Terça-feira, 31 de Maio de 2016

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PAPILLON APRESENTAM SINGLE DE ESTREIA

 

Os portuenses Papillon acabam de lançar o seu single de estreia intitulado “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”.

 

Este é o primeiro cartão de visita de um projeto singular e irreverente que assume heranças do funk, jazz e swing em indelével embrulho pop, para conhecer mais a fundo no EP de estreia que editarão no segundo semestre deste ano.

                                     

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.

 

Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.

Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.

Para o segundo semestre de 2016 está prometida a chegada do EP de estreia.

 

 



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Letra

all Behind – Shout
Letra: Ricardo Quintas e Patrícia Antunes

I was so high, running out to hide
All the trouble, all the demons that confused your mind

I would fall behind I would fall behind
I was screaming in my silence
I would fall behind, I would fall behind

Just keep following your call
Dreaming like there’s no tomorrow
Days will come and fall behind, fall behind

Just keep loving with your heart
Living like you’ve never been hurt
I won’t let you fall behind, fall behind

I was so blind, fallin’ in and out
All the flavours, all the colours you can’t breathe without

I would fall behind
I was drowning in your silence
I would fall behind, fall behind

Just keep following your call
Dreaming like there’s no tomorrow
Days will come and fall behind, fall behind

Just keep following your call
Dreaming like there’s no tomorrow

Days will come and fall behind, fall behind

So just keep loving with your heart
Living like you’ve never been hurt
I won’t let you fall behind
Fall behind

 



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Shout! apresentam “Fall Behind” – 2º single original do seu quinto trabalho discográfico

 

 

 

“Fall Behind” é o segundo single do 5º trabalho discográfico da banda que conta já com mais de 20 anos de carreira. “Fall Behind” surpreende uma vez mais pela nova abordagem estilística aliada à sonoridade característica do grupo.

 

A partir de amanhã o tema poderá ser ouvido nas rádios de todo o país.

 

Os SHOUT!


Além de temas de New Gospel e Gospel tradicional, os Shout têm reinventado e alargado a sua abordagem musical introduzindo no seu repertório versões únicas e inesperadas de temas como «True Colors» de Cindy Lauper, «Redemption Song» de Bob Marley e «Don’t Give Up» de Peter Gabriel, procurando incorporar alguns elementos de raiz lusófona.

 

O reconhecimento público e artístico do seu trabalho é confirmado não só com as inúmeras partilhas de palco com artistas como Boss AC, Mariza, Ala dos Namorados, João Gil, Sara Tavares - entre muitos outros - como pela colaboração em trabalhos pontuais de grande visibilidade de que são um exemplo recente, os jingles da Rádio Comercial comemorativos do Dia Mundial da Voz.


Paralelamente, têm colaborado activamente na criação de novos arranjos para temas de artistas portugueses como é o caso do sucesso “Tu és mais forte” de Boss AC e “Caçador de Sóis” da Ala dos Namorados.

 

Os SHOUT! são:

Sopranos: Cátia Ribeiro, Patrícia Antunes, Filipa Lourenço, Sofia Rodrigues

Contraltos: Lucy de Jesus, Patrícia Silveira, Paula Pires, Tânia Tavares

Barítonos: Jorge Dias e Pedro Mimoso

Tenor: Ricardo Quintas

 

Mais informação aqui



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Letra

 

E tudo aquilo que eu escrevi
Seja feliz na amargura
São pensamentos aleatórios
Desta minha loucura

E seja doença ou uma cura
Seja raiva ou ternura
Seja pelo molde que tenho nas mãos
Que não esqueço a tua cintura

Pois é um problema que dura
Já tentei pôr para trás
Ainda não esqueci a culpa
E tudo o que ela nos traz

Ou tudo o que ela nos faz
Aliada às coisas más
E mesmo depois de me enterrares
Eu nunca fiquei em paz

Mas fica firme rapaz
O tempo desapareceu no espaço
Da inocência até aqui
Foi apenas um pequeno passo

Aguardo cada pedaço
Cada momento que hoje é escasso
Seja numa casa, na praia
Num arranha-céus ou num terraço

E olho para as paredes do meu quarto
Vejo tanta história guardada
Contam cada sorriso
Ou cada queda bem dada

Ou cada cabeça fumada
Ou cada plano da jogada
Eu vi toda a gente a mudar ao redor
E ninguém fez nada

Que aqui nunca faltou nada
Sou exemplo para mim
E tenho todos esses fakes
Apontados no meu boletim

São mais perguntas sem fim
Mas dizem que tem de ser assim
Uma beleza monozigótica
Da qual eu nunca vi

Quem me dera escrever para ti
Mas foi Eros que assim não quis
Eu vou voar na minha cabeça
Vou ver as luzes a Paris

Há quem fale e não o diz
Há quem não seja de raiz
E tudo aquilo que eu não disse
Desapareceu nos meus confins, nigga

'E desapareceu nos meus confins
Eu acho que perdi os meus confins
Ando meio perdido nos meus confins
Tudo se resume aos meus confins'

Eu vou rasgar todos os meus planos
E escrever todos os meus sonhos
Eu vou levar todos os meus manos
Em todos esses futuros risonhos

Já esquecemos todos os enganos
Momentos da vida enfadonhos
E afogámos toda a cabeça
Nessas melosas e medronhos

Éramos todos putos medronhos
Crescemos aos sabor das falhas
Mas depois das desilusões
Construímos todos muralhas

Uns de gente a gentalhas
Que andam no fio das navalhas
E hoje trocámos os sentimentos
Pelo pacote das mortalhas

Puxa o barco se não encalhas
Preferes o pão ou as migalhas
E a vida é um baralho
Do qual só tu baralhas

Baby tu só baralhas
E é o teu perfume que espalhas
Tu és o meu maior troféu
Na sala das medalhas

E por favor não caias
Eu escrevo direito por linhas tortas
E custa-me ver a forma
Como te comportas

E trancaste essas portas
Não digas que não gostas
Só me interrogam de perguntas
Das quais não tenho as respostas

Mas pergunta aos teus sentidos
Se ultimamente têm sentido
Um qualquer tipo de sentido
Abrigado por um abrigo

Ou abraçado por um amigo
Ou acolhido por um mau caminho
O teu corpo é uma adivinha
Que já não sei se ainda adivinho

E nunca me há de faltar o vinho
Ou aquele leal abraço
Nunca me vais apontar o dedo
A dizer que fui um fracasso

Nunca vais olhar para trás
Para dizer que fui um acaso
Numa nova direção
Onde eu já troquei o passo

Lecionado pelos teus erros
Mesmo pelos mais comuns
Porque isto de errar é humano
Deve ser só para alguns

Na mente viram monstros
Somente fazem vudos
Há coisas na tua vida
Que tens de por uma cruz

E eu falo agarrado à cruz
Sobre tudo aquilo que eu fiz
Porque hoje aquilo que eu quero
Nem sempre foi aquilo que eu quis

E só falhámos por um triz
Acredita tu sê feliz
E guarda bem o que eu perdi
Que tá perdido nos meus confins, nigga


'E desapareceu nos meus confins
Eu acho que perdi os meus confins
Andei perdido nos meus confins
Tudo se resume aos meus confins'

 



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O CANTE ALENTEJANO NUMA ABORDAGEM CONTEMPORÂNIA

MONDA

DISCO DE ESTREIA

À VENDA DIA 2 DE JUNHO

 
"MONDA"...nasceu um novo som do Alentejo!

 
Com uma aproximação clara às novas tendências musicais, sem barreiras ou fronteiras demarcadas e próximo das gerações mais novas, o projecto MONDA criou uma abordagem contemporânea ao Cante Alentejano, misturando a composição tradicional com os novos sons da World Music.

MONDA nasceu da vontade dos seus intervenientes Jorge Roque, Pedro Zagalo e Herlander Medinas e do reconhecimento do novo tempo que urge construir-se para dar lugar aos sons de um sul mais evidente. No intervalo de cada uma das suas raízes culturais e musicais, de paragens e aprendizagens distintas, encontra-se um espaço comum, o Alentejo, terra das suas proveniências e onde a natural vontade de cantar e tocar as origens é cada vez mais uma certeza.

Com produção musical de Ruben Alves, o primeiro trabalho discográfico dos MONDA, à venda em Junho, tem 12 faixas mais uma extra e conta com as participações especiais da fadista Katia Guerreiro, Rui Veloso, Tiago Oliveira e do Grupo de Cantadores de Portel, entre outras.

Reconhecido em todo o mundo, o Cante Alentejano é a identidade cultural desta região Portuguesa e foi celebrizado a 27 de Novembro de 2014, com o sentimento e as emoções de uma tradição secular a serem considerados Património Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

ALINHAMENTO:
01 . O MOCHO
02 . DIZ A LARANJA AO LIMÃO
03. MAIS BRANDO JOÃO BRANDÃO
04. ADEUS MARIA ATÉ QUANDO feat. Katia Guerreiro 05. LINDO RAMO VERDE ESCURO
06. SÓ UMA PENA ME EXISTE feat. Rui Veloso
07. O TRISTE 08. ERVA CIDREIRA
09. FUI-TE VER ESTAVAS LAVANDO
10. PORTEL ESTÁS SATISFEITO
11. MENINA QUE ANDAS NO CAMPO
12. VERÃO ALENTEJO E OS HOMENS feat. Bernardo Charrua
BONUS TRACK . SOLIDÃO (Calabaça)
 
OS MONDA:

Jorge Roque

Com presença em rádios nacionais e com vários temas em bandas sonoras de novelas nacionais, é um dos compositores e intérpretes da nova música portuguesa. Em 2011, frequentou a prestigiada escola internacional de música, Berklee College of Music (Boston). Compositor e autor das suas canções, mas escrevendo também para outros nomes da música portuguesa, arma-se um compositor compulsivo e na sua voz percebem-se variadíssimas influências. MONDA é o seu mais recente projecto e nome do primeiro álbum da formação, onde se aproxima das suas raízes e onde confessa culminar a matriz da sua identidade enquanto músico e intérprete.

Pedro Zagalo
Iniciou os estudos musicais aos cinco anos na Academia de Música de Elvas, onde fez o curso geral do Conservatório. Estudou piano, guitarra clássica e composição. É licenciado em Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Setúbal e possui um Mestrado em Ensino da Educação Musical no Ensino Básico. Professor, pianista, guitarrista, director musical e produtor musical, já trabalhou com Rui Veloso, Herman José, Katia Guerreiro, FF, Berg, maestro Mário Teixeira, Carlos Guilherme, entre tantos outros, a nível nacional. A nível internacional já colaborou com nomes como Kirk Lightsey, Michael Colt, Johannes Krieger, Iakovos Konitupulos, Tom Cohen, Nenad Bogdanovid ou Larkus Larkou. Participou em diversos programas de televisão, concertos com diferentes artistas e bandas, compôs diversas canções premiadas em festivais de música e gravou vários discos. MONDA éo seu projecto mais recente, a sua homenagem ao seu sentir

Herlander Medinas
Nasceu em Évora e foi Escola Prossional de Música de Évora que estudou Contrabaixo de Cordas com os professores Jorge Carreiro e Yuri Axenov. Como segundo instrumento, dedicou-se ao piano com o professor Dragomir Dochev. Estudou também na escola JBJazz, em Lisboa. Integrou a Banda da Força Aérea Portuguesa como instrumentista de Contrabaixo de Cordas e participou em inúmeros concertos no país e estrangeiro e colabora regularmente com a Orquesta Sinfonietta de Lisboa, sob a direcção de Vasco Pearce de Azevedo, e com a Camerata Musical do Barreiro, com direcção do professor Lopes da Cruz. Colaborou na gravação da banda sonora do lme português “Second Life”, de Nicolau Breyner, e de “Filme do desassossego”, de João Botelho. Colaborou em diversas formações e com artistas como Kirk Lightsey, Maria Viana, Anabela, Simone de Oliveira, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Aproarte. É membro fundador do projecto MONDA.
 

 



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Letra

 

When you dream it
You deny it
If you feel it
You're inspired
It's a long run, long turn
I can hear it
It is calling
When I see it
It is shining
Fells home, home
Oh oh oh ohh
I try to tell ya
Oh oh oh ohh
We're so much better, better
Oh oh oh ohh
I'm coming home
Oh oh oh ohh
For this wall of love



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Letra

 

Quero ser o livro dela
Papel para caneta
Ser amigo que ela revela
História mais secreta
Cada beijo sabe sempre
A último e primeiro
Quando a abraço
Abraço o mundo inteiro
Ela vem passar a madrugada
Sem ninguém a vida não é nada
Para o bem e para o mal eu vou estar lá
Não hà quem me dê o que ela me dá
I need this girl in my life, my life.
O que ela me dá é demais, demais.
I need this girl in my life, my life, my life, my life

 



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O Festival Terras sem Sombra caminha para o término da sua 12.ª edição. Dos oito concertos e actividades de biodiversidade programadas, estão por concretizar duas etapas. Desde Fevereiro, este projecto, que associa a música sacra ao património religioso e à defesa da biodiversidade, já passou por Almodôvar, Sines, Santiago do Cacém, Odemira, Ferreira do Alentejo e Serpa, levando até estas localidades do Baixo Alentejo momentos únicos e memoráveis, apresentando intérpretes e músicos de excelência à escala mundial – e integrando, assim, a região nos circuitos nacionais e internacionais das artes.

Paralelamente, tem vindo a protagonizar um papel de relevo na defesa da biodiversidade, ao desvendar tesouros ambientais com as acções que realiza em prol da natureza.
CANTES DE ÁFRICA EM CASTRO VERDE
 
A 4 de Junho, o Festival traz à Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição, em Castro Verde, o concerto Polirritmias: Ligeti Africano. O transilvano György Ligeti é um dos compositores fundamentais da música europeia do século XX. A sua vasta obra definiu algumas das mais importantes tendências da vanguarda do nosso tempo, mas não deixou de conquistar um público alargado, com o Requiemque Stanley Kubrick utilizou no filme 2001: Odisseia no Espaço.

Reconhecendo o génio da música tradicional de África, Ligeti inspirou-se, para a concepção de algumas das suas peças, em aspectos marcantes desta ancestral herança. No concerto de Castro Verde é possível apreciar o resultado dessas influências, através de um cruzamento artístico entre o pianista Alberto Rosado e três notáveis músicos da Guiné-Conacri e Camarões.

Shyla Aboubacar, Justin Tchatchoua e Bangura Husmani executam as peças originais da tradição africana, em que são peritos, e, por sua vez, Rosado mostrará o resultado das transformações levadas a cabo pelo compositor húngaro, falecido em Viena, em 2006. Percussionistas e pianista tocarão juntos em alguns momentos, improvisando a partir de temas consuetudinários. Polo Vallejo, o etnomusicólogo e referência no campo da pedagogia e da musicologia experimental, actualmente a viver na Tanzânia, fará a apresentação, acompanhada por imagens, de modo a contextualizar o repertório em palco.
O espectáculo Polirritmias, além do interesse que suscita pelas músicas, mostra a singularidade de cada tema e dos elementos mais significativos das obras que o conformam, revelando, assim, os parentescos que existem entre ambas as linguagens – a africana e a ocidental. Ao destacar os aspectos que tanto chamaram a atenção de György Ligeti e o genial uso que ele fez dos mesmos, perscruta-se como concebeu e construiu as suas obras.

Em certos momentos, poder-se-à comprovar de que forma a improvisação, longe de parecer um exercício arbitrário, corresponde a critérios de selecção e variação de uma matéria musical que parte de princípios assaz regulados; isto permitirá que os intérpretes, por seu turno, encontrem espaços comuns onde, em atmosfera de diálogo, se torna possível experimentar e partilhar músicas diferentes, mas dispostas sobre “estruturas” similares. Todas as músicas, afinal, não são mais do que uma mesma e única música.
 
A transumância e as suas canadas reais, um património ibérico a redescobrir
 
No domingo, 5 de Junho, com partida às 10h00 da Basílica Real, poder-se-á acompanhar uma jornada de trabalho de um pastor do Campo Branco. Esta actividade do programa do Festival para a salvaguarda da biodiversidade tem por mote a transumância e visa descobrir os segredos dos antigos moirais de ovelhas das planícies imensas de Castro Verde.
Hoje são muito raros os pastores que ainda passam largas temporadas no campo; a actividade adaptou-se à evolução social, mas não deixa de integrar os ensinamentos do passado, ainda bem presentes na paisagem de Campo Branco.

Aos participantes nesta iniciativa será dada a oportunidade de acompanhar uma jornada de trabalho por um moiral (“maioral”), pastor sénior de Campo Branco. Esta atividade conta com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (Parque Natural do Vale do Guadiana), o apoio da Câmara Municipal de Castro Verde e a Associação de Agricultores do Campo Branco. É uma excelente ocasião para conhecer algumas das paisagens mais deslumbrantes do Sul, junto a S. Pedro de Cabeças onde, segundo a tradição, teve lugar, em 1139, a batalha de Ourique.
PROGRAMA CASTRO VERDE

4 de Junho [21H30]
Basílica Real de Nossa Senhora da Conceição

Polirritmias: Ligeti Africano
 
Piano Alberto Rosado
Balafão, camani nguni, kalimba Shyla Aboubacar
Tum laah, balafão, sanza Justin Tchatchoua
Cabaça, nkul, sheker, ngogoma Bangura Husmani
Apresentação e textos Polo Vallejo
 
 
5 de Junho [10:00]
Construtores de Paisagem: Acompanhando Uma Jornada de Trabalho de Um Pastor do Campo Branco


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Letra

 

Quando tu passas por mim
Por mim passam saudades cruéis,
Passam saudades de um tempo,
Em que a vida eu vivia a teus pés.
Quando tu passas por mim
Passam coisas que eu quero esquecer
Beijos de amor infiéis, juras que fazem sofrer.

Quando tu passas por mim,
Passa o tempo que me leva pra trás,
Leva-me a um tempo sem fim
A um amor onde o amor foi demais.

Eu que só fiz adorar-te e de tanto te amar
Penei mágoas sem fim,
Hoje nem olho pra trás
Quando tu passas por mim.

 



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Segunda-feira, 30 de Maio de 2016

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ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESCOLA SUPERIOR DE ARTES APLICADAS (ESART)



A Orquestra Sinfónica da ESART é um projeto bem alicerçado no contexto do Curso Superior de Música, e tem merecido o apreço e reconhecimento do público um pouco por todo o país.


Apresentou-se em Festivais Nacionais e Internacionais, destacando-se a “Oficina de Música de Curitiba” (Brasil), Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, Festival Primavera (Castelo Branco), Festival Internacional de Música de Paços de Brandão e Festival Internacional de Música de Santa Maria da Feira. A Orquestra tem atuado sob a direção de notáveis maestros, tais como Marc Tardue, Osvaldo Ferreira, Pedro Neves, Luís Carvalho, Omri Hadari, Martin Andre, Rui Pinheiro, Rui Massena, Pedro Carneiro, Alberto Roque, Vasco Pearce de Azevedo, entre outros. Apresentou-se com solistas como Alex Klein, António Rosado, Pedro Burmester, Teresa Menezes, Daniel Rowland, Carlos Alves, Augusto Trindade, Abel Pereira e Carolino Carreira.


O Curso de Música da ESART detém alunos premiados em Concursos Nacionais e Internacionais, nomeadamente no Prémio Jovens Músicos, Orquestra de Jovens da União Europeia, Orquestra Mundial de Jovens Músicos, Orquestra Sinfónica do Youtube, Orquestra Mundial East and West, Estágio Gulbenkian para Orquestra, Orquestra de Jovens do Mediterrâneo, Orquestra da Academia Penderecki, Orquestra J. Futura (Itália), Folefest, Paços' Premium, Concurso Santa Cecília, entre outros.

 

SERGEY REDKIN

 

Sergey Redkin nasceu em Krasnoyarsk em 1991. Iniciou os seus estudos de piano aos seis anos de idade na Music Lyceum School de Krasnoyarsk, prosseguindo os mesmos na Escola Especial de Música do Conservatório de São Petersburgo.

 

Sergey Redkin é laureado de vários concursos tais como o III Festival para Jovens Pianistas Moscow Genrikh Neigauz (2008), 3º prémio no VIII Concurso Internacional para Jovens Pianistas Paderewski na Polónia (2010), 1º prémio no III Concurso Internacional em Helsínquia (2012), 1º lugar no VI Concurso Internacional de Piano de Prokofiev em São Petersburgo (2013) e o 3º prémio no XV Concurso Internacional de Tchaikowsky (2015).

 

MAESTRO RUI PINHEIRO

Em janeiro de 2015, Rui Pinheiro assumiu o cargo de Maestro Titular da Orquestra Clássica do Sul. Entre 2010 e 2012, foi Maestro Associado da Orquestra Sinfónica de Bournemouth (Reino Unido) onde dirigiu mais de uma vintena de programas de concerto.


Depois de realizar os seus estudos musicais em Portugal (piano e artes musicais) e na Academia Ferenc Liszt, em Budapeste (piano e música de câmara), concluiu o Mestrado em Direção de Orquestra no Royal College of Music, em Londres. Como maestro assistente, trabalhou com Roger Norrington, Esa-Pekka Salonen, Vladimir Jurowski e John Wilson entre outros.


Dirige regularmente as principais orquestras portuguesas, incluindo a Orquestra Gulbenkian, a Sinfónica Portuguesa e a Metropolitana de Lisboa. A temporada passada marcou a sua estreia operática no Teatro Nacional de São Carlos , com a produção de La fille du régiment de Donizetti. Internacionalmente destacam-se concertos com a Orquestra da Ópera Nacional do País Gales, a Orquestra Ion Dumitrescu (Roménia) e apresentações nos BBC-PromsPlus, no festival Vienna - City of Dreams (Philarmonia Orchestra) e no Barbican Centre, em Londres.

 

DIA 04 DE JUNHO | 21:30H |

GRANDE AUDITORIO DO EUROPARQUE


ORQUESTRA ESART E O PIANISTA SERGEY REDKIN E O MAESTRO RUI PINHEIRO

 

 TIPO SINFÓNICO

 

BILHETES: 5€

 

BILHETES À VENDA: BOL, FNAC, CiRAC, Europarque, Posto de Turismo de Santa Maria da Feira



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Letra

 

Chegou ao ponto em que eu já acho engraçado quando vens com essas mãos a tremer
Ver-te todo engasgado e eu a tentar perceber
Eu digo woohoo, woohoo, já não, já não há pai p'ra mim

Ouvi dizer que no teu sonho molhado as minhas ligas dão p'ra endoidecer
Se o teu papel é de homem desesperado,
Eu sou Mulher-Armadura:
Eu não quero saber

Eu digo woohoo, digo woohoo, já não, já não há pai p'ra mim.

Má sorte és tijolo e eu sou bolo sou diversão
Contrato assinado, estrelato, envergadura, e todas as cartas na mão
Vem depois dizer "acontece, vida dura, estrutura de base..."
Que eu não vou ouvir...
Numa tempestade eu sou trovão!

De trigo limpo e de farinha amparo eu disparo até ser de manhã
Há quem ressone quem se encoste p'ro lado
Quem tricote quem esmoreça
Mas não aqui a Mamã!

Eu digo woohoo, digo woohoo, já não, já não há pai p'ra mim.

Má sorte és tijolo e eu sou bolo sou diversão
Contrato assinado, estrelato, envergadura, e todas as cartas na mão
Vem depois dizer "acontece, vida dura, estrutura de base..."
Que eu não vou ouvir...
Numa tempestade eu sou trovão!

Já paravas sei que engraças comigo
Até compravas tu engraças comigo
Tu namoras mas engraças comigo
Tu adoras tu engraças comigo

 



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VEM DANÇAR

É o primeiro single da Dona Carioca e, já está disponível nas plataformas de música online e no youtube.

 

Dona Carioca convida-te a vir para a rua e dançar, como se não houvesse amanhã!


Quem é Dona Carioca?Originária de Rio de Janeiro, Alex Liberalli assume a pele de Dona Carioca com mais dois ex companheiros dos Big Fat Mamma, Budda e Rui Rodrigues. Aos três ex Big Fat Mamma junta-se um ex Let The Jam Roll, Merinho Fontes.


Funk, Disco Sound, Dance, bola de espelhos, festa de garagem, são alguns dos ingredientes usados nas receitas da Dona Carioca para confeccionar divertidos pratos que nos remetem para outras décadas mas que nos sabem a século XXI.


Dona Carioca celebra a felicidade e a alegria de viver, num espírito de festa e optimismo.

 

 

 

 



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Letra

 

Não sei não sabe ninguém
Porque canto o fado neste tom magoado de dor e de pranto
E neste tormento todo o sofrimento
Eu sinto que a alma cá dentro se acalma nos versos que canto

Foi Deus que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas deu ouro ao sol e prata ao luar
Foi Deus que me pôs no peito
um rosário de penas
Que vou desfiando e choro a cantar

E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu luto às andorinhas
E deu-me esta voz a mim

Se canto não sei o que canto
Misto de ventura saudade ternura e talvez amor
Mas sei que cantando sinto o mesmo quando
Se tem um desgosto e o pranto no rosto nos deixa melhor

Foi Deus que deu voz ao vento
Luz ao firmamento e deu o azul às ondas do mar
Foi Deus que me pôs no peito um rosário de penas
Que vou desfiando e choro a cantar

Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à primavera
E deu-me esta voz a mim

 



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CMC BIG BAND 15'16
Conservatório de Música de Coimbra
Café-concerto



Generosidade e talento num demonstração de um Conservatório em relação permanente com os espectadores


Este coletivo surge como forma de proporcionar experiências performativas, no âmbito do grande ensemble, aos alunos do curso profissional de instrumentista de jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra.


Funciona ainda como montra do trabalho realizado no referido curso.


Esta formação centra a sua ação na escolha de um programa abrangente e idiomático, enaltecendo as potencialidades deste tipo de ensemble, com especial enfoque em aspetos histórico-culturais que, associados ao repertório próprio, conferem aos alunos uma perceção das singularidades de cada tema e compositor.


Ficha Técnica


Saxofones: Rafael Gomes, Diana Sampaio, Tomás Santos, Leonardo Vasconcelos, Pedro Cortesão
Clarinete Baixo: Carina Simões
Trombones: Zé Rui Sampaio, Luís Rosa, Tomé Santos, Francisco Heleno
Trompetes: João Serrano, Diogo Catarino, Diana Mendes, Nuno Rodrigues
Baixo: Alexandre Figueiredo
Guitarra: Joaquim Festas, Miguel Coelho, Cristiano Neves, Bruno Sousa
Piano: Daniela Batista, Estela Albino
Vibrafone: Nuno Justino, Rodrigo Paredes
Bateria: Diogo Alexandre, Hugo Gonçalves, Beatriz Ventura, João Cardita
Voz: Joana Rodrigues, Jenyfer Santos, João Caldeira
Direção: Rui Lúcio



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Letra

 

Não me tenhas como tua
Outro amor é consagrado
Tal como o sol beija a lua
Meus lábios beijam o fado

Não peço libertação
Nem perdão, se for pecado
Pois sem qualquer condição
Meus lábios beijam o fado

É uma vertigem do céu
Amor assim consumado
Muito embora sejas meu
Meus lábios bejam o fado

E nesse beijo maior
Onde o amor é mais amado
Com versos que sei de cor
Meus lábios beijam o fado

Pouso o tempo ao teu dispor
Sabendo que está errado
Por mais que te tenha amor
Meus lábios beijam o fado

 

 



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Domingo, 29 de Maio de 2016

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OMIRI
Café-concerto

 

Pátio ACERT
Data/Hora:  Sáb, 4jun'16 às 23:00



Um dos mais originais projetos de reinvenção da música tradicional portuguesa.


Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espetáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura: músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso, mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composiçãoo e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.


Para acompanhar a música, haverá um baile, onde todos os temas tocados são dançáveis segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais, e não só (Repasseados, Drum’n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos...).


Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espetáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.


Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.


Multi-instrumentista, Vasco Casais apresenta em tempo real uma mescla musical surpreendente, com uma singular interação com projeção vídeo.


Ficha Técnica


Vasco Ribeiro Casais: Gaitas de Foles, Bouzouki Português, Cavaquinho, Nyckelharpa, Eletrónica e Vídeo em tempo real.

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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caixa ribeira.jpg

 

 

O Festival Caixa Ribeira regressa à Invicta, nos dias 3 e 4 de junho, com um cartaz de excelência.

 

Cartaz aqui

 

Durante dois dias, mais de 40 fadistas vão atuar em 10 palcos distintos, situados na Ribeira do Porto, numa iniciativa da Caixa Geral de Depósitos e da Música no Coração, com o apoio da Câmara Municipal do Porto, através da Porto Lazer.

 

Depois do êxito da primeira edição, que levou à Ribeira, do Porto, alguns dos mais consagrados fadistas e onde se viveram momentos únicos e emocionantes, com enorme adesão do público, era obrigatório, sem dúvida, o regresso desta celebração em 2016. E os primeiros nomes anunciados deixam antever uma segunda edição que não só repetirá o êxito da primeira, como contribuirá para a consolidação do Festival na cidade.

 

Para além de um cartaz promissor, o Festival Caixa Ribeira voltará apresentar 10 palcos singulares numa das zonas mais icónicas da Cidade, a Ribeira.

 

A novidade deste ano será a inclusão da Casa do Infante no roteiro do Festival, um espaço que constitui uma referência histórica e cultural da cidade, enriquecendo assim o conjunto de espaços que receberão os mais de 40 concertos nestas duas noites de Fado.

 

O Festival decorrerá assim no Salão Árabe e Pátio das Nações do Palácio da Bolsa, no Hard Club 1 e 2 do Mercado Ferreira Borges, na Igreja de São Francisco, na Escadaria da Igreja de São Francisco, no Palco Caixa (palco principal localizado no estacionamento da Alfândega), na Cave no Cais da Estiva, na antiga Junta de Freguesia de São Nicolau, Fado à Janela no Cais da Estiva, e na Casa do Infante.

 

O bilhete único para os dois dias tem o preço de 28€, passando a 35€ nos dias do Festival. Toda a informação aqui.



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Letra

 

Hum hum hum
Oooohhoohh

Infelizmente o ser humano só valoriza quando perde
À toa eu te perdi e agora penso se eu soubesse
Não te trataria mal,não seria um animal
E quando eu dava dor,tu davas amor incondicional

Roubei-te praticamente uma vida
Com falsas promessas e mentiras
Arranquei-te sorriso,dei-te sofrimento
E um amor sinistro

Mas agora estou aqui diante da tua porta
Com as malas na mão quero de volta
A minha bebé a minha mulher
E eu sei que ainda..ainda sou o homem que tu amas
Não saio daqui a bem nem a força
Enquanto tu não disseres que eu posso voltar

Refrão
Então baby chega...dessa distancia
Eu sei que tu também sentes a minha falta
Então...diz-me volta p'ra casa
Então...diz-me volta p'ra casa
Baby chega de tanto drama
Eu sei que ainda está vazio o meu lugar na tua cama
Então...diz-me volta p'ra casa
Então...diz-me volta p'ra casa

Já ouvi dizer que tens um novo amigo que quer ir mais alem
Sei que já não tenho nada a ver mas olha pensa bem
Para quê é que vais-te entregar baby estás a te enganar
Pois tu não o amas

Prometo que eu vou compensar-te por toda esta dor
Não sou perfeito mas por ti chegarei perto
Tem fé que eu não sou caso perdido
Eu fui tonto mas ganhei juízo

Eu ganhei juízo
Eu ganhei...

Refrão
Então baby chega...dessa distancia
Eu sei que tu também sentes a minha falta
Então...diz-me volta p'ra casa
Então...diz-me volta p'ra casa
Baby chega de tanto drama
Eu sei que ainda está vazio o meu lugar na tua cama
Então...diz-me volta p'ra casa
Então...diz-me volta p'ra casa

Errar é humano

 



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Sábado, 28 de Maio de 2016

 

Letra

 

Já faz tempo
Oh tanto tempo
Tanto nem dá para contar
Que eu consegui sair de casa
E comecei a tocar
Apanhei o barco das 9
Na margem esquerda do Tejo
De um lado ficava a fome
Do outro ardia o desejo
Subi Lisboa de elétrico
E era de noite e chovia
O mês seria Dezembro
Mas já não me lembro o dia
Lá estava um de galochas
Com a gabardina do pai
Tinha alfinetes na boca
E vinha dos Olivais
O outro eu já conhecia
Foi quem me desafiou
Foi um cantor arrojado
Foi ele quem me guiou
E oterceiro chegou tarde
Veio direto do quartel
Tinha a vespa avariada
Para o táxi não há papel
E com a banda formada
Mas sem canções para tocar
Em binário ou quaternário
Puseram-se a inventar
E a banda não parou mais de tocar
E a estrada não parou mais de os chamar
E assim lá foram andando
Tocando aqui e ali
Até que num belo dia
Entraram o João e o Gui
Finalmente já completos
Chegaram ao primeiro lugar
Mas nem eles imaginavam
O que ainda tinham para tocar
E é assim que reza a lenda
Cantada aqui para vocês
Por mim que sou o Tim dos Xutos & Pontapés
E a banda não parou mais de tocar
E a estrada não parou mais de os chamar

 



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festival da liberdade.jpg

 

 

Dias 10 e 11 de Junho - Barreiro - Quinta do Braancamp e Praia de Alburrica.

Cartaz:

10 de Junho

  • KUMPANIA ALGAZARRA 
  • DENGAZ 
  • RICHIE CAMPBELL

11 de Junho

  • DEAD COMBO 
  • CARLÃO
  • GABRIEL O PENSADOR




"Comemorar Abril é comemorar a Revolução, a Liberdade, a Paz, o fim do fascismo, da opressão, da guerra colonial, da tortura, da censura.


Abril trouxe a Liberdade, a instauração da democracia e muitos outros direitos, liberdades e garantias de carácter político, económico, social e cultural como a instauração do salário mínimo, a realização de eleições livre e a consagração do direito ao voto aos 18 anos, a democratização do ensino, do acesso à cultura, a criação do Serviço Nacional de Saúde etc.


Por tudo isto e muito mais vamos festejar Abril!


O “Festival Liberdade” é um espaço de festa, de convívio, de participação, de exposição, de música, de animação, de opinião, uma organização da Associação de Municípios da Região de Setúbal que conta com a participação do movimento associativo juvenil da região que em parceria com os seus municípios fazem deste o seu espaço de comemoração de Abril, onde se comemora a Revolução, os seus valores e conquistas, em festa, em convívio fraterno e em luta por uma Região e um País com Futuro."

Fonte: Facebook

Festival Liberdade

 

Retirado de Antena 1



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Letra

 

Beatriz, Catarina bora
Na janela do terceiro andar
Sei que alguém me está a espreitar
Vejo roupa por apanhar
Vejo luz à hora do jantar
Ouço os cães a ladrar

E nela vejo o reflexo do mar
Vejo plantas por regar
E na rua vejo-te a passar
Não sei quem és
Só sei que és a miúda do terceiro andar
Sei que me vês
Lá em baixo na rua a passar
Só quero ter
Uma campainha para poder tocar
Da janela do terceiro andar
Só sei que és a miúda do terceiro andar
És a miúda do terceiro andar
Só sei que és a miúda do terceiro andar
O carteiro a passar
Com uma carta por entregar
Vejo que é para o terceiro andar
E digo lhe para esperar
Diz me quem ela é
És a miúda do terceiro andar
Porta número 10
E eu aqui sem lhe poder tocar
Não sei quem és
Só sei que és a miúda do terceiro andar
Sei que me vês
Lá em baixo na rua a passar
Só quero ter
Uma campainha para poder tocar
Da janela do terceiro andar
Só sei que és a miúda do terceiro andar
Do terceiro andar
Não sei quem és
Da janela do terceiro andar
Não sei não sei
Lá em baixo na rua a passar
Não sei quem és
Só sei que és a miúda do terceiro andar
Não sei quem és
Do terceiro andar
Do terceiro andar
(...)

 



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fadein.jpg

 

 

FADE IN REVELAM NOVO SINGLE

 

Os portuenses FADE IN acabam de desvendar “Save Our Souls”, o cativante segundo single do EP “Insane” que combina influências indie mergulhadas na pop/rock com que têm vindo a traçar o seu caminho.

 

Este é já o segundo single retirado do último EP da banda, que chega agora ao mercado em formato CD depois de ter tido recentemente edição em formato digital.

 

FADE IN é um projeto original de música rock, formado em 2007 no Porto, por quatro músicos com experiências e diferentes estilos musicais, unidos sob uma substância comum: a paixão pela música.

 

A sonoridade da banda provém desta mesma mistura de estilos, que vão desde música tradicional portuguesa ao pop rock, combinando-se entre si e originando o som característico dos FADE IN.

 

A banda composta por Adriano Borges (voz e guitarra), João Baptista (bateria), Rui Reis (baixo) e Gil Garrido (guitarra solo e produção áudio) atuou ao longo dos anos em vários

 

espaços e eventos, entre os quais: Dolce Vita Bandcasting (finalistas no Porto), Rock Café Coimbra (semi-finalistas), Voltímetro Rock (2º lugar), no Pin Up, Breyner 85, Kastrus River, o Meu Mercedes, Dunas Bar, entre outros.

 

Em 2015 editaram o EP "Insane", composto por cinco temas, que pretende levar a banda para outros palcos e para outras etapas que permitam alcançar o reconhecimento tão desejado.

 

 



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Letra

 

They keep me in the dark
To build up all my anger
My tribute for the dead
I´m walking on the wire
I´ve got my fears on fire
Chorus
Rescue back my pride
I´ll stand up
My will survives
Don´t bring me down
I was trapped in here
This moment I waited for too many days
Look the other way
I can handle all the screams in my head
Look the other way
Because I’ve been waiting for too many days
B
Remember me forever
The prey you´re letting go
Remaining all the hatred
This feeling that I own
I´m walking on the wire
I´ve got my fears on fire
I’m walking on the wire
I´ve got my fears on fire
Chorus
Rescue back my pride
I´ll stand up
My will survives
Don´t bring me down
I was trapped in here
This moment I waited for too many days
Look the other way
I can handle all the screams in my head
Look the other way
Because I’ve been waiting for too many days
BreakDown
I don´t want to wait
I´ve waited for too many days
Now I’ll rip and slay
I’m not giving you another day
I don´t want to wait…

 

O meu muito obrigado ao Lito Pedreira pelo envio da letra

 



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Não Somos 11, Somos 11 Milhões. #1de11milhões

Interpretação de Pedro Abrunhosa.

 



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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016
 

 

maira.jpg

 

 

GRANDE FINAL DO CONCURSO MEU FADO DA RÁDIO SIM VAI DAR UM DISCO DE FADO

Maura Airez, com apenas 16 anos, é a grande vencedora

Final aconteceu esta quarta-feira, dia 25, no Museu do Fado

 

 

 Maura Airez, de 16 anos, é a grande vencedora do concurso da Rádio SIM “O MEU FADO”. A grande final aconteceu esta quarta-feira, dia 25, no Museu do Fado.

 

A iniciativa decorreu ao longo das últimas 10 semanas no Museu do Fado, parceiro desde a primeira hora, juntamente com a Universal Music, a Sociedade Portuguesa de Autores.

 

A vencedora ganhou a possibilidade de gravar um disco e também um prémio no valor de €1000. 

 

Maura Airez ganhou com "O Fado Versículo", um fado com poema de Ângelo Freire. Esta música  Passará a integrar a programação musical da Rádio SIM. 

 

Aldina Duarte foi a vencedora do melhor poema original e ganhou um prémio no valor de €500. 

 

Foram no toral de 3 mil euros de prémios oferecidos pela SPA e pelo Museu do Fado.

 

A tarde contou ainda com atuações de José da Câmara, animador da Rádio SIM. Ao longo destas 10 semanas todos os intérpretes foram acompanhados à guitarra e à viola, respetivamente, por Luís Petista e Armando Figueiredo, os instrumentistas que estiveram também presentes nesta grande final. 

 

Para Dina Isabel, diretora de programas da Rádio SIM, “a estação deve estar muito orgulhosa com a quantidade de talentos que ao longo destas 10 semanas pisaram o palco do museu do fado. Uma iniciativa para repetir para o ano”.

 

Para Tiago Palma da Universal Music Portugal “foi uma agradável surpresa a ass a esta iniciativa o nível dos concorrentes foi bastante elevada e estamos desejosos de começar a trabalhar com o talento que saiu do concurso" 

 

No final de uma tarde de emoções ficou o sucesso de 10 semanas de salas cheias no Museu do Fado e a certeza de que para o ano a iniciativa se repete. 

 

Todas as informações podem ser encontradas em www.radiosim.sapo.pt



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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festim.png

 

 

9 junho a 21 julho 2016  |  8ª edição

Contagem decrescente para o Festim 2016!

Sextet à Claques (França) | Tomás de Perrate (Espanha) | Ibrahim Ferrer Jr (Cuba) | Tinariwen (Mali) | Trilok Gurtu Band (Índia) | Cheikh Lô (Senegal) | Tito Paris (Cabo Verde)

PROGRAMA COMPLETO (versão digital):
http://goo.gl/sGgQ4L



Sítio oficial:
http://www.festim.pt/

Acompanha o Festim também no Facebook:
http://www.facebook.com/dorfeu.festim

Eis-nos chegados à edição 8 de uma aventura fascinante. Em 2009, uma série de Municípios confiou na ideia peregrina da realizar, em conjunto, um festival intermunicipal de músicas do mundo. Cumpre-se, em 2016, uma etapa sólida do projeto, com oito edições realizadas. O modelo partilhado deste evento, apostando nas sinergias de escala, tem permitido apresentar grupos e artistas de uma dimensão surpreendente.

Aos grandes nomes que já passaram pelo festival, juntam-se outros tão grandes ou maiores nesta 8ª edição. Dos 15 concertos programados apenas três serão em sala, dando força à ideia de um verdadeiro Festim, com a festa a extravasar para o espaço público. Na festiva viagem pela diversidade deste ano há artistas de França, Espanha, Mali, Cuba, Índia, Senegal e Cabo Verde, fazendo-nos chegar correspondência de 4 continentes. Todos ao 8º Festim!



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Letra

 


Duas da manha broca na mao caneta e caderno para fazer fusao ,
vivo no inferno mas dizem que nao palacio de chapa chamo barracao,
A matilha ataca corre atras do pao venho do bairro mas sou cidadao,
tropa tou calmo mas tenho visao e é claro que falo tenho opiniao,
Nao calo nao papo ingrato nao sou nao cuspo no prato que me alimentou,
de fala barato tou farto meu bro concordo é um facto a mim só me ajudou,
Piruka a perna passou na taberna nao tou a mim já nao me encontras,
a minha vida mudou eu caguei nos contos e agarrei me as contas,

MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR,
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR.. TENS DE INTERVIR!!

MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR...

Eu nao faço nada cabeça na lua Piruka na estrada sou puto de rua,
madorna na casa se ve que é brasa nao passa recua,
Cabeça erguida a vida continua na esquina há chamira há cozida e há crua,
muito menino que adora aventura acaba na cana a pala da gula,
Mula nao sou nunca irei ser eu quando aposto nunca é para perder,
meu boy nao me vejo trancado a roer parado no tempo sem tempo para ver,
O dia a passar cria a crescer a dama a gritar por eu nao querer,
ir trabalhar e so escrever mas o meu trabalho é dar a entender,..

QUE AO MENOS EU TENTO
E NUNCA NINGUEM,
QUE NAO QUEIRA TENTAR
PODE DIZER QUE EU NAO TENTEI,
AGARREI ME AO QUE SONHEI
COM UNHAS E DENTES ,
E FELISMENTE
NAO ME ENGANEI, 2X

Eu fui apontado e falado porque? aquele que disse que viu na verdade nem ve,
aqui meu pi Piruka Mc Madorna linha c,
Tanto parlapier faça o favor de dizer eu tenho o prazer de tentar entender,
aqui o meu lema é parar é morrer mas fico parado sentado a escrever,
Tento perceber nao tou a ver aquilo que queriam que eu visse,
sinto me a tremer a desfalecer e querem dizer aquilo que eu disse,
Eu ando a correr de um lado para o outro pareço um aborto a ser mastigado,
tou a ficar louco já falta pouco eu nao quero troco eu tenho trocado,
Eu tou baralhado agarrado ao rap rap nao é charutos e caps,
rap nao é padradas e dreads para mim rap é Valetes e Sam's,
Tu fumas e bebes nao te apercebes que tombas e pedes para levar na boca,
nao é cobardia bazofaria um dia acaba a vida louca,
Na rua é pesado em casa passa pouca diz se tugh life á pala da roupa,
procura bife so come sopa diz se de elite e nem sabe o que é tropa,
Calo motherfuckerlarga a fofoca volta pá casota vai chorar prá mae,
nem sabe o que é mcas e fala de mocas como ninguem, Para mim tass bem!!


MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR,
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR.. TENS DE INTERVIR!!

MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR...

QUE AO MENOS EU TENTO
E NUNCA NINGUEM,
QUE NAO QUEIRA TENTAR
PODE DIZER QUE EU NAO TENTEI,
AGARREI ME AO QUE SONHEI
COM UNHAS E DENTES ,
E FELISMENTE
NAO ME ENGANEI, 2X

 



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SLOW J LOGO RECORTE - 1.jpg

 

 

Após um ano de estreia, com “The Free Food Tape EP” a despertar o interesse e apoio de um público muito eclético, Slow J prepara o novo álbum para Outubro de 2016.

 

Enquanto cultiva, com fome de uma vida boa, o álbum “The Art of Slowing Down”, Slow J vai espalhando algumas sementes junto dos seus seguidores.


Logo a começar o ano, J alimenta com “Comida”: 100 barras de oração ao Hip-Hop que tiveram um impacto imediato pela sua originalidade e irreverência.


Nos meses que se seguiram, Slow J actuou ao vivo no LUX Frágil, a convite do DJ Glue e no Lisbon Dance Festival, a 5 de Março de 2016, na Sala Zoot.


Ambas as actuações foram acompanhadas por Fred, grande baterista e novo membro da banda de Slow J, que para os festivais que aí se avizinham, conta também com Francis Dale, nas teclas.

 

Depois do lançamento inesperado de “Serenata de Agonia”, que revelou uma sonoridade mais intimista e etérea de Slow J, aparece o som do próximo Verão:

 

 


“Vida Boa” é uma reflexão sobre sonhos, expectativas e conquistas, sem nunca esquecer as origens. O videoclip apresenta J através do que o reflecte, no dia-a-dia do João.

 

“Não quero uma boa vida, eu quero uma vida boa”


Data de lançamento — Sexta-feira, 27 de Maio 2016


Ficha Técnica:
Concepção - Slow J e URSO
Realização e Operação de Câmara - URSO (http://cargocollective.com/Urso)
Produção - Slow J, URSO e Projecto Sente Isto
Cenários e Caracterização - Miguel Fernandes
Edição e Cor - URSO



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