer partilhado".

 

retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 24.05.13

Casa da Música com 350 teclistas a tocar para «Dona Helena»

A Casa da Música é no domingo um dos palcos da evocação dos 100 anos do nascimento da pianista Helena Sá e Costa, com uma maratona de instrumentos de teclas com cerca de 350 alunos de escolas de música.


A iniciativa, intitulada “100 teclistas para Dona Helena”, decorre entre as 10:00 e as 20:00 em vários espaços da Casa da Musica e conta com a participação de jovens com idades entre os 6 e 18 anos que assim pretendem homenagear aquela que foi uma das mais brilhantes pianistas da sua geração e uma das mais conceituadas professoras de piano portuguesas.

 

Rui Pereira, seu antigo aluno e musicólogo da Casa da Música, recorda-a, sintetizando, como “uma pianista de carreira internacional, uma pedagoga do piano que atraía estudantes de todo o mundo para virem ao Porto estudar com ela - e que se apresentava também nos cursos internacionais nas escolas de maior prestigio a nível mundial – e uma pessoa muito interessada no progresso cultural da cidade do Porto, em particular”.

 

Uma cidade que “ela nunca abandonou apesar de ter tido convites para se fixar em outras cidades no estrangeiro”, acrescenta.

 

Nascida em 26 de maio de 1913, numa família com fortes tradições musicais, terminou o seu curso na classe de Vianna da Motta, a quem viria suceder como professora no Conservatório de Lisboa. Estabeleceu-se para a vida como pedagoga, lecionando nos cursos internacionais mais importantes de todo o mundo e sendo jurí dos concursos mais importantes.

 

Como pianista, a solo, em duo com a irmã ou no Trio Portugália, percorreu os mais importantes palcos da Europa, esteve nos Estados Unidos e Canadá, tocou nos mais relevantes festivais internacionais, como os de Estrasburgo, Wiesbaden, Haarlem, Prades ou Gulbenkian.

 

Rui Pereira salienta ainda o papel que teve como “embaixatriz da música portuguesa”. “Nós associamos muito a carreira dela a Bach, que era sem dúvida um estandarte, mas ela tinha um papel fundamental que muito raramente os artistas portugueses têm, de levar a música dos seus contemporâneos além-fronteiras”.

 

A Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE), comemora também o centenário do nascimento de Helena Sá e Costa, figura que esteve intimamente ligada á criação da escola e cujo legado permanece vivo na instituição, especialmente através de vários docentes que foram seus discípulos.

 

A ESMAE promove o Prémio Helena Sá e Costa no sábado e “A Flauta Mágica – A História Verdadeira” com a colaboração do Ensemble I&D a 30 e 31 de maio, no Teatro Helena Sá e Costa.

 

Também em homenagem à pianista, o Theatro Circo em Braga, realiza a 7 de Junho, às 21:30, um recital de musica que pretende homenagear o Trio e Quarteto Portugália, constituído por Helena Sá e Costa, Henri Mouton (violino), François Broos, (viola d'arco) e Madalena Sá e Costa (violoncelo), que atuou em Portugal, Espanha e Bélgica.

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 22.05.13

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música vai descer à Avenida dos Aliados

Programação do evento Verão na Casa Super Bock vai decorrer de 1 de Junho a 7 de Setembro, e contar com mais de 70 concertos.

Porque está em Ano Itália, e porque acredita que este ano a meteorologia vai proporcionar um Verão tradicional aos portuenses, a direcção artística da Casa da Música (CdM) deu o subtítulo La Dolce Vita à programação da instituição para os meses de Junho, Julho, início de Agosto e primeiro fim-de-semana de Setembro. É um programa marcado pela “diversidade e pela diversão”, que António Jorge Pacheco, director artístico da CdM, hoje divulgou na presença de representantes dos três patrocinadores do evento: a Super Bock, o BPI e a Porto Lazer.

 

O concerto de abertura, a 1 de Junho, vai ser dedicado ao Dia Mundial da Criança, com a Orquestra Sinfónica do Porto a tocar Pedro e o Lobo e outras fábulas. A actriz e figura da televisão Catarina Furtado vai ser a narradara da história de Prokofieff, e o actor João Reis cumprirá idêntico papel na peça de Luís Tinoco Contos Fantásticos.

 

No encerramento deste Verão na Casa Super Bock, a 7 de Setembro, a mesma Orquestra Casa da Música, de novo dirigida pelo maestro português Pedro Neves, vai descer à Baixa portuense para um concerto em plena Avenida dos Aliados, integrado na programação do evento da Porto Lazer, 1ª Avenida. No programa, saliente-se a 5.ª Sinfonia de Beethoven, mas também árias de óperas de Puccini, Rossini e Verdi, interpretadas por Carlos Cardoso, “um promissor tenor português”, salienta António Jorge Pacheco.

 

Ainda cortesia Porto Lazer/1.ª Avenida, os Aliados vão acolher na véspera, dia 6, um concerto da Orquestra de Jazz de Matosinhos, dirigida por Pedro Guedes e Carlos Azevedo.

 

Entre estes dois fins-de-semana, o Verão na Casa Super Bock vai contar com mais de 70 concertos (quase metade dos quais na Sala Suggia), um terço deles de acesso gratuito – é o caso de tudo o que acontecer na tradicional esplanada ao ar livre, que hoje estava já a ser montada junto à escadaria do edifício de Rem Koolhaas.

 

A programação vai contemplar os vários géneros e envolver as diferentes estruturas da CdM. António Jorge Pacheco começou por destacar o elenco de “grandes vozes do mundo”, que começa pelo regresso ao Porto da cantora americana de jazz, Dee Dee Bridgewater (8 de Junho); a belga Selah Sue (3 de Julho), eleita artista revelação de 2012 pela Rolling Stone; Buika (7 de Julho), nascida em Maiorca filha de refugiados políticos da Guiné Equatorial, que associa o flamenco com o jazz e os blues, e que colaborou com Pedro Almodóvar no filme A Pele Que Eu Habito (2011).

 

Do lado dos portugueses, haverá Sérgio Godinho (15 de Junho), com o seu novo espectáculo Caríssimas Canções; Camané (29 de Junho), a cantar temas novos, acompanhado por convidados algo inesperados, o pianista Mário Laginha e a banda Dead Combo; e outra fadista, Cuca Roseta (11 Julho), com o seu novo disco, Raiz.

 

No campo da world music, o director artístico da CdM chamou a atenção para a presença do duo Amadou & Mariam (16 de Julho), vindo do Mali, e que actuou ao lado de Shakira e Alicia Keys na abertura do Mundial de Futebol da África do Sul (2010); do trio Arnaldo Antunes-Toumani Diabaté-Edgard Scandurra (21 de Julho), com o espectáculo A Curva da Cintura, que associa o rock brasileiro com as torrentes melódicas da kora do Mali; e o cantor paquistanês Asif Ali Khan (24 de Julho), com a música coral e hipnótica do seu país.

 

Outros nomes internacionais a reter na programação: a banda britânica PIL, cabeça de cartaz do próximo Optimus Clubbing (22 de Junho), que traz ao Porto um membro dos lendários Sex Pistols, John Lydon, figura do movimento pós-punk; o regresso do pianista e compositor inglês Michael O Piano Nyman (26 de Junho), para um concerto a solo; o norte-americano Devendra Banhart (2 de Agosto), com o seu novo álbum, Mala. E o DJ americano Jeff Mills (20 de Julho), que regressa ao Porto para um concerto com a Sinfónica para apresentar uma versão orquestrada da sua caixa de ritmos e sintetizadores.

 

Nos 18 concertos anunciados de música clássica, a presença mais constante será mesmo a da Orquestra Sinfónica, que, para além dos concertos já referidos, interpretará a obra de Luís de Freitas Branco Paraísos Artificiais, e a Sinfonia Manfred, de Tchaikovski (7 de Junho); voltará a este mestre russo, e também a Rachmaninoff (14 de Junho); e fará o tradicional (e gratuito) Concerto de São João (23 de Junho), com um programa dedicado à música italiana.

 

Destaque ainda para novo programa de música Made in Italy, contemporânea, com o Remix Ensemble (11 de Junho), e para a 3.ª edição do Prémio Internacional Suggia (23 e 24 de Junho).

 

A esplanada junto à Casa estará em actividade todas as semanas de quinta a sábado, e este palco será especialmente dedicado às bandas e nomes emergentes da música.

 

Seguindo também a tradição dos últimos anos, no último fim-de-semana de Julho realiza-se o Encontro de Bandas Filarmónicas, com sete concertos e um desfile com bandas vindas de todo o país.

 

Retirado do Público



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Domingo, 17.03.13

protesto dos trabalhadores da Casa da Música

Músicos espalharam arte pelo Porto contra cortes. Paulo Rangel e Rui Moreira foram das figuras mais notadas na concentração junto à Casa da Música.

Um festival de rua? Uma acção promocional? Não, um protesto artístico dos trabalhadores da Casa da Música

 

O metro chegou à estação da Trindade pouco passava das 15h. Uma quinzena de pessoas saem da composição, dirigem-se a uma parede e começam a cantar obras de Fernando Lopes-Graça. Um festival de rua? Uma acção promocional? Não, um protesto artístico, organizado por trabalhadores da Casa da Música (CM), que, para além da estação da Trindade, aconteceu em três outros pontos da cidade.

 

Para além das vozes do Coro Casa da Música na estação da Trindade, o protesto teve música antiga no Café Guarany e contemporânea (de músicos do Remix Ensemble) junto ao Hard Club – a Orquestra de Jazz de Matosinhos acabou por não actuar junto à praia Internacional devido ao vento forte que se fazia sentir.

 

A luta subiu de volume no exterior da Casa da Música, para onde os músicos convergiram e onde actuaram também outros projectos lançados pela instituição, como o Sons de Rua, que envolve pessoas sem-abrigo, e oDigitópia, que explora os cruzamentos entre música e tecnologias digitais.

O eurodeputado do PSD Paulo Rangel e o presidente da Associação Comercial do Porto e possível candidato à Câmara do Porto Rui Moreira foram duas das figuras mais notadas na concentração na Casa da Música, onde estiveram também Manuel Pizarro (PS), Pedro Carvalho (CDU) e José Soeiro (Bloco de Esquerda).

 

A acção de luta deste domingo é a última antes da reunião do Conselho de Fundadores marcada para a próxima sexta-feira, na qual se espera que privados e Estados definam a estratégia para a instituição, nomeadamente a dimensão dos cortes a aplicar no futuro.

 

“A Casa da Música está na hora H, por isso é que estou aqui”, afirmou Paulo Rangel ao PÚBLICO. “[Na reunião de sexta-feira] Vai haver decisões muito importantes. É fundamental que as pessoas ligadas à região e à cidade possam dar o seu contributo cívico – e é por isso que estou aqui.”

 

À espera da reunião dos fundadores


A acção, baptizada É Uma Casa Portuguesa, Com Certeza!, teve como objectivo contestar a decisão do Governo de aplicar um corte de 30% ao orçamento da CM (como às outras fundações, com excepções como  o CCB), confirmada em Outubro passado pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier – em vez dos 20% acertados em Abril de 2012 entre o anterior secretário de Estado, Francisco José Viegas, e a fundação.

 

O protesto artístico foi convocado pela comissão de trabalhadores da CM para “divulgar e defender a missão da Fundação Casa da Música através de um conjunto de eventos de natureza artística, com acesso público e gratuito”.

 

Nuno Azevedo, administrador demissionário da CM (o Conselho de Administração demitiu-se em bloco depois do anúncio do corte de 30%), declarou este sábado ao Expresso que a CM caminha para um “abismo do qual será depois muito difícil sair”. “Tal como a conhecemos, a Casa da Música terá muitíssimas dificuldades em manter-se, caso o Estado não altere a sua posição”, afirmou, em declarações ao semanário . “Se quisermos continuar com este projecto precisamos de dez milhões”, disse Azevedo. A actual participação do Estado é de sete milhões (menos de metade do que era em 2006, 15 milhões). Na reunião de sexta-feira, também poderá ser nomeado um novo conselho de administração.

 

Retirado do Publico



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Sábado, 16.03.13

Nuno Azevedo diz que Casa da Música está em risco

A instituição corre o risco de "cair num abismo", alerta o administrador demissionário na semana em que o Conselho de Fundadores terá reunião decisiva.

Nuno Azevedo, administrador demissionário da Casa da Música (CM), declarou ao Expresso" que a instituição está a caminho do “abismo”.

 

“Tal como a conhecemos, a CM terá muitíssimas dificuldades em manter-se, caso o Estado não altere a sua posição”, afirmou, em declarações àquele semanário, um dia antes de uma acção dos trabalhadores da CM denominada “É uma Casa portuguesa com certeza”.

 

Os trabalhadores vão actuar este domingo em vários locais do Porto, com o objectivo de “divulgar e defender a missão da Fundação Casa da Música através de um conjunto de eventos de natureza artística, com acesso público e gratuito”. A acção, e as declarações de Nuno Azevedo, surgem no início de uma semana decisiva para o futuro da instituição – para sexta-feira, dia 22, está marcado o Conselho de Fundadores, no qual se espera que privados e Estado definam a estratégia para a CM.

 

Daí que Nuno Azevedo alerte para os riscos de a instituição cair “num abismo do qual será depois muito difícil sair”. Em causa está a decisão do Governo de aplicar um corte de 30% ao orçamento da CM, que foi anunciada em Outubro passado pelo secretário de Estado da Cultura, Barreto Xavier. Tratou-se de um corte superior aos 20% que eram esperados, o que levou à demissão de todo o Conselho de Administração presidido por Nuno Azevedo.

 

Ao Expresso, Azevedo reiterou que “se quisermos continuar com este projecto precisamos de dez milhões”, sendo que a actual participação do Estado é de sete milhões (em 2006 era de 15 milhões). O assunto estará no centro da reunião de sexta-feira, da qual deverá sair o novo Conselho de Administração. O administrador demissionário disse esperar que seja encontrada uma saída para o actual impasse, mas confessou não ver sinais de que o Estado esteja disposto a alterar a sua posição. “Muitas das decisões tomadas em Portugal não são verdadeiramente pensadas, e resultam de uma obediência cega aos ditames europeus”, lamentou Nuno Azevedo.

 

A acção de domingo ocorre em vários espaços do Porto, e a partir das 16h a praça em frente à Casa da Música receberá “todos quantos queiram associar-se a esta acção e assistir à actuação de músicos do universo dos agrupamentos da CM e de outras formações amigas, em apresentações de vários géneros musicais, como música orquestral, jazz, rock, coral e experimental.” 

 

Retirado do Público



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Sexta-feira, 08.03.13

Remix da Casa da Música estreia obra de compositor português em Zurique

O Remix Ensemble, agrupamento de música contemporânea, vai apresentar-se no sábado em Zurique com a estreia mundial de “Deux portraits imaginaires”, de Pedro Amaral, uma encomenda da Casa da Música.


Fonte da Casa da Música disse hoje que o concerto, que terá a direção musical de Enno Poppe, vai decorrer na sala Tonhalle, inaugurada em 1895 por Johannes Brahms e residência de uma das mais afamadas orquestras helvéticas, a Tonhalle Orchester Zürich.

 

A peça de Pedro Amaral, que será escutada em primeira audição, tem como base duas personagens que partem do universo de Fernando Pessoa. A primeira é Fausto, deixado pelo escritor português na sua obra inacabada “Fausto”, e a segunda é Maria, que representa o amor impossível.

 

Fausto foi construído com base na própria personalidade de Fernando Pessoa e Maria resulta de uma mistura de personagens femininas que atravessaram a escrita e a vida íntima do escritor.

 

Para além desta peça será ainda possível ouvir “Cells”, do compositor suíço Hanspeter Kyburz e “Kya” do italiano Giacinto Scelsi, ambas com a participação do saxofonista Markus Weiss como solista. O programa completa-se com “Islands”, concerto para piano e 12 instrumentos, de Luca Francesconi, Compositor em Residência 2013 na Casa da Música.

 

Desde a sua formação em 2000, o Remix Ensemble apresentou, em estreia absoluta, mais de 80 obras e foi dirigido pelos mais destacados maestros. No plano internacional, apresentou-se em Valência, Roterdão, Huddersfield, Barcelona, Estrasburgo, Paris, Orleães, Bourges, Reims, Antuérpia, Madrid, Budapeste, Norrköping, Viena, Witten, Berlim, Amesterdão e Bruxelas.

 

O projeto The Ring Saga, com música de Richard Wagner, adaptada por Jonathan Dove e Graham Vick, levou o Remix Ensemble ao Festival Musica de Estrasburgo, Cité de la Musique em Paris, Saint-Quentin-en-Yvelines, Théâtre de Nîmes, Le Théâtre de Caen, Grand Théâtre du Luxembourg e Grand Théâtre de Reims.

 

O Remix tem nove discos editados com obras de Pauset, Azguime, Côrte-Real, Peixinho, Dillon, Jorgensen, Staud, Nunes, Bernhard Lang, Pinho Vargas, Wolfgang Mitterer e Pascal Dusapin.

 

O programa que será apresentado em Zurique no sábado será repetido, na terça-feira, no Porto.

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 06.03.13

Tim e companheiros


TIM | Companheiros de Aventura:

Celeste Rodrigues, Rui Veloso, Vitorino e Pacman

 

9 Março | Casa da Música, Porto ** ESGOTADO


Novas interpretações, estreia nacional de várias canções e a companhia em palco de companheiros de uma vida, Celeste Rodrigues, Rui Veloso, Vitorino e Pacman


Quatro anos depois, Tim volta para um espectáculo novo, com músicas novas como só este grande compositor e intérprete sabe escrever. "Braço de Prata" foi o concerto que apresentou nesta sala. Depois disso, gravou o CD "Companheiros de Aventura" e, no ano de 2012, em Novembro, fez sair o DVD e CD ao vivo em que a sua inconfundível voz fixou versões únicas em composições próprias de e com outros autores.

 

Venha partilhar connosco este espectáculo sempre único que mostrará todo o universo de Tim.

 



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Terça-feira, 05.02.13

Alegria, Cristina Branco


CRISTINA BRANCO
ALEGRIA chega às lojas a 25 de Fevereiro

Concertos de apresentação a 5 de Abril no S. Luiz em Lisboa e a 7 de Abril na Casa da Música no Porto

 

A voz de Cristina Branco é uma voz nómada. Assim que se sente demasiado confortável, parte à procura de um novo poiso, uma nova pele. Quem diz pele diz novos contextos, novos significados musicais, novos desafios.

Neste novo disco, nascido de uma conversa com Gonçalo M. Tavares, Cristina Branco quis vestir a pele de doze personagens, ajustando o seu ser individual ao social, usando a música como escudo e como arma, celebrando o heroísmo que existe no anonimato, procurando respostas para os tempos conturbados que cruzamos. Essas personagens são os vizinhos do lado, os que moram mesmo dentro da nossa casa, os que habitam o nosso pensamento. Somos nós; doze personagens onde nos podemos rever continuamente. Ora pedidas de empréstimo (“Construção”, de Chico Buarque”, “Alice no país dos matraquilhos” de Sérgio Godinho e “Cherokee Louise”, de Joni Mitchell), ora inventadas por Cristina Branco e exploradas pela imaginação de quem aceitou a responsabilidade de lhes dar uma história.

Em Alegria, descobre-se quem é então a Deolinda (essa mesma); conta-se a história de Alice, nascida e crescida em berço frágil; descobre-se o lado feminino de Jeremias, o fora da lei, com “Branca Aurora”; dá-se de caras com um palhaço com a missão eterna de fazer rir e com a dor do operário nas palavras de Chico Buarque; conhece-se a história do amor forçado a emigrar de Carolina e de uma Louise rejeitada pela sociedade; chora-se o triste fado do homem desempregado e com filhos e o beco tóxico e sem saída da inocente Cândida; exalta-se Miriam como o Robin dos Bosques moderno e elogia-se o estoicismo do cidadão perante o duro confronto com a realidade; dá-se notícia da petição do Farias para dar nova oportunidade aos políticos.  Em resumo, redige-se um tratado acerca da condição humana e dos seus limites. Alegria é um desejo, espécie de apelo, de provocação, de paradoxo, uma tela em aberto.

André Gomes



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Domingo, 30.12.12

Centenas abraçaram uma Casa da Música com futuro incerto

Políticos, agentes culturais e cidadãos contra corte de 30% no financiamento do Estado. Director artístico acredita em recuo do Governo

 

Um domingo à tarde na praça da Casa da Música (CdM) não costuma ser isto: um enorme cordão humano em torno do “meteorito” de Rem Koolhaas, num protesto de centenas de pessoas (250, nas contas da PSP) contra os cortes de 30% ao financiamento público da instituição.

 

Figuras da política e da cultura associaram-se a cidadãos anónimos contra o corte de 30%, em vez dos 20% acertados em Abril entre o anterior secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e a fundação, que motivou no dia 18 a demissão da administração da instituição.

 

“Viva a Casa da Música!”, gritava Rosa Santos, 66 anos, no cordão humano. “Querem cortar os apoios à CdM e não só à CdM: querem acabar com a cultura aqui no Norte”, disse ao PÚBLICO. Luís Moutinho foi ao protesto com o filho e receia que este corte, que significa uma redução de mais um milhão de euros a juntar aos dois já acordados com a Secretaria de Estado, ponha em causa “tudo” o que não seja espectáculos, acabando com as actividades educativas e sociais da CdM.

 

O director artístico da instituição diz que o corte de 30% “representaria” a impossibilidade de prosseguir a linha de qualidade na oferta da CdM — António Jorge Pacheco prefere usar o verbo no modo condicional, acreditando que o Governo recue. 

Intervenções recentes como a de Paulo Rangel (que disse que as questões da CdM ou da RTP “mereciam” uma manifestação na Av. dos Aliados — o PÚBLICO não o viu no “abraço à Casa da Música”) e do deputado do CDS-PP João Almeida (que criticou a excepção Centro Cultural de Belém, que não será abrangido cortes de 30% nos apoios do Estado às fundações conforme o acordado com Viegas) dão esperança a Pacheco. “Há um consenso alargado que tem que haver cortes, mas uma contribuição de 20% é substancial e é aquilo que foi acordado”, referiu.
 
O bloquista João Teixeira Lopes, primeiro subscritor de uma petição contra o corte de 30% à CdM, sublinhou a “urgência” de “fazer algo pela CdM e pela região”. “O Porto está a ser atacado em todas as frentes: na questão do aeroporto, de Serralves, do teatro São João, é uma das regiões com mais pobreza e desemprego — e agora na CdM”, concretizou.
João Fernandes, subdirector do Museu Rainha Sofia de Madrid e ex-director artístico do Museu de Serralves, lembra que a programação cultural de excelência se faz “com muita antecedência” — a da CdM foi apresentada em Novembro à luz de uma verba pública de oito milhões. “A CdM foi um bem que aconteceu ao Porto, com os seus agrupamentos musicais” que representam a cidade no mundo, e “não pode ser curto-circuitada por cortes imprevistos” e “injustificados”, defende. 
 
Para o candidato do PS à câmara do Porto, Manuel Pizarro, o Governo demonstra “falta de respeito em relação ao Porto e à CdM” ao “dar o dito por não dito”. João Semedo, coordenador do Bloco de Esquerda, não atira a toalha ao chão: “Se o povo acabou com a TSU, também pode acabar com este corte”.
Retirado do Público


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Sexta-feira, 21.12.12

Pedro Abrunhosa diz que o futuro da Casa da Música está «comprometidíssimo»

Pedro Abrunhosa considerou “absolutamente compreensível” a demissão da administração da Casa da Música, instituição cujo futuro “está comprometidíssimo” e teme ver privatizada, afirmando que a “única esperança” que tem no Governo é a "sua demissão”.


Todos os membros do conselho de administração da Casa da Música (CdM) no Porto renunciaram na terça-feira, 18 de dezembro, aos respetivos mandatos, devido aos cortes anunciados pelo Governo para 2013, nas transferências de verbas para a Fundação.

 

Contactado pela agência Lusa, Pedro Abrunhosa considerou que “a demissão é absolutamente compreensível porque já é uma questão de dignidade”, esperando que “a programação da Casa da Música não vá ficar afetada e que se encontre uma solução rápida”.

 

“Com este Governo não tenho nenhuma esperança. A única esperança que eu tenho é que o Governo se demita”, disse, criticando o “orçamento ridículo e insultuoso para todos os portugueses” destinado à cultura.

 

O cantor foi mais longe. "Temo pelo futuro da Casa da Música e não estou a ironizar. Tenho medo que transformem a Casa da Música numa igreja, num supermercado, num shopping, num ringue de patinagem. Deste Governo e desta autarquia eu espero todo o tipo de bandidagem, não espero mais nada”, afirmou. Por isso, Abrunhosa considera que “o futuro da Casa da Música está comprometidíssimo, porque, com esta desorçamentação, o apetite sobre a instituição é muito”.

 

“Tenho medo do que se passa nos gabinetes em termos de voracidade sobre a Casa da Música. Eu tenho medo da privatização da Casa da Música. Estamos a viver um momento negro”, enfatizou.

 

O músico considera ainda que, “a partir do momento em que acabaram com o Ministério da Cultura, começou-se este processo de bandidagem, de depauperação do património cultural”.

 

“Este Orçamento do Estado, que tem um secretário de Estado da Cultura a gerir a parte que lhe cabe, que é pouco mais de 0,1%, e que nem sequer tem assento no Conselho de Ministros”, criticou.

 

Os administradores da Casa da Música – incluindo o presidente Nuno Azevedo - tomaram a decisão de se demitirem, por considerarem que “deixaram de estar reunidas as condições que, até hoje, garantiram o sucesso da Fundação”.

 

A Secretaria de Estado da Cultura lamentou terça-feira a renúncia dos administradores da Casa da Música e manifestou empenho na continuação do projeto.

 

Retirado de Sapo Música



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Sexta-feira, 14.12.12

Custódio Castelo apresenta «Inventus» na Casa da Música

“Inventus” é o título do segundo disco do guitarrista e compositor Custódio Castelo, uma das referências da renovação da guitarra portuguesa. O novo trabalho vai ter papel preponderante no concerto a ter lugar no dia 22 de dezembro, pelas 22:00, na Sala Suggia da Casa da Música, no Porto.


O álbum é constituído por doze temas da autoria de Custódio Castelo e, de acordo com a promotora do espetáculo, "refletem a vivência e uma memória onde se alicerça esta tradição musical portuguesa, por vocação aberta ao mundo".

 

Os bilhetes estão à venda na Casa da Música ao preço único de dez euros.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:31 | link do post | comentar

Domingo, 30.09.12

Casa da Música propõe um Dia Mundial da Música diferente

 

Nesta segunda feira 01 de Outubro, Dia Mundial da Música, entre as 10:00 e as 16:00, a Casa da Música espalhou duos, trios, quartetos, quintetos e mais músicos, Músicos Inesperados, que tocarão excertos de obras do reportório clássico em escolas e hospitais, ruas e praças, centros sociais e mercados, jardins e áreas comerciais, hotéis e repartições públicas.

 

E serão clarinetes, trombones, trompetes, violinos, percussão, saxofones e flautas que se vão fazer ouvir neste Dia Mundial da Música, as“brigadas musicais” constituídas por alunos de várias escolas: Academia de Música de Castelo de Paiva, Conservatório de Música do Porto, Academia de Música de Costa Cabral, Academia de Música de Espinho, Academia de Música de Vila Real, Academia de Música de Vilar do Paraíso e Academia de Música de Paredes.


Terminando esta jornada musical uma festa aguarda os Músicos Inesperados na Casa da Música.

 

A reunião terá lugar na Sala Suggia, onde, pelas 17:00 os Músicos Inesperados, estarão num concerto único sob a condução do Factor E!, a equipa de formadores do Serviço Educativo.

 

Retirado de HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 21:21 | link do post | comentar


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