Sábado, 19 de Agosto de 2017

 



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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

 

Letra

 

É preciso ter cuidado com aquelas mulheres bonitas, hum, há umas que são perigosas...

Sinceramente adoro a maneira como ela mexe
Concentra só no pau, adora a maneira como ele cresce
Vê como ela sobe, vê como ela desce
Ela quer, ela pode, que ela é boa da cabeça aos pés

Não existe homem no mundo que rejeite
Aquela perna, aquele rabo, aquele peito
Aquela cintura desenhada com um traço perfeito
Aquele rosto que não podes pôr defeito

O jeito dela é de vêras bué picante
De vêras bué provocante
Tou perante uma mulher a sério
Não dá moral nenhuma
Não bebe e não fuma
E como ganha a vida é um mistério
Deixo ao teu critério
Vê como ela veste, vê como ela grifa
Snifa coca, apanha a pica da moca
Vê como ela tá na moda
Tira foto a noite toda
Rouba atenção, até do homem da outra

[REFRÃO]

Ela é perigosa, é como fazer sexo com uma bófia
Chave de cadeia bandida da moda
Ela é perigosa, daquelas que uma foda acaba a relação
Daquelas que em silêncio arrasta a multidão
Perigosa, cria um ladrão, cobra venenosa
Daquelas que se pedires a mão, até o padre goza
Porque carne mastigada não merece rosa
Ela é perigosa

Gostosa, cheirosa, charmosa
Cobra duzentos euros por um sonho cor de rosa
Na disco não dá prosa, sorri mas não dá bola
Adoro quando ela requebra naquela sola
Segue o ritmo da tarola, nigga aquele cor de jola
Têm grife, têm style, têm escola
Dizem que é sobrinha favorita, aí dum tio de Angola
O único problema é que não têm nada na carola

Não se preocupa com o que dizem, fofocas não lhe atingem
A mural é tão alta se fosse vulgar tinha vertigem
É controversa essa inveja...
E qual é que é o problema se o material não é de origem?
Gosta que lhe brutalizem, que lhe algemem que lhe piquem
Deixa-te marcas na esperança que não cicatrizem
Faz com que as tuas fantasias, se realizem
Já perou com mais de mil, mas a atitude ainda é de virgem

[REFRÃO]

Ela é perigosa, é como fazer sexo com uma bófia
Chave de cadeia bandida da moda
Ela é perigosa, daquelas que uma foda acaba a relação
Daquelas que em silêncio arrasta a multidãoPerigosa, cria um ladrão, cobra venenosa
Daquelas que se pedires a mão, até o padre goza
Porque carne mastigada não merece rosa
Ela é perigosa

Não estou preocupado
Sei que eu danço com o diabo, danço com o diabo em forma de mulher
Não, não estou preocupado, sei que eu danço com o diabo, danço com o diabo em forma de mulher
Não estou preocupado
Sei que eu danço com o diabo, danço com o diabo em forma de mulher

Não estou preocupado
Sei que eu danço com o diabo, danço com o diabo em forma de mulher...

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra : Malabá e Kosmo
Instrumental : Prodlem 

 



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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017

 

Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

[Verso 1: Azagaia]
Tudo começou com pedaços de unhas que venderam
Quando descobriram que era a cura para as doenças que aprenderam
Então cortaram unhas e depois resolveram
Caçar unhas nos cadáveres que se desintegram
Depois alguém disse que o cabelo também é remédio
Misturado com as unhas faz o pênis ficar um prédio
Muitos ficaram carecas pra crescer esse negócio
Até comprava-se réguas pra oferecer a cada sócio
A seguir descobriram a utilidade do suor
Então alguém suava pra o outro ganhar melhor
Vendia-se em colherinhas esse líquido com sal
Misturado com saliva cuspida e cheirava mal
Saliva, já ninguém cuspia de borla
Cada litro produzido, valia um Dólar
Esse era chamado o negócio da liquidez
A saliva de cada dia era paga ao fim do mês
Dizem que ninguém sabia ao certo o que era certo
Mas o negócio rendia quando a fome chegava perto
Tudo se vendia a centímetro ou a metro
Naquele ano cada vida era um objecto

[Refrão: Macaia ]
Tu tens a chance de ser a minoria
E conseguir mostrar que o amanhã
Que o amanhã pode ser usado por cada um de nós
Para provar que a esperança não morre

[Verso 2: Azagaia]
Das raças misturadas surgiam novas raças
Então a fome batia a porta de novas casas
Essa fome era maldita e chegava de repente
E foi aí que descobriram que se podia vender gente
Às vezes por inteiro, outras vezes em bocados
Muitas vezes por dinheiro, outras vezes por um cargo
Novo de chefia numa empresa da capital
E assim decepava-se outra cabeça nacional
As autoridades perderam autoridade sobre esse crime
Deixou de ser crime, virou fraqueza do regime
Uns dormiam gradeados com medo de perder um braço
O mercado especulativo pagava bem por um pedaço
E pra matar a fome há quem matava uma pessoa
Quantos perderam a vida pra os outros ganharem vida boa?!
Naquele ano já nem se pensava em matar animais
As pessoas pesavam-se em Dólares ou Meticais
E digo mais... surgiram os canibais
Com a fome daquele ano, filhos comeram pais
Quando a barriga rói, há sempre um atalho
Toda gente já sabia o que se vendia no talho
Sem trabalho, sem perspectiva de vida
No ano da fome, nenhum beco tinha saída
Mata-se por comida, e todos eram comida
Todos mentiam, mas a verdade era sabida

[Refrão: Macaia ]
Tu tens a chance de ser a minoria
E conseguir mostrar que o amanhã
Que o amanhã pode ser usado por cada um de nós
Para provar que a esperança não morre

[Verso 3: Azagaia]
Havia fome, mas era necessário haver lei
É que no meio dos escravos há sempre quem quer ser rei
Foi aí que se decidiu que não podiam morrer todos
Todos eram valiosos mas valiam mais os outros
Então foi decretado, só se matava os diferentes
Estrangeiros, aleijados, mendigos e indigentes
Raças misturadas com cores irreverentes
Os compradores analisavam os olhos e os dentes
A febre era total, coitados dos albinos
Eles foram perseguidos e vendidos como caprinos
Muitos clamaram a Deus pelos seus destinos
Com medo que a fome viesse buscar os seus filhos
Pandemônio
Cada Homem era um demônio
Ninguém podia confiar no seu próprio neurônio
Quanto mais no do vizinho
Houve quem viveu sozinho
Houve quem morreu com todos
Embriagado pelo vinho
Mas depois daquele ano tudo ficou mais estranho
Todos ficaram diferentes na cor e no tamanho
A mistura era completa, todos podiam ser mortos
E foi aí que todos temeram apontar os outros

[Refrão: Macaia ]
Tu tens a chance de ser a minoria
E conseguir mostrar que o amanhã
Que o amanhã pode ser usado por cada um de nós
Para provar que a esperança não morre

 



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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

 

Letra

 

Every now and then you are over

Every now and then you are gone

I’m trying to keep me alive, I wonder

Shall defiance slide down my throne?

 

I’m gonna hide if I see you back again

Want you to find all the secrets left unsaid

 

Every now and then you are over

Every now and then you are gone

I’m trying to keep me alive, I wonder

Shall defiance slide down my throne?

 

I’ve been locked these days

To solve the puzzle I see I’m under

I’ve been locked those days

Now believe that I am over

 

I’m gonna hide if I see you back again

Want you to find all the secrets left unsaid

Try not to keep any distance when you’re gone

Blame me to think, see how much you left undone

 

Every now and then you are over

And you may ask what I am here for

Eyes commanding this all of trouble

Seeing if you’ll be back for more

 

I’m gonna hide if I see you back again

Want you to find all the secrets left unsaid

Try not to keep any distance when you’re gone

Blame me to think, see how much you left undone

 

They ask me if I’m not able

To hold on a safer coast

Believe me I am now over

I have way more to go

 

Music by LINCE
Written by Sofia Ribeiro

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Musica: Ricardo Má Sorte, Filipe Survival, XANDE
Letra: Ricardo Má Sorte, João El Tvfer Pereira

 



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Terça-feira, 15 de Agosto de 2017

 

Letra

 

Eu não venho de onde tu vens

É fácil quando tu tens

Dizer que os que lutam pra ter

São fúteis

Inúteis !!

Não apoia !!

Mas não julga

Não faço parte dos "brown sugars"

Que engoliram o sotaque

Pra terem aceitação na tuga

 

E se eu fizer um som com

O cota bonga ou com a lura

Em vez de

Protect

Tu sais de pro black

Pra attack o pro 2 da

Se eu falar da má vida

No movida

Já não é musica com

Vida

Que convida a apreciar essa vida

Que vem com bilhete só de ida

 

São malucos

Mas real soldiers

Tu vês bandidos

Eu vejo madybas , manjucos

E wil soldiers

Então cuidado com os abusos

E o mau uso do meu nome

Eu não ganhei lugar no rap luso

Num concurso

Queres falar da essência?

Da crença?

Em ser diferente?

Mesmo sabendo que a tua mente

Não é crente

Na diferença

É o carisma ou magnitude

Impacto das rimas da juventude

"filho das ruas"

Pra virar "king"

Precisou

(de "atitude") !!

 

Txoma nhas dredas di ghetto

Ki conxi peso txuba

Ki oia familia ta luta

Pa poku podi ten

Mas foi na ghetto

Foi na rua

Ki nu luta djuguta

Pa poku podi ten

 

Ela

♬ anda com todos

Mo sangue fama é puta

Tu na cama enquanto eu fodo beats

Tipo kamasutra

É da lama e do lodo , então

Nosso karma é luta

E nada para a luta

Encaro a luta e a gente

Catapulta!!

Nga é raça truta

É massa bruta !!

Escaramuça comigo é beef

Com os "mara salvatrutcha"

 

E se te servir a puta da carapuça

É pra aprenderes que

Não se cutuca um verdadeiro

Com vara curta

Dedo do meio , sem rodeios

Eu nem leio muito

Mas sei que

Não se escreve vingança

Sem NGA no meio

 

Não há desconto pr'os mc's

Depois do balanço do mês

Vejo que não estão prontos

Esses wís

É um facto e até tu vês

Quer confronto

É o que o mano diz...♬

Estilhaços nos pés

Então a gente põe os pontos nos "i's"

E os traços nos "t's" !!

É o carisma ou magnitude

Impacto das rimas da juventude

"filho das ruas"

Pra virar "king"

Precisou

(de "atitude") !!

 

Txoma nhas dredas di ghetto

Ki conxi peso txuba

Ki oia familia ta luta

Pa poku podi ten

Mas foi na ghetto

Foi na rua

Ki nu luta djuguta

Pa poku podi ten

Txoma nhas tropas di ghetto

Foi na ghetto

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017

 

Letra

 

Quando eu deixar que me digam como fazer isso
eu deixo de fazer isso, porque meu compromisso
é com esses putos que eu acredito que nasceram para isso
não é tipo que a bue de opcoes nao é tipo que a bue serviço la no hood
governantes nos ignoram sem motivos 
vendem mais pilas dia seguinte duque preservativos
mas quadras dos hospitais aonde ja se viu isso
se fores do bairro tens plena nocão disso, 
se depende deles morriamos todos submissos
aqui nao acabar comida no prato é um disperdicio, 
por isso que eu não deixo que eles mudem o prodigio
eu sou a esperanca desses putos, meu rap é maciço,
 eu tenho duas bolas entre as pernas eu morro por isso
eu tenho duas balas nessa arma eu mato por isso
eles dizem que eu sou frustrado por acreditar nisso
uma mistura de sentimentos meu rap é mestiço
então não deixo que eles digam ao mais Bad 
Que ele esta erado por se sentir o mais bad ele tem direito de se sentir o mais bad
se tem um problema com o problema entao fuck everbody
não matem os Xuxus, não matem os Deezys, não matem os Motas, não matem os Emanachizes
Deezy a vossa geração nao precisa de inspiração precisa de um ganha pão
quando eu deixar que eles vos digam o contrario m
e chamem de otario, mas eu não sou otario, eu sou o puto que mudou 
a historia das lendas eu sou lendario
Paulo Flores 15 anos antes do bolo de aniversario,
incoviniente eu sou o mal necessario
se eles querem guera eu queimo toda roupa meu puto eu juro que eu so vou por armas no armario
Parem de roubar o nosso salario 
quando eu deixar que alguem que eu não conheça me faça a cabeça com conversa controversa
ja perdi uma peça se eu mudar com conversa não perdi a conversa eu perdi a cabeça
eu sou o nigga que no meio da multidão todos vestidos de branco eu tou de preto
yeye fuck you ya,mano eu sigo rebanhos eu nao sou ovelha antes de mandares pedras para qui tceka bem a sua telha
não quero ser como voces eu não sou como voces a unica coisa que temos em comum é que falamos portugues
eu sei que é carne que temos eu sei que é sangue temos mas quando morrermos as pessoas não vão sentir o mesmo
voces não me vendem sonhos eu tou lucido para entender a estupides desses manos eu tinha que ser estupido
eu não sou copia mano meu rap é unico eu sou proivado lembra que tu e que es publico
eu sou o que sou nao o que tu queres que eu seja porque eu ja erra quem sou antes de tu quereres que eu fosse aquilo que tu queres que eu seja
no dia em que voces tiverem certos por dizer um gajo esta errado por ser aquilo que um gajo é
eu vou preferir ser cego, surdo e mudo, porque no dia em que eu aceitar isso vai ser o dia do fim do meu mundo não o dia do fim do mundo mais o dia do fim do meu mundo

 



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afonso bag.jpg

 

 

Partilho convosco o 4.º vídeo realizado desta vez no lindíssimo e discreto jardim da "Pensão Favorita" no Porto.

 

"Uma Casa Portuguesa" 

 

 



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Letra

 

Eu quero
Uma piscina cheia de garrafas
Pra quê?
Para afogar as mágoas da desgraça

Passado só é passado
Porque a gente passa
Eu sei
Eu quero uma cama cheia de massa

Não quero uma médica maluca
Não quero um quarto cheio de zukas
Eu quero um estádio cheio de " rucas "
E diamantes no relógio
Tipo água turca

Eu não fantasio com empregadas
Muito menos
Com mulheres algemadas
Eu fantasio
Com riqueza pros meus bradas
Vamos fazer cachupa de novo
Esse maço parece dobrada

Queres saber qual é o meu fetiche ?
Qual é?
Fish é peixe
Eu não quero tar fixe
Eu quero tar mais que fixe
Dinheiro em cima de dinheiro
Até parecer um beliche

Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama

Metade disso antes que eu perca o juízo
Pra momma
Um terço disso antes que eu perca o juízo
Pra dama
Antes que digam que eu perdi o juízo
Com a fama
O resto eu gasto com os mesmos do início
Da lama

Força suprema tem que ser pra sempre
Ohh ngana!!
A gente não grama de vender gramas
Pra conseguir a grana
Por isso a gente tá na estrada com a benção da momma
Eles dizem que a minha musica é epic
E hoje eu tou no "sana"
O nosso jogo é diferente
Eu não vou atrás de damas
Sou rei na mesa de xadrez
Tu és peça de dama
Eles dizem que eu vendi a alma
Não sabem que eu tou com deus
Da forma que a gente vive a má vida
Eu sei que eu vou com os meus
Vê só o interior do meu carro
Tipo que eu vou pro céu
Tchecka só o meu extracto bancário
É tipo que sou judeu
Eu só quero guita pros meus
Miúda eu não quero sexo
Quero tanto ouro no terço
Deixar o pápa perplexo !!
Um milhão de euros em notas de cinco
É isso que eu acho sexy !!
Duzentos mil notas a voar pelo quarto
Tipo confetis

Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama
Um milhão de euros em notas de 5
Um milhão de euros em notas de 5
Na cama !!

 



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Domingo, 13 de Agosto de 2017

 

Letra

 

[Valete]
Eu só queria ser eu, dar-vos a minha espontaneidade
Materializar a liberdade que a minha mente fantasia
Trocar as leis da sociedade, pelas leis da felicidade
Com a minha carta da alforria

Mas vocês refugiados na ignorância
Oprimem a diferença e oprimem a minha independência
Julgam-me, com uma moral que nem é vossa
A moral que nos impuseram e que cavou a nossa fossa

E faz de nós essa massa domesticada
Que vive mascarada só pa'tar incorporada
Eu sofro, quando sou como vocês
Escondo a minha nudez, vocês dizem que é sensatez

Não sei o que quero, nem sei pra' onde vou
Quando 'tou refugiado nesta pessoa que não sou
Que vive a oferecer sorrisos e esforços adaptativos
Pa'tar bem no colectivo

Quando já não aguento refugio-me no meu quarto
Isolado de tudo pa' fugir do vosso contacto
E pa' poder voltar a ser eu
Entre copos de vodka e a solidão que me desafoga

Depois saio à rua embriagado
Desta vez já desatado, eufórico e reanimado
Refugiado numa coragem momentânea
Celebro a infâmia da liberdade espontânea

[Bónus]
Mano, aceita a diferença
Enterra o teu passado, entrega-te à renascença
Diferença é a coisa mais bela da natureza
Eleva-te como Homem vive a tua nobreza (x2)

[Azagaia]
Nunca estiveste tão distante de ti próprio
Juras amor próprio, ao espelho és o próprio
Dás meia volta e fazes mal a ti próprio
A seguir culpas o mundo e te envenenas com esse ódio

Justificando os teus erros com os dos outros
Matando porque mil já foram mortos
Roubando porque houve roubos
é assim como loucos guiam loucos
Culpando a loucura que inocenta todos

Eu sou bom com os disfarces e vejo que também és
Eu finjo que eu sou eu e tu finges quem também és...
Esse, perfume, essa roupa, esses carros
E como de costume vou julgar-te por esse status

Quantos pretos condenados a falar como brancos
Brancos condenados a f... como pretos
Homens condenados a beber como machos
E na calada da noite a gemer pr'outros machos

Quantos enforcados por gravatas 5 dias por semana
São vampiros a sugar garrafas aos fins de semana?
Quantos saiem à rua... finos e civilizados
E em casa só falam com os punhos cerrados

E quando estiveres já coma cabeça inchada
A pesar uma tonelada, de merda não evacuada
Senta-te com os amigos e vira uma garrafa
De absoluta hipócrisia e depois volta pra' jornada

[Bónus]
Mano, aceita a diferença
Enterra o teu passado, entrega-te à renascença
Diferença é a coisa mais bela da natureza
Eleva-te como Homem vive a tua nobreza (x2)

 



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antunes.jpg

 

 
 2º QUINZENA AGOSTO
 

14 | 22H00 | MARIA ALICE | Festas de Amora (convidado Dany Silva) - Amora

19 | 21H30 | ROGÉRIO CHARRAZ | Praça do Município – Tavira

25 | 21H30 | ANTONIO PORTANET | Praça do Sertório - Évora

25 | 21H30 | HÁ LOBOS SEM SER NA SERRA | Horta da Figueira – Évora

25 | 18H00 | DUARTE | Londres PizzaExpress Live London – Londres

26 | 21H00 | ROGÉRIO CHARRAZ | Festas do Mar - Cascais
 
26 | 21H30 | SEBASTIÃO ANTUNES & QUADRILHA | XVII Festival de Música -  Macedo de Cavaleiros

30 | 21H00 | SEBASTIÃO ANTUNES - Ilha Terceira


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Letra

 

Ela disse-me ao jantar
Tens o prato pra acabar
A cenoura pra comer
Dos teus olhos vai fazer
Duas estrelas a brilhar

Ela disse meu menino
Tu ainda és pequenino
Mas o tempo corre louco
E todo o empenho é pouco
Pra guiares o teu destino

Ela lê no meu olhar
Ou na minha alma aberta
Não sei bem como consegue
Mas por muito que eu o negue
Minha mãe está sempre certa

Ela disse-me atenção
Vai vestir o teu bluzão
Olha que madrugada
Já faz frio e há geada
E não estamos no Verão

Ela disse tens de ver
O que está a acontecer
Olha que essa rapariga
É muito mais que uma amiga
E nao a queres perder

Ela lê no meu olhar
Ou na minha alma aberta
Não sei bem como consegue
Mas por muito que eu o negue
Minha mãe está sempre certa

 

 



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Letra

 

Conto a conta-gotas o tempo que passa
Vejo o sol lá fora a fazer-me pirraça
Já são quatro e meia está quase na hora

De fechar a loja para dar o fora

Saio para a rua
e no vento morno
sinto o cheiro a pão
saindo do forno

Oiço as sirenes
motores e buzinas
Junto à paragem
conversam as meninas

Sabe-me tão bem sentar na esplanada
A olhar o mundo sem pensar em nada
Espreguiçar um pouco, beber uma cola
Ver a garotada a jogar à bola

Só quero, sentir o sol (sentir o sol)
Sentir o sol

Homens ao telefone metem-se em sarilhos
Queixam-se as mulheres, das mulheres dos filhos
Só os velhos sentados à beira da estrada
Contrastam com os passos da gente apressada

Eu vejo a turva louca
Correndo perdida
Bebendo de um trago do copo da vida
Do meu lugarzinho
Onde o mundo abranda
Onde a pressa some
E a calma é que manda

Sabe-me tão bem sentar na esplanada
A olhar o mundo sem pensar em nada
Espreguiçar um pouco, beber uma cola
Ver a garotada a jogar à bola

Só quero, sentir o sol (sentir o sol)
Sentir o sol

Sentir o sol, sentir o sol (só quero)
Sentir o sol, sentir o sol (jogar à bola)
Sentir o sol, sentir o sol (sentir o sol)
Sentir o sol, sentir o sol

Sabe-me tão bem, sentir o sol!

Sabe-me tão bem sentar na esplanada
A olhar o mundo sem pensar em nada
Espreguiçar um pouco, beber uma cola
Ver a garotada a jogar à bola

Só quero, sentir o sol (sentir o sol)
Sentir o sol

 

Música e Letra: Os Quatro e Meia

 



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Sábado, 12 de Agosto de 2017

 



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compaços.jpg

 

 

"A "ComPaços - Associação de Preservação e Dinamização Musical de Paços de Ferreira" em parceria com a "Guitars & Woods - Luthier Suplies" está a realizar um concurso de design de guitarras elétricas que permite ao concorrente que apresentar o desenho vencedor de uma guitarra elétrica ganhar o instrumento que desenhou. Este concurso visa a promoção e desenvolvimento da arte musical, mais concretamente da executada em guitarra elétrica, assim como da componente de design neste âmbito.

O júri, composto por alguns nomes bem conhecidos da cena musical portuguesa, como Tó Trips (Dead Combo), Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), Frankie Chavez, Peixe (Ornatos Violeta), Ana Moreira (Anarchicks), Tomás Wallenstein (Capitão Fausto) e também Carlos Barros (Guitars & Woods), vai avaliar os desenhos submetidos e será vencedor o que arrecadar a pontuação mais elevada. 
Para participar basta enviar o desenho de uma guitarra elétrica para compacos@sapo.pt.
O regulamento completo do concurso pode ser consultado em www.facebook.com/compaços."



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Música: Ricardo Rosa & Mopho
Letra: Pedro Bandeira

 



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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017

retp1.jpg

 

RTP1 transmite concerto das Vozes da Rádio



Este fim de semana há dose dupla de VOZES DA RÁDIO na RTP.


As Vozes da Rádio celebram 25 anos e a RTP 1 traz esta sexta o espetáculo gravado ao vivo na Casa da Música que serviu de apresentação ao mais recente disco do grupo. "Canções do Homem Comum, Vol I" é o décimo trabalho discográfico do mais conceituado grupo "a cappella" Português.

 

No sábado ás 21h30, as VOZES DA RÁDIO são os artistas convidados do programa "A Cappella" na RTP 1.


"Canções do Homem Comum, Vol I" 


O homem comum é sonhador, apaixonado, criativo, romântico, observador, interventivo, crítico, alegre, divertido, irrequieto, por vezes melancólico, outras triste, outras ainda vingativo. É tudo isto, e mais ainda, sempre brindado com um acutilante sentido de humor.


LINKS:

Facebook - https://www.facebook.com/VdRadio



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Quem nos vai purgar o monstro sobre nós
Olha quem, que com os seus tentáculos nos corta o ar.
Vai, não deixes que essa sarna te consuma.
Ela cai, nem que tenhamos que deixá-la de fome a babar.

Quem nos vai purgar o monstro sobre (entre) nós.

Não vais mais sugar. 
Eu já não te temo.

Agora és tu quem vai penar por toda esta amargura.
A fonte aqui fechou amor.
Agora quem vai ser monstro de quem?

Quem nos vai purgar o monstro sobre (entre) nós.

 



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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017

 



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vasco.jpg

 

 

"Alone in the Castle Z" é uma das músicas novas de Vasco Moreira Gritali.


O vídeo está agora disponível nos canais de vídeo do guitarrista Português com fotos do próprio. A fotografia é um passatempo do músico.

 

 

 

 

https://gritali.blogs.sapo.pt



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letra

 

Letra - Calema / N_Lyrics 

Faz o verão chegar 

Teus pés descalços
Na areia marcam os passos
Pra me mostrar que o destino está perto daqui

Não há mais espaço
Aperta e faz um laço
Me amarra no teu corpo e faz de mim o mais feliz

Se for pra ir
Nem vou pensar
Já tenho a mala pronta é só me chamar
Promete que 
Se complicar
Agendas nosso amor pra quando verão chegar


Refrão:
Hô ô ô
Faz o verão chegar
Hô ô ô
Que eu quero te mostrar
Hô ô ô
Faz o verão chegar
Hô ô ô
Que eu quero te mostrar


Eu encontrei em ti, alguém 
Que me faz sentir saudades sem nunca tocar
Espero que o tempo voe 
e que, me traga esse calor que só tu podes dar

Já estou a ir 
E sem pensar
A mala estava pronta ouvi o teu chamar
Promete que
Se complicar 
Agendas nosso amor 
Pra quando o verão chegar

 



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mopho.jpg

 

Passados 4 anos do lançamento do primeiro trabalho homónimo, os Mopho regressam agora com um longa duração estranho e, ao mesmo tempo, rico em toda a sua essência. Quatro anos carregam o peso da maturidade e da desconstrução de estigmas e círculos transversais de eternos retornos.

"Estranho em mim" trata, sobretudo, de um aprofundar da melancolia bonita que sempre envolveu o rock destes cinco rapazes.

O single de apresentação, “Melancolia”, foi sabiamente escolhido para se tornar um vício. Os reflexos que apresenta de uma luz ténue e brilhante trazem à canção uma brisa suave e palpável que nos faz estremecer de intensidade.

Um álbum que representa o rock português em toda a sua magnitude. Fica o alerta de um possível rasgo de arrepios frios aquecidos por um aconchego melódico extremamente belo aquando da sua audição.

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

No bordel da dor há cintas e ligas a romper.
E o sr. doutor que exige um corpo para se sorver.

Lá fora está tão frio... Dá-me calor!
Lá em casa não há cio... murchou a flor

Suba meu amor - diz a meretriz com sedução.
Coma-me por favor que tenho rebentos em ascensão.

Lá fora está tão frio... Dá-me calor!
Lá em casa não há cio... murchou a flor.

No bordel da dor há cheiro a bafio e cerveja morta.
E o senhor doutor que já não tem ponta para lhe pegar.

Lá fora está tão frio... Dá-me calor!
Lá em casa não há cio... murchou a flor.

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

panda.jpg

 

"Panda e os Caricas no Cinema”: O Musical regressa em dezembro e os bilhetes já estão à venda

Novo espetáculo do Panda e os Caricas andará em digressão pelo país de 2 a 23 de dezembro

Em dezembro, o Panda e os Caricas voltam a percorrer o país de lés a lés com um novo Musical que certamente continuará a conquistar milhares de crianças e que parte dos muitos sucessos do recente CD/DVD “Panda e os Caricas 4”, sem deixar de passar pelas várias canções que tornaram o Panda e os Caricas num dos maiores fenómenos infantojuvenis da atualidade.

Panda e os Caricas no Cinema”, o Musical, andará em digressão pelo país de 2 a 23 de dezembro e os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais, estando os de Évora disponíveis aqui. Consulte aqui as datas: 

2 de dezembro – Loulé
3 de dezembro – Évora
8 de dezembro – Coimbra
9 de dezembro – Lamego
10 de dezembro – Gondomar
16 e 17 de dezembro – Lisboa
23 de dezembro – Guimarães

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

d-phragma.png

 

 

D-phragma, o lançamento de uma nova banda de Almada Mixtape

“Amargor” disponível gratuitamente nas redes sociais

 

 

“Sair da zona de conforto” foi a premissa assumida pelos D Phragma, com o intuito de criar um projecto de originais em português.

 

Os D-Phragma são: Nelson Correia na voz (músico de Pedro e os Lobos, Algodão), Carlos Calado na guitarra e voz, Gil Pulido nas teclas (músico de Carlão), Hugo Mariani na guitarra, teclas e voz. Os convidados são o produtor David Arruda mais conhecido nas pistas de dança por Hijack da Bass e o baixista Hugo Meliço, ambos participam nas 3 músicas.

 

O primeiro trabalho discográfico da banda chama-se “Amargor” e está disponível gratuitamente nas redes sociais. A edição é composta por 3 temas: “Monstro”, “Bordel” e “Sem Lugar”. O desenho da capa foi realizado por Gonçalo Delaunay. Em Abril de 2017, a participação no Festival Cantar Abril deu a oportunidade de expôr o seu trabalho perante algumas centenas de pessoas ao longo de duas actuações.

 

 



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