Terça-feira, 17.01.17

 

Letra

 

MOTHER *
[Poem: Fernando Pessoa (s.d.)​ · Music: Mário Laginha]

Mother, my cheeks are wet.
Let down my hair and kiss
My brow. I seem to forget
Even if I think of this.

Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.
I loved and was not loved, mother.
Kiss me and let me be.

Let me sleep as of old, thy hand
On my brow, so calm and so deep,
That I feel't on my soul, my soul fanned
By thy breath on the face of my sleep.

I am but a little ship, mother,
Lost out in the sea.
Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.

* Song title adapted from the 1st word of the poem. Original title: «Mother, my cheeks are wet».

 



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Segunda-feira, 16.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e música: Carlos Heitor da Fonseca

 



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Letra

 

Música: João Black
Letra: José Luís Gordo

 



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Letra

 

Back

Não tenhas medo de cometer um erro
Porque...errar tem a mesma importância
Que acertar e nunca confundas fracasso
Com a experiência, porque isso...
...isso faz parte

(Refrão)

Eu sabia que embora eu tente
As cenas do passado ninguém muda
Aprendia e ainda hoje aprendo
Com os erros cometidos em loucura
Eu sentia com o passar do tempo
Que cair faz parte da aventura
Eu não queria nem podia
Sentir esta amargura

Zinho

Movido pelo momento em torno do meu pensamento
Espero co' que também foi, também volte co' vento
Só quero que chegue o "tempo" para mostrar que estou diferente
Estou a correr com o passado pronto para seguir em frente
Agora eu tento, fazer de mim um bom exemplo
Nada dura para sempre ao qual eu digo "felizmente"
Vim para ser independente, lutei para nao estar pendente
Com tudo o que me destrói por fora e por dentro


Back

Traçar o meu destino sempre foi objetivo
Livrar-me dessas condutas com 1001 motivos
Aprendo a vencer as lutas depois do primeiro murro
Ou a conduzir prudente depois do primeiro muro
Impulso, que a vida bomba no sangue aquecido
Saber abrandar nas lombas mas em ambos os sentidos
No momento que só pensei, em quem está comigo
Foi o momento que eu tentei, afastar o perigo

Cricial


Eu já fui tão parvo que parecia anedota
Quis ir andar de barco mas fiquei-me na doca
Não fui adotado mas já me senti um orfão
Fiquei 4 anos sem falar com a minha cota
Meu passado não são rosas tu notas nas prosas
Perdi muitas histórias mas nunca memórias
Aprendi a dar voltas sem me trocar nas voltas
Hoje estou com os meus brodas e a fechar-me em copas

Kali

Certa altura mais matura sem agir de forma crua
Eu assumo a minha culpa mesmo já sabendo a tua
Já sem cura mas perdura tu presente na moldura
E não ter a lembrança do que a alma já censura
Desculpa...nesta história sou sujeito
E errar é um predicado que acerto com um certo jeito
Mas respeito esta revolta que tento tirar proveito
E se a vida dá tantas voltas vou gerar ciclos perfeitos

(Refrão)

Eu sabia que embora eu tente
As cenas do passado ninguém muda
Aprendia e ainda hoje aprendo
Com os erros cometidos em loucura
Eu sentia com o passar do tempo
Que cair faz parte da aventura
Eu não queria nem podia
Sentir esta amargura

 



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Domingo, 15.01.17

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music and Lyrics: Rita Andrade

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 14.01.17

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 13.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

CRICIAL

Eu abuso do abuso quando o beat è poderoso
Assumo que não há sumo para este beat volumoso
Yeah, sou o às de copas que dizem ser misterioso
Segura-me que eu seguro-te, para este povo eu mostro love
Eu digo que não paro mas tentam-me sempre parar
Deixamos tudo bem claro não há como enganar
Mostramos o que é raro a união tá a falar
Passamos a noite em claro porque estamos sempre a brilhar
Eu sempre andei a solo era esse o costume
Mas agora tou noutro modo, o baralho é que assume
Quiseram-me pegar ao colo, e eu segui o meu rumo
Tão novo e puseram-me logo a andar sobre o lume
Tou farto de fracos factos farto de certos fardos
Forçados e bem farpados como escravos sem feriados
E esses pratos têm que ser lavados
Não digas que estás fat senão eu corto-te os hidratos

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

ZINHO

E se eu estava sentado, hoje eu estou levantado
Mais vale estar no começo do que não ter começado
Por mim rimava calado, no meu mundo bem pausado
O rap alojou na street, eu abanquei mesmo ao lado
Confesso, podem me dar por culpado
Porque eu lhe bati na dica e ele até me olhou de lado
Mas demos duas de treta, saquei duma ou outra peta
Enquanto no beat saltava e eu já ganhava etiqueta
Eu estou, com 4 naipes numa de cimentar bases
Numa de trepar paredes só pra rebentar com fases
O sonho é nosso numa de conjugar frases
E se é pra lutar por isto comigo trago freepass's
(oh shit) Nem cúbico nem nada
Convívio não pára, só porta encostada
E no move, me arrumo e orgulho, no fundo
Que um simples baralho já me ofereceu tudo!

4ASES

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

 



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Quinta-feira, 12.01.17

 

Letra

 

As vezes penso quem pensou que eu iria pensar em deixar de gravar mas deixei
Deixei, também, de passar a matéria que devia passar mas que eu nunca liguei (Reprovei)
Tive que pagar para ter notas para passar, mas passei
Passei porque paguei, mas paguei porque andei a vender numas ruas que só eu é que sei
Eu sei que pequei, mas já deixei
Deixei de andar contra a lei
Caguei sentei peguei no bloco e voltei
A fazer aquilo que me faz bem
Ás vezes falta inspiração, mas eu deito me no chão
Tu sabes que a vontade é tanta!
Eu faço as rimas na solidão, ya
Mas quem me motiva é a multidão que as canta
Ainda me lembro dos tempos do mapa, mostrava-se love juntava-se a tropa
Eu era chavalo no meio do pessoal mas onde havia freestyle eu tava na roda
Mas nessa altura já sabia que era preciso muito calo, para representar a Póvoa (para representar a Póvoa)
Uma das melhores zonas do rap tuga brotha

(Refrão x2:)

Desde das ruas aos becos da PVZ
Fazemos hip to the hop do que a gente vê
Trancados no block sempre a escrever
Um gajo se expressa no M.I.C.

Minha cidade é um palco daqueles bueda altos num instante dás um salto
Mas se o público quiser não te apanha e tu cais de cara no asfalto (Buzz down)
I'm back neste mov, i'm back nesta life, i'm back nesta arte
Dou o tudo por tudo, tou dentro do estúdio, a fazer o que eu curto e a mandar mais um fax
Eu faço rimas com a vida que eu passo, ultrapasso armadilhas no caminho que eu traço
O castigo foi do passado
Bitchliner foi só uma fase
As miudas eu sempre tratei bem
O mal foi que nunca tratei uma miuda só
Cansei, parei, establizei e hoje fechei, as portas do sotão
Andava na ruela com os meus fellas, eles diziam tem calma não te aprontes
Mas quando tiveres noutro level, sentires que tá na hora vai-te a eles (vai) solta-te aos lobos
Nunca tive dividido no percurso (han)
Nunca tive dividido no percurso (han)
Eu dei um passo atrás mas não foi para bazar
Foi só para vir com mais impulso (han)

(Refrão x2:)

Desde das ruas aos becos da PVZ
Fazemos hip to the hop do que a gente vê
Trancados no block sempre a escrever
Um gajo se expressa no M.I.C.

Quando eu estou com pica
M.I.C.
Quando dou na escrita
M.I.C.
Quando me ligo a tripla
M.I.C.
OOOOh shit
M.I.C.

 



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Letra

 

Se me deixasses ser
O sítio onde podes voltar
Depois do dia entardecer
Ou quando a noite te agarrar
O corpo forte de chegar
A casa de permanecer
A casa para regressar
Se me deixasses ser...
Seja onde for

Se o filme fosse meu
Na luta contra o mal
Tudo o que te faz doer
Morria no final
E se o escuro não passar
E te cega como uma prisão
Vou-te resgatar
Lavar-te o coração
Se me deixasses ser
Se fosse eu a mandar
Fazia-te ver...

Frente ao precipício
Juntos pela mão
Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão

Se me fizesses crer
no sitio onde posso voltar
para um dia entardecer
e quando a noite descansar
Na casa de permanecer
Na pedra que fazemos chão
para me rever
lavar o coração
se me fizesses crer
se fosse eu a mandar
fazia-te ver

 



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Letra

 

[refrão]
mas quem é que disse que tu bates?
é preciso ter tomates
meu boy isso é too much
do calão ao sotaque
eu só vivo a minha vida
ou qualquer coisa parecida
tatuagens na barriga
mas não são as do 2pac

[regula]
eu não espero um globo d’ouro
boy eu quero o globo todo
porque mesmo quando eu estava na merda nadava no topo do lodo
nunca fiz a cena no gozo
última sopa pus mesa para doze
mas armas-te em esperto e tens que aguentar a barra no momento embaraçoso
minha dica é jungle fever boy vê-me com b*mbas
mesmo que eu esteja de blazer, camisa nunca me confundas
eu disse a todos os meus arregos
‘tá em dia vocês finjam, vão para casa
se me virem a p*ssar com a minha maria
não me dirijam a palavra
quer dizer, agora não sei
mas ele era fora da lei
não tou a falar da califórnia quando te digo que moro em la
vou-me embora [?]
a zona tá toda na batucada
sabes bem as histórias que eu narrei
que nada disso é fantochada
‘tou com a minha turma na hora
até ao dia em que eu for embora
se por acaso eu tiver com a roupa d’ontem
é porque eu dormi fora
nunca me chamaram de fake
sempre me chamaram de straight
as queridas com que ‘tás agora
meu puto já me p*ssaram pelo estreito

[refrão]
mas quem é que disse que tu bates?
é preciso ter tomates
meu boy isso é too much
do calão ao sotaque
eu só vivo a minha vida
ou qualquer coisa parecida
tatuagens na barriga
mas não as do 2pac

 



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Quarta-feira, 11.01.17

 

Letra

 

Here's the girl whose smile is like the sun, shines like gold
Her eyes are greater than the widest deepest sea, so wide
Here's the girl who's like the summer breeze, great and clear
So clear, my body is a dancefloor to her soul and toes

So we walk, we walk and talk
like nobody else
Nobody
laugh and sing, to everything
like nobody else, nobody else, nobody else

Here's the girl who's always in a spin, round and round
ahh her body's turning on a carrousel oohh, ohh

Here's the girl whose smile is like the sun, shines like gold
Her eyes are greater than the widest deepest sea, so wide
So we walk, we walk and talk
like nobody else
Nobody
bride and groom, we watch the moon
Like nobody else, nobody else

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Meu pai vida
Não é novela
Nasceste numa barraca
Sem água e à luz das velas
Nunca tiveste nada a não
Ser o amor da favela
E andavas de porta em porta
Para dar uns trocos a velha
Os anos foram passado
E tu foste crescendo
Diariamente ias jogando o jogo
Que te enfiou la dentro
Eu só vejo cinzento
Mas o verde dos teus olhos
Para te ser sincero lamento
Mas tu é que plantas o que colhes
Foges da reta que te perde
Acaricas e perdes
A Carolina é pequenita
Mostra lhe um rumo diferente
Meu velho já sou crescido
Ao ver-te só peço que
Dures mais 4 Meses para
Conheceres o meu filho
Seguintes o teu caminho
Fizeste a tua cama
No teu olhar sinto frio
Já não esquenta nem com chama
O teu sorriso é um vazio
E a mim já não me engana
Doi me ver te perdido
Com a cabeça na lama
Tu já te queimaste tanto
Tens um palácio no sangue
Pai olha para mim
Tinhas um ar elegante
E no entretanto para o meu espanto
Não te vejo assim
Eu não lamento o que
Vivi, ver o que vi fez
De mim homem
Sei que para muitos ter muito
Muitos outros nem comem
Tu já não te importas que te olhem
Nem te olhas ao espelho
Enquanto uns nascem outros morrem
Eu rezo para o puto nascer primeiro
Com a fartura do dinheiro
Veio a loucura a tempo inteiro
A tua vida era um recreio
Hoje em dia choras
Velho não tens a visão
Daquilo que é correcto ou não
A mim parte me o coração dizer

A Vida é roda bota fora
E pai já ta mais que na hora
De eu olhar por mim
Dizem que um homem não chora
E eu não acredito
E aqui eu digo eu já chorei por ti sim
A Vida é roda bota fora
E pai já ta mais que na hora
De eu olhar por mim
A família não tem preço
Recolhesses e eu reconheço
Que nunca foi assim

Eu sou um puto que já viu muito
E sei que o tempo não sara
Vejo-te parado na vida pai
A vida não para
Mete a cabeça para cima e vai
Tem vergonha na cara
Se vires a porta de saída sai
Essa vida acaba
Quartas e meias fiadas
Guardas e meias rasgadas
Não cagas em quem te mata
E cagas em quem não te larga
É só garrafas chupadas
E partas todas queimadas
Com vacas todas quinadas
Trocaste tudo por nada
Foste a procura da loucura
E hoje és um louco na estrada
Mas o teu puto tem gana
De um bom Cubículo para a mana
Sou um bom menino capanga
É tão lindo ter grana
Eu cá vou indo no drama
Para comer fujo da cana
Rap corre atrás de mim
Eu corro a frente da fama
Eu quero é que a fama se foda
Quero é que a família coma.. sim
Mas como assim g não procuro o sucesso
Procuro encher o frigorífico
E saúde é o que eu peço
O estado está em estado critico
E não é nítido o processo
Quero um lugar pacifico
Longe da furia do universo
Meto o meu sangue em cada verso
E tento simplificar o que no fundo é tão complexo
A minha vida não tem nexo
Como é que eu não sabia
Eu não vou ter quem me criou
A criar a minha cria
Da vivenda para o anexo
Para ter as contas em dia
Ta tudo tão perplexo
E eu pergunto: Quem diria
A vida sobe e desce é a minha filosofia
Cota não importa a nota
O importante é a família
E agora que venha a Clarinha
Firme e com saúde eu tenho a cabeça para cima
Sou miúdo não interessa
Isso de ser puto é só conversa
Eu luto sem promessas, juntos os pontos
Monto as peças sem descontos
Tou na reta e não é narcotráfico
Dispensa quem precisa para conseguir ter o básico
Eu não sou praticante sou pratico ´
E ninguém me classifica
Pai hoje o teu filho é clássico
Tempo passa rápido e é trágico o sentimento
Vida acaba num ápice como disse eu vou vivendo
24 sobre 7 a batalhar no meu talento
Ao meu passo cá vou indo porque eu vingo me
E não me vendo

A Vida é roda bota fora
E pai já ta mais que na hora
De eu olhar por mim
Dizem que um homem não chora
E eu não acredito
E aqui eu digo eu já chorei por ti sim
A Vida é roda bota fora
E pai já ta mais que na hora
De eu olhar por mim
A família não tem preço
Recolhesses e eu reconheço
Que nunca foi assim

 



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Terça-feira, 10.01.17

mocho.png

 

Arranque da TOUR II 2017

28 de Janeiro no Teatro Municipal Constantino Nery em Matosinhos os MOCHO fazem o concerto de apresentação da Tour II 2017.

Depois de um ano e meio a preparar o novo álbum “MOCHO II”, o MOCHO está de volta em força, pronto para enfrentar os grandes palcos.

Podíamos dizer que o rock está de volta, mas a verdade é que sempre esteve connosco. Vestido de uma sonoridade densa e com arranjos que primam pelo requinte o MOCHO não se deixa levar pela electropop seguindo uma verdadeira sonoridade alternativa.

O cuidado com as letras e a assunção do português como a melhor forma de expressar a sua visão sobre o mundo são seu orgulhoso apanágio. A tudo isto se junta o cuidado na imagem e uma impressionante voz feminina que completa a estética do MOCHO.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Autoria: Rita Dias/Filipe Almeida

 



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Letra

 

Humildade a 100 sente-me na via
Dizem que eu não aguento a gente com mania
Eu não vou cair no esquecimento fuck para quem queria
4 Cantos na jogada mano quem diria?

Eu não mudo por nada mas há quem o diga e
O que eu tenho na cabeça é bancar a família
Tropa eu ando na batalha todo o santo dia
Se a música falha o que vai ser da minha vida?
A maria na barriga lá carrega a cria
Um puto á espera de um puto eu luto por mim
Ainda tenho 21 e há quem se ria
Mas quem se ri melhor é quem se ri no fim
Desculpa ser assim, não luto para ser aceite
Mano eu sou o que sou eu não quero ser perfeito
Minha vida mudou mas eu nunca mudei
Sou sempre o mesmo piruka meu rei
O mesmo piruka meu rei

E bem a minha mãe dizia
"tu toma cuidado"
O tempo traz sabedoria assenta o recado
Olho aberto fica atento sempre em todo o lado
E caminha pelo teu pé não queiras ser levado"
Eu nunca quis ser provocado
Eu nunca quis ser um pendura
Dizem que eu quero imitá-lo mas
Dillaz é dillaz, piruka é piruka

Hey wannabe o chaps é meu brotha
Não quero ser como ele são influências boca porca
Improviso é improviso com broka atrás de broka
Gargalhadas e sorrisos o resto do chão era a casota

E o que importa é madorna no mapa
Mother fucker a família não pápa
Se não gostas agarra na corda mete
Á volta do pescoço e dá-lhe um nó de gravata
Porque a dica é piruka na casa, eu não me envergonho
E exponho a minha raça faço-me á pista e vejo que
Há quem não faça muito
Passa a vida toda que se foda na fumaça

Mas tu tem calma miúdo
Puto a vida passa e baza a juventude
Abanco num canto á espera que isto mude
Sei que passei por muito mas não passei por tudo
Não passei por tudo
Não passei por tudo
Abanco num canto á espera que isto mude
Sei que passei por muito mas não passei por tudo

Mano a vida tá complicada
e a rapaziada emigra ou vai de saco
No bairro não se passa nada rotina é cansada
No meio das ratazana não queiras ser rato
Eu tou num mundo á parte
Fechado no meu quarto
um maluco no escuro a tentar fazer arte
E falo do estado da sociedade
quando devia era ficar calado

Escuta-me e pensa para ti
Porquê que tudo tem um fim?
Eu bem que tento ter noção
mas a razão não vem até a mim então
Tu escuta-me e pensa para ti
por que que tudo tem um fim?
Eu bem que tento ter noção
mas a razão não vem até a mim então
Tu escuta-me e pensa para ti
por que que tudo tem um fim?
Eu bem que tento ter noção
mas a razão não vem até a mim então
Tu escuta-me e pensa para ti
Tu escuta-me e pensa para ti
Escuta-me e pensa para ti

 



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Letra

 

Ando a ver se dás à costa
Acendo uma vela
A ver se tenho resposta
Da santinha da capela

Se a santa não desembucha
Diz me o coração
Que talvez deva ir à bruxa
Pra pedir mais uma opinião

Mas nem País - Nossos nem Avé- Marias
Me podem fazer esquecer
O quanto tu me arrepias
Quando me chamas mulher
Não posso perder-te
E se as cartas de tarôt
Dizem que devo esquecer-te
Eu digo isso é que não vou.

Quando vir uma cigana
Vou estender- lhe a mão
A ver se ela não se engana
E me lê o coração

Ao ler- me a linha da vida
Diz tim- tim por tim-tim
Que não há outra saída
Tu não vais voltar pra mim

 

Letra: Tiago Torres da Silva
Música: Guilherme Banza

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 09.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music and Lyrics by Luísa Sobral



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Domingo, 08.01.17

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Música e Letra: Rita Andrade

 



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Letra

 

A morte saiu à rua num dia assim 
Naquele lugar sem nome para qualquer fim 

Uma gota rubra sobre a calçada cai 
E um rio de sangue de um peito aberto sai 

O vento que dá nas canas do canavial 
E a foice duma ceifeira de Portugal 

E o som da bigorna como um clarim do céu 
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu 

Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual 
Só olho por olho e dente por dente vale 

À lei assassina, à morte que te matou 
Teu corpo pertence à terra que te abraçou 

Aqui te afirmamos dente por dente assim 
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim 

Na curva da estrada hà covas feitas no chão 
E em todas florirão rosas de uma nação 
____________________________________ 

música e letra de José Afonso 

 



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