Sexta-feira, 17.11.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Não encontrei os créditos desta música

 



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Quinta-feira, 16.11.17

 

letra

 

Nua e concreta
a realidade
que se projecta
pela cidade
em cada rosto
o inadiável
é o pressuposto
para o inevitável
voraz motor da emoção
que justifica o contexto
gerador de ilusão

Tanta pressa por repetição

Somos
a promessa orgânica
a resistência
à submissão mecânica
para a sobrevivência
na solidão urbana
de uma clara consciência
que complete a equação humana

Basta
de retórica vazia
de economia plástica
ganância tóxica, fria
pesada consequência
mágoa que se propaga
para nada.

Letra: Teresa Salgueiro

 



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Letra

"O Sonho de Clarinha"
Letra e Música: Paulo Cavaco

"Tem a razão no coração
Traz a emoção sempre á mão
Viu no seu sonho que a jogar
Nem o Ronaldo a faz parar

Gosta de jogar à bola
Joga na equipa da escola
Sonha jogar no Benfica
Ela é feliz, sem ser rica

Traz a camisa descosida
Não quer ficar bem parecida
Se lhe perguntam a quem sai
Ela responde "ao meu pai"



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Letra

 

Estradas que te farão sentir tão só
E dias em que tu vais ter desistir de ti
Sei que é dificil
Parece que a vida insiste
Em te provar que o céu só existe
Se um o dia conseguires tocar

O tempo vai devolver
Cada passo que dás
E vais perceber
O que ficou para trás
O tempo vai devolver
Onde quer que tu vaz
E quando o medo aparecer
Enfrenta que és capaz

Nem sempre que ouvires o não, quer dizer não!
Há uma luz que brilha em ti
E dá sentido a todo sim que um dia sonhaste ouvir
O tempo vai te devolver
Sei que é difícil
Parece que a vida insiste
Em te provar que o céu só existe
Se um dia o conseguires tocar

O tempo vai devolver
Cada passo que dás
E vais perceber
O que ficou para trás
O tempo vai devolver
Onde quer que tu vaz
E quando o medo aparecer
Enfrenta que és capaz

Deixa que o tempo (deixa que o tempo)
Seja os meus passos (seja os meus passos)
Sem ter medo de seguir
Deixa que o tempo (deixa que tempo)
Vença o cansaço
Porque o melhor está para vir!

O tempo vai devolver
Cada passo que dás
E vais perceber
O que ficou para trás
O tempo vai devolver
Onde quer que tu vaz
E quando o medo aparecer
Enfrenta que és capaz

 

Não encontyrei os créditos desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

A Carta do Lobo Mau

Letra e Música: Paulo Cavaco

 

 



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Quarta-feira, 15.11.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra, composição musical, programação, produção: Sérgio Deuchande

 



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Não ecnontrei a letra desta música

 

Peste & Sida - "Sol da Caparica, na minha bicla"

Música: João Pedro Almendra; João San Payo; Luís Varatojo; Fernando Raposo; Orlando Cohen

Letra: Pedro Machado; Catarina Freitas; Miguel Castro; João San Payo; João Alves

 



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Terça-feira, 14.11.17

 

Letra

 

Há dias assim
Em que a saudade aperta
E os ventos que desperta
Me trazem aqui

Há horas assim
Por tudo o que foi dito
Falado ou por escrito
Me lembro de ti

Quero ser o vento
P'ra te espreitar discreto
P'ra estar sempre por perto
Quando chamares por mim

E quero que esse dia
Quando souberes ao certo
Que a vida é um deserto
Te lembres só de mim

Há noites assim
Em que ao cair da hora
Se o sono se demora
Eu chamo por ti

E há Histórias assim
Que os dias não apagam
E mesmo quando acabam
Não têm um fim

 

Letra e Musica: Rodrigo Serrão

 



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Letra

 

Vou de manhã pró trabalho
e chego lá quase a dormir
mas o patrão não perdoa
e manda-me logo bulir

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

Depois do almoço
o boss apareceu
só me deu um toque e disse
(...)

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

Já mais para o fim da tarde
quando tentei dar á sola
dei de caras com o patrão
(...)

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

(é o bulé bulé...)

Vou de manhã pró trabalho
e chego lá quase a dormir
mas o patrão não perdoa
e manda-me logo bulir

(vai bulir...vai bulir)

Quando chega a sexta-feira
já tou farto de o ouvir
é dia santo lá na disco
eu vou dançar até cair

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

 



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Letra

 

TU QUERES QUE EU VÁ MAS NÃO VOU
NORMAL QUE TU DE MIM NÃO GOSTES
SE TE DÁS COM QUEM NÃO ME DOU
ABRISTE A PESTANA PRA VER SE O DILLAZ LÁ ESTAVA
NÃO ESTOU.
SOU MAIS UM PILAR NA BARRACA
E A BARRACA NÃO TOMBOU.

TU NÃO VÊS O CLIMA
ENTÃO SENTE O SORRISO A BAIXAR
QUANDO ELES SE APROXIMAM
PORQUE LHES BRINDAMOS NA CARA
COM UM COPO PARA CIMA
ENTÃO SENTE O SORRISO A BAIXAR
QUANDO ELES SE APROXIMAM

Eu arrastei a tua querida pra fora da zona
Pra não sentir o teu cheiro na cama que eu me deito
Cabeça massacrada com tapona
tu és o brother que vem roubar meia broca do meu parapeito
enquanto familiares disseram caga nisso
Fui resgatar o meu puto lá do cativeiro
A oposição vai dizer que o meu cabelo é postiço
O tio Marcelo assina embaixo para eu ser eleito

Já vi pessoas que diziam que jamais me roubariam
Quando eu fui ler o meu texto faltava uma alínea
Já vi meio quilo de galinhas marroquinas
Onde a bófia procurou e só viu porcos da Índia
Sufocado pelo próprio cordão
Criado no meu lindo Zambujeiro
Fui pro meu bairro e dizem desde então
Que ninguém sabe do meu paradeiro

Deus olhou pra mim e disse sem papas na língua
Que a minha rima era rara
Eu nunca fui bandido mas se ouvia gritar "Ala, que é cardoso!"
Madafuckas chamavam-me Tacuara
Não passas de um lamechas só lamentas
Tu só choras não enfrentas
Porque se tentas a tua bilha não sara
Eu tou-te aqui a ver brincar aos homens
Tens a cara dum caralho
Devias ter uma berguilha na cara.

TU QUERES QUE EU VÁ MAS NÃO VOU
NORMAL QUE TU DE MIM NÃO GOSTES
SE TE DÁS COM QUEM NÃO ME DOU
ABRISTE A PESTANA PRA VER SE O DILLAZ LÁ ESTAVA
NÃO ESTOU.
SOU MAIS UM PILAR NA BARRACA
E A BARRACA NÃO TOMBOU.

TU QUERES QUE EU VÁ MAS NÃO VOU
NORMAL QUE TU DE MIM NÃO GOSTES
SE TE DÁS COM QUEM NÃO ME DOU
ABRISTE A PESTANA PRA VER SE O DILLAZ LÁ ESTAVA
NÃO ESTOU.
SOU MAIS UM PILAR NA BARRACA
E A BARRACA NÃO TOMBOU.

TU NÃO VÊS O CLIMA
ENTÃO SENTE O SORRISO A BAIXAR
QUANDO ELES SE APROXIMAM
PORQUE LHES BRINDAMOS NA CARA
COM UM COPO PARA CIMA
ENTÃO SENTE O SORRISO A BAIXAR
QUANDO ELES SE APROXIMAM

 

 

Letra: Dillaz

Composição Musical: Lhast

 



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Letra

 

Acordas p'la manhã,
e em casa pouco te demoras,
vestes algo, mal te lavas e nao comes
sais correndo por essas ruas fora
para passar oito horas do dia,
no escritório onde tu trabalhas.

(Ref.) É o mundo cão, mundo cão, mundo cão

Corre, corre não podes perder o apito
tu sabes bem o relógio nunca espera
não te atrases quando vais picar o ponto
o teu patrão fica pior que uma fera.
Fazes contas e descontas para a caixa
e no fim do mês tens de contar as migalhas

Ref.

Cuida da vida e cuida das migalhas
talvez consigas uma boa promoção
segue o exemplo dos teus colegas canalhas
que te desprezam por essa mesma razão

De regresso a casa, matas a sede,
bebes uns bagaços,
afogado pelo alcóol que bebeste
esqueceste as frustrações e os fracassos
E OS FRACASSOS

Ref.

 



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Segunda-feira, 13.11.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music by João Bettencourt Pedroso & André Pires

Lyrics by Alexy Onica

 



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Letra

 

Não ecnontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Não encontrei os créditos desta música

 



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Domingo, 12.11.17

 

Letra

 

não me deixes cá ficar que o tempo que já deixaste passar 
reflecte muito acerca da tua personalidade 
e da tua verbalidade não tenho nada a afirmar 
não escreves poemas mas citas Pessoa a bailar 


às vezes dizes tanta merda 
embora não saiba viver sem ti 
acho que sais fora de mim 

então fazemos assim 
não entendes que o meu desencanto 
reside em não estares aqui 


e tu sentada em casa, descansada 
não tanto a escrever mas mais a ler 
tu despreocupada com a figura que dizes ter 
e nem num momento em mim o pensamento 


às vezes dizes tanta merda 
embora não saiba viver sem ti 
acho que sais fora de mim 

então fazemos assim 
não entendes que o meu desencanto 
reside em não estares aqui 


para ti cá estou eu mais uma vez 
impotente a escrever sem poder te tocar 
nem pensar só porque continuas a teimar 
que esta cidade não é de apaixonar

 

letra e música de Henrique Janeiro. 

 



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Letra

 

Sabes quando o amor acaba
E tu não tens nada a dizer
Ninguém sabe ainda da desgraça
Só tu sabes e era melhor não saber

Como lidas com tal coisa
Se o coração parou, se a paixão nos deixou
E nunca mais contes com um beijo
Com tanto desejo, daquelas noites de prazer

Guardei aqui esta canção para ti
P’ra te dar no dia em que acaba p’ra mim
É com pena minha que te vais assim
Nunca te esqueças de mim

E sabes quando o amor acaba
E tu não tens nada a dizer
Dizes que te ocupas com os livros
Mas tu nem sabes como viver

Como lidas com tal coisa
Não saber para onde ir, não saber o que sentir
E não ter a certeza se um dia
Como por magia o amor irá aparecer

Guardei aqui esta canção para ti
P’ra te dar no dia em que acaba p’ra mim
É com pena minha que te vais assim
Nunca te esqueças de mim

Sei de quem tenha mudado alguém
Mas nunca p’ra melhor
Sempre para o lado que lhe convém

E tu quiseste mudar alguém
E não foi p’ra pior
Foi para o lado que te convém

Guardei aqui esta canção para ti
P’ra te dar no dia em que acaba p’ra mim
É com pena minha que te vais assim
Nunca te esqueças de mim

 

Não encontrei os créditos desta música

 



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Sábado, 11.11.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Mudou a minha vida, vida, vida
Mudaste a minha vida, vida, vida
Mudaste a minha…


Sinto mudaste-me
Para melhor e agora que
Tu apareces-te eu não quero
Que te vás… Vás embora


No meu jardim, há uma flor
Que igual eu nunca víra
E quando a vi, foi quando soube
Que nasceu para ser minha
E seja como for tu,
Serás sempre essa flor que,
Que brotou e mudou


Mudou a minha vida, vida, vida
Mudaste a minha vida, vida, vida
Mudaste a minha vidaaaa ,vida, vida
Mudaste a minha vida, vida, vida


Para melhor, muito melhor
E eu já não sei viver sem ti
E o melhor, sim o melhor
É ficares perto de mim


E da minha vida, vida, vida
Mudaste a minha vida, vida, vida
Mudaste a minha…

 

Letra e Música: AGIR

 



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Sexta-feira, 10.11.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não ecnontrei a letra  desta música

 

Escrita e produção áudio por Pedro Carvalho.

 



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Quinta-feira, 09.11.17

 

Letra

 

Um dois e tal
Mais o complexo anormal
Contei as horas
E elas por mim

Eu deixo à imaginação
Embora ainda há quem diga que eu
Não canto assim tão bem
Eu escolho umas palavras giras
E uns provérbios que assentam OK

E queres mesmo ser o rei de ninguém?
Eu não quero ser o rei
Não o rei de alguém como nós

A sorte cumprimenta os audazes
Neste jogo és um peão, marionete com paixão

Debaixo do sol tu és igual a mim, um aprendiz
Irmão, estende a tua mão e dá o que tens

A marca que me move é para ficar
O mundo que detesto é para acabar
Não és o primeiro a ocupar o trono
Nem serás o último a olhar para o lado

Um dois e tal
Mais o complexo anormal

Mas porquê aguentar?
Mas porquê deixar a desejar?

 

Letra por Afonso Alves.

Música por Afonso Alves e Guilherme Baptista.

 



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Letra

 

Perdi-me no espaço tempo
Alheia ao teu movimento tento
Não encontrei vontade esquecia
Para o meu pensamento um dia

Estado de apatia
Colada no conforto
Não saia do lugar
Confio sem esforço

Perco os meus sentidos
Ainda que despertos
Afogo a minha alma
Com o peso do tecto

Olhos de pedra
Esferas baças frias
Sem luz e sem vida

Olhos de pedra
Pedaços, restos, cinzas
Janelas destorcidas

Podia ler poesia podia
Embalada num som novo sorria
Mas está tudo planeado respeita
Não há vagas para gostos aceita

Estado de apatia
Colada no conforto
Não saia do lugar
Confio sem esforço

Perco os meus sentidos
Ainda que despertos
Afogo a minha alma
Com o peso do tecto

Olhos de pedra
Esferas baças frias
Sem luz e sem vida

Olhos de pedra
Pedaços, restos, cinzas
Janelas destorcidas

Há hora marcada eu olho para ela
E transformo-me em tela

Olhos de pedra
Esferas baças frias
Sem luz e sem vida

Olhos de pedra
Pedaços, restos, cinzas
Janelas destorcidas

 

Não encontrei os créditos desta música

 



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Letra

 

A letra é a original do Carmos do Carmo

 

Lá vai no mar da palha o cacilheiro,
Comboio de lisboa sobre a água:
Cacilhas e seixal, montijo mais barreiro.
Pouco tejo, pouco tejo e muita mágoa.

Na ponte passam carros e turistas
Iguais a todos que há no mundo inteiro,
Mas, embora mais caras, a ponte não tem vistas
Como as dos peitoris do cacilheiro.

Leva namorados, marujos,
Soldados e trabalhadores,
E parte dum cais
Que cheira a jornais,
Morangos e flores.
Regressa contente,
Levou muita gente
E nunca se cansa.
Parece um barquinho
Lançado no tejo
Por uma criança.

Num carreirinho aberto pela espuma,
La vai o cacilheiro, tejo à solta,
E as ruas de lisboa, sem ter pressa nenhuma,
Tiraram um bilhete de ida e volta.

Alfama, madragoa, bairro alto,
Tu cá-tu lá num barco de brincar.
Metade de lisboa à espera do asfalto,
E já meia saudade a navegar.

Leva namorados, marujos,
Soldados e trabalhadores,
E parte dum cais
Que cheira a jornais,
Morangos e flores.
Regressa contente,
Levou muita gente
E nunca se cansa.
Parece um barquinho
Lançado no tejo
Por uma criança.

Se um dia o cacilheiro for embora,
Fica mais triste o coração da água,
E o povo de lisboa dirá, como quem chora,
Pouco tejo, pouco tejo e muita mágoa.

 



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Letra

 

Estou tão longe
Já nem sei como é que aqui cheguei
Sem razão

Perdi o rumo por uma nação
Rasgo o mundo sem temer
Quando desespero para sobreviver
Foge a força que não encontrei
Quero esquecer
Esta guerra que não para
Sem desistir, quero curar
Esta ferida que não sara
Não temi
Uma viagem, foi miragem
Ficar aqui
É uma esperança que não entendi
Rasgo o mundo sem temer
Quando desespero para sobreviver
Foge a força que não encontrei
Quero esquecer
Esta guerra que não para
Sem desistir, quero curar
Esta ferida que não sara
Quero esquecer
Esta guerra que não para
Sem desistir, quero curar
Esta ferida que não sara
Quero esquecer!
Quero esquecer
Esta guerra que não para
Sem desistir, quero curar
Esta ferida que não sara
Quero esquecer
Esta guerra que não para
Sem desistir, quero curar
Esta ferida que não sara

 

Não ecnontrei os créditos desta música

 



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Quarta-feira, 08.11.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Não ecnontrei a letra ou os créditos desta música

 



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