Segunda-feira, 13.03.17

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THEM FLYING MONKEYS
Café Concerto


Os Them Flying Monkeys aliam as cores do neo-psicadelismo à tonalidade alternativa, mais carregada.

Os cinco amigos de longa data inspiram-se nos ambientes etéreos da florestação sintrense e no odor azul da maresia permanentemente sentida na sua sala de ensaios para originarem a tensão atmosférica que caracteriza o seu som.

Entre Abril e Julho de 2015, a banda registou o seu primeiro EP, homónimo, gravado e masterizado no Black Sheep Studios (Sintra) por Bruno Pedro Simões (Sean Riley & The Slowriders). Este disco catapultou-os e, em Março deste mesmo ano, venceram o XXI Festiva de Música Moderna de Corroios e, em Maio, a terceira edição do concurso EDP Live Bands. Dias 7 e 9 de julho atuaram, respetivamente, no Bilbao BBK Live e no Palco Heineken do festival Nos Alive 2016. Mais recentemente tocaram no Vodafone Band Scouting, que dá acesso ao Vodafone MexeFest2016.

O seu primeiro Lp, Golden Cap, produzido por Carlos BB António (Keep Razors Sharp) e gravado por Guilherme Gonçalves no decorrer de Maio de 2016, no Black Sleep Studios, será editado pela Sony Music em Fevereiro de 2017.

A 14 de Novembro a Antena 3 avançou o primeiro single do quinteto, “Molly”, realizado por Leonor Bettencourt Loureiro e produzido por Sara Feio. Podem escutá-lo aqui: http://bit.ly/2hTqRw1



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Sexta-feira, 03.03.17

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THE DIRTY COAL TRAIN
Café Concerto
Apresentação em concerto de Super Scum

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 4 mar'17 às 23:30

 

Banda criada em 2010, pelo viseense Ricardo Ramos e por Conchita Coltrane.

Um power trio de instrumentos amaldiçoados, que debitam decibéis suados de inspiração no Diy [“do it yourself”] do punk e no cinema de série B, onde coabitam com monstros, vampiros, múmias, óvnis e demais parafernália.

Depois de dois Lp, uma compilação e três singles, promovidos em Portugal, bem como em outros países da Europa e no Brasil, a banda promove o seu mais recente Super Scum, lançado pela Groovie Records em 2016, com espetáculos ao vivo suados e enérgicos que se tornaram imagem de marca. Garage Punk com Surf & rock & roll nu, cru e direto como o género exige.

“Há algo que brilha mais audaciosamente na carreira dos The Dirty Coal Train do que a sua música urgente e brutal em si. A sua submissão e amor árduo que têm pelo seu trabalho!! e constante procura de novos ambientes musicais.”

Victor Torpedo, 2106




Ficha Técnica

Guitarra e voz: Reverend Jesse Coltrane
Bateria e voz: Lena Hurracan Coltrane
Guitarra e voz: Conchita Consuela Coltrane



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Terça-feira, 07.02.17

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LOTUS FEVER
Café Concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 18 fev'17 às 23:30v


Digressão nacional de Still Alive for the Growth revela um quarteto com uma sonoridade peculiar e um apurado trabalho na criação de videoclips

Os Lotus Fever são um banda de Lisboa, criada em 2012. A sua música contém uma variedade de influências, num rock detalhado e conceptual, explorado em Leave the Lights Out (EP, 2012) e Search For Meaning (LP, 2014). O último foi considerado por vários meios de comunicação como um dos melhores álbuns nacionais do ano.

Em novembro deste ano editam o álbum Still Alive For The Growth, que inclui, num alinhamento de 9 músicas, o tema “Animal Farm”, onde a banda ilustra a sua interpretação do livro clássico de George Orwell com um videoclip animado em que explora novamente a veia negra e conceptual que orienta este novo trabalho - e o 1.º single, “Dogs And Bones”.

O disco foi gravado, misturado e masterizado no estúdio da banda, no Verão de 2016. As composições são integralmente da autoria do quarteto lisboeta e as letras são escritas por Pedro Zuzarte.

A digressão de apresentação deste novo trabalho vai percorrer todo o país. Estas são primeiras datas da Tour Still Alive for the Growth.




Ficha Técnica

Teclados: Bernardo Afonso
Bateria: Diogo Teixeira de Abreu
Guitarra: Manuel Siqueira
Voz e Guitarra: Pedro Zuzarte



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Quinta-feira, 02.02.17

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CAPITÃO FAUSTO TÊM OS DIAS CONTADOS
Concerto

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sex. 10 fevereiro às 21:45h



Depois do Coliseu e da participação na maior parte dos festivais de 2016, a digressão nacional da banda pelas grandes salas tem a ACERT como itinerário

 

Os espetáculos no Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival Sol da Caparica, confirmam que os Capitão Fausto são, finalmente, uma aposta segura. Uma aposta no bom gosto musical e na sensibilidade apurada.

 

“Somos uma banda rock de Lisboa” A simplicidade com que os Capitão Fausto se descrevem desarma qualquer um. Porque é assim que se sentem e é assim que vivem. A história de Tomás, Salvador, Francisco, Manuel e Domingos tem o seu primeiro capítulo em 2011, com Gazela – o Álbum de estreia. Ali encontramos a urgência das canções juvenis, dos hinos pop que se cantam e sabem sempre a pouco. Em 2014 Pesar o Sol chega aos escaparates. E é neste segundo Álbum (muitas vezes o tudo ou nada de tantos Artistas) que se impõem como uma das mais originais e criativas propostas do nosso país. Defendem-no ao vivo, com espetáculos memoráveis nos grandes e pequenos festivais, nos clubes, nos Teatros, um pouco por todo o Portugal que os recebe e obriga a crescer. Como cresce exponencialmente a sua base de fãs, agora transformada em legião.

Em 2016 são as canções de Capitão Fausto Têm os Dias Contados que os levam a superar todas as expectativas. Pouco mais de 30 minutos de música e palavras, em modo pop recheado de primor e requinte, que contam as estórias de vida de cada um dos Capitão Fausto, mas que são muito mais que isso, porque crescer é para todos. Não se poupam os elogios e os aplausos, que chegam em catadupa. Os Capitão Fausto “afirmam-se como a voz de uma geração”, diz quem sabe. E esta geração quer elevar a clássicos imediatos as oito canções que lhe são oferecidas. A promessa é agora certeza e o primeiro lugar do Top nacional de vendas é uma das consequências. Incontornáveis, chegam ao primeiro lugar do Top Cision (que avalia a visibilidade mediática dos Artistas nacionais). Num ápice esgotam (em menos de uma semana) os dois espetáculos de apresentação no Lux, em Lisboa. Passam pelo Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival Sol da Caparica.

2016 confirma que os Capitão Fausto são, finalmente, uma aposta segura. Uma aposta no bom gosto musical e na sensibilidade apurada. Uma aposta na criatividade e no fulgor de uma banda que parece imparável. “Amanhã Tou Melhor” será seguramente um dos refrões mais cantados de 2016. De Outubro de 2016 a Março de 2017 os Capitão Fausto apresentam o novo álbum nas salas mais nobres do nosso país: os Teatros. E serão estes Teatros a mostrar a banda que soube como crescer ao lado dos fãs. A mostrar a banda que renasce a cada disco, que se renova com o cuidado de quem quer construir uma carreira sólida, de uma forma aparentemente galopante mas sem o torpor do deslumbramento. Para os Capitão Fausto “Os Dias Estão Contados”. Porque crescer é inevitável. E sabendo isso, vão continuar a fazê-lo nesta Digressão de Teatros.

 

Preços: 10€ / Associados – 7,50€ / Associados Montepio – 8,50€

 



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Domingo, 15.01.17

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ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO
Maestro José Eduardo Gomes
Concerto
Música sinfónica abre o ano com um programa de eleição

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 28 janeiro às 21:45h

 

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001. Considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Do seu historial destacam-se os concertos que tiveram lugar em monumentos arquitetónicos e o alargamento da sua atividade a outros municípios e distritos, para além de Coimbra. Passou ainda a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica. Também tem vindo a multiplicar a atuação de formações de câmara (trios, quartetos e quintetos, entre outras), disponibilizando assim um leque variado de programas/repertórios, em função das circunstâncias e / ou locais. Organizou concursos e conferências e festivais para além das atividades exclusivamente concertísticas. Ao longo destes anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente. Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra portuguesa, na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra, com especial destaque para os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, iniciados em 2007 com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos,. Em maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde, Mário Lúcio de Sousa, que declarou a Orquestra, além de "fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde", como sendo parte integrante desta. Por proposta do então Ministro Mário Lúcio de Sousa, a OCC acolhe em Coimbra o Centro de Transcrição da criação musical de Cabo Verde. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o Centro de Estudos da Morna que tem como principal intuito divulgar a Morna como património cultural da lusofonia. Em julho de 2015 interpretou obras de Vasco Martins e Mário Lúcio, tendo estes igualmente participado no concerto como interpretes. Em janeiro de 2016 a OCC esteve presente e atuou na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal. Editou vários CD´s, dos quais se destacam Cantar Coimbra 1 e 2 , a Suite Sinfónica Aeminium de José Firmino , Em Memória da Madrugada ou Viagens no Imaginário da Morna. Dos livros editados o destaque vai para As Primaveras, de Francisco Martins e Cesária - A rota da Lua vagabunda, da autoria de Tchalê Figueira e Vasco Martins, sobre Cesária Évora. Enquanto associação, a OCC tem ainda a responsabilidade da gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC). Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto. A Orquestra Clássica do Centro conta com o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra, e tem como Mecenas plurianuais a Caixa Geral de Depósitos e a EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC ou a ESART. Tem o apoio do Diário As Beiras e o Diário de Coimbra,Noticías de Coimbra, RTP e Atena 1, para além de empresas como a Critical Software, a ISA, ASCENDUM ou PLURAL. Em fevereiro de 2016, além da sua direção artística geral, apresentou a direção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Luís Tinoco, Mário Alves ou Marina Pacheco. É maestro titular desta orquestra, José Eduardo Gomes. Tem desde setembro de 2015 o estatuto de ONG para o Desenvolvimento.

 

Maestro José Eduardo Gomes

Como instrumentista tem-se dedicado à música de câmara e apresenta-se regularmente com diversas formações em Portugal, Itália, Bélgica, Suiça, Japão e Canadá. Participou em masterclasses de Direcção de Orquestra com Jorma Panula, António Saiote, Cesário Costa, Jan Cober, Gianluigi Gelmetti, Jésus López Cobos, Alexander Polishuk, Ernst Schelle, Luiz Gustavo Petri, Douglas Bostock, José Rafael Vilaplana e Peter Rundel tendo oportunidade de dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Musica, a Orquestra de Sofia (Bulgária), a Orquestra do Algarve, a Orchestre de la Haute École de Musique de Genève e Zurique (Suíça), a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Clássica do Centro, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmónica de Argovie e Remix Ensemble, entre outras. Foi assistente de Martin André na Orquestra Momentum Perpetuum. Entre 2008 e 2011, foi maestro titular da Orchestre Chambre de Carouge (Suiça). Recentemente dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica de Kaposvár (Hungria), a Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, Banda Sinfónica Portuguesa, Banda Militar do Porto, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Sinfónica da Esart, Orquestra Nacional de Jovens, Orquestra Sinfonietta, Orquestra Clássica de Espinho, onde teve a oportunidade de trabalhar com solistas tais como Bruno Giuranna, Atar Arad, Helen Callus, Roger Meyers, Iva Barbosa, Otto Pereira, João Sousa, Francisco Luís Vieira, Ana Luísa Pereira, Carolino Carreira, Francisco Pérez, Mário Laginha, André Dias, Joana Seara, Rui Gama, Ana Maria Pinto, Job Tomé, Luisa Tender, Henk van Twillert, Vitorino, Aldo Salvetti, Ricardo Gaspar, Pedro Lopes, Sérgio Pacheco ou Natalia Pegarkova. Foi assistente do maestro Peter Eötvös, com a Orquestra Sinfónica do Porto Cdm. Na sua vertente mais pedagógica, o maestro José Eduardo Gomes dirige regulamente orquestras de jovens com as quais realiza um trabalho de formação. Colabora regulamente com o projecto Orquestra Geração e com várias escolas um pouco por todo o país, como por exemplo, Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Escola ARTAVE, Academia de Música de Costa Cabral, JOBRA, EPABI e Academia do Vale de Sousa. Colabora igualmente com diversos ensembles, tais como Portuguese Brass, Serenade Ensemble e Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins. É membro fundador do Quarteto Vintage, maestro titular do Coro do Círculo Portuense de Ópera e maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP. Para a temporada 2015/16 tem já agendados concertos com as mais destacadas orquestras nacionais, diversos estágios e masterclasses. É o maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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Segunda-feira, 09.01.17

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O GALO CANT'ÀS DUAS
Concerto Galeria

 

Galeria ACERT
Data/Hora:  Sáb. 14 jan'17 às 22:30



A Banda promete encher de sons e imagens sincronizadas a instalação de José Crúzio

"A CASA é o que nós quisermos que ela seja. Um espaço físico, planeado e concebido tendo em mente os usos futuros que dela querem os seus inquilinos.

Um lugar-repositório de memórias e de vivências. A CASA também pode ser um corpo em trânsito , que em si encerra um ser e um estar, um sentir e um pensar. Que se expressam através do movimento, da voz e do olhar.Em suma,  um lugar onde nos acolhemos. Um porto de abrigo. Com gratas imagens e experiências.

Os GaloCant'àsDuas - como parte integrante da segunda série de videoperformances de A CASA - transformarão este porto de abrigo a seu modo ao  interagir, experienciar e comemorar esta CASA connosco com belos Cânticos. A banda inspira-se em ritmos variados, loops e batidas sincronizadas. A experiência ao vivo cria uma "viagem espacial", acompanhada pelo carisma característico do projecto e pela sonoridade que imprime na mente dos seus ouvintes. Esta versatilidade permite que Galo Cant'às Duas explore diversas vertentes musicais.

A banda é composta por Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso e teve origem em 2015, num encontro entre artistas plásticos, performers, actores e músicos, na ruralidade da aldeia da Moita, Castro Daire.

Galo Cant'às Duas nasceu de uma jam com os dois músicos. Deste encontro, emergiu a alma do Galo, fruto da música criada, impelindo à concordância na sua elevação.

Desde os finais de 2015 que a banda tem partilhado a sua obra por Portugal.

O Galo faz-se rodear de outras dinâmicas performativas e tem já gravado um concerto integral. O disco de estreia, esse, está para breve.

Entrada gratuita



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Quarta-feira, 14.12.16

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Apresentação de Candy Mountain , o duplo álbum de estreia de banda onde se destaca o “blues-rock corridinho”.

Pó, amor e ruído.


A música de Greyhound James (Tiago Gomes) nasce de uma mente descontinuada, que corre por lugares e momentos rodados em fita, sem no entanto, neles permanecer por muito tempo. Perseguido pela rudeza do Rock Clássico, propaga-se com o vigor de um cowboy renegado, que chora os seus pesares, montado nos Blues, adormecendo à luz do lume brando mas perpétuo do Soul.

Sábado, 17 de dezembro às 21:45, Auditório 2



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Domingo, 20.11.16

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MIGUEL CARDOSO
Concerto Nu Palco

 

Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 26 nov'16 às 21:45


Um músico de mil ocupações e projetos, que percorre palcos e o consultório de dentista com a mesma mestria com que deixa resvalar os dedos no braço do seu contrabaixo.

Música de cena, arranjos e originais estabelecem pontes entre a música tradicional, o jazz, a world music e os lugares de tertúlia em que a guitarra faz surgir um chorrilho de temas para que todos cantem. Subtil, oportuno, sonhador recatado, semeando talento e fraternas amizades. Um contrabaixo com dente do riso.

2001 foi o ano da primeira participação em atividades da ACERT, como voluntário músico no espetáculo Queima do Judas. A partir daí, ficou cada vez mais consistente a paixão pela ACERT, agora fazendo parte da família. Seguiu-se o Transviriato, Em Paz, várias Queimas do Judas, Soltar a Lingua, Cantos da Lingua, A Cor da Lingua, A Viagem do Elefante, espetáculo Chapa Cem e Bumbaem Moçambique. Participou na gravação de vários CDs como músico e também compositor. Foi responsável pela criação da música nos espetáculos de teatro Duas Historias de Solidão e E Agora, e fez parte de A Cor da Lingua na realização dos arranjos musicais para A Viagem do Elefante.

Começou por ser autodidata em instrumentos de cordas, aprendendo os instrumentos de acordo com a necessidade dos grupos que frequentava na altura. Entretanto ingressou o Conservatório de Música de Coimbra em 2001 onde terminou o 8º grau de Contrabaixo de Cordas. Neste momento faz parte de A Cor da Lingua, Toques do Caramulo, A Presença das Formigas, Fil’mus, Orquestra Smooth, Orquestra Aeminium, Orquestra Mar e Arte e colabora pontualmente noutros projetos.

Este espetáculo será uma viagem por músicas e instrumentos que têm marcado os caminhos por onde tem passado.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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Quarta-feira, 16.11.16

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MIGUEL CARDOSO
Concerto Nu Palco

 

Local:  Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb, 26 nov'16 às 21:45


Um músico de mil ocupações e projetos, que percorre palcos e o consultório de dentista com a mesma mestria com que deixa resvalar os dedos no braço do seu contrabaixo.

Música de cena, arranjos e originais estabelecem pontes entre a música tradicional, o jazz, a world music e os lugares de tertúlia em que a guitarra faz surgir um chorrilho de temas para que todos cantem. Subtil, oportuno, sonhador recatado, semeando talento e fraternas amizades. Um contrabaixo com dente do riso.

2001 foi o ano da primeira participação em atividades da ACERT, como voluntário músico no espetáculo Queima do Judas. A partir daí, ficou cada vez mais consistente a paixão pela ACERT, agora fazendo parte da família. Seguiu-se o Transviriato, Em Paz, várias Queimas do Judas, Soltar a Lingua, Cantos da Lingua, A Cor da Lingua, A Viagem do Elefante, espetáculo Chapa Cem e Bumbaem Moçambique. Participou na gravação de vários CDs como músico e também compositor. Foi responsável pela criação da música nos espetáculos de teatro Duas Historias de Solidão e E Agora, e fez parte de A Cor da Lingua na realização dos arranjos musicais para A Viagem do Elefante.

Começou por ser autodidata em instrumentos de cordas, aprendendo os instrumentos de acordo com a necessidade dos grupos que frequentava na altura. Entretanto ingressou o Conservatório de Música de Coimbra em 2001 onde terminou o 8º grau de Contrabaixo de Cordas. Neste momento faz parte de A Cor da Lingua, Toques do Caramulo, A Presença das Formigas, Fil’mus, Orquestra Smooth, Orquestra Aeminium, Orquestra Mar e Arte e colabora pontualmente noutros projetos.

Este espetáculo será uma viagem por músicas e instrumentos que têm marcado os caminhos por onde tem passado.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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Domingo, 13.11.16

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WHALES
Café Concerto


Rock alternativo e dançável.

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 19 nov'16 às 23:00

 

Os Whales nasceram em 2015, das cinzas dos Backwater And The Screaming Fantasy. Integrantes da editora Omnichord Records, os Whales fazem parte de uma nova cena musical que vem animando a região de Leiria, um movimento onde várias bandas partilham espaços e experiências como quem quer transformar a cidade portuguesa numa Manchester dos anos 80 e 90. Ouvindo os Whales, com o seu som cheio a cruzar rock com ritmos mais experimentais, percebe-se que o objetivo estará a caminhar na direção certa.

Depois de Silence 4 e Yesterday, este projeto musical de Leiria venceu o mítico festival Termómetro, que costuma ser apontado como antecâmara de lançamento nacional de novas bandas. O futuro o dirá, mas para já, é ouvi‑los ao vivo para confirmar tudo.

Entrada Gratuita.



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Domingo, 06.11.16

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TRESOR & BOSXH
Café Concerto
O estranho que se entranha

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 12 nov'16 às 23:00

 

Tresor&Bosch são C. Ricardino (Biarooz / Ratere) e Tiago Rosendo (Johnny Sem Dente / Ratere). Fins de tarde bem passados a explorar as suas vertentes mais eletrónicas levam ao nascimento de dois temas e a vontade de fazer mais. Ao comando dos seus synth’s, embarcam numa viagem espacial, e quem sabe talvez venham a ser os primeiros humanos a pisar marte.

Entrada Gratuita.



Ficha TécnicaC. Ricardino (Biarooz / Ratere)
Tiago Rosendo (Johnny Sem Dente) / Ratere



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Sexta-feira, 04.11.16

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20 DIZER
Trigo Limpo teatro ACERT
Teatro

 

Hospital Velho - Lar da Santa Casa da Misericórdia
Data/Hora:  Dom, 6 out'16 às 15:30


Espetáculo de música e poesia pelo Trigo Limpo teatro ACERT

A interpretação poético-musical tendo como trilho a palavra com som, cor, corpo e alma

A mestiçagem da declamação poética-teatral com a música, encantando viagens cruzadas por muitas geografias literárias emotivas.

O prazer de fazer de cada palco um espaço de partilha emotiva. Um duo com muita gente dentro.

 




Ficha TécnicaDireção Artística, declamação: José Rui Martins
Voz, flautas e mbira: Luísa Vieira
Som: Luís Viegas
Luz: Paulo Neto
Produção: Trigo Limpo teatro ACERT



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Segunda-feira, 31.10.16

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SMOOTH ORQUESTRA
Baile
Vamos dançar. Um baile, o prazer da dança e da boa música acompanhada pelos copos e petiscos.

Surgida em 1997, a Orquestra Smooth é um agrupamento musical composto por doze músicos da região Centro de Portugal. Com uma formação orquestral sui generis, possui vozes versáteis que transportam os ouvintes numa viagem alucinante por diversos estilos musicais. A realização de concertos temáticos e de glamorosos bailes são algumas das mais-valias que vão fazer deste baile um espetáculo inesquecível, com temas incontornáveis da música ligeira portuguesa e estrangeira, clássicos de salão e ainda ritmos calientes da América Latina.

 

 

Quando a ACERT faz um périplo pelos locais de memória em que habitou ao longo dos seus 40 anos, que melhor poderá haver que um baile num local com lembranças tão íntimas para quem nele viveu momentos inesquecíveis? O Cine-Tejá foi um poiso do Trigo Limpo teatro ACERT na preparação e apresentação dos seus primeiros espetáculos, e por lá passaram diversas companhias de teatro e outros espetáculos de música, saraus, ilusionismo, sessões políticas… O que muitos talvez desconheçam é que também foi sala de baile.

Normal 2,50€ / Associado 2€
Casal 4€ / Casal Associado 3€



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Terça-feira, 18.10.16

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BIRDS ARE INDIE
Café Concerto
Alternativos, subtis e discretos

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Seg, 31 out'16 às 23:00

“Let’s pretend the world has stopped”, o novo disco do trio conimbricense Birds Are Indie, é já o seu terceiro longa-duração, a somar a alguns EP’s que foram editando desde 2010. Numa altura em que o presente parece tornar-se obsoleto tão rapidamente, este é um álbum sobre a vontade de parar o mundo e ver o que acontece... às dúvidas e às certezas, ao amor e à solidão, à calma e à urgência. Editado em formato digital, CD e vinyl, a composição, gravação, mistura, masterização e o artwork foram totalmente feitos pela banda, à sua maneira, de forma independente. Por isso, ouvir este disco é como receber a Joana, o Jerónimo e o Henrique em casa. Se já os conhecem, convidem-nos a entrar com um sorriso, se não, não os deixem ficar à porta...

“O encanto de Birds are Indie é precisamente a simplicidade de quem porventura não nasceu para a música, mas a música, ainda assim, nasceu-lhes. É quase um manifesto antivirtuoso, minimalista, mas encantador.”

Jornal de Letras

 


Ficha TécnicaVoz, guitarra acústica: Ricardo Jerónimo
Voz, teclados, percussão, melódica: Joana Corker
Guitarra eléctrica, percussão, metalofone: Henrique Toscano



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Quinta-feira, 13.10.16

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BERLAU & A. M. RAMOS
Café Concerto
A mestiçagem sonora de guitarra e saxofone numa exploração atmosférica.

A história deste encontro começou a escrever-se, acreditamos nós, no ZigurFest de 2014, em que os Blaze & the Stars e Sax on the Road - onde militam Fernando Ramalho e António Ramos, respectivamente - actuaram. A esse encontro aparentemente casual seguiu-se um concerto inesperado na Voz do Operário e, mais tarde, uma participação de AM Ramos em ‘Démocratie’ (tema final do psicadélico en avant, route!) e em outras duas faixas de uma EP que os Blaze & the Stars vão lançar ainda este ano.

Talvez tenha sido essa dimensão espiritual que os aproximou, ou talvez tenha sido o gosto pela improvisação ou ainda as paisagens sonoras de sentimento à flor da pele. Fosse o que fosse, de repente estava tudo em família e nós ficámos felizes.

Evocando em partes iguais a espiritualidade de Don Cherry e a intimidade psicadélica de Ry Cooder, Red Railbus Sessions é um momento de escape feliz e sereno, que chega a ser desarmante pela honestidade que transparece ao longo destes trinta minutos. E se tudo correr bem, esta é apenas a primeira de muitas sessões que lhes vamos ouvir.

Entrada Gratuita.



Ficha TécnicaGuitarra eléctrica: Fernando Ramalho
Saxofone tenor:
António Ramos



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Domingo, 09.10.16

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CARLOS CLARA GOMES
Concerto Nu Palco

 

Local:  Palco do Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 22 out'16 às 21:45


Um acertino certificado por tantos sinais que deixou e continuará a deixar na alma do projeto da ACERT. O palco nu pertence-lhe pelo mérito com que tantas vezes o vestiu fraternamente.

 

Carlos Clara Gomes, cantautor, compositor, romancista, poeta, dramaturgo e encenador. Cumpre 45 anos de carreira neste ano de 2016. Diretor artístico da Companhia DeMente, da Tradisom Produções Culturais e d’Os Filhos do Nada. Também é coordenador dos projetos artísticos da ENLACE-Associação de Amizade Portugal- América Latina e maestro-titular da respetiva Orquestra. É formador nas áreas de Música de Cena e Música para Cinema e Vídeo. Tem no seu currículo a autoria de música de cena - com destaque para três óperas populares - para quase cerca de duas centenas de espetáculos de teatro, ópera popular, dança e vídeo, para além dos muitos espetáculos musicais que dirigiu. É assíduo frequentador de formas musicais das culturas populares do mundo, enquanto incorpora nas suas composições contributos de outras áreas estéticas, em muitas das suas vertentes e estilos. Assinou 48 discos enquanto autor, produtor, intérprete ou arranjador. Acertino de alma e coração, há quem diga que é a “caixa preta” de muitos voos delirantes em que connosco participou. Não nasceu na ACERT mas foi inequivocamente nesta casa que cresceu.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível



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Sexta-feira, 07.10.16

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MELO D


Café-concerto
Um músico que reinventa a música soul numa paixão sem limites às sonoridades afro-americanas.

Nascido em Angola e criado em Portugal, Melo D despertou cedo para a música. Das rimas criadas aos 13 anos, na Escola Secundária da Amadora, saltou para os discos, gravações e numerosos concertos que fazem parte da sua carreira.

As primeiras gravações datam do extinto programa Pop Off, na altura como MC do projeto “The Family”, com quem viria a gravar, em 1993, dois temas na primeira compilação de hip-hop Português: Rapública. Entre 1993 e 2003 desenvolve trabalho como vocalista da banda Cool Hipnoise, com quem gravaria Missão Groove, vencedor do melhor disco de música portuguesa nos prémios Blitz 1996. Editado em 2005, Chega de Saudade, uma produção conjunta com a editora Enchufada, segue o mesmo percurso e sublinha o seu crescimento como músico e produtor independente.

Em 2012, termina o 6 month full time guitar course em Londres, na London Music School. Em 2014, regressa com o terceiro disco a solo: Sou(l) de Lisboa, um trabalho que inaugura uma nova fase musical, uma nova banda.

 

Entrada gratuita


Ficha Técnica

Guitarra, voz: João Campos
Guitarra: Jorge Albuquerque
Bateria: Vitor Calado
Baixo: Luís Santos
Teclado e Synth: Teclas

 



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Quarta-feira, 05.10.16

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SELMA UAMUSSE
Concerto
Selma Uamusse canta o seu mundo com um mundo dentro de si.

Um concerto que afirma também as afinidades artísticas e solidárias da ACERT com Moçambique e a relação artística com os muitos criadores que marcaram o percurso da ACERT

A versatilidade, um poderoso instrumento vocal e a genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock (WrayGunn) ao afrobeat (Cacique 97), ao gospel, soul e jazz (Gospel Collective, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba), enriquecendo a sua viagem por diversos estilos. A cada passo, maior a consciência do poder transformador político e social da música.

Nos últimos dois anos tem acompanhado Rodrigo Leão como voz convidada, participando igualmente em discos e espetáculos de diversos artistas. O reconhecimento do seu talento foi-se alargando e trespassando áreas artísticas, tendo emprestado, no último ano, o seu corpo e voz a projetos de teatro, cinema e artes visuais.

O EP de estreia, onde se avança o primeiro tema “Ngono Utana”, contém tudo o que a Selma é: uma jovem e enérgica intérprete que viveu a adolescência durante o reinado do rock em Portugal, conhecedora do cancioneiro tradicional do jazz e soul norte-americanos, perita no trabalho das suas referências vocais mais preciosas, intérprete de ritmos e sonoridades africanas, bailarina, não profissional, mas feliz.

A mistura fina que a Selma oferece é bem mais do que um mosaico de colagens de todas as aventuras musicais e artísticas que viveu. É um organismo próprio, individual, identitário, de frescura e atualidade surpreendentes e inconfundíveis. Entre as machambas de Moçambique, os clubes noturnos europeus e a energia do rock, entre línguas e ritmos tradicionais africanos e produção eletrónica carregada de psicadelismo, entre timbilas e sintetizadores.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível



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Terça-feira, 04.10.16

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SELMA UAMUSSE
Concerto
Selma Uamusse canta o seu mundo com um mundo dentro de si.

Um concerto que afirma também as afinidades artísticas e solidárias da ACERT com Moçambique e a relação artística com os muitos criadores que marcaram o percurso da ACERT

A versatilidade, um poderoso instrumento vocal e a genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock (WrayGunn) ao afrobeat (Cacique 97), ao gospel, soul e jazz (Gospel Collective, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba), enriquecendo a sua viagem por diversos estilos. A cada passo, maior a consciência do poder transformador político e social da música.

Nos últimos dois anos tem acompanhado Rodrigo Leão como voz convidada, participando igualmente em discos e espetáculos de diversos artistas. O reconhecimento do seu talento foi-se alargando e trespassando áreas artísticas, tendo emprestado, no último ano, o seu corpo e voz a projetos de teatro, cinema e artes visuais.

O EP de estreia, onde se avança o primeiro tema “Ngono Utana”, contém tudo o que a Selma é: uma jovem e enérgica intérprete que viveu a adolescência durante o reinado do rock em Portugal, conhecedora do cancioneiro tradicional do jazz e soul norte-americanos, perita no trabalho das suas referências vocais mais preciosas, intérprete de ritmos e sonoridades africanas, bailarina, não profissional, mas feliz.

A mistura fina que a Selma oferece é bem mais do que um mosaico de colagens de todas as aventuras musicais e artísticas que viveu. É um organismo próprio, individual, identitário, de frescura e atualidade surpreendentes e inconfundíveis. Entre as machambas de Moçambique, os clubes noturnos europeus e a energia do rock, entre línguas e ritmos tradicionais africanos e produção eletrónica carregada de psicadelismo, entre timbilas e sintetizadores.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível



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Quinta-feira, 23.06.16

tom de festa.png

 

 

TOM DE FESTA
26º Festival de Músicas do Mundo ACERT
Tondela, 13 a 16 de julho 2016


CHEICKH LÔ, uma lenda da música africana
Dia 16, Sábado, 22:00 no Palco ao ar livre do Novo Ciclo ACERT

Cheikh Lô é uma preciosidade da música africana da atualidade. Voz carismática e compositor soberbo. Senhor de uma carreira musical longa e marcante. Galardoado com o Prémio Carreira no Womex 2015, o maior acontecimento mundial de ‘world music’. A música do Senegal numa mistura mítica e empolgante com muitas sonoridades do mundo.


Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=U1DZPudf3cY



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Sexta-feira, 17.06.16

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MEU GENERAL
Café-concerto
Um concerto que promete uma viagem pelo universo do rock’n’roll.

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 25 jun'16 às 23:00

 

Este projeto musical compõe um universo onde se notam as fortes influências do rock português. O poder das guitarras e a atitude combativa dos músicos e da sua interpretação são o seu melhor cartão de visita.

Em 2003, o Meu General edita o Cd Primeiras Impressões, cujo tema “Voz Dormente” tem como convidado Zé Pedro, dos Xutos e Pontapés, contando também com a participação de Marco Nunes (Ex-Blind Zero, Ex-Jorge Palma e Pedro Abrunhosa).

Para este ano de 2016, prepara-se já um novo Cd, sendo o concerto no Bar ACERT uma boa forma de o antecipar.

 



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Quinta-feira, 16.06.16

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FRAN PÉREZ
Concerto Nu Palco



Um tondelense da Galiza, ACERTino de alma e coração, apresenta a sua música na casa que também é a sua
 
Muita da música para teatro criada para o Trigo Limpo teatro Acert tem em Fran Pérez um distinto construtor de encantos. Entrou para a família ACERTina em 1994. Já lá vão 22 anos, desde que recebeu, com seus companheiros da Sala Nasa, em Santiago de Compostela, uma Acert que vem contando desde aí com a sua apaixonada companhia. É da casa, como todos reconhecem pela forma como semeia amizades e constrói sonhos comuns. É tondelense-moçambicano pelas ligações que tem sabido prolongar da afinidade iniciada com a Acert.


O seu nome é de uma Galiza que pulsa com a sua identidade numa Tondela onde tem deixado raízes profundas do seu talento e da sua paixão.


Frán Pérez é um compositor e intérprete que reparte a sua atividade entre o mundo da canção, a composição e o teatro. Publicou quatro discos, sob o nome artístico de Narf e, mais recentemente, com Uxía, “Baladas da Galiza Imaginária”.


Compôs obras sinfónicas, filmes de animação e apresentou os seus concertos em importantes teatros de muitas cidades espalhadas pelo mundo.


Foi um dos fundadores da sala Nasa, em 1992, onde atuou como ator e músico até 1998. Compositor de música de cena para mais de uma dezena de espetáculos do Trigo Limpo teatro Acert, sendo de destacar que fez também parte do seu elenco em algumas delas. Tem sido criador e diretor musical, ao longo de mais de quase duas décadas, dos espetáculos de rua Judas da companhia de teatro da Acert e dos engenhos cénicos Memoriar e Golpe d’Asa.

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível



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Segunda-feira, 30.05.16

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CMC BIG BAND 15'16
Conservatório de Música de Coimbra
Café-concerto



Generosidade e talento num demonstração de um Conservatório em relação permanente com os espectadores


Este coletivo surge como forma de proporcionar experiências performativas, no âmbito do grande ensemble, aos alunos do curso profissional de instrumentista de jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra.


Funciona ainda como montra do trabalho realizado no referido curso.


Esta formação centra a sua ação na escolha de um programa abrangente e idiomático, enaltecendo as potencialidades deste tipo de ensemble, com especial enfoque em aspetos histórico-culturais que, associados ao repertório próprio, conferem aos alunos uma perceção das singularidades de cada tema e compositor.


Ficha Técnica


Saxofones: Rafael Gomes, Diana Sampaio, Tomás Santos, Leonardo Vasconcelos, Pedro Cortesão
Clarinete Baixo: Carina Simões
Trombones: Zé Rui Sampaio, Luís Rosa, Tomé Santos, Francisco Heleno
Trompetes: João Serrano, Diogo Catarino, Diana Mendes, Nuno Rodrigues
Baixo: Alexandre Figueiredo
Guitarra: Joaquim Festas, Miguel Coelho, Cristiano Neves, Bruno Sousa
Piano: Daniela Batista, Estela Albino
Vibrafone: Nuno Justino, Rodrigo Paredes
Bateria: Diogo Alexandre, Hugo Gonçalves, Beatriz Ventura, João Cardita
Voz: Joana Rodrigues, Jenyfer Santos, João Caldeira
Direção: Rui Lúcio



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Domingo, 29.05.16

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OMIRI
Café-concerto

 

Pátio ACERT
Data/Hora:  Sáb, 4jun'16 às 23:00



Um dos mais originais projetos de reinvenção da música tradicional portuguesa.


Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espetáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura: músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso, mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composiçãoo e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.


Para acompanhar a música, haverá um baile, onde todos os temas tocados são dançáveis segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais, e não só (Repasseados, Drum’n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos...).


Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espetáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.


Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.


Multi-instrumentista, Vasco Casais apresenta em tempo real uma mescla musical surpreendente, com uma singular interação com projeção vídeo.


Ficha Técnica


Vasco Ribeiro Casais: Gaitas de Foles, Bouzouki Português, Cavaquinho, Nyckelharpa, Eletrónica e Vídeo em tempo real.

 



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Quinta-feira, 26.05.16

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TANIRA
Café-concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 28 mai'16 às 23:30



Entre o folk e o rock, os Tanira trazem à ACERT um som onde as raízes não temem o futuro

 

Fundados em 2006, os Tanira passaram por diferentes formações e sonoridades e marcaram presença em festivais nacionais como o Andanças, Arredas Folk (Barcelos), Festival Máscara Ibérica (Lisboa), e por espaços como o Musicbox, o Teatro da Malaposta ou o Teatro São Luiz, tendo ainda atuado em festivais internacionais.

 

Com um repertório composto por temas originais cantados em português, a banda editou em nome próprio o álbum Arcos Voltaicos, em 2013, que recebeu o prémio Revelação da Rádio Universitária do Algarve. Neste primeiro trabalho, inspirado pelo cruzamento entre a realidade e a lenda, pelas viagens e pela natureza, a energia do rock une-se às raízes da música tradicional, tocadas ao som de instrumentos como as gaitas de foles, flautas, bouzouki, baixo, percussão e vozes.

 

Os Tanira estão a preparar o seu segundo álbum de originais, para o qual exploram já novas sonoridades e temáticas.

Entrada gratuita



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Quarta-feira, 25.05.16

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CAIXA DE PANDORA
Concerto


Preço: 5/7,5 * €

 

Local:  Galaeria ACERT
Data/Hora:  de 21 mai'16 a 21 jun'16
Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb, 28 mai'16 às 21:45



Confirmar a opinião de Jorge Palma: “Tocam muito bem, aquilo é muita fruta! Estão na base dos virtuosos.”

 

Caixa de Pandora presenta-se publicamente em 2013, com diversas atuações em Portugal e no estrangeiro, mas é em 2014 que definitivamente se afirma, com o lançamento do seu primeiro CD: Teias de Seda.

Os membros que integram este Pandórico trio, já com uma sólida relação musical de 10 anos, inspiram e conspiram por entre o clássico e a world music, assinalado pelo talento e a criatividade na composição das Teias de Seda. Sem que possa ser rotulada, a sua música é proporcionadora de uma amplificação emocional, no sentido que promete suscitar as mais recônditas e tímidas emoções e transportá-las até onde o espectro criativo, de quem ouve esta música, o permitir.

 

“Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão
A força dos meus sonhos é tão forte
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias”

Sophia de Mello Breyer


PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível




Ficha Técnica


Rui Filipe Reis: Pianista, multi-instrumentista, composi­tor e produtor musical
Cindy Gonçalves: Violinista
Sandra Martins: Violoncelista/clarinetista



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Quarta-feira, 11.05.16

caixadepandora.jpg

CAIXA DE PANDORA
Concerto


Preço: 5/7,5 * €

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb, 28 mai'16 às 21:45

Confirmar a opinião de Jorge Palma: “Tocam muito bem, aquilo é muita fruta! Estão na base dos virtuosos.”

 

Caixa de Pandora presenta-se publicamente em 2013, com diversas atuações em Portugal e no estrangeiro, mas é em 2014 que definitivamente se afirma, com o lançamento do seu primeiro CD: Teias de Seda.

 

Os membros que integram este Pandórico trio, já com uma sólida relação musical de 10 anos, inspiram e conspiram por entre o clássico e a world music, assinalado pelo talento e a criatividade na composição das Teias de Seda. Sem que possa ser rotulada, a sua música é proporcionadora de uma amplificação emocional, no sentido que promete suscitar as mais recônditas e tímidas emoções e transportá-las até onde o espectro criativo, de quem ouve esta música, o permitir.

 

“Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão
A força dos meus sonhos é tão forte
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias”

Sophia de Mello Breyer


PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível

 

 



Ficha Técnica


Rui Filipe Reis: Pianista, multi-instrumentista, composi­tor e produtor musical
Cindy Gonçalves: Violinista
Sandra Martins: Violoncelista/clarinetista



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Segunda-feira, 09.05.16

gypsirufina.jpg

 

 

GIPSY RUFINA
Café-concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 21 mai'16 às 23:30



O folk/blues interpretado por um músico nómada italiano

Um projeto a solo do cantautor nómada Emiliano “Gipsy” Liberali.

Nascido e criado entre as montanhas, no centro da Itália (santa Rufina), desejou sempre olhar o que estava para além delas. Foi assim que avançou para Roma, onde tocou em diferentes bandas punk-hardcore. Depois disso, quis ver o que havia do outro lado do oceano. Vagueou pelos Estados Unidos da América durante meses e começou a escrever canções com uma guitarra acústica que comprou em Chicago, por 10 dólares.

De regresso à Europa, depois de muitas viagens pelo mundo, Gipsy gravou a sua primeira maqueta com um gravador de quatro pistas, em 2004, e começou a dedicar-se à música a tempo inteiro. Rapidamente a sua vida se transformou numa eterna digressão, seguindo o espírito dos antigos trovadores. Desde aí não tem parado, tocando as suas composições folk/blues por vários países, incluindo Portugal, onde deixou óptimos sinais das suas passagens em 2011 e 2013.

Entrada gratuita



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timholehouse.jpg

 

 

TIM HOLEHOUSE
Café-concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 14 mai'16 às 23:30



Folk e blues por uma voz Tomwaitiana

Tim Holehouse é um bluesman nem sempre muito ortodoxo, com a sua voz grave de crooner e os ritmos compassados do blues cubista à Tom Waits.

A sua carreira tem sido feita na estrada, ao mesmo ritmo que tem editado, o que tem feito do palco o seu habitat natural. É músico de folk e blues e começou a sua aventura a solo em 2005. Editou o seu primeiro álbum, Found Dead On The Shoreline, nos EUA e no Reino Unido. O sucesso deste trabalho empurrou-o para uma carreira que não havia planeado, contando já com uma discografia extensa.

Desde então nunca mais parou. A sua discografia é extensa, mas a maior paixão do músico é a de tocar ao vivo. Tim Holehouse já percorreu o mundo e está sempre em viagem, motivado pelo prazer de tocar e partilhar a sua música.

Entrada gratuita



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Quarta-feira, 27.04.16

galocantaduas.jpg

 

 

GALO CANT'AS DUAS
Café-concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 30 abr'16 às 23:30



uma viagem sonora por terrenos musicais inesperados

 

Uma banda que se inspira em ritmos variados, loops e batidas sincronizadas. A experiência que têm acumulado ao longo das suas atuações ao vivo favorece-lhes a incursão numa “viagem espacial” a bordo de um carisma musical caloroso e uma prática sonora que procura deixar marcas em quem assiste às suas apresentações.

Entrada gratuita.




Ficha Técnica


Hugo Cardoso – Bateria
Gonçalo Alegre - Guitarras



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maravilhosa!!Adorei!
ynossa amei a musica Quem dera se aparecesse um ho...
Gostooo💜💜
Once you found mejust a stranger in the crowdcould...
http://luisasobral.com/pt/aqui tem as letras! :)
Adoro Cristina Branco :)
Muito fixe
Gostei da musica da Telma Lee (https://canalkizomb...
olha so parece que bebes mt agua
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