Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar É como morrer de sede no meio do mar e afogar Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta Vocês não ouvem o grito da minha revolta Choro a rir, isto é mais forte do que pensei Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado Vagueio sem destino nem sei se estou acordado O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha Às vezes penso se algum dia serei feliz Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz?
Chorei Mas não sei se alguém me ouviu E não sei se quem me viu Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei Nas palavras o conforto Dancei no silêncio morto E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui Se dependesse de mim teria ficado onde estava Onde não pensava, não existia e não chorava Prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo Às vezes penso que passo tempo demais comigo Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim? Alguém me diga porque me sinto assim Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso Mostrem-me a saída deste abismo imenso Pergunto-me se algum dia serei feliz Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz?
Chorei Mas não sei se alguém me ouviu E não sei se quem me viu Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei Nas palavras o conforto Dancei no silêncio morto E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro Quando penso que tudo vai passar Parece que mais me enterro Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver E penso para mim mesmo será que Deus me quer Será a vida apenas uma corrida prá morte Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte Não peço muito, não peço mais do que tenho direito Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito E mesmo quando errei foi a tentar fazer o bem Não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém Ha-de surgir um raio de luz no meio da porcaria Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia Vou-me aguentando A esperança é a última a morrer Neste jogo incerto o resultado não posso prever E quando penso em desistir por me sentir infeliz Oiço uma voz dentro de mim que me diz Mantem-te firme
Pensas que eu sou um caso isolado Não sou o único a olhar o céu A ver os sonhos partirem Há espera que algo aconteça
A despejar a minha raiva A viver as emoções A desejar o que nao tive Agarrado às tentações
E quando as nuvens partirem O céu azul ficará E quando trevas se abrirem Vais ver o sol brilhará vais ver o sol brilhará
Não, não sou o único Eu não sou o único Não sou o único a olhar o céu
Pensas que eu sou um caso isolado Não sou o único a olhar o céu a ouvir os conselhos dos outros E sempre a cair nos buracos A desejar o que não tive Agarrado ao que não tenho
Não, não sou o único Não sou o único a olhar o céu
E quando as nuvens partirem O céu azul ficará E quando as trevas se abrirem Vais ver o sol brilhará vais ver o sol brilhará
Não, não sou o único Eu não sou o único Não sou o único a olhar o céu
Sou carioca de Goa, de Angola e da Guiné Cabo Verde, Moçambique, Timor-Leste e São Tomé Macau, Portugal mas vim pela Galicia Que a vida é uma delícia temperada nesse sal Cabral descobriu muito menos do que eu Os meus descobrimentos não estão nos museus Nem nos livros de História mas estão na minha memória E na dos meus amigos que navegam comigo
Há coisas na vida que não se esquecem Os amigos são aqueles que permanecem Relógio não tens asas mas o Tempo voa Lembro-me desse show no pavilhão em Lisboa Cantámos, curtimos, ficámos roucos mil novecentos e noventa e poucos São fotos gravadas no coração Eu brindo com sumo mas conta a intenção porque...
Mano o Tempo voa Vem mais um copo Tira uma foto Um abraço para matar a saudade
Mano o Tempo voa Vem mais um copo Tira uma fota Esse som é um brinde à Amizade
Te conheci a gente ainda era moleque Um ideal em comum em uma roda de rap O meu chapéu na cabeça, o teu boné pra trás Muitas ideias na mente, quanto tempo isso faz! O tempo voa... e a gente nem vê E tanta coisa acontece e deixa de acontecer Se navegar é preciso, se é preciso viver A amizade é a bússola para eu não me perder Com amigos como você, eu sei que eu posso contar Sempre ao meu lado mesmo estando do outro lado do mar Por isso eu quero brindar à nossa boa amizade E a todos os meus amigos que são de verdade
Refrão
Sou palavra, melodia, sou de onde tu fores Lusofonia de todas as cores Sou Tuga do Mindelo, angolano de Bissau São-tomense de Maputo, brasileiro de Portugal Língua Portuguesa com sotaques diferentes As nossas gentes no fundo são todas parentes E na diversidade vamos convergindo Quem vem em paz é sempre bem-vindo Há sempre espaço para mais um E só vendo as diferenças percebemos o comum Que um estranho é um amigo que não conhecemos Amigo é a família que nós escolhemos E mesmo ao longe, o sentimento perdura Enquanto houver música ninguém nos segura Passado,presente, o Tempo passa veloz Venha o futuro , cheio de coisas boas para nós...
Refrão
Conheço bem a solidão pois sou um nômade Mas sei também que a vida é uma soma de... Instantes, minutos, que podem ser eternos Olhares, sorrisos e abraços fraternos O Inferno eu não sei mas o Céu são os outros E para eu entrar no céu só não posso estar morto Então eu sinto o coração das outras pessoas E assim eu sei que eu 'tou vivo e que eu não 'tou vivo à toa Quem é vivo aparece, então eu sempre apareço E conhecendo um estranho, eu também me conheço Anota o meu endereço que ele agora é o nosso Não tenho tudo que quero mas faço tudo que posso Para dividir o que eu tenho e multiplicar o que eu ganho E conhecendo um amigo, eu fico menos estranho Anota o meu endereço que ele agora é o teu Não sou o dono da casa mas Ele nos acolheu.
BOSS AC E GABRIEL O PENSADOR JUNTOS EM «UM BRINDE À AMIZADE»
No dia 15 de Fevereiro, Boss AC sobe ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval
«Um Brinde à Amizade» é a mais recente amostra retirada de«AC Para os Amigos». O extraordinário álbum de Boss AC foi apresentado no ano passado e recentemente reeditado, num formato inesquecível, onde as canções do registo surgem acompanhadas por quatro clássicos, gravados ao vivo, em Setembro, aquando da realização d’«O Concerto Mais Pequeno do Mundo», da Rádio Comercial.
Gravado no estúdio de Rui Veloso, em Vale de Lobo, «Um Brinde à Amizade» reúne duas das maiores estrelas do rap falado em português, cada um vindo de um lado de Atlântico: os beats e as rimas contagiantes de Boss AC são, aqui, partilhados pela sagacidade divertida de Gabriel O Pensador – dando um significado ainda mais importante ao título do single. O vídeo deste genuíno «brinde à amizade» tem a sua grande estreia agendada para amanhã, num exclusivo do Sapo Música e do Facebook da Rádio Comercial.
Com estas magníficas canções na bagagem, Boss AC atirou-se à estrada: depois de levar a todo o país a magia de «AC Para os Amigos», Boss AC vai subir ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval acompanhado pelo talento dos Shout, em Sintra, no dia 15 de Fevereiro, onde promete apresentar as suas canções numa nova versão, que aproxime ainda mais o seu público. Que é como quem diz: em Sintra, Boss AC fará «Um Brinde à Amizade», como só a música pode alcançar. Genuinamente, olhos nos olhos.
Boss AC sobe ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval a 15 de Fevereiro
Reedição de «AC Para os Amigos» já está disponível
Depois de levar a todo o país a magia de «AC Para os Amigos»,Boss AC vai subir ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, no dia 15 de Fevereiro.
A viagem de «AC Para os Amigos» tem sido verdadeiramente inesquecível! O seu sucesso foi imediato e sem precedentes: assim que foi editado, no ano passado, pela Universal Music, entrou directamente para o Top 10 nacional, com o primeiro single, «Sexta-feira (Emprego Bom Já!)», a liderar o Top Digital. A um caminho glorioso, não podia faltar a marca do Disco de Ouro, que antecedeu a reedição do aplaudido registo: no final de 2012, chegou às lojas um apetecível novo formato de «AC Para os Amigos», onde as canções do álbum surgiam acompanhadas por quatro clássicos deBoss AC, gravados ao vivo, em Setembro, aquando da realização d’«O Concerto Mais Pequeno do Mundo», da Rádio Comercial.
Explosivo, imponente e acutilante são alguns dos adjectivos que podem ser atribuídos a Boss AC mas, em Sintra, espera-se um desafio diferente: apresentar as suas canções numa nova versão, onde rapper e público fiquem ainda mais próximos. Genuinamente, olhos nos olhos. O cenário será simples mas cheio de bom gosto, como a sala de estar onde se recebem os amigos mais especiais, como os SHOUT que vão fazer uma participação especial. Porque o que se prevê para o serão de 15 de Fevereiro é precisamente isso: um sincero encontro de amigos.
É no palco que AC mais gosta de estar – e é ao palco que vai regressar, numa travessia sonora onde, acompanhado por seis músicos, os seus hinos de sempre serão reinventados com o calor das mornas cabo-verdianas ou a sensualidade da bossa nova brasileira, com o perfume da soul, um refrão de fado… e o que mais houver para ouvir. Todas as festas têm um anfitrião e, no Centro Cultural Olga Cadaval, Boss AC vai mostrar que sabe receber como ninguém: as canções serão explicadas por entre histórias partilhadas, experiências recordadas, sorrisos e gargalhadas – que mais se pode pedir de uma tertúlia de inesquecíveis e imperdíveis emoções?
Tu és, Tudo aquilo que homem pode querer Dás-me prazer, tás ao meu lado para me defender Adoro o teu sorriso Quando me olhas com ternura acredita paraliso És bonita, simpática, tão atraente Derretes-me todo com o teu olhar inocente Palavras doces na tua boca parecem brisas Tu não andas, tu deslizas Enfeitiçaste-me no dia em que te conheci Fico full da vida quando eles olham para ti Ao mesmo tempo sinto-me tão bem Por saber que por te ter, mais ninguém tem
Princesa, Beija-me outra vez Diz que me amas, baby diz mais uma vez Princesa
Adoro fazer-te adormecer no meu peito Quando te tenho a meu lado pra mim o mundo é perfeito Adoro os fins-de-semana passados na cama Apaixonados na cama, abraçados na cama Fazer amor contigo é ir ao céu e voltar, É morrer e ressuscitar Adoro os nossos momentos picantes Engraçado como anos podem parecer instantes A tua pele é mel o teu toque é magia Adoro falar contigo, a tua doce companhia Antes que seja que tarde demais, quero dizer Que faço tudo para não te perder, para não te perder
Schhhh, não digas nada, Beija-me outra vez com esses teus lábios de fada Há palavras que ainda estão por inventar E por mais que tente nunca hei-de conseguir explicar Não sei se é calor, não sei é frio Só sei que sem ti sinto-me vazio Adoro quando no sentamos no sofá com edredon A luz apagada, Sade é o som Tocamo-nos no escuro, o silêncio diz tudo O amor é cego e por vezes também é mudo És tu quem eu quero, eu sou sincero Não digas nada, beija-me outra vez
Olá Pai Natal É a primeira vez que escrevo para ti Venho de Lisboa e o pessoal chama-me AC Desculpa o atrevimento mas tenho alguns pedidos Espero que não fiquem nalguma prateleira esquecidos Como nunca te pedi nada Peço tudo duma vez e fica a conversa despachada Talvez aches os pedidos meio extravagantes Queria que pusesses juízo na cabeça destes governantes Tira-lhes as armas e a vontade da guerra É que se não acabamos a pedir-te uma nova Terra Ao sem-abrigo indigente, dá-lhe uma vida decente E arranja-lhe trabalho em vez de mais uma sopa quente E ao pobre coitado, e ao desempregado Arranja-lhe um emprego em que ele não se sinta explorado E ao soldado, manda-o de volta para junto da mulher Acredita que é isso que ele quer Vai ver África de perto, não vejas pelos jornais Dá de comer ás crianças ergue escolas e hospitais Cura as doenças e distribui vacinas Dá carrinhos aos meninos e bonecas ás meninas E dá-lhes paz e alegria Ao idoso sozinho em casa, arranja-lhe boa companhia Já sei que só ofereces aos meninos bem comportados Mas alguns portam-se mal e dás condomínios fechados Jactos privados, carros topo de gama importados Grandes ordenados, apagas pecados a culpados Desculpa o pouco entusiasmo, não me leves a mal Não percebo como é que isto se tornou um feriado comercial Parece que é desculpa para um ano de costas voltadas E a única coisa que interessa é se as prendas tão compradas E quando passa o Natal, dás á sola? Há quem diga que tu não existes, quem te inventou foi a Coca-Cola Não te preocupes, que eu não digo a ninguém Se és Pai Natal é porque és pai de alguém Para mim Natal é a qualquer hora, basta querer Gosto de dar e não preciso de pretextos para oferecer E já agora para acabar, sem querer abusar Dá-nos Paz e Amor e nem é preciso embrulhar Muita Felicidade, saúde acima de tudo Se puderes dá-nos boas notas com pouco estudo Desculpa o incómodo e continua com as tuas prendas Feliz Natal para ti e já agora baixa as rendas
Vou pegar em mim, pôr-me a andar daqui, Faço mala e não me vês Não queres ouvir, não quero falar, tudo o que eu digo é chinês Foi tudo tão bom, tudo cor de rosa, beijei o chão que pisaste Leva o coração, meu que já foi teu, o mesmo que despedaçaste
A guitarra vem, para me confortar, o seu toque é meu conselheiro Dizes vais esquecer mas garanto eu; Esqueces tu mas eu vou primeiro Vou subir à lua, deixar-me lá caladinho a ouvir as estrelas Sei que cá em baixo há lágrimas mas não vou estar para vê-las
Ai ai ai, ai, ai, ai Ela deixou-me e eu não sei o que fazer Ai ai ai, ai, ai, ai Ela deixou-me e eu assim não sei viver
Vais pedir perdão, Vou dizer que não mesmo que lá longe eu te queira Ninguém vai saber, vou-me confessar à lua minha companheira Sou quase alguém, sempre quase bem, Incompleto não vou mentir
Faltas tu em mim, erro é meu e teu, quem nos vai corrigir? Vou pedir perdão, vou fugir daqui, dar o coração para adopção Vou cantar para mim, Vou dançar sozinho essas músicas de solidão Tudo vai passar, vou-me libertar, vou pensar em ti e sorrir Vou ser como tu, vou olhar em frente, fazer a mala e partir
Ai ai ai, ai, ai, ai Ela deixou-me e eu não sei o que fazer Ai ai ai, ai, ai, ai Ela deixou-me e eu assim não sei viver
O fado, já diz Fernando Pessoa não é canção má nem boa não é alegre nem triste não é de Coimbra ou Lisboa é um ser estranho, uma pausa que a alma portuguesa deu ao mar quando tudo desejava sem força para desejar
(Refrão) Toda a canção é um poema ajudado que diz o que a alma não tem e a isso não escapa o fado que é um poema ajudado também
O fado é fadiga duma alma forte é uma espécie de olhar que viu o sorriso da morte nos brancos espelhos do mar é um olhar quase de desprezo a um Deus que desertou quando mais Dele precisava quem duvidar nunca ousou
(refrão)
No fado todos os Deuses se juntam a cantar lá nas alturas trazidos pelos avós na poeira das lonjuras e esses Deuses estão em nós espalham-se pela mesa convocados pela voz e só por acaso soam a tristeza
És mais que uma mulher, és uma Santa! Por mais palavras que use, de nada adianta Tudo de bom em mim, foste tu que ensinaste Deste o que tinhas, nunca cobraste Quantas vezes quis partir e acabei por ficar A última coisa que quero no mundo é fazer-te chorar Sei que hás de tar ao meu lado, quando mais ninguém estiver Me darás o teu amor, quando mais ninguém me quiser Sofro com os problemas dos outros, sou como tu! Digo-te para não seres assim, mas sou como tu! Acho que a tua bondade às vezes é um defeito Se vês alguém infeliz és capaz de abdicar de um direito Tiras pão da tua boca se isso for preciso Foi por ti que se inventou o paraíso Não estudaste mas a tua sabedoria é infinita Nunca foi escrita todos os dias é dita Bendita és tu sozinha criaste uma família Cinco filhos homens e uma filha E dessa filha nasceu este teu neto Deste nos amor, comida, educação e um tecto
Refrão:
És mais que uma mulher para mim O meu amor por ti é incondicional (és mais que uma mulher para mim, és uma Santa!) E quando mais ninguém me amar Sei que vais estar aqui para me abraçar
Como podes ser tão frágil Ao mesmo tempo tão forte Não esperaste por ninguém fizeste a tua própria sorte Admiro-te, admiro-te com todo o meu coração Não houve obstáculos alguns que te desviasse da tua missão Dou por mim a queixar-me mas depois lembro-me de ti Páro e penso e percebo que afinal eu nunca sofri Passaste por coisas que nem consigo imaginar E és tu que me fortaleces quando me sinto a fraquejar Foste mãe foste pai, professora e amiga Tantos anos de fadiga Ainda assim és rapariga, linda E sempre o hás de ser Tu sentes o que sinto sem ser preciso o dizer Vou ao fim do mundo só para te ver sorrir E peço a Deus que nunca te venha a desiludir Eu amo-te do fundo do coração És mais que uma mulher, és uma Santa!
Refrão:
És mais que uma mulher para mim O meu amor por ti é incondicional (és mais que uma mulher para mim, és uma Santa!) E quando mais ninguém me amar Sei que vais estar aqui para me abraçar!!
A última sexta-feira 13 do ano vai ser assinalada, em Montalegre, com o espectáculo teatral Forças do Ar, com mais de 50 participantes e, no sábado, com a actuação de Boss AC e Homens da Luta.
Números de acrobacia, malabarismo, percussão e música são alguns dos ingredientes do espectáculo Forças do Ar, na sexta-feira à noite, junto ao Castelo da 'capital do misticismo', ao qual dão vida mais de 50 participantes portugueses e espanhóis.
A Câmara de Montalegre, organizadora do evento, quis prolongar a festa 'mágica' e, no sábado, sobem ao palco os artistas portugueses Boss AC e Homens da Luta.
A terceira e última sexta-feira 13 de 2012 tem um orçamento entre os 90 e 100 mil euros e estima receber 20 a 30 mil visitantes de todo o país e de Espanha, disse hoje à Lusa o presidente da autarquia local, Fernando Rodrigues.
Depois das enchentes de Janeiro e Abril, a organização espera nova romaria à vila de Trás-os-Montes porque, disse, o cartaz é «apelativo», é uma festa de rua «única» e o São Pedro vai «ajudar com o tempo».
Na 'Noite das Bruxas', a vila é invadida por bruxas, diabos, mafarricos, seres demoníacos e duendes que percorrem ruas, bares, discotecas, restaurantes e hotéis para pregar «sustos de morte» às pessoas.
A figura principal da festa vai ser, como vem sendo habitual, o padre António Fontes, conhecido por 'Dom Bruxo', que tem como tarefa a preparação da queimada, licor feito à base de aguardente, limão, maça e açúcar.
Antes de servir a queimada - «mistela abençoada» - o 'Dom Bruxo' faz o esconjuro da bebida, recitando a ladainha «mochos, corujas, sapos e bruxas, demónios, trasgos e diabos, espíritos das enevoadas veigas», livrando-a de maus-olhados, feitiços e bruxedos.
A preparação da queimada é o ponto alto da noite, mas a diversão e animação contínua, até de madrugada, pelos bares e discotecas da vila.
A organização revela que a 'Noite das Bruxas' terá uma surpresa, depois da presença do padre Fontes, que irá deliciar a plateia.
Os restaurantes e hotéis de Montalegre, com lotação esgotada há vários meses, prometem infernizar o jantar dos convivas com refeições diabólicas e seres demoníacas a atormentá-los.
Na noite mais mágica do ano de Montalegre nada fica ao acaso. Além das lojas comerciais, restaurantes e hotéis estarem decorados com motivos ligados a esta data de azar, as rotundas da vila também estão vestidas a rigor com capas negras de bruxas.
Outra das novidades desta sexta-feira 13 é a venda de uma t-shirt oficial e alusiva ao evento.
Fernando Rodrigues acredita que esta sexta-feira 13 vai ser, tal como as anteriores, um «verdadeiro sucesso».
Acredite-se ou não no oculto, o objectivo, explicou o edil, é ir ao encontro do imaginário das pessoas que visitam Montalegre.
Além de «aposta ganha», Fernando Rodrigues salientou que a 'Noite das Bruxas' colocou a vila no mapa e trouxe-lhe prestígio, pelo que tem de ser «preservada».
Montalegre celebra todas as ‘sextas-feiras 13' do ano, festa associada ao mítico, desde 2002.
Acabou, não interessa o que falhou E não me interessa o que não mudou Eu e tu sabemos o que se passou Falei, tentei, expliquei Prometeste-me e eu esperei Magoaste-me eu perdoei Foi mentira mas acreditei Custou, mas acordei O amor é uma merda, agora sei Percebe, desejo-te tudo de bom A última coisa que tenho pra ti é este som:
Porque: Por mais que custe, eu vou ser capaz Juro a mim mesmo não voltar atrás Vou ter saudades mas tu não vais saber Vou pensar em ti até te esquecer Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não quero mais Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não chores mais
Não há dor nem desgosto que o tempo não cure Se eu amei e acreditei que ninguém me censure Fiz o que pude agora mudo de atitude A vida não para, tou vivo a só peço saúde Não estava escrito, está tudo dito Se perguntarem por mim diz que comigo está tudo bem Que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém Só é quando tiver que ser Vou pensar em ti até te esquecer Life goes on I'm still here But the love is gone Não me apanhas nem ao telefone Para me teres outra vez só se for um clone E quando me vires na rua sorri, mas continua
Porque: Por mais que custe eu vou ser capaz Juro a mim mesmo não voltar atrás Vou ter saudades mas tu não vais saber Vou pensar em ti até te esquecer Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não quero mais Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não chores mais
Dizias que amavas mas não mostravas Sabias que erravas mas nunca mudavas Fizeste tudo errado e agora és passado Respiro de novo este ar renovado Mas tou bem, tou bem assim Tu não, não és pra mim Chegou, chegou ao fim Se não me matou tornou-me mais forte
Por mais que custe eu vou ser capaz Juro a mim mesmo não voltar atrás Vou ter saudades mas tu não vais saber Vou pensar em ti até te esquecer Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não quero mais Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não chores mais
Nô tem casa, nô tem córre, bicicleta, nô tem mota Nô tem style, tud'inquante, nô ta vrá dôd ês c*tota Nô tem cana, nô tem grogue, nô tem pontche, estomperóde Li kê terra , nô ta sáb maltas ta tud prei largóde Nô tem criolas, nô tem loura, tem morena, tem chinesa Cafê c'lêt, nôs kouskous, nôs catchupa ta na mesa Nô tem morna, coladera, nô ta pila funaná Schquá de cábeça, largá côrp, som ta sáb pa caga
Li kê terra , oh moce Li kê terra, jám dzêb
Criol das ilhas, ca tem conta, se bô ê brónc, se bô ê pret Tud ês senhora qrê sabura, fzê bô boca, tmá bô lêt Cmê calóde, passá sab, sim q'ma sim, já nô ta prei Li kê terra, nô ta sáb, nô ta cool, nôs ê Rei Pô casóque, ca bô esquecê, lembrá q'nô ca qrê problema Dá bô check, na relax, fazê sáb tud ês fema Tud tranquil, tud na paz, sem stress, ca tem guerra Oli nôs, nôs ê EDI, brother jám dzêb li kê terra
A tour arranca a 30 de março, no Centro Cultural de Ílhavo, seguindo para o Teatro Municipal de Almada, onde Boss AC vai atuar a 14 de abril. A digressão continua por Leiria, a 20 de abril; Tróia, a 21; Faro, a 26; Covilhã, a 27; Guimarães, a 28; Lisboa, a 4 de maio; Caldas da Rainha, no dia 5; e termina em Coimbra, a 10 de maio.
Em palco, Boss AC irá apresentar os temas do novo disco e também “reviver os seus sucessos antigos”, de acordo com o comunicado de imprensa.
Ainda segundo comunicado, Boss AC irá juntar “vários músicos” em palco.
Confere as datas e os locais da digressão “AC para os amigos”:
30 março – Ílhavo – Centro Cultural 14 abril – Almada – Teatro Municipal 20 abril – Leiria – Teatro José Lúcio da Silva 21 abril – Tróia – Centro de Espetáculos do Casino de Tróia 26 abril – Faro – Teatro Municipal 27 abril – Covilhã – Teatro Municipal 28 abril – Guimarães – CAE S. Mamede 4 maio – Lisboa – Arena Box Pavilhão Atlântico 5 maio – Caldas da Rainha – Centro Cultural Caldas da Rainha 10 maio – Coimbra – Teatro Académico Gil Vicente
Não tem emprego, vive com os pais É bom rapaz só que fala demais É todo cliché, adora a tv Quer ser famoso mas não sabe com quê É vê-lo na praia, trabalha pó bronze Vinte e tal anos, a cabeça tem onze Vive no gym, supino puxa cem Carro emprestado, carta não tem Meteu-se com a vizinha, é atrevido Armou-se em parvo, levou do marido Lábio rachado, nariz está partido Diz que são férias mas foi despedido É tudo aldrabice, só muda o dia Conversa é banal, só diz porcaria Tem namorada, ninguém nunca a viu Gosta com pêlo mas nunca assumiu, alguém lhe diga
Se tás à espera de elogios, tástabater E só queres impressionar, tástabater Quando vives de aparências, tástabater Não tens onde cair morto mas, tástabater
Ela é tão gira, vinte um fez há pouco Se não tens guita, ela não te dá troco Julga-se vip, é importante Bem arrogante, sempre elegante Só compra roupa de marca e requinte Usa e devolve no dia seguinte Conhece toda a gente, é uma querida É vê-la nas festas só pela comida Leva na mala um tupperware Guarda pitéu que ninguém quer Assim conheceu, o namorado Ela na escola, ele já reformado Rugas na cara cabelo todo branco Por coincidência é dono dum banco Ela é mimada, ele generoso Ela é novinha, ele é idoso, alguém lhe diga
Se tás à espera de elogios, tástabater E só queres impressionar, tástabater Quando vives de aparências, tástabater Não tens onde cair morto mas, tástabater
Parte 1: Interessante o teu cenário Chegas cheio de manias a pensar que sou otário A tua vibe não me enganou Trazes mau ambiente tipo alguém se peidou Sabe-la toda, dás-me os parabéns Mas no fundo queres que me foda És actor de hollywood, mas o teu plano não me ilude Tu para mim nem existes Mas insistes em fazer figuras tristes Abres a boca, só sai vocu Já caguei merdas mais importantes do que tu, boy.
Refrão: Eu conheço a tua laia, ya, yo. ( a tua laia ) Eu conheço a tua laia, ya, boy. ( a tua laia )
Parte 2: Essa laia de invejosos Cambada de parvalhões invejosos Eu sinto o cheiro a merda ao longe Essa laia que se cospe mas Que se venhem com os meus sons Maldito ala-rins Tu bem te esforças, mas o que dizes não me atinge Faço-te controlo alto delete No fundo querias ser como eu, admite Vocês são todos iguais E quanto mais vos conheço mais gosto de animais E se fosses inteligente, Não confundias gel de banho com detergente
Refrão: Eu conheço a tua laia, ya, yo. ( a tua laia ) Eu conheço a tua laia, ya, boy. ( a tua laia )
Parte 3: Cospem onde comem Laia de traidores, essa merda não é de homem És pior que cancro do pulmão É que um tumor pode evoluir e tu, não É que nem tenho tempo a perder Por mais que falem nas minhas costas, acabo sp por saber Nunca me enganaste Fui eu que escrevi os manuais que estudaste Bom queres swag, motherfucker trash És bom como a merda, deves ter chumbado na creche Limpa o catarro e faz-te mas é a estrada Porque se tu queres bife, eu dou-te carne picada, boy
Refrão: Eu conheço a tua laia, ya, yo. ( a tua laia ) Eu conheço a tua laia, ya, boy. ( a tua laia )
De quem nunca esperei, baixei a guarda e caí É melhor estar à espera da queda, concluí Que para confiar temos que conhecer bem Confio em quem conheço mas não conheço ninguém Só nos magoam os que amamos Só nos podem desiludir as pessoas em quem nós confiamos Porque os outros não têm esse poder Certo é que sem confiança há pouco mais a perder Se calhar não há amigos apenas rasgos de amizade E ninguém é feliz mas há momentos de felicidade E quem perdoa merece louvor A vida é curta demais para se viver com rancor
Não és tu sou eu Não consigo confiar Já caí tantas vezes que já me custa a acreditar Problemas de confiança Não és tu sou eu Não consigo confiar
Já caí tantas vezes que já me custa levantar...
Sou transparente por isso que tu não me vês E a confiança é tipo virgindade, só se perde uma vez Desculpo a quem me traiu, confiando mas não confio Perdoo mas não esqueço, palavra de quem já caiu O tempo dirá se ponho bois em frente a carroças Às vezes pequenas mentiras fazem grandes mossas Acredito a falar é que a gente se entende Quem não o faz, é quem se arrepende
O ser humano é egoísta, mente como respira A verdade pode doer mas não tanto como a mentira Seria bem melhor se as pessoas fossem sinceras Puxa uma cadeira enquanto esperas Errar, erramos todos mas nem todos o admitem Tantas vezes escapam os sinais que transmitem As pessoas não comunicam, não falam, não expressam Não se entendem, stressam e nem às paredes se confessam Mas a frontalidade às vezes pode doer Não perguntes o que não queres saber Ser ou não ser eis a eterna batalha
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer Sim, acredita num novo amanhecer Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém E vai correr bem, tu vais ver
Tu mereces muito mais És forte, abanas mas não cais Mesmo que sintas o mundo a ruir Quando as nuvens passarem vais ver o sol a sorrir A estrada não é perfeita Apenas uma vida, aproveita Só perdes se não tentares E não desistas se falhares O que não mata engorda Torna o teu sonho real, acorda Limpa as lágrimas e luta Segue o teu caminho e escuta A voz dentro de ti As respostas que procuras, dentro de ti Acredita em ti que tu és Mais forte e tens o mundo a teus pés
Tu és mais forte e sei que no fim vais vencer Sim, acredita num novo amanhecer Não tenhas medo, sai à rua e abraça alguém E vai correr bem, tu vais ver
Um dia tudo fará sentido E vais ver que terás o prémio merecido És o que és, não és o que tens A tua essência não se define pelos teus bens Às vezes as pessoas desiludem Mas não fiques em casa parado à espera que mudem Muda tu rapaz Muda a tua atitude, vais ver ver que és capaz E nada te pode parar Os cães vão ladrar e a caravana a passar O teu sorriso de vitória no rosto Nem tudo é fácil mas assim dá mais gosto Quando acreditas a força nunca se esgota Só a reconheces a vitória se souberes o que é a derrota Vais ver que no fim acaba tudo bem Sai à rua e abraça alguém
Um dia acordei e assim do nada existia Vi-me ao espelho, conheço-me desde esse dia Em puto sonhava ser cientista Agora pedem-me autógrafos como se fosse artista Mas não sou nenhuma vedeta Se ouviste dizer que era acredita brother, é tudo treta Apanha-me nas compras no Continente Na caixa para pagar como toda a gente “Boa tarde, obrigado, por favor” com maneiras Um gajo reservado há quem confunda com peneiras Discreto longe da ribalta Quem me conhece sabe sentido de humor não falta Detesto tabaco, álcool só nas feridas Coca-cola, Leite com Nesquik eis as bebidas Tal como quando apenas tinha seis anos E quando faço um pitéu chamo sempre os meus manos LCD na sala , fica tão bonito na estante Desligado, não passa nada na TV interessante Prefiro olhar pró tecto e ver a tinta secar O telemê no silêncio, não o oiço tocar
Sou um gajo normal não incomodo ninguém Igual a mim mesmo, assim tá-se tão bem No meu cantinho, quero Paz e Amor, Paz e Amor, Paz e Amor
Telegráfico apenas digo o essencial Sou assim não é por mal, cada um cada qual E esse gajo na tv deve ser outra pessoa Quanto mais viajo mais gosto de Lisboa Alfacinha de corpo e alma, ao mesmo tempo crioulo Signo desconhecido, não há prendas, nem bolo E as velas não se apagam desde que tinha dezassete Sem corantes nem conservantes, what you see it's what you get
Sou um gajo normal não incomodo ninguém Igual a mim mesmo, assim tá-se tão bem No meu cantinho, quero Paz e Amor, Paz e Amor, Paz e Amor
Às vezes penso que o poço secou E o que que tinha para dizer foi dito, acabou Desliguei-me do “game” na verdade cansei-me Amo o que faço mas questiono-me todos os dias: esgotei-me? Sucesso e fama, receita para Drama Nada é impossível perguntem ao Obama E se ainda cá estou só pode ser por Amor Suei para ter o que tenho por isso sei dar valor Talvez seja um sinal, um indício Quando acabar invento um novo início Não sei como vai ser, nem onde vou estar Sei que o futuro acabou de passar
Eu amei-te, mais que tudo na vida desejei-te Passado o choque foste incondicionalmente aceite Dei pulos de alegria, deu graças a Deus Senti-me abençoado, partilhei a benção com os meus Fiz planos para o futuro, agora vou ser pai Sonhei sonhos acordados como se tivesse ai Vi-te a sorrir A tua cara era a minha Sei que pareco frio mas vou ser um pai galinha Sonhei em dar-te tudo aquilo que eu nunca tive Ainda nem chegas-te, o meu amor por ti já vive De mãos dados, a suar os gritos de felicidades O choro confirma o milagre da maternidade Imaginei as bochechas na tua carinha de bébé Não acredito em nada mas desta vez tive fé Tão real, quase senti o teu cheiro Quis ser teu melhor amigo, pai e companheiro Refrão Eu amei, (eu amei), eu amei (tou aqui á tua espera) Eu chorei, (eu chorei), eu chorei (a vida continua) Dei-te nomes de menino, dei-te nomes de menina Imaginei-me a adormeçer-te na tua cama pequenina Dei fascina, viciei-me em ti tipo nicotina Vi a mãe, vi a relva, vi a vivenda com a piscina A maquina de filmas para captar os primeiros passos Cobrir a tua vida de beijinhos e abraços Ultrapassar fracassos, por ti tudo faz sentido Des-te-me forças que não tinha é como se tivesse renascido Vi o teu primeiro, tanta a fralda cheia de cócó Imagino verde-castanho cor dos olhos da tua avó Vi o sol a brilhar na tua pele de chocolate Vi a palmadinha no rabo por teres feito algum disparate Vi a vela, vi o bolo, a festa com as crianças Vi estranhos comentar as nossas semelhanças Vi a pança das panças na barriga descansas Á noite, na cama, a tua mãe pergunta por alianças Refrão Eu amei, (eu amei), eu amei (tou aqui á tua espera) Eu chorei, (eu chorei), eu chorei (a vida continua) Deixa-me dizer-te que a vida é imperfeita Erramos por sermos humanos mas 3 esquerdas dão uma direita Vi o primeiro dia de aulas, a mochila nas costas Depois dos TPC's os bonecos que tanto gostas O Noddy, o Pokemon, o Mickey e o Pateta Triciclo para começar depois vem a bicicleta Do sarampolo e a varicela, o charope pá tosse Contar-te que nem gosto que me chamem Boss Imagino as perguntas que tu vais fazer O que vou responder Vou ensinar e aprender Vivemos tempos dificeis, o mundo nao é cor de rosa Ás vezes esquecemos o como a vida é valiosa Chorei por ouvir o que não queria O que mais temia A vida continua e a tua virá um dia Palavras nada valem espero que aprecies o gesto Espero por ti sem pressas depois conto-te o resto Refrão Eu amei, (eu amei), eu amei (tou aqui á tua espera) Eu chorei, (eu chorei), eu chorei (a vida continua)
Quem quer que sejas, onde quer que estejas Diz-me se, é este o mundo que desejas? Homens rezam acreditam, morrem por ti Dizem que tás em todo o lado, mas não sei se já te vi Vejo tanta dor no mundo, pergunto-me se existes Onde está a tua alegria, neste mundo de homens tristes? Se ensinas o bem, porque é que somos maus por natureza? Se tudo podes, porque é que não pões comida à minha mesa? Perdoa-me as dúvidas, tenho que perguntar Sou o teu filho e tu me amas, porque é que me fazes chorar? Ninguém tem a verdade, o que sabemos são palpites Sangue é derramado, em teu nome é porque o permites Se me deste olhos, porque é que não vejo nada? Se sou feito à tua imagem, porque é que eu durmo na calçada? Será que pedir a paz entre os Homens, é pedir demais? Porque é que sou discriminado, se somos todos iguais? Porquê?
REFRÃO: Porque é que os Homens se comportam como irracionais? Porque é que guerras doenças matam cada vez mais? Porque é que a paz não passa de ilusão? Como pode o Homem amar com armas na mão? Porquê? Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas E se eu escolher o meu caminho será que me aceitas? Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei Eu acredito é na paz e no amor
Por favor, não deixes o mal entrar no meu coração Dou por mim a chamar o teu nome, em horas de aflição Mas, tens tantos nomes, és Rei de tantos tronos Se o Homem nasce livre, porque é que alguns são donos? Quem inventou o ódio? Quem foi que inventou a guerra? Às vezes acho que o inferno, é um lugar aqui na Terra Não deixes crianças, sofrer pelos adultos Os pecados são os mesmos, o que muda são os cultos Dizem que ensinaste o Homem a fazer o bem Mas no livro que escreveste, cada um só lê o que lhe convém Passo noites em branco, quase sem dormir a pensar Tantas perguntas, tanta coisa por explicar Interrogo-me, penso no destino que me deste E tudo o que me acontece, é porque Tu assim quiseste Porque é que me pões de luto e me levas quem eu amo? Será que é essa a justiça pela qual eu tanto reclamo? Será que só percebemos quando chegar a nossa altura? Se calhar desse lado está a felicidade mais pura Mas se nada fiz, nada tenho a temer A morte não me assusta, o que assusta é a forma de morrer
REFRÃO: Porque é que os Homens se comportam como irracionais? Porque é que guerras doenças matam cada vez mais? Porque é que a paz não passa de ilusão? Como pode o Homem amar com armas na mão? Porquê? Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas E se eu escolher o meu caminho será que me aceitas? Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei Eu acredito é na paz e no amor
Quanto mais tento aprender, mais sei que nada sei Quanto mais chamo o teu nome, menos entendo o que chamei Por mais respostas que tenha, a dúvida é maior Quero aprender com os meus defeitos, acordar um homem melhor Respeito o meu próximo, para que ele me respeite a mim Penso na origem de tudo, e penso como será o fim A morte é o fim ou é um novo amanhecer? Se é começar outra vez, então já posso morrer
MADREDEUS: Ao largo, ainda arde A barca, da fantasia O meu sonho acaba tarde Acordar é que eu não queria
Desde o começo, não sei quem és, no fundo não te conheço Se calhar sou o culpado, se calhar até mereço Quis confiar em ti mas não deixaste, tu não quiseste Imagino as coisas que tu nunca me disseste Ás vezes queria ser mosca e voar por aí, pousar em ti Ouvir o que nunca ouvi, ver o que nunca vi, nem conheci Saber se pensas em mim quando não estás comigo Será que és minha amiga como eu sou teu amigo? Será que falas mal de mim nas minhas costas? Há coisas em ti que tu não mostras ou já não gostas? Quantas vezes te pedi para seres sincera, quem me dera Imagino tanta coisa enquanto estou á tua espera Apostei tudo o que tinha saí a perder, sem perceber Surpreendido porque quem pensei conhecer Sem confiança a relação não resiste, o amor não existe Quando mentiste, não fiquei zangado mas triste
A carta que eu nunca te escrevi A carta que eu nunca te escrevi
Não peço nada em troca, apenas quero sinceridade Por mais crua e difícil que seja, venha a verdade Será que me enganas? Será que chamas a outro o que me chamas? Será que é verdade quando me dizes que me amas? Será que alguém te toca em segredo? Será que é medo? Será que para ti não passo de mais um brinquedo? Será que exagero? Será que não passa de imaginação? Será que é o meu nome que tens gravado no coração? Ou não? Eu sou a merda que vês mas ao menos sabes quem sou E sabes que tudo o que tenho é tudo aquilo que te dou Nunca te prometi mais do que podia Prefiro encarar a realidade a viver na fantasia
A carta que eu nunca te escrevi A carta que eu nunca te escrevi
Também te magoei mas nunca foi essa a intenção E acredita que ver-te infeliz partiu-me o coração Mas errar é humano e eu dou o braço a torcer Reconheço os meus erros e sei que já te fiz sofrer Porquê que não me olhas nos olhos quando pedes perdão? Será por saberes que neles vejo o reflexo do teu coração? E os olhos não mentem quando a boca o faz E se ainda não me conheces então nunca conhecerás Serás capaz de fazer o que te peço? Desculpa-me ser mal educado quando stresso Assim me expresso, sou frio e praguejo em excesso Se conseguíssemos dialogar já seria um progresso A chama enfraquece sinto que está a morrer aos poucos Porquê que é assim? Será que estamos a ficar loucos? Acho que nunca soubeste o quanto gostei de ti Esta é a carta que eu nunca te escrevi
A carta que eu nunca te escrevi A carta que eu nunca te escrevi
Quem quer que sejas, onde quer que estejas Diz-me se, é este o mundo que desejas? Homens rezam acreditam, morrem por ti Dizem que tás em todo o lado, mas não sei se já te vi Vejo tanta dor no mundo, pergunto-me se existes Onde está a tua alegria, neste mundo de homens tristes? Se ensinas o bem, porque é que somos maus por natureza? Se tudo podes, porque é que não pões comida à minha mesa? Perdoa-me as dúvidas, tenho que perguntar Sou o teu filho e tu me amas, porque é que me fazes chorar? Ninguém tem a verdade, o que sabemos são palpites Sangue é derramado, em teu nome é porque o permites Se me deste olhos, porque é que não vejo nada? Se sou feito à tua imagem, porque é que eu durmo na calçada? Será que pedir a paz entre os Homens, é pedir demais? Porque é que sou discriminado, se somos todos iguais? Porquê?
REFRÃO: Porque é que os Homens se comportam como irracionais? Porque é que guerras doenças matam cada vez mais? Porque é que a paz não passa de ilusão? Como pode o Homem amar com armas na mão? Porquê? Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas E se eu escolher o meu caminho será que me aceitas? Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei Eu acredito é na paz e no amor
Por favor, não deixes o mal entrar no meu coração Dou por mim a chamar o teu nome, em horas de aflição Mas, tens tantos nomes, és Rei de tantos tronos Se o Homem nasce livre, porque é que alguns são donos? Quem inventou o ódio? Quem foi que inventou a guerra? Às vezes acho que o inferno, é um lugar aqui na Terra Não deixes crianças, sofrer pelos adultos Os pecados são os mesmos, o que muda são os cultos Dizem que ensinaste o Homem a fazer o bem Mas no livro que escreveste, cada um só lê o que lhe convém Passo noites em branco, quase sem dormir a pensar Tantas perguntas, tanta coisa por explicar Interrogo-me, penso no destino que me deste E tudo o que me acontece, é porque Tu assim quiseste Porque é que me pões de luto e me levas quem eu amo? Será que é essa a justiça pela qual eu tanto reclamo? Será que só percebemos quando chegar a nossa altura? Se calhar desse lado está a felicidade mais pura Mas se nada fiz, nada tenho a temer A morte não me assusta, o que assusta é a forma de morrer
REFRÃO: Porque é que os Homens se comportam como irracionais? Porque é que guerras doenças matam cada vez mais? Porque é que a paz não passa de ilusão? Como pode o Homem amar com armas na mão? Porquê? Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas E se eu escolher o meu caminho será que me aceitas? Quem és tu? Onde estás? O que fazes? Não sei Eu acredito é na paz e no amor
Quanto mais tento aprender, mais sei que nada sei Quanto mais chamo o teu nome, menos entendo o que chamei Por mais respostas que tenha, a dúvida é maior Quero aprender com os meus defeitos, acordar um homem melhor Respeito o meu próximo, para que ele me respeite a mim Penso na origem de tudo, e penso como será o fim A morte é o fim ou é um novo amanhecer? Se é começar outra vez, então já posso morrer
MADREDEUS: Ao largo, ainda arde A barca, da fantasia O meu sonho acaba tarde Acordar é que eu não queria
Desde o começo, não sei quem és, no fundo não te conheço Se calhar sou o culpado, se calhar até mereço Quis confiar em ti mas não deixaste, tu não quiseste Imagino as coisas que tu nunca me disseste Ás vezes queria ser mosca e voar por aí, pousar em ti Ouvir o que nunca ouvi, ver o que nunca vi, nem conheci Saber se pensas em mim quando não estás comigo Será que és minha amiga como eu sou teu amigo? Será que falas mal de mim nas minhas costas? Há coisas em ti que tu não mostras ou já não gostas? Quantas vezes te pedi para seres sincera, quem me dera Imagino tanta coisa enquanto estou á tua espera Apostei tudo o que tinha saí a perder, sem perceber Surpreendido porque quem pensei conhecer Sem confiança a relação não resiste, o amor não existe Quando mentiste, não fiquei zangado mas triste
A carta que eu nunca te escrevi A carta que eu nunca te escrevi
Não peço nada em troca, apenas quero sinceridade Por mais crua e difícil que seja, venha a verdade Será que me enganas? Será que chamas a outro o que me chamas? Será que é verdade quando me dizes que me amas? Será que alguém te toca em segredo? Será que é medo? Será que para ti não passo de mais um brinquedo? Será que exagero? Será que não passa de imaginação? Será que é o meu nome que tens gravado no coração? Ou não? Eu sou a merda que vês mas ao menos sabes quem sou E sabes que tudo o que tenho é tudo aquilo que te dou Nunca te prometi mais do que podia Prefiro encarar a realidade a viver na fantasia
A carta que eu nunca te escrevi A carta que eu nunca te escrevi
Também te magoei mas nunca foi essa a intenção E acredita que ver-te infeliz partiu-me o coração Mas errar é humano e eu dou o braço a torcer Reconheço os meus erros e sei que já te fiz sofrer Porquê que não me olhas nos olhos quando pedes perdão? Será por saberes que neles vejo o reflexo do teu coração? E os olhos não mentem quando a boca o faz E se ainda não me conheces então nunca conhecerás Serás capaz de fazer o que te peço? Desculpa-me ser mal educado quando stresso Assim me expresso, sou frio e praguejo em excesso Se conseguíssemos dialogar já seria um progresso A chama enfraquece sinto que está a morrer aos poucos Porquê que é assim? Será que estamos a ficar loucos? Acho que nunca soubeste o quanto gostei de ti Esta é a carta que eu nunca te escrevi
A carta que eu nunca te escrevi A carta que eu nunca te escrevi
Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar É como morrer de sede no meio do mar e afogar Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta Vocês não ouvem o grito da minha revolta Choro a rir, isto é mais forte do que pensei Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado Vagueio sem destino nem sei se estou acordado O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha Às vezes penso se algum dia serei feliz Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz?
Chorei Mas não sei se alguém me ouviu E não sei se quem me viu Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei Nas palavras o conforto Dancei no silêncio morto E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui Se dependesse de mim teria ficado onde estava Onde não pensava, não existia e não chorava Prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo Às vezes penso que passo tempo demais comigo Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar Quem sou eu? Para onde vou? De onde vim? Alguém me diga porque me sinto assim Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso Mostrem-me a saída deste abismo imenso Pergunto-me se algum dia serei feliz Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz?
Chorei Mas não sei se alguém me ouviu E não sei se quem me viu Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Busquei Nas palavras o conforto Dancei no silêncio morto E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo
Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro Quando penso que tudo vai passar Parece que mais me enterro Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver E penso para mim mesmo será que Deus me quer Será a vida apenas uma corrida prá morte Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte Não peço muito, não peço mais do que tenho direito Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito E mesmo quando errei foi a tentar fazer o bem Não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém Ha-de surgir um raio de luz no meio da porcaria Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia Vou-me aguentando A esperança é a última a morrer Neste jogo incerto o resultado não posso prever E quando penso em desistir por me sentir infeliz Oiço uma voz dentro de mim que me diz Mantem-te firme