Sexta-feira, 20.01.17

reportorio.png

 

 

Aveiro não se cansa do Reportório Osório!

sábado 21 janeiro 22h00
Aveiro  |  Mercado Negro
8º aniversário de “A Certeza da Música”
https://www.facebook.com/acertezadamusica/
BILHETES À VENDA

 

http://www.dorfeu.pt/reportorioosorio
http://www.facebook.com/reportorioosorio



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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SOUL BROTHERS EMPIRE – “CREATION” AO VIVO NAS FNAC!

 

Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

 

Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente. Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

 

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17H

 15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

                                                                  

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.

“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.



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Letra

 

Álbum Peregrinação
Tema:“Nevoeiro”
(Fernando Pessoa/Dulce Pontes)


Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer...
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a hora!


Arranjo: Dulce Pontes
Percussão: Amadeu Magalhães/ Dulce Pontes
Saxofones: Hubert Jan Hubeek
Concertina: Amadeu Magalhães
Piano: Dulce Pontes

 



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Quinta-feira, 19.01.17

dulcepontes.jpg

 

 

Dulce Pontes compositora volta a musicar um poema de Fernando Pessoa como fez em 1996 com "O Infante". Precisamente do livro "Mensagem", publicado em 1934, extrai "Nevoeiro" poema universal, numa composição com um forte ritmo sincopado onde se unem em crescendo piano, concertina, trio de saxofones e percussão. A voz de Dulce Pontes é mais “dura” do que o habitual para esta inspirada composição que culmina epicamente com o verso “É a hora”.

 

 

Álbum Peregrinação
Tema:“Nevoeiro”
(Fernando Pessoa/Dulce Pontes)


Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer...
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a hora!


Arranjo: Dulce Pontes
Percussão: Amadeu Magalhães/ Dulce Pontes
Saxofones: Hubert Jan Hubeek
Concertina: Amadeu Magalhães
Piano: Dulce Pontes
 

 



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Ana - Abril.png

 

"Abril" é o primeiro álbum de Ana e foi lançado hoje, dia 17 de Janeiro. Os primeiros concertos de apresentação oficial deste disco acontecerão já esta semana:
> 19 de Janeiro - Pátio da Casa, Portalegre
> 20 de Janeiro - SHE, Évora
> 21 de Janeiro - FNAC, Faro
> 22 de Janeiro - FNAC, Algarveshopping


O disco pode ser escutado aqui. E porque algum mistério acrescenta longevidade a uma relação, a primeira e última faixas do disco ("Dia 1" e "Dia 5", respectivamente) reservam-se para as pessoas que assistirem aos concertos e/ou adquirirem o CD.

Créditos:
Produção - Gobi Bear
Artwork - Vanessa Costa



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Letra

 

São torturados os contaminados
Outros milhares morrem queimados
Querem-te converter ao catolicismo
Isto mais parece satanismo

Pai nosso que estás nos céus
Olha cá para baixo
E vê a merda que arranjaste
Pai nosso que estás nos céus
Destruição, cinzas da inquisição

Inquisição, destruição

Rezam os crentes
Lavagens cerebrais
Têm mentes doentes
Atrasados mentais

Inquisição, destruição


Nostragamus 2016

 



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O'culto da Ajuda  • art music centre • because sound matters •

20 de Janeiro • 21h30 

HEXAPHONIE

ERNESTO RODRIGUES viola
MARIA DO MAR violino
GUILHERME RODRIGUES violoncelo
MIGUEL MIRA violoncelo
HUGO ANTUNES contrabaixo
ALVARO ROSSO contrabaixo

 

21 de Janeiro • 21h30 

ARMANDO TEIXEIRA | MIGUEL LEIRIA PEREIRA

Armando Teixeira - Sintetizadores Analógicos • Miguel Leiria Pereira - Contrabaixo

Duo que confronta um certo universo da música electrónica com ponto de partida num dos sintetizadores analógicos pioneiros, o Buchla, com um outro universo seu paralelo, o de um Contrabaixo, acústico, mas algumas vezes também processado. Armando Teixeira e Miguel Leiria Pereira re-visitam materiais que foram explorados por compositores e músicos do século XX, tentando através da improvisação livre prestar homenagem à era do Experimental, Conceptual e Avant Garde, que desde sempre fascinou os dois músicos.

 
 

22 de Janeiro • 17h30 

JOSEP-MARIA BALANYÀ | ULRICH MITZLAFF

Josep-Maria Balanyà - piano • Ulrich Mitzlaff - violoncelo

O pianista catalão Josep-Maria Balanyà, que conta com inúmeras colaborações com os mais aclamados músicos incluindo Joachim Kühn, vai encontrar-se novamente com o violoncelista Ulrich Mitzlaff depois de terem tocados juntos na peça de Américo Rodrigues “Como um Relâmpago” no final dos anos 90. Desta vez será em duo, uma formação que nos faz imediatamente lembrar o contexto clássico. Mas este é apenas o aspecto formal. Estes músicos irão apresentar uma viagem sonora que incorpora muitos elementos da improvisação livre em interacção com sonoridades típicas da música contemporânea erudita e do free jazz. Para Josep-Maria Balanyà o piano não é apenas um instrumento de teclas, tal como para Ulrich Mitzlaff o violoncelo não é um instrumento só de cordas – na perspectiva de ambos os seus instrumentos são corpos sonoros globais em todos os seus aspectos e modo de tocá-los. Interpretados de tal forma, os eventos sónicos criados não têm limites. Técnicas estendidas, preparações com objectos, tudo está integrado no discurso musical das invenções sónicas, apresentadas no momento com a precondição de deixá-las acontecer.


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Ano novo, música nova

Após um ano de estúdio e muita estrada, Amor Terror entra em 2017 com um tema fresco. Solta é o nome do novo single da banda. Uma canção intima e descomplexada, que vai do alternativo à electrónica, banhada pelos ambientes mais contemporâneos da pop.

Tal como a canção, o teledisco foi inteiramente produzido e realizado pela banda. Na urgência própria de quem faz acontecer, Amor Terror acentua uma estética transparente que mais parece uma ligação directa entre o interior da banda e o mundo actual.

Solta está disponível nas lojas digitais.

 

 

 

Sinopse:

Ao fim do compasso nada será menos que um quinteto perigoso. Patologias por tratar. Crises de identidade em espectaculares penteados, numa ansiedade própria de quem ficará sem bateria brevemente. Realeza vadia. Pitxahubismo! Amor Terror é Fofidão! Seja lá isso o que isso for.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

“My Religion”
Escrita e Composta por/Written and Composed by Frankie Chavez

 



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Sexta-feira | 20 de Janeiro | 21h30 | Sala José Afonso

 

Círculo de Jazz de Setúbal

 

LUÍS BARRIGAS TRIO

 

Songs With and Without Words

 

Para este projecto Luís Barrigas escreveu música que tivesse como ponto de partida um conceito de canções com e sem palavras. Nesta música consegue-se identificar a presença da música clássica, do jazz e da música tradicional portuguesa que encontram um espaço comum.

Cada canção é uma viagem de cores e imaginários presentes em lugares e pessoas, de histórias que podem ser de qualquer ouvinte. Música para ser ouvida cantada e pertencer ao público.

 

Entrada: € 3,00

Reservas até ½ hora antes do início do espetáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt

Organização: CMS | Experimentáculo Associação | Sociedade Musical Capricho Setubalense



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Quarta-feira, 18.01.17

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Festfado é um projecto que integra um concurso composto por diversas eliminatórias com a programação de Dora Maria. O objetivo é promover o fado, divulgando e incentivando novos fadistas, apadrinhados pela actuação de autores e interpretes consagrados.

 

Da planície alentejana à lezíria ribatejana, a segunda edição do Festfado vai envolver os municípios de Ponte de Sor, Benavente, e Samora Correia, na produção do Festfado Alentejo e Festfado Ribatejo. Para além da residência de Dora Maria acompanhada pelos músicos Pedro Amendoeira, na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal, na viola, e Fernando Maia, na viola baixo.

 

Dora Maria, alentejana de berço e fadista de coração, regressa em Fevereiro com a segunda edição do Festfado que este ano se estende à região do Ribatejo. Na sua discografia encontramos o álbum de estreia “Mar de Tanto Amar”, e o sucessor “Encontros”, de 2015, com a produção de José Cid, direcção musical de Custódio Castelo, e a participação de Jorge Benvinda dos Virgem Suta. Como a sua carreira não se limita às gravações, Dora Maria fundou o primeiro Festival de Fado da região do Alto Alentejo no ano passado, em Ponte de Sôr, distrito de Portalegre, que contou com as actuações de Maria Armanda, Joana Amendoeira, Custódio Castelo, entre outros

 

Sobre o concurso:

- os concorrentes deverão inscrever-se através do mail Festfado@gmail.com enviando os seus dados pessoais e uma gravação em áudio ou vídeo;

- o vencedor receberá como prémio a gravação de um álbum em CD, e haverão prémios monetários para o segundo e terceiro qualificados;

- o júri é composto por quatro elementos: dois membros residentes destinados pela autarquia e dois convidados em cada gala, um dos fadistas convidados, e uma figura pública de outra área artística.

O festival apresenta os fadistas designados nas seguintes datas:
 
Festfado Alentejo - Cine-Teatro de Ponte Sor 
17 de Fevereiro- Teresa Tapadas
17 de Março- Rodrigo Costa Felix
21 de Abril - Ana Sofia Varela
19 de Maio- Mafalda Arnauth
16 de Junho- João Chora
21 de Julho- Lenita Gentil

 

Festfado Ribatejo
10 de Março- Centro Cultural de Samora Correia - José da Câmara  
7 de Abril- Cine-Teatro de Benavente - Maria Armanda
13 de Maio- Cine-Teatro de Benavente - Ana Lains
17 de Junho- Centro Cultural de Samora Correia - Teresa Tapadas
7 de Julho- Cine-Teatro de Benavente - António Pinto Basto 


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Música e Letra: José Medeiros

 



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antoniomanuelribeiro.jpg

 

 

António Manuel Ribeiro
Há sempre uma história 

 
Há sempre uma história, com o António

Em cada canção, que os discos receberam e o público tornou como suas, há histórias guardadas, algumas secretas. António Manuel Ribeiro, provavelmente o mais prolífero songwriter português da actualidade, apresenta-se num espectáculo em que a voz e a guitarra (várias guitarras acústicas) recriam o universo original de um lote de canções muito queridas.

Na noite do dia 27 de Janeiro, no palco do Cineteatro D. João V, na Damaia, canções de sempre e canções esquecidas regressarão ao formato de onde um dia partiram: o cantor e o contador de histórias na intimidade. Com a estreia de alguns inéditos.

O António terá em palco a companhia de dois convidados especiais: Ivan Cristiano (percussão) e António Côrte-Real (guitarra acústica).
 
 
 


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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LUZINGO EDITA E APRESENTA NOVO EP HOMÒNIMO AO VIVO

 

Depois de antecedido pelos irresistíveis “Mary Jane” e “Inveja”, eis que chega por fim o novo registo homónimo do músico angolano Luzingo. Envolto em ritmos africanos e com influências de hip hop e música electrónica, o EP é composto por sete temas e já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming.

 

Este novo trabalho será apresentado ao vivo já no próximo dia 25 de Janeiro, no B.Leza, seguindo-se uma série de datas nas FNAC portuguesas. A saber:

 

26.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 21h30

28.01 | FNAC @ Guimarães, 17h

29.01 | FNAC @ Braga, 17h

 

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

 

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats, Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino Unido e Alemanha, entre muitos outros países.

 

A sua primeira mixtape, “Torcicolos”, foi editada em 2011, seguida por “Sempre a Lhe Dar Vol. 1 & 2”, em 2013 e 2014, respectivamente. Durante esse tempo, Luzingo envolveu-se noutros projectos: em 2013 lançou o EP “Realidade Alternativa” em parceria com o congénere angolano Dalós e no ano seguinte produziu e editou um EP juntamente com os Koletiva, composto por si, Dalós, Cátia Carreira, Bruno Reis, Salpikus, Ngange e Lima Craque.

 

Tendo traçado grande parte do seu percurso na língua portuguesa, em 2015 Luzingo aventurou-se num novo caminho criativo, em inglês, com um single duplo intitulado “Nocturnal”. Nesse mesmo integrou um projecto de world music com um artista alemão chamado Luís Linton, a que deu o nome de Globalites, cujo primeiro LP (“Strobelights”) foi lançado em 2016. No início de 2017 editará um novo trabalho homónimo, com o selo da Music In My Soul.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e Música / Written and composed by: Margarida Pinto and Frederico Pereira

 



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BONS SONS 2017
MAIS MÚSICA PARA OS TEUS OUVIDOS
 

Abrimos o ano com duas boas notícias. Uma, claro, é a confirmação de mais um BONS SONS, a ter lugar na mítica aldeia de Cem Soldos, no Concelho de Tomar, entre 11 e 14 de Agosto.
A outra é que, apenas até ao final de Fevereiro, o Passe 4 Dias custa 25 euros. Entre Março e Agosto o valor será 40 euros, pelo que esta é uma oportunidade única para garantir a presença a preço especial.

Além destas duas boas razões para sorrir, muitas mais haverá quando divulgarmos as actuações nos 8 palcos do festival.

Na senda das nomeações para o Iberian Festival Awards 2017 – Melhor Festival de Média Dimensão, Melhor Alinhamento, Melhor Site para Campismo e Melhor Concerto (Jorge Palma) –, o BONS SONS não deixará os seus créditos por mãos alheias e, como é tradição, vai apresentar um cartaz em grande, na qualidade e na quantidade. Mais um ano para provar o enorme dinamismo e capacidade de renovação da música portuguesa, naquele que é um local de culto há mais de 10 anos.

As bilheteiras abrem na próxima 5ª feira dia 19.
E nós marcamos encontro em Agosto para Viver a Aldeia!



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Terça-feira, 17.01.17

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Charanga ao vivo em Almada

A Charanga volta a Almada para apresentar o Ti Tobias depois de percorrer muitos quilómetros por esse Portugal fora. Desta vez para tocar no Fórum Municipal Romeu Correia - Auditório Fernando Lopes Graça

28 Janeiro - 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça
Fórum Municipal Romeu Correia
Praça da Liberdade, 2800 - 648 Almada

6€ (50% de desconto jovens e reformados)
Reservas: 212 724 927 / 20 / 22 ou auditorio@cma.m-almada.pt


Sobre o novo "Tribut'ó Ti Tobias"

Partindo da ideia de homenagem, presta-se tributo a todos os que constroem e construíram a música ibérica (se é que ela existe). O novo álbum da Charanga inclui clássicos da dita música tradicional revirados do avesso, tributos à sopa de feijão, desgarradas, salgalhadas, uma homenagem ao emigrante do século XXI e muitos outros. É um espetáculo musical com forte componente teatral em que os músicos assumem o papel de três personagens e uma VJ que complementa o espectáculo com imagens de recolha, vídeo generativas e de síntese gráfica.

Sobre a Charanga

A Charanga é um projecto de criação e performance musicais. Na era digital e cultura actual, fazem uso de computadores, beatboxes, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, mas também o tambor, a gaita-de-fole, o violino, o bandolim, a D. Ermelinda que canta a Moda da Ceifa e os adufes. O repertório é maioritariamente original, sendo complementado com variações, versões e deambulações inspiradas nas construções melódicas, harmónicas e rítmicas do cancioneiro popular português e galego.

A Charanga foi vencedora dos prémios Megafone/Sociedade Portuguesa de Autores 2014 organizados pela Associação Megafone5 - João Aguardela. Ao longo da curta carreira da Charanga foram também várias as referências, entrevistas e presença em vários programas, jornais e rádios de referência. Deu espectáculos um pouco por todo o país, em Espanha e em Andorra em auditórios municipais e outros locais de espetáculo de referência. Participou em diversos festivais do circuito da música e cultura portuguesas (Andanças e Festa do Avante - 2010 / Outonalidades e Salva a Terra – 2011,2013 / L Burro e l Gueiteiro – 2012,2016 / Iberfolk - 2013 / Festival Terra Transmontana e Festival Bons Sons - 2014, etc).

Publicou vários registos - EP "Electrónica Cá da Terra" (2009), EP “TransBorda” e LP “Borda Tu!” (2013) e Tribut'ó Ti Tobias (2016).

Discografia: https://charanga.bandcamp.com

Website: www.charanga.pt

 

 



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Letra

 

ão posso mais
Nem sei
Se quero mais
Também
Não estou em mim
E sinto
Que vem um fim

 

Sei que já não me dói
Porque o que já foi, já foi

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se digo, eu minto
Nem sei como estou

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se esperam que eu caia, que eu fuja
Eu não vou, não

(Uh, uh, uh, uh!)

Voltar atrás
Por quem
Não é capaz
Sou refém

Sei que já não me dói
Porque o que já foi, já foi

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se digo, eu minto
Nem sei como estou

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se esperam que eu caia, que eu fuja
Eu não vou, não

(Uh, uh, uh, uh!)

E às vezes é no perigo
Que eu encontro um ponto de abrigo
Tentar ser quem eu não sou, eu não vou!

 

Letra e composição por Paulo Sousa e Isaac Goge

 



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Letra

 

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Música e letra: Diogo Brito e Faro

 



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CASUAR: AO VIVO NA FNAC DO CHIADO

 

Depois de um 2016 de afirmação no panorama musical português, com a edição do primeiro álbum a solo, CASUAR: inicia 2017 com um showcase ao vivo na FNAC dos Armazéns do Chiado no próximo dia 21 de Janeiro pelas 17h.

 

Oportunidade mais que ideal para escutar as canções de “Game Over”, entre elas “Fuga” e “Mero Passo”, perfeitos exemplares da indie pop singular e inventiva que nos apresenta neste projecto one man band, já disponível para compra nos locais habituais e para escuta nas principais plataformas de streaming.

 

Nascido a 30 de Março de 1989 em Castelo Branco, Rui Rodrigues é filho de mãe portuguesa e pai moçambicano. O primeiro contacto que teve com a música foi nos escuteiros, onde aprendeu a tocar guitarra. Mais tarde, ingressou numa escola de música onde aprendeu a tocar guitarra elétrica, bateria e piano, alimentando assim a sua vertente multi-instrumentística.

 

Na adolescência tocava frequentemente covers de bandas de rock, punk e metal com os amigos. E, uns anos mais tarde, descobriu o mundo da World Music onde aprendeu a tocar percussões africanas, didgeridoo, fujara, gaita-de-fole, entre outros instrumentos tradicionais.

Quando acabou a escola, entrou em Biologia na Universidade de Lisboa mas desistiu passados poucos meses para poder seguir a sua verdadeira paixão: a música. Aos 19 anos, deu aulas de música numa escola primária e começou um curso de Produção Musical, que acabaria no ano seguinte. Perto de atingir o final do curso, Rui Rodrigues foi convidado para tocar na sua banda portuguesa favorita, os Dazkarieh. Começava aqui a sua carreira como músico profissional. Para além de experiência musical, foi aqui que despertou para o mercado da música em Portugal ganhando experiência na área do marketing musical.

Com Dazkarieh gravou 3 discos e fez mais de 150 concertos em Portugal e na Europa, em países como Alemanha, Espanha, Áustria, Suiça e Lituânia. Fez parte da formação de bandas de variados estilos como Stereo Parks (Indie/Rock), Pás de Probléme (World Music), mas destaca-se a presença na banda Voodoo Marmalade (Banda de Ukuleles) onde fez cerca de 100 concertos e onde teve a primeira experiência como compositor/produtor musical, compondo, gravando, produzindo e misturando o primeiro disco da banda.

Entre 2014 e 2015 destacam-se as participações como músico nas bandas Donna Maria e D.A.M.A (onde ainda se encontra em funções). Em finais de 2014 os Dazkarieh acabam com o último disco e a última tour, e dá-se o mote para a criação de um novo projeto musical one man band chamado CASUAR:

O primeiro trabalho foi lançado em Outubro de 2014. Trata-se de um EP homónimo com 5 faixas completamente auto-produzidas desde as letras até à gravação, da mistura e masterização ao design da capa. O tema “Monotonia” fez parte da compilação Novos Talentos Fnac 2015, tendo rodado durante esse ano na playlist da Antena 3.

No espaço de um ano fez mais de 30 concertos destacando-se: Toca a Todos (na Praça do Comércio, em direto para a Antena 3), Final do EDP Live Bands'15, NOS Alive'15 e Final do Cambra Fest onde acabou por sair vencedor. Em Julho de 2016 foi lançado o seu primeiro longa-duração, “Game Over”, com o selo da Music In My Soul.



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Letra

 

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[poem: Fernando Pessoa (1915-1917)​ · music: António Zambujo]

 



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dona carioca.jpg

 

ESTREIA NO PORTO

 


No próximo dia 27 de Janeiro a Dona Carioca estreia-se no Porto, no icónico Club Hot Five.
Antes passam ainda no Station Blues em Braga, na próxima Sexta-Feira dia 20.



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Letra

 

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo

Recebo a mensagem com mau conteúdo
Acabou vou para fora para curtir o mundo
Só faltava essa para bater no cumulo
Pois distancia é nada quando alguém é tudo
Já me cansei de ser teu abrigo
Sentir que para ti só da adquirido
No fundo errei
Ao ter permitido sempre desculpei em vez de ter saindo
A culpa é do amor, figuras tristes atrás do calor
O abraço era teu virou um cobertor
Sozinho na cama sem fins nem favor
Nem te peço favor de voltares
Para vires igual mais vale é ficares
Fazer te mudar sem querer te alterar
Ficas-te magoada e eu tou me a passar

Tou louco por ti mas
Não queres saber de mim não [x2]

Eu eu também não
Isso era o que querias
Shiu coração são só fantasias
Para de vir com esse amor nas batidas
Senão ainda explodes de amor as fatias
Porque ela só dá quando perde as manias
E não se apercebe que amor não são dias
Não digo que há sempre alegrias
Se para ti nunca foi serio então baby dizias
Sem ti só faço asneiras, noites bebedeiras
Lembram me primeiras que acordas em casa de amigos
Não estranhas só estranhas as estranhas acordam mais feias

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo

Eu reparei que tinha sangue de outro homem
Na camisola e não foi a vida que escolhi mas olha
Tou como [?] os amores vão e voltam
Mas quando te esqueço tu voltas sempre
Achas que tou com cara de que ainda vais a tempo
Fazias sem peso hoje eu já sou diferente
Se querias agias consequentemente
Hoje moras ao meu lado ironia passei por ti deixei recado
[?] já rolaram não vai ser como antes
Moradas são pertos, corações distantes
E agora estou tão bem sozinho
Vejo que primeiro quero estar bem comigo
Talvez um dia entendas porque não te ligo
Só bla bla não chega vai estar impedido

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo [x2]

 

Música e Letra: B-leza

 



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CARTAZ CF II EDITION+.jpg

 

 

Camarro Fest dias 3 e 4 de fevereiro

 

Nos próximos dias 3 e 4 de fevereiro, realiza-se, no salão da SIRB Os Penicheiros, a 2ª Edição do "Camarro Fest", com dez grandes bandas nacionais.

 

Será, para uns, a oportunidade de reviver o que de bom se fez outrora no Concelho do Barreiro, no que aos sons mais pesados diz respeito e, para outros, os das gerações mais recentes, a demonstração do talento e do potencial que as gentes e a nossa terra têm para com o panorama cultural do nosso país. 

 

Tendo em conta o sucesso da primeira edição, a organização do Camarro Fest, ​com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro, através do Gabinete da Juventude, ​está empenhada em fazer desta edição um evento de ainda maior dimensão e êxito.

 

Este evento visa a promoção de bandas locais e nacionais, e a dinamização e divulgação da cidade do Barreiro e dos barreirenses.

 

 

Horário e alinhamento das atuações:

 

Sexta-Feira - 3 de fevereiro de 2017

Abertura de portas: 20h00

 

21h00/21h45  SKYARD 

22h00/22h45  A TREE OF SIGNS 

23h00/23h45  DECAYED 

00h00/00h45  GROG 

01h00/02h00  MATA RATOS

 

After Party: Nuno Silva DJ Set

 

 

Sábado - 4 de fevereiro de 2017

Abertura de portas: 20h00

 

21h00/21h45  AFFÄIRE

22h00/22h45  DOLLAR LLAMA 

23h00/23h45  SINISTRO

00h00/01h00  HOLOCAUSTO CANIBAL

01h15/02h00  PROCESS OF GUILT

 

After Party: Twisted Sisters DJ Set

 

Preço bilhetes:

Diário: € 10,00

2 dias: € 18,00

Special Pack (T-Shirt + Bilhete 2 dias + Copo Festival + 2 senhas de bebida): € 23,00

 

CMB 2017-01-16



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

MOTHER *
[Poem: Fernando Pessoa (s.d.)​ · Music: Mário Laginha]

Mother, my cheeks are wet.
Let down my hair and kiss
My brow. I seem to forget
Even if I think of this.

Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.
I loved and was not loved, mother.
Kiss me and let me be.

Let me sleep as of old, thy hand
On my brow, so calm and so deep,
That I feel't on my soul, my soul fanned
By thy breath on the face of my sleep.

I am but a little ship, mother,
Lost out in the sea.
Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.

* Song title adapted from the 1st word of the poem. Original title: «Mother, my cheeks are wet».

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar


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