Sexta-feira, 05.05.17

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António Zambujo, Cristina Branco, Dead Combo e Deolinda nomeados para os Globos de Ouro 2017

Vencedores serão conhecidos em cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios

Já são conhecidos os nomeados para a edição deste ano dos Globos de Ouro e são vários os artistas ligados à Universal Music Portugal que voltam a estar nomeados para estes prémios da SIC.

Na categoria de Melhor Intérprete Individual encontram-se entre os nomeados os cantores António Zambujo e Cristina Branco.

No ano passado, António Zambujo lançou “Até Pensei Que Fosses Minha”, disco de tributo a Chico Buarque (que também colabora), e que vai ser apresentado ao vivo nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente.

Já Cristina Branco lançou também em 2016 o álbum “Menina”, que já foi distinguido com o Prémio Autores 2017 na categoria de Melhor Disco, tendo nesse disco cantado temas assinados por Luís Severo, Filho da Mãe, André Henriques (Linda Martini), Kalaf, Jorge Cruz, entre outros.

Na categoria de Melhor Grupo estão entre os nomeados os Dead Combo e Deolinda.

Os Dead Combo conquistaram em 2016 a marca de Disco de Ouro com o álbum “A Bunch of Meninos”, além de terem lançado o disco “Dead Combo e as Cordas da Má Fama”.

Os Deolinda lançaram o álbum “Outras Histórias”, que na altura entrou diretamente para o n.º 1 do top de vendas, além de ter atingido o galardão de Disco de Ouro. O álbum foi reeditado a propósito da celebração de 10 anos de carreira do grupo no inicio deste ano, nos coliseus.

Os vencedores dos Globos de Ouro serão conhecidos numa cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, apresentada por João Manzarra.



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Domingo, 23.04.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 10.03.17

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Após esgotar três noites na Gulbenkian, António Zambujo apresenta novo disco nos Coliseus

Cantor apresenta “Até Pensei Que Fosse Minha” nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente

Após esgotar por três noites consecutivas o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, António Zambujo apresenta “Até Pensei Que Fosse Minha” nos Coliseus do Porto e Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais. 

“Até Pensei Que Fosse Minha” é o sétimo álbum de estúdio editado por António Zambujo, um disco especial, de tributo a Chico Buarque, que é agora apresentado ao vivo, numa digressão que, em paralelo às duas dezenas de concertos em Portugal, visita territórios internacionais, como Espanha, França, ou o Reino Unido, que o recebe, uma vez mais, em Londres.  

Neste álbum composto por grandes clássicos do mestre da música popular brasileira, António Zambujo contou com a participação de artistas como Carminho, que canta consigo o tema “O Meu Amor”, Roberta Sá, que participa em “Sem Fantasia”, ou do próprio Chico Buarque, com quem faz um dueto em “Joana Francesa”.

“Até Pensei Que Fosse Minha” tem merecido os mais rasgados elogios não só da imprensa nacional, mas também dos meios brasileiros, com grandes destaques em publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Marie Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.

A digressão de apresentação deste disco começou no Brasil, no final de 2016, com concertos no Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo, integrados pelos jornais “O Globo” e “A Folha de São Paulo” nos seus Top 10 de Melhores Concertos do Ano. Em Portugal, “Até Pensei Que Fosse Minha” já atingiu a marca de platina, chegou ao 1.º lugar do top de vendas e mantém-se na tabela de discos mais vendidos desde o seu lançamento.

10 de março - Teatro Municipal da Guarda - Guarda
1 de abril - Teatro Micaelense - São Miguel (Açores)
6 de abril - Teatro Vila Real - Vila Real
8 de abril - Cineteatro Alba - Albergaria-a-Velha
15 de abril - Teatro das Figuras - Faro
21 de abril - Cadogan Hall - Londres
22 de abril - Teatro Cinema de Fafe - Fafe
23 de abril - Cine Teatro Avenida - Castelo Branco
25 de abril - Theatro Circo - Braga
6 de maio - Teatro Virgínia - Torres Novas
12 de maio - Casino da Póvoa de Varzim - Póvoa de Varzim
13 de maio - Arena d'Évora - Évora
27 de maio - Centro de Congressos de Arade - Lagoa
9 de junho - Casino de Chaves – Chaves
10 de junho - Convento de São Francisco - Coimbra
16 de junho - Coliseu do Porto - Porto
24 de junho - Coliseu dos Recreios - Lisboa



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Sexta-feira, 24.02.17

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António Zambujo em Beja a 4 de março

 

O músico bejense, que conquistou o Brasil ao cantar Chico Buarque em São Paulo, num concerto considerado entre os 10 melhores do ano de 2016, no Brasil, está de regresso a Beja a 4 de março.

 

António Zambujo regressa à sua cidade natal para mais um concerto que promete esgotar o auditório do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja.

Será no sábado, dia 4 de março, que o músico bejense apresentará o seu novo trabalho “Até pensei que fosse minha”, já depois de ter esgotado os 3 concertos agendados para 1, 2 e 3 de março na Gulbenkian Música.

Lançado em Outubro de 2016, o disco “Até pensei que fosse minha”, que já é disco de platina em Portugal, apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de CarminhoRoberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome.

É já antiga a ligação de António Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar".

Uma produção da Câmara Municipal de Beja em parceria com a Produtora Sons em Trânsito com bilhetes à venda no Teatro e na bilheteira online.

Um concerto a não perder, dia 4 de março, pelas 21h30, no Pax Julia - Teatro Municipal de Beja!



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Domingo, 22.01.17

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António Zambujo esgota dois concertos na Gulbenkian e confirma terceiro para apresentação ao vivo de "Até Pensei Que Fosse Minha" 

A estreia em Portugal do espectáculo do último álbum de António Zambujo, "Até Pensei Que Fosse Minha", vai ter uma terceira data na Gulbenkian Música.
Assim, para além dos concertos dos dias 1 e 2 de Março, totalmente esgotados, será realizado um terceiro concerto no dia 3 de Março para apresentar ao vivo este álbum, inteiramente composto por temas de Chico Buarque e quem em Portugal já atingiu a marca de Platina.
 
Lançado em Outubro de 2016, o disco apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de Carminho, Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome. “Valsinha”, que Zambujo já tinha por hábito interpretar nos seus concertos, é um dos temas incluídos em Até Pensei Que Fosse Minha.
 
Depois de, em 2012, ter estreado na Gulbenkian Música o repertório do seu álbum Quinto, António Zambujo está agora de regresso para revelar este disco especial na sua carreira. É já antiga a ligação de Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que “é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto” e “é de arrepiar e fazer chorar”.


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Quarta-feira, 04.01.17

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António Zambujo entra em 2017 com terceira platina em Portugal e distinção de melhor artista ao vivo no Brasil



 

2016 foi o ano de António Zambujo. Depois de alcançar a marca de 28 concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto em parceria com Miguel Araújo e de chegar à dupla platina com "Rua da Emenda", o músico vê o seu mais recente álbum de tributo a Chico Buarque, "Até Pensei que Fosse Minha", atingir a primeira platina. Estes foram, aliás, dois dos discos mais vendidos do ano, ficando em 3º e 2º lugar, respectivamente, no top 3 da FNAC.

 

No início de 2016, tudo apontava para um número impressionante de 17 Coliseus e o fim da temporada António Zambujo e Miguel Araújo ao vivo nos Coliseus. Contudo, com o ritmo a que as datas continuavam a esgotar, o número final de concertos, absolutamente histórico, saldou-se em 15 Coliseus dos Recreios, 13 Coliseus do Porto e 3 concertos em Beja (cidade natal de António Zambujo), ultrapassando os 76.000 espectadores. Para eternizar esta aventura nas salas mais emblemáticas do país, foram ainda lançados vídeos de "No Rancho Fundo" e "Fui colher uma romã" registados ao vivo, que recuperam o ambiente vivido pelos músicos e público, ao longo das 28 noites.

 

Ao mesmo tempo que esgotava Coliseus em Portugal, António Zambujo percorreu muitos quilómetros fora do país: passou pela Holanda, Bélgica, França, Espanha, EUA, Brasil, Letónia e Suíça e estreou-se em Inglaterra, em Londres, numa Union Chapel completamente esgotada. Ao todo foram 113 concertos que o músico português deu no espaço de um ano, acabando por se destacar não apenas em Portugal mas no plano internacional. O Jornal "El País" descreveu-o como "Homem de uma voz extraordinária, António Zambujo tornou-se no grande renovador da música portuguesa". Sobre o novo álbum de tributo a Chico Buarque, "Le Monde" salienta "o requinte, a elegante sensualidade e a grande classe" com que o músico português homenageou a lenda da MPB. Além de ter apresentado o seu último trabalho em Paris, levou-o também ao Brasil, com actuações em Sesc Pinheiros e no ViVo Rio, que integram o Top 10 de melhores concertos do ano pela "Folha de São Paulo" e pelo jornal "O Globo".

 

2016 marcou também o início da parceria entre a Periquita e António Zambujo, que juntos celebram "o estilo de vida português", dedicando ao artista uma edição exclusiva e limitada do vinho Periquita.

 

Em Janeiro, António Zambujo retoma a digressão internacional, actuando em países como a Alemanha, Japão, Suíça ou o Irão. A apresentação do novo espectáculo "Até Pensei Que Fosse Minha" - álbum que figura na lista dos 10 Melhores Álbuns do Ano para o Expresso e a Blitz e conta com a colaboração do próprio Chico Buarque no tema "Joana Francesa", da cantora Roberta Sá em "Sem Fantasia" e da fadista Carminho no tema "O Meu Amor" -, terá início com dois concertos já esgotados a 1 e 2 de Março, na Gulbenkian, em Lisboa.


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Quinta-feira, 22.12.16

 

Letra

 

Trago Alentejo na voz
Do cantar da minha gente
Ai rios de todos nós
Que te perdes na corrente
Ai planícies sonhadas
Ai sentir de olivais
Ai ventos na madrugada
Que me transcendem demais

Amigos, amigos
Papoilas no trigo
Só lá eu as tenho
E de braço dado contigo a meu lado
É de lá que eu venho
E de braço dado
Cantando ao amor
Guardamos o gado, papoilas em flor,
Que o vento num brado
Refresca o calor
E de braço dado, contigo a meu lado
Cantamos o amor

Ai rebanhos de saudades
Que deixei naqueles montes
Ai pastores de ansiedade
Bebendo água nas fontes
Ai sede das tardes quentes
Ai lembrança que me alcança
Ai terra prenhe de gente
Nos olhos duma criança

 



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Sexta-feira, 02.12.16

 

Letra

 

Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês

Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país

Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido

Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim

 

“João E Maria”
Música e Letra / Song and Lyrics: Chico Buarque, Sivuca

 



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António Zambujo revela vídeo para “João e Maria” 

O álbum “Até Pensei Que Fosse Minha” mantém-se no top 5 de vendas em formato físico e digital

António Zambujo acaba de revelar mais um vídeo retirado do seu último álbum, “Até Pensei Que Fosse Minha”, tendo escolhido agora a canção “João e Maria”. Este é um dos vários clássicos de Chico Buarque que António Zambujo reinterpreta neste seu novo disco, composto somente por canções do mestre da música popular brasileira.

“Até Pensei Que Fosse Minha” tem sido um caso de sucesso junto do público e da crítica tanto em Portugal como no Brasil. Aliás, desde a semana de lançamento que o álbum se mantém firme no top 5 nacional de vendas em formato físico e digital. O disco já conquistou o galardão de Ouro por vendas superiores a 7.500 exemplares.

O disco também tem merecido os mais rasgados elogios da imprensa brasileira, nomeadamente de publicações como “O Globo”, “Folha de São Paulo”, “Veja”, “Maria Claire”, “Estado de São Paulo”, entre outras.

“Até Pensei Que Fosse Minha” conta com a colaboração do próprio Chico Buarque no tema “Joana Francesa”, da cantora Roberta Sá em “Sem Fantasia” e da fadista Carminho no tema “O Meu Amor”.

 

 



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Segunda-feira, 28.11.16

 

Letra

 

SEM FANTASIA
(Chico Buarque, para a peça Roda Viva. 1967)
ANTÔNIO ZAMBUJO & ROBERTA SÁ

Vem, meu menino vadio
Vem, sem mentir pra você
Vem, mas vem sem fantasia
Que da noite pro dia
Você não vai crescer
Vem, por favor não evites
Meu amor, meus convites
Minha dor, meus apelos
Vou te envolver nos cabelos
Vem perder-te em meus braços
Pelo amor de Deus
Vem que eu te quero fraco
Vem que eu te quero tolo
Vem que eu te quero todo meu

Ah, eu quero te dizer
Que o instante de te ver
Custou tanto penar
Não vou me arrepender
Só vim te convencer
Que eu vim pra não morrer
De tanto te esperar
Eu quero te contar
Das chuvas que apanhei
Das noites que varei
No escuro a te buscar
Eu quero te mostrar
As marcas que ganhei
Nas lutas contra o rei
Nas discussões com Deus
E agora que cheguei
Eu quero a recompensa
Eu quero a prenda imensa
Dos carinhos teus

 



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Quarta-feira, 23.11.16

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António Zambujo: “Até Pensei Que Fosse Minha” faz sucesso no Brasil e lidera top nacional

O disco de homenagem a Chico Buarque continua em 1.º lugar do top de vendas de Portugal

António Zambujo conquistou de vez o Brasil. Desde o lançamento do álbum “Até Pensei Que Fosse Minha”, dedicado à obra de Chico Buarque, que o cantor tem sido alvo de constante destaque nos mais importantes meios de imprensa brasileiros, que não lhe poupam elogios. Um sucesso que se repercute em Portugal, onde se mantém há mais de uma semana em 1.º lugar do top de vendas.

O jornal “O Globo” referiu-se a António Zambujo como “o que de melhor Portugal tem em termos de intérprete de música popular”. O disco “Até Pensei Que Fosse Minha” esteve ainda em estaque no jornal Folha de São Paulo, que escreveu: “Ele prefere contenção ao excesso, discrição à intensidade”. O cantor foi ainda descrito pelo jornal Zero Hora, de Porto Alegre, como “um dos mais importantes cantores portugueses da atualidade”, e pela publicação Estado de Minas como um “destaque da cena musical portuguesa”.  A revista Veja salientou ainda como António Zambujo “é um entusiasta do intercâmbio musical entre a sua terra natal e o Brasil”.

António Zambujo e o seu novo álbum foram ainda destacados pelos jornais Metro de Porto Alegre e O Estado de São Paulo, pela revista Marie Claire ou pelo Jornal do Comércio, que têm elogiado os vários concertos que o músico deu recentemente pelo Brasil a apresentar “Até Pensei Que Fosse Minha”.

Este disco, composto por canções de Chico Buarque, conta com a colaboração do próprio mestre da música popular brasileira no tema “Joana Francesa”, mas também da cantora Roberta Sá, em “Sem Fantasia”, e da fadista Carminho, na canção “O Meu Amor”.

Em Portugal o disco já conquistou o galardão de Ouro por vendas superiores a 7.500 exemplares, sendo que já está também disponível o vídeo da canção “Injuriado”.



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Sexta-feira, 11.11.16

 

Letra

 

É comum a gente sonhar, eu sei,
Quando vem o entardecer;
Pois, eu também dei de sonhar
Um sonho lindo de morrer.
Vejo um berço e nele eu me debruçar
com um pranto a mim correr
e assim chorando acalentar
o filho que eu quero ter.

Dorme, meu pequenininho
Dorme, que a noite já vem
Teu pai está muito sozinho
De tanto amor que ele tem.

De repente eu o vejo se transformar
No menino igual a mim
Que vem correndo me beijar
Quando eu chegar lá de onde vim.
Um menino sempre a me perguntar
Um porquê que não tem fim
Um filho a quem só queira bem
E a quem só diga que sim.

Dorme, menino levado
Dorme, que a vida já vem
Teu pai está muito cansado
De tanta dor que ele tem.

Quando a vida enfim me quiser levar
Pelo tanto que me deu,
[Sentir-lhe] a barba me roçar
No derradeiro beijo seu.
E ao sentir também sua mão vedar
Meu olhar dos olhos seus,
[Ouvir-lhe] a voz a me embalar
Num acalanto de adeus.

Dorme, meu pai sem cuidado
Dorme, que ao entardecer
Teu filho sonha acordado
Com o filho que ele quer ter.

 

Música: Toquinho
Letra: Vinicius de Moraes

 



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António Zambujo conquista ouro com "Até Pensei Que Fosse Minha" 

O músico atingiu galardão com vendas superiores a 7.500 exemplares

Em apenas duas semanas António Zambujo conquistou o Disco de Ouro com o seu novo álbum, "Até Pensei Que Fosse Minha", por vendas superiores a 7.500 exemplares. Na semana passada o disco já tinha entrado para o 1.º lugar do top nacional de vendas (em formato físico) e da tabela de vendas da loja digital iTunes.

"Até Pensei Que Fosse Minha" é um projeto muito especial no percurso de António Zambujo, sendo composto somente por canções de Chico Buarque, mestre da música popular brasileira que chega mesmo a colaborar com o músico português na canção "Joana Francesa".

 

Para este disco António Zambujo contou ainda com as participações da cantora brasileira Roberta Sá, no tema “Sem Fantasia”, e da fadista Carminho, em "O Meu Amor".

De "Até Pensei Que Fosse Minha" fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como "Cálice", "Valsinha", "Tanto Mar" ou "Injuriado", cujo vídeo, realizado por André Tentúgal e filmado no Café Buenos Aires, em Lisboa, foi revelado recentemente, somando, até ao momento, mais de 26 mil visualizações no YouTube

 

 



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Quarta-feira, 09.11.16

 

 

Letra

 

MORENA DOS OLHOS D’ÁGUA
(Chico Buarque)

Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra lhe dar.

Descansa um meu pobre peito
Que jamais enfrenta o mar,
Mas que tem abraço estreito, morena,
Com jeito de lhe agradar.
Vem ouvir lindas histórias
Que por seu amor sonhei.
Vem saber quantas vitórias, morena,
Por mares que só eu sei.

Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra lhe dar.

Seu homem foi-se embora,
Prometendo voltar já.
Mas as ondas não tem hora, morena,
De partir ou de voltar.
Passa a vela e vai-se embora
Passa o tempo e vai também.
Mas meu canto 'inda lhe implora, morena,
Agora, morena, vem.

Morena, dos olhos d'água,
Tira os seus olhos do mar.
Vem ver que a vida ainda vale
O sorriso que eu tenho
Pra lhe dar.

 



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Terça-feira, 08.11.16

 

 

FUTUROS AMANTES
(Chico Buarque)
Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você

 



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Sexta-feira, 04.11.16

 

Letra

 

O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
E que me deixa louca
Quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos
Viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo
Ri do meu umbigo
E me crava os dentes, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me deixar maluca
Quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba malfeita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita, ai
O meu amor
Tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios
De me beijar os seios
Me beijar o ventre
E me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo
Como se o meu corpo fosse a sua casa, ai
Eu sou sua menina, viu?
E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha
Do bem que ele me faz

 

Letra de Chico Buarque

 



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Quinta-feira, 03.11.16

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António Zambujo: em 1.º lugar dos tops de vendas com "Até Pensei Que Fosse Minha" 

Recentemente foi revelado o primeiro vídeo do novo disco, para a canção “Injuriado”

“Até Pensei Que Fosse Minha”, o novo álbum de António Zambujo, todo ele dedicado às canções de Chico Buarque, acaba de entrar para o 1.º lugar do top nacional de venda de discos (em formato físico), sucesso que confirma o quão aguardado era este projeto tão especial. O disco lidera também a tabela de vendas da loja digital iTunes.

Deste álbum foi retirado recentemente o single “Injuriado”, cujo vídeo foi realizado por André Tentúgal, tendo o Café Buenos Aires, em Lisboa, sido o cenário escolhido para acolher António Zambujo e os seus músicos, nomeadamente Marcello Gonçalves, Ricardo Cruz, João Moreira, Bernardo Couto e José Miguel Conde.

 

António Zambujo não está sozinho neste “Até Pensei Que Fosse Minha”, tendo desafiado o próprio Chico Buarque para interpretar consigo o clássico “Joana Francesa”, mas também a cantora Roberta Sá (que participa na canção “Sem Fantasia”) e a fadista Carminho (com quem canta “O Meu Amor”).

 

 



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Quinta-feira, 27.10.16

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António Zambujo: revela novo vídeo para “Injuriado” 

Agora que “Até Pensei Que Fosse Minha”, o novo álbum de António Zambujo composto somente por canções de Chico Buarque, já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas online e digitais, o músico revela o primeiro vídeo retirado deste disco, para a canção “Injuriado”

 

O vídeo foi realizado por André Tentúgal, também ele músico e que já realizou vídeos para artistas como Jorge Palma & Sérgio Godinho, David Fonseca, Diogo Piçarra, entre outros. O Café Buenos Aires, em Lisboa, foi o local escolhido como cenário deste novo vídeo, no qual António Zambujo aparece acompanhado dos seus músicos, nomeadamente Marcello Gonçalves (no violão de 7 cordas), Ricardo Cruz (contrabaixo) e ainda João Moreira, Bernardo Couto e José Miguel Conde.

 

Do álbum “Até Pensei Que Fosse Minha” fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”.

 

O próprio Chico Buarque interpreta com António Zambujo o clássico “Joana Francesa”. Já a fadista Carminho participa no tema “O Meu Amor” e a cantora brasileira Roberta Sá tem uma participação especial na canção “Sem Fantasia”.

 

 



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Letra

 

Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim

Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Porque anda agora falando de mim

 

“Injuriado”
Música e Letra / Song and Lyrics: Chico Buarque

 



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Quarta-feira, 19.10.16

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António Zambujo: oiça o novo disco na pré-venda do iTunes até sexta-feira

“Até Pensei Que Fosse Minha” conta com participações de Chico Buarque, Carminho, Roberta Sá, entre outros

Esta sexta-feira chega a todas as lojas o muito aguardado novo álbum de António Zambujo, “Até Pensei Que Fosse Minha”, um projeto composto somente por canções de Chico Buarque e que conta com a colaboração do próprio mestre da música popular brasileira. Mas até lá o disco está disponível em regime de pré-venda no iTunes. Quem fizer já a sua reserva pode ouvir em primeira mão duas canções deste álbum, “Injuriado” e “João e Maria”. Pode ainda ouvir em pré-escuta 90 segundos de cada um dos temas do alinhamento, descobrindo os segredos que guarda este novo disco.

De “Até Pensei Que Fosse Minha” fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”.

Chico Buarque interpreta com António Zambujo o clássico “Joana Francesa”. Já a fadista Carminho participa no tema “O Meu Amor” e a cantora brasileira Roberta Sá tem uma participação especial na canção “Sem Fantasia”.

Caetano Veloso, outro dos grandes mestres da música popular brasileira, além de admirador da música de Zambujo, já se rendeu a este álbum tão especial: “No timbre e na prosódia lusitana de António as canções de Chico (escolhidas em períodos diferentes das muitas décadas de composição) parecem postas numa perspetiva que dá ao brasileiro uma tomada de distância – no espaço e no tempo – que o leva às lágrimas, assustado que fica com a nova evidência da sua grandeza”, escreveu.

“Até Pensei Que Fosse Minha” foi produzido por Ricardo Cruz e Marcello Gonçalves, sendo que este último é ainda responsável pela direção musical e arranjos.

Além de colaboradores de longa data como Ricardo Cruz (no contrabaixo), Bernardo Couto (na guitarra portuguesa), José Conde (clarinete) ou André Conde (trombone) este novo álbum conta ainda com a participação de músicos como o Trio Madeira Brasil, o próprio Marcello Gonçalves no violão de sete cordas, Sérgio Valdeos e Zé Paulo Becker no violão, Ronaldo do Bandolim no bandolim, João Moreira no trompete, Anat Cohen no clarinete, Paulino Dias na percussão ou Marcelo Cadi no acordeão, entre outros.



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Domingo, 02.10.16

 

Letra

 

Eu quero ir p’ra cidade

Já que o campo me aborrece

Que eu lá na cidade tenho

Quem penas por mim padece

Fui colher uma romã

Estava madura no ramo

Fui encontrar no jardim

Aquela mulher que eu amo

Aquela mulher que eu amo

Dê-lhe um aperto de mão

Estava madura no ramo

E o ramo caiu ao chão

 

Tradicional Alentejana

 



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António Zambujo presta homenagem a Chico Buarque com disco especial

“Até Pensei Que Fosse Minha” está em pré-venda a partir de hoje

António Zambujo está de volta aos discos com um dos projetos musicais mais aguardados da temporada, o lançamento de um álbum composto somente por canções de Chico Buarque“Até Pensei Que Fosse Minha” é o título deste disco muito especial do cantor português e será editado no dia 21 de outubro.

O álbum ficará disponível em pré-venda já a partir desta sexta-feira, 30 de setembro, na Fnac e no iTunes, regime que garante a quem fizer a sua reserva ouvir em primeira mão duas canções deste álbum: “Injuriado” e “João e Maria”.

De “Até Pensei Que Fosse Minha” fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”.

Caetano Veloso, que já se tinha confessado um grande admirador da música de Zambujo, escreveu sobre este disco: “No timbre e na prosódia lusitana de António as canções de Chico (escolhidas em períodos diferentes das muitas décadas de composição) parecem postas numa perspetiva que dá ao brasileiro uma tomada de distância – no espaço e no tempo – que o leva às lágrimas, assustado que fica com a nova evidência da sua grandeza.”

Caetano não esquece, por exemplo, a participação do próprio Chico Buarque neste disco. “A entrada da voz do próprio Chico (em ‘Joana Francesa’) leva o ouvinte a grande exaltação, como se a geografia e a história dos nossos países se encarnassem, unificadas, no canto duplo (que é o único em todo o disco onde se ouve outra língua – o francês), como que iluminando a força de ‘Tanto Mar’, faixa em que Chico, não estando a cantar, parece mais pessoalmente presente”, escreveu.

O mestre da música popular brasileira salienta ainda as colaborações de Roberta Sá e Carminho, que também colaboram com Zambujo neste “Até Pensei Que Fosse Minha”. “As participações de Roberta Sá (brasileiríssima) e Carminho (superfadista), ambas de refinada musicalidade, trazem mais beleza para dentro da cúpula sonora.”

“Até Pensei Que Fosse Minha” foi produzido por Ricardo Cruz e Marcello Gonçalves, sendo que este último é ainda responsável pela direção musical e arranjos.

Além de colaboradores de longa data como Ricardo Cruz (no contrabaixo), Bernardo Couto (na guitarra portuguesa), José Conde (clarinete) ou André Conde (trombone) este novo álbum conta ainda com a participação de músicos como o Trio Madeira Brasil, o próprio Marcello Gonçalves no violão de sete cordas, Sérgio Valdeos e Zé Paulo Becker no violão, Ronaldo do Bandolim no bandolim, João Moreira no trompete, Anat Cohen no clarinete, Paulino Dias na percussão ou Marcelo Cadi no acordeão, entre outros.



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Domingo, 25.09.16

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António Zambujo lança disco de tributo a Chico Buarque, “Até Pensei Que Fosse Minha”

O álbum sai a 21 de outubro e conta com a participação do próprio músico brasileiro

António Zambujo está de volta aos discos, com o lançamento de um álbum composto somente por canções de Chico Buarque. “Até Pensei Que Fosse Minha” é o título deste disco muito especial do cantor português e será editado no dia 21 de outubro.

Do álbum fazem parte algumas das canções mais emblemáticas do percurso de Chico Buarque, como “Cálice”, “Valsinha”, “João e Maria”, “Tanto Mar” ou “Geni e o Zepelim”. Além de homenageado, o próprio Chico Buarque colabora com António Zambujo na sua versão da canção “Joana Francesa”. Participam ainda neste “Até Pensei Que Fosse Minha” a cantora brasileira Roberta Sá, que tem uma participação especial em “Sem Fantasia”, e a fadista Carminho, que canta com Zambujo o tema “O Meu Amor”.

Recentemente, António Zambujo levantou um pouco do véu deste projeto dedicado a Chico Buarque num concerto no 40.º Festival d’Ile-de-France, muito elogiado pelo jornal francês “Le Monde”. O jornal salientou “o requinte, a elegante sensualidade e a grande classe” com que António Zambujo homenageou Chico.

“Até Pensei Que Fosse Minha” foi produzido por Ricardo Cruz e Marcello Gonçalves, sendo que este último é ainda responsável pela direção musical e arranjos. A direção de produção ficou a cargo de João Mário Linhares. A capa do disco é da autoria da artista plástica, Adriana Varejão. 

Além de colaboradores de longa data como Ricardo Cruz (no contrabaixo) e de Bernardo Couto (na guitarra portuguesa), este novo álbum conta ainda com a participação de músicos como o Trio Madeira Brasil, o próprio Marcello Gonçalves no violão de sete cordas, Sérgio Valdeos e Zé Paulo Becker no violão, Ronaldo do Bandolim no bandolim, João Moreira no trompete, Anat Cohen no clarinete, Paulino Dias na percussão ou Marcelo Cadi no acordeão, entre outros.

O disco foi gravado entre estúdios em Portugal (Atlântico Blue, em Oeiras) e no Brasil, mais precisamente no Rio de Janeiro (nos estúdios Visom e Nas Nuvens



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Quarta-feira, 07.09.16

António Zambujo aclamado pela imprensa internacional

 

Jornal espanhol “El País” descreve o músico como “um homem de uma voz extraordinária”. “Le Monde” também se rende ao cantor

 

António Zambujo é, indiscutivelmente, uma das maiores vozes da música portuguesa contemporânea. Mas há muito que o cantor não conquista só plateias portuguesas, somando sucessos pelo Brasil ou pela Europa fora.

 

A poucos dias de voltar, ao lado de Miguel Araújo, aos Coliseus de Lisboa e do Porto, os quais já esgotaram 17 vezes só este ano, António Zambujo recebe os maiores elogios de uma das principais publicações da vizinha Espanha, o jornal “El País”.

 

“Homem de uma voz extraordinária, António Zambujo tornou-se no grande renovador da música portuguesa”, descreve o jornal.

 

O El País compara o músico a nomes como João Gilberto, Chet Baker ou Caetano Veloso, músico brasileiro que chegou a dizer que a voz de Zambujo “é de arrepiar e fazer chorar”.

 

Também o jornal francês “Le Mondetece os mais rasgados elogios a António Zambujo, a propósito de um concerto de homenagem a Chico Buarque no 40.º Festival d’Ile-de-France. Apesar do “exercício arriscado” de criar um concerto de reinterpretações de canções do mestre brasileiro, o “Le Monde” salienta “o requinte, a elegante sensualidade e a grande classe” com que António Zambujo homenageou Chico.

 

De 12 a 16 de setembro o músico volta ao Coliseu do Porto e de 27 de setembro a 2 de outubro ao Coliseu de Lisboa. Mas em breve surgirão mais novidades de António Zambujo.



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Quinta-feira, 18.08.16

 

Letra

 

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

 



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Terça-feira, 16.08.16

 

Letra

 

Eu sei, meu bem-querer, que um dia vai faltar
A luz, e vou perder o pé no coração
Não há perda maior, eu sei que vou chorar
Não sei se isso é amor, não sei se isso é perdão

Eu sei que a vida tem um rio para navegar
Barquinho vai e vem e a gente sbe lá
A saudade é a foz, depois, é tanto mar
E só ficamos nós os dois ao Deus-dará

Mas sei meu bem-querer, que perto do final
Ninguém vai prometer sarar a nossa dor
Só quero a tua mão, depois sou imortal
Se não é só perdão, só pode ser amor

 



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Letra

 

No berço que a ilha encerra
Bebo as rimas deste canto
No mar alto desta terra
Nada a razão do meu pranto

Mas no terreiro da vida
O jantar serve de ceia
E mesmo a dor mais sentida
Dá lugar à chamateia

Oh meu bem
Oh chamarrita
Meu alento, vai e vem
Vou embarcar nesta dança
Sapateia, oh meu bem

Se a sapateia não der
Pra acalmar minh´alma inquieta
Estou pro que der e vier
Nas voltas da chamarrita

Chamarrita, sapateia
Eu quero é contradizer
O aperto desta bruma
Que às vezes me quer vencer

 



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Segunda-feira, 15.08.16

 

Letra

 

És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando existes

Beleza assim de musa tal qual trazes
Arrebata o tonto olhar de quem avista
E arrisca ter a vida
Por um fio
Mas perco-me num assobio
Porque a vida é dela

És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando insistes
Em me inspirar

Aquilo que o teu silêncio explica
O destino traz para mim em labaredas
Veredas
Onde somes da visão
Descompassam o coração
Mas a vida é bela

 



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Letra

 

O nosso amor chega sempre ao fim
tu velhinha com teu ar ruim
e eu velhinho a sair porta fora
mas de manhã algo estranho acontece
tu gaiata vens da catequese
e eu gaiato a correr da escola
mesmo evitando tudo se repete
o encontrão, a queda e a dor no pé
que o teu sorriso sempre me consola

No nosso amor tudo continua
o primeiro beijo e a luz da lua
o casamento e o sol de Janeiro
vem a Joana, a Clara e o Martim
Surge a pituxa, a laica e o bobi
e uma ruga a espreitar ao espelho
com a artrite, a hérnia e a muleta
tu confundes o nome da neta
e eu não sei onde pus o dinheiro

O nosso amor chega sempre aqui
ao instante de eu olhar para ti
com ar de cordeirinho penitente
mas nem te lembras bem o que é que eu fiz
e eu com isto também me esqueci
mas contigo sinto-me contente
penduro o sobretudo no cabide
visto o pijama e junto-me a ti
de sorriso meigo e atrevidamente

Ao teu pé frio, encosto o meu quentinho
e adormecendo lá digo baixinho
eu vivia tudo novamente

 



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Sexta-feira, 22.07.16

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António Zambujo e Miguel Araújo atuam em Beja no Pax Julia nos dias 27 e 28 de outubro

 

Depois dos Coliseus de Lisboa e Porto, onde atingiu o histórico número de 28 espetáculos num só ano, Beja recebe no Pax Julia este grande espetáculo

 

António Zambujo e Miguel Araújo atuam nos dias 27 e 28 de outubro no auditório do Teatro Municipal Pax Julia, em Beja.

 

Os bilhetes estão à venda online e na bilheteira do Teatro Municipal Pax Julia, de 2ª a 6ª das 14h00 às 18h30 por 20€ na 1ª plateia, 15€ na 2ª plateia e 10€ no balcão.

 

Uma co-produção da Câmara Municipal de Beja, Sons em Trânsito, CerciBeja, Centro de Paralisia Cerebral de Beja, Bombeiros Voluntários de Beja e Rádio Voz da Planície.

 

Um momento histórico a não perder.

 



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