Quarta-feira, 21.06.17

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Descaradamente para ti
 
Este disco pode ser um choque. E será, seguramente, um “caso” que vai fazer-se ouvir e dar que falar por muito, muito tempo. Não apenas porque é indecentemente bom, mas porque abre uma porta que, até agora e no mundo inteiro, muito poucos se atreveram a transpor com êxito: (o)usar e mexer no que já é perfeito, retomando uma dúzia de velhas canções e transportando-as para uma outra dimensão sem que a essência de cada uma delas em momento algum se dilua ou se desfigure.


Este disco é um trabalho de inteligência. Propõe-nos, a partir de um conjunto de temas de um dos maiores criadores portugueses, uma outra escuta e uma outra leitura, universal e contemporânea, que as engrandece e acrescenta. Se dúvidas houvesse sobre a perenidade adjacente à obra de Fausto Bordalo Dias, bastaria ouvir estas canções, refeitas com muito engenho e grande arte: está aqui tudo o que já estava, mais o que lhes foi acrescentado, e o mais que se ouvirá.


Este disco é, pois, a prova de vários factos: que esta música está (esteve sempre) muito para lá do tempo e do espaço em que foi feita; que estas palavras e estes sons carregam em si toda uma visão dinâmica do mundo; que com talento e génio em doses certas não há mesmo limites para o que a música pode ser.


Este disco é o passo seguinte de uma das mais notáveis bandas de língua portuguesa. Luanda Cozetti e Norton Daiello são os Couple Coffee, ou pelo menos a sua parte mais visível. Na verdade, o duo é frequentemente um agregador de talentos vários (como aqui acontece, e aconteceu também nos registos anteriores), juntando vozes de diferentes quadrantes e sensibilidades, associando músicos com distintos percursos, e criando a partir daí como que uma outra identidade, concreta e definida, onde o total é sempre muito mais do que um somatório de partes avulsas.


Este disco é um caso de perfeita simbiose entre o amador e a coisa amada: entre Luanda, Norton e todos os músicos que tão prazenteiramente se nos apresentam, e o autor e as canções que escolheram para dar corpo a uma obra que é, só podia ser, um acto de amor. E, por isso, também um acto de partilha. Tomai e comei.


Este disco chama-se “Fausto Food”, e isso não é um acaso – como nada do que a Luanda e o Norton fazem é por acaso. Para os que, por simplicidade ou preguiça, se apressem a fazer a analogia fonética óbvia com qualquer tipo de comida rápida, dir-lhes-ei que esta “food” é antes uma refeição gourmet, para saborear intensa e vagarosamente como é próprio dos bons manjares. E, já agora, com o som bem alto, de preferência.  


Este disco não é próprio para ouvidos calcificados, como não o é nenhum outro disco de Fausto ou dos Couple Coffee. Digo, com a certeza que me dá tudo o que (ou)vivi, que este é dos melhores trabalhos a que a língua portuguesa e música dela deram origem neste século.


Este disco pode ser um choque, e oxalá que sim. O Fausto, a Luanda, o Norton, e todos quantos lhe deram corpo e alma, merecem. E nós, ouvintes felizes, só temos de lhes agradecer este (en)canto.
Posto isto, apertem os cintos, e lá vamos nós. Descarada e alegremente, que o tempo não é de ais, mas de querer mais.
 
Viriato Teles
(escrito em profundo desacordo e sem nenhum respeito pelo “Acordo Ortográfico”)

 

"Fausto Food" é o nome do novo álbum e single dos Couple Coffee com edição marcada para dia 23 de Junho. 



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Letra

 

Hoje acordei com pouca vontade,
Já sei que não vou ver ninguém.
Quem vem de lá traz pouca saudade
E as mãos a tremer também.
Recorro à cafeína, água, multivitaminas
Mas ela 'tá cá p´ra ficar.
Já vi que esta menina não traz adrenalina,
E agora só me resta estar.
Eu já não sei se venho resistir ou se vou ficar bem.
Eu já tentei seduzir mas tenho que acatar também.
Merda da grossa só me cria mossa,
Ainda me lembro de ti.
Fui de carroça p'ra terra da troça,
Já nem sei bem o que vi.
Eu já não sei se venho resistir ou se vou ficar bem.
Eu já tentei seduzir mas tenho que acatar também.
Sono só sobe quando a maldita já não me descobre.
Sono só sobe quando a maldita já não me descobre.
Sono só sobe quando a maldita já não me descobre.

 



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Terça-feira, 20.06.17

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"DIRTY LITTLE GIRL" 
NOVO SINGLE do VÍTOR BACALHAU


"Dirty Little Girl" já se encontra disponível nas plataformas de música.
O tema é o primeiro single do novo disco do Vítor Bacalhau - "Cosmic Attraction” que será lançado em Outubro deste ano com o selo da Mobydick Records. O músico algarvio tem vindo a dar provas de grande competência e maturidade no mundo do Blues/Rock nacional.
 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Produção: Rizzo
Composição: Rizzo
Letra: Laton Cordeiro, MC Zuka
Guitarras: João Barradas
Teclas: Rizzo
Voice Mixing: Zacky Man
Mistura: Pedro Serraninho
Master: Walter Coelho

 



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PARTY WINNER - O NOVO SINGLE DE PUTZGRILLA

 

E o Verão acabou de ficar ainda mais quente! Um dos projetos de música eletrónica mais bem sucedidos em Portugal acaba de lançar um novo single, desta vez em colaboração com Laton Cordeiro e MC Zuka.

 

Depois do sucesso de “Sentadinha”, uma nova colaboração com MC Zuka já era há muito pedida pelos fans do grupo e a adição de Laton Cordeiro, vem tornar “Party Winner” num autêntico hit instantâneo.

 

 



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Letra

 

Ando monossilábico
E não passo do estático.
P'ra quê combinar?

Tenho a expectativa
Que a cura passiva
Seja deixar andar.
Isso não soluciona
Quando a rua é toda
Feita p'ra me empatar.
Tento toldar a vista,
Ignorar a pista
Que devo aceitar

O que há por cá

Deves achar estranho o meu empenho
Em alimentar.
Agora que te entranho, já acho que tenho
De te desligar.
Sei que aqui há diferença e não pertence
Ao que vou lembrar.

Posto isto eu aposto
Embora não goste
Vens p'ra ficar.

Não tens muita atitude,
A mim falta virtude
Para nos ocupar.
Não sei matar o tempo.
Na verdade, nem tento.
Isso já satisfaz.
Contento-me com o médio
E abraço o tédio
Da tua condição.
Lá no fundo a minha
É recordar o que eu tinha
E nem prestar atenção.

Ao que há por cá

Deves achar estranho o meu empenho
Em alimentar.
Agora que te entranho, já acho que tenho
De te desligar.
Sei que aqui há diferença e não pertence
Ao que vou lembrar.

Posto isto eu aposto
Embora não goste
Vens p'ra ficar.

 



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DEIXEM O PIMBA EM PAZ
NO CASCAIS GROOVE A 23 DE JUNHO

O projecto liderado por Bruno Nogueira e Manuela Azevedo actua no próximo dia 23 de Junho no Cascais Groove, Parque Marechal Carmona, em Cascais.

Deixem o Pimba em Paz é antecedido pela actuação de As Baladas do Dr. Paixão, projecto de Nuno Markl e João Só.
Os concertos têm início às 21h30.

Esta é a a segunda edição do Festival Cascais Groove, que pretende aliar a música a um ambiente de bem estar e de partilha de experiências.


23 de Junho | Parque Marechal Carmona | 15 euros



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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A dupla de Blues/Rock de Torres Novas lançou o EP "Single Malt Blues" já disponível no Spotify e encontra-se neste momento a promover o seu trabalho, com o teme “Birds and the Bees” já a rodar em rádios.

 

 



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Letra

 


I love the things that children love Yet with a comprehension deep
That lifts my pining soul above Those in which life as yet doth sleep.

All things that simple are and bright, Unnoticed unto keen‑worn wit,
With a child's natural delight That makes me proudly weep at it.

I love the heavens with a joy That makes me wonder at my soul,
It is a pleasure nought can cloy, A thrilling I cannot control.

So stretched out here let me lie Before the sun that soaks me up,
And let me gloriously die Drinking too deep of living's cup;

Be swallowed of the sun and spread Over the infinite expanse,
Dissolved, like a drop of dew dead Lost in a super‑normal trance;

And in a strange way undefined
Lose in the one and living Whole
The limit that I call my mind,
The bounded thing I call my soul.

 

Alexander Search

 



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Segunda-feira, 19.06.17

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Diogo Piçarra

“do=s” e “Espelho” editados em vinil pela primeira vez

Diogo Piçarra edita pela primeira vez em vinil o galardoado primeiro álbum, “Espelho” e o mais recente “do=s”. “Espelho”, o disco que deu a revelar Diogo Piçarra como autor e compositor, editado originalmente em 2015, ganha uma nova edição em CD com faixas extra e músicas ao vivo. Assim, ficarão reunidos num só CD temas como “Tu e Eu”, “Volta”, “Verdadeiro” e “Meu é Teu”, o dueto que Diogo Piçarra tem com Isaura.

Todas estas novas edições chegam às lojas a 23 de Junho.

Diogo Piçarra continua a promover o seu mais recente álbum, “do=s”, do qual já foram retirados 3 singles de sucesso: “Dialeto”, cujo vídeo recentemente ultrapassou as 10 milhões de visualizações no VEVO, “História” com 5 milhões de visualizações e “Já Não Falamos” com 2 milhões de visualizações.

A TOUR do=s continua a levar milhares a ouvir todos estes temas ao vivo.

Próximas datas aqui:

22.06     Lousã

23.06    Festas de São João – Braga

24.06    Vila Velha de Rodão

29.06    Camara de Lobos – Madeira

30.06    Feira da Vinha e do Vinho - Anadia

01.07    Estela – Póvoa do Varzim

08.07    Oliveira de Azeméis

13.07    São Miguel - Açores

14.07     MEO Marés Vivas

15.07    Amor – Leiria

22.07    Pedrogão Grande

23.07    Monchique                            

28.07     Oliveira do Hospital

29.07    Vila Chã de Ourique                                             

01.08     Cantanhede – Expofacic

03.08    Ribeira de Pena

04.08    Festival do Atlântico – Alcobaça

07.08    Benavente

09.08    Semana do Mar – Faial, Açores                      

11.08     Louriçal                 

12.08     Ferrel    

13.08     Olhão – Festival do Marisco

14.08    Fronteira               

15.08     Ribeira De Frades

18.08     Viseu – Feira de São Mateus                             

19.08     Canedo – Santa Maria da Feira

21.08     Penafiel – Agrivale 2017                                    

24.08     Corroios

25.08    Festival do Crato

01.09    Póvoa do Lanhoso

02.09    Cuba

09.09    Ovar                        

10.09     Alpiarça

15.09    Nazaré

22.09    Carvoeira - Ericeira

27.10     Coliseu do Porto                                  

03.11     Coliseu de Lisboa

25.11    Viana do Castelo          



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Letra

 

Eu sinto aquilo que sentias nos momentos de esforço
*******, caricaturas não passavam do esboço
O poço ficou-se ***, doces momentos que eu lá passei
Com uma fisga lá no mato ou nas cabanas que eu montei
Em pedras me sentei
O mar eu avistei
Para o olho 'tar aberto por experiências eu passei
As horas que contei minuto após minuto
Corria não me cansava, um gajo ainda era puto
Lembro-me daqueles momentos que de guita tava mal
A barriga tava bem e era isso o essencial
Quando a minha mãe gritava porque me portava mal
Perdido e iludido no meu mundo *****
Na escola era bola eu nunca quis ser doutor
Já na primária ensinava armadilhas ao professor
Para o bem, o amor, para o mal um traquina
Nos intervalos com o Eddy sempre a apalpar as meninas
E eu hoje abro as cortinas e vejo a bazar amigos
O que hoje são picardias ontem foram castigos
Eu já passei por perigos, com os meus tropas tanta cena
Que mesmo que desiludam, quebrar laços tenho pena
Quinzena após quinzena vejo a vida meio surda
A morte numa estrela ensinou-me que a vida é curta
A vida é muito rápida, sem tempo para agir
Pois mesmo que te levantes sabes que cais a seguir

Refrão
Quero os teus lábios para cima
Quebra a barreira que te fecha o caminho
Mostra o sorriso a quem precisa, não vivas sozinho
Cultiva aquilo que um dia te vai dar carinho
A vida é fácil de viver se tiveres um vizinho
Podes achar e viver a vida numa ânsia
Manos pensam como tu e saiem de ambulância
Podes até fingir, mas lá à frente cais
Podes até partir, mas diz para onde vais

Quando eu tinha a tua idade, hoje cresci um bocado
Os anos vão-se passando e continúo desvairado
No tempo que foi passado era outra brincadeira
A derrapar e a saltar até acabar em choradeira
Porque a vida é uma lareira que mantém a chama viva
Do Zamba para a Madorna era outra perspectiva
Zambujeiro, grande terra, vitórias e derrotas
Madorna era só gandins mas também tinha lá tropas
Tu topas o que eu sentia dividido a meio
O vento leva o pensamento e o tempo leva o recreio
Só a minha mãe atura à altura do que eu desvaneio
Olhado sempre fui mau olhado eu também creio
Sou M de Madorna, perfeitura, preconceito
Aquela terra que eu não cago e trago no peito
No meio da velha guarda só brincava com uma bola
A esses agradeço seja nova ou velha escola
Porque a vida desenrola o novelo
Por vezes coça-te o pelo
E o teu destino, tu só tens que fazê-lo
E se eu te deixo o apêlo
A tua persona faz fita
Com regras mais rigorosas que a régua da Dona Zita
Porque a vida é uma fachada, mas para quem é fantoche
Muitos têm a vida agarrada, mas só faz toca-e-foge
Deixa a tristeza veloz
Que te baixa a auto-estima
Vê um futuro risonho, põe os teus lábios p'ra cima

Refrão

P'ra cima, quebra a barreira que te fecha o caminho
Mostra o sorriso a quem precisa, não vivas sozinho
Cultiva aquilo que um dia te vai dar carinho
A vida é fácil de viver se tiveres um vizinho
Podes achar e viver a vida numa ânsia
Manos pensam como tu e saiem de ambulância
Podes até fingir, mas lá à frente cais
Podes até partir, mas diz para onde vais

 



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LENA D'AGUA
Piano e Voz 

 

MÚSICA
24JUN | 21:30H |10€
Classificação Etária M6

 

Uma voz única e inconfundível num desfilar de canções emblemáticas e de grande êxito. Acompanhada por Ricardo Dias no piano, Lena interpreta temas como o inesquecível “Sempre que o Amor me Quiser”, ou apetecível “Dou-te um Doce”, e ainda “A Noite Passada”, “A Barca dos Amantes”, “Estou Além”, “Nunca Me Fui Embora”…entre muitos outros. Uma intérprete ícone da melhor pop lusitana de sempre.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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letra

 

I fall in love too easily
I fall in love too fast
I fall in love too terribly hard
For love to ever last
My heart should be well schooled
'Cause I've been fooled in the past
But still I fall in love so easily
I fall in love too fast
My heart should be well schooled
'Cause I've been fooled in the past
But still I fall in love too easily
I fall in love too fast

Written by Jule Styne & Sammy Cahn

 



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Domingo, 18.06.17

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Segunda edição do Oeste Underground Fest realiza-se

a 4 de novembro na Malveira

 

Malveira, 18 de junho de 2017 - Realiza-se no próximo dia 4 de novembro, no Pavilhão Multiusos da Malveira (concelho de Mafra, distrito de Lisboa), a segunda edição do festival de Metal e Hardcore Oeste Underground Fest.

 

De cariz solidário, dado que visa auxiliar os bombeiros locais, o evento será constituído por 14 bandas portuguesas e estrangeiras, praticantes da melhor música pesada que atualmente se faz na Europa. Numa decisão arrojada, o festival abre-se pela primeira vez à inclusão de grupos estrangeiros.

 

O alinhamento já se encontra fechado, tendo como cabeças-de-cartaz os alemães Acranius. Antes, ainda, tocam os suíços Enzephalitis (cujo vocalista é Ricardo Proença, ex-Analepsy), os espanhóis Lapidated, os ucranianos sediados em Portugal Yar e os portugueses Raw Decimating Brutality (RDB), Bleeding Display, Sacred Sin, Revolution WithinDead MeatKonadHumanart, Steal Your Crown, Ravensire e Trepid Elucidation, num pacote de luxo que, sem dúvida, irá satisfazer os fãs de Metal e Hardcore. 

 

Na sequência do inegável êxito de que a edição inaugural (realizada a 5 de novembro de 2016) se revestiu , com 259 pagantes, a organização pretende uma vez mais realizar um evento de elevada qualidade, com forte impacto económico na área geográfica em que se insere.

 

Em simultâneo, é objetivo da organização preservar e exponenciar o espaço que o Oeste Underground Fest notoriamente já conquistou no mapa dos festivais underground em Portugal. Aliás, a realização anual do evento é um objetivo assumido pela organização.

 

Na edição anterior o evento revelou-se um enorme êxito, trazendo à Malveira cerca de 500 pessoas, entre público, bandas, imprensa e responsáveis de bancas de merchandise, de tal forma que os Bombeiros Voluntários locais ‘’exigiram’’ a realização de muitas mais edições. É para isso que trabalhamos!

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Contactos

 

www.facebook.com/oesteundergroundfest/


oeste.under.fest@gmail.com



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music by Holy Nothing

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music by Holy Nothing

 



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Sábado, 17.06.17

 

Letra

 

Miúda sei, eu já tentei
Mas tu queres assim
Ficamos por aqui

Miúda hey, eu já cansei
De mudar por ti
Ficamos por aqui

Não és tu (4x), sou eu
Hey, prefiro dizer-te
Que sou o culpado de tudo o que aconteceu

Não és tu (4x), sou eu
Miúda não dá
Não não dá
Ficamos por aqui

Oh yeah
Ficamos por aqui
Vamos ficar por aqui

Miúda não dá mais
Quando entro sais
Já não vale a pena
Ficamos por aqui

Vamos desligar
Deixa de brincar
Com este sentimento
Ficamos por aqui

Não és tu (4x), sou eu
Hey, prefiro dizer-te
Que sou o culpado de tudo o que aconteceu

Não és tu (4x), sou eu
Miúda não dá
Não não dá
Ficamos por aqui

Oh yeah
Ficamos por aqui
Vamos ficar por aqui

Se me entrego
Dás-me zero
Quando ardo de paixão
Tu largas a minha mão

Quando quero
Não me levas asério
Peço amordas com paixão
Não consigo mais
Ficamos por aqui

Vamos acabar assim

Não és tu (4x), sou eu
Miúda não dá
Não não dá
Ficamos por aqui

Oh yeah
Ficamos por aqui
Vamos ficar por aqui

 



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rock fest.jpg

 

Proença-a-Nova Rock Fest é já no dia 24 de Junho - Um dia, cinco bandas 

ENTRADA LIVRE!!!

Bizarra Locomotiva
Fast Eddie Nelson

Peste & Sida
Insch
The Poppers



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grants.png

 

 
Luísa Sobral é a última confirmação da 6ª edição
do Festival Grant's Stand Together
 
 
Luísa Sobral  junta-se a Ana Sofia Martins, Commedia a la Carte, Diogo Beja, Sam the Kid e Samuel Úria, nas sessões de storyteling, completando assim, o painel de convidados de Joaquim de Almeida, no primeiro dia do Festival Grant's Stand Together, a 23 de Junho no Cinema São Jorge, em Lisboa.

Dia 24, Benedita Pereira, Leonor Poeiras, Joaquim Sousa Martins, Nuno Markl, Ivo Canelas e Júlio Isidro sobem ao palco da sala Manoel de Oliveira para partilhar “Histórias tão verdadeiras que nem vais acreditar”.

Já as “Triple Good Talks” ou conversas mais intimistas entre artistas ficam a cargo de Rita Blanco e Inês Meneses ou Anabela Mota Ribeiro, na companhia de Ana Bacalhau e Isabel Abreu.
 
O Festival Grant’s Stand Together integra ainda  as habituais sessões de cinema. Estamos a falar de “Filmes da nossa vida” sob coordenação de Rui Pedro Tendinha, que este ano conta com convidados como Ana Markl e Teresa Tavares, no dia 23 e Nuno Markl com Filipe Homem Fonseca, dia 24. A entrada é livre e limitada à capacidade da sala.

Dias 1 e 2 de Julho é a vez do Porto receber o festival de histórias reais, no cenário inspirador da Fundação de Serralves, onde poderemos contar convidados como AntónioPedro Vasconcelos, Álvaro Costa, Capicua, Chef Rui Paula, Filipe Faísca, Eduardo Madeira, Joana Marques, Jorge Corrula, Manuel Serrão, Ricardo Trêpa, Tatanka e Tomás Wallenstein.

Tanto em Lisboa como no Porto a programação é complementada com DJ’s que animarão as noites quentes onde não irão faltar os já famosos cocktails Grant’s.

 A componente solidária do festival mantém-se nesta 6ª edição, com parte das receitas a reverter para a Casa do Artista.

A organização e programação está novamente a cargo da H2N Phenomena Makers.
 
PROGRAMAÇÃO 

CINEMA SÃO JORGE | LISBOA 

|23 de Junho
Sala 1 | 21h30
Sessão de Storytelling – Joaquim de Almeida convida: Commedia a la Carte, Ana Sofia Martins, Diogo Beja, Luisa Sobral, Sam the Kid e Samuel Úria 
 
Preço 14€; Duração: 120 mins

Sessão Sala 2 | 22h00
Triple Good Talks
Rita e Inês – Rita Blanco com Inês Meneses

Preço 8€; Duração: 70 mins

Sessão Sala 3| 19h
Filmes da Nossa Vida |
Rui Pedro Tendinha convida – Ana Markl e Teresa Tavares para relevarem os seus filmes favoritos
 
Entrada livre

DJ’S : Kalaf e Cláudia Macedo
 

|24 de Junho 
Sala 1 | 21h30
Sessão de Storytelling - Joaquim de Almeida convida: Joaquim Sousa Martins, Benedita Pereira, Leonor Poeiras, Nuno Markl, Ivo Canelas, Júlio Isidro

Preço 14€; Duração: 120 mins
 
Sessão Sala 2 | 22h00
Triple Good Talks
“Como fazem o que fazem” - Anabela Mota Ribeiro com Isabel Abreu e Ana Bacalhau
Preço 8€; Duração: 70 mins
 
Sessão Sala 3| 19h
Filmes da Nossa Vida |
Rui Pedro Tendinha convida – Nuno Markl e Filipe Homem Fonseca a relevarem os seus filmes favoritos
 
Entrada Livre

 

FUNDAÇÃO DE SERRALVES | PORTO 
 
|1 de Julho
Sala 1 | 21h30
Sessão de Storytelling - Joaquim de Almeida convida Pedro Tatanka, Tomás Wallenstein, Capicua, Ricardo Trepa, António Pedro Vasconcelos, Jorge Corrula

Preço 14€; Duração: 120 mins
 
|2 de Julho
Sala 1 | 21h30
Sessão de Storytelling - Joaquim de Almeida convida Álvaro Costa, Eduardo Madeira, Chef Rui Paula, Filipe Faísca, Manuel Serrão, Joana Marques

Preço 14€; Duração: 120 mins
 
Bilhetes à venda nos locais habituais.
 

 


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Letra

 

En los jardines humanos
que adornan toda la tierra
pretendo de hacer un ramo
de amor y condescendencia

Es una barca de amores
que va remolcando mi alma
y va anidando en los puertos
como una paloma blanca

Permiso para cortar
la flor del comprendimiento,
la yerba de la esperanza,
la hojita del sentimiento.

En el centro de mi ramo
la rosa del corazón,
el árbol más amistoso
y el fruto de la pasión

 

Letra e Música: Violeta Parra
Arranjos: Teresa Salgueiro e banda

 



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TRAVESSA DO CORRUPIO APRESENTAM EP DE ESTREIA AO VIVO


Em Junho todos os caminhos vão dar à Travessa do Corrupio. A banda que se estreou em Março último com “Resumo”, registo que recolhe múltiplas influências do universo do jazz, rock e folk, combinando-as com a alma da música tradicional portuguesa, apresenta agora o seu primeiro trabalho ao vivo nas FNAC de Alfragide (2 de Junho) e Vasco da Gama (18 de Junho).

 

Oportunidade ideal para escutar em estado natural temas como “A Vida (O Início)” e “O Amor É Assim”, disponíveis em plataformas digitais como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play.

 

O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.

O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.

Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.

A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.

Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.

O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.

Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões

 

mas também de desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.



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Sexta-feira, 16.06.17

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TAXI estão de regresso e vêm ao Flower Power Fest Cascais

 
 
 

Os portuenses TAXI estão de regresso e vêm ao Flower Power Fest Cascais.
A Banda regressa à estrada e lança o single “Reality Show”! Tocam no sábado, dia 5 de agosto, a encerrar o festival que se afirmou no panorama dos festivais de Verão.
O anúncio da presença dos TAXI no Flower Power Fest Cascais, está a despertar um enorme interesse junto dos festivaleiros, tendo originado que as visualizações do vídeo do novo tema dos TAXI, já tivesse superado as 140 mil em apenas alguns dias.
https://www.facebook.com/taxi.banda
O tema está a tornar-se viral.

Os TAXI, a banda de pop-rock portuguesa vencedora do primeiro Disco de Ouro do Rock Português (1981, com o álbum “TAXI"), volta à estrada com grandes concertos e grandes músicas.
Os TAXI apresentam-se com João Grande (voz), Rui Taborda (baixo), Ricardo Cavalera (guitarra) e Hugo Pereira (bateria).
Recorde-se que a banda originária do Porto gravou, até à data, cinco álbuns de originais, entre eles o "Cairo", também disco de ouro, que foi considerado pelo “Jornal Público” um dos melhores discos de sempre da música portuguesa.

Os TAXI regressam aos palcos com hits, Chiclete, Cairo, Vida de Cão, Rosete, entre outros, que os tornaram uma das bandas mais carismáticas de Portugal. O novo sucesso “Reality Show” é uma música ao estilo TAXI, que está a ser muito bem recebida quer nos meios musicais, quer pelo público em geral. Basta ler os post da página oficial dos TAXI no Facebook. Um som que transparece “a paixão com que fazemos música, com a evolução e amadurecimento naturais da nossa experiência” (João Grande – vocalista). Os TAXI continuam a mostrar, neste single de lançamento, a garra pela música que sempre os moveu, um ritmo forte e uma letra demonstrativa de uma visão acutilante da nossa sociedade.
A maior festa de música dos anos 60 a 80, a Flower Power Fest, muda-se para Cascais e promete reunir a 3, 4 e 5 de agosto, na praia de Carcavelos, as mais emblemáticas bandas daquele período mágico do pop/rock.
Com o apoio da Câmara de Cascais, Beach Boys Band (UK), Ten Years After (UK) são algumas das icónicas bandas que vão poder transformar Cascais no ambiente Woodstockiano.
Pela praia de Carcavelos vão passar também as melhores bandas-tributo, como os italianos Watch, reconhecidos pelos originais, como a réplica perfeita dos Genesis, e a grande homenagem a uma incontornável personalidade da música pop, recentemente desaparecido: David Bowie. Na voz de David Brighton (USA), David Bowie será recordado num memorável espectáculo Space Oddity, pela primeira vez na Europa, vindo de Los Angeles e considerado como o melhor tributo do mundo.
Incursões nos sons dos Led Zeppellin estarão a cargo dos portugueses LED ON que têm conquistado o público por onde têm passado.
Os holandeses Woodstock Band vão levar o público numa memorável viagem pela música de Santana, Joe Cocker, Jefferson Airplane, Janis Joplin, The Who, Crosby Stills Nash & Young, The Band, Melanie, Creedence Clearwater Revival, Deep Purple, Focus.
O reggae roots estará representado através dos Inner Circle (Jamaica) e dos Big Mountain (USA) e nesta 4ª edição do festival não foi esquecido o disco-sound dos franceses Ottawan.
O cartaz ainda não está fechado e o primeiro DJ a juntar-se à festa foi RUI REMIX um dos nomes com mais sonantes da old school em Portugal.

CARTAZ
3 de Agosto: Ten Years After - The Watch - Led On
4 de Agosto: Inner Circle - Big Mountain - Ottawan - Dj Rui Remix
5 de Agosto: TAXI - Beach Boys Band - David Brighton & Space Oddity - Woodstock Band

Animação
MEGA PARQUE DE INSUFLÁVEIS
Cabeleireiro à época
Pinturas faciais grátis para as crianças
Música – artesanato – artes plásticas e performativas – Yoga – exposições – workshops – jogos tradicionais – insufláveis e gastronomia, animam o festival da e para a família abrangendo três gerações (pais, filhos e netos).

 



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Quinta-feira, 15.06.17

 

Letra

 

Não encontrei al etra desta música

 



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16 e 17 de Jun. de 2017 21:30

O'culto da Ajuda
Lisboa, Portugal

 Percussão Extraordinária

Ciclo de Percussão no O’culto da Ajuda integrado nas Festas de Lisboa 2017

16-Junho / 21h30 

Colectivo

Colectivo (grupo de percussão):António Machado, Cristiano Rios, Francisco Cipriano, Inês Barracho, João Diogo Castro, Pedro Tavares

Teresa Simas - gestão artística

 

17-Junho / 21h30 

Nuno Aroso

Nuno Aroso . percussão

 METAL

"Entre nós e as palavras há metal fundente…” (Mário Cesariny in You are welcome to Elsinore)

Tenho, desde há muito tempo, um interesse particular por instrumentos de percussão feitos de metal. Encontro neles a poética própria do que é contraditoriamente frágil e rude, sensível e áspero, despojado, adornado, múltiplo e simultaneamente único. Serão, porventura,  os mais “alquímicos” de todos os instrumentos musicais. Metal, para percussão solo é um recital que põe em evidência um conjunto de peças que me foram sendo dedicadas, com a excepção de Huber e Liang, por compositores da minha admiração, com a particularidade de apenas serem usados instrumentos feitos de metal e dispositivos de electrónica. A narrativa desenrola-se a partir da monumental obra para 30 pratos de Luís Antunes Pena e segue, por entre discos de travão de automóvel, vibrafone, triângulos, lâminas de alumínio, ferros de vários tamanhos, latas coloridas,  taças de cobre,  sinos de culturas distantes, divagando entre a complexidade e a simplicidade de meios até à última obra, que reúne um conjunto multi-instrumental  e que convida o público presente a participar num diálogo musical comigo, que nesse momento estarei na condição de maestro/percussionista.

Nuno Aroso



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Letra

 

Ever since the day you left me
I fell apart
Cloudy days, rainy nights
Tears from my heart
I needed someone strong carry on
I needed some love but I was grown strong

Chorus:
It ain’t you baby
It ain’t me no, no
It’s a pain from love
And it’s growing strong
It ain’t you baby
It ain’t me no, no

I became someone you don’t know
Someone you don’t want me to be
But the world is always changing
And I’m changing with it
But some things never change
Nothing you can do
Love is always there
There for me and you
Chorus
It ain’t you baby
It ain’t me no, no
It’s a pain from love
And it’s growing strong
It ain’t you baby
It ain’t me no, no
X 2

I hope one day
Some of our dreams come true
Even if I die
I will always love you

Baby,
It ain’t me no, no
It’s a pain from love
And it’s growing strong

Chorus 
It ain’t you baby
It ain’t me no, no
It’s a pain from love
And it’s growing strong
It ain’t you baby
It ain’t me no, no

I hope one day
Some of our dreams come true
Even if I die
I will always love you
Please please please

 



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