Sexta-feira, 31 de Março de 2017

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Diogo Piçarra

“do=s” chega hoje às lojas e entra diretamente para o 1.º lugar do iTunes

Ontem a Fnac do Colombo recebeu uma enchente para dar as boas vindas ao novo disco

Ficou hoje disponível o novo disco de Diogo Piçarra  Ontem, na Fnac do Colombo, foram centenas os que esperaram pela meia-noite para adquirir o tão ansiado segundo disco do autor de “História”, de “Já Não Falamos” e de “Dialeto”, o single que atingiu esta semana o galardão de Platina.

 
 

“do=s” foi escrito e composto na sua maioria por Diogo Piçarra, que também produz duas músicas e co-produz outras 7, em  parceria com alguns dos maiores produtores da música nacional: Branko, Fred, J-Cool, Karetus, Kking KongLhast, e MØTA e Stego (Maraki Music Studios).

Valas e April Ivy são os convidados do disco. O rapper Valas junta-se a Diogo Piçarra em ‘Ponto de Partida’ e April Ivy em ‘Não Sou Eu’.

 

Este é o ano de Diogo Piçarra, um dos mais importantes nomes da pop nacional atual. Mais de 50 milhões de visualizações nos seus vídeos  - com destaque para os números astronómicos de vídeos de canções como “Tu e Eu” (12 milhões)“Dialeto” (8 milhões) ou “História” que em dois meses já atingiu os 3 milhões. Seguido por centenas de milhares de fãs nas redes sociais: mais de 310 mil fãs no Facebook, mais de 130 mil seguidores no Instagram, mais de 40 mil no Twitter.

No final do ano, Diogo Piçarra estreia-se nos Coliseus com concertos especiais, dia 27 de outubro no Porto e 3 de novembro em Lisboa.

 

 



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Letra

 

E tão fácil sucumbir a escuridão
Dar passos no vazio
Sem tocar no chão
De perder o sentido e a direcção
Não não não
Não sigas o caminho a mim não me seduz
Encontrei a minha chama a minha luz
Vou sair do escuro
Descobri o rumo
É ele que me conduz

Sou da gera guerreia
Não sou da turma da balda
Não da pica passageira
Mas de calo na palma
Não sou um puto de tretas
Sou um homem de palavra
E assumo sou real
Nunca sujo a minha cara
Nunca passei fome
Mas conheço a dificuldade
Um ordenado pra cinco

Bocas é complicado
Felizmente agradeço a minha educação
De bons princípios e a liberdade de opção
Quando era puto aprendi dar valor ao pouco
Que a vida e bela se fores bom
Ela vai dar o troco
Cresci no futebol de rua e apanhado a levar chineladas
Quando chegava com as pernas pisadas
Geração do dragonball e motorratos das cassetes
E mato tazzos balões de agua nos carros estacionados
Pistas em descampados

Corridas de bicicleta
Putos de olhos tapados
A brincar a cabra cega
Dou graças
Pelos tempos de miúdo
Por muitas amizades
Que mantêm enquanto adulto
Os anos passam
Conheci o dom
Abracei o som
Sem ter qualquer material de produção
Mas o que importava sempre teve la
Nunca saiu de cá

E a verdade e que ainda hoje se encontra cá
Alma de guerreiro sempre foi um recado
Eu vou tocar nas nuvens ou morrer a tenta lo
Por mais que aperte a mão a vida
Ela me deu um estalo
Por mais que me grite ao ouvido
"Não vais alcança-lo"
Podem fechar portas
Arrombamos janelas
Podem fazer rasteiras
Aprendemos com elas
São investidas repartidas
Em partidas sem chegadas
E um caminho infindável
Perco a conta às escadas mas
Sou o homem que caminha em direção a luz
Rosto limpo a escuridão não me seduz!

E tão fácil sucumbir a escuridão
Dar passos no vazio
Sem tocar no chão
De perder o sentido e a direção
Não não não
Não sigas o caminho a mim não me seduz
Encontrei a minha chama a minha luz
Vou sair do escuro
Descobri o rumo
É ele que me conduz

Com o tempo tudo se ajeita prefiro ser optimista
Num ponto de rotura tem outro ponto de vista
Sigo a conquista de sonhos sem medo dá tempestade
Recebo de braços abertos o que a vida me tem dado
Nada está predestinado ou acontece ao acaso
Sou abençoado por ter conhecido no passado
Está magia ritmo e poesia em perfeita sintonia
Que viria dar forma aquilo que sou
Vou tentar sonho um dia em triunfar

Se te contasse o que passei nem irias imaginar
Mas mantenho me prenso ao sonho de vencer
Uma coisa é ser vendido outra coisa é vender
E se esta noite adormecer a pensar vou visitar
Lá no céu onde tudo faz sentido vou me sentar
Nas estrelas agradecer e brindar
Foi bom ter lutado e ter conseguido

E tão fácil sucumbir a escuridão
Dar passos no vazio
Sem tocar no chão
De perder o sentido e a direcção
Não não não
Não sigas o caminho a mim não me seduz
Encontrei a minha chama a minha luz
Vou sair do escuro
Descobri o rumo
É ele que me conduz

 



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THREEDOM
Café Concerto

 

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb. 1 de abril de 2017 às 23:30


Preço: 0 €

Um trio de jazz onde a interpretação, improvisação, groove e originalidade assumem papel de destaque.


Chanfana, tripa enfarinhada e maranho definem gastronomicamente a origem destes três músicos com backgrounds distintos, que se reúnem por um gosto em comum: tocar música livremente, sem preconceitos. Com um repertório estilisticamente variado, arranjando e reinterpretando canções desde o jazz à pop, os Threedom trazem para o palco uma boa disposição promovida pela interação constante, versatilidade e criatividade.

Entrada gratuita




Ficha Técnica


Luísa Vieira: Voz e Flauta
Mauro Ribeiro: Guitarra
Miguel Calhaz: Contrabaixo e Voz



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Letra

 

Tão
A espera que eu lhe mude a fralda nah
Tão infantis que é surreal nha mano
Dizem que é pecado querer estar orientado
E eu nunca conheci uma alma sã
Tudo a tentar trincar a tal maçã
Vês os rafeiros dizer calma bruh
Estão todos aposto para me tirar a pinta boy
A achar que eu virei dálmata
Nah
Eu não vim pa tapar buracos
Porque é que achas que eu estou a assustar os craques
Se o nível baixa por mais guita que haja
Boy aqui não vês ninguém a pagar os estragos
Estão a aldrabar em vários papos
Por isso acredita eu vim para acabar com os fracos
Que te dão certezas que rebentam princesas
Quando no fundo só tão a fumar com os sapos
Ignorante
Se isto é pa lutar pela vida
tu não chegas ao pé
Por isso tu pára de agir como um zombie
Atrás do interior do meu boné
Motherfucker tu não é s meu homie
Não vais fazer parte do meu rolê
Quando eu passo os niggas gritam "Holly!"
Quando tu passas os niggas gritam "Olé!"
Boy tu acorda pa'vida
Vê que a tua visão é péssima
E se eu seguir a tua ética
Vou acabar mais uma réplica

Se é para ser como tu vou acabar um

REFRÃO

Ignorante
Yeah yeah, yeah yeah
Boy eu nunca vou respeitar qualquer que seja o tema de conversa de um
Ignorante
Yeah yeah, yeah yeah
A queres fazer de mim um dos teus quando se eu for como tu vou acabar um
Ignorante
Yeah yeah, yeah yeah
Boy eu nunca vou respeitar qualquer que seja a conversa de um
Ignorante
Yeah yeah, yeah yeah
Yeah yeah, yeah
Ignorante

VERSO:

Não é brincadeira o que a tua carreira promete
Uma vida inteira sem uma certeira e ainda achas que és rei no teu ego
Tu armas te em player mas vais a carteira para ela não fazer nenhum frete
Com uma miúda tão feia que sem guita para makeup boy a vida dela era um dab
Jesus não!
Sempre a tentar fazer um gajo de otário
a pensar que me afecta
Rezas calado para que o meu salário
Perca a vida só numa queda
Boy eu nasci pa'virar visionário
no dia que eu cortar a meta
Ou tu achas que é fácil ficar milionário
A vender água benta ao capeta
Tas senil
Vê se que não és hábil
Dizes te o mais frio sentimentos são quase gelo
Mas no fundo vê se pelo medo que é s frágil
Demasiado ocupado a ver se a bitch é táctil
Gabas o andamento mas nunca fizeste parte dele
De mim vais ouvi-los dizer este dead parte mil
Mata os outros rappers todos hashtag fácil
Credo...
Qual premir o gatilho pelo tudo escuro
Eu vim quente e não me rendi
Pa'tentar por mais brilho no meu futuro
Com o que aprendi agora a gente ri
Dá pa ver que é s cansado quando eu te surro
Mas para que g com esse qi
Qualquer dor que tu tenhas é "dor de burro"

Tu és

 



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BUDDA POWER BLUES & MARIA JOÃO
Apresentam 
"THE BLUES EXPERIENCE"
DIA 31 DE MARÇO - CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO - 22H00

 
 

"The Blues Experience" é o resultado da parceria inusitada entre, aquela que é considerada a melhor banda de Blues nacional, Budda Power Blues e a diva do Jazz, Maria João.

Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda Guedes, Nico Guedes os intervenientes deste disco.

Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "The Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens do blues, resultado do desafio lançado por Budda Guedes a Maria João. Este álbum é editado com o selo da Mobydick Records.

Apesar de amplamente influenciado pelas raízes do Blues, o som de Budda Power Blues não se limita aos clássicos, considerando-se Budda Guedes um cidadão do novo milénio obrigando-se, por conseguinte a procurar novos rumos dentro do género, tal como fizeram todos os Bluesman que o antecederam.



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Letra

 


REFRÃO:
Saíste de madrugada e nem disseste nada e eu fiquei,
Sozinho na almofada, até que a noite acaba e o sol vem,
Pensei que estavas perto mas quando desperto eu notei
Que foste como o vento, só ficou cinzento e eu é que o pintei

Saíste como o vento e nem senti a brisa
E começar com um lamento não nos concretiza
Deixei morrer um sentimento que ao tempo que avisa
Que pode chegar o momento em que o tempo nos pisa

Inocente desculpa, de eu ser tão imaturo
Como é que quero que me atures se eu não me aturo
Mas eu via um futuro, e estava tão perto
Agora tão longe e era tão certo

Mas eu sou tão teimoso, até que a vida me ensine o oposto
Só ficaram as marcas do teu corpo
Sou eu no meu conforto, à espera do encosto
Para apontar em ti a culpa de todo este desgosto

Assim não era suposto, como é que a chama se apaga?
Paixão numa só cama não paga
Afinal era suposto, abandonei o meu posto
Como pudeste dar-me tudo sem que eu desse nada

REFRÃO

Saíste nessa brisa e eu nem senti o vento,
Num espaço tão vazio que nem lá cabe o tempo,
Fingi não estar atento, como se adiantasse,
Como seria se este dia nunca mais chegasse?

No fundo eu só queria que fosse uma fase,
Que amanhã acordaria a ver a tua face,
(uh...) Eu quero que isto passe... como se a vontade anulasse,
Ou que fizesse que o ponteiro atrasasse,

Sei que no fundo eu sou culpado se a vida me alerta,
Se nada é garantido e só a morte é certa,
Como um dado adquirido e o que eu tinha prometido,
Música para o teu ouvido, mas duvido que esta,

Te embale e convença,
Já que esta presença é só corpo e não pensa,
Este amor não compensa é só uma doença,
E só na minha cabeça é que resulta,
Não voltes meu amor tu não tens culpa,

REFRÃO X2

 

 

Escrito, Produzido e Gravado por Cálculo
https://www.facebook.com/ocalculo1
https://www.instagram.com/ocalculo

 



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Post Malone estreia-se em Portugal no festival Sumol Summer Fest

Rapper vai apresentar o seu primeiro álbum, “Stoney”, a 1 de julho no Ericeira Camping 

O álbum “Stoney” é um dos grandes sucessos do hip hop contemporâneo – conta com mais de mil milhões de streams em todo o mundo! – e este verão o rapper norte-americano Post Malone vai apresentar este seu primeiro disco no festival Sumol Summer Fest, a 1 de julho.

Post Malone começou a trabalhar na sua primeira mixtape tinha apenas 16 anos e um pouco mais tarde lançou o irresistível “White Iverson”, que já conta com mais de 250 milhões de visualizações no YouTube. No final de 2016, editou o primeiro álbum, “Stoney”, onde estão incluídas músicas como “Go Flex”, “Too Young” ou “Congratulations”, três dos maiores sucessos deste rapper. O disco conta com as participações de grandes nomes como Justin Bieber, Quavo ou Kehlani. 

O single “Congratulations” é o mais recente tema retirado de “Stoney” e chegou a alcançar o top 10 do Spotify dos EUA, tendo somado 1 milhão de streams diários, além do vídeo oficial ter ultrapassado os 10 milhões de visualizações no YouTube em apenas uma semana. 

Post Malone estreia-se assim em Portugal sob o estatuto de um dos nomes mais incontornáveis do hip hop mundial, atuando no Palco Sumol do festival Sumol Summer Fest, no mesmo dia em que também atuará o jovem rapper português VALAS, conhecido pelo single “As Coisas”, cujo vídeo conta com mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.



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Letra

 

[ Verso 1 - Dillaz]
Para todo passageiro eu tou no cockpit
Se vens abrir o bico tens o pitch down
E as morenas a perguntar porque que eu não fico
Se vais querer sair do sitio eu digo sit down
A construir a cave lá no meu kubico
Só para ficar mais abaixo do teu underground
A toda hora aplicar a poda no manjerico
Tou dia de olho em bico eu tou na Chinatown
Eu nunca quis em demasia pra além do que eu consumia
Para quem queria não é pêra doce
Eu era um rato só vendia
Zeca contava a quantia eu nem sabia que a dúzia era 12
Aonde circular garula parei com gente gandula
Ainda no money eu tinha um caroço
Na zona havia gente muito sábia muita lábia
Mas a ca máfia veio armada
Bum, bum, bum, bum matou-se


Tu estás a querer um bar aberto, tão..
Põe musica pimba e cambinda na jola do moço
Não é ser mal educado
Mas tenho notado que andas mais cheirado e menos cheiroso
Ficar no meu repouso ter um picadeiro
A cuidar da minha jarda
Ter um jardineiro
Ver a mana tratada vestir a toda com prada
Tu não vais dizer se eu não disser pirmeiro

Tu estás a querer um bar aberto, tão..
Põe musica pimba e cambinda na jola do moço

Tu estás a querer um bar aberto, tão..
(Sente que acendo o meu spliff, eu fumo tipo o Chief Keef)

Tu estás a querer um bar aberto, tão..
(Eu tenho bolsos pesados num casaco da Levis)

Não é ser mal educado
Mas tenho notado que andas mais cheirado e menos cheiroso

[Regula]
Eu tenho as fofas todas na linha da frente
Com o peito a jeito
Assim que eu acordo é wake n bake
A minha vida está toda no stage take a take
Não me dirijo a fakes nem com todo o desrespeito
Mas sempre que acendo o meu spliff beef
Eu fumo tipo o Chief Keef
Não ouviste o que eu disse peace
A tua miss pega no meu piço kiss kiss
Sempre que te diz fazer um diss a gente ri-se disso
A tentar alcançar o bico do Elvis
Estou a dar de stick
Vocês estão com o stick das selfies
Boy eu sempre que digo que tenho um contracto com a Medis, bolsos pesados no casaco da levis
Oh yeah, filho da natália ah pois é
Dois pés dentro das sandálias do moisés
Sou fresh boy quem tá comigo tá com cash é só andares atento e ver o que acontece
Mas easy quando tirares as medidas do fato
Ou a testa fica marcada com as adidas do renato
É coisa leve todos os dias faço o mesmo serão
Para não voltar a fazer bonecos de neve em pleno verão
, okay
Boy eu não brinco com o meu linco
Fodo a perna ao trinco ya eu já queria ser pimp em 95
Agora tenho uma data delas nuas no requinto
Porque o meu nome é um dos
Que tá a encher qualquer recinto

Tu estás a querer um bar aberto, tão..
Põe musica pimba e cambinda na jola do moço

Tu estás a querer um bar aberto, tão..
(Sente que acendo o meu spliff, eu fumo tipo o Chief Keef)

Tu estás a querer um bar aberto, tão..
(Eu tenho bolsos pesados num casaco da Levis)

Não é ser mal educado
Mas tenho notado que andas mais cheirado e menos cheiroso

 



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Quinta-feira, 30 de Março de 2017

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Paulo Gonzo em Beja

Beja: Praça da República recebe comemorações do 25 de Abril, numa noite em que o céu ficará pintado de cores e em que se brinda à Revolução.
 
 
 

Na noite de 24 de abril, o ponto de encontro é na Praça da República!

Paulo Gonzo, o artista que interpreta temas como Jardins Proibidos, Dei-te Quase tudo e Sei-te de Cor, é o convidado da noite, e apresenta, em Beja, o seu novo álbum.

É uma referência obrigatória da música Pop produzida em Portugal nas últimas duas décadas. Ao longo destes anos, tem-nos dado músicas de que nos apropriámos, histórias em que nos revemos, sonhos que não experimentámos.

Uma autêntica banda sonora das nossas vidas, na voz única e vivida de Paulo Gonzo. O talento e o sucesso de Paulo Gonzo, como cantor, compositor e performer, fazem dele, um dos melhores artistas portugueses da atualidade.

"Diz-Me", é seu o novo trabalho que vai ser apresentado neste grande espetáculo na noite de 24 de abril, na Praça da República, em Beja, a partir das 22h00.

Junto às tasquinhas, a animação não vai faltar e serão muitos os que vão poder assistir ao espetáculo musical e pirotécnico que assinalará a chegada do dia 25 de abril, nesta grande noite, em que o céu ficará pintado de cores e em que se brinda à Revolução.



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Letra

 

Se eu for preso por cantar
Não calarei a garganta
Eu sou como o passarinho
Que até na gaiola canta

Vai sim, meu bem sarapatel
Quem quiser
Vai lá, traga bom calçado
Vai sim meu bem, sarapantado

À porta da minha sogra
Vem um silva nascendo
Todos passam não se enleiam
Só eu na silva me prendo

 

Música: Sarapateado (Música tradicional; Arranjo: Há Lobos Sem Ser Na Serra)

 



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2 de Abril FNAC Almada

16 de Abril FNAC Colombo

23 de Abril FNAC Oeiras

30 de Abril FNAC Cascais 

SOBRE ANDRÉ VAZ:

André Vaz apresenta, este ano, aquele que considera o seu álbum de estreia.FADO, resulta de uma pesquisa intensa do próprio artista e reune num só registo um espólio imenso de gravações de fado nunca antes recriados. 


André Vaz pode ser um nome desconhecido para a maioria das pessoas, mas o fado não é, de todo, desconhecido para André Vaz. Nascido e criado na cultura do fado, cedo começou a cantar de forma profissional. Vieram primeiro os concursos, depois os musicais e o cinema. Ainda criança gravou vários registos em nome próprio até descobrir, já em adulto, a sua verdadeira identidade como fadista, maturada nas melhores casas de fado da capital. E é numa viagem à génese dessa identidade que André nos leva agora em FADO

O trabalho começou com a recolha dos onze temas que compõem o disco. Muitas horas a ouvir as velhinhas gravações dos anos 60, 70 e 80. Em mente, um objectivo, os fados com que verdadeiramente se identificasse, mas que dessem espaço para o seu cunho pessoal. Era importante modernizar aquele som, torna-lo actual e seu, para isso eram necessários fados intemporais que não perdessem a sua essência qualquer que fosse a roupagem que lhes desse.

Temas de fadistas como Carlos Ramos, Manuel Fernandes, Maria da Fé, Francisco José, Manuel de Almeida, Fernando Maurício, entre outros, nunca antes regravados por nenhum artista que não o cantor original, foram os escolhidos. Fados que se distinguem pela sua poesia popular inalterada, injustamente caída em desuso nas gravações de fado mais actuais. 

 

"Era muito importante para mim que este fosse um disco cheio de grandes fados e não apenas temas soltos que este ou outro compositor me dispensasse. Esta foi a selecção que fez sentido para mim, e acredito que para quem ouve, vai ser bom descobrir ou redescobrir estes fados."  - explica o fadista. 

 

Em FADO, André contou com a orientação de Diogo Clemente (Carminho, Raquel Tavares, Mariza) que assina a produção do disco, bem como as violas no mesmo. Mas a interpretação instrumental também não foi descurada e a guitarra portuguesa foi entregue a Ângelo Freire (Ana Moura) e Bernardo Couto (António Zambujo), e o baixo a Marino de Freitas (Carlos do Carmo), músicos sobejamente experientes na área do fado. 

 

 



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Letra

 

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Música e letra: Pir

 



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Nelson Freitas atua no Olympia de Paris a 27 de maio

Cantor vai apresentar as canções do seu último disco, “Four” (2016)

Depois da muito bem-sucedida digressão “Ride or Die”, que terminou em grande festa num concerto no final do ano passado no Campo Pequeno (Lisboa), para mais de 5 mil pessoas, Nelson Freitas está de volta aos palcos e acaba de anunciar uma nova data numa das mais reputadas salas de espetáculo do mundo: o Olympia de Paris.

Neste concerto não vão faltar os muitos sucessos do seu último álbum de estúdio, “Four”, que na semana de lançamento entrou diretamente para o 1.º lugar do top dos discos mais vendidos digitalmente em Portugal. “Miúda Linda” é um dos singles retirados deste álbum e foi, de acordo com o Youtube Music Charts, o vídeo mais visto em 2016 em Portugal, com 18,8 milhões de visualizações. Ao todo o vídeo já soma, a nível global e desde o seu lançamento, mais de 36 milhões de visualizações.

Desde o lançamento do primeiro single do álbum “Four” que o cantor já registou, entre streams de áudio e vídeo, mais de 40 milhões de unidades, um número exclusivo ao mercado português.

Já no final do ano passado, Nelson Freitas atuou nos EUA, um regresso a este país ao fim de oito anos para um grande espetáculo no Dunkin’ Donuts Center, em Providence, Rhode Island, que foi um enorme êxito.

Mais recentemente lançou um vídeo do tema “That’s Why I Love You”, com a participação de Loony Johnson e realizado por DJ Marcell e está ainda para breve o lançamento do vídeo do aclamado tema “Nha Baby” com Mayra Andrade.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music and lyrics: Messias

 



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Messias, "frontman" dos Messias and the Hot Tones, viu as suas canções entrarem para o TOP10 da revista internacional "Blues Matters" (#72) que o projetou para o mundo e para consequentes espetáculos em N.York, Cannes, Kiev, Odessa, Madrid etc. Viu agora em 2017 o seu trabalho ser selecionado para representar Portugal no festival Europeu de Blues em Horsens na Dinamarca.

Com composições da sua autoria ao estilo "Blue eyed soul", foi inflenciado pelos grandes guitarristas do género, acabando por desenvolver uma maneira singular de tocar guitarra o “finger picking”. Ao ouvirem a sua voz os fãs apelidaram-no de “Hot Tone” e esta foi a origem do nome da banda que o acompanha.

Considerado por muitos uma referência na guitarra, vai estar na Dinamarca a representar Portugal num festival que conta com mais de 20 bandas cada uma a representar o seu país portanto vencer, não vai ser tarefa fácil. Contudo está confiante para uma atuação onde diz que vai dar tudo o que tem!

Desejamos toda a sorte possível e ficamos por cá a acreditar!
Força Messias!

WEBSITE oficial:
www.messiasandthehottones.com
FACEBOOK oficial:
https://www.facebook.com/messiashottone/



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 29 de Março de 2017

terra2.jpg

 

 

Em Setembro de 2016 um violento incêndio devastou a Serra de Monchique. Uma tragédia ecológica, económica e social que assolou a região algarvia e que chocou o País.

Com vontade de ajudar, nasceu um projeto de esperança. Unidos por uma causa nobre, músicos algarvios ofereceram-se para contribuir para a recuperação florestal da serra com um tema original ou previamente gravado, para um disco intitulado "Terra".

 

 

Mauro Amaral, Azinhaga, Viviane, OrBlua, Flor de Sal, Helena Madeira, Migna Mala, Argonautus Ensemble, Storm & the Sun, João Lum e Os Cantores de Monchique, emprestam o seu talento para esta compilação, produzida pela Fungo Azul e com o apoio da Câmara Municipal de Monchique que estará à venda pelo preço simbólico de 4 euros e cujos lucros revertem na totalidade para as ações de reflorestação.

"Terra" são 45 minutos do melhor da música algarvia, onde podemos encontrar temas compostos e gravados especialmente para esta compilação por Azinhaga, Orblua, Helena Madeira e Argonautus Ensemble. Os músicos Mauro Amaral, Migna Mala e Storm & the Sun libertaram temas em avanço dos seus trabalhos que serão brevemente editados. Viviane regravou o tema "A vida não chega". E por sua vez, os grupos Flor de Sal e João Lum cederam músicas previamente editadas e os Cantores de Monchique cederam um tema gravado mas nunca editado.
 
Uma forma de mostrar que a comunidade artística em conjunto com todos os cidadãos poderem contribuir para ajudar uma causa que é um bem essencial a todos nós: a Floresta!
Sob o lema "Música pela Floresta", esta obra promete ajudar a impulsionar um impacto verde sobre a serra de Monchique.

A apresentação do projeto tem lugar no dia 1 de Abril pelas 18:30 na Feira do Medronho em Monchique e conta com atuação de Helena Madeira e dos OrBlua.
 
 
TERRA
Mauro Amaral – O Nosso Amor
Azinhaga - Vida Dura
Viviane - A vida não chega
OrBlua - Terra Ardente
Flor de Sal – Quero ver sempre as Estrelas
Helena Madeira - Algarve
Migna Mala – Emareom
Argonautus Ensemble - Fogo
Storm & the Sun – Brethe Me
João Lum – Podemos Mudar
Cantores de Monchique – Vou tantas vezes à Bruxa



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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paus.jpg

 

PAUS

“SÓ DESTA VEZ V” junta os PAUS aos teclados e sintetizadores de Francisco Ferreira e Luís Fernandes

20 de abril, no LUXFrágil, em Lisboa.

 

No SÓ DESTA VEZ V os PAUS pedem ajuda para planar. Numa viagem para outras dimensões o quarteto lisboeta leva para o LUX Frágil dois teclistas da nova geração de músicos portuguesa. FRANCISCO FERREIRA (Capitão Fausto, Bispo) e LUÍS FERNANDES (peixe : avião, Landforms, Quest) trazem os orgãos e os synths para mais um concerto imperdível porque é irrepetível.

 

A aventura e a colaboração estão no adn dos Paus. Há seis anos, por desafio do LUXfrágil, em 3 noites deixaram que 3 grupos de convidados mudassem o tecido das suas 4 canções. O ciclo Só Desta Vez tinha a força simples do seu nome e conceito - 3 concertos únicos, irrepetíveis e por isso imperdíveis.

Só Desta Vez I recebeu Filho da Mãe, João Nogueira (Riding Pânico) e Eduardo Raon para criarem uma barragem sónica com a ajuda de um trio atípico de cordas. Só Desta Vez II com DJ Ride e RIOT (Buraka Som Sistema) elevaram o bounce dos PAUS a níveis épicos. Só Desta Vez III, o último deste ciclo, com ajuda de Chris Common e do Grupo Tocandar, juntou o ritmo do rock contemporâneo aos padrões primordiais dos bombos portugueses.

De alguma forma, estas 3 noites começaram a mapear a genealogia musical dos PAUS e obrigaram a que os próprios músicos se apercebessem dela para criarem um vocabulário cada vez mais seu.

 

23 DE FEVEREIRO: SÓ DESTA VEZ IV

20 DE ABRIL: SÓ DESTA VEZ V 

29 DE JUNHO: SÓ DESTA VEZ VI

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Mickael Carreira revela “making of” de “Ya Ya Ya” e prepara surpresa para sexta-feira

Canção conta com participação de Sebastian Yatra e faz parte de “INSTINTO”, o mais recente álbum de estúdio de Mickael

Mickael Carreira acaba de revelar o “making of” do vídeo oficial de “Ya Ya Ya”, o mais recente single retirado de “INSTINTO”, o seu último álbum de originais, já galardoado com o Disco de Ouro. 

Além do “making of” que é agora revelado, Mickael Carreira está preparar uma série de grandes surpresas já para sexta-feira, na estação de Metro do Cais do Sodré, em Lisboa, e que até lá se manterão no segredo dos deuses.

Depois dos grandes sucessos em torno dos singles “Fácil” e “Imaginamos”, Mickael Carreira está assim de volta com “Ya Ya Ya”, single que conta com a participação especial de Sebastian Yatra, um dos maiores fenómenos da música urbana latina da atualidade, autor de grandes êxitos como “Alguien Robó” ou “Traicionera”.

“Ya Ya Ya” foi composto por Mickael Carreira e Sebastian Yatra em parceria com Ruben Monteiro, Alex D’Alva Teixeira, Vasco Ramos, Bruno Mota, Andres Torres e Mauricio Rengifo.



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Letra

 

Podia ser o que eu quisesse
Ninguém me impedia de ser
Às vezes, o corpo enaltece
Coisas que a mente não pode ter

E deixa-se levar para longe
Por estradas fora de alcatrão
E quando não tens para onde ir
E ninguém para te dar a mão

Refrão:
Quando eu vi
O que sou
Este homem sem direcção
Eu fugi
Do meu corpo
E a cabeça dorme no chão
Quando eu vi o que sou

Se máquina do tempo houvesse
E me levasse até lá atrás
Este corpo que não obedece
Tivesse forças para recomeçar
Quantas vidas deitei fora
O cimento não chora
Em cima é tudo céu
Inferno, o meu corpo adora
Esqueceu onde mora
Deito o ouvido no chão para ouvir a banda sonora

Refrão:
Quando eu vi
O que sou
Este homem sem direcção
Eu fugi
Do meu corpo
E a cabeça dorme no chão
Quando eu vi o que sou

Sir Scratch
Ando o corpo anda a fugir há bués
Ando com o corpo já dorido há bués
Mas nunca dei barra. Vontade sempre tive, boy.
Sempre tive garra, ah, isso bués.
Mas qual motivo?
Para quê o desgaste?
Eu ‘tou agora no Espelho e câ dê o gajo?
Eu ‘tou agora no meio do azar, do meio da sorte e no meio da morte para com sete cacos ou sete azares
É só casares, é só viveres, é só tentares, é só dizeres “está tudo bem” quando não ‘tá
E quando tá, tás só e quando vês que foram só prazeres.
Tanto faz.
O que é que importa? Ninguém se importa.
Se alguém se corta é porque tem de ser.
Ninguém aborta. Ninguém diz 'corta'.
Porque os espelhos são assim, boy.
Partem sempre.

Quando eu vi
O que sou

Sir Scratch
Ninguém aborta. Ninguém diz 'corta'.
Porque os espelhos são assim, boy.
Partem sempre.

Quando eu vi
O que sou

Sir Scratch
Ninguém aborta. Ninguém diz 'corta'.
Porque os espelhos são assim, boy.
Partem sempre.

Refrão:
Quando eu vi
O que sou
Este homem sem direcção
Eu fugi
Do meu corpo
E a cabeça dorme no chão
Quando eu vi o que sou
(x 2)

Quando eu vi
O que sou
(x 5)

~~

MÚSICA
Letra: NBC e Sir Scratch

 



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fados de almada.jpg

 

 

Encontros de Fado de Almada
Inscrições Abertas para a Décima Primeira Edição até dia 8 de Maio.

 

Em Abril abrem novamente as inscrições para os 11º Encontros de Fado de Almada.

Ao longo da última década vários foram os fadistas que se estrearam nos Encontros de Fado de Almada e aí iniciaram a sua carreira profissional.

As candidaturas estão abertas a pessoas de todas as idades que gostem de cantar o Fado.

Os Encontros de Fado de Almada são constituídos por duas eliminatórias (27 de Maio e 9 de Junho), das quais são apurados 4 fadistas em cada uma delas que irão à final no dia 16 de Junho.

Cada uma das noites terá uma pequena apresentação de um Fadista consagrado de forma a possibilitar que todos os participantes tenham um contacto directo com uma voz experimente do Fado.

Este ano como convidados temos os Fadistas: Duarte, Maria Amélia Proença e José da Câmara prometendo assim noites de muita qualidade.

Todos os espectáculos terão lugar no Auditório Fernando Lopes-Graça em Almada.

O Júri será constituído pelos músicos residentes e o Fadista convidado de cada noite.
Todos os concorrentes serão acompanhados pelos músicos residentes e terão assim a possibilidade de se apresentar em palco, num auditório profissional com uma casa repleta de amantes de Fado e acompanhados por músicos profissionais com vários anos de experiência.

Como prémios os 3 primeiros classificados darão um concerto em nome próprio no mesmo auditório no mês de Outubro e o primeiro classificado terá direito à gravação de um EP com 5 Fados, gravado em estúdio profissional e acompanhado pelos músicos residentes do festival.
 

 

Para se inscreverem os concorrentes têm de preencher e enviar dois fados gravados  com as suas próprias vozes para a organização do evento (em MP3 ou CD/DVD) e os dados do concorrente (nome, idade, contacto e morada) até ao próximo dia 8 de Maio (data de correio). As gravações podem ser entregues em mão ou enviadas via CTT para:

 

Câmara Municipal de Almada

FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA

Praça da Liberdade – 2800 648 – Almada

Horário de 3ª a Sábado das 10h às 18h

Tel. 21 272 4920 ou 21 272 49 27
As gravações também podem ser enviadas em mp3 via e-mail para:  fadoalmada@gmail.com



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Letra

 

Se ás vezes eu fico mais que à conta na cama,
não é devido ao facto que eu faça ronha, é manha.
confesso, na verdade viajo em algumas manhãs
como se volta-se ao útero da minha mamã.
rebolo-me nos sonhos, evito a minha vida,
cada um sabe da sua, o que realmente custa,
numa eterna busca de preencher um vazio
procuramos, não achamos e fechamos.
mas a solidão suspira forte, quem é que nunca sentiu?
o momento mais feliz não faz sentido sozinho.
um pôr do sol não foi feito pra ser visto de coração partido.
perdidos, já só dizemos obrigado,
já não agradeçemos nada, um gajo só se apercebe
que tá vivo num despiste, que por um triz não nos mata,
é que um gajo perde-se a dar o braço a torcer
no meio dum braço de ferro, mas ninguem é feito de ferro brada.

levantar âncora
na na na na na
musica que cura, pa tudo e pa todos
embarca na barca
da vida e canta
baixar a cabeça
na na na na na

ninguém aqui pediu pa tar aqui, mas aqui tamos.
se não é fácil pa ninguém porque é que não facilitamos?
nascemos num planeta onde até se partilha o ar,
mas pa quem custa ter cenas não é fácil emprestar.
não temos para o mendigo mas para o capricho há sempre.
serei mais um morto bem vestido numa capela vazia?
não quero morrer sozinho, dinheiro é uma energia,
guita vai e vem, desespero cicatriza.
quero um vizinho que partilhe uma caixa de ovos.
quero confiar, perdoar quem me falhou.
eu sei que um dia tem que haver paz entre os povos,
porque o tempo passa e morre o ódio que nos separou.
quero sair de casa poder dizer bom dia a todos.
quero tar na boa, também tenho defeitos a montes.
deixar de achar que sou menos ou mais que os outros.
se o amor move montanhas de certeza que move cidades.

levantar ancora
na na na na na
musica que cura pa tudo e pa todos
embarca na barca
da vida e canta
baixar a cabeça
na na na na na

agarra no teu amor, companheiro ou companheira,
e diz-lhe fundo nos olhos, fazes parte do meu ser .
ou de repente já passou uma vida inteira
e escapou-te essa pessoa que querias ver a envelhecer.
fazem-nos passar anos a fio a trabalhar
para juntar-mos dinheiro até perder-mos a saúde.
de repente um ancião ao pé dum rio fica a pensar,
para me poder medicar agora vou ter que gastar tudo.
então! vive o presente, que a vida é só uma.
és lindo, és linda, és único, és única.
esquece as ofensas, lembra-te dos elogios,
as pessoas só se magoam porque não estão felizes.
não toleres pontapés, dignifica a tua vida,
mas se és de confiança nunca deixes de confiar.
se tu és a prova viva que existem pessoas boas,
não fiques à espera que alguém também tenha que provar.
confia...

X2
levantar âncora
na na na na na
musica que cura, pa tudo e pa todos
embarca na barca
da vida e canta
baixar a cabeça
na na na na na

içar velas, desatar amarras,
sentir o vento na cara
à ponta da proa da barca.
há mar e mar, há ir e voltar,
coração que nasce livre
não se pode acorrentar.

tu não estás sozinho no caminho,
tranquilo que a vida é feita de ciclos...
luz!

 



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Terça-feira, 28 de Março de 2017

nova.jpg

 

 

Os NOVA continuam a sua ascensão em passo acelerado.


Depois da conquista do top da RFM e da MTV, já é possível ouvir a canção “Bússola” em grande parte das rádios nacionais e locais.


Graças a este sucesso meteórico os NOVA têm uma verdadeira tour em Portugal, para já, com 14 concertos confirmamos, só em Abril e Maio e passando por algumas das mais representativas salas de espetáculo de Portugal.


A banda de Diogo Costa, João Ribeiro e Nuno Sousa, vai lançar no dia 3 de Abril o seu tão aguardado disco de estreia. 


A 15 de Março, os NOVA estiveram na redação do JORNAL DE NOTÍCIAS e fizeram um showcase em direto no site do JN que teve em menos de 24 horas, 23.000 visualizações.

 

 


DATAS:

 
ABRIL 
5 Fnac Chiado Lisboa
6 Hard Rock Cafe Lisboa
7 Hard Club Porto
8 CASINO espinho
14 Paredes - Festival Juventude
15 CASINO Troia
16 Fnac Coimbra
22 Lourosa – Parque da cidade
24 CASINO Póvoa
 
MAIO
5 - CASINO Estoril
6 - CASINO Chaves
14 - Fnac GaiaShopping Gaia
21 - Fnac Braga
28 - Fnac Norteshoping Porto


 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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victor bacalhau.jpg

 

 

CICLO DE CONCERTOS GAJ
VÍTOR BACALHAU irá  apresentar-se nesta Sexta-Feira no Auditório Municipal de Albufeira ás 21h30.



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Letra

 

[Verso 1]
Mais baço que o chão
Nas palavras escritas no pára-brisas
Vistas do retrovisor
Vou traçando linhas
Da fome ao encher da barriga
Do medo à fé, meu amor
Eu queria ser como os grandes cantores
Dos palcos gigantes
Aplausos, vénias, aplausos
Eu queria ser só como tu consegues
Conta-me os teus segredos

[Refrão]
Ma nigga
Diz-me se isso é arte
Ou é arte duro
Quarto escuro
Arte ou é arte duro
Nigga diz-me se isso é arte
Ou é arte puro
Sabe tudo
Arte ou é arte puro
Ma nigga diz-me se isso é arte
Ou é arte, ou é arte, ou é arte, ou é arte
Ou é arte, ou é arte
Nigga diz-me se isso é arte
Ou é arte puro
Arte ou é arte duro

[Verso 2]
E as coisas que eu só te diria no fim
Eu sou fraco, sou magro
E apaixono-me
Por quem nunca se apaixona por mim
Fico um caco estragado, agarrado
E eu acho que acabo sozinho assim
Num palco onde o riso do povo confunde
A comédia e o drama de quem é tão estranho
Tão estranho que esconde o que ama no peito
Euuuuu

[Refrão]
Ma nigga
Diz-me se isso é arte
Ou é arte duro
Quarto escuro
Arte ou é arte duro
Nigga diz-me se isso é arte
Ou é arte puro
Sabe tudo
Arte ou é arte puro
Ma nigga diz-me se isso é arte
Ou é arte, ou é arte, ou é arte, ou é arte
Ou é arte, ou é arte
Nigga diz-me se isso é arte
Ou é arte puro
Arte ou é arte duro

Outro [x4]
Ma nigga
Diz-me se isso é ....
Nigga
Diz-me se isso é ....

 



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Letra

 

Queria ser -ÁTOA

Eu não aguento
Ficar assim
Mas passa o tempo
Perco a coragem
Só de olhar pra ti

E por mais que queira
Fico sem chão
Só de pensar em te falar
E tu dizeres que não

Pensei ir embora
Mas eu não vou
Por agora mostra que sou ,
Menos do que queria ser

Mostro que sou
Sou menos do que queira ser
Por agora , sou menos do que queria ser

Mesmo que eu diga
"Não volto atrás"
Escolho as palavras
Decor'as falas
Mas não sou capaz

De falar contigo
E mostrar-te que algo mudou

Pensei ir embora
Mas eu não vou
Por agora mostro que sou
Menos do que queria ser

Mostro que sou
Sou menos do que queira ser
Por agora , sou menos do queria ser

Mostro que sou
Sou menos do que queria ser

Rap: Será que um dia eu vou ser capaz
De falar enquanto olhas pra mim
Mas eu pergunto "como estás ?" Tu perguntas "onde estás ?" e a conversa não passa daí
Mas quem sabe seja tarde ou cedo , já mal me lembro como começou .
Sei que te escondo um segredo que o coração aceita mas que a boca recusou .

Nã, nã , não
Nãããão, mostro que sou , sou menos do que queria , menos do que queria ser
Por agora sou menos do que queria ser
Mostro que sou , sou menos do que queria ser
Yeah yeeeah!

Sou menos do queria ser ...

 

“Queria Ser”
Letra e Música/Lyrics and Music: Guilherme Alface, João Direitinho, Mário Monginho, Rodrigo Liaça, Bruno Mota, Stego
Produzida por/Produced by Bruno Mota, Stego

 

 

O meu muito obrigado ao Mario Monguinho pela letra



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

represas.jpg

 

 

A celebrar 40 anos de carreira, Luís Represas encontra-se em estúdio a finalizar o seu  8º álbum de originais, com edição prevista para Setembro deste ano.

 

O novo single "Se Achas Que Sim" conta com a colaboração dos produtores Fred (Orelha Negra) e B Fachada e o resultado não poderia ser mais surpreendente!

 

O single já se encontra disponível e tem o selo da Sony Music Portugal.

 

Este e outros temas poderão ser ouvidos no espectáculo único em Elvas, no dia 22 de Abril, numa retrospectiva  às canções escritas por Luís Represas, tendo como convidados Carlos do Carmo, António Victorino d'Almeida e Cuca Roseta, culminando em festa com Fogo de Artifício.

 

 



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Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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