Quinta-feira, 30 de Abril de 2015

Mário Laginha - foto de Bernardo Sassetti_web.jpg

 

 

Dia do Jazz: Mário Laginha em Estarreja com a Big Band Estarrejazz

Dia 1 de maio, o Cine-Teatro de Estarreja e a Big Band Estarrejazz associam-se, pelo segundo ano consecutivo, às comemorações do Dia Internacional do Jazz (30 de abril). Mário Laginha é o artista convidado deste ano e, além de contracenar com a jovem orquestra estarrejense, irá partilhar com Pedro Moreira os comentários ao concerto, procurando desmistificar a música jazz.

 

O alinhamento que marca a união do pianista com a Big Band Estarrejazz é composto por repertório do próprio Mário Laginha. Um “sair da caixa” para os 15 jovens músicos, afastando-se dos grandes standards de jazz que têm marcado os últimos concertos da Big Band. “A Lua Partida ao Meio”, “Fuga em Ré Maior” e “Coral” são alguns dos temas de Mário Laginha adaptados para orquestra, que se vão fazer ouvir na noite do primeiro de maio. Diretor pedagógico e musical, Pedro Moreira assume o comando da orquestra num concerto dialogante com o público. O formato “concerto comentado” mostra-se pertinente e complementa o trabalho de divulgação e fruição plena do jazz, informando o público e, consequentemente, aproximando-o desta manifestação artística nascida em Nova Orleães.

Impulsionada pelo compositor e pianista Herbie Hancock, em 2012 a UNESCO decretou o dia 30 de abril como Dia Internacional do Jazz, por ser uma expressão musical que promove a liberdade e o diálogo entre culturas. Em Estarreja, esta efeméride tem um sabor especial, não só por motivar a visita de Mário Laginha, mas pelo trabalho regular, ao longo de todo o ano, da Big Band Estarrejazz e organização do Festival que lhe deu nome. Desde o ano passado, o Dia do Jazz deixa a cidade mergulhar neste género musical mundial, chamando a comunidade a juntar-se aos seus improvisos.

 

A Big Band Estarrejazz tem contracenado com fortes nomes do jazz nacional, numa prova constante da sua maturidade. Depois da estreia, no Estarrejazz’13, a orquestra de jazz de Estarreja trabalhou com Marta Hugon e Maria João, tendo recebido rasgados elogios destas vozes femininas. O concerto com Mário Laginha, de elevada complexidade musical, é a prova viva da qualidade desta Big Band.

 

Catarina Vasconcelos
Gabinete de Comunicação, Relações Públicas e Turismo

CINE-TEATRO DE ESTARREJA
Rua Visconde Valdemouro - 3860-389 Estarreja
Tel. (+351) 234 811 300 (Ext. 428)
Web www.cineteatroestarreja.com



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Letra

 

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TheKafkas.jpg

 

 

“Shere Khan” prepara terreno para os The Kafkas

 

“Shere Khan” é o single de estreia dos The Kafkas e já se encontra à venda nas principais plataformas digitais desde o passado dia 11 de março. Este é o tema de apresentação de “Xanadu”, o futuro álbum da banda, a ser editado muito em breve pela Music In My Soul.

 

Mais do que música, os The Kafkas quiseram criar um trabalho que englobasse várias expressões artísticas, como o Cinema ou a Literatura. “Xanadu” é o primeiro álbum da banda e “Shere Khan” o single de apresentação – uma reflexão sobre o que leva à sobrevivência num mundo que pertence às feras.

 

Os The Kafkas existem desde 2010. João Garcia (guitarra e voz), Daniel Figueiredo (guitarra, teclas e voz), João Pereira (baixo) e Fábio Musqueira (bateria) reuniram-se para começar um quarteto decidido a explorar a arte da composição musical. A banda deu o primeiro concerto nesse mesmo ano, no antigo Rock ’n’ Shots de Cascais.

 

Com tempo para pensar na sua música e sem vontade de acelerar o processo de mediatização da mesma, a banda lisboeta lançou o primeiro EP em janeiro de 2012. O auto-intitulado “The Kafkas” foi gravado no Estúdio Elétrico, no Porto, e serviu principalmente para o grupo ter uma primeira grande experiência em estúdio. Um ano mais tarde, os The Kafkas disponibilizaram na Internet o single “Blue Jungle Lights” e decidiram então desenvolver aquele que seria o seu som característico, afastando-se das influências Indie diretas do primeiro EP e fundindo-as com um psicadelismo tribal e uma estrutura concetual, criando um Rock aguerrido de distorção, balançado nos ritmos, melódico e metafórico quanto ao seu significado.

 

 



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Letra

 

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BATISTA.jpg

 

 

BATISTA desbloqueia pausa e estreia single

 

“Desbloqueio”, que estreia no próximo dia 6 de maio, é o single de apresentação de BATISTA. O tema dá também nome àquele que é o primeiro trabalho a solo do cantor e compositor, que será editado pela Music In My Soul.

 

Bruno Batista nasceu em Lisboa, em 1978, e viveu sempre entre a capital e a vila alentejana Mértola. Compositor e multi-instrumentista autodidata, começou aos 13 anos a partilhar ensaios, músicas e palcos com dezenas de artistas, entre os quais UHF, David Fonseca e Hands On Approach. Ao longo do tempo, pertenceu a diversas formações, destacando-se The Last Hymn e Bacoustic – bandas fundadas pelo próprio, que gravaram álbuns de originais em 2005 (“Freedom”) e 2012 (“Palavras”), respetivamente –, e participou em espetáculos um pouco por todo o país e Espanha.

 

O primeiro concerto que deu foi em março de 1998, altura em que tinha 19 anos. Novembro de 2014 marca o início da sua sua carreira a solo, com a gravação de um EP e a alterção do seu nome artístico para BATISTA.


O Rock, o Folk e as raízes tradicionais estão presentes neste projeto maioritariamente acústico. Ao vivo, para além da voz e das guitarras, o músico utiliza vários instrumentos – sonoridades experimentais para o próprio e para o público, que também tem um papel participativo. De evidenciar são, também, as improvisações.

 

 



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Letra

 

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DIOGO PIÇARRA

Concerto no Porto esgotado



É já amanhã e depois que Diogo Piçarra apresenta, pela primeira vez ao vivo o seu álbum de estreia "Espelho". E fá-lo para duas salas esgotadas: dia 30 de abril no Armazém F, em Lisboa e dia 1 de maio, na sala principal do Hard Club, no Porto.

A sala 1 do Hard Club já está totalmente esgotada, enquanto para o Armazém F restam escassos bilhetes para venda.

Não poderia haver melhor arranque para Diogo Piçarra. O seu disco entrou diretamente para 1.º lugar do top na primeira semana de vendas, em março; pouco mais de um mês depois, enche por completo estas duas salas; o single "Tu e Eu" encontra-se no Top 10 de airplay das rádios nacionais, e o vídeoclip já registou mais de 1 Milhão e 500 Mil visualizações no Vevo e perto de Meio Milhão de streams no Spotify.

Os fãs poderão esperar um concerto onde as canções de "Espelho" terão primazia, mas também algumas das versões que o celebrizaram ao longo dos últimos anos.

Em palco, Diogo Piçarra (voz, guitarra e piano) será acompanhado por Filipe Cabeçadas (bateria), Miguel Santos (baixo) e Francisco Aragão (guitarras e teclado).


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Letra

 

Dá-me liberdade

 

 

Já não tinha dinheiro

Para comer nem beber

A minha fonte secou

O dinheiro parou de crescer, de entrar, de haver

 

Pedia esmola à porta da igreja onde o padre chegava

E me pagava uma cerveja

Um dia quis ter dinheiro pra comer

Mas o padre disse que apenas havia pra beber

 

Vinho dum copo onde todos bebiam,

Apanhei herpes nos lábios e pensei que tinha sida

Só Deus me disse que a contaminação

Apenas se fazia com sangue do coração

 

Pedi a ele que reza-se por mim

Mas o dinheiro eu nunca o via, o que é que será de mim

Cantei canções, emoções, para muitos aldrabões

Que acabaram apenas por me dar alguns tostões

 

Dá-me a liberdade de volta,

Dá-me aquilo que eu já tive mas nunca pedi

Isso que eu quero apenas tive algum dia

Só  porque eu  nasci

 

Mas o dinheiro não chega para mim

Não dá pra ter tv nem telemoveis afins

Não tenho televisor no corredor

Ai que drama, meu amor

 

Só quero ter alguma coisa para comer,

Mas o trabalho dá-me dores

não tenho dinheiro para as combater

As dores que eu tenho são mesmo de morrer

Mais um dia que eu não consigo esquecer

 



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Quarta-feira, 29 de Abril de 2015

"Warm-Up" para o BB Blues Fest com Ian Siegal e The Ramblers

 

 

 

O BB Blues Fest 2015 arranca dia 9 de Maio. A noite de antevisão traz o Hall of Famer britânico e os portugueses The Ramblers

O BB Blues Fest 2015, arranca dia 9 de Maio no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo  - Baixa da Banheira. O "warm-up" para a IV edição do festival é protagonizada pelo britânico Ian Siegal, (Uk Hall of Fame, British Blues álbum do ano '09, '12 e 2013) e pelos portugueses The Ramblers.

Com a promessa de um concerto inesquecível, Ian Siegal, figura emblemática do Blues Britânico, partilha o palco desta primeira noite com a voz poderosa de Rosie e os riffs Blues-Rock a que The Ramblers têm habituado o seu público.

É a segunda vez que a banda lisboeta partilha o palco com um artista  internacional do Hall of Fame.  Recordamos que em 2010, The Ramblers asseguraram a primera parte do memorável concerto de BB King em Sabrosa.


Nesta noite será apresentada a curta-metragem sobre a III edição do BB Blues Fest, "Do Mississippi ao Tejo", da autoria de Sérgio Diamantino e Miguel Martins. 
 

Datas a anunciar:

  • 9 de Maio: BB Blues Fest Warm-Up - Actuação de Ian Siegal e The Ramblers
    • Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
    • Entrada: 6€
    • Morada: Rua José Vicente, 2835-134 Baixa da Banheira, Moita, Setúbal

Outras informações:


O BB Blues Fest teve a sua primeira edição em 2012 e tendo vindo a crescer notavelmente em cada ano. 
Pelo palco deste festival, em edições anteriores já passaram: Little Mike [USA], Chantel McGregor [UK], Paul Lamb [UK], Tòfol Martínez e Alberto Gulias [ESP].

Sobre Ian Siegal e The Ramblers:

Ian Siegal: "One of the most innovative, gifted and engaging blues performers on the planet today.", in MOJO 

The Ramblers: "A guitarra é infalível e a voz só viaja ao granulado que a película exige. Se um americano descobre a Rosie rapta-a para um filme do Tarantino e nunca mais a vemos." in Noizze.pt, março de 2015.



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Letra

 

Vai andando sobre as águas
como um jesus acrobata,
empenhado, um cidadão.
A ele são umas tábuas
a sustentar-lhe a bravata
e a improvisar-lhe um chão.

Dão-lhe pé, dissimuladas,
já toda a gente as viu;
nada que o embarace —
as ilusões são furadas,
mas se ainda não caiu
pode ser que se ultrapasse.

Tendo concebido o logro,
acredita num milagre —
não lhe importa o fim do estrado,
pois esquecido da manha
enfrenta-o como quem sonha,
de tudo desobrigado.

O que aos outros traz contentes,
e lhes arrebata um bravo!,
não é o truque é o tralho:
escorrega, bate com os dentes —
fulminado num esgar parvo,
fica feito num frangalho.

Tão lindo este cenário
negando ao homem a fé,
tão giro o fugir-lhe o pé,
o aleijar-se a sério —
tão humano este minuto
de humilhação do aflito.

Gabou-lhe a aventura o povo;
não sendo nada de novo,
é sempre entusiasmante
ver alguém espatifar-se,
ser testemunha do instante
e comungar da catarse.

Vai andando sobre as águas
como um jesus desastrado,
derrotado, um cidadão.

Vai cuspindo suas mágoas
como um bêbado chanfrado,
assustado, um cidadão.

Vai suspirando por tréguas
como um cavalo cansado,
acabado, um cidadão —
empenhado cidadão.

 



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electrazabreg.jpg

 

 

O “Free Rock”  dos  Elektra  Zagreb

 

“Born-Folk” é o título do mais recente EP dos Elektra Zagreb. Composto por quatro temas, onde predomina um Rock experimental e livre, este EP tem como primeiro single o tema que dá nome ao trabalho.

 

Consideram a sua música como “free rock” e, tal como enunciado, liberdade é o que sentimos quando contactamos com a música da banda.

 

Ouvir Elektra Zagreb é voltar aos anos 60 e 70, aos festivais que gritavam liberdade no tumulto da distorção das guitarras e do som onírico do Rock Psicadélico. Mas com um twist: neste novo trabalho, “Born-Folk”, podemos perceber um lado mais negro e melancólico, quase frágil, que o torna também num trabalho mais reservado ou intimista.

 

Editado no terceiro trimestre do ano passado, “Born-Folk” conta no seu alinhamento com “Love Is a Ghst”, “Born-Folk”, “Violet Dodo, a Planet with No Star” e “Luke 'n' stephanie”.



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Letra

 
Eu canto a luz está no fundo lá longe mas quase perto há anos
é um oásis que entendemos que é real por nos dizerem que é mar
o fogo queima como a fome te mata e o tempo é real
as coisas que nos dizem vão sempre, mas sempre acabar no mal
vamos chorar, levantar e refratar
é tempo de acordar!
 
Dá-me o que é meu
nunca pedi para ter apoio teu
fiz-me ao mar 
nunca estive um dia sem trabalhar
 
Ainda vai chegar o dia em que tudo vai mudar
estaremos no campo dos mártires a cultivar
teremos tempo de olhar para trás,
pensar no que é um cêntimo e se a crise foi real
 
Só um momento dá para entender que um ciclo
não é um circulo sem tempo, onde nunca há um final
 
Estaremos juntos, todos de preto
se um animal que hoje é banal nos deixar mal
 
Não temos água para o jantar?
Não temos terra para cultivar?
Não temos tempo? O sol é um elemento
O mar é o mar, não há local para comparar
O vento? O vento não é um lamento
 
Do sudoeste ao oeste o vento paira no ar
porque é que eu hei-de votar?
Não sei, não quero pensar
cansados..... cansados do mesmo!
 
E o turismo?
O azeite e o vinho?
O Zé Povinho?
O galo a cantar?
O Alentejo é terra!
A pesca, o sol e o mar!
 
SOMA-TE!
SOMA-TE!

 



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CUCA ROSETA

"Riû" já se encontra em pré-venda


Fnac dá acesso a dois concertos exclusivos

O novo disco de Cuca Roseta, "Riû", já se encontra em pré-venda. A fnac tem uma oferta exclusiva para os fãs que comprem o disco em pré-venda, dando acesso a um dos seguintes concertos: dia 2 de Junho no Casino do Estoril, em Lisboa; dia 3 de Junho na Casa da Música, no Porto. 

Entretanto, quem preferir comprar o disco digitalmente, pode aproveitar desde já a pré-venda no iTunes, recebendo imediatamente o single de estreia do disco, "Amor Ladrão". Até à data de edição de "Riû", os fãs ficarão a conhecer mais duas das músicas novas: dia 4 de maio o tema que dá nome ao disco, "Riû", a música que Jorge Palma compôs, cuja letra é de Cuca Roseta; e dia 11 de maio, o tema "Tanto", com letra e música da fadista.

Produzido por Nelson Motta, "Riû" chega às lojas dia 18 de maio. Entre os muitos nomes Cuca canta músicas de nomes como Sara Tavares, Júlio Resende, Mário Pacheco, João Gil, Jorge Drexler, Ivan Lins e Nelson Motta. A fadista apresenta ainda dois temas originais compostos especialmente para ela por Bryan Adams e Djavan. Aliás, com este último, Cuca interpreta em duetos o tema "O Amor Não é Somente Amor".


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Letra

 

[Intro - STK]
Se eu estiver no meu sitio, e sentileio
Gravei o primeiro CD da city, e senti-me bem
Ganhava sem recibo visível, e assim vinguei
Se alguém fosse cínico eu era cínico e meio

[Realpunch]
Deixei de ser humilde, agora sou sincero
Porque há muita gente que fala quando abre o esfíncter
Ainda canto como quero, o que quero, com quem quero
Porque no meu processo criativo sou eu que impero
Desde há muito que existem inúmeros obstáculos
Mesmo assim conseguimos sempre dar espectáculo
Mesmo com as pernas agarradas por tentáculos
Mesmo sem cantar a usar o vernáculo
"Mas Punch, Algarve?!" existem tantos apartes
'Tamos já fartos de vos mostrar o que damos à arte
Faço a música nada estúpida, autêntica marca única
Mas vem uma alma púdica e julga em praça pública
Quem vive pela espada, morre pela espada
Vivo pelo que digo, morrerei pela palavra
Eu ensino a insígnia na perspectiva de um estilista
Tentando criar tendências sempre linha após linha
Tenho cantado pelo país fora
Sempre retornado na zona onde a raiz mora
Trabalho árduo desde do tempo do rádio a pilhas
O que antes era um presságio, hoje é um estágio de vida
Não me tiram daqui, eu cravo e meto estaca
Sou o mesmo de sempre, talvez com menos paka
Tudo é temporário e só quero ver se consigo
Livrar-me deste peso e sentir-me, vivo!

[Hook - Sam the Kid, David Cruz e Mariana Norton]
Estive cá ontem, e hoje ainda estou aqui
Rimas doutros tipos
Tropas doutros tempos
Mas a longo prazo
Nem todos temos a mesma sorte
Nada foi fácil, mas o que eu aprendi
Foi em convites
Alguns com guito
Deram-me ouvidos
E assim eu fiquei maior

[Kristóman]
Hoje ainda sinto a sua essência
Não é preciso ciência para se ver que foi feito com inocência
E se conhecesse[?] mostrei o meu potencial
Vesti o avental e tirei-a do forno com competência
Guardei experiências p'a ter lições futuras
Sucesso vem quando menos esperas, não quanto mais procuras
A K abriu-me a porta e a kima deu-me um futuro
Agarrei tudo, dei tudo p'a hoje ter um tudo(?)
Eu dei concertos e davam-me agua da torneira
Gente forasteiro, muitos tentavam dar a rasteira
Ingenuidade era da idade levava na brincadeira
Ganhei imunidade e boas amizades p'a vida inteira
Girava discman azul sem anti-choque
Crachava bués mas só passava do bom hip-hop
Guardava posteres dos meu rappers favoritos
Queria ser com'ó Sam, rimar fora dos limites
Entretido sem muitos spots que hoje são o habitual
Mas fiquei de olhos postos em ser fora do normal
Eu tive quem me motivasse, e que dissesse: Vais ser o tal!
São motivos para continuar ativo e ser igual
Aquele prazer na radio tenho de agradecer ao Sojas
Freestyle [?] e um gajo fazia mossas
Curtia voltar aquele concerto que fizeram torça
E dizer isto nao da para todos como na [?]

[Hook - Sam the Kid, David Cruz e Mariana Norton]

[Sam the Kid]
Levaste-me à dormida com eu estava a leste
Um cartaz na avenida avisa o teu palestro
Mudaste a minha vida com o que tu me deste
E ficaste agradecida quando fui honesto
Tinha vergonha da família a ver-me a ser o mestre
E agora pai e filho estão no sudoeste
Por isso investe mesmo que alguém te inveje
Porque o move está viúvo e ele assim cresce
Um par de malas é normal o desmazelo
A tua engalas e não sei escalas como o Rebelo
E ouço o que falas mas não igualas o modelo
Fiz um álbum nas aulas e dei aulas a falar dele
Com 17 anos, um rato a fazer partilhas
Trocavas cassetes com o pac de barco até Cacilhas
Sem boas intenções, depois só te humilhas
A divagar se vai longe, e hoje eu estou a milhas
Imitei o obey, e pintei um muro
Ultrapassei o que sei, e agora sei o que duro
Passei do recreio ao conceito maduro
Eu não premeio o primeiro premeio o puro
Mesmo que alguém goze eu reforço-me e
Ponho tudo apoteose, o teu carma só se ri
Muitos querem que eu rime com eles, e eu não posso be
Como querem ser lideres se nem conhecem o [?]
Por isso não me desapontem e fiquem com azias
Apontem qual o homem com mais parcerias
Talvez ainda te contem isso se não sabias
Sou o amanhã de ontem, todos os dias

 



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The 55 Bus Tour.jpg

 

 

The 55 Bus Tour dos The Lemon Lovers

 

A banda portuense The Lemon Lovers em tournée pela Europa a partir de 29 de Abril

 

Depois do lançamento do álbum de estreia "Loud, Sexy & Rude", pela editora Sister Ray Discos, no passado dia 27 de Março, e dos concertos de apresentação no Porto, no Rádio, e em Lisboa, no Sabotage, os The Lemon Lovers iniciam uma tournée europeia a 29 de Abril.

 

Com título emprestado do single de apresentação de Loud, Sexy & Rude, a The 55 Bus Tour levará a banda portuense por 10 países (Espanha, França, Alemanha, Polónia, República Checa, Hungria, Roménia, Áustria, Reino Unido e Portugal), estando marcados 38 concertos ao longo de  45 dias (29 de Abril a 13 de Junho).

 

 

Nascidos em 2012 na vibrante cidade do Porto, Portugal, The Lemon Lovers é um descomprometido e revivalista power trio com a alma genuína do rock´n´roll, uma fusão de sons entre o passado e o presente, acompanhada de uma energia destorcida que se pode sentir nas atuações ao vivo.

 

João Silva (Guitarra, Vozes) e Victor Butuc (Bateria) conheceram-se quando frequentavam a mesma universidade e a comunhão entre os seus gostos musicais levou estes rapazes a tocar juntos. Cedo sentiram a vontade de subir aos palcos e enfrentar o público, uma necessidade que levou o duo à estrada o maior número de vezes possível. Ainda assim faltava qualquer coisa, e enquanto trabalhavam no material para o seu primeiro EP Hangover (2013), a peça que faltava e que completou o puzzle foi encontrada em Andrés Malta (Baixo, Vozes), que se juntou à banda durante o processo de gravação.

 

Durante os últimos três anos, muitas vezes partilhando o palco com artistas como Patrice (GER), Best Youth (PT), Miss Lava (PT), Killimanjaro (PT), Capitão Fausto (PT), Youthless (PT), entre outros, deram cerca de 80 concertos em Portugal.

 

Em Setembro de 2014 a banda começou a trabalhar no seu álbum de estreia, e depois das sessões de pré-produção, entre concertos, a banda viajou até aos Estúdios Reno em Madrid para gravar o seu primeiro álbum de longa duração. Brais González assumiu a engenharia de som e os trabalhos de mistura, a masterização ficou a cargo de Brian Lucey (The Black Keys, Arctic Monkeys, Chet Faker), no Magic Garden Mastering (Los Angeles, Califórnia), a banda deu então vida a “Loud, Sexy and Rude”, um trabalho composto por 12 temas que revelam um som mais maduro e uma nova imagem, deixando para trás um certo “look de cabedal” que definiu o princípio da banda.

 

Em antecipação à tournée europeia do álbum que agora arrancará, os The Lemon Lovers lançaram o videoclip para o single “The 55”, realizado por Vasco Mendes. Um tema carregado com os alicerces do rock que define a banda na perfeição; uma mistura de sonoridades fortes que dificilmente estabelece rótulos para a banda, mas que ainda assim soa familiar aos ouvidos de qualquer amante do rock. O videoclip também estabeleceu um tom e estilo para a banda: uma aposta completa que reflete as convicções e a sensibilidade artística dos três membros.



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Letra

 

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Signs Of The Silhouette press.jpg

 

 
9 MAIO 2015 | 22 HORAS | Torres Vedras
 
A TRANSFORMA apresenta o concerto de SIGNS OF THE SILHOUETTE.
 
SIGNS OF THE SILHOUETTE (PT)
Signs of the Silhouette é um projeto constituído por João Paulo Entrezede (bateria), Jorge Nuno (guitarra elétrica) e Miguel Opes (video).
 
Aqui vive-se a exploração da som com o vídeo. A Música é desenvolvida ao longo do estudo de uma imagem “in loco” através da improvisação, muito influenciada pela leitura de textos sobre 
 
Fenomenologia e Estética, o início deste grupo começou com um diálogo sobre a possibilidade da conversão do som em imagem e vice-versa. O corte total de experiências primárias foi o seu ponto de partida. 
 
"Como sentir um motor de carro ou chuva a bater na rua através do som? Como isso nos pode tocar e como responder musicalmente (ou mesmo gestualmente com o corpo) a esse fenómeno? Somos principalmente receptores quando deveríamos ser tradutores". 
 
Nas suas performances o ato musical é respondido com reações a um vídeo projetado no corpo dos músicos. Portanto, o que reproduz o som torna-se o apoio visual de uma imagem interpretada por improvisação musical.
 
O ato torna-se então um diálogo entre um corpo transmutado que percepciona a imagem in loco pela música, respondendo de forma reativa, espontânea e gestual. Vídeo, movimento e som trabalham juntos.
 
Link: www.facebook.com/pages/Signs-of-the-Silhouette/165045896944237
 
Local: Transforma.CAIXA, Praça Município, 8 – Torres Vedras
Horário: 22h30
Abertura portas: 22h00
Bilhetes: 3€ - disponíveis no local, no próprio dia


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Terça-feira, 28 de Abril de 2015

barrywhite.jpg

 

Barry White Gone Wrong


na 2a fase do concurso EDP Live Bands

 

Os Barry White Gone Wrong passaram à concorrida segunda fase doconcurso EDP Live Bands.

Este concurso dá às bandas a possibilidade de atuação no Festival NOS ALIVE'15 e no Festival Bilbao BBK Live'15, editar pela Sony Music Entertainment, Lda e gravar um master de um CD. 

Os Barry White Gone Wrong já pisam os palcos desde 2010 e trazem com eles uma mistura peculiar de rock, soul e blues com Peter de Cuyper (voz), Miguel Décio (guitarra e voz), Nuno Gelpi (baixo), Mário Moral (guitarra), Pedro Frazão (bateria), Inês Pinto Leite (back vocals) e San de Palma (back vocals). 

Dá-lhes a oportunidade, vota aqui.

+ info:
http://aenergiaquenosune.edp.pt/detalhe/barry-white-gone-wrong



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Letra

 

[STK]
Tagarelas, cobardolas!
Só balelas, só artolas!
Gaia, Chelas,Tu controlas!

TU NÃO SABES!

[Mundo] [2X]
Aquilo que tu procuras encontras aqui
Do 2º até ao 7º da zona I
Esse ódio voluntário que vês por aí
Não garante o meu salário, esse eu mereci

[Mundo]
Este mundo é como um dilúvio de lava sobre o vesúvio
Derrame causa distúrbio, narra-me do teu estúdio
Ferrenho como o serrão, tu limpa o ranho meu chorão
Mais um ganho no ganha pão, sou um estranho na multidão
Então, disfuncional é quem diz funcional
Queimou o disco no final, risco na fossa nasal
Estamos contra a corrente e não na corrente do contra
Muito contraproducente, produzo sempre em velocidade de ponta
Dealemático,este não é ciático
Débil descansa, avança em piloto automático
Cresco de forma selvagem como mato no quintal
Aparelhagem e tal, também mato no quintal
Não são os santos do vitral, da igreja paroquial
Nem vimos meter no coro, abolimos o canto coral
Espiritual é o que me guia, não o guia espiritual
Mas este mundo até guia enquanto houver gota e pedal
Cabedal sem igual, antes que o verniz estale
Dei tempo ao tempo, daí a intempérie temperamental
Temporal na tua tempora imortal, na vocal sou imortal
Um portal para o espaço sideral
Tu não fales mal nem aí vês projeto fantasma
Nem com 52 polegadas de plasma
Tu não fales mal nem aí vês projeto fantasma
Nem com 52 polegadas de plasma

[Mundo] [2X]
Aquilo que tu procuras encontras aqui
Do 2º até ao 7º da zona I
Esse ódio voluntário que vês por aí
Não garante o meu salário, esse eu mereci

[STK]
Este puto não tem mistérios pa boémios e falatórios
Galdérios querem ser génios com prémios e ser notorious
Querem Prémios e férias com critérios contraditórios
Ficam histéricos e eu com nem sei se têm um pénis ou um clitóris
Boatos do meu status, vindos de homens e gaiatos
Pior que cotas e beatos, deviam é fazer teatros
Queriam hobbies e debates, têm fome e são ingratos
Falam de cobras e lagartos e eu tou no brasil em quartos
Pra quem tá de fora pensa que ele ignora atritos
Enquanto o ódio explora a forma que ele devora beats
E embora só critiques o puto sobe a piques
O rap chora, não há real que sobra, agora é so pakiko's
Um gajo é magico e não traz varinhas
Inveja causa a abordagem pra ver como é que cozinhas
Faz a contagem das linhas, vê o contágio nas espinhas
Só ladroagem porque as páginas são plágio das minhas
Mas eu sou masoquista e tou á arte do que os outros escrevem
Porque uns querem sons que batam, eu quero sons que levem
Na hora em que eu cuspir na atmosfera onde mora a inspiração
Pa inspirar quem me inspira é o que eu espero agora
Por isso nem compitas quando brilhas só com pitas
Quando nota-se que tu não meditas no que tu me ditas
E eu dou voz a garinas, avós e varinas
É tão saudosa, o povo goza com a prosa que urinas
É garantia para a derrota só te resta propor
Uma parceria mas eu noto ao longe a inveja ou fulgor
Modéstia no coro, mas a impressão que deixa é rancor
Por seres da mesma geração não quer dizer que és da cor
A malta já ta farta, para antes que alguém te parta a cara
Vai chorar pa ser mais um a chibar na 4ª vara
Com histórias difamatórias
Injúrias e paranóias que ele incorpora para eu tar a mercê
E faz chamadas anónimas com ódio
Mas não para o meu relógio nas horas em que eu namoro a mpc
Por isso tás a "vontê"

[Mundo] [2X]
Aquilo que tu procuras encontras aqui
Do 2º até ao 7º da zona I
Esse ódio voluntário que vês por aí
Não garante o meu salário, esse eu mereci

[STK]
Tagarelas, cobardolas!
Só balelas, só artolas!
Gaia, Chelas,Tu controlas!

TU NÃO SABES!

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

muvilisboa.jpg

 

O Muvi Lisboa celebra de cravo na boca os 41 anos da revolução de abril.

Na véspera do Dia do Trabalhador, o Fontória volta a receber o mais musical dos festivais de cinema do país. Estão todos convidados a festejar connosco, no mote da revolução, com:

ϟ Dupla Perspectiva [23h – 00h30] – O escritor, melómano e radialista João Carlos Callixto junta-se ao jornalista Filipe Pedro em sessões musicais bipolares restritas à música lusófona dos últimos cinquenta anos. Revolução sim, mas com apelo à dança.
www.facebook.com/joaocarloscallixto?fref=ts

ϟ Ana Markl [00h30 – 02h30] – Jornalista, guionista e apresentadora dos programas “A Costeleta de Adão” e “Esquadrão do Amor”, no canal Q, Ana Markl aventura-se [mais uma vez] como dj no Fontória Club. Escusado será dizer que vai ser do ca… mandro!
www.facebook.com/ana.markl?fref=ts

ϟ Super Pop Maria [02h30 – 04h30] – A pop é o ambiente de eleição desde os anos 80, altura em que Maria João Bernardo experimentou os ‘pratos’ pela primeira vez. Aprecia o que é popular sem ser populista e vê canções pop em muitos outros géneros musicais. Dj incontornável do panorama nacional é habitue em casas como o Incógnito, Lounge, Purex, Left, Etílico ou Muv. 
www.facebook.com/superpopmaria?fref=ts

ϟ Hello Kinky [04h30 - 06h00] – Cláudia Sousa é uma jovem dj de perícia inegável e uma seleção de luxo. Citando a fadista Aldina Duarte, Hello Kinky é uma espécie de «princesa prometida» do djing nacional, uma lufada de ar fresco onde o bom gosto prevalece. Sem fretes e sempre com um sorriso. 
www.facebook.com/djhellokinky?fref=ts


ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ ϟ 
 

ϟ  30 de abril / 23H-7H
ϟ  Fontória Blues Caffe & Dinner - Praça da Alegria nº66, Lisboa
ϟ  Entrada: 5 cassettes com oferta de 1 imperial

 

EVENTO no Facebook



publicado por olhar para o mundo às 19:13 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

 Light up  a  candle  in  your  room  at  night

  Scream  to  the  mirror  your  hate  for  me

  Claim  loud  you’re  ready  for  another  fight

 Strangle  me  down  in  the  heart  of  the  sea

 

 

    You’ve  put  a  crown  of  thorns  in  my  head

  A  goodnight  kiss,  a  caress  and  suddenly  I’m  dead  

You’ve  nailed  your  empty  vows  on  my  door  

And  our  silent  lullaby’s  lost  forevermore    

 

You  are  the  shadow  that  cradles  my  sleep

  And  your  voice’s  the  lurker  in  my  dreams

  Your  kiss  is  a  drug.  Like  a  poison,  runs  deep

  A  wild  fuck,  broken  shards  of  glass  and  screams  

 

  You’ve  put  a  crown  of  thorns  in  my  head  

A  goodnight  kiss,  a  caress  and  suddenly  I’m  dead  

You’ve  nailed  your  empty  vows  on  my  door

  And  our  silent  lullaby’s  lost  forevermore  

 

 

  Forevermore!!!  

Forevermore!!!    

 

 

You’ve  put  a  crown  of  thorns  in  my  head  

A  goodnight  kiss,  a  caress  and  suddenly  I’m  dead  

You’ve  nailed  your  empty  vows  on  my  door  

And  our  silent  lullaby’s  lost  forevermore    

 

 

Forevermore!!!  

Forevermore!!!    

 



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SUPRA-NATURAL.png

 

SupraNatural apresentam oficialmente “Unbreakable” em Leiria

 

A festa de lançamento dos SupraNatural realiza-se já no próximo sábado, dia 2 de maio, na FNAC do LeiriaShopping, pelas 22h00. Esta será a apresentação oficial de “Unbreakable”, o primeiro EP da banda de Santarém, editado em fevereiro pela Music In My Soul e do qual “Kiss Kiss Goodbye” é o single de estreia.

 

Os SupraNatural – Hugo Mendes (voz e guitarra), Miguel Silva (guitarra e back vocals), Luís Reis (bateria), Hélio Vieira (teclas e back vocals) e Sandro Oliveira (baixo) – definem a música como sendo outra dimensão, onde podem ser o que querem, sem existência de preconceitos ou retaliações... e quando o fazem, tornam-se contagiosos.

 

Tudo começou em 2009, aquando da carreira a solo de Hugo Mendes. Depois de uma ida a um programa da SIC, o convite para gravar um álbum acabou por precipitar o nascimento dos SupraNatural. Em parceria com o pianista Ricardo Verdelho e os elementos do grupo de covers Prova de Fogo, foram criadas e gravadas dez músicas – seis das quais deram origem ao primeiro trabalho desta banda de Santarém, o EP “Unbreakable”.

 

“Kiss Kiss Goodbye” foi o single de estreia, um tema que, de acordo com os músicos, “retrata o que nos leva a viver com alguém que, no fundo, sabemos que não serve para nós”.



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

Manifesto.JPG

 

Manifesto têm “Skanada” como single de estreia

 

O Rock atrevido dos Manifesto está bem patente naquele que é o seu single de apresentação, “Skanada”, que estreia no próximo dia 4 de maio. Este tema faz a antecipação do primeiro álbum da banda, que terá uma nova edição com o selo da Music In My Soul.

 

Em 2011, quatro resistentes do “pós-boom” dos anos 80 do panorama musical nacional decidiram reunir-se para tocar um Rock despretensioso e direto, cantado em português. Uma declaração de princípios e emoções que só poderia ter um nome que refletisse esse estado de espírito: Manifesto. Paulo Lima (voz e guitarra), Augusto Figueira (guitarra), Bidgi Marciano (baixo) e Nuno Justo (bateria) são os elemento da banda.


A primeira música – uma homenagem ao maestro Fernando Lopes Graça e ao poeta José Gomes Ferreira –, “Acordai”, partiu do tema original do maestro e autonomizou-se rumo a uma abordagem Rock surpreendente, tal a aparente distância entre a música coral e o poema da primeira metade do século XX, resgatando uma mensagem que, nos dias de hoje, permanece tão atual quanto necessária.


Em 2014, foi editado o primeiro trabalho de originais da banda, gravado nos estúdios BEBOP, com produção, gravação e mistura de Cajó (Xutos & Pontapés). O videoclipe do primeiro single, "Arriscar", foi produzido e realizado pela Three Little Pigs.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 27 de Abril de 2015

luckyLupe.jpg

 

Lançamos recentemente o nosso EP no soundcloud e vamos fazer o lançamento Digital do nosso EP de estreia! Para apoiar esse lançamento que será em Maio enviamos este email para promoção do nosso som, videos e marcação de shows!
 
Há um espaço para a Lucky Lupe? :)

 

WE ARE‘LUCKY LUPE’


No inicio de 2012, em Portugal (Lisboa) o projeto forma-se com dois membros para desenvolver musica instrumental como construção de paisagens e ambientes sonoros. O desafio era converger a originalidade, a diferença e a concetualidade da música, começando pelos próprios instrumentos usados para compor.


São então usados para o efeito um Double Neck de guitarra e baixo elétricos, um sintetizador, bateria acústica, um Roland SPDX, Loopstations e diversos pedais de efeitos, sendo a música produzida em tempo real, sem pré-gravações de loops ou sonoridades, tanto em estúdio como ao vivo.

 

Durante o ano de 2012, até ao inicio de 2013 realizaram alguns shows em Lisboa, em espaços como a Fábrica da Pólvora, LX Factory e a Praça Camões, este no âmbito do Festival Faz Música, no intuito de desenvolver experiência em palco como banda e divulgar o projeto.


Em meados de 2013 começaram a preparar as gravações de um LP de estreia, tendo no inicio de 2014 entrado em estúdio e concluído gravações do disco de estreia dos Lucky Lupe - 6 temas estão agora em fase de edição.


No início de 2014 David F. membro fundador dos Lucky Lupe – muda-se definitivamente para a cidade de São Paulo e traz com ele o projeto para dar continuidade no Brasil.
.



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

sosracismo.jpg

 

Está a decorrer uma campanha de crowdfunding (recolha online de donativos) para ajudar a financiar a Festa da Diversidade.

 

Trata-se de um evento de acesso livre e gratuito, no espaço público de Lisboa, que pretende contribuir para o respeito, a igualdade e o conhecimento de múltiplos saberes, sabores e sons.

 

Podem contribuir em http://ppl.com.pt/pt/prj/festa-da-diversidade-2015. Para além de contribuirem é muito importante que divulguem o mais possível.

 

Recordamos que podem organizar-se em grupo para fazer contributos maiores (se 5 pessoas juntarem 20€ cada podem assim fazer um donativo de 100€).

Temos até à festa para angariar (ou superar) o objectivo de 2 mil euros. Todos os apoios contam. Contamos contigo.

 
 
A Festa da Diversidade traz ao encontro, no espaço público da cidade, os vários saberes, sabores e sons do mundo, com dignidade, respeito e igualdade.
 

Portugal é um país multicultural e, isto é hoje em dia, um facto inegável. Mas Portugal continua a não ser um país intercultural, porque a afirmação da sua diversidade cultural continua ainda presa aos estereótipos da xenofobia e do racismo e há pouca ou quase nenhuma interacção entre as várias culturas.

 

A Festa da Diversidade (que vai já na sua 8ª edição) procura romper com esta realidade ao trazer ao encontro e, no espaço público da cidade, os vários saberes, sabores e sons do mundo, com dignidade, respeito e igualdade.

 

A Festa da Diversidade procura estimular saber os outros saberes do mundo, saborear os outros sabores do mundo, conhecer e sentir as outras sonoridades do mundo. Mais do que celebrar a diversidade, o que propomos com a Festa da Diversidade é contribuir para o diálogo intercultural que permita, para além de reconhecer e aceitar a diferença, vivencia-la e pratica-la com respeito.

Mais do celebrar queremos viver a diversidade.

...e fá-lo-emos no Arco do Cego, em Lisboa, nos dias 6 e 7 de junho.

SOBRE O PROMOTOR

O SOS RACISMO existe desde 1990 e propõe uma sociedade mais justa, igualitária e intercultural onde todos, nacionais e estrangeiros independentemente do tom de pele, origem étnica ou credo, possam usufruir dos mesmos direitos de cidadania. Constituímos uma associação sem fins lucrativos, tendo-nos sido atribuído o estatuto de utilidade pública em 1996.

Por isso, privilegiamos as seguintes áreas de intervenção:

Na área da educação participamos em projetos educativos relativos à problemática do racismo e da xenofobia promovendo a interculturalidade, nomeadamente através de formações, workshops e debates em Escolas, junto dos alunos e dos professores.

O apoio a vítimas de racismo foi adquirindo ao longo dos anos enorme importância na associação, dada a necessidade manifestada pelas comunidades imigrantes e minorias étnicas que a nós recorrem. Qualquer pessoa pode contactar-nos telefonicamente, ou então através de carta ou e-mail, pedindo informações, ou informando-nos, por exemplo, de situações de racismo de que tenham conhecimento.

Tomamos posições públicas sobre todos os atos racistas de que temos conhecimento e apresentamos medidas concretas para o combate ao racismo e para a inclusão socio-económica das minorias étnicas em Portugal.

 A participação em debates, colóquios, campanhas de informação e esclarecimento é também uma das formas de atuação que privilegiamos na construção da sociedade que defendemos.

 

Retirado de aqui



publicado por olhar para o mundo às 22:48 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

tradiio.png

 

Tradiio Sessions estreiam-se no Porto com Xinobi, Sequin e Ermo


As Tradiio Sessions chegam finalmente ao Porto já no próximo dia 2 de Maio, no Maus Hábitos. Esta noite de estreia irá contar com a presença de Xinobi, Sequin e Ermo.

 

Depois do sucesso em Lisboa, por onde passaram nomes como D’Alva, Isaura, Pista, Lotus Fever ou MGDVR, o evento dedicado à música portuguesa extende-se à invicta.

A noite começa às 22h com os bracarenses Ermo, que irão apresentar o mais recente EP Amor Vezes Quatro. Às 23h30 é a vez da cantora Sequin subir ao palco com a pop electrónica do disco de estreia Penelope. Xinobi entra em cena às 00h30 para um DJ Set que se irá prolongar pela noite inteira.

Os bilhetes custam 3€ e podem ser comprados em antecipação e no dia no Maus Hábitos. Os utilizadores Tradiio também podem trocar as suas moedas virtuais por um bilhete no Mercado Tradiio
 


 



publicado por olhar para o mundo às 19:13 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Ele não ralha comigo
E quer sempre brincar
É o meu melhor amigo

Com ele posso contar
Se de manhã não acordo
À hora que tem que ser
Ele arrasta os meus lençóis e
Procura um pé p'ra lamber
O meu cão
Gosta de jogar à bola
E de me ver jogar consola
O meu cão
É o mais bonito de todos
Esperto como nenhum outro
Mesmo se a vida der p'ro torto
Eu sei que ele vai ser sempre
O meu cão
Dou-lhe metade do lanche
Sem a minha mãe ver
Deito a cabeça na barriga dele
Quando quero adormecer
O meu cão
Gosta de jogar à bola
De me ver jogar consola
O meu cão
É o mais bonito de todos
Esperto como nenhum outro
Mesmo se a vida der pro torto
Eu sei que ele vai ser sempre
O meu cão

 



publicado por olhar para o mundo às 18:47 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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