Domingo, 05.11.17

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SURMA 
ConcertoPreço: 7,5/5 €

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sex. 17 novembro de 2017 às 21:45

Uma one-woman-band que faz nascer constelações sonoras a partir de múltiplos instrumentos 

Surma
 é o projeto one-woman-band da jovem Débora Umbelino, onde domina teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para o post-rock, da eletrónica para o noise, e nos levam para paragens mais ou menos incertas. O single “Maasai” levou-a a atuar de norte a sul do país, passando por festivais como o Super Bock Super Rock, Milhões de Festa e Lisboa. Espanha, França e Alemanha (Suécia e Inglaterra nos próximos meses) foram outros países que não resistiram ao seu talento. Encontra-se neste momento a finalizar a gravação do seu disco de estreia.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível

 



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Sexta-feira, 03.11.17

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SMOKING BEER 
Café Concerto

 

Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 11 novembro de 2017 às 23:30



Uma banda de Mortágua a navegar entre o rock e o punk 

Formados em 2005, Smoking Beer são uma banda de Mortágua. Acreditam que é a força das convicções que marca pontos e é esta a premissa que lhes tem garantido a coesão ao longo dos tempos. Atualmente, a banda é formada por Marcelo Lourenço, na bateria e voz, Rúben Almeida, no baixo, Marco Almeida e Duarte Costa, nas guitarras, e Bruno Sobral, na voz. Já tocaram várias vezes ao vivo, sozinhos ou partilhando o palco com outras bandas. Algures entre o Rock ‘n’ Roll e o Punk, a sua música parte de influências musicais como Nirvana, Xutos & Pontapés ou Censurados, entre muitos outros. No entanto, procuram encontrar as suas próprias formas de expressão musical, tentando transmitir nas suas letras o que sentem e pensam, numa linguagem das gerações de agora... falam da realidade e da luta que é viver. Este é o projeto de vida e carreira de todos os elementos que compõem a banda, através do qual pretendem dar a conhecer o seu mundo.

Entrada gratuita



Ficha Técnica


Bateria e voz: Marcelo Lourenço 
Baixo: Ricardo Rodrigues 
Guitarras: Marco Almeida e Duarte Costa  
Voz: Bruno Sobral



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Quinta-feira, 02.11.17

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SUMRRÁ 
Concerto
O jazz do país vizinho a juntar Tondela a um périplo longo e aplaudido pelo mundo

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 4 novembro de 2017 às 21:45 



Com 17 anos de percurso e 5 discos editados, Sumrrá são uma das referências do jazz contemporâneo, levando aos limites a composição do formato trio de piano. Desde 2000, Sumrrá tem participado em numerosos festivais nacionais e internacionais, da África do Sul à Bulgária, passando por Paris, Bolívia, Marrocos, Nicarágua, México, Honduras, El Salvador, Guatemala, Coreia ou China. De acordo com a crítica, as composições dos Sumrrá caracterizam-se pela originalidade e pelo risco assumido de inovar. 


Em 2016, Sumrrá lançaram o seu quinto disco, intitulado Sumrrá V Journeys, na editora discográfica nova-iorquina Clermont Music. Um novo e esperado disco, inspirado em algumas das cidades por onde a banda tem passado nas suas digressões internacionais (Paris, Braga, Johannesburgo, La Paz, Sofía…) Sumrrá é um dos grupos mais importantes do panorama do jazz contemporâneo, com um percurso dos mais sólidos na cena jazzística nacional. 

O trío máis innovador 
da escena española 

Candido Querol

Una de las propuestas más interesantes de la escena jazzística, un proyecto asombroso... 
Santiago Tadeo

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível


Ficha TécnicaPiano: Manuel Gutierrez 
Baixo: Xacobe Martinez Antelo 
Bateria: LAR Legido



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Sexta-feira, 27.10.17

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URSO BARDO 
Café Concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 28 outubro de 2017 às 23:30



Road Trip por uma terra desconhecida 

(Adiado para)
Sáb. 28 outubro de 2017 às 23:30 no Bar ACERT


Enquanto músicos, somos assombrados por uma nuvem de impaciência que só se dissipa a tocar canções.

Primeiro houve a sorte de nos encontrarmos. Depois veio a surpresa maravilhosa de juntos, sermos capazes de viajar. Aventurámo-nos o mais longe que sabíamos. Procurámos transcender todas as - nossas - fronteiras e escolhemos sempre correr riscos. Este é um disco sobre essa viagem. É a nossa própria banda sonora para uma road trip sem mapa, através de um território novo que, estranhamente, nos é muito familiar.

Entrada gratuita



Ficha Técnica


Bateria: Ricardo Antunes 
Baixo: Ricardo Canelas 
Guitarra: Filipe Palha e Tiago Pedroso



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Sexta-feira, 06.10.17

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MELO D 
New roots reggae / Urban / Dancehall
Café Concerto



A reinvenção da soul com uma paixão sem limites pelas sonoridades afro-americanas. 

Nascido em Angola e criado em Portugal, Melo D despertou cedo para a música. Das rimas criadas aos 13 anos, na Escola Secundária da Amadora, saltou para os discos, gravações e numerosos concertos que fazem parte da sua carreira.

As primeiras gravações datam do extinto programa Pop Off, na altura como MC do projeto The Family, com quem viria a gravar, em 1993, dois temas na primeira compilação de hip-hop Português: Rapública. Entre 1993 e 2003 desenvolve trabalho como vocalista da banda Cool Hipnoise, com quem gravaria Missão Groove, vencedor do melhor disco de música portuguesa nos prémios Blitz 1996. Editado em 2005, Chega de Saudade, uma produção conjunta com a editora Enchufada, segue o mesmo percurso e sublinha o seu crescimento como músico e produtor independente.

Em 2012, termina o 6 Month Full Time Guitar Course em Londres, na London Music School. Em 2014, regressa com o terceiro disco a solo: Sou(l) de Lisboa, um trabalho que inaugura uma nova fase musical, uma nova fase musical, uma nova banda. 

Entrada gratuita



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Terça-feira, 27.06.17

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THE FLOYD PORTUGAL - TRIBUTO A PINK FLOYD

MÚSICA
29 JUL | 21:30H |6€
Classificação Etária M6
 
The Floyd Portugal são uma Banda Portuguesa de Tributo aos Pink Floyd, composta por músicos experientes, fãs de Pink Floyd, decididos a assumir uma qualidade indispensável que é requerida num espetáculo desta natureza, homenageando a banda britânica de Roger Waters, David Gilmour, Richard Wright, Nick Mason e Syd Barret, um dos mais bem sucedidos, importantes e inovadores grupos na história da música rock.

The Floyd Portugal, com o seu Tributo a Pink Floyd, pretende corresponder às expectativas da sua audiência com uma sonoridade muito aproximada à da banda original e uma componente cénica com vídeos, luzes e outros efeitos.
O repertório é composto pelos grandes sucessos de Pink Floyd, como: “Shine on you crazy diamond”, “Wish you were here”, “Another brick in the wall”, “Time”, “Money”, “ Learning to fly”, “ On the turning away”, “High Hopes”, “Run like Hell”, “Confortably numb”, entre outros inúmeros êxitos indo pois de encontro a quem assiste à performance de The Floyd Portugal.


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Quarta-feira, 14.06.17

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HIP-HOP VOANDO NA NOITE
+ Plus | Libero | Adjoint | Umano
Concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 17 de junho de 2017 às 22:00



Noite para “Hipopar” ao som de projetos musicais regionais que têm a música como forma de exaltar uma poética social
 
HIP HOP NA ACERT

É com muito entusiasmo que a Acert acolhe estes projetos, todos fundados no hip hop e na sua mistura de culturas e referências, sempre marcado pela consciência social, pela intervenção cidadã, pela denúncia do que deve ser mudado. Quer esses gestos se façam ao som do rap ou nos loops misturados pelos DJ’s, o resultado é sempre uma festa dançável e capaz de pôr cada um dos nossos cérebros a pensar e a discutir em conjunto.


+PLUS

+Plus é o novo projeto de Diogo Figueiredo, que entra num mundo mais electrónico, com sonoridades melódicas que incidem na mistura do Jazz com Hip hop, R&B e Grime para criar um mundo sonoro distintivo.

LIBERO
Boaventura Malenga, conhecido pelo nome artístico Libero, é um rapper e produtor musical Angolano. Passou a infância em Luanda.
Aos 12 anos muda-se para o Huambo, onde desperta para o Rap influenciado por Valete, Kid MC, Kendrick Lamar, Halloween J. Cole e pelo seu irmão mais velho, Salomão Malenga, também ele rapper com nome artístico Marley Jackson.

Aos 16 anos decide concretizar os seus sonhos e junta-se a Mauro Dallas e a Poetic Life. Em 2013 lança o seu primeiro trabalho a solo, a mixtape intitulada Jinchurick do Rap com a participação de toda a Poetic Life. Em 2014 vem para Portugal. É em Viseu que passa a trabalhar com a editora Power Hits Production, estando já o próximo trabalho em fase de preparação.

ADJOINT

Vlad Dulyansky faz uma viagem exploratória entre as sonoridades do hip-hop dos anos 90 até à energia contida em beats tensos e até agressivos, mas sempre melódicos, das novas vertentes de hip-hop, que acompanham letras que, em conjunto, criam um ambiente obscuro onde são retratadas histórias que abordam a sua visão social.

UMANO
Umano (David Silva) tem 23 anos e reside em Viseu. A sua música ganhou forma na Amadora. Influenciado pela amargura e as vivências do dia a dia da capital, e pelo rap de intervenção, criou o seu estilo com palavras ajustadas ao seu modo de vida “desajustado”.
Usando a sua voz grave e melódica, moveu hinos aos injustiçados e soldados sofredores, que ainda hoje ecoam nos ouvidos de bairros sociais problemáticos.

Entrada Gratuita



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Segunda-feira, 05.06.17

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RATERE
Café Concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 10 de junho de 2017 às 23:30


Preço: 0 €

Uma sonoridade descomprometida, mas exigente
  
Têm Braga como local onde coabitam desde 2011, com o objetivo de desfrutar a cumplicidade e a música gerada por dois baixos e uma bateria. Uma ideia simples que acabou por ser ampliada através da junção de companheiros de longa data, os quais adicionaram a guitarra, o teclado e a voz ao conceito inicial.

Os Ratere atingiram na sua estreia aquilo a que se propuseram desde o início, conseguindo reunir um conjunto de temas que, com certeza, agradarão aos adeptos das sonoridades mais alternativas do espetro rock.

Super Power Satellite, o primeiro trabalho da banda, assume-se como uma espécie de jam session, com uma sonoridade descomprometida mas nem por isso menos competente. Uma viagem sónica que nos transporta até terras trilhadas inicialmente por bandas como The Pixies ou Dinosaur Jr., aqui assumidamente denunciados como influência. De facto, os elementos do género que a banda de Massachusetts ajudou a desenvolver estão todos lá. Interlúdios que funcionam como verdadeiros devaneios instrumentais; vocalizações etéreas, embora escassas, que discorrem pelo meio de mudanças repentinas de intensidade em que a alternância das guitarras, ora limpas, ora distorcidas, conferem uma dinâmica especial à música; e, resquícios de puro noise-rock traduzidos em solos berrados e riffs cáusticos.

Entrada Gratuita



Ficha Técnica


João Coutada
José Novo
Ricardo Falcão



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Segunda-feira, 15.05.17

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CPJAZZ COMBO
Sextas abertas a escolas de formação musical
Concerto

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sex. 19 de maio de 2017 às 21:45


Preço: 2,5 / 2 €

A Acert acolhe a excelência, credibilidade e exigência do ensino artístico da música no Conservatório de Música de Coimbra
 
referência nacional pela excelência, credibilidade e exigência do seu ensino, estes coletivos surgem como forma de proporcionar experiências performativas, no âmbito do pequeno ensemble, aos alunos do curso profissional do Conservatório de Música de Coimbra. Quebrando as barreiras da disciplina de combo, estes alunos “enfrentam” o grande público, oferecendo o que de melhor têm vindo a aprender na sua jornada épica de descoberta do Jazz.

Rui Lúcio (Coordenador do Curso Profissional de instrumentista de jazz do CMC)
É licenciado em Música, variante Jazz, pela Escola Superior das Artes e Espetáculos do Porto, e mestrando em Ensino de Música na Universidade de Aveiro. Iniciou os seus estudos musicais aos 14 anos, no Conservatório de Música de Coimbra. Para além da vertente erudita, cedo começou a interessar-se por outros géneros, onde trabalhou com destacados “mestres” nacionais e internacionais.

Bilhete: 2,50€ · Associado: 2€


Ficha Técnica


Paulo Silva: Bateria
Duarte Ventura: Vibrafone
Xavier Sousa: Baixo
Nuno Rodrigues: Trompete



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Sexta-feira, 12.05.17

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DA ÓPERA À BROADWAY
Sextas abertas a escolas de formação musical
Concerto

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:   Sex. 12 de maio de 2017 às 21:45


Preço: 2,5 / 2 €

Um recital do Conservatório de Música e Artes do Dão de música vocal que viaja por várias épocas e estilos
  
A Classe de Canto do CMAD apresenta um recital que percorre vários séculos de música vocal, desde o nascimento da Ópera, em Itália, aos musicais da Broadway, sem esquecer os grandes poetas e compositores do romantismo.

Um concerto convidativo que fará o público recordar algumas das melhores e imortais melodias da história da música e conhecer outras igualmente belas e apaixonantes.

Luís Rendas Pereira

Estudou no Instituto Gregoriano. Ingressa no Curso Superior de Música (área vocacional – Canto) na Universidade de Aveiro, onde conclui a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino de Música.

Sobre o Conservatório de Música e Artes do Dão
Escola privada do Ensino Artístico Especializado de Música que iniciou a sua atividade em agosto de 2008.

O CMAD ocupa hoje um lugar de destaque na vida musical e cultural da região, sendo uma referência não só pela excelência do ensino musical, mas também pelo trabalho desenvolvimento noutras áreas artísticas, como o teatro musical e a dança.

Bilhete: 2,50€ · Associado: 2€




Ficha Técnica


Professor de Canto: Luís Rendas Pereira
Pianista: Yuri Popov
Cantores: Beatriz G. Pereira, Carina Moreira, Constança Marcelino, Diogo Martins, Inês Nunes, Jacinta Albergaria, Lara Costa, Maria Inês Moura, Mateus Saldanha, Miguel Costa, Miguel Henriques e Rafaela Monteiro



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FIRST BREATH AFTER COMA
Concerto

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 13 de maio de 2017 às 21:45

Preço: 7,5 / 5 €

Jogo de harmonias bem conseguidas e hipnotizantes que culminam numa explosão cósmica de distorção e energia
  
Em 2016, Drifter marcou o regresso da banda aos discos, com a colaboração de Noiserv e André Barros. O resultado mostrou-se uma obra-prima. Tão arrebatadores quanto comoventes, os First Breath After Coma conseguem transmitir ao vivo uma energia que tem conquistado Portugal e a Europa.

Começaram por percorrer as principais salas em Portugal, como o ccb e o Hard Club, tocaram no palco Vodafone.fm, no Festival Paredes de Coura, e agora preparam-se para, em junho, tocarem no nos Primavera Sound. A aclamação não tardou e, por entre as várias mini tours que têm feito, já percorreram salas emblemáticas em Madrid, Paris, Berlim e Londres (com concerto esgotado), atuaram no Reeperbahn e recentemente representaram Portugal no Eurosonic.

“Compasso atrás de compasso, camada em cima de camada, as músicas dos First Breath vão crescendo e evoluindo num jogo de harmonias bem conseguidas e hipnotizantes até culminarem numa desarmante explosão cósmica de distorção e energia.”
Tiago Rodrigues Alves – Jornal de Notícias - 19 Agosto 2016

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível






Ficha TécnicaRoberto Caetano: voz e guitarra
Telmo Soares: guitarra e voz
Rui Gaspar: baixo e voz
Pedro Marques: bateria e voz
João Marques: teclas



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Terça-feira, 02.05.17

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MANUEL FÚRIA & OS NÁUFRAGOS
Café Concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 29 de abril de 2017 às 23:30


Preço: 0 €

Apresentação do CD Viva a Fúria, um álbum que tem merecido digno reconhecimento pela singularidade da proposta musical

Manuel Fúria, artista português, um quase cantor, do mesmo modo que poderíamos qualificar o Padre António Vieira como um quase escritor. Começa a sua actividade pública como cabeça d’Os Golpes e da Amor Fúria, Companhia de Discos do Campo Grande, fundada em 2008, uma das grandes responsáveis pelo ressurgimento do pope roque cantado em português. Dessa fase destacam-se canções como “A Marcha dos Golpes” ou “Vá Lá Senhora”, que incluiu dueto com Rui Pregal da Cunha, dos Heróis do Mar. O seu percurso mais ou menos a solo, porque na companhia dos Náufragos, conta com várias edições, com destaque para o denso e conceptual Manuel Fúria Contempla Os Lírios do Campo, de 2013. Já existe novo álbum, Viva Fúria, lançado em Março. Desse disco já saíram as canções “Nova”, “20.000 Naves” e, mais recentemente, “Aquele Grande Rio”. Inventor por vocação, ladrão por imperativo moral, purista do impuro, patriota do impossível, ou nas generosas palavras de Nuno Miguel Guedes, “um subversivo (...) para ele, tudo se poderia resumir num único vocábulo indizível que tem urgência de partilhar. E essa urgência é a razão de ser da sua arte e da extrema necessidade de fazer.”   

Entrada Gratuita


Ficha Técnica


Manuel Fúria: voz e guitarra
Carolina Bernardo: voz
Tiago Brito: guitarra
Tomás Gonçalves: teclas e voz
Tomás Cruz: baixo e voz
Vasco Magalhães: bateria



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Quinta-feira, 27.04.17

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SÁBADO, 29 de abril | 22H00

  

CTE VAI NA CONVERSA…CARLOS ALBERTO MONIZ

 

O Café-Concerto do Cine-Teatro de Estarreja acolhe conversas descontraídas, sobre os mais diversos temas, por oradores descontraídos, para a partilha de ideias com um denominador comum de uma força invulgar: a palavra.

 

Carlos Alberto Moniz é o senhor que se segue. No próximo sábado, dia 29 de abril pelas 22h00, o Café-Concerto do Cine-Teatro de Estarreja acolhe o músico, compositor, maestro, apresentador, um artista cujo talento não cabe nas páginas deste post’it. Um conversador bem-humorado, que pintalga as suas palavras com grandes canções.

Uma história de vida cativante, que ilustra o percurso cultural de um povo.

 

Deixe-se ir na conversa… não se vai arrepender!

 

Contactos para reservas: Cine-Teatro de Estarreja | T: 234811300 / 925651668 | bilheteira@cineteatroestarreja.com



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Sábado, 22.04.17

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IVO FLORES
Café Concerto



Canto Livre para celebrar a revolução de Abril

Um cantautor que, desde 1974, persiste em dar um cunho próprio às músicas dos compositores que o inspiram para novas abordagens musicais, para além das suas próprias composições com poemas de autores portugueses.
O repertório deste concerto irá incluir temas celebrizados por inúmeros autores nacionais e estrangeiros relevantes da música de intervenção: José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Georges Moustaki, Mercedes Sosa, Chico Buarque, Victor Jara, Quilapayún, entre outros.

Entrada Gratuita


Ficha Técnica


Sobre Ivo Flores

Em 1974, com o advento da Revolução Portuguesa, percorre o circuito do “Canto Livre” pelo norte do país.


A poesia de Vinícius de Moraes lhe revela-lhe o gosto pela Bossa Nova e, durante sete anos, com este repertório, e posteriormente com a Música Popular Brasileira (MPB) em geral e os temas dos cantautores, percorre o circuito dos bares, de norte a sul, chegando até à TVG - Televisión de Galicia.


Nesta continuidade, em 1996 começa a compor para o seu projeto “Ensaio Sobre a Poesia Portuguesa Contemporânea”, a partir de poemas de alguns dos mais representativos poetas portugueses. É neste ano que a Acert, com a ANIMAR, inclui um dos seus temas no disco MANIFestaSONS.


Com estes recitais apresenta-se duas vezes no Centro Cultural de Belém, faz diversas aparições na RTP e percorre diferentes universidades, bibliotecas, espaços culturais…


Em Setembro de 2002 radica-se em Paris e, quatro anos depois, em Poitiers. Assim, em França, continua a apresentar-se em múltiplos concertos por várias cidades.


Desde outubro último, de regresso ao país, permanece criativamente a reinventar novas composições e a revisitar os cantautores da sua predileçã



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Sexta-feira, 21.04.17

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OS CANTAUTORES
d'Orfeu
ConcertoPreço: 7,5 / 5 €

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Seg. 24 de abril de 2017 às 21:45

Celebrar o 25 de Abril com o regresso do tributo aos grandes músicos de intervenção
  
Uma década depois, Luís Fernandes e Miguel Calhaz retomam a parceria musical que uniu as suas vozes em “Os CantAutores”, o espetáculo da d’Orfeu que, nos primeiros anos deste século, circulou por todo o país e resultou num disco de referência. Parte da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e José Mário Branco vai voltar a subir aos palcos nacionais, agora em quinteto, na companhia do pianista Marco Figueiredo (também da formação original), do saxofonista Rodrigo Neves e do baterista Rui Lúcio.

A genialidade de uma certa música de intervenção, cuja atualidade não se perdeu, muito menos deixou de despertar intenso fascínio às novas gerações de público. Trata-se de música marcante na história das últimas décadas do país, um Portugal cantado nos discos e na obra destes quatro cantautores. O tributo continua e não pode deixar de ser prestado. A d’Orfeu AC, num momento importante do seu percurso criativo, tem a honra de apresentar a quarta série de “Os CantAutores”.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaHistorial
Este espetáculo temático cumpriu um roteiro de largas dezenas de concertos em Portugal entre 2001 e 2003, tendo ficado também marcado pela edição do CD Os Cantautores. Foi um ciclo de concertos de homenagem a três grandes figuras da música portuguesa, José Afonso, Sérgio Godinho e Fausto.

Miguel Calhaz: Voz e contrabaixo
Luís Fernandes: Voz, braguesa, acordeão e flauta
Marco Figueiredo: Piano
Rodrigo Neves: Saxofone
Rui Lúcio: Bateria



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Sábado, 15.04.17

manuel furia.jpg

 

 

MANUEL FÚRIA & OS NÁUFRAGOS
Café Concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 29 de abril de 2017 às 23:30


Preço: 0 €

Apresentação do CD Viva a Fúria, um álbum que tem merecido digno reconhecimento pela singularidade da proposta musical

Manuel Fúria, artista português, um quase cantor, do mesmo modo que poderíamos qualificar o Padre António Vieira como um quase escritor. Começa a sua actividade pública como cabeça d’Os Golpes e da Amor Fúria, Companhia de Discos do Campo Grande, fundada em 2008, uma das grandes responsáveis pelo ressurgimento do pope roque cantado em português. Dessa fase destacam-se canções como “A Marcha dos Golpes” ou “Vá Lá Senhora”, que incluiu dueto com Rui Pregal da Cunha, dos Heróis do Mar. O seu percurso mais ou menos a solo, porque na companhia dos Náufragos, conta com várias edições, com destaque para o denso e conceptual Manuel Fúria Contempla Os Lírios do Campo, de 2013. Já existe novo álbum, Viva Fúria, lançado em Março. Desse disco já saíram as canções “Nova”, “20.000 Naves” e, mais recentemente, “Aquele Grande Rio”. Inventor por vocação, ladrão por imperativo moral, purista do impuro, patriota do impossível, ou nas generosas palavras de Nuno Miguel Guedes, “um subversivo (...) para ele, tudo se poderia resumir num único vocábulo indizível que tem urgência de partilhar. E essa urgência é a razão de ser da sua arte e da extrema necessidade de fazer.”   

Entrada Gratuita


Ficha Técnica


Manuel Fúria: voz e guitarra
Carolina Bernardo: voz
Tiago Brito: guitarra
Tomás Gonçalves: teclas e voz
Tomás Cruz: baixo e voz
Vasco Magalhães: bateria



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Sexta-feira, 14.04.17

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IVO FLORES
Café Concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Seg. 24 de abril de 2017 às 23:30



Canto Livre para celebrar a revolução de Abril

Um cantautor que, desde 1974, persiste em dar um cunho próprio às músicas dos compositores que o inspiram para novas abordagens musicais, para além das suas próprias composições com poemas de autores portugueses.
O repertório deste concerto irá incluir temas celebrizados por inúmeros autores nacionais e estrangeiros relevantes da música de intervenção: José Afonso, Manuel Freire, Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Georges Moustaki, Mercedes Sosa, Chico Buarque, Victor Jara, Quilapayún, entre outros.

Entrada Gratuita


Ficha Técnica


Sobre Ivo Flores

Em 1974, com o advento da Revolução Portuguesa, percorre o circuito do “Canto Livre” pelo norte do país.
A poesia de Vinícius de Moraes lhe revela-lhe o gosto pela Bossa Nova e, durante sete anos, com este repertório, e posteriormente com a Música Popular Brasileira (MPB) em geral e os temas dos cantautores, percorre o circuito dos bares, de norte a sul, chegando até à TVG - Televisión de Galicia.
Nesta continuidade, em 1996 começa a compor para o seu projeto “Ensaio Sobre a Poesia Portuguesa Contemporânea”, a partir de poemas de alguns dos mais representativos poetas portugueses. É neste ano que a Acert, com a ANIMAR, inclui um dos seus temas no disco MANIFestaSONS.
Com estes recitais apresenta-se duas vezes no Centro Cultural de Belém, faz diversas aparições na RTP e percorre diferentes universidades, bibliotecas, espaços culturais…
Em Setembro de 2002 radica-se em Paris e, quatro anos depois, em Poitiers. Assim, em França, continua a apresentar-se em múltiplos concertos por várias cidades.
Desde outubro último, de regresso ao país, permanece criativamente a reinventar novas composições e a revisitar os cantautores da sua predileção.



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Quarta-feira, 12.04.17

cantautores.jpg

 

OS CANTAUTORES
d'Orfeu
ConcertoPreço: 7,5 / 5 €

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Seg. 24 de abril de 2017 às 21:45

Celebrar o 25 de Abril com o regresso do tributo aos grandes músicos de intervenção
  
Uma década depois, Luís Fernandes e Miguel Calhaz retomam a parceria musical que uniu as suas vozes em “Os CantAutores”, o espetáculo da d’Orfeu que, nos primeiros anos deste século, circulou por todo o país e resultou num disco de referência. Parte da obra menos conhecida dos cantautores José Afonso, Sérgio Godinho, Fausto e José Mário Branco vai voltar a subir aos palcos nacionais, agora em quinteto, na companhia do pianista Marco Figueiredo (também da formação original), do saxofonista Rodrigo Neves e do baterista Rui Lúcio.

A genialidade de uma certa música de intervenção, cuja atualidade não se perdeu, muito menos deixou de despertar intenso fascínio às novas gerações de público. Trata-se de música marcante na história das últimas décadas do país, um Portugal cantado nos discos e na obra destes quatro cantautores. O tributo continua e não pode deixar de ser prestado. A d’Orfeu AC, num momento importante do seu percurso criativo, tem a honra de apresentar a quarta série de “Os CantAutores”.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível




Ficha TécnicaHistorial
Este espetáculo temático cumpriu um roteiro de largas dezenas de concertos em Portugal entre 2001 e 2003, tendo ficado também marcado pela edição do CD Os Cantautores. Foi um ciclo de concertos de homenagem a três grandes figuras da música portuguesa, José Afonso, Sérgio Godinho e Fausto.

Miguel Calhaz: Voz e contrabaixo
Luís Fernandes: Voz, braguesa, acordeão e flauta
Marco Figueiredo: Piano
Rodrigo Neves: Saxofone
Rui Lúcio: Bateria



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Terça-feira, 11.04.17

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FUNIL & ABELHINHA
Café Concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Após o espetáculo da Queima do Judas



Numa noite de euforia, um Ska contagiante com uma sonoridade cheia de identidade

A história dos Funil & Abelhinha começa em 2004, no distrito de Coimbra. O gosto pela música levou o grupo a formar uma banda de covers, fazendo em cada música um tributo às suas mais altas influências. Desde o começo, os anos foram passando, assim como membros, amigos e lugares que trouxeram, cada um à sua maneira, vivências e aprendizagens que hoje não são esquecidas, sendo essas as bases sólidas para o futuro.

Ao longo do seu percurso, os Funil & Abelhinha tiveram como influência grandes nomes do Ska: Reel Big Fish, Mad Caddies, Manu Chao, Streetlight Manifesto, Smash Mouth, Despe & Siga, entre outros, tendo tido o enorme prazer de partilhar o palco com Bad Manners, Skalibans, Xutos&Pontapés, D.A.M.A., Mata-Ratos entre muitas outras...
Estas influências foram os motores para que, ao longo dos anos, se tenham vindo a definir como uma banda de covers Ska/Punk.

Os Funil & Abelhinha trazem consigo um grande currículo, apresentando-se em vários palcos do país e em Espanha.
Destaca-se ainda o rápido contágio do público em todos os lugares por onde passaram, sendo esta interação uma das grandes qualidades da banda a que ninguém consegue ficar indiferente.

Em 2015 editaram o seu primeiro EP - a Califórnia é Portugal n’Ámérica - de onde sai o primeiro single, “Sacanas sem Lei”.

Entrada gratuita




Ficha Técnica


Pedro Vasconcelos: Voz e Guitarra
Filipe Vasconcelos: Voz e Baixo
João Sêco: Trombone
Pedro Matos: Guitarra
Rui Coelho: Bateria



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Quinta-feira, 06.04.17

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UHAI
Concerto


Local:  Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 8 de abril de 2017 às 22:30

Preço: 0 €

Íntimo e ousado numa partilha sem fronteiras
No universo de Uhai, o ser e não ser, a existência e a não existência habitam um espaço só, este que é constante e variável ao mesmo tempo, onde as coisas podem ser o que não são e o que nunca chegarão a ser.
Uhai é uma viagem no tempo onde o tempo é a própria viagem.
Projeto onde experimentalmente se faz desaguar o entusiasmo pela pesquisa de sonoridades que gerem temas instrumentais com composições inovadoras.
Dois músicos que participam em produções teatrais do Trigo Limpo teatro Acert revelam inquietações e urgências de compartilharem ousadias. Uma atitude de concretizar paixões que contrariem o conformismo ou o marasmo da espera imobilista.

Entrada Gratuita


Ficha Técnica


Gustavo Dinis: Sintetizadores
Miguel Cordeiro: Sintetizadores



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Sexta-feira, 31.03.17

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THREEDOM
Café Concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 1 de abril de 2017 às 23:30


Preço: 0 €

Um trio de jazz onde a interpretação, improvisação, groove e originalidade assumem papel de destaque.


Chanfana, tripa enfarinhada e maranho definem gastronomicamente a origem destes três músicos com backgrounds distintos, que se reúnem por um gosto em comum: tocar música livremente, sem preconceitos. Com um repertório estilisticamente variado, arranjando e reinterpretando canções desde o jazz à pop, os Threedom trazem para o palco uma boa disposição promovida pela interação constante, versatilidade e criatividade.

Entrada gratuita




Ficha Técnica


Luísa Vieira: Voz e Flauta
Mauro Ribeiro: Guitarra
Miguel Calhaz: Contrabaixo e Voz



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Segunda-feira, 13.03.17

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THEM FLYING MONKEYS
Café Concerto


Os Them Flying Monkeys aliam as cores do neo-psicadelismo à tonalidade alternativa, mais carregada.

Os cinco amigos de longa data inspiram-se nos ambientes etéreos da florestação sintrense e no odor azul da maresia permanentemente sentida na sua sala de ensaios para originarem a tensão atmosférica que caracteriza o seu som.

Entre Abril e Julho de 2015, a banda registou o seu primeiro EP, homónimo, gravado e masterizado no Black Sheep Studios (Sintra) por Bruno Pedro Simões (Sean Riley & The Slowriders). Este disco catapultou-os e, em Março deste mesmo ano, venceram o XXI Festiva de Música Moderna de Corroios e, em Maio, a terceira edição do concurso EDP Live Bands. Dias 7 e 9 de julho atuaram, respetivamente, no Bilbao BBK Live e no Palco Heineken do festival Nos Alive 2016. Mais recentemente tocaram no Vodafone Band Scouting, que dá acesso ao Vodafone MexeFest2016.

O seu primeiro Lp, Golden Cap, produzido por Carlos BB António (Keep Razors Sharp) e gravado por Guilherme Gonçalves no decorrer de Maio de 2016, no Black Sleep Studios, será editado pela Sony Music em Fevereiro de 2017.

A 14 de Novembro a Antena 3 avançou o primeiro single do quinteto, “Molly”, realizado por Leonor Bettencourt Loureiro e produzido por Sara Feio. Podem escutá-lo aqui: http://bit.ly/2hTqRw1



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Sexta-feira, 03.03.17

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THE DIRTY COAL TRAIN
Café Concerto
Apresentação em concerto de Super Scum

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 4 mar'17 às 23:30

 

Banda criada em 2010, pelo viseense Ricardo Ramos e por Conchita Coltrane.

Um power trio de instrumentos amaldiçoados, que debitam decibéis suados de inspiração no Diy [“do it yourself”] do punk e no cinema de série B, onde coabitam com monstros, vampiros, múmias, óvnis e demais parafernália.

Depois de dois Lp, uma compilação e três singles, promovidos em Portugal, bem como em outros países da Europa e no Brasil, a banda promove o seu mais recente Super Scum, lançado pela Groovie Records em 2016, com espetáculos ao vivo suados e enérgicos que se tornaram imagem de marca. Garage Punk com Surf & rock & roll nu, cru e direto como o género exige.

“Há algo que brilha mais audaciosamente na carreira dos The Dirty Coal Train do que a sua música urgente e brutal em si. A sua submissão e amor árduo que têm pelo seu trabalho!! e constante procura de novos ambientes musicais.”

Victor Torpedo, 2106




Ficha Técnica

Guitarra e voz: Reverend Jesse Coltrane
Bateria e voz: Lena Hurracan Coltrane
Guitarra e voz: Conchita Consuela Coltrane



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Terça-feira, 07.02.17

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LOTUS FEVER
Café Concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 18 fev'17 às 23:30v


Digressão nacional de Still Alive for the Growth revela um quarteto com uma sonoridade peculiar e um apurado trabalho na criação de videoclips

Os Lotus Fever são um banda de Lisboa, criada em 2012. A sua música contém uma variedade de influências, num rock detalhado e conceptual, explorado em Leave the Lights Out (EP, 2012) e Search For Meaning (LP, 2014). O último foi considerado por vários meios de comunicação como um dos melhores álbuns nacionais do ano.

Em novembro deste ano editam o álbum Still Alive For The Growth, que inclui, num alinhamento de 9 músicas, o tema “Animal Farm”, onde a banda ilustra a sua interpretação do livro clássico de George Orwell com um videoclip animado em que explora novamente a veia negra e conceptual que orienta este novo trabalho - e o 1.º single, “Dogs And Bones”.

O disco foi gravado, misturado e masterizado no estúdio da banda, no Verão de 2016. As composições são integralmente da autoria do quarteto lisboeta e as letras são escritas por Pedro Zuzarte.

A digressão de apresentação deste novo trabalho vai percorrer todo o país. Estas são primeiras datas da Tour Still Alive for the Growth.




Ficha Técnica

Teclados: Bernardo Afonso
Bateria: Diogo Teixeira de Abreu
Guitarra: Manuel Siqueira
Voz e Guitarra: Pedro Zuzarte



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Quinta-feira, 02.02.17

capitão fausto.jpg

 

CAPITÃO FAUSTO TÊM OS DIAS CONTADOS
Concerto

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sex. 10 fevereiro às 21:45h



Depois do Coliseu e da participação na maior parte dos festivais de 2016, a digressão nacional da banda pelas grandes salas tem a ACERT como itinerário

 

Os espetáculos no Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival Sol da Caparica, confirmam que os Capitão Fausto são, finalmente, uma aposta segura. Uma aposta no bom gosto musical e na sensibilidade apurada.

 

“Somos uma banda rock de Lisboa” A simplicidade com que os Capitão Fausto se descrevem desarma qualquer um. Porque é assim que se sentem e é assim que vivem. A história de Tomás, Salvador, Francisco, Manuel e Domingos tem o seu primeiro capítulo em 2011, com Gazela – o Álbum de estreia. Ali encontramos a urgência das canções juvenis, dos hinos pop que se cantam e sabem sempre a pouco. Em 2014 Pesar o Sol chega aos escaparates. E é neste segundo Álbum (muitas vezes o tudo ou nada de tantos Artistas) que se impõem como uma das mais originais e criativas propostas do nosso país. Defendem-no ao vivo, com espetáculos memoráveis nos grandes e pequenos festivais, nos clubes, nos Teatros, um pouco por todo o Portugal que os recebe e obriga a crescer. Como cresce exponencialmente a sua base de fãs, agora transformada em legião.

Em 2016 são as canções de Capitão Fausto Têm os Dias Contados que os levam a superar todas as expectativas. Pouco mais de 30 minutos de música e palavras, em modo pop recheado de primor e requinte, que contam as estórias de vida de cada um dos Capitão Fausto, mas que são muito mais que isso, porque crescer é para todos. Não se poupam os elogios e os aplausos, que chegam em catadupa. Os Capitão Fausto “afirmam-se como a voz de uma geração”, diz quem sabe. E esta geração quer elevar a clássicos imediatos as oito canções que lhe são oferecidas. A promessa é agora certeza e o primeiro lugar do Top nacional de vendas é uma das consequências. Incontornáveis, chegam ao primeiro lugar do Top Cision (que avalia a visibilidade mediática dos Artistas nacionais). Num ápice esgotam (em menos de uma semana) os dois espetáculos de apresentação no Lux, em Lisboa. Passam pelo Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival Sol da Caparica.

2016 confirma que os Capitão Fausto são, finalmente, uma aposta segura. Uma aposta no bom gosto musical e na sensibilidade apurada. Uma aposta na criatividade e no fulgor de uma banda que parece imparável. “Amanhã Tou Melhor” será seguramente um dos refrões mais cantados de 2016. De Outubro de 2016 a Março de 2017 os Capitão Fausto apresentam o novo álbum nas salas mais nobres do nosso país: os Teatros. E serão estes Teatros a mostrar a banda que soube como crescer ao lado dos fãs. A mostrar a banda que renasce a cada disco, que se renova com o cuidado de quem quer construir uma carreira sólida, de uma forma aparentemente galopante mas sem o torpor do deslumbramento. Para os Capitão Fausto “Os Dias Estão Contados”. Porque crescer é inevitável. E sabendo isso, vão continuar a fazê-lo nesta Digressão de Teatros.

 

Preços: 10€ / Associados – 7,50€ / Associados Montepio – 8,50€

 



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Domingo, 15.01.17

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ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO
Maestro José Eduardo Gomes
Concerto
Música sinfónica abre o ano com um programa de eleição

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 28 janeiro às 21:45h

 

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001. Considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Do seu historial destacam-se os concertos que tiveram lugar em monumentos arquitetónicos e o alargamento da sua atividade a outros municípios e distritos, para além de Coimbra. Passou ainda a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica. Também tem vindo a multiplicar a atuação de formações de câmara (trios, quartetos e quintetos, entre outras), disponibilizando assim um leque variado de programas/repertórios, em função das circunstâncias e / ou locais. Organizou concursos e conferências e festivais para além das atividades exclusivamente concertísticas. Ao longo destes anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente. Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra portuguesa, na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra, com especial destaque para os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, iniciados em 2007 com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos,. Em maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde, Mário Lúcio de Sousa, que declarou a Orquestra, além de "fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde", como sendo parte integrante desta. Por proposta do então Ministro Mário Lúcio de Sousa, a OCC acolhe em Coimbra o Centro de Transcrição da criação musical de Cabo Verde. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o Centro de Estudos da Morna que tem como principal intuito divulgar a Morna como património cultural da lusofonia. Em julho de 2015 interpretou obras de Vasco Martins e Mário Lúcio, tendo estes igualmente participado no concerto como interpretes. Em janeiro de 2016 a OCC esteve presente e atuou na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal. Editou vários CD´s, dos quais se destacam Cantar Coimbra 1 e 2 , a Suite Sinfónica Aeminium de José Firmino , Em Memória da Madrugada ou Viagens no Imaginário da Morna. Dos livros editados o destaque vai para As Primaveras, de Francisco Martins e Cesária - A rota da Lua vagabunda, da autoria de Tchalê Figueira e Vasco Martins, sobre Cesária Évora. Enquanto associação, a OCC tem ainda a responsabilidade da gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC). Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto. A Orquestra Clássica do Centro conta com o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra, e tem como Mecenas plurianuais a Caixa Geral de Depósitos e a EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC ou a ESART. Tem o apoio do Diário As Beiras e o Diário de Coimbra,Noticías de Coimbra, RTP e Atena 1, para além de empresas como a Critical Software, a ISA, ASCENDUM ou PLURAL. Em fevereiro de 2016, além da sua direção artística geral, apresentou a direção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Luís Tinoco, Mário Alves ou Marina Pacheco. É maestro titular desta orquestra, José Eduardo Gomes. Tem desde setembro de 2015 o estatuto de ONG para o Desenvolvimento.

 

Maestro José Eduardo Gomes

Como instrumentista tem-se dedicado à música de câmara e apresenta-se regularmente com diversas formações em Portugal, Itália, Bélgica, Suiça, Japão e Canadá. Participou em masterclasses de Direcção de Orquestra com Jorma Panula, António Saiote, Cesário Costa, Jan Cober, Gianluigi Gelmetti, Jésus López Cobos, Alexander Polishuk, Ernst Schelle, Luiz Gustavo Petri, Douglas Bostock, José Rafael Vilaplana e Peter Rundel tendo oportunidade de dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Musica, a Orquestra de Sofia (Bulgária), a Orquestra do Algarve, a Orchestre de la Haute École de Musique de Genève e Zurique (Suíça), a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Clássica do Centro, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmónica de Argovie e Remix Ensemble, entre outras. Foi assistente de Martin André na Orquestra Momentum Perpetuum. Entre 2008 e 2011, foi maestro titular da Orchestre Chambre de Carouge (Suiça). Recentemente dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica de Kaposvár (Hungria), a Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, Banda Sinfónica Portuguesa, Banda Militar do Porto, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Sinfónica da Esart, Orquestra Nacional de Jovens, Orquestra Sinfonietta, Orquestra Clássica de Espinho, onde teve a oportunidade de trabalhar com solistas tais como Bruno Giuranna, Atar Arad, Helen Callus, Roger Meyers, Iva Barbosa, Otto Pereira, João Sousa, Francisco Luís Vieira, Ana Luísa Pereira, Carolino Carreira, Francisco Pérez, Mário Laginha, André Dias, Joana Seara, Rui Gama, Ana Maria Pinto, Job Tomé, Luisa Tender, Henk van Twillert, Vitorino, Aldo Salvetti, Ricardo Gaspar, Pedro Lopes, Sérgio Pacheco ou Natalia Pegarkova. Foi assistente do maestro Peter Eötvös, com a Orquestra Sinfónica do Porto Cdm. Na sua vertente mais pedagógica, o maestro José Eduardo Gomes dirige regulamente orquestras de jovens com as quais realiza um trabalho de formação. Colabora regulamente com o projecto Orquestra Geração e com várias escolas um pouco por todo o país, como por exemplo, Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Escola ARTAVE, Academia de Música de Costa Cabral, JOBRA, EPABI e Academia do Vale de Sousa. Colabora igualmente com diversos ensembles, tais como Portuguese Brass, Serenade Ensemble e Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins. É membro fundador do Quarteto Vintage, maestro titular do Coro do Círculo Portuense de Ópera e maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP. Para a temporada 2015/16 tem já agendados concertos com as mais destacadas orquestras nacionais, diversos estágios e masterclasses. É o maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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Segunda-feira, 09.01.17

galocanta.jpg

 

 

O GALO CANT'ÀS DUAS
Concerto Galeria

 

Galeria ACERT
Data/Hora:  Sáb. 14 jan'17 às 22:30



A Banda promete encher de sons e imagens sincronizadas a instalação de José Crúzio

"A CASA é o que nós quisermos que ela seja. Um espaço físico, planeado e concebido tendo em mente os usos futuros que dela querem os seus inquilinos.

Um lugar-repositório de memórias e de vivências. A CASA também pode ser um corpo em trânsito , que em si encerra um ser e um estar, um sentir e um pensar. Que se expressam através do movimento, da voz e do olhar.Em suma,  um lugar onde nos acolhemos. Um porto de abrigo. Com gratas imagens e experiências.

Os GaloCant'àsDuas - como parte integrante da segunda série de videoperformances de A CASA - transformarão este porto de abrigo a seu modo ao  interagir, experienciar e comemorar esta CASA connosco com belos Cânticos. A banda inspira-se em ritmos variados, loops e batidas sincronizadas. A experiência ao vivo cria uma "viagem espacial", acompanhada pelo carisma característico do projecto e pela sonoridade que imprime na mente dos seus ouvintes. Esta versatilidade permite que Galo Cant'às Duas explore diversas vertentes musicais.

A banda é composta por Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso e teve origem em 2015, num encontro entre artistas plásticos, performers, actores e músicos, na ruralidade da aldeia da Moita, Castro Daire.

Galo Cant'às Duas nasceu de uma jam com os dois músicos. Deste encontro, emergiu a alma do Galo, fruto da música criada, impelindo à concordância na sua elevação.

Desde os finais de 2015 que a banda tem partilhado a sua obra por Portugal.

O Galo faz-se rodear de outras dinâmicas performativas e tem já gravado um concerto integral. O disco de estreia, esse, está para breve.

Entrada gratuita



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Quarta-feira, 21.12.16

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Mickael Carreira já atingiu galardão de Disco de Ouro com “Instinto”

Já está disponível o novo vídeo do single “Imaginamos”

Mickael Carreira continua a sua rota de sucesso com o seu novo álbum, “Instinto”, que acaba de atingir o galardão de Disco de Ouro por vendas superiores a 7.500 exemplares. O disco entrou diretamente para o top 3 dos álbuns mais vendidos em Portugal na semana de lançamento.

Foi também lançado recentemente um novo vídeo de Mickael Carreira, desta vez para o single “Imaginamos”, canção que conta com as colaborações de Diogo Piçarra, Ben Monteiro, Alex D’Alva Teixeira, Vasco Ramos e do próprio Mickael Carreira na escrita. O tema está disponível para escuta via streaming no Spotify e está à venda nas várias lojas digitais. O vídeo foi realizado por Klasszik e conta com direção de fotografia de Jihad Kawahjy. 

“Imaginamos” sucede-se ao single “Fácil”, que soma mais de 2,7 milhões de visualizações no YouTube.

Além das colaborações anteriormente referidas, em “Instinto” Mickael Carreira contou ainda com as participações de nomes como o grupo de produção Infinity Music (que já trabalharam com artistas como J. Balvin e Nicky Jam) ou Nellson Klasszik. Este é um álbum de viragem no percurso do cantor, que tem sido muito bem-sucedido como mostra agora este galardão de Disco de Ouro.



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Quarta-feira, 14.12.16

the greyound.jpg

 

 

Apresentação de Candy Mountain , o duplo álbum de estreia de banda onde se destaca o “blues-rock corridinho”.

Pó, amor e ruído.


A música de Greyhound James (Tiago Gomes) nasce de uma mente descontinuada, que corre por lugares e momentos rodados em fita, sem no entanto, neles permanecer por muito tempo. Perseguido pela rudeza do Rock Clássico, propaga-se com o vigor de um cowboy renegado, que chora os seus pesares, montado nos Blues, adormecendo à luz do lume brando mas perpétuo do Soul.

Sábado, 17 de dezembro às 21:45, Auditório 2



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Domingo, 20.11.16

miguel cardoso.jpg

MIGUEL CARDOSO
Concerto Nu Palco

 

Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 26 nov'16 às 21:45


Um músico de mil ocupações e projetos, que percorre palcos e o consultório de dentista com a mesma mestria com que deixa resvalar os dedos no braço do seu contrabaixo.

Música de cena, arranjos e originais estabelecem pontes entre a música tradicional, o jazz, a world music e os lugares de tertúlia em que a guitarra faz surgir um chorrilho de temas para que todos cantem. Subtil, oportuno, sonhador recatado, semeando talento e fraternas amizades. Um contrabaixo com dente do riso.

2001 foi o ano da primeira participação em atividades da ACERT, como voluntário músico no espetáculo Queima do Judas. A partir daí, ficou cada vez mais consistente a paixão pela ACERT, agora fazendo parte da família. Seguiu-se o Transviriato, Em Paz, várias Queimas do Judas, Soltar a Lingua, Cantos da Lingua, A Cor da Lingua, A Viagem do Elefante, espetáculo Chapa Cem e Bumbaem Moçambique. Participou na gravação de vários CDs como músico e também compositor. Foi responsável pela criação da música nos espetáculos de teatro Duas Historias de Solidão e E Agora, e fez parte de A Cor da Lingua na realização dos arranjos musicais para A Viagem do Elefante.

Começou por ser autodidata em instrumentos de cordas, aprendendo os instrumentos de acordo com a necessidade dos grupos que frequentava na altura. Entretanto ingressou o Conservatório de Música de Coimbra em 2001 onde terminou o 8º grau de Contrabaixo de Cordas. Neste momento faz parte de A Cor da Lingua, Toques do Caramulo, A Presença das Formigas, Fil’mus, Orquestra Smooth, Orquestra Aeminium, Orquestra Mar e Arte e colabora pontualmente noutros projetos.

Este espetáculo será uma viagem por músicas e instrumentos que têm marcado os caminhos por onde tem passado.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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