Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016

smooth orquestra.jpg

 

 

SMOOTH ORQUESTRA
Baile
Vamos dançar. Um baile, o prazer da dança e da boa música acompanhada pelos copos e petiscos.

Surgida em 1997, a Orquestra Smooth é um agrupamento musical composto por doze músicos da região Centro de Portugal. Com uma formação orquestral sui generis, possui vozes versáteis que transportam os ouvintes numa viagem alucinante por diversos estilos musicais. A realização de concertos temáticos e de glamorosos bailes são algumas das mais-valias que vão fazer deste baile um espetáculo inesquecível, com temas incontornáveis da música ligeira portuguesa e estrangeira, clássicos de salão e ainda ritmos calientes da América Latina.

 

 

Quando a ACERT faz um périplo pelos locais de memória em que habitou ao longo dos seus 40 anos, que melhor poderá haver que um baile num local com lembranças tão íntimas para quem nele viveu momentos inesquecíveis? O Cine-Tejá foi um poiso do Trigo Limpo teatro ACERT na preparação e apresentação dos seus primeiros espetáculos, e por lá passaram diversas companhias de teatro e outros espetáculos de música, saraus, ilusionismo, sessões políticas… O que muitos talvez desconheçam é que também foi sala de baile.

Normal 2,50€ / Associado 2€
Casal 4€ / Casal Associado 3€



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

vai vai vai
por ti só só só
ao cais cais cais
do nó do nó

sem ar ar ar
no coração
e o pé no nó
do nó do nosso

amor mor mor
meu meu
mau mau
bom bom
tão bom
quem viu viu viu

piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só

piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só
teu sopro

vai vai vai
por ti só só só
ao cais cais cais
do nó do nosso amor

vai vai vai
vem vem vem
vai por mim vai por ti
vem por nós meu bem

meu amor mor mor
meu meu
mau mau
bom bom
tão bom
quem viu viu viu

piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só

piu piu piu piu
xuxu cucu
sou eu tão só
sou eu tão só
teu sopro

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

rita santos.jpg

 

 

De raízes ribatejanas, Rita Santos cedo se iniciou no universo da música, onde o fado, uma descoberta aos 20 anos por obra do acaso, lhe tinha um lugar reservado. Rita Santos tem conquistado e encantado o mundo do Fado desde 2010 até ao presente, sendo uma voz assídua nas mais prestigiadas Casas de Fado de Lisboa. Em Março de 2016 estreia-se na edição com "Retratos D'Alma" o primeiro trabalho discográfico da fadista, com o selo Música Unida, e o apoio da Rádio Amália. 

Apresentação do álbum "Retratos d'Alma" no Cine-Teatro D.João V, Damaia, dia 13 de Novembro às 16h00

Rita Santos vai levar ao palco do Cine-Teatro D.João V uma nova alma fadista no espectáculo de apresentação de "Retratos d'Alma" dignificando a sua estreia nas edições discográficas, na editora Música Unida. Ao longo de hora e meia de espectáculo, Rita vai interpretar todos os temas do álbum, onde pontuam os poemas de Carlos Bessa, Tiago Torres da Silva, José Fernandes Castro, Fernando Campos de Castro, Mário, Rainho, entre outros. O concerto vai incluir tambem fados tradicionais já habituais nos seus espectáculos ao vivo, e algumas surpresas.

 

Maria da Nazaré

O espectáculo conta ainda com a participação dos  seguintes convidados especiais que vão partilhar o palco e alguns temas com a Rita Santos:

Maria da Nazaré
João Loy
Miguel Ramos
Emma
Nemanya

A acompanhá-la vão estar os músicos:
Múcio Sá - guitarra portuguesa
Carlos Fonseca - viola de fado
Miguel Silva - viola baixo 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Espelho meu, espelho meu,
procuro os traços da branca de neve
num mundo de traços e linhas,
o oposto de um rosto que dá em traços e linhas,
eu evito o sol posto sem ´tar exposto de frente,
vejo umas rugas, que nojo! que visão deprimente,
já não ´tou ao meu gosto, sinto-me outra de repente
chego a casa e choro por parecer ´tar diferente
já não sei se é do meu espelho ou se será da minha mente,
por trás da cortina escondo uma cara com tinta,
mascaro-me à menina para ficar mais bonita,
sou rica ´pa pagar e ´pa disfaçar os meus trinta
já nem dou valor quando me dizem: és linda
às vezes falo com uma amiga e sinto me tão distante
tenho vergonha de dizer que não sou assim tão brilhante
sou mais insegura do que eu pensava,
virei uma princesa no castelo do nada

Refrão:

Olho-me ao espelho,
pergunto-me quem sou eu
espelho meu, espelho meu,
olho para ti e já não sei quem sou, eu

A Luísa é da liza e quer entrar na camisa
que comprou indecisa entre o seu L e o Small,
trouxe o small que hipnotiza e uma promessa perdida
a sua dieta agressiva, foi perdendo o controle,
agora é esquelética, tamanho A de anoréctica
o XS é pa dormir, camisa Small fica-lhe à rapper,
hun, e a mãe quer lhe fazer uma dieta equilibrada
mas como é que ela pode se tá desequilibrada?
o psiquiatra é a safa, compridos não mata
mas incharam-na tanto que ela parece uma vaca,
voltou a ser gorda e com algo por estrear
Luísa comprou a camisa small e nunca a conseguiu usar,
uma história no meio de muitas por não querermos aceitar
o nosso corpo, o auto-retrato que não queremos cultivar,
e tu playboy, vai com calma...
nunca ouviste dizer que o espelho rouba-te a alma? mano...

Refrão:

Olho-me ao espelho,
pergunto-me quem sou eu
espelho meu, espelho meu,
olho para ti e já não sei quem sou, eu

Por que é que achas sempre que ´tás num campeonato par?
onde comparativamente achas que nunca vais ganhar,
desde sempre que fomos induzidos a um reflexo,
com formas e simetrias numa sociedade sem nexo,
parece que somos modelos da comunidade complexo
onde desfilamos todos os dias na passerelle do sexo,
afinal és a tua essência ou uma obra de arte?,
o teu ser inquebrável ou o quadro que se parte?

(Quem sou?, para onde vou?,
onde estou?, quem sou? quem sou eu?)

Quem sou, para onde vou, já nem sei onde estou, larguei o espelho
e ele quebrou, agora já não sei quem sou...

(Quem sou?, onde vou?,
onde estou?, quem sou eu?)

Quem sou eu?

(Quem sou eu?)

Refrão:

Olho-me ao espelho,
pergunto-me quem sou eu
espelho meu, espelho meu,
olho para ti e já não sei quem sou, eu

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

lessaintarmand.jpg

 

Les Saint Armand


Têm nome francês, mas cantam em português. Assim celebram a vida. Falam de amor e da vontade. Da razão e da loucura. A sua música tem um carácter próprio já marcado por quase dez anos de existência. Em constante mutação e maturação, lançam agora o seu primeiro álbum oficial: "Nó".

 

 


http://www.facebook.com/lessaintarmand



EP “Nó” | http://lessaintarmand.bandcamp.com


Les Saint Armand são:
Alex Rodriguez-Lázaro |bateria
José Aníbal Beirão | contrabaixo
André Júlio Teixeira | guitarra clássica/voz/teclas e sopros
António Parra | cavaquinho/teclas/sopros/voz
Tiago Correia | guitarra clássica/voz/letrista
Concerto de apresentação de "Nó"


Sábado, 5 Novembro, 22h00 | Passos Manuel, Porto
https://www.facebook.com/events/878496715618958/



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

m carreira.png

 

“Instinto”: o novo álbum de Mickael Carreira, a 11 de novembro

Álbum é editado no mesmo dia em que o cantor atua no Coliseu do Porto

11 de novembro chega finalmente às lojas o muito aguardado novo disco de estúdio de Mickael Carreira, o primeiro que edita pela Universal Music Portugal e com o qual assinala 10 anos de carreira. O disco intitula-se “Instinto” e a capa foi revelada ontem pelo Mickael nas suas redes sociais

pré-venda do álbum começará em breve, sendo que o artista revelou já a razão da escolha do nome: “Todas as canções acabam por ter em comum o facto de terem sido as primeiras escolhas. Pode-se dizer que as senti como um primeiro instinto”, diz Mickael Carreira, que justifica o título deste novo álbum. “‘Instinto’ porque o instinto é fundamental em tudo na vida: no amor, na vida pessoal e profissional.”

“Instinto” será apresentado pela primeira vez em concerto no Coliseu do Porto, no dia 11 de novembro, o último espetáculo da sua digressão.



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Mesmo que o tempo passe
Sabes que eu vou estar aqui
Até voltares sei bem
Eu vou esperar por ti

Não há ninguém comigo
Não sei ser assim
Se te der uma chance
É p'ra colares em mim

Lembro me do que te disse
Que o tempo é mais que o inicio
O melhor do tempo é quando começas a ser vicio
E agora vejo o precipício
Na mente tenho o teu sorriso
Nos lábios guardo o gosto do teu beijo e mais que isso
Segredos que levo comigo quando confessavas ser mais que um amigo
Meu ombro, o abrigo, a sweat, o tecido
Que enxugava as lágrimas de um anjo caído
Tens tanta força, eu só tenho a forca
Pus o pé na poça, noção tive pouca
Sei fui a gota d'água que caiu
Pôs um fim a uma ligação boa.
Só querias atenção, carinho e dedicação no ninho
Eu fui a colisão sozinho, querias protecção e mimo
Tempos tão bons, se pudesse voltar
Eu dava te tudo o que não pude dar
Largava aquele puto que não quer mudar
Moldava me a ti tipo o teu respirar
Cantava p'ra ti só pra te ver corar
És como exatsy que meti para amar
Nunca te senti como o tempo passar
Só não me entreguei como quis entregar

Lençóis que te cobrem são teus
Abrigos que já foram meus
Escondidos nas nuvens e os céus
Estão negros da cor do adeus

(refrão)
Mesmo que o tempo passe
Sabes que eu vou estar aqui
Até voltares sei bem
Eu vou esperar por ti

Não há ninguém comigo
Não sei ser assim
(não sei ser assim)
Se te der uma chance
É p'ra colares em mim
(p'ra colares em mim)

Oiço a tua a voz a dizer p'ra voltarmos
Num momento a sós e talvez resolver
O batimento é veloz, quando só penso em nós.
Quero reaver o que em tempos foi meu
Quero esquecer tudo o que sucedeu
Venero o passado mas só ao teu lado
O futuro é quadrado sem ti limitado, morreu.
Eu lembro o olhar que fazias
Quando eu te dizia "és só minha"
Teus olhos vidravam, sorrias,
Dizias "amor não me deixes sozinha"
Meu coração partia quando eu não podia
Fazer o teu dia com o pouco que tinha
Quis-me afastar para resolver a mente
Não estava ciente daquilo que queria
Ao tares distante a minha luz apaga
Não é só minha, todas cá em casa.
Ao tares distante o meu sorriso baza
Em guerra constante sou faixa de Gaza
Tens tanta confiança em ti
Se ao menos eu tivesse em mim
Corria p'ra os teus braços
Mas talvez já tenhas alguém contigo
Juro que não vou falhar como antes
Se deres uma chance eu vou agarrar
Giro e balanços outrora distantes
Corrigir a cor que agora quer brilhar

Olho para cima és rainha no céu
Só penso em ter filhos como tu e eu
Vou-te dar um castelo de madeira
Sim, não tenho nada mas é tudo teu

(refrão)
Mesmo que o tempo passe
Sabes que eu vou estar aqui
(mesmo que o tempo passe
sabes que eu vou estar aqui)
Até voltares sei bem
Eu vou esperar por ti
(até voltares sei bem x2)

Não há ninguém comigo
Não sei ser assim
(não há ninguém comigo
não não não não)
Se te der uma chance
É p'ra colares em mim
(Para colares em mim)

 

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Domingo, 30 de Outubro de 2016

cartaz_trio_terrazas_santos_moimeme.jpeg

 

 

O'culto da Ajuda  • art music centre • because sound matters • 

01 de Novembro • 21h30

Wilfrido Terrazas | Carlos Santos | Abdul Moimême

 

Wilfrido Terrazas é um flautista, improvisador e compositor mexicano, cujo trabalho se centra em procurar pontos de convergência entre a música escrita e improvisada, assim como levar a cabo distintas práticas de colaboração e criação colectiva.

 

É membro de Generación Espontánea y Liminar, uma ‘anti-banda’ mexicana de improvisação, fundada em 2006, tendo ainda realizado cerca de 300 estreias mundiais, escrito cerca de 40 obras e gravado mais de 20 discos, em 26 anos de intensa trajectória musical que inclui a docência em duas escolas superiores de música.

 

No próximo dia 1 de Novembro o flautista juntar-se-á a dois conhecidos membros da cena da música improvisada Lisboeta, Carlos Santos e Abdul Moimême, cuja colaboração já tem mais de uma década e partilha de um mesmo denominador estético: a improvisação livre contemporânea.

 

Os três músicos irão improvisar uma ou várias peças em honra de todos os santos e mártires de uma música cuja aceitação se restringe a um pequeno, mas fiel, núcleo de crentes.

 



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

“Life Is Long”
Written by Rodrigo Leão and Scott Matthew

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

rita santos.jpg

 

 

De raízes ribatejanas, Rita Santos cedo se iniciou no universo da música, onde o fado, uma descoberta aos 20 anos por obra do acaso, lhe tinha um lugar reservado. Rita Santos tem conquistado e encantado o mundo do Fado desde 2010 até ao presente, sendo uma voz assídua nas mais prestigiadas Casas de Fado de Lisboa. Em Março de 2016 estreia-se na edição com "Retratos D'Alma" o primeiro trabalho discográfico da fadista, com o selo Música Unida, e o apoio da Rádio Amália. 

Apresentação do álbum "Retratos d'Alma" no Cine-Teatro D.João V, Damaia, dia 13 de Novembro às 16h00

Rita Santos vai levar ao palco do Cine-Teatro D.João V uma nova alma fadista no espectáculo de apresentação de "Retratos d'Alma" dignificando a sua estreia nas edições discográficas, na editora Música Unida. Ao longo de hora e meia de espectáculo, Rita vai interpretar todos os temas do álbum, onde pontuam os poemas de Carlos Bessa, Tiago Torres da Silva, José Fernandes Castro, Fernando Campos de Castro, Mário, Rainho, entre outros. O concerto vai incluir tambem fados tradicionais já habituais nos seus espectáculos ao vivo, e algumas surpresas.

 

Maria da Nazaré

O espectáculo conta ainda com a participação dos  seguintes convidados especiais que vão partilhar o palco e alguns temas com a Rita Santos:

Maria da Nazaré
João Loy
Miguel Ramos
Emma
Nemanya

A acompanhá-la vão estar os músicos:
Múcio Sá - guitarra portuguesa
Carlos Fonseca - viola de fado
Miguel Silva - viola baixo 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 20:41 | link do post | comentar

sofia vitória.jpg

 

 

“I know not what tomorrow will bring.”

~ Fernando Pessoa
 

As últimas palavras de Fernando Pessoa foram escritas em inglês. Foram elas que um dia ficaram a ecoar em mim, como uma das suas charadas, e que constituíram uma porta de entrada para uma das realidades do mais universal poeta português que até há pouco tempo me era desconhecida.


Tendo estudado na África do Sul e recebido uma educação britânica, foi na língua inglesa que Pessoa cresceu e fez a sua aprendizagem, tentando múltiplas formas, diferentes metros, ensaiando a poesia dramática e tomando consciência de si próprio, na procura constante da sua identidade e da sua relação com o mundo.

Como um disco é sempre um pretexto para partir em viagem e encontrar respostas em nós próprios, decidi viajar para esse novo lugar da poesia e prosa de Pessoa na língua inglesa, convidando para esta aventura os músicos José Peixoto(guitarra clássica), Luís Figueiredo (teclados e arranjos), Eduardo Raon (harpa eguitarra eléctrica), António Quintino (contrabaixo) e Joel Silva (bateria), e um conjunto de compositores que muito admiro:  Mário Laginha, Amélia Muge, José Mário Branco, António Zambujo, João Paulo Esteves da Silva, Paula Sousa, José Peixoto, Joana Espadinha, Luís Figueiredo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, e João Hasselberg.

O que é fascinante em Pessoa é este desdobramento interminável que nos conduz à enorme pluralidade, contradição e potencialidade que somos. O que é desassossegante em Pessoa é a transparência do confronto com a fragilidade que cada ser humano carrega. Na sua permanente construção e desconstrução de mundos e de figuras, aponta para portas que se abrem para novas portas, que se abrem para novas portas, num movimento de contínua descoberta, colocando assim as questões: onde começa e termina o real e a ficção? é tudo real? é tudo ficção? o que sou, o que é ser? onde começo e acabo? começo e acabo? sendo outros de mim continuo a ser eu mesmo? serei eu mesmo se não habitar todos esses outros?
Se no Livro do Desassossego podemos ler “Minha pátria é a língua portuguesa”, é lá também que iremos encontrar: “Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo”. Nesta viagem ao conceito de identidade, compreendemos que, de certa forma - tal como um eco - somos todas a mesma pessoa, partindo de uma mesma essência, que se projecta e reverbera sob diferentes formas.

“Echoes” [do grego ἠχώ (ēchō), “som”, e do inglês “ecos”] é um conjunto de canções com som de memória mas também de mundo novo que se constrói e que ecoa de forma profunda na essência universal de cada ser humano; de cada alma, de cada pessoa que somos, de todas as pessoas que foi Fernando Pessoa.
                                                                                                            

~ Sofia Vitória

 
A obra que Fernando Pessoa (1888-1935) compulsivamente foi imbricando, com o seu polifacetado e visionário talento criador de poeta icónico da lusofonia, parece-se com uma espécie de enorme delta literário onde se sedimentaram os mais diversos materiais procedentes de tradições, doutrinas e disciplinas do saber universal, e para cuja estratificação residual não terá deixado de contribuir o seu fervoroso “vício” pela leitura.
Tendo estudado entre 1895 e 1905 na África do Sul e recebido uma educação britânica, é em particular na literatura dos clássicos Shakespeare e Milton, dos românticos Coleridge, Wordsworth, Shelley e Byron, dos mestres da literatura norte-americana como Edgar Allan Poe e Walt Whitman que Pessoa encontra em Durban o terreno fértil para as sementes da sua futura produção heteronímica, plasmando os contornos estilísticos e as densidades poético-filosóficas de dezenas de figuras fictícias, com personalidade e linhas estéticas próprias, reunidas sob a característica comum de escreverem todas em inglês.   

Ralph Waldo Emerson, outro grande autor de língua inglesa que deixou marcas indeléveis em Pessoa, no seu ensaio Books, descreve uma biblioteca como um lugar onde o leitor se encontra rodeado de centenas de queridos amigos encarcerados, que só encontrarão a liberdade quando com eles se iniciar uma conversa. Fernando Pessoa, que teve uma profunda e prolongada relação com os livros da sua biblioteca, chegou a libertar muitos desses amigos, desvendando preciosíssimos laços entre as leituras que cultivava e a literatura que veio a produzir. Foi nomeadamente a partir da sua vasta memória de lei­tor dialogante, que Pessoa, a 29 de Novembro de 1935, no Hospital de S. Luís dos Franceses, redigiu as suas célebres últimas palavras («I know not what to-morrow will bring»). Lidas, durante décadas, segundo parâmetros hermenêuticos ocultistas, são, na verdade, herança plausível de um epigrama de Palladas de Alexandria («To-day let me live well; none knows what may be to-morrow») pu­blicado no primeiro volume da Greek Anthology (1916), e também conservado nas prateleiras de Pessoa até ao fim da sua vida. 
Este livro é um dos mais decisivos para o poeta, entre os mais de 1300 títulos que hoje em dia constituem a sua biblioteca particular. Publicado em 4 volumes bilingues pelos editores William Heinemann e G. P. Putman’s Sons, fornece-nos uma preciosa noção do vasto conhecimento que Pessoa também tinha da poesia epigramática da cultura clássica grega  e surpreende-nos pela influência que alguns dos seus maiores representantes tiveram sobre ele num período em que se registam as grandes produções líricas de Fernando Pessoa ortónimo em inglês (1917-1921). Precisamente alguns desses poemas mais simbolistas e introspectivos, ao lado de outros tão grávidos de metafísica, assinados pelos alter-ego literários Charles Robert Anon e Alexander Search, deram rosto e corpo às 14 músicas deste disco de raro encanto de Sofia Vitória.
                                                                                                                       

~ Antonio Cardiello 
 

 
Sofia Vitória "ECHOES" - Alinhamento do CD
 

01 All nature speaks to me
     Alexander Search · João Paulo Esteves da Silva
02 Epigram
     Alexander Search · Joana Espadinha
03 The story of Solomon Waste
     Alexander Search · José Peixoto
04 Ten thousand times my heart broke within me
     Charles Robert Anon · Luís Figueiredo
05 Work
     Alexander Search · João Hasselberg
06 Mother
     Fernando Pessoa · Mário Laginha
07 Lycanthropy
     Fernando Pessoa · António Zambujo
 

08 Masks and undermasks
     Fernando Pessoa · Paula Sousa
09 Here and there
     Alexander Search · José Mário Branco
10 Justice
     Alexander Search · José Peixoto
11 Separated from thee
     Fernando Pessoa · Amélia Muge
12 The end
     Fernando Pessoa · Daniel Bernardes
13 Wake with the sun
     Fernando Pessoa · Sofia Vitória
14 I love my dreams
     Alexander Search · Edu Mundo



publicado por olhar para o mundo às 19:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

(João Tamura)
coisas no céu… coisas no céu que eu não sei o que são.
quando usas o véu que me deixa no chão e me aperta o pulmão.
quem é o réu dos crimes que eu faço e cometo com a mão?
cometas que vão deixar-nos a nós e ao planeta em fusão.
e tu vens e vais e dás as voltas ao peito a mais…
e os ossos e as coisas que tens no corpo são cristais.
e eu ‘tou bem! não fales comigo amor, eu 'tou bem!
tu queres que a lua e o céu todo caiam, a luz magoa-te? ya, a mim também…

(refrão - João Tamura x Miguel Ropio)
quais são os deuses que crias sem mim?
sei que no teu quarto tudo parece marfim…
as coisas que tomas, as peles que tocas são mais que o meu fim.
NoiteCristal… NoiteCristal sem ti aqui!

(Haze)
não tenho culpa se a vida não corre como queres.
o teu feitiço é pensares diferente,
mas se tu quiseres seguir na via és tu que perdes:
não vou ficar aqui escondido para sempre.
para passar o tempo ou agarrar sem ter-te.
é que eu não quero ver-me a passar sem ver-te.
quando apareces no meu quarto, despida, mostras a arte.
de coração afogado - sou a sorte do teu azar - onde é que eu vim meter-me?
agora a noite foge… o dia aparece. o teu sangue já corre sem o álcool em excesso.
aqui estamos nós, deitados sem stress, depois vê as horas e desaparece!
quem é o mundo para julgar pelo passado? é errado procurares pelo tipo certo.
eu já me vi menos apressado, é um facto, estou descalço mas sei o caminho de regresso…

(refrão)

(João Tamura)
ondas no mar… qual tempestade que são?
nós somos o par das guerras, batalhas, mundo em combustão.
agarras a vida com a força de um bicho só com a tua mão.
aquilo que cegas é aquilo que entregas - nada teu é em vão
eu sei que agora tudo o que tocas se transforma em ouro.
e quando passas aquilo que causas é uma hecatombe!
despes a noite do céu, despes um homem do nome,
despes inteiro o meu sono, deixas o tempo sem dono, é teu o trono!

(refrão)

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

Rodrigo Leão & Scott Matthew lançam vídeo para “Life Is Long”

Álbum conjunto dos dois músicos editado com entrada directa para nº1 no iTunes e lojas Fnac

Depois de “That’s Life”, a primeira canção retirada do álbum conjunto de Rodrigo Leão e Scott Matthew, agora é lançado um novo vídeo deste disco, para o tema “Life Is Long”, que dá título a este projeto tão especial. O videoclip, que estreia mundialmente hoje, foi realizado por Lourenço Mello e conta com a participação de dois atores célebres portugueses: São José Lapa e João Perry.

O álbum “Life Is Long” foi editado recentemente e entrou diretamente para o 1.º lugar do top de vendas do iTunes. Depois de várias colaborações no passado, este disco é a prova que um novo encontro destes dois artistas era há muito aguardado pelas suas bases de admiradores.

 

Life Is Long” é a história de uma parceria improvável que provou ser inevitável, entre um compositor conhecido pelas suas melodias enlevadas e uma voz que as leva ao patamar superior de magia. Este é um disco de uma beleza discreta mas arrebatadora, como só Rodrigo Leão e Scott Matthew poderiam fazer juntos. 

Essa magia será vivida novamente em palco, tendo os dois músicos já um concerto marcado para o Coliseu do Porto, a 4 de novembro, no âmbito do Misty Fest  e outro no  Coliseu de Lisboa  no  dia 6. São ainda de destacar as seguintes datas: 5 de novembro no Arena de Évora, 9 de novembro no Convento de São Francisco, em Coimbra e dia 13 de novembro no Cine– Teatro Louletano, Loulé. 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

 

Já não caibo numa casa
Onde o espaço é todo meu
Não são obras que me salvam
Eu só sei crescer

Durmo de janela aberta
Tenho os braços no estendal
Eu podia acenar-vos
Mas só sei crescer

Leio o topo da estante
Tudo livros de engordar
E eu preciso abreviar-me
Mas só sei crescer

Qualquer palmo que me meça
É de mão sem cicatriz
O que eu sou é largo de ossos
Pois só sei crescer

Eu só me caibo cá dentro
Mas bato no peito
Por estar com meu ar rarefeito
Eu inicio o discurso
Citando o sujeito
Primeira pessoa é preceito

Eu nem cá dentro me caibo
Pois bate a cabeça no teto
E cai na travessa
Eu já calei o discurso
Que a língua tropeça
Mas o gigantismo amordaça

Eu já invento virtude
No pico não peco
Lá em baixo ficava marreco
Estou tão em-mim-mesmado
É tiro ao boneco
Gigante barrado no beco

Eu já não sei inventar-me
É só mais do mesmo
Fermento em massa de autismo
Eu nem de mim já me pasmo
Há mar e marasmo
Há ir e voltar aforismo

Mas eu só sei crescer

 

Letra e música: Samuel Úria

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

vitorino.jpg

 

 
"Não sei do que é que se trata, MAS NÃO CONCORDO"
40 Anos de Edição
 
Novo espectáculo de Vitorino, que será apresentado dia 18 de Novembro, no S. Luiz Teatro Municipal, Lisboa com a presença de ilustres convidados:
Manuel João Vieira
Camponeses de Pias
Ana Bacalhau 
Samuel Úria
 
PREÇOS
 
1ª Plateia - 17€ |2ª Plateia - 13€ |1º Balcão Central - 17€ |2º Balcão - 11€ |Frisas - 13€ |Frisas - 13€ |Frisas - 13€ |Camarotes 1ª Central - 17€ |Camarotes 1ª Central - 17€ |Camarotes 1ª Central - 17€ |Camarotes 1ª Lateral - 11€ |Camarotes 1ª Lateral - 11€ |Camarotes 2ª - 9€
 
Coapresentação : Ampla Portugal e São Luiz Teatro Municipal
 
  www.amplaportugal.pt
info@amplaportugal.com


publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Sábado, 29 de Outubro de 2016

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

nem tudo o que brilha tem uma cor especial
tipo sevilha , uma história real
da minha vida, entre ventos e mares
pedi pra sair, pedi pra voltar
como se o karma fosse o meu esqueleto
falo direito memo drunk o grito vem de dentro
nem tudo é bom quando paro e penso
nem tudo é calmo bate e faço o mesmo
deus que me proteja e ao resto da familia
longa vida á matilha meus dogs nao dão espiga
juntámos a cidade toda na corrida
porque nao ha volta a dar numa estrada sem saida
sa foda estereotipos nada me intimida
o escudo é a pele eu sou fiel ainda
a cada batida a todo o meu principio
que nunca se alterou vai rodando como um ciclo

mais canhoes do que piratas...
porque ha quem nao sinta nada como coracoes de lata
o primeiro derrotado leva medalha de prata
tenho observado tudo so nao recordo a data
mas sem palavras mudo johnny valas é nocturno
de capuz do centro ao suburbio
velha vida de um puto que pensa que o horizonte esconde
poesia profunda música ao longe, o mundo
os 4 cantos, eu cozinho em lume brando
mano alentejano amanha nao tenho planos
nem tudo é infinito nao me engano
e nem todo o tipo de gente consegue ser humano
o meu rap é insano reflecte sonhos que arderam
a transicão de dimensão pessoas que morreram
nem tudo fica marcado mas os que me conheceram
levaram um pouco de mim quando habitaram as estrelas... no céu

 

Escrito & Interpretado Por Johnny Valas

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

 

fatcap.png

 



Para muitos desconhecidos, para outros uma banda com alguns temas que marcaram uma geração, como é o caso do tema "Give You My Love" da banda portuguesa ZEDISANEONLIGHT que acaba de ser remisturada pelo produtor e dj Vianense, FAT CAP.

 
- // -

MINI-BIOGRAFIA:

O ano de 2006 foi o ponto de partida como DJ e um ano depois já á arrecadava o primeiro prémio, atribuido pela Cows on Patrol (à data, o principal foco de noticias e acontecimentos no Drum & Bass).
As primeiras produções surgiram em 2012, dois anos depois de se dedicar à actividade. Voltou a não ser preciso esperar muito até surgirem as primeiras distinções. Foi nomeado para "Melhor Produtor Nacional" e "Melhor Tema Nacional de Drum & Bass" em 2012, enquanto que em 2013 foi eleito o segundo melhor produtor nacional e 4º melhor DJ nacional de Drum & Bass.
Outra das conquistas de valor para este DJ / Produtor, aconteceu num concurso de remixes dirigido pelo DJ Fresh, em que arrecadou o 2º lugar, depois de ter partido em 1º na fase de votação do público, e também num concurso de remixes dirigido pelos americanos South Rakkas Crew onde arrecadou o 1º lugar da competição.

Já teve actuações ao lado de nomes como Drumsound&Bassline Smith, Annix, Dj Hype, Dj Marky, Marcus Intallex, Goldie,  Mefjus, Hallucinator, Dillinja, InsideInfo, A.M.C. Dj Oder, Dubphizics, Spor, Bass Brothers, Black Sun Empire, Hamilton, Nija Kore, Benny Page, Fragz, Mundo Segundo, Dealema, Dj RIOT (Buraka Som Sistema), Forbidden Society, Pythius, Agressor Bunx, Freqax e Misanthrop, entre outros.


Partilhou a cabine com imensos Djs internacionais e nacionais de renome em casas da cidade do Porto ( Hard Club, Pitch, Gare, Porto Rio ...), de Lisboa (Europa, Domus), da Covilhã (Companhia Club, Free Mind Fest), de Viana do Castelo (Prosak, Luziamar, ON, Look Club, Centro Histórico , Off Club, Eventos Caffé, Teatro Municipal Sá de Miranda, Terrazza, Café Del Rio, ...), de Braga (Espaço Toca, Bunker, ...), entre outras cidades como Faro e Lagos (Algarve), Coimbra, Figueira da Foz, tendo também já tendo actuado fora de Portugal como por exemplo Alemanha e Espanha em eventos músicais de várias naturezas.

 


Conta com algumas remixes oficiais para nomes como MGDRV, Holly ft. Tem-P (GROGNation), Macacos do Chinês, e edições em editoras como a icónica Flex Records, BNC Express, Overkoocked Records, e por último a Counterpoint Records, onde editou o seu mais recente tema "Make Me Feel" que recebeu atenção ao ser estreada mundialmente na Noisa Radio, a estação de rádio comandada pelos gigantes Noisia.

Nestes 10 anos Fat Cap conquistou as pistas de dança e cabines por onde tem passado, de Norte a Sul do país e às mais variadas casas noturnas, levando a sua sonoridade não só por Portugal fora mas também noutros países, sendo de momento um projecto a dar os primeiros passos da internacionalização.

De momento conta com o 'project support' de nomes como Noisia, Drumsound&Bassline Smith, Dj Fresh, Randall, Aphrodite, Subshock, L Double, Bass Brothers, entre outros pioneiros do drum&bass.


Novidades
"Make Me Feel" é o mais recente trabalho de Fat Cap editado na portuguesa Counterpoint Recordings, dedicada aos sons mais delicados e "deep" do espectro do drum&bass.
Esta edição contou com uma estreia pelas mãos dos Noisia no seu programa "Noisia Radio".
Este tema encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais.
Ouve aqui e agarra já a tua cópia.

As próximas paragens contam com as cidades do Porto, Lisboa, Faro e Torres Vedras, com datas ainda por anunciar.


No próximo dia 12 de Novembro, Fat Cap vai fazer parte do line-up do evento Bass Breyner #10 no Porto, juntamente com os djs Filipe Saraiva, Basic, Phatic e MC Sooba.



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Nã o encontreia letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016

Newsletter_DPP_Casino_Povoa.png

 

DEIXEM O PIMBA EM PAZ

Gente do Norte, o grande DEIXEM O PIMBA EM PAZ
vai estar no próximo dia 19 de Novembro no Casino da Póvoa!

 

Desde sempre fascinado pelo universo pimba, Bruno Nogueira propõe-se dar outra vida a essas canções, juntando Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, e outros músicos que fizeram arranjos de jazz e pop onde eles eram pouco prováveis. O pimba é unificador. Às escondidas, para não parecer mal. Seja numa festa da Quinta do Lago, seja no meio de um churrasco em Massamá, aos primeiros acordes de uma música de Quim Barreiros haverá uma debandada a correr para a pista de dança e a cantar o refrão em alegre e alta voz. Deixem o Pimba em Paz é um concerto e um espectáculo de desconstrução e já não é pouco.

 

Com Bruno Nogueira, Manuela Azevedo, Filipe Melo, Nuno Rafael e Nelson Cascais


Casino da Póvoa

19 Novembro às 22h
Preço: 15€



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

pedro moutinho.jpg

 

 

Pedro Moutinho apresenta em Setúbal o álbum “O Fado em Nós” no dia em que completa 40 anos de vida.

 

Trata-se do quinto disco de originais do fadista, lançado em fevereiro deste ano e com a particularidade de ter sido gravado no Museu do Fado, com o cantor a procurar a espontaneidade das interpretações quando estas se libertam do confinamento das paredes de um estúdio de gravação.

 

“O Fado em Nós” de Pedro Moutinho evoca referências como Hermínia Silva ou Carlos Ramos e inclui poetas incontornáveis como Fernando Pessoa ou Alexandre O’Neill e até outros grandes nomes da atualidade, casos de Manuela de Freitas, Amélia Muge e Maria do Rosário Pedreira.

 

TÍTULO: "Pedro Moutinho - O Fado em Nós"
SINOPSE: Pedro Moutinho apresenta o mais recente projeto musical, "O Fado em Nós"
AGENDA: 11 de novembro, sexta-feira, 21h30
BILHETES: 10 € Plateia | 8 € Balcão

 

Retirado de Fórum Luísa Todi



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 



publicado por olhar para o mundo às 11:13 | link do post | comentar

 

bochman.jpg

 

"Bochmann homenageia Bocage"

 

Onde: Sala Principal

Custo: 5 € Plateia | 4 € Balcão

 

Concerto integrado nas Comemorações dos 250 Anos do Nascimento de Bocage e que apresenta, em estreia mundial, “O Suspiro do Rouxinol”, encomenda da LASA – Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão ao maestro, compositor e professor catedrático Christopher Bochmann.

Este evento, integrado nas Comemorações dos 250 Anos do Nascimento de Bocage, divide-se em duas partes, incluindo a interpretação de obras de grandes compositores da música clássica.

Parte I

“O Suspiro do Rouxinol”, de Christopher Bochmann, por encomenda da LASA – Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão e inspirado no soneto de Bocage “Olha Marília, as flautas dos pastores”.

Suzana Teixeira – mezzo soprano
Fernando Pernas – clarinete
Ana Teles – piano

Parte II

Obras de J. S. Bach, Handel, Purcell, Tellemann e Vivaldi, interpretadas pelos agrupamentos Paganinus, Violetas e Orquestra de Violoncelos, do Conservatório Regional de Setúbal.

 

CHRISTOPHER BOCHMANN

Nascido em 1950, formou-se em composição pela Universidade de Oxford, como aluno de David Lumsden, Kenneth Leighton e Robert Sherlaw Johnson. Em 1999, obteve o grau de D. Mus. (doutoramento em composição) pela mesma universidade.

Estudou também com Nadia Boulanger, em Paris, e com Richard Rodney Bennett, em Londres. Lecionou em várias escolas na Inglaterra, entre as quais a Escola Yehudi Menuhin. Passou dois anos no Brasil como professor da Escola de Música de Brasília.

Trabalha em Portugal desde 1980. Lecionou em várias escolas na área de Lisboa nomeadamente no Instituto Gregoriano de Lisboa e no Conservatório Nacional. Durante seis anos, foi diretor da Escola Superior de Música de Lisboa, onde também coordenou o curso de Composição de 1990 a 2006.

Desde 2006 é professor catedrático convidado da Universidade de Évora, onde desde 2009 também é diretor da Escola de Artes.

É maestro titular da Orquestra Sinfónica Juvenil desde 1984 com a qual gravou três CD da sua própria música.

Em 2004 foi-lhe atribuído uma Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura e em 2005 foi agraciado pela rainha Isabel II com a condecoração O.B.E. (Officer of the Order of the British Empire).

As suas composições abrangem quase todos os géneros musicais, da música para solistas à música orquestral, da música de câmara à ópera, para além de inúmeras orquestrações e arranjos.

O seu estilo musical passou por uma fase de considerável complexidade e já utilizou muitos processos aleatórios. Mais recentemente, a sua música tem-se tornado algo mais simples, seguindo assim certas tendências do pósmodernismo sem contudo recorrer ao neotonalismo.

Na sua música vocal interessa-se especialmente na exploração de aspetos tanto fonéticos como semânticos do texto.

Toda a sua música revela uma preocupação com a relatividade com que ouvimos e apreciamos o som, numa tentativa de fazer corresponder os processos e as técnicas estruturantes da música cada vez mais proximamente a critérios intrinsecamente musicais.

 

Retirado de Fórum luísa Todi



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016

caixa de pandora.jpg

 

 

ROTA DAS AFINIDADES AO VIVO
11 DE NOVEMBRO
NO CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL, SINTRA, 22H.

Cais de partidas e chegadas é como se traduz Rota das Afinidades, o novo disco do projecto Caixa de Pandora editado no início de Outubro.

Desde o lançamento do primeiro CD ‘Teias de Seda’, em finais de 2014, Caixa de Pandora pisou inúmeros palcos, quer em Portugal onde se destacaram concertos memoráveis para o grupo, como na Fundação Oriente, o convite do TEDx 2015, o Palácio da Bolsa, quer lá fora entre variadíssimas apresentações em festivais e centros culturais.

As afinidades foram acontecendo e as rotas estenderam-se  a  participações e concertos pelo Oriente, nomeadamente pela Índia e China. Na Índia, através de experiências com nomes como Gulraj Singh e Manoj Yadav, com quem compuseram e interpretaram temas em colaboração. Na China, o encontro com o produtor, letrista e compositor Joe Lei -, que resultou em diversas parcerias com cantores e instrumentistas tradicionais como Kit Lam, Michele Ng ou Wong Kin Wai.

Em Portugal colaboraram com nomes como Amélia Muge.

A Rota das Afinidades traz 16 novas canções e vem afirmar a consolidação artística do trio e reflecte a cumplicidade dos seus elementos.

Dia 11 de Novembro apresentam-se ao vivo no Centro Cultural Olga Cadaval às 22H, com alguns convidados e várias surpresas.
 
 

“(…) três músicos excelentes, duas miúdas e um miúdo - a Caixa de Pandora. Tocam muito bem, aquilo é muita fruta! Tenho aí um disco que tenho ouvido e vale a pena. Estão na base dos virtuosos.” 
Jorge Palma in DN


publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontreia letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

benshee.jpg

 

Os Benshee apresentam o vídeo “When I’m Gone”

 

07 de Outubro foi a data de lançamento mundial do álbum em formato digital “There is a World Outside That Door”.

 

São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não irão deixar ninguém indiferente.

 

O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa  sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes.”

 

 



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
mais sobre mim




posts recentes

Ana Bacalhau “Nome Própr...

Ana Bacalhau - Leve Como ...

Cine Teatro São João - Pa...

Cire & Joana Diniz - Não ...

Ricardo de Sá apresenta o...

"Penélope" - João Farinha...

Fado ao Centro " De Coimb...

Peste & Sida no Titanic

A.M.A. - Eu Não Sei

A.M.A. apresentam o singl...

arquivos

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

links
comentários recentes
Essa letra me faz viajar, sonhar me encanta e a mu...
Grandas rappers
ObrigadoTodos oos músicos deveriam acompanhar os v...
Letra e Música:Rodrigo Serrão Obrigado :)
Mas que maravilha de letra, de melodia! A voz! Con...
Já actualizei o Post, muito obrigado
O tempo não espera pela gente mas eu espero por ti...
sou teu fà loony johnson
A letra está malDeviam arranjar
Posts mais comentados
blogs SAPO
subscrever feeds