Sexta-feira, 12.05.17

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WELLMAN APRESENTAM DISCO DE ESTREIA AO VIVO NO TOKYO

 

O recém-lançado “Shrimp” serve de pretexto para o concerto que os Wellman darão no próximo dia 10 de Maio pelas 23h no conhecido bar Tokyo, em Lisboa.

 

Oportunidade ideal para escutar em primeira mão as inebriantes canções pop de laivos indie e folk do primeiro longa-duração do quinteto - de onde já foram retirados os singles “Riverside” e “Distance” – e para tirar a temperatura a um dos mais promissores projetos da nova leva de talentos portugueses. Os bilhetes apresentam um custo de 5€.

 

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro semestre de 2017 está prevista a edição do seu primeiro trabalho.



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CARLA PIRES prossegue a tour "AQUI"
 
"(Carla Pires) é uma cantora fina, clara, equilibrada, elegante, não exagerada teatralmente, simplesmente expressiva na interpretação."
Andrew Cronshaw , Folkroots nr.408, Maio 2017


É assim que a prestigiada revista Folkroots define Carla Pires em crítica ao álbum "AQUI" publicada na sua última edição e que se transcreve em baixo.

No prosseguimento da tour "AQUI", Carla Pires já realizou este ano concertos na Suiça, Alemanha(3), Espanha(3) e Bélgica(2). Segue-se no próximo sábado, dia 13,  um concerto especial no Auditório da Rádio Nacional Polaca, em Varsóvia, que será gravado e disponibilizado para a rede europeia de rádios nacionais (EBU).
A fadista será acompanhada por Bruno Mira (guitarra  portuguesa), André Santos (guitarra clássica) e Paulo Neves (baixo).
Brevemente será dado a conhecer o roteiro das cidades e salas do Japão  por onde passará  a tour que decorre entre 25 de Outubro e 16 de Novembro.


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DA ÓPERA À BROADWAY
Sextas abertas a escolas de formação musical
Concerto

 

Local:  Auditório 2
Data/Hora:   Sex. 12 de maio de 2017 às 21:45


Preço: 2,5 / 2 €

Um recital do Conservatório de Música e Artes do Dão de música vocal que viaja por várias épocas e estilos
  
A Classe de Canto do CMAD apresenta um recital que percorre vários séculos de música vocal, desde o nascimento da Ópera, em Itália, aos musicais da Broadway, sem esquecer os grandes poetas e compositores do romantismo.

Um concerto convidativo que fará o público recordar algumas das melhores e imortais melodias da história da música e conhecer outras igualmente belas e apaixonantes.

Luís Rendas Pereira

Estudou no Instituto Gregoriano. Ingressa no Curso Superior de Música (área vocacional – Canto) na Universidade de Aveiro, onde conclui a Licenciatura em Música e o Mestrado em Ensino de Música.

Sobre o Conservatório de Música e Artes do Dão
Escola privada do Ensino Artístico Especializado de Música que iniciou a sua atividade em agosto de 2008.

O CMAD ocupa hoje um lugar de destaque na vida musical e cultural da região, sendo uma referência não só pela excelência do ensino musical, mas também pelo trabalho desenvolvimento noutras áreas artísticas, como o teatro musical e a dança.

Bilhete: 2,50€ · Associado: 2€




Ficha Técnica


Professor de Canto: Luís Rendas Pereira
Pianista: Yuri Popov
Cantores: Beatriz G. Pereira, Carina Moreira, Constança Marcelino, Diogo Martins, Inês Nunes, Jacinta Albergaria, Lara Costa, Maria Inês Moura, Mateus Saldanha, Miguel Costa, Miguel Henriques e Rafaela Monteiro



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FIRST BREATH AFTER COMA
Concerto

Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb. 13 de maio de 2017 às 21:45

Preço: 7,5 / 5 €

Jogo de harmonias bem conseguidas e hipnotizantes que culminam numa explosão cósmica de distorção e energia
  
Em 2016, Drifter marcou o regresso da banda aos discos, com a colaboração de Noiserv e André Barros. O resultado mostrou-se uma obra-prima. Tão arrebatadores quanto comoventes, os First Breath After Coma conseguem transmitir ao vivo uma energia que tem conquistado Portugal e a Europa.

Começaram por percorrer as principais salas em Portugal, como o ccb e o Hard Club, tocaram no palco Vodafone.fm, no Festival Paredes de Coura, e agora preparam-se para, em junho, tocarem no nos Primavera Sound. A aclamação não tardou e, por entre as várias mini tours que têm feito, já percorreram salas emblemáticas em Madrid, Paris, Berlim e Londres (com concerto esgotado), atuaram no Reeperbahn e recentemente representaram Portugal no Eurosonic.

“Compasso atrás de compasso, camada em cima de camada, as músicas dos First Breath vão crescendo e evoluindo num jogo de harmonias bem conseguidas e hipnotizantes até culminarem numa desarmante explosão cósmica de distorção e energia.”
Tiago Rodrigues Alves – Jornal de Notícias - 19 Agosto 2016

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível






Ficha TécnicaRoberto Caetano: voz e guitarra
Telmo Soares: guitarra e voz
Rui Gaspar: baixo e voz
Pedro Marques: bateria e voz
João Marques: teclas



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Quinta-feira, 11.05.17

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Após o lançamento do segundo álbum de originais “Pulso” em Setembro de 2016, o projecto “Um Corpo Estranho” volta a musicar um bailado performativo QARIB, desta vez com o tema do mar como mote.

 

Depois da “Almofada da Paula” (baseado na obra de Paula Rego) em 2013 e “A Velha Ampulheta” em 2015 o duo Setubalense formado por João Mota e Pedro Franco volta em 2017 ao universo das bandas sonoras instrumentais contando com a colaboração, já regular, dos músicos Vitor Coimbra e Sergio Mendes, tendo a este último, também, sido entregue a produção final dos temas.

 

QARIB, teatro físico/dança de autoria de Ricardo Mondim e produzido pela Companhia Passos e Compassos, tem estreia marcada no próximo dia 13 de Maio no Cine Teatro São João em Palmela pelas 21.30h.

 

As entradas para este novo espectáculo custam 5 euros (até aos 25 anos) e 4 euros (mais de 65 anos), poderão ser adquiridas na bilheteira do Cine-teatro S. João entre as 09:00 e as 12:00 e das 13:30 às 16:00 ou na bilheteira online do local.

 

Sinopse:

 

Todos os dias, naquele pontão, um homem olha fixamente em direção ao horizonte… Está revoltado, triste e não tem ambição. Há muito que o medo lhe roubou o sorriso. Sentado frente ao mar, luta diariamente com a sua dualidade emocional e projeta nos outros a solução para os problemas da humanidade. Até que um dia… Inspirado pela brisa do mar, este homem decide arriscar e percebe que às costas carrega uma mochila… Curioso, abre a mochila e embarca numa viagem ao seu interior. A partir daqui, ele torna-se parte integrante de uma sucessão de acontecimentos. Descobre a capacidade de criar e decidir.

 

Ficha artística:

 

Criação, cenografia e interpretação: Ricardo Mondim

sica: Um Corpo Estranho - Pedro Franco e João Mota

Músico convidado/Contrabaixo: Vítor Coimbra

Guitarras: Sérgio Miendes

Produção e masterização: Sérgio Miendes

Figurinos e imagem gráfica: Zé Nova

Desenho de luz e direção técnica: António Machado

Produção: Sofia Belchior/ Passos e Compassos 2017

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

 

QARIB:

 

Video Teaser

Facebook

 

Um Corpo Estranho:

 

Site

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Barry White Gone Wrong 
lançam “Tornado”
 


Os Barry White Gone Wrong lançaram “Tornado”, o primeiro single do há muito aguardado álbum homónimo. Gravado no Black Sheep Studios e produzido por Tatanka dos Black Mamba, a estreia do single e do videoclip têm selo Antena 3. 
 
O single está disponível para venda online e o álbum pode ser adquirido via online ou na Books & Records MegaStore, no Intendente, em Lisboa.
 
Depois do lançamento do álbum, no Sabotage Clube, em Lisboa, a 21 de Abril, a banda conta já com inúmeros concertos agendados em Portugal e uma digressão na Bélgica e na Holanda que prevê um mês de Julho bem quente além-fronteiras.
 
Os concertos prometem ser memoráveis, num desfile pelas músicas que compõem o seu álbum, na companhia de músicos convidados. 
 

 

 
 
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AGENDA:
 
5 Julho - Sesimbra
8 Julho - Praia da Tocha, Cantanhede
14 Julho - Riemst, Bélgica
15 Julho . Willebroek, Bélgica
16 Julho . Private BBQ Party, Willebroek, Bélgica
 
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NOTA BIOGRÁFICA:
 
Quase tudo se pode esperar de uma banda que foi concebida a 12 quilómetros de altitude, numa ponte aérea entre Lisboa e Oslo. O percurso de Barry White Gone Wrong tem sido construído à base de persistência e muito trabalho não deixando indiferente quem o segue. A densidade vocal do belga Peter de Cuyper, o nível técnico-musical dos restantes membros da banda – Mário Moral, Miguel Décio, Pedro Frazão e Ivo Xavier – e o ambiente sexy/glamoroso que os seus concertos transmitem têm seduzido o público.
 
“Tornado” (Abril, 2017)
Produção: Tatanka (Black Mamba)
Convidados Single: Marco Pombinho (teclas), Tatanka (guitarra), Mila Bela (voz), Diogo Santos (teclas), Orlanda Vasconcelos Guillando (voz). 
Mistura e masterização: Blacksheep Studios (Guilherme Gonçalves) 
Videoclip: Filmado, realizado e editado por Pedro Gonçalves. Ideia: Peter De Cuyper. Actores: Peter de Cuyper, Lady Myosotis e Miguel Décio 


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Chaves, Fafe e Ílhavo. Três cidades que podem à partida parecer distantes de tão variadas formas. No entanto, é da junção de forças destes municípios que nasce uma nova forma de fazer cultura em Portugal.

A premissa é simples: tornar a cultura algo de acesso uniforme e que possa crescer de forma desenfreada com a comunidade que a acolhe. Um crescimento não dependente de fatores geográficos, políticos ou estratégicos e que está ao acesso de todos.

Desta forma, e assumindo esforços com quem partilha os mesmos ideais, a INDIEROR, pequena produtora cultural atrás dos montes a norte, criou um Circuito Cultural Alternativo com o Município de Fafe (Valter Lobo – músico) e as 23 Milhas - projeto cultural do Município de Ílhavo (Luís Ferreira), a fim de levar a estes pontos artistas e espectáculos que geralmente hesitam em atuar em centros mais pequenos e de difícil acesso; e evitar a centralização cultural nos grandes pontos urbanos, criando alternativas de qualidade.

A ideia nasceu de conversas e de desabafos assentes em frustrações comuns: conversas sobre o interior, a desertificação, a desigualdade do panorama cultural em Portugal e a utopia que seria criar um novo paradigma - um novo caminho para a cultura no país, que tenha como base a união daqueles que se têm habituado a ser uma escolha inferior.
Para já os municípios envolvidos são três, mas a ideia é que mais se possam juntar, a fim de garantir uma rede sólida e que permita a criação de propostas de maior dimensão.

 
A ideia é recente, mas resultou já na vinda, ao nosso país, do oscarizado músico Glen Hansard, na companhia do guitarrista que acompanhou Leonard Cohen nos seus últimos anos, Javier Más.

O músico apaixonou-se pela ideia e recusou concertos em Lisboa e Porto, como forma de dar força a um projeto criado, para já, em cidades que considerou "absolutamente especiais".
Este mês, o britânico John Smith e o irlandês Tiger Cooke tocam nas três cidades, entre os dias 12 e 14 de maio.


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Inserido nas comemorações do dia da Língua Portuguesa e da Cultura dos Países da CPLP, realizou-se no passado dia 5 de Maio em Cartago | Tunes, um concerto promovido pelo Instituto Camões em parceria com as Embaixadas de Portugal e do Brasil na Tunísia. Para o evento foi desenvolvido, de raíz, um concerto exclusivo com os convidados Rodrigo Serrão (Portugal) e Valéria Carvalho (Brasil).



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Quarta-feira, 10.05.17

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A banda de eletrónica de Oeiras lança hoje o seu primeiro do álbum de estreia "The Way The Waves Hit The Beach", e já se encontra disponível nas plataformas digitais.

Com uma sonoridade despida, fazendo uso do silncio e de elementos orgânicos aliando-­se a melodias simples, mas pujantes. Assim como o single ATMAN, o álbum está repleto de trabalho minucioso no campo do sound design viajando também por sonoridades africanas e latinas.

ATMAN conta também com um vídeo dirigido pela Harakiri que conta uma história da dualidade na existncia humana.

"The Way The Waves Hit The Beach" está mergulhado em sound design, ritmos afrolatinos, guitarras espaçosas e harmonias vocais, como conta aliás a track de abertura, The Ax.

O álbum junta a electrónica mais que assumida com os sons orgânicos e escolhidos a dedo, e tranquiliza e acorda com a subida constante do balançar da percussão.

 

Próximas datas

26/05 - FNAC Oeiras*
27/05 - FNAC Almada*
28/05 - FNAC Vasco da Gama*
24/06 - TBA, Lisboa*
25/06 - FNAC Alfragide*
29/06 - Sabotage Club, Lisboa
30/06 - FNAC Cascais*
*showcase

 



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55 Anos de Carreira de Paulo Carvalho celebrados com o disco “Duetos”, nas lojas a 19 de maio

Diogo Piçarra, Carlos do Carmo, António Zambujo são alguns dos convidados deste álbum de duetos

Nome incontornável na música portuguesa das últimas décadas, Paulo de Carvalho assinala 55 anos de carreira com o lançamento de um novo álbum, intitulado “Duetos”, para o qual convidou vozes importantíssimas do panorama nacional. O álbum chega às lojas no próximo dia 19 de maio, pouco depois do músico celebrar 70 anos de vida, e já está em pré-venda na Fnac, Worten e iTunes.

São várias as gerações que Paulo de Carvalho reuniu neste álbum de duetos. Diogo Piçarra é uma das vozes que se ouvem no disco, no single “Flor Sem Tempo”, que é também o tema de abertura. Agir, que é também produtor do álbum, canta com Paulo de Carvalho o tema “O Meu Mundo Inteiro”.

Entre os convidados deste “Duetos” estão ainda artistas como Carlos do Carmo (no icónico “Lisboa Menina e Moça”), António Zambujo (“Os Meninos de Huambo”), Camané (canta em “Os Putos”), Raquel Tavares (“O Homem das Castanhas”), José Cid (“Nini Dos Meus Quinze Anos”) ou Marisa Liz (no histórico “E Depois Do Adeus”, que serviu como primeira senha no 25 de Abril de 1974).

 

 

Em “Duetos” estão reunidos alguns dos maiores êxitos de Paulo de Carvalho, graças aos quais se afirmou como uma das mais importantes vozes da música nacional nestes últimos 55 anos, aqui partilhadas com vozes de várias gerações e panoramas musicais, refletindo assim o quão marcante e influente é o seu percurso.

Como intérprete já percorreu muitos caminhos e viveu várias experiências. Foi, por exemplo, duas vezes vencedor no Festival RTP da Canção (Portugal – 1974 e 1977) e participou em festivais na Bulgária, Polónia, Bélgica, Chile, Rio de Janeiro e Espanha. Aos 30 anos de profissão foi homenageado pela Casa da Imprensa na Grande Noite do Fado.

Como autor-compositor tem mais de 300 canções escritas, compondo canções para muitos companheiros de profissão como Carlos do CarmoSimone de OliveiraSara TavaresMartinho da VilaAnabelaVasco RafaelLena D’Água ou Mariza.

Paulo de Carvalho foi condecorado com o grau de Oficial da Ordem da Liberdade, em 2009, pelo Presidente da República, sendo nesse mesmo ano eleito uma das melhores vozes portuguesas de sempre pela revista Blitz.

Paulo de Carvalho – A VOZ, como lhe chamam, mas mais importante, o Autor, o Compositor e o Cidadão, está a preparar muitas surpresas para este 2017, ano em que celebra 70 anos de vida e 55 de percurso musical, sendo o disco “Duetos” a primeira de várias novidades que se avizinham.



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LITTLE MORE - O NOVO SINGLE DOS PUTZGRILLA

Além de serem um dos projetos de música eletrónica mais conhecidos em Portugal são também um dos mais bem sucedidos, desde 2014 que Putzgrilla têm vindo a lançar vários hits musicais.

Desde o seu primeiro single “Bunda”, passando por colaborações como o hit “Sentadinha” com Van Breda e MC Zuka, que conta com vários milhões de views no youtube, e pela música “Squeeze Me” com Virgul e Supa Squad que rapidamente se tornou um hit internacional, estes artistas sabem deixar a sua marca.

"Little More" é o novo single que junta os Putzgrilla ao jamaicano IamStylezMusic e conta já com o apoio de vários pesos pesados internacionais como Henry Fong ou Bad Royale, prometendo assim catapultar os Putzgrilla, novamente, para palcos internacionais.

 

 



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OMIRI lançou novo álbum em Abril 

OMIRI, de Vasco Ribeiro Casais, está de regresso aos discos com "Baile Electrónico". 

Depois de 7 anos sem editar, em “Baile Electrónico”, OMIRI apresenta-nos um projecto maturado, consolidado num percurso que se tem feito em espectáculos ao vivo dotados de uma forte componente audiovisual.

"Baile Eletrónico" foi editado no dia 21 de Abril e o disco conta com as participações de duas convidadas: "País Colmeia", primeiro single de "Baile Electrónico", conta com a rapper Capicua, que através da sua letra interventiva e de critíca social nos remete para a questão do País adiado sobretudo por questões de ordem económica. E conta também com Celina da Piedade que nos brinda participando no tema "Campos em Flor". 

Para além dos instrumentos utilizados anteriormente como a Nyckelharpa, as Gaitas de Fole Portuguesas ou o Bouzouki, neste trabalho Vasco Ribeiro Casais alargou o leque de instrumentos tradicionais portugueses adicionando o Cavaquinho e a Viola Braguesa.

Toda a componente electrónica é feita através da manipulação de recolhas realizadas na sua maioria por Tiago Pereira o que confere a todo disco uma sonoridade mais viva e orgânica. Para além da utilização de pequenos “samples” transformados em loops rítmicos, também são usadas frases melódicas inteiras de ícones da tradição oral portuguesa (Adélia Garcia, Tia Adorinha, Margarida Fidalgo Magalhães, entre muitos outros).

Vasco Ribeiro Casais é mentor dos grupos Seiva, Sopro, Dazkarieh e Omiri. Já trabalhou como músico, produtor e compositor com Uxu Kalhus, Né Ladeiras, Carlos Mendes, Celina da Piedade, Filipa Pais, Kepa Junkera, O Báu, Velha Gaiteira, Tiago Torres da Silva, Nação Vira Lata, Toc'andar, Rui Junior, Voodoo Marmelade, Fado Morse, Orquestra de Foles, A Mariposa, Fogo do Ar, Alma Menor, João da Ilha e Xoto.
Mais recentemente gravou, misturou e masterizou o tema “Primavera” de Celina da Piedade (terceiro lugar do Festival da Canção de 2017).



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Terça-feira, 09.05.17

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Margem prepara-se para noite de palavra e suor!
 
No próximo dia 12 de Maio o Antigo Refeitório da Casa Hipólito, em Torres Vedras, acolhe a banda endiabrada The Poppers. Com primeira parte pelos jovens Lucky Who e, ainda, a Exposição Fotográfica de Mário Vasa na Galeria.
 
Evento: https://www.facebook.com/events/2310223442536231
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THE POPPERS
Assumem com orgulho a herança do RocK'N'Roll. Sentem-se bem, sobretudo, a tocar ao vivo, ganhando uma intensidade e vitalidade em palco que só quem já os viu ao vivo pode descrever. São uma banda experiente, provocadora, intensa, cativante e cheia de atitude. Não é raro haver convidados especiais no palco a partilhar com eles canções, ou até membros do público chamados para tocar ou cantar espontaneamente com a banda. Os The Poppers têm tanto de imprevisíveis como de perfeccionistas, sempre com grande qualidade aliada à espontaneidade. O colectivo lançou em Janeiro de 2017 «Lucifer», seu novo disco de originais, produzido por Paulo Furtado (The Legendary Tigerman/ WrayGunn).
 

www.facebook.com/ThePoppersOfficialPage

 
LUCKY WHO

"Somos 4 e podíamos ser 5, mas só somos 4. Temos um piano, bateria, baixo, guitarra e guitarra acústica. O vocalista está a esforçar-se para cantar melhor e o baterista é canhoto. Somos de Torres e Lisboa, na verdade talvez sejamos do Mundo. Tocamos indie, com uma boa pop, com muito açúcar e alguma choradeira que nos remete para a jovialidade do verão e de passar os dias na galhofa. Somos um grupo fixe."

www.facebook.com/LuckyWho

 

MÁRIO VASA
Fotógrafo profissional desde 1998 com formação académica no Centro de Arte e Comunicação Visual (Ar.Co) e também mais recentemente na World Academy em fotojornalismo. Ao longo dos anos colaborou com vários fotógrafos e agências de renome, revistas, jornais e outras parcerias internacionais nas várias áreas do fotojornalismo, tais como, política e sociedade, retrato editorial, desporto e aventura, cultura e espetáculo, publicidade e moda. Nos últimos anos trabalha como freelancer, um pouco por todo o mundo, mais recentemente no Canadá. Em 2012 teve um dos seus trabalhos reconhecido e premiado pela fundação “Artist Wanted” no concurso “One Life Photo” em Nova York e mais recentemente em 2016 com o 1º prémio no concurso “Largas Cumplicidades” da Fujifilm. Actualmente trabalha em Portugal como fotojornalista em projectos de reportagem e de fotografia documental em colaboração com várias agências de comunicação.

 
MARGEM
É nos circuitos menos perceptíveis que nascem e crescem muitos dos atuais criativos e criadores. Em espaços frequentados por públicos à margem dos grandes movimentos culturais, cativados pela cultura alternativa e/ou underground, assiste-se ao desencadear dos diversos novos tipos de intervenção artística. Meios em que prevalece o princípio "menos é mais". Onde a necessidade leva ao engenho.

Com este mote, o Margem propõe uma programação emergente a acontecer num espaço desprendido e versátil que dialogue com os jovens e jovens adultos do concelho de Torres Vedras e, também, dos concelhos limítrofes. Assente na pertinência e qualidade, divide-se num ciclo que procura evitar a "fatiga" dos públicos através da diversidade e ocasionalidade.

Para esta segunda edição - e após o sucesso da anterior - volta com novas propostas musicais e exposições/instalações, continuando o trabalho desenvolvido. Junta, ainda, ao cartaz um artista local na área da música de modo a integrar-se cada vez mais na comunidade; expondo, agregando e facilitando.

www.facebook.com/margemtvd
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ENTRADAS
5€ com oferta de 1 bebida simples.
Bilhetes disponíveis no Posto de Turismo de Torres Vedras, lojas Carsportif e à porta (no dia do evento).
Reservas em: margemtvd@gmail.com

MORADA
Antigo Refeitório Casa Hipólito - Bairro Arenes (atrás do AKI), Torres Vedras.


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BSKILLA apresenta o álbum "Abre a Caixa e Sai" e o vídeo do single "Margem School feat. Chullage & Juh Combs"

 

05 de Maio em formato digital

BSKILLA apresenta o álbum “Abre a Caixa e Sai”

 

“Abre a Caixa e Sai” é o segundo álbum de originais de BSkilla. O rapper e MC da Margem Sul regressa em força e apresenta agora um álbum conceptual que nos desafia a pensar por nós mesmos, sem a influência das opiniões dos outros. “Um álbum feito a pensar fora da caixa. Por nós mesmos, sem palas nem barreiras”.

 

O álbum “Abre a Caixa e Sai” é composto por 11 músicas, 4 interlúdios, uma intro e “outro”. Conta com a participação de Chullage, General D, Maf (Guardiões do Subsolo), Pragga, DJ Stereossauro, Elaisa, Anastácia Carvalho, Ana Moreira, Juh Combs e Pier Slow & Telminha.

 

Produzido por Maf, SP, J-Cool, Zimous e Condutor, desde story telling ao ego trip, este trabalho apresenta uma forte diversidade sonora.

Do Reggae ao Soul, do Dance Hall ao Boom Bap; trata-se de um álbum maduro onde BSkilla através das rimas, aprofunda a sua experiência e a sua opinião em questões como o sistema, estilos de vida, disciplina, família, trabalho...

 

 



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Todos a Águeda a 19, 20 e 21 de maio! Anunciado novo espetáculo de abertura.

Festival i - o programa completo!
 
www.dorfeu.pt/i

SEXTA 19 MAIO

ESPETÁCULO DE ABERTURA
21h00 @ Centro de Artes de Águeda
MÃO VERDE*
Capicua e Pedro Geraldes
(m/3 | 50’ | música)

foto © Miguel Refresco / Curva Contra Curva

* ”Mão Verde” substitui o espetáculo “Fã”, anteriormente anunciado, cancelado por motivos técnicos.


+ SESSÃO PARA ESCOLAS
15h00 @ Centro de Artes de Águeda
MÃO VERDE
Capicua e Pedro Geraldes
(p/ escolas, 50’ | música)
Entrada livre para Público Escolar, mediante marcação prévia pelo e-mail info@centroartesagueda.pt ou tel. 234 180 151

 

SÁBADO 20 MAIO
10h30 @ Mercado Municipal de Águeda
Agostinho e Felicidade
Boca de Cão
(
p/todos | 60’ | animação)

11h30 @ Junta de Freguesia Águeda e Borralha
Um dia serei grande
baal17
(m/6 | 45’ | teatro de marionetas)

14h30 @ Auditório Ana Paula Silva
Dama Pé de Mim
Ana Madureira
(m/3 | 40’ | teatro)

14h45 – 16h15 @ Espaço d’Orfeu - Quintal
Tudo vibra, tudo soa
Vibra-tó (ESP)
(p/ todos | 90’ | oficina c/ lotação máx. 20 crianças e 10 adultos)

15h30 @ Espaço d’Orfeu - Tenda
Sin Remite
Jean Phillippe Kikolas (ESP)
(p/todos | 50’ | teatro-circo)

16h45 @ Espaço d’Orfeu - Latada
Parece um Pássaro
Raimundo Cosme
(m/3 | 35’ | leitura encenada)

17h30 @ Espaço d’Orfeu – Quintal
Alforria
Boca de Cão
(p/ todos | 45’ | teatro de marionetas)

18h15 @ Espaço d’Orfeu – Tenda
Vibra-tó (ESP)
(p/todos | 60’ | música)


DOMINGO 15 MAIO

10h30 @ Biblioteca Municipal Manuel Alegre
Que Histórias Conta a Lua?
O Som do Algodão
(bebés > 3 meses | 35’ | música e narração oral)

11h30 @ Junta de Freguesia de Águeda e Borralha
Daqui vê-se melhor
Isabel Minhós Martins, Bernardo Carvalho & Suzana Branco
(m/8 | 35’ | teatro)

14h30 @ Auditório Ana Paula Silva
Areias
Imaginar do Gigante
(m/3 | 40’ | teatro de formas animadas e multimédia)

14h45-16h15 @ Espaço d’Orfeu - Quintal
Oficina de Construção de Adereços
PédeXumbo
(m/6 | 90’ | oficina c/ lotação máx. 20 crianças e 10 adultos)

15h30 @ Centro de Artes de Águeda
A Fada Oriana
ACE Teatro do Bolhão
(m/4 | 50’ | teatro de marionetas)

16h45 @ Espaço d’Orfeu - Latada
Fábrica das Gravatas
Nuvem Voadora
(m/3 | 45’ | clown)

17h30 @ Espaço d’Orfeu - Quintal
Baile das Histórias
PédeXumbo
(m/6 | 45’ | baile mandado)

18h15 @ Espaço d’Orfeu - Tenda
Assemblagem
d’Formação (opÁ! + EMtrad’ + Núcleo de Teatro)
(p/todos | 60’ | música)

SÁBADO + DOMINGO

14h45 – 18h15 @ Espaço d’Orfeu - Pátio
Assitência Lúdica em Viagem
Bitocas Fernandes e Hélder Sucena
(p/todos | jogos)

14h45 – 18h45 @ Espaço d’Orfeu - Alpendre
LI – Literatura Infantil
Escola do Adro
(p/todos | literatura)

SITE OFICIAL:
http://www.dorfeu.pt/i
 
Inscreve-te como Voluntário!
http://www.dorfeu.pt/voluntariado



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“DAWN”, O NOVO SINGLE DOS BLESS THE MESS

 

Os Bless The Mess continuam a provar que são um dos projetos mais entusiasmantes do rock nacional. Depois de uma poderosa estreia ao som de “Never Too Old”, editam agora o novíssimo single, “Dawn”!

 

Dotados de uma melodia viciante e de uma voz cativante, esta é a segunda amostra de “Low Blow”, EP digital de estreia, que chegará às principais plataformas digitais no final do mês de Maio com o selo da Music For All

                                                                      

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

 

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Por sua vez o ansiado novo trabalho chegará muito em breve às principais lojas digitais.

 

 



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Segunda-feira, 08.05.17

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The Discotexas Band lançam “Family Affair”

“Family Affair”, o primeiro original da The Discotexas Band, é uma síntese musicada dos 10 anos de Discotexas que agora se comemoram. Inaugura também a compilação 10cotexas (com edição a 26 de Maio) que celebra este aniversário tão importante para Moullinex, Xinobi e Da Chick que conceberam a banda para tocar o catálogo a editora, na velha tradição da Motown e Salsoul.

O Disco, o Funk e as melodias contagiantes imperam o solarengo e orelhudo "Family Affair", que não é mais que uma celebração da união através da música, uma extensão natural do espírito do colectivo.

A música foi composta durante uma residência artística num local recôndito da ilha da Madeira, a convite do Festival Aleste. Durante uma semana a Banda viveu numa casa transformada em sala de ensaio e estúdio e onde, com uma vista extraordinária para o oceano Atlântico, se magicou "Family Affair".

A 7 de Junho a The Discotexas Band actua no Musicbox e fará jus a este aniversário. 

Antes, ainda em Maio:

12 de Maio - Lux, Lisboa (Moullinex, Xinobi e Bufi)

19 de Maio - Plano B, Porto (Moullinex, Xinobi, Bufi, Da Chick e Throes The Shine)

20 de Maio - Companhia, Covilhã (Moullinex e Xinobi)



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Sebastião Antunes apresenta o 10º álbum da sua carreira - "Singular".
 
Em formato acústico, apenas com voz e guitarra, "Singular" é o resultado duma experiência na música de Sebastião, ao mesmo tempo que, celebra os seus 30 anos de carreira, revisitando, renovando e partilhando as histórias que fazem parte da sua discografia.
 
"Singular" conta com 10 temas, oito com novos arranjos, e dois originais: "Amor para dar", e "A Melhor Solução",  que conta com a participação de Ana Laíns.
 
Na "Toada do Alentejo", Sebastião contou com a participação de Pedro Mestre e da sua viola campaniça.
 
"Singular" tem data de lançamento no dia 05 de Maio e "A Balada do Desajeitado", com música e letra de Sebastião Antunes, numa versão renovada, é o tema de apresentação.
 
"Singular": Alinhamento
01 - Amor para dar
02 – A melhor solução (com Ana Laíns)
03 - Toada do Alentejo (com Pedro Mestre)
04 – A carreira das duas
05 - Balada do desajeitado
06 - Os homens mais velhos do bar
07 - Se ainda der para disfarçar
08 – Sabes eu também
09 - Ninguém é dono do mar
 
Bonus Track - Quando a noite já ia serena (com Tito Paris)
 
 
Ficha Técnica
Sebastião Antunes • Letras, Musica, Voz e Guitarra nos temas “Ninguém é dono do mar” e “A melhor solução” – arranjos 02 e Bonus track
Miguel Veras • Guitarra Acústica (excepto nas faixas 02, 09 e Bonus Track)– Arranjos 08
Pedro Mestre • Participação no tema “Toda do Alentejo”
Tito Paris • Participação no tema “Quando a noite já ia serena”
Ana Laíns • Participação no tema “A melhor solução”
Paulo Vilares • Guitarra Eléctrica no Tema “A melhor solução”
Gonçalo Pratas • Produção Musical e Guitarra no tema “Ninguém é dono do mar” - Arranjos 01, 03, 04, 05, 06, 07, 09
Francisco Santos • Captação, Gravação, Mistura e Masterização
Paulo Vilares • Gravação, Mistura e Masterização do tema “Quando a noite já ia serena”
António Faria • Design
Alain Vachier • Produção Executiva


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O REGRESSO D’OS CLÁSSICOS É “BOM DEMAIS”

 

Os Clássicos estão de regresso! “Bom Demais” é uma balada alegre e ritmada onde acompanhamos a ode de desejo, paixão e fascínio por “Ana”, mulher de mil encantos que arrebatou o coração dos nossos galãs.

 

O quarteto assume as raízes pop/rock, mas não esconde as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sua sonoridade. “Bom Demais” é o segundo single extraído de “Primeiro Acto”, primeiro álbum de longa duração, a editar brevemente pela Music For All.

 

Para falar do nascimento do projeto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014.

 

Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Edgar Milhões, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda. Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

 

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

 

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

 

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em Setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada. 

 

Falemos agora de Edgar Milhões, o baixista d’Os Clássicos! Nasceu em 1997 e sempre foi considerado um músico com talento muito acima de média. Em Setembro de 2012 entra para a ESPROARTE, mais concretamente para o curso de Contrabaixo, o que o leva a, dois anos depois, atingir a orquestra APROARTE e a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). A eterna busca por conhecimento levou-o a participar em diversas master classes com nomes como Alberto Bocini, Yury Aksenov, Manuel Rego, Vladimir Kouznetsov ou Alexandre Storojouk.

 

2014 seria o ano em que se tornaria Chefe de Naipe da Classe de Contrabaixos da Orquestra Sinfónica ESPROARTE e Segundo Chefe de Naipe da Orquestra APROARTE. Entre 2014 e 2015 integrou a Orquestra Geração Murça/Mirandela, o que o levou a atuar em cidades como São Paulo ou Paris, tendo sido também contrabaixista da JOP em palcos como o CCB, em Lisboa, Bucareste ou Berlim. Atualmente para além de se dedicar ao projeto Os Clássicos é também músico nas Orquestras APROARTE, Jovem Orquestra Portuguesa e Orquestra Clássica Transmontana!

 

José Moreno, tal como os dois membros acima referidos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE.

 

Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente para além de baterista d'os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana, e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

 

O quarto, e último, membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem inicio apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris. Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

 

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda já editou dois singles através da Music For All, “Amor de Escola” e “Bom Demais”, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda para meados do presente ano.



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A comemorar 10 anos de carreira, os Melech Mechaya estão de regresso aos discos com o surpreendente “Aurora”, o quarto longa-duração do grupo. O disco está em pré-venda no iTunes a partir de hoje (4 de Maio), e a data é assinalada com o lançamento do 2º single "Fado Saltério". O 1º single "Un Puente" foi lançado no passado mês de Março e alcançou um sucesso notável nas redes sociais.

O disco "Aurora" foi misturado pelo britânico Tony Harris (que trabalhou com nomes como R.E.M., Sinead O'Connor e Verve), e inclui as participações especiais dos portugueses Filipe Melo (piano) e Noiserv (voz), e da cantora espanhola Lamari de Chambao. O álbum foi masterizado por Dave Blackman (que trabalhou com Coldplay, Keane, Echo and the Bunnymen, entre outros)

Depois dos bem-sucedidos “Aqui Em Baixo Tudo É Simples” e “Gente Estranha”, discos que foram apresentados em mais de 150 concertos em 10 países de 3 continentes, “Aurora” representa o trabalho mais inovador e original do quinteto, alargando os horizontes da música klezmer para uma sonoridade única que é só deles.

 

PRÓXIMAS DATAS: 
 
05 de Maio - Ponte de Lima - Teatro Diogo Bernardes
20 de Maio - Lisboa - Festival de Telheiras
02 de Junho - Lisboa - Arraial da Mouraria
03 de Junho - Castelo Branco - Cine-Teatro Avenida
16 de Junho - Évora - Festival Lá Fora
30 de Junho - Idanha-a-Nova - Being Gathering
20 de Julho - Ciudad Rodrigo (Espanha) - Fiestas de Verano
06 de Agosto - Lubián (Espanha)
01 de Outubro - Almada - Fórum Romeu Correia
 
Os Melech Mechaya são:
André Santos: guitarra
Francisco Caiado: percussão
João da Graça: violino
João Novais: contrabaixo
Miguel Veríssimo: clarinete
 
Fado Saltério
 
 


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Domingo, 07.05.17

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A.M.A em formato digital a 12 e a 19 de Maio

Os A.M.A. apresentam os singles “Não Estamos Sós” e “Ama” respetivamente a 12 e 19 de Maio.

A banda de Santa Maria da Feira é composta por Joana Andrade e Zé Tó Lemos.

 

“Não Estamos Sós” é o primeiro de vários singles que irão ser lançados este ano.

Todas músicas e letras são compostas e produzidas pelos A.M.A.

Os A.M.A. desafiam a criatividade e trabalham para lançar  uma música por mês. Excecionalmente Maio terá 2 singles.

 
O estilo é viciante e irresistível num universo entre os sintetizadores e as melodias de piano. As letras, retratam essencialmente histórias de amor com as duas vozes em uníssono num timbre único e original. Uma verdadeira viagem pela Eletrónica, Pop, R&B.



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Melech Mechaya e Minta & The Brook Trout no Festival de Telheiras

O Festival de Telheiras já é um marco na comunidade. Comemora 10 anos desde a sua criação, embora seja esta a sua 8ª edição, que se realiza de 10 a 21 de Maio pelos diversos espaços públicos e culturais do bairro.

Numa iniciativa que continua a ser única em Lisboa, pela forma comunitária da organização, pelo número de entidades e actores locais envolvidos e pela filosofia de reforço do sentimento de bairro e da sua identidade, o Festival volta a marcar a diferença pelo equilíbrio e pluralidade das actividades que oferece.
 
A organização, optou este ano por estender as datas do Festival para que a comunidade possa usufruir mais calmamente das mais de 40 actividades promovidas pelo comércio local, pessoas do bairro, grupos de fora e instituições interessadas em participar e dar mais vida e cultura a Telheiras.
 
O Festival, não obstante de ser centrado em Telheiras, é pensado para toda a cidade e continua a apresentar uma programação eclética e dedicada a todos os públicos.

 

A música estará em destaque este ano, com a apresentação de projetos que vão desde as bandas do bairro, até a nomes mais consagrados no panorama nacional. Em destaque, a fusão de vários sons e culturas do mundo dos Melech Mechaya, que prometem fazer a festa com a apresentação do seu novo disco "Aurora" (20/05 - 22:00); o carácter indie de Minta & The Brook Trout, que apresenta o seu novo EP ROW  (19/05 - 21:00); a exploração sonora de Produtos Biológicos Grátis e de Nuno Sanches (13/05); o hip hop do bairro de Estraca (19/05 - 19:00) ; o jazz do Hot Clube; o rock clássico dos Waste & The Candyman (17/05 - 21:30), até à música tradicional dos Torga (18/05 - 21:30). O percurso musical do Festival promete tocar em vários estilos e agradar a muitos ouvidos.
 
Durante a semana as actividades programadas disseminam-se pelos diferentes espaços públicos e espaços culturais do bairro que acolhem workshops de gastronomia e saúde, debates temáticos, Hora do Conto para crianças e pais, Teatro, iniciativas de rastreios de saúde e atividades desportivas e muito mais. No cinema, destaca-se a exibição do filme Dheepan sobre a integração de refugiados que foi Palma de Ouro em 2015.
 
No fim-de-semana, dias 19, 20 e 21 de Maio, a festa concentra-se no jardim de Telheiras, junto à saída do Metro. Os dias são dedicados ao convívio e lazer com a Feira da Tralha (venda de artesanto e coisas em 2ª mão) e do Comércio Local, actividades holísticas e de desporto e um espaço dedicado às crianças com insufláveis e muitas surpresas. Pela noite usufrui-se dos petiscos acompanhados de concertos que começam pelas 19h00.
 
O Festival é organizado pela Parceria Local de Telheiras e pela Junta de Freguesia do Lumiar, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa. Surgiu em 2007 e cresceu do empenho e dinamismo de um grupo de jovens moradores que assumiram o compromisso de alavancar este movimento de aproximação de realidades, de pessoas e de serviços.
 
O Festival apresenta-se como uma forma de impulsionar a participação ativa da comunidade, estimulando um sentimento de pertença e de identidade, refortalecendo os laços de vizinhança.



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INDIAN RUBBER EDITAM O EP DIGITAL “PELSÚUN”

 

Os Indian Rubber representam o melhor do rock alternativo e psicadélico, mergulhando em influências de contemporâneos como Pond, Real Estate ou Deerhunter. E depois do single “Dazed” chegou o momento de revelarem as restantes cinco faixas que dão corpo ao seu novo EP digital - “Pelsúun”.

 

A mais recente aposta da Music For All já está disponível na The Store, no iTunes, Tidal, Google Play e no Spotify para compra e escuta.

 

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

 

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.

 

 



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"Tar Road" com edição mundial, via distribuição digital.

O concerto de apresentação acontece já no próximo dia 13, às 121h30 na Praça do Mar (Quarteira). Antes disso, a partir do dia 8, "TAR ROAD", o single, tem edição mundial via distribuição digital.

 

"TAR ROAD" está presente na banda sonora de "Crime Perfeito", uma curta-metragem que teve Sara Lawrence nos créditos da música. "Crime Perfeito" esteve nomeado para os prémios Sophia Estudante, e conta com Hugo Costa Ramos no elenco e na realização com Sérgio Bernardo Costa, Joana Alves e Susana Semedo.

 

Vinda da cidade de Quarteira e de influências australianas, Sara Lawrence chega até nós com a sua sonoridade única e linguagem expressiva, compondo e cantando sempre a sua realidade.

Mistura as raízes do Folk, a sonoridade do Indie e a essência alternativa com a linguagem Pop para trazer o mais real e honesto à música da atualidade. Quando ao vivo, actua com a sua banda os "bullets", fazendo uma analogia à maneira como dispara as suas emoções em suas canções sem medo e com determinação.



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Sábado, 06.05.17

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12 de Maio em formato digital

Magana apresentam o 1º álbum: “Na Terra do Sr. Zangão”.

 

Nuno Romano-Batista (Voz e Bateria) e Jaime Romano-Batista (Voz e Guitarra) são de Alcácer do Sal; formaram os Magana em 2014.

Em 2016 participaram no programa “The Voice”.

 

“Na Terra do Sr. Zangão” é uma fusão de vários estilos: pop, rock, jazz, bossa-nova, funk, soul, folk, fado.

O single chama-se “Estória do Zé”



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Os Psycho Tramps acabam de lançar o segundo álbum de originais "Silk Gloves On Hard Boys" através da Dog City Records.

O CD apresenta 12 temas originais que cheiram a paixão, whisky, sangue, perfume barato, noites selvagens, perigosas e divertidas. Algures entre as ruas decrépitas de Detroit nos anos 60 e o eixo Nova Iorque/Londres nos anos 70, com um toque de Escandinávia do inicio dos anos 90

A banda foi formada em 2011 e é composta por Miguel Roque (voz), Ramon Contreras (guitarra), David Sabino (baixo), José Alves (guitarra) e Marco Dores (bateria).

O CD pode ser adquirido por 10€ através do email dogcityrecs@gmail.com ou nas página de facebook da banda ou da editora.

 

 



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MÁRIO MATA ESTÁ DE “REGRESSO”

 

O disco do músico  e compositor, conta com produção de José Cid
e chega às lojas a 12 de Maio,  sob a chancela da Sony Music Portugal.
 
 
"Andar sozinho a lutar contra o sistema, é um grande problema " escreveu e canta Mário Mata a dada altura do seu mais recente disco, curiosamente de título Regresso.

E se uso este advérbio de modo, não é por ficar sempre bem num texto…,

é antes por ter a firme convicção que em cada regresso este cantautor, de certa maneira, continua, solitário, a lutar contra o sistema. Que sistema?

Aquele que o (nos) envolve sem sufocar, nos vários planos que enchem a sua vida de quase quatro décadas de música. Há rebeldia, há sarcasmo, há esperança, há sonho, há inquietação e, acima de tudo, há uma imensa vontade de gerar cumplicidades neste Regresso de Mário Mata.

Percorrendo com os sentidos bem despertos as quinze canções deste novo álbum, há um leque de emoções que se desvenda a cada instante, porque nas marés da vida "o amor é como o mar, umas vezes a partir, outras a chegar".

Há um triângulo mágico que ilumina a vida deste criador, deste homem bom e atento, cujos vértices se situam na África de todos os sonhos, no Algarve de todas as revelações e na capital de todas as ilusões. E depois há a vontade e a coragem de virar as costas a tudo o que já sentiu e viveu e voltar a partir para longe do bulício da cidade grande e continuar a observar, escrever e cantar as realidades doces e amargas que a povoam.

Regresso de Mário Mata é qualquer coisa que se espera sempre com a ansiedade dos momentos que se adivinham de celebração e este disco novo, revisitando memórias e acrescentando novidades, confirma afinal que, ouvindo-o, na vida como na música "sonhar é fixe".

Por:  Armando Carvalhêda - Realizador de Rádio 


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Sexta-feira, 05.05.17

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Os Quinta-Feira 12 lançam novo single - a primeira composição da banda enquanto quinteto - onde mostram a sua costela assumidamente mais pop, num tema que mantém a mesma temática e registo dos Quinta-Feira 12 e mistura uma sonoridade diferente com influências no disco dos anos 80.

 

Na mesma altura em que nos surge uma nova voracidade e sonoridade da banda, ganha-se um novo sentido no universo felino dos Quinta-Feira 12. Se no primeiro álbum vimos “Fiasco”, um gato lunático e misterioso - como alter-ego da banda - é com as garras de fora que em “Dona Chica” nos surge uma figura feminina: uma gata que nos guia pela cidade até ao seu refúgio.

O Single “Dona Chica” está inserido na 1ª Compilação Planalto Records, que conta com a participação de vários artistas em 8 temas originais. O vídeo conta com a participação da bailarina Carlota Bastos Carreira, realizado por Wrong Planet, produzido por Guilherme Carvalho e com caracterização de Catarina Santiago.

Dona Chica” foi produzido produzido por Paulo Mouta Pereira e Quinta-Feira 12. O single conta com gravação e mistura de Paulo Mouta Pereira (First Breath After Coma, Vaarwell) e masterização de Nélson Carvalho (David Fonseca, Deolinda).



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OWAN apresentam o álbum “Sweet Symphony”

 

05 de Maio em formato digital

 

"Sweet Symphony" é o nome do segundo álbum de originais dos OWAN, sucessor de "And Now You" produzido por Quico Serrano.

 

Nas palavras de Danniel Boone (vocalista, autor e compositor): "É um álbum que assinala o regresso da formação original dos OWAN, com mais maturidade, mais musicalidade e mais "Happy" ... não deixando de ter mensagens para refletirmos... as mensagens para os meus filhos continuam a estar presentes... e todos estes fatores juntos são sem dúvida nenhuma uma doce sinfonia e que nos deixam a todos, muito satisfeitos com este novo trabalho“.

 

 



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António Zambujo, Cristina Branco, Dead Combo e Deolinda nomeados para os Globos de Ouro 2017

Vencedores serão conhecidos em cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios

Já são conhecidos os nomeados para a edição deste ano dos Globos de Ouro e são vários os artistas ligados à Universal Music Portugal que voltam a estar nomeados para estes prémios da SIC.

Na categoria de Melhor Intérprete Individual encontram-se entre os nomeados os cantores António Zambujo e Cristina Branco.

No ano passado, António Zambujo lançou “Até Pensei Que Fosses Minha”, disco de tributo a Chico Buarque (que também colabora), e que vai ser apresentado ao vivo nos Coliseus do Porto e de Lisboa, a 16 e 24 de junho, respetivamente.

Já Cristina Branco lançou também em 2016 o álbum “Menina”, que já foi distinguido com o Prémio Autores 2017 na categoria de Melhor Disco, tendo nesse disco cantado temas assinados por Luís Severo, Filho da Mãe, André Henriques (Linda Martini), Kalaf, Jorge Cruz, entre outros.

Na categoria de Melhor Grupo estão entre os nomeados os Dead Combo e Deolinda.

Os Dead Combo conquistaram em 2016 a marca de Disco de Ouro com o álbum “A Bunch of Meninos”, além de terem lançado o disco “Dead Combo e as Cordas da Má Fama”.

Os Deolinda lançaram o álbum “Outras Histórias”, que na altura entrou diretamente para o n.º 1 do top de vendas, além de ter atingido o galardão de Disco de Ouro. O álbum foi reeditado a propósito da celebração de 10 anos de carreira do grupo no inicio deste ano, nos coliseus.

Os vencedores dos Globos de Ouro serão conhecidos numa cerimónia a realizar-se a 21 de maio, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, apresentada por João Manzarra.



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Obrigada.E eles não têm editora, foi uma edição de...
LauraAgradeço o seu comentário, e prometo que em b...
Lamento comentar aqui, mas não sabia onde pôr.Quer...
Essa musica é muito bonita e para além de mais me ...
Queria ser -ÁTOAEu não aguento Ficar assim Mas pas...
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