Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016

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À 15ª edição, o Festival “O Gesto Orelhudo” reinstala-se no Espaço d’Orfeu e aproveita as saudades frescas do verão para apresentar novidades. O programa, que inicia na noite de 21 de setembro (quarta-feira) numa grande tenda, estende-se desta vez até domingo à tarde, incluindo um programa de fim-de-semana na baixa da cidade, em parceria com o evento Águeda +B. Ao todo, são 14 espetáculos no cartaz deste ano, trazendo a Águeda companhias e artistas de Portugal, Espanha, Reino Unido, Austrália.

A noite de abertura acolhe “Pozzo – O Porco que Dança”, recente coprodução entre d’Orfeu AC e a jovem companhia Cão à Chuva, coletivo que já espantou Águeda com a irreverência e talento de “Lullaby”. Na quinta-feira, 22, é a vez de Samuel Úria subir ao palco com o seu novo trabalho “Carga de Ombro”. Do Reino Unido, em estreia absoluta em Portugal, chegam os “Bowjangles”, hilariante quarteto de cordas vai deixar o público de queixo caído na noite de sexta-feira 23. No sábado, 24, comemora-se um Arraial que vai encher o palco de forma completamente orelhuda, com os Retimbrar. De quarta a sábado, no encerramento de cada noite, haverá também, no encerramento de cada noite, Omiri, o baile eletrónico do multi-instrumentista Vasco Ribeiro Casais (21 setembro); a festa multicultural de Claiana (22 setembro); o espetáculo 100% improvisado, e portanto irrepetível, Improfado, pel’Os Improváveis (23 setembro); e, a bicicleta-bateria Puncture Kit, que nos chega da Austrália (24 setembro).

Durante as tardes de sábado e domingo, o festival associa-se ao evento Águeda +B, projeto que quer afirmar Águeda como capital da bicicleta. Assim, em parceria com O Gesto Orelhudo serão apresentados espetáculos sob o mote das duas rodas. A companhia Guixot de 8, de Barcelona, instala o seu “Garabato de Bicicleta” na baixa (sáb/dom), o Museu do Brincar traz-nos Kamishibai (sáb/dom), Triciclo Vivo apresentam-se com um Bike Sound System (sáb); Puncture Kit, da Austrália, vem com a sua bicicleta-bateria (sáb/dom). No domingo, Retimbrar & opÁ! fazem uma arruada de percussão até à Venda Nova onde, pelas 18h30, na grande tenda do Espaço d’Orfeu terá lugar o encerramento de ambos os eventos, com o espetáculo “Mobil”, pela companhia espanhola de circo-teatro La Güasa.

O Gesto Orelhudo cumpre quinze edições de orelhas no ar, fundindo música, teatro e humor, num festival único no país. Ano após ano, somam-se as grandes noites e as soberbas memórias, nunca se sabendo quando estamos perante um novo momento de viragem para tão orelhuda ideia de festival. Numa edição em que se assinalam dez anos consecutivos desde que o festival se tornou uma iniciativa conjunta da d’Orfeu AC e do Município de Águeda, surge a parceria com o evento Águeda +B, estimulando algumas das propostas do festival e o próprio modelo da programação. Esta 15ª edição do Festival “O Gesto Orelhudo” é para ser vivida em roda livre!

O Passe Orelhudo, válido para todo o festival, estará antecipadamente à venda, no Espaço d’Orfeu. Toda a informação sobre programa e bilhetes está já disponível em www.dorfeu.pt/ogestoorelhudo/.

Na publicação das fotos, é obrigatória a menção dos respectivos créditos.

http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC

d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Interesse Cultural  | Medalha de Mérito Cultural



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Letra

 

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DUETOS DA SÉ

Restaurante Café Bar

 

ALFAMA – LISBOA

PORTUGAL

 

"Onde a arte e a gastronomia se encontram"

 

MÚSICA & GASTRONOMIA

 

LIVE MUSIC & GASTRONOMY

 

 

AGENDA  DE  CONCERTOS  DE  SETEMBRO  2016

 

Domingo & Segunda-feira - CONCERTOS "IN FADO" – 21h30

Terça-feira - CONCERTOS "ALFAMA JAZZ" - 21h30

Quinta-feira - CONCERTOS - 21h30

Sexta-feira & Sábado - CONCERTOS - 22h00

 

PROGRAMAÇÃO DE CONCERTOS INTIMISTAS À SOBREMESA

INTIMATE LIVE CONCERTS AT THE DESSERT

 

SETEMBRO 2016 / SEPTEMBER 2016

 

 

 

SEMANA 1

 

QUINTA-FEIRA 1 DE SETEMBRO - 21h30

 

CONCERTO

 

Fuensanta Méndez (voz) & João Pedro Coelho (piano) 

 

SEXTA-FEIRA 2 DE SETEMBRO - 22h00

 

CONCERTO

 

"DANIELA MENDES"

 

Daniela Mendes (voz) & André Marques da Silva (guitarra)

 

 

SÁBADO 3 DE SETEMBRO - 22h00

 

CONCERTO

 

"Midnight in Lisbon"

 

Susana Jordão (voz), Armindo Neves (guitarra) & Luis Filipe Martins (contrabaixo)

 

 

DOMINGO 4 DE SETEMBRO - 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"FADO ENREDO"

 

Daniela Mendes (voz) & André Marques da Silva (guitarra) 

 

 

 

SEMANA 2

 

SEGUNDA-FEIRA 5 DE SETEMBRO - 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"FADO INVERSO"

 

Ana Roque (voz) & João David Almeida (guitarra)

 

 

TERÇA-FEIRA 6 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  ALFAMA JAZZ

 

"Undercover Agents for the blues"

 

Andreia Nunes (voz) & João Roque (guitarra)

  

 

QUINTA-FEIRA 8 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO

 

"(Re) Cantos da Alma"

 

Maria Anadon (voz) & Davide Zaccaria (guitarra e violoncelo)

convidado: Armindo Neves (guitarra)

 

SEXTA-FEIRA 9 DE SETEMRBO – 22h00

 

CONCERTO

 

Sandra Camilo (voz) & Rui Rocha (voz e guitarra)

 

 

SÁBADO 10 DE SETEMBRO – 22h00

 

CONCERTO

 

"Doux duo"

 

Thierry Riou (voz e guitarra) & Gabriel Godoi (violão 7 cordas)

 

 

DOMINGO 11 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"FADO AO LADO"

 

Zana (voz) & Domingos Silva (piano)

 

 

 

 

SEMANA 3

 

SEGUNDA-FEIRA 12 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

Sofia Ramos (voz) & Nuno Ramos (guitarra)

 

 

TERÇA-FEIRA 13 DE SETEMBRO - 21h30

 

CONCERTO  ALFAMA JAZZ

 

"Mário Oliveira Trio"

 

Mário Oliveira (piano), Gonçalo Sousa (harmónica) & Vasco Sousa (baixo)  

 

QUINTA-FEIRA 15 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO

 

"Half Note"

 

André Viamonte (voz) & Pedro Brito (guitarra)

 

SEXTA-FEIRA 16 DE SETEMRBO – 22h00

 

CONCERTO

 

"Special Selection by Sofia Hoffmann (voz), with Nuno Tavares (piano) & Nanã Sousa Dias (saxophone)"

 

SÁBADO 17 DE SETEMBRO – 22h00

 

CONCERTO  IN FADO

 

Cristina Andrade (voz) & Jon Luz (voz e guitarra) 

 

DOMINGO 18 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"QUASE UM FADO"

 

Nadine Brás (voz), Artur Mendes (saxofone) & Diogo Martins (piano)

 

 

SEMANA 4

 

SEGUNDA-FEIRA 19 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"FADO PONTUAL"

 

Fernanda Paulo (voz) & Múcio Sá (guitarra)

 

TERÇA-FEIRA 20 DE SETEMBRO - 21h30

 

CONCERTO

 

"Fados, Tangos e afins"

 

Mili Vizcaíno (voz) & Gabriel Godoi (guitarra)

  

QUINTA-FEIRA 22 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

Fernanda Paulo (voz) & Rodrigo Serrão (chapman stick)

 

SEXTA-FEIRA 23 DE SETEMBRO – 22h00

 

CONCERTO

 

"Magano"

 

Sofia Ramos (voz), Nuno Ramos (guitarra) & Francisco Brito (contrabaixo)

 

SÁBADO 24 DE SETEMBRO – 22h00

 

CONCERTO

 

Pessoa Junior (voz) & Joe Coronado (piano e voz) 

 

DOMINGO 25 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

Teresa Macedo (voz) & Múcio Sá (guitarra) 

 

 

SEMANA 5

 

SEGUNDA-FEIRA 26 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"TIZZANA"

 

Zana (voz) & Domingos Silva (piano)

 

TERÇA-FEIRA 27 DE SETEMBRO - 21h30

 

CONCERTO  ALFAMA JAZZ

 

"Olga Reznichenko Trio"

 

Olga Reznichenko (piano), José Vieira (guitarra) & Miguel Fernandez (bateria)

 

QUINTA-FEIRA 29 DE SETEMBRO – 21h30

 

CONCERTO  IN FADO

 

"Quase um Fado"

 

Nadine Brás (voz), Artur Mendes (saxofone) & Diogo Martins (piano)

 

SEXTA-FEIRA 30 DE SETEMBRO – 22h00

 

CONCERTO

 

"Gato Malhado & Andorinha Sinhá"

 

Telma Pereira (voz) & João Roque (guitarra)

 

CONCERTOS:  5 €  (5 Euro)

 

Duetos da Sé, Restaurante  Café  Bar

 

Travessa do Almargem nº 1 B/C

ALFAMA, Santa Maria Maior

1100-019 LISBOA



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Letra

 

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Festival 4X4 - Largo da Música CARTAZ.jpg

 

“Largo da Música – Festival 4X4”

Viana do Castelo, 26 de agosto a 15 de outubro 2016

 

Em Viana do Castelo, a autarquia pretende levar a música a diversos largos e praças da cidade. Entre finais de agosto e meio de outubro, o evento Largo da Música – Festival 4X4 promete encher de sonoridades espaços que habitualmente não recebem estes eventos. Um total de 16 concertos ao longo de 4 fins-de-semana, com 4 concertos a cada fim-de-semana, em 4 espaços ao ar livre, a mostrar bandas da cidade e do distrito a par do melhor da nova música independente do Porto.

 

Nos dias 26 e 27 de agosto a música instala-se no Largo Maestro José Pedro, vulgarmente conhecido por Vasco da Gama, com Dysfunktional e Plax Vaz & os Kriol’Art na sexta-feira e Malaboos e os O Incrível Homem Bomba a atuarem no sábado.

 

Dias 09 e 10 de setembro será o Largo Amadeu Costa o escolhido, com concertos de Sulfur Giant e The Wild Booze na primeira noite e The Dead Academy e Ghosts of Port Royal na segunda. A 30 de setembro e 01 de outubro será a vez da Praça 1º Maio acolher Our New Lie e Rated With An X, The Blind Nation e Plaza, respetivamente. Dias 14 e 15 de outubro, a música terá lugar no Largo de S. Domingos, na sexta-feira com Grainy Detours e Palace Mémoire e no sábado com Desligado e Olavo Lüpia a fecharem este festival.

 

O horário dos concertos é em cada dia às 22h30 e às 23h30 e sempre com entrada livre.

Programação completa em: http://www.cm-viana-castelo.pt/pt/agenda-cultural/largo-da-musica-festival-4-x-4



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Letra

 

Olha, basta uma nota pra dizer
Que te quero
Compasso sem tempo
Para veres que ainda espero
Sabendo eu que não vens
Sabendo tu que não me tens

Olha, trago uma ferida
A queimar nos meus lábios
Pedaço sem côr, uma ferida aberta
Um gosto imenso de ti
Vais dizendo que não queres
Vais fugindo de manhã
E vais mentindo ao dizer….:
São precisas duas mãos para se agarrar... Coração

Olha, basta uma nota pra dizer
Que te quero
Um compasso sem tempo
Para veres que ainda espero
Sabendo eu que não vens
Sabendo tu que não me tens

Diz-me, porque me olhas assim
Quando os corpos não se encontram
Porque choras assim
Se o teu corpo só reclama de paixão
Vais dizendo que não queres
Vais fugindo de manhã
E vais mentindo ao dizer…
Basta um sorriso para não dizer adeus
Meu amor, basta um sorriso para não dizer adeus (x2)

 



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Terça-feira, 30 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Meu querido Stº António
Tira-me este peso de cima
Salva-me o matrimónio
Antes que eu próprio não consiga

Pão, sopa
E vinho na mesa
Tão pouca regalia
Nesta vida de pouca alegria

Ah! Não basta chegar a casa e gritar
Ah! Nada fazer a não ser no dia a seguir esquecer

Meu querido São João
Tira-me este peso de cima
Salva-me do patrão
Antes que eu chame cabrão ao sovina

Pão, sopa
E vinho na mesa
Tão pouca regalia
Nesta vida de pouca alegria

Ah! Não basta chegar a casa e gritar
Ah! Nada fazer a não ser no dia a seguir esquecer

Twitter - http://www.twitter.com/silvestreoreal
Bandcamp - http://www.tiagosilvestre.bandcamp.com/
Soundcloud - http://www.soundcloud.com/tiago-silve...

 



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tiagosilvestre.jpg

 

 
Lançado a 29 de Agosto de 2016, "Não Há Santo Que Me Valha" é o novo single do jovem músico e compositor Tiago Silvestre
 
O músico que se encontra actualmente em digressão a divulgar o seu primeiro disco a solo - "Stª Apolónia" - apresenta-nos agora o seu novo single. 
 
Escrito e produzido pelo próprio, "Não Há Santo Que Me Valha" foi o primeiro tema gravado em conjunto com a banda que acompanha o músico pela estrada fora.
 

 

 
 
Tiago Silvestre - Não Há Santo Que Me Valha
 
Letra e Música: Tiago Silvestre
Produção: Tiago Silvestre
 
Tiago Silvestre - Voz e guitarra acústica
Carolina Moura - Teclado
João Correia  - Baixo
Jorge Correia - Bateria
Miguel Moura  - Guitarra eléctrica
 
Tiago Silvestre
 
Decorria o ano de 2009 quando Tiago Silvestre iniciou o seu percurso musical, como baixista, numa banda de Rock N' Roll de originais - "Arcanis".
 
Nos anos que se seguiram pertenceu ainda a outros projectos, desta feita como vocalista/guitarrista:
- Sujeitos a Reboque (banda de covers);
- Teddy Picker (banda de tributo a Arctic Monkeys).
 
No final de 2012, decide abandonar os Arcanis e embarcar numa aventura de um projecto a solo onde pudesse explorar as suas maiores influências, como o Country e o Rock em português.

Desde o início de 2014 que tem vindo a pisar os seus primeiros palcos a solo, divulgando assim os primeiros temas da sua autoria, tendo até agora disponibilizado o seu primeiro single - "Cavaleiros da Távola Redonda" (Maio de 2014) e mais recentemente o seu primeiro álbum - "Stª Apolónia" (Maio de 2016).
 
Podem ser encontradas mais informações através do FacebookYoutubeSpotify, TwitterTumblrPalco Principal ou Soundcloud.


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Letra

 

'Tou em casa
Não consigo 'tar parado
Ligo aos outros

"Bora sair um bocado"

Vi no site e hoje há festa em todo o lado
Dez minutos e apanho o comboio ou o autocarro

Liguei a todos e ainda não há resposta
"Hoje há concertos, tenta lá saber quem toca"

A malta diz que isto dura a noite toda
E na volta há uma pousada à porta

Só não sabe quem não quer saber
O que queres fazer
Não passas essa vida em vão
Tudo tem uma razão de ser
Então vem ver
Não vivas sem passar cartão

Faz mais, vive mais
O tempo passa a correr
Faz mais, vive mais
Faz, deixa acontecer

Ainda há tanto que eu posso conhecer
Tanta coisa que ainda posso ver
Condições para me favorecer
Só dou força à expressão "Parar é morrer"

Dizem que a vida é uma tour alucinada
No Universo nem a Terra está parada
E eu ficar aqui sem fazer nada
Num país que não é feito para ficares em casa

Só não sabe quem não quer saber
O que queres fazer
Não passas essa vida em vão
Tudo tem uma razão de ser
Então vem ver
Não vivas sem passar cartão

Faz mais, vive mais
O tempo passa a correr
Faz mais, vive mais
Faz, deixa acontecer

Faz mais, vive mais
O tempo passa a correr
Faz mais, vive mais
Faz, deixa acontecer

Só não sabe quem não quer saber
O que queres fazer
Dá desconto às tuas ideias
Hoje em dia basta tu quereres
Tudo tem uma razão de ser
Só não passes uma vida sem passar Cartão Jovem

Faz mais, vive mais
Faz mais, vive mais
Faz mais, vive mais

Faz mais, vive mais
O tempo passa a correr
Faz mais, vive mais
Faz, deixa acontecer

Faz mais, vive mais
O tempo passa a correr
Faz mais, vive mais
Faz, deixa acontecer

 



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Dia 8 de Outubro, no CAAA, em Guimarães

Nite Jewel, Memória de Peixe e Bruxas/Cobras:

novas confirmações no Mucho Flow

Para além dos já anunciados Blanck Mass, NAKED e Toulouse, é agora confirmada a presença de mais três bandas na quarta edição do Mucho Flow: Nite Jewel, Memória de Peixe e Bruxas/Cobras. Organizado pela Revolve, o festival realiza-se dia 8 de Outubro, no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura de Guimarães.

Nite Jewel– projecto a solo de Ramona Gonzalez – volta a Portugal, no âmbito do novo trabalho “Liquid Cool”, lançado em Junho pela Gloroette Records. Depois do muito bem recebido “One Second of Love”, lançado em 2012, o novo disco é composto por nove temas produzidos inteiramente por Nite Jewel, que exploram a solidão num mundo super lotado e desconectado e vêm de Los Angeles até Guimarães para entrarem de uma forma incisiva nos ouvidos e nas mentes de cada um de nós.

Os Memória de Peixeestão de volta com “Himiko Cloud” (com selo Cultural Trend Lisbon),depois de excelentes críticas nacionais e internacionais ao primeiro disco. O novo álbum, a ser lançado em Outubro, é uma viagem cósmica inspirada num espaço remoto e misterioso do cosmos, levada a cabo por Miguel Nicolau (guitarra) e Marco Franco (bateria) e será apresentado em ante-estreia no Mucho Flow.

Bruxas/Cobrasé o mais recente projecto do músico e designer Ricardo Martins (Adorno, Cangarra, Filho da Mãe, Jibóia) e do músico e ilustrador Pedro Lourenço (Sei Miguel). O tema “Mandrake” desta dupla de bateria e baixo integrou a edição deste ano da compilação “Novos Talentos FNAC” e está a ser preparado um álbum para ser editado ainda este ano.

Os bilhetes – 10€ - já estão à venda na Ticketea e o cartaz completo será apresentado durante o mês de Setembro.

O Mucho Flow, criado pela Revolve, em 2013, de forma independente, contando agora com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães, pretende celebrar a autenticidade e experimentalismo de culturas e movimentos emergentes no mundo da música, associando-se a bandas e editoras mais estabelecidas ou mais marginais nacionais e internacionais. Amen Dunes, Girl Band, Circuit des Yeux, CAVE, Bitchin' Bajas, Filho da Mãe & Ricardo Martins, são alguns nomes que já passaram pelo festival ao longo das suas edições.

 



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Letra

 

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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016

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SÉRGIO GODINHO

NOVA CANÇÃO PARA O FILME "REFRIGERANTES E CANÇÕES DE AMOR"

“Sobe o Calor” chegou a todas as plataformas digitais

Sérgio Godinho editou hoje “Sobe o Calor”, uma canção composta em parceria com Filipe Raposo, especialmente para a banda sonora de “Refrigerantes e Canções de Amor”, um filme de  Luis Galvão Teles com argumento de Nuno Markl.

 

“O Luis Galvão Teles ofereceu-me a ocasião soberana de escrever, pela primeira vez, uma canção a meias com o Filipe Raposo, talentosíssimo pianista, e, descubro-o agora, também muito bom compositor”, diz Sérgio Godinho. “Na letra que fiz para a música dele, andei à volta do tema do calor, dos refrigerantes, e do amor, sempre o amor. Começa e acaba o filme, sendo que no final é cantada por mim.” E revela: “Quanto ao Filipe, temos já outra canção aprazada. Agora, não há como parar.”

Refrigerantes e Canções de Amor”,  estreia hoje nas salas de cinema e conta com um elenco de luxo, com nomes comoIvo Canelas, Victoria Guerra, Lúcia Moniz, João Tempera, Ruy de Carvalho, André Nunes, Gregório Duvivier, Marco Delgado com os quais contracenam Jorge Palma e o próprio Sérgio Godinho, no papel de um assassino implacável.

“Foi muito bom reencontrar o Luís Galvão Teles, e voltar a trabalhar com ele, tantos anos depois da “Confederação”, continua Sérgio Godinho. “Além da canção que escrevi com o Filipe Raposo, ele propôs-me um pequeno papel de um homem da noite, bigode e cicatriz no rosto, que faz trabalhos duvidosos por encomenda, assassínios incluídos. Há muito tempo que não fazia cinema, e deu-me um forte prazer mergulhar de novo nessas lides.”

A estreia desta canção acontece num período em que para além das apresentações com os Assessores, a sua banda “cativa”, tem dado atenção a colaborações oriundas das mais variadas áreas musicais: com Jorge Palma, no projecto JUNTOS, em que depois da edição em CD DVD, tem realizado inúmeras apresentações pelo país; a Norte, com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, em que depois de uma apresentação numa Casa da Música lotada em Junho passado, se anuncia uma repetição, desta feita na Avenida dos Aliados, numa celebração popular em que as canções de Sérgio Godinho vestirão novas roupas; ou ainda, incrementando a dimensão da parceria com o pianista Filipe Raposo, compositor de “Sobe o Calor”, num espectáculo de voz e piano a ter lugar no Festival Literário Internacional de Óbidos em que uma vez mais, e sempre de forma surpreendente, Sérgio Godinho reinventará as suas canções.

Sempre inquieto, a actividade criativa de Sérgio faz ainda adivinhar que em breve, por entre outros projectos cinematográficos e literários, novas canções verão a luz do dia.

 

 

AGENDA:

03 SET – Noite Branca/Braga (JUNTOS com Jorge Palma)

04 SET – Festa do Avante/Seixal (JUNTOS com Jorge Palma)

09 SET – Av. Dos Aliados/Porto (com Orquestra de Jazz de Matosinhos)

10 SET – Feira de São Mateus/Viseu (JUNTOS com Jorge Palma)

23 SET – Festival Literário Internacional/Óbidos (com o pianista Filipe Raposo e convidados)

 

 



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SILVER SAGA COM NOVO SINGLE

 

Silver Saga, artista angolano residente em Portugal e conhecido por canções como “Plano B” ou “Sabe Bem”, acaba de lançar o seu novo single intitulado “Falso Tropa”, com afiliação ao zouk/kizomba com que tem vindo a traçar o seu caminho.

 

O novo tema conta com a participação de Vado MKA e Black Beautty, estando disponível para escuta em plataformas como o YouTube e Soundcloud.

 

Sílvio António é o nome por detrás de Silver Saga. De nacionalidade angolana, o artista teve o seu primeiro contacto com música durante um período de aulas de guitarra na Academia de Música do Lumiar, passando mais tarde para a produção de beats e a assumir a voz e composição dos seus trabalhos.

 

No início, influenciado por nomes contemporâneos como Usher, Drake e Chris Brown, Silver Saga fez do R&B anglo-saxónico o seu berço. Foi nesse registo que lançou as suas duas primeiras mixtapes – “Fragmentos” (2012) e “D.I.Y.” (2013) – disponíveis para download gratuito.

 

Mais tarde juntou-se à companhia discográfica MCB Family, onde começa a explorar beats de zouk/kizomba, mais tarde testados no EP de estreia “Sexto Sentido” (2014), e a lançar temas como “Sabe Bem”, “Plano B” ou “Teu Jeito”. Desde então tem vindo a cimentar o seu nome e a partilhar o palco com artistas como Bebucho Q Kuia, Força Suprema, Yudi Fox ou Dj Kobe.

 

 



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Letra

 

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Letra

 

What are you here for?
I'm here to kill you

Hey!
Existe um policia adormecido dentro de cada um de nós,
E ele deve ser abatido
Morre um no Cerco, morre outro em Aldoar
É tempo de perguntar o que é se tá a passar
Há abuso da autoridade,
Brutalidade, nas rusgas aos bairros sociais da cidade
Agentes intimidam inocentes com cacetetes
Dealers despejam droga nas retretes
Agua! Agua!
Soam as sirenes
Vem um carro dos judites, vem um carro do INEM
Rusga, pé na porta, bófia vasculha
Não importa, se é gente boa ou pulha
Força bruta, seja guna ou puta
Tudo em fila, pia fino ou ainda levas com a batuta
Geninhos sem cabeça, decapitam a presa
Matam com tinto a sede de violência
Passam multas, enquanto mulheres ficam viúvas
Tão nas calmas, enquanto ressacas roubam casas
É só fachada, corrupção organizada
Porque o maior furto, é o do polícia corrupto
São os guardas prisionais que levam o produto
Quem foi dentro também tem acesso a tudo
Putos injectam na penitenciária
Gajos de pasta ficam em domiciliária
A rua não tem medo, da retaliação
Para cada acção, existem a reacção

Agimos motivados pelo medo
Desta nova babilónia, a bófia
Agimos motivados pelo medo
Podes vê-los bem cedo
Engole em seco

Não queremos
Mas raiva é o nosso estado mental
Pois vivemos numa sociedade policial
Prejudicial, à saúde emocional
Condenam os nossos crimes
Cometem outros muito piores
E quem se safa?!
Quem tem a massa
Menores são detidos
Por pequenos delitos
Numa instituição de correcção
Será que a punição levará a algum lado
Sairá curado ou mais revoltado
Não deposito confiança em distintivos nem fardas
Somos instintivos eles andam atrás de indivíduos
Pacíficos, que rolam o cachimbo da paz
Em prol ...
São o real inimigo
Invadem bairros e guetos
Fazem guerras entre brancos e pretos
Gajos sem escrúpulos, dos mais corruptos
enfaixam-nos mas nós não baixamos os punhos

Agimos motivados pelo medo
Desta nova babilónia, a bófia
Agimos motivados pelo medo
Podes vê-los bem cedo
Engole em seco

 



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Domingo, 28 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Nós Temos
Nós Vamos
Tentamos
Criamos

Nós Temos
Nós Vamos
Tentamos
Criamos

Houveram tempos frios e nós sozinhos
A fundação no mundo dealema 5
Durante tempos e momentos mais escuros
Iluminados por abraços puros
Familiares e amigos, críticas ou elogios
Aprendemos com tudo aquilo que foi dito
Multiplicamos tudo o que sentimos por isto
E dividimos tudo em corações no infinito
O sentimento é mutuo quando utilizamos palcos
Um sincero obrigado, pelos vossos aplausos
Cada sorriso, cada olhar, cada brilho
Vou para o eterno quando a morte for comigo
Temos orgulho naquilo que somos
Para onde vamos não sabemos
Mas irão haver muitos encontros
Nova Gaia, Invicta estandarte da vida
Respiramos juntos em cantos de alegria


Nós Temos
Papeis definidos na sociedade
Nós Vamos
Elevar a juventude
Tentamos
Dar-vos uma identidade
Criamos
Música com atitude

Nós Temos
Papeis definidos na sociedade
Nós Vamos
Elevar a juventude
Tentamos
Dar-vos uma identidade
Criamos
Música com atitude


Vocês são a razão principal
Pela qual
Batalhamos diariamente
Porque atrás vem sempre gente
Do litoral ao interior
Vamos a todo o vapor
Não poupamos em esforços para partilhar o valor
Entre B-Boys e MC's
Writers e DJ's
Latas e vinyls
Canetas gastas e rascunhos de papeis
Nós mantemo-nos fiéis desde 96
Incentivando putos como mandam as leis
Mano sei que nos sentes tambem te sentimos por perto
Vemos em ti o reflexo imenso deste projecto
Nós somos tantos
E ao mesmo tempo tão poucos
Porque ainda há quem insista fazer menos e ser mais que os outros
É fodido enfrentar este fogo agressivo
Senão fosses do deserto eu nem estaria vivo
Podes contar comigo tamos juntos nesta guerra
Na paz, e na alegria e na tristeza
É uma merda
Porque Deus quando parte
É para todos igual
Não cabe a homem nenhum
Decidir o nosso final
Vamos em frente
Rumo ao sol nascente
Em busca de boa gente
Antes que o cinzento na cidade se torne permanente
Quem nos tentar dividir não deve tar consciente
Das graves consequências que isso acarreta para a mente
Nós construímos o futuro no presente
Dealema está de volta com a mesma cara de sempre


Nós Temos
Papeis definidos na sociedade
Nós Vamos
Elevar a juventude
Tentamos
Dar-vos uma identidade
Criamos
Música com atitude

Nós Temos
Papeis definidos na sociedade
Nós Vamos
Elevar a juventude
Tentamos
Dar-vos uma identidade
Criamos
Música com atitude


Esta vai para todos os que acreditaram em nós
Para todos os que nunca nos deixaram sós
Para quem se sente representado pela voz de Dealema
Vossos advogados de defesa
Para vocês pego na caneta e escrevo esta letra
Temos a vossa confiança não dizemos treta
Selo de garantia para quem nos inspira
Obrigado pelo apoio, respeito e simpatia
Pela comparência nos concertos e ovações
Estas rimas são dos nossos para os vossos corações
Como agradecimento, pelo reconhecimento
O nosso suor em prol do movimento
O vosso amor engole os maus momentos
Damos tempo ao tempo cientes do nosso talento
Desculpem a demora não estava na hora
Tivemos a limar as arestas até agora

Nós Temos
Papeis definidos na sociedade
Nós Vamos
Elevar a juventude
Tentamos
Dar-vos uma identidade
Criamos
Música com atitude

Nós Temos
Papeis definidos na sociedade
Nós Vamos
Elevar a juventude
Tentamos
Dar-vos uma identidade
Criamos
Música com atitude

Mano best, caveira, mota e destruidor
Juntos ou separados espalhamos amor
Aldoar, Ramalde e Fonte da Moura, grande onda
No bairro todo o sonoro bomba
Obrigadão Quebrantões, marquês, ratos do beco
Sem vocês não curtia tanto os concertos
Saudações gente da grande Lisboa
Quando vamos aí oh mano é grande loucura
Pessoal de Gaia e Beira Rio
Esta corja não se ensaia tem outro brilho
Pó ppl de Espinho, Viseu e Matosinhos
E todos os sítios onde somos bem acolhidos
Um abraço pardelhas, Alentejo, Geração do Algarve
No Verão tragam uma grade
Movimento hardcore activista
Porto arredores e lisa longa vida
Custóias e Senhora da Hora
Todos os que tão de saco hey
Aguentem o barco
Para a minha mãe, minha avó e meus dois irmãos
E toda a gente aí fora que está no coração
Toda a gente aí fora que luta a opressão
E toda a gente aí fora que está no coração
Toda a gente aí fora que luta a opressão
Vocês sabem quem são

 



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Letra

 

Eu vi-te crescer mano tal e qual me vis-te a mim
Se estas ruas falassem contava uma história sem fim
Do centro ao jardim ou no liceu onde tudo começou
Recordo a imagem na face, tudo o que nos ajudou
14, 24 uma decada de inéditos passada no escuro sem receber créditos
por entre prédios, bairros e monumentos bizarros
quais instintos sao à prova colocados, nós
sobrevivemos algures entre o paraíso e o inferno
numa cidade cinzenta onde todo o ano é inverno.
vemos crescer como uma arvóre bem forte
germinada a partir de uma semente do norte.
Espansão geográfica
Comitiva dilemática
A simplicidade é táctica
Da verdade posta em práctica
Existe, muita gente ingrata, pouca gente honesta
Que desconhece as consequências de metade do que manifesta

REFRÃO:
Esta é p'ra todos, os meus verdadeiros amigos
Esta é p'ra todos, que estiveram lá quando foi preciso
Esta é p'ra todos, aqueles que acreditaram em nós
Os mesmos que nunca nos deixaram sós

Frio gélido, cenário de cerrado nevoeiro
Tabuleiro superior, Ponte D.Luiz I
Até ao minuto derradeiro, Nova Gaia, Porto
No coração, na alma, na mente, no meu corpo
Sonhos por concretizar, fazem-nos rimar
É a nossa vida, vamos ganhá-la custe o que custar
Temos cegos, surdos e mudos famintos
Do alimento p'ra alma que nós distribuímos
Elevamos a mentalidade em saltos quânticos
Invocando a liberdade nos nossos cânticos
Pesados como fardos, de responsabilidade
Que carregamos nas costas desde tenra idade
Crianças da cidade embriegadas em sonhos
Lembranças do passado hoje inundam-me os olhos
Enquanto mentes pobres, lançam boatos podres
Orgulho-me de nos ver lutar por causas nobres

REFRÃO

Eles ñ acreditavam numa segunda vinda fora de tempo
Pa moda antiga, mas ñ podem fechar a saída
Com mil chaves todas as oportunidades, vê-se muitas celebridades
Com escassas capacidades
Hoje em dia, podes crer é isso o que mais gira
Muita beleza em torno de uma cabeça vazia
Incapaz de entender o habitat no qual se encontra inserido
Ou incapaz de decifrar dois parágrafos de um livro
Mano ñ tenho mais que a escolaridade obrigatória
Mas a diferença de consciência entre nós é notória
Tens a memória curta com uma experiência na luta
Ou até mesmo na vida e de quem será a culpa
Da inociência que permanece após a adolescência
Que ñ permite olhar o mundo com a devida transparência
Tens de ser mestre do teu próprio templo
E com o tempo serás o próximo a dar o exemplo

REFRÃO
2x

 



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Sábado, 27 de Agosto de 2016

 



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Letra

 

Dexâ-m bem kontâ-bu um stória
D-um amor ki nasi oji
Entri um seu ki ka tem stréla
I um rubera só ku pedra…

Tantu stória pa-m kontâ-bu
Di fórsa di sentiméntu
Di kodé d-um rabeládu
K-um mosinhu di Mindélu
D-es amor ki djuntâ-s petu
Pa tudu eternidádi…

Dexâ-m bem kantâ-bu um stória
K-um sértu melankoliâ
Pa-m fla-u kusé k’é sodadi
Di nha kábu k’é ka verdi…

Tantu stória pa-m kantâ-bu
Sobri fidjus di Atlántiku
Kotchi pedra tra aligriâ di ses gronzinhu di téra
Ka parsi lugar na mundu
Más di nós ki Kabu-Verdi…

Dexâ-m bem kantâ-bu um stória
Tantu stória pa-m kantâ-bu
Dexâ-m bem kontâ-bu um stória…..

 



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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Cruzado é jogo
Trocado é intriga
Dado é cumprido

Faltado é falsia
D´amor é poesia
De Rei é Lei
De Senhor, Ámen

Mal scrito é erro
Bem scrito é arte
Firmado é promessa
Di bô é simplesmente um língua na nha boca
Palavra:

De vivo é vento
De morto é herança
De honra é aval
Às vezes é lamento

De ordi é pa grita
Gritado é força
Às vez é fraqueza
Rimado é beleza
Rumado é blá-blá

Xintido é oraçon
Di bô é simplesmente um língua na nha boca
Palavra:
A favor é argumento
Cantado é finaçon
Titubeado é gaguez
Truncado é mudez

Calado, hmm! Desconfia
De Romeu é Julieta
De Quixote é loucura
De Buda é sapiência
De Fidel, persistência
Di meu podi ser banal
Ma di bô é simplesmente um língua na nha boca

 



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Letra

 

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento(2x)

Tempestade mental porta fechada
Declaro aberta a sessão de escrita encriptada
Ideias brotam como água de uma fonte
Versos para além das margens da linha do horizonte
5 passaportes destes para outro mundo
Apertem os cintos partimos dentro de 1 segundo
Reina a magia negra nesta terra do real
Somos peritos em espionagem espiritual
Calmos com a força de um desastre natural
Chuva torrencial ciclones no vendaval
Somos uma espécie rara neste reino animal
Que na sociedade equivale a um baixo número percentual
Arquitectos no campo do audiovisual
Versos pragmáticos no seio conflitual
Desce do pedestal e foca o essencial
Independentemente da tua clausula contratual

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento

Estação espacial
Aterragem mental
A minha actividade cerebral é paranormal
Escrevemos na pele antes que o tempo congele
Dlm tesouro subterrado na neve
5º anjo de taça na mão
Imagino-me a derramar julgamento em destruição
A grande tribulação que eu antevejo
A sobrevoar o campo dos escravos de desejo
Nasci para ser escritor
A minha imaginação é um poço onde extraio o terror
Enveneno-me com tinta traço linhas de dor
Do amor ao veneno do veneno ao amor
Mais profundo que o sono profundo
Um pensamento é um flash um universo um nano-segundo
O teu ritmo cardíaco está fora de tom
Reanimação do microfone ao teu coração

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento (2x)

Temos a fé inabalável como as 7 marés
Voltamos sempre contra a maré não arredamos pé
Rdc representa a raiva de cristo
E este vendilhões do tempo nunca viram nada disto
Caminhamos por entre a grande tribulação
Até ouvir as mil trompetas do armagedão
Coros de mil vozes assombram esta canção
Mil corvos espalham a praga pela multidão
Estes versos voam longe como os pássaros da morte
Passo a passo criamos um exercito ainda mais forte
Não há nada de banal nestes sentimentos
A nossa obra é imortal através dos tempos
Reconhece os teus mestres ainda vais a tempo
Escondes a emoção vais rebentar por dentro
Não me encontras na manifestação pacifica
Nas mãos de deus sou uma arma de destruição massiva

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento

O exército do povo é forte como um titã
Para enfrentar face a face leviatã
As batalhas que travamos são por um amanhã
Sem paraísos fiscais dos ministros de satã
Acedemos a outras dimensões como um xamã
Acordamos multidões a música é o talismã
Contra a grande ilusão das montras da ansiedade
Das gigantes catedrais do consumismo da cidade
Colapso económico é inevitável
A jarra foi quebrada a peste é incontrolável
Cavaleiros do apocalipse avançam na esfera
Convertem mortos vivos no exército da fera
Promovem guerra, separação e ganancia
Trazemos paz união fim da ignorância
Por entre nuvens de fumo ciclones e vagas
Os paladinos avançam à frente das massas

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Rodeando a cidade, descendo as colinas, saindo dos bosques
Eles aproximam-se!...
É a invasão dos veados! Dos veados com fome!
Se és moça solteira e vives sozinha
Corre lesta, sorrateira, a fechar a porta da cozinha!...
É a invasão dos veados! Dos veados com fome!

 



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Terça-feira, 23 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Não sou teu servo
Se não entendem o que escrevo
Não tenho culpa
Marca consulta filho da puta
Chavalo eu dou-te um chapo e fotografo
Dou-te o segundo chapo e fotografo, toma fiz-te um gif animado
Entra na carrinha, é um rapto, és levado ao ponto mais alto do teu fracasso
Dj empurra o gajo montanha abaixo
2º piso escola de esgrima vírgula a vírgula
Triplo 6 tatuado na piça a tinta-da-china
Andamos escondidos no fabrico do sonoro
Mais fodidos, mais ruídos, despedimos otorrinos
Avisa os teus amigos, trazemos explosivos
Somos hardcore como 70 quilos presos nos mamilos
Se eu estiver a mentir ponham o braço no ar
Quem não ouvia dlm, mano, começou a rimar
Um, dois, um, dois, teste som, podes cantar
Mas fala pra piroca que os colhões já estão a gravar.

Trazemos carga emocional demasiado pesada
Como pianos de cauda que caem de altura elevada
Estilo sombrio, como a noite escura da alma
Sente-se o frio da desolação, não há vivalma
São correntes de pensamentos como torrentes de lava
Ninguém nos trava, ninguém nos cala, ó moço cava
A tua cova, ninguém nos dobra é dealema
Na manobra, lançamos-te a nossa anátema
Tinta venenosa que entra via intra-venosa
No sistema, de forma extremamente dolorosa
Ficas congelado, empedernido como gárgula
Usado como lição de moral na nossa fábula
Crápula, nem tentes decalcar a fórmula
Não é nada agradável o estilhaçar da rótula
Nós somos mais que muitos, tu és só uma partícula
Motivo de chacota com essa pose ridícula

Dealema bate mais que coca, a tua cara cora, ficas todos fora
E agora, o que é que vais fazer quando eu for embora?
Rebobino de volta, a voz da revolta
Soltas faíscas em pistas perigosas, precisas de escolta
Nós alastramos por guetos urbanos
Direitos humanos
Enquanto adoras, fazemos obras
Pisamos cobras, não nos dobras, temos manobras
Cavas a tua própria cova a defrontar o pentágono
Esmago, mc's como um maço de tabaco vazio
Tenho substância no compasso, nunca vacilo
Vendidos são atingidos por realidade
5 indivíduos em alta fidelidade
Eu entro, em qualquer bairro ou gueto e nunca cedo
Não tenho medo, tenho respeito pelo meu povo, eu escrevo
Não vale a pena interferirem
Pagam com a pena de vida se insistirem
Não há saída…

Não vale a pena, temos pena no vale
Tudo pentagonal, fractura da coluna vertebral
Lexicalmente, à frente, vocalmente
Liricalmente, sempre, universalmente
Eu junto léxico e disléxico, sem comércio numérico
Lição de inquérito a editoras falidas sem crédito
Tu em débito chama-me inédito, imperfeito, como o pretérito
Na batalha sem medalhas de mérito
Sem porte atlético ou esquelético
(?????) genético, o meu direito é assimétrico
Sou genérico, acessível sem médico
Analgésico, frenético, épico no valor ético
Poético, feto céptico, filho de epiléptico
Tu és patético, corte no paramétrico
Discurso profético, o futuro é hipotético
Hoje chamam-me técnico, galileu ou copérnico

 



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Letra

 

Poucos seriam os que teriam coragem de dar a vida por uma causa perdida
Ainda mais raro são os que tem mérito reconhecido pela sua audácia
Isto é uma menção honrosa a todos aqueles que dedicaram a sua existência à garantia da sobrevivência do próximo

Tinha uma das mãos na arma
A outra na cabeça
Decidiu abandonar a sua própria existência
Tantos anos de luta, labuta,
Anti-depressivos na gaveta em cima de uma pilha de livros, resignado
Sem nenhuma dignidade
Num quarto degradado na baixa da cidade
Poeta visionário com rima sublime
O seu pai tinha sido assassinado pelo regime

Acende um cigarro, sentado,
Ex-combatente no braço tatuado
E pensa, já não vale a pena lutar
Relembra num poema
A sua mãe a olhar no vazio
Dois filhos para criar, a chorar o seu amor não iria voltar
Mas a realidade voltou, a dor apertou o coração e foi então que o gatilho acertou

Chamem me teimoso, obstinado persistente
Caio e levanto-me obcecado resistente
Sinto um certo magnetismo pelo abismo
Cerro os punhos lanço golpes de exorcismo
Os demônios interiores permanecem vivos
Tenho que os manter latentes, adormecidos
Continuo suspenso na ponte do rio sem margens
Com visões de um futuro passado em miragens

Param os relógios são desabas nos pés
Os glaciares degelam sobem as marés
Convicto percorro o meu caminho com fé
Apesar das vozes que sussurram (desiste né)
As multidões rezam a São Judas Tadeu
Eu movo dimensões quando vês o céu (breu?)
Trespassado dor mil sabres no momento derradeiro
Estarei de cabeça erguida sou guerreiro

Contra tudo e contra todos
Contra ventos e marés
Lutas na causa perdida
Sem saberem quem tu és (x2)

O mundo é destruído em direcção ao abismo
Entra na fila alista-te a causa perdida
Esta na hora da revelação
Corvos largam paginas do Apocalipse de São João
Canibalismo incentiva a prosseguição
A humanidade é faminta mastiga-me o coração
o símbolo do homem cravado na testa
Carrego escrituras à procura da besta
As asas de uma ave ainda batem no petróleo
olha um sol engolido no ultimo fôlego
A voz de uma criança ainda chora após a morte
Ainda canta numa igreja destruída na guerra santa
O tempo é um brinquedo adormecido
Brincam com o futuro e limpam lágrimas de medo
Vivemos numa galeria de hipocrisia
Aquecimento global
Somos estátuas de gelo

Ele caminha entre chamas e telhados abatidos
No olhar à esperança de sairmos deste inferno vivos
Na causa daria a sua vida pelo próximo
Soam as sirenes no quartel
Herói anónimo
O único no ultimo piso do edifício
Com uma criança nos braços
Felicidade, sacrifício
Corpo marcado por queimaduras tatuado
Acorda de noite sufocado pelas chamas do passado
Um fardo pesado, um fado embebido em magoa
Muitos partiram antes da primeira linha de água
Quantos voluntários no exercício da função
Ceifados deste mundo pelas chamas da escuridão
Jovens adolescentes bravos combatentes
Saudade e coragem no seio dos seus parentes
Soldado da paz, audaz, anjo na terra parte da cidade em direcção ao pico da serra

Contra tudo e contra todos
Contra ventos e marés
Lutas na causa perdida
Sem saberem quem tu és (x2)

Convicto percorro o meu caminho com fé
Na causa deia a sua vida pelo próximo
Convicto percorro o meu caminho com fé
Sou guerreiro
Herói anónimo

Contra tudo e contra todos
Contra ventos e marés
Lutas na causa perdida
Sem saberem quem tu és (x2)

 



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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2016

 

Letra

 

Minha passagem para o breve, breve instante da loucura
E aqui estou à espera, com este destino de dar sombra aos muros
Mas à espera de quê? Que o despenhar no abismo me crie enfim asas?

Maze:
Caminho diariamente no fio da navalha
No limbo entre ser um santo ou um canalha
Conto apenas seis cêntimos no bolso
Mas tenho ideias que podem levar ao calabouço
Enterrado em dívidas e crédito mal parado
Desempregado, contra a parede encurralado
Tou à espera de quê? O que é que vou fazer?
Vou pagar a segurança social ou vou comer?
Estou-me a passar, e nem sequer tenho um filho
Senão já tinha perdido os quatro dentes do ciso
Enlouquecido, como se ameaçassem um ente-querido
Já estou armadilhado, vou é pagando o rastilho
Todos os dias terror espalhado nas retinas
Os semblantes pesados, de ruínas de vidas
Presos na apatia lusa como polidores de esquinas
Escravos do fado, em vez de escrevermos sinas

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
No limiar da sanidade
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh

Fuse:
Eu já pensei no suicídio
Mas só me resta mais um tiro
A última bala vou guardá-la
Para o dia em que perder a fala e o sexto sentido
Ser humano não é ser divino, é doentio
A ambição é a bengala que orienta um morto vivo
Eu enterrei a sanidade, ponho espelhos no meu caixão
Para a minha moral morrer com vaidade
Serei de ferro? Sou a escultura oxidada
Face humana enferrujada porque cospem-me na cara
Eu luto contra a máquina, a máquina que te suga
A máquina que te ocupa como uma felicidade apática
Se eu acordasse sem família mataria em nome da escuridão
A última luz da nossa vida. Não sinto alegria, nem pulsação cardíaca
A vida faz-me luto porque morro todos os dias

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
No limiar da sanidade
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh

Mundo:
Vivia numa fachada em rotura na Avenida da Liberdade
Virada de frente pra Rua do Limiar da Sanidade
Sol posto, 7 da tarde daquele dia maldito
Quarteirão fechado, bófia por tudo quanto era sítio
Atingido, no solo estendido, um amigo de infância
Motivo: relativo a cobrança de substância
Este mano era a ganância, adormeceu na consigna
Sabia que não havia cura nesta profissão maligna
Agora a cozinha da rua possui um novo chefe
Tem mais do que 7 anões à volta da branca de neve
Agarrados roubam a família, roubam a mobília
Desfilam de seringa na orelha e no parque fazem vigília
Estes cafés são asilos para jovens desempregados
Na assembleia: problemas não solucionados
Seremos escravos da vontade, ou escravos do destino?
Dois cravos sob a campa e deixem tocar o hino

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
No limiar da sanidade
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh

Expeão:
Foi por vontade de Deus que eu vivo nesta ansiedade
E todos os pecados são meus nesta cidade
Lá fora tempestade, por dentro um forte sentimento
Na mente, a erosão da sanidade
É a loucura, loucura das massas, crime do colarinho branco
Crianças escandalizadas, órfãos, como cordeiros entre os lobos
Que mamam do peito da loba, na nova Babilónia
Todos marcados com o simbolo da besta na testa
Mal dos governantes, sangue, orgias e festas
É o silêncio dos inocentes, enquanto mentem
Nas televisões com todos os dentes
A maior parte das pensões repleta da nossa gente
Enquanto esses mações nunca os viste lá dentro
Expeão, eu entro com a força de mil
No limiar da sanidade, mas nunca senil

Fuse:
A mente é o aluquete para a caixa de Pandora
A sanidade desvanece até à última gota

Minha passagem para o breve, breve instante da loucura

 



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