Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014

 

 

Letra

 

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Letra

 

Oh...
Bandeira Branca
Do carma não partir
Bandeira Branca
Alguma deixa ir
Bandeira
Do carma não partir
Bandeira
Alguma deixa ir!
Oh...
Bandeira!
Bandeira!
Bandeira!
Bandeira!

 

 



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Novo álbum de Cristina Nóbrega inclui dueto com Omara Portuondo

O novo álbum de Cristina Nóbrega, “Um Fado para Fred Astaire”, é editado no dia 31 de março e inclui um dueto com a cantora cubana Omara Portuondo, “Las cenizas de mis canciones”.

 

“Las cenizas de mis canciones” ("As cinzas das minhas canções") é uma letra de Tiago Torres da Silva, com música de Pedro Joia, disse à Lusa fonte da produção.

 

O primeiro encontro entre as duas artistas ocorreu em 2012, no CollJazzFest, em Oeiras. “Omara comentou que já tinha cantado de tudo mas não tinha ainda cantado um fado, e que adorava Amália Rodrigues”, disse à Lusa Cristina Nóbrega. A cantora cubana anunciou que se retiraria este ano dos palcos, estando a realizar uma digressão mundial de despedida. Para Cristina Nóbrega, distinguida em 2009 com o Prémio Amália Rodrigues Revelação, “é um privilégio extraordinário a gravação deste dueto” com Omara Portuondo.

 

“Um Fado para Fred Astaire” foi produzido por Pedro Joia, sendo a fadista acompanhada por Rodolfo Godinho, na guitarra portuguesa, Rogério Ferreira, na viola, e Rodrigo Serrão, no contrabaixo. “Este álbum é uma incursão no fado tradicional, com o Fado Bailarico, Fado Cravo, Fado Amora, Fado Meia-Noite, Dois Tons, Fado Menor com Versículo, entre outros, e duas marchas de Lisboa”, disse a criadora de "Deixa-te estar na minha vida".

 

O tema que dá título ao álbum, “Um Fado para Fred Astaire”, é cantado “no fado menor com versículo de Alfredo Marceneiro, e conta a história trágica de Amália Rodrigues que, ao descobrir que tem um problema de saúde grave, foi para Nova Iorque para pôr termo à vida”.

 

Amália “alojou-se num hotel e solicita na receção um equipamento de vídeo para se preparar para o terrível ato". "As cassetes de vídeo que lhe entregam eram de musicais com Fred Astaire como protagonista principal. Quis o destino que a magia do cinema, a alegria, a música e a dança de Fred Astaire e seus pares, fizessem com que Amália tivesse vontade de se tratar, curar e de viver ainda mais de 20 anos”, contou. “É deste modo que o dançarino Fred Astaire entra para a 'história da saudade' e do fado”, rematou Cristina Nóbrega.

 

“Um Fado para Fred Astaire” é o terceiro álbum de estúdio da fadista, que se estreou em setembro de 2008 com um álbum em nome próprio, ao qual sucedeu, em 2009, “Retratos”.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Novo álbum dos peixe:avião é finalista de prémio europeu

O mais recente álbum da banda portuguesa peixe:avião, homónimo, é um dos finalistas do prémio "Álbum Europeu Independente do Ano", atribuído pela Impala, a organização que reúne várias editoras discográficas independentes da Europa.

 

A organização anunciou a lista dos 24 álbuns finalistas e dela faz parte "peixe:avião", que a banda rock de Braga lançou em setembro passado pela editora independente PAD, por eles fundada.

 

Na altura, em entrevista à agência Lusa, o guitarrista André Covas explicou que o novo álbum é o que melhor representa a identidade da banda, ao fim de seis anos de existência. "peixe:avião" é o terceiro registo do grupo e assume precisamente o nome da banda, porque sumariza a sonoridade que andaram estes anos a apurar. "Vamos sempre parar à categoria do pop/rock alternativo, mas mais experimental, onde exploramos também o ruído", disse o guitarrista, referindo-se ao trabalho de estúdio como um "processo esgotante".

 

Da lista de finalistas desta edição do prémio fazem parte álbuns como "Kveikur", dos Sigur Rós, "Push the sky away", de Nick Cave & The Bad Seeds, "The golden age", primeiro álbum de Woodkid, "Pale Green", de John Grant, e "Sound of System", de Alborosie.

 

Esta será a quarta vez que a Impala atribui o prémio ao melhor álbum europeu independente. Nas edições anteriores estiveram nomeados "Mel Azul", do guitarrista Norberto Lobo, e "Building Waves", dos Glockenwise. No ano passado, o prémio foi atribuído ao álbum "Coexist", dos britânicos The XX.

 

A organização Impala, criada em 2000, reúne mais de quatro mil membros, pequenas e médias editoras independentes, que não integram as grandes marcas discográficas.

 

Retirado do Sapo Música



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Carlão (ex-Da Weasel), Fred (Orelha Negra) e Regula reunidos em novo projeto

Carlão (ex-Da Weasel), Fred (Orelha Negra) e Regula deram hoje a conhecer o seu novo projeto comum, 5-30, cujo álbum de estreia chega às lojas a 31 de março.

 

O registo, descrito pelo trio como “um disco de agora”, conta com as participações de Sam The Kid, Richie Campbell, Alexandre Bernardo, Diogo Santos, Mel Hebers, Here’s Johnny, Holly-Hood, Sara Badalo e V-Unik.

 

Sobre o processo de gravação, é-nos revelado: “Fred sentou-se em estúdio. Mas não em frente da sua bateria. Focou no digital e atirou-se à composição de músicas que, na sua mente, fossem a viagem de uma noite. Os altos e baixos. Os momentos, imperfeições e glórias traduzidos em música. A palavra que lhe faltava pediu a um amigo: Carlão. Habituados a experimentar, consumidores compulsivos de música, o som resultou em sofisticação hip-hop, que saiu da porta e percorreu o corredor até à outra porta ao lado: Regula. Ligação direta à escola da rua, do bairro. Entre amigos partilharam os primeiros episódios e traçaram o rumo para uma viagem de palavras e sons de dias e noites intermináveis. Juntos foram empurrando o relógio até ao ambiente musical mais noturno que se escutou nos últimos tempos. É o beat pelo beat. É a rima pela rima. É a melodia pela melodia. A verdade rimada nos olhos uns dos outros”.

 

“Mais do que o hip-hop, a música portuguesa muda com 5-30”, dita ainda o comunicado.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra


''O mundo é cheio de pessoas e os dias cheios de infinitos  mas tão infimas as possibilidades de nascer um mito, e para fazer por isso, podemos tentar tornar o dia do outro mais bonito. Ele escolheu começar no dia dos namorados, uma rosa e um recado confiando no acaso mas ela não respondia e algum tempo passado na falta de um mais-que-tudo o compromisso foi selado. Com o mundo e se no fundo o amor é quotidiano faz sentido que o altar seja o metropolitano todos os dias do ano na última carruagem devoto na oferenda uma flor e uma mensagem. Escrevia como para ela, em vida paralela e vinha de Santa Polônia sentado a janela e quando tocava o Marques para a linha amarela já trazia uma flor a menos na lapela. E lá estava o seu bilhete pendurado, no sinal de alarme como combinado, para lembrar a quem passava que o amor é inesperado, e que, como o perigo pode estar em todo o lado. O destino dele era o coração e todos dias ele seguia na carruagem a mesma circulação e cada dia era comprido com dedicação a rotina que fazia da sua vida uma missão. E como retribuição ele recebeu respostas, na caixa de correio chegaram muitas propostas, mulheres dispostas a tudo, lisboetas de todo o mundo mas que no vagão do fundo sonhavam com futuro inspiradas no romance, sem chance, ele só queria uma e esta não estava ao alcance. 365 dias depois, depois de 365 poemas e flores chegada ao fim da promessa e despedida, era a última tulipa, a última tentativa. No sinal de alarme na tarde de S.Valentim, a paixão é o início  o amor é o fim e já sem nenhuma esperança que ela lhe respondesse tingiu de algumas lágrimas esse último bilhete, foi de coração cinzento que na manhã seguinte tudo foi surpreendente mal saiu do número 20, haviam flores e frases espelhadas pelas ruas. Nos postes, nos semáforos, nos carros, nas gruas, palavras nas paredes, pétalas por todo o lado, poemas e papoilas e RAP a passar na rádio. Ele ia embasbacado no caminho da estação que passou a primavera com as flores no corrimão e até na bilheteira se davam outros bilhetes, de admiradores secretos do metro nos seus ''flirts'', ele foi descendo a escada na entrada da carruagem penduradas no alarme uma flor e uma mensagem. Pela primeira ele era o destinatário.. era o 15 de fevereiro, o seu aniversário. Cheirou a rosa vermelha enquanto abria a carta, a paixão é uma janela o amor é uma porta e ao lado estava uma entreaberta, e no recado era conhecida a letra, espreitou para a cabina e era ela! No lugar do maquinista a sua espera! E ele vai em direção a ela com o beijo de cinema, a paixão é uma flor o amor é um poema ele vai em direção a ela com o beijo de cinema porque a paixão é uma flor o amor é um poema.''


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Letra

 

 

Nossa nave é uma big Massala, energia vai e vem, é dificil para-la !
Morre, nasce, gira, mexe,Tira, poe, sobe e desce
A magia acontece e o Universo agradece
mas quando o homo tenta racionalizar
começa a separar dá por tal a controlar
Magia , julgada, posta de parte e alterada
E a negação do todo, criada a partir do nada

Sou mátria nesta pátria, sou moça, mãe motriz
Motor dessa maratona, moura encantada , me sinto a matriz
e canto em meio tom místico móvel de mente e coração
Canto ao mundo movediço em moda e meta de oração
Movimentação que provoca mudança em forma de colisão
Quero mimar o movente da gente
com mambo ,merengue e milonga
com mimica amina melódica a que eu me proponga
Eu quero a morada sem bomba ! eu quero a morada sem bomba !

Mistura,cultura passada presente ou futura
não são ponto de ruptura, são o todo de uma aventura
São beleza universal, criadores da receita na aldeia global
mas o tempo passa e ultrapassa o conceito de raça
Quando vês um afro com olhos de chinês
pois é! a magia foi lançada outra vez

Não sou muda nem uso mordaça, não mordo o meu semelhante
Não me máscaro, sei o que se passa, maçons rebentando altifalantes
Minha munição arma metafórica é puro de amor e perdão
com um despertar brilho euforica, chama trina no chakra do coração



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Letra

 

Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefece
Sem antes nem depois 

Era um segredo 
Sem ninguém para ouvir 
Eram enganos e era um medo
A morte a rir 
Dos nossos verdes anos

Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera

No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós



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Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

 

 

letra

 

Diabo na Cruz - Vida na estrada

Siga em Fila Vai
9 emprego 5 Sai
Quinto império do atalho
Bomba, Escola, Pão Talho

Trivia, televisão,
Aurora do Quadrilião
No ar um cheiro a esturro
Bom p´ro esperto mau pró burro

Perto Tão Perto
Do Oásis no Deserto
Longe tão longe de ir lá hoje

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Trânsito no Jamor
A Ouvir notícias do terror
Troika, Bolha Imobiliária
É cara a vida e a pensão precária

Água, Cabo, Net,
Luz, Ginásio, Yoga, Creche
IUC, IMI, IRS,
Paga, paga, Esquece, esquece

Fraco Tão fraco
O Sol neste buraco
Boa é tão boa
A vida boa

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

Sismo no Japão
Zara nova coleção
Espionagem muda o tema
Woody Allen no Cinema

Zapping e jornal
Série e logo futebol
O vizinho num concurso
A fazer figura de urso

Chato, tão chato
Papar grupo barato
Oco tão oco
O circo louco

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada

Onde não há prazos
nem obrigações
Não há debates
Nem Euromilhões

Onde o Sol eleva
E a frescura acata
Sem consulta
Ao homeopata

Onde a cura é sem vacina
E a cardina sem pesar
Por lagoas e colinas
Vâ-se a lágrima a secar

Dá o vento na cara
E nada nos pára
Nada nos pára

Perto Tão Perto
Do Oásis no Deserto
Longe tão longe de ir lá hoje

Mora, Demora o que é bom nunca é para agora
Quem me dera ir daqui pra fora

Mergulhar mãos no volante
E adiante pra qualquer lugar
Vidro aberto e rádio alto
No Asfalto sem me apoquentar

Saborear o mar e as serras
Cobrir-me de pó e geada
Roer o osso desta terra
Na vida de Estrada



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Novo álbum de Gisela João, «Sem filtro», editado sexta-feira

O novo álbum da fadista Gisela João, “Sem filtro”, que inclui temas gravados ao vivo e dois gravados em estúdio, é editado na sexta-feira com a revista Blitz.

 

Os dois temas gravados em estúdio, em 2012, são “Quando os outros te batem beijo-te eu”, de Pedro Homem de Mello, no Fado Aracélia, de Armando Machado, e “Lá na minha aldeia”, de Alberto Janes, ambos criações de Amália Rodrigues.

 

De 2012 é também o registo ao vivo no Teatro do Bairro de “Toada Beirã/Quando Eu Era Pequenina”, tema popular da Beira Baixa amplamente gravado por nomes como Amália Rodrigues, António Mourão ou, mais recentemente, por Ana Laíns.

 

Do espetáculo efetuado no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, em janeiro passado, e que teve lotação esgotada, o CD regista apenas fados tradicionais, como o Modesto, no tema “Antigamente”, o Cravo, de Alfredo Marceneiro, no tema “Maldição”, o Acácio, na letra “Naquela Noite em janeiro”, e o Esmeraldinha, no tema “Julguei Endoidecer”.

 

Gisela João, natural de Barcelos, fez parte do elenco do restaurante típico Senhor Vinho, da fadista Maria da Fé e do poeta José Luís Gordo, e, no ano passado, gravou o álbum em nome próprio. Anteriormente, a intérprete tinha gravado com a banda Atlantihda, em 2009.

 

O álbum “Gisela João”, que inclui entre outros fados “Sou tua”, “Voltaste” e “Sei, finalmente”, foi considerado, pela Blitz, o Melhor Álbum Nacional de 2013.

 

A fadista participou, também no ano passado, no álbum “Onde sonho”, do pianista grego Alexandros Nathanail.

 

Retirado do Sapo Música



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Reportório Osorio

 

Reportório Osório, a mais recente criação d’Orfeu, vai lançar o seu CD de estreia, apresentando-o na Tour Nacional que leva as “Canções do Umor” a todo o país. O próximo concerto é no Centro das Artes do Espectáculo de Sever do Vouga a 8 de Março, seguindo-se depois Lisboa e Beja no fim-de-semana seguinte. A digressão inclui 15 datas de norte a sul do país e fechará com um concerto especial em Águeda, a 9 de Maio.

Sob o selo d'Eurídice, o lançamento do disco de Reportório Osório está previsto para 10 de Março. Esta aposta do braço editorial da d'Orfeu, com produção, gravação, mistura e masterização de Rui Oliveira e ilustrações, direcção editorial e grafismo de Léa López, projecta o novo projecto criativo de Luís Fernandes, que se estreia como letrista. O projecto começou a apresentar-se ao vivo em meados do último ano, tendo obtido o 1º Prémio do Festival INATEL 2013 e realizado cerca de uma dezena de apresentações, acolhendo as primeiras excelentes críticas e fazendo seguidores pelo país.

Após a apresentação aclamada pelo público no Teatro Viriato, em Viseu, no passado 12 de Fevereiro, "Reportório Osório" prossegue a sua tour nacional já no próximo sábado, dia 8 de Março, às 22 horas, no Centro das Artes do Espectáculo em Sever do Vouga. De seguida, o dueto de Luís Fernandes (voz e interpretação) e Sónia Sobral (acordeão) conta com uma agenda de apresentações intensa e geograficamente diversificada: Teatro Dom Luiz Filipe, em Lisboa (14 Março); Galeria do Desassossego, em Beja (15 Março); Atrás de Serra, na Guarda (29 Março); Centro de Animação Cultural de Mortágua (2 Abril); Sociedade Harmonia Eborense, em Évora (5 Abril); Cine-Teatro de Estarreja (11 Abril); Cine-Teatro João Ribeiro, em Vouzela (12 Abril); Sétima Arte, em Castro Verde (25 Abril); Taifa, em Setúbal (26 Abril); Quartel das Artes, em Oliveira do Bairro (30 Abril); Festival "Palco para Dois ou Menos", em Carregal do Sal (2 Maio); Club de Vila Real (3 Maio) e Cine-Teatro São Pedro, em Águeda (9 Maio).

Reportório Osório transforma, de forma irónica, o quotidiano das relações afectivas em canções. As personagens masculinas de Reportório Osório ganham vida própria em cada um dos temas, com autoria partilhada de Luís Cardoso (músicas) e Luís Miguel Fernandes (letras). O disco conta ainda com a participação especial da Orquestra Filarmónica 12 de Abril, sob a direcção de Luís Cardoso. O disco pode ser comprado nos concertos da digressão ou através do email lojinha@dorfeu.pt, estando também disponível na d’Orfeu e em pontos de venda de entidades parceiras.

Tudo sobre Reportório Osório em http://www.dorfeu.pt/reportorioosorio e http://facebook.com/reportorioosorio.



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Letra

 

Parecia fácil, mas havia confusão
Já não sabia, se dizer sim ou não.
Entrar na onda, era fácil aguentar
O que assustava, era como ia acabar.

Os pensamentos começaram a correr
E de repente, eu já estava sem saber
Se tudo aquilo em que eu sempre acreditara (sempre acreditara)
No meio de toda esta loucura
Ia acabar por ser só mais uma mentira.
Foi como ouvir alguém dizer

Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p'ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.

Tinha vontade, de deixar de lutar
Contra o que sabia que era melhor evitar.
Só uma vez não iria mudar nada
Pensar no fim é que ainda me assustava.

Os pensamentos começaram a correr (os pensamentos a correr)
Mas de repente, eu já estava sem saber (estava sem saber)
Se tudo aquilo em que eu sempre acreditara (acreditara)
No meio de toda esta loucura
Ia acabar por ser só mais uma mentira.
Foi como ouvir alguém dizer

Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p'ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.

Sei...
Sei...
Sei...
Sei...
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p'ra viver
A minha vida mal ou bem.
Sei que posso fazer tudo,
Mas nem tudo me convém.
O que escolho fazer hoje
Vou vivê-lo amanhã.




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Letra

 

Muito tempo fora
Mas chegou a hora
O momento é agora
Testemunha uma nova aurora
Testemunha o meu triunfo
Enquanto eu parto para o destrunfo
Enquanto eu parto esta porra toda
Antes que eu parta esta porra toda
Tu pensavas que eu não era capaz
Sobreviver e ficar em paz
Mas eu não vou ficar para trás
Porque eu sou capaz, eu sou capaz
E tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz

Pita que pariu, pai deu de fuga
Quem te vê e viu, sempre trombuda
O tempo fugiu e não te sorriu
A distância fez me perceber
Como por dentro és feia
Fez me perceber como o destino premeia
Quem acredita acredita sempre até ao fim
Não és tudo, não podes ser 
mais que nada para mim
E não te preocupes tanto comigo
Falta te o jeito, não tens o direito
eu não te aceito, por isso pára

Muito tempo fora
Mas chegou a hora
O momento é agora
Testemunha uma nova aurora
Testemunha o meu triunfo
Enquanto eu parto para o destrunfo
Enquanto eu parto esta porra toda
Antes que eu parta esta porra toda
Tu pensavas que eu não era capaz
Sobreviver e ficar em paz
Mas eu não vou ficar para trás
Porque eu sou capaz, eu sou capaz
E tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz

Mas se tu acreditasses hoje eramos papás
Agora tás a ver onde tu tás
Só consegues ver um bec' dum gajo
Eu bem te disse eu não quero que tu bazes
Onde queres que tu vás, 
tu vais e vens e vês o mesmo rapaz
A minha gang é só da street sick
Ya eu tenho uma click ? eu e o big shit e mais 25
Trigo limpo, quem me dera que fico rico
Não vês estas cenas todas à espera de picnic-nic
Agora faz umas cenas à espera noutro lick deep
Tenho memórias deste ?
Conto te histórias e tu nem abres o bico bitch
Nadar com os tubarões, big fish
A guinada muda agora pois weed shit
A passar para as prisões para o meu peeps
Old School a partir prego dance kick street
Tantas horas a andar de skate switch kick flip

O momento é agora (2-14-5-30) (3x)

Muito tempo fora
Mas chegou a hora
O momento é agora
Testemunha uma nova aurora
Testemunha o meu triunfo
Enquanto eu parto para o destrunfo
Enquanto eu parto esta porra toda
Antes que eu parta esta porra toda
Tu pensavas que eu não era capaz
Sobreviver e ficar em paz
Mas eu não vou ficar para trás
Porque eu sou capaz, eu sou capaz
E tu pensavas que eu não era capaz
Tu pensavas que eu não era capaz

 

 

5-30 / "Chegou a Hora"
Música: Fred / Letra: Carlos Pac Nobre & Regula

Link iTunes: https://itunes.apple.com/pt/album/che...
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Album 31 de Março



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Belém Art Fest regressa com espetáculos em três museus e nos Jerónimos

A 3.ª edição do Belém Art Fest vai regressar a Lisboa nos dias 4 e 5 de abril com três museus e o Mosteiro dos Jerónimos como palco para Rita Redshoes, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a fadista Ana Sofia Varela.

 

A iniciativa, cuja terceira edição foi hoje divulgada, em Lisboa, é da responsabilidade da produtora Amazing Adventure (AA), em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), o Museu Coleção Berardo, a Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia de Belém.

 

O objetivo, de acordo com a organização do festival, que tem como diretora artística Selma Uamusse, a voz do grupo Wraygunn, é "promover novos artistas e projetos inovadores em espaços privilegiados de Lisboa".

 

Durante duas noites, os visitantes poderão assistir a concertos, workshops, exibições de dança, cinema, atuações de Djs e visitar todos os espaços e respetivas exposições, mediante a capacidade das salas.

 

De acordo com Pedro Pais, da organização, a grande novidade deste ano em relação aos espaços dos espetáculos e outros eventos é a inclusão do claustro do Mosteiro dos Jerónimos.

 

A organização estima que aquele espaço do monumento quinhentista deverá receber cerca de 800 participantes nos concertos mais concorridos, como o de Rita Redshoes, que apresenta o seu último trabalho, e dos Gospel Collective e convidados. Com esta área, é aumentada a capacidade total do festival para acolher cerca de 5.000 visitantes.

 

Relativamente aos números de participantes nas edições anteriores, a organização indicou que ascenderam a 3.000, na edição de 2013, e 800, em setembro de 2012.

 

O Museu Nacional dos Coches irá acolher concertos de fado e música clássica, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e Ana Sofia Varela.

 

No Museu Nacional de Arqueologia, os visitantes poderão visitar as exposições temporárias, participar em workshops de fotografia ou maquilhagem e assistir a concertos de Noiserv, Minta & the brook trout, Walter Benjamin e Cais do Sodré Funk Connection.

 

O Museu Coleção Berardo, aberto até às 04:00 da madrugada, vai ter atuações de Thomas Anahory, Da Chick e Carolina Deslandes, os Djs Ricardo Guerra, da Revolta do Vinyl e Dj Kamala.

 

Do cartaz do festival fazem ainda parte Andycode, Beatriz Pessoa, Sérgio Silva, Piano Batuque, Mila Dores, Wack e Projeto Melodium, e uma parceria estabelecida com a Jazzy Dance Studios, que traz ao festival, este ano, a vertente da dança.

 

Os bilhetes têm o preço de 12 euros para entrada em todos os espaços num dia, e de 16 euros para todos os espaços nos dois dias, e o horário do festival, no Museu Berardo, vai das 19:30 às 04:00, e, nos restantes espaços, das 19:30 à 01:00 da madrugada.

 

retirado do Sapo Música



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Carlos do Carmo

 

Apresentações do disco «Fado é Amor» acontecem em abril e contam com a participação de Camané, Ricardo Ribeiro, Mariza e Raquel Tavares, entre outros

 

O fadista Carlos do Carmo que, no ano passado, celebrou 50 anos de carreira, atua em abril nos coliseus de Lisboa e Porto, partilhando o palco com Camané, Ricardo Ribeiro, Mariza, Carminho, Mafalda Arnauth, Aldina Duarte, Marco Rodrigues e Raquel Tavares, escreve a agência Lusa.

Os concertos de apresentação do álbum «Fado é Amor», no qual partilha a interpretação de diversos fados com estes fadistas, realizam-se no dia 5 de abril no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e no dia 12 de abril, no Coliseu do Porto.

Os fadistas serão acompanhados à guitarra portuguesa por José Manuel Neto, à viola por Carlos Manuel Proença, e à viola baixo por Marino de Freitas.

 

Retirado de IOL



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Letra

 

"Eu sou a víbora, o meu nome é Dalila,
mal te vi colei em ti em modo Miss Simpatia querida,
eu quero tudo o que tens,eu sou a sonsa,
eu não sou amiga de ninguém para além da onça,
mira de ave de rapina, pratico uma boa intriga,
na trica conspirativa, traíra competitiva,
viva o mau-olhado e a facada dada nas costas,
santa do pau oco com olho gordo nas notas,
sorrindo brindo à nossa, aceitam-se apostas,
afinal qual das hipócritas sabe lamber mais botas,
eu mereço um óscar, o cachê e o poster,
sem mim a tua vida era um filme do Kevin Kostner!

Judas e Dalilas, cínicos, cobras criadas, línguas afiadas, frios, amigos das horas vagas.

Chibo-me acerca do coitado para quem me fiz passar por bom amigo.
Se eles me apanham, vou contar e sair da esquadra limpo.
Com o cadastro imaculado. Enfim,
tens sido útil, mas vais ser mais útil
a apodrecer na prisão por mim.
E agora que sais de cena, talvez seja desta que eu
desonro a tua irmã e guardo o que era teu.
Colega, isto é só love.
Espalhar a semente como um soldado.
Quando voltares, já fui com um plano novo,
concentrado noutra cidade.
Ouve, eu violo a sociedade morta que definiu as normas
antes de eu nascer e estar presente para dar a minha proposta.
Lamento, mas quando ficar rico, eu recompenso. Agora,
o que me importa é sacanear a minha situação daqui para fora.

Ah! Ah! Judas e Dalilas!" 



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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

Capicua apresenta novo álbum em Lisboa e Porto

Já são conhecidas as datas de apresentação ao vivo do novo álbum de Capicua, “Sereia Louca”.

 

O disco, com edição prevista para o próximo dia 3 de março, vai ser interpretado no Plano B, no Porto, a 29 de março e, a 5 de abril, no Musicbox, em Lisboa.

 

Enquanto não chega às lojas, o segundo álbum da artista portuense, do qual já se conhecem os singles Mão Pesada e Sereia Louca, pode ser ouvido, em primeira mão, no Meo Music, durante esta semana.

 

Recorde-se que o registo está dividido em duas partes. A primeira inclui produções de D-One, Conductor, Ride, Stereossauro, Xeg e Serial e conta com as vocais de Gisela João, Aline Frazão e M7. A segunda incorpora versões acústicas de músicas de trabalhos anteriores de Capicua, feitas com Mistah, Isaac e They’re Heading West.

 

É “um disco que fala das mulheres, da água, da morte e dessa coisa complicada que é o passar do tempo e da idade”, pode ler-se em comunicado.

 

retirado do Sapo música



publicado por olhar para o mundo às 20:40 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 17:51 | link do post | comentar

ANA MOURA E ANTÓNIO ZAMBUJO  Nova data no Coliseu dos Recreios, em Lisboa

 

ANA MOURA E ANTÓNIO ZAMBUJO

Nova data no Coliseu dos Recreios, em Lisboa

A história de amor entre o público português e o espectáculo que a Ana Moura e António Zambujo apresentam continua.

 

Depois do avassalador sucesso da apresentação em Outubro no CCB, Ana Moura e António Zambujo vêem-se agradavelmente forçados a fazer novamente espectáculos em conjunto.

 

Para além das datas de 19 de Março no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e dia 21 no Coliseu do Porto, a dupla anuncia agora novo concerto dia 18 em Lisboa, dado o espectáculo do dia seguinte estar já praticamente esgotado.

 

Este espectáculo nasceu de um convite do Museu do Fado no início de 2013, no âmbito das comemorações da elevação do Fado a Património Imaterial da Humanidade. A reacção do público foi de tal forma estrondosa, que o CCB ficou esgotado com muitos meses de antecedência.

 

Os apelos insistentes dos fãs de ambos para que o concerto fosse reposto surtiram efeito, sendo esta a oportunidade única para ver juntos e ao vivo os dois artistas nacionais de maior sucesso do último ano.



publicado por olhar para o mundo às 12:48 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

 

Sem Saber

sem saber

 porque te amei assim,

 porque chorei por mim,

 sem saber

 com que punhais tu feres,

 magoas mais e
queres

 

 sem saber

 onde é que estás, nem como,

 o que te traz sem rumo, 

sem saber

 se tanto amor devora 

mais do que a dor que chora,

 sem saber 

se vais mudar, se então

 podes voltar ou não

 

sem saber

 se em mim
mudou a vida,

 se em ti ficou perdida

 

 

 sem saber

 da solidão depois

 no coração dos dois

 

sem saber

quanto me
dóis na voz,

 ou se há heróis em nós.




publicado por olhar para o mundo às 08:27 | link do post | comentar

Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

MEU E TEU | “Mundo das Formas” no MUSICBOX (Lisboa) | convidada: Lena d’Água

Dia 27 de Fevereiro (5ªf) | 22:30 | Bilhete: €5 (c/bebida)

Pré-venda do Cd a preço especial

www.meueteu.pt |www.facebook.com/meueteu | www.youtube.com/meueteutube 

 

 

Mundo das Formas” é o novo disco dos Meu e Teu. Alinha 14 temas, inclui uma versão do tema “Nuvem” dos Ornatos Violeta e conta com várias participações especiais, entre elas da cantora Lena d’Água em dois temas. O single de apresentação chama-se “Seres Alucinados”.  

 

vídeo de letra, disponível no início do mês de Fevereiro, subiu rapidamente à segunda posição dos videos mais vistos da Sapo

 

O disco está disponível nas principais plataformas digitais e chegará às lojas em meados do mês de Março.

No Musicbox pode ser adquirido a um preço muito especial.

 

Os Meu e Teu são: Diogo Freire (Voz, Guitarra), Bruno Cunha (Baixo), Luís Ramos (Guitarra Ritmo),Joaquim Pequicho (Bateria) e Paulo Bispo (Guitarra Solo). Ao vivo a banda conta também com Mossy (teclados e samplers).

 

 

Agenda de Concertos (datas sempre actualizadas no site da banda):

 

- Dia 14 de Março (6ªf) | 00:30 | IClub (Pataias, Alcobaça) | entrada livre

- Dia 15 de Março (sab) | 22:30 | FMM Corroios (banda convidada) Bilhete: 3€

- Dia 22 de Março (sab) | 23:30 | In Live Caffé (Moita, Setúbal) | Entrada: €5 (consumo mínimo)

- Dia 5 de Abril (sab) |  01:30 | Beat Club (Leiria) | Bilhete:€3

- Dia 17 de Abril (5ªf) |  22:30 | Cine Incrível (Almada) | Bilhete:€5 (oferta 2 bebidas)

 

Agenciamento: Alien | www.alien.pt | alien@mail.telepac.pt | tlm: 933 075 281/ 963 075 281

 

 

Vídeo de Mundo das formas

 



publicado por olhar para o mundo às 22:38 | link do post | comentar

SANDRO NORTON CASA DA MÚSICA | 8 Março 2014, 21H30 Lançamento do Álbum “Flying High… at the heart of it”

 

SANDRO NORTON

CASA DA MÚSICA | 8 Março 2014, 21H30
Lançamento do Álbum “Flying High… at the heart of it”

 


 

Sandro Norton apresenta o álbum de estreia, "Flying high... at the heart of it", na Casa da Música no dia 8 de Março 2014.

Um espetáculo eclético, com uma sofisticada componente cénica, onde a dança, as sombras e a luz acompanham uma experiência musical única. O virtuosismo de oito músicos funde-se numa só linguagem, numa química única que flui do palco e contagia a audiência.

Este novo trabalho representa uma viagem, entre vários lugares, culturas e diversas influências musicais. Temas como «At the heart of it», «Afrikando», «Andaluziana Song» e «The Storm», são plenos de musicalidade e convites à viagem e mereceram críticas de nomes de referência do panorama musical internacional, como Ian Anderson (Jethro Tull), Gary BurtonVicky GenfanSid Jacobs ou Pip Williams.

Sandro Norton será acompanhado por João Salcedo (Piano, Fender Rhodes), Luís Trigo (Harmónica, Violino), João Cunha (Bateria), Marcos Buzana (Percussão, Vozes, Guitarra), Bruno Cardoso (Violoncelo) e Filipe Teixeira (Contrabaixo). O espetáculo na Casa da Música contará ainda com a participação de convidados especiais, como Fernando GirãoHorácio Tomé e Jorge Fernando.

Ao vivo, os temas do disco ganham uma dimensão transcendente. O octeto e a sua vasta gama de 15 instrumentos, reproduz o som do vento, do mar tempestuoso, da quente aragem africana e do fumo que emerge dos passeios de Nova Iorque. É árduo verbalizar o que significa assistir a este palpitar do "Flying High… At The Heart Of It". É uma experiência sensorial. Os sentidos pulsam de forma uníssona. Entregam-se de forma uníssona. Deleitam-se de forma uníssona. E isso, mais uma vez, é química. Perfeita.

Podem ver no youtube «Percurssive Talk» do álbum "Flying high... at the heart of it".

Sandro lidera vários projetos de Jazz, tendo formado o Sandro Norton Trio, Quarteto de Jazz Confusion, Quarteto Sandro Norton, Octeto Sandro Norton, Café de Paris e Flor de Lis. Frequentou a London College of Music (da Universidade Thames Valley), foi membro da banda Flipsiders, com três turnés em Inglaterra e, também trabalhou na Orquestra Nacional de Londres (NYJO). Participou em vários concertos e Festivais de Jazz quer em Portugal, quer no estrangeiro (Espanha, França, Itália, Holanda, Noruega, Inglaterra, Suécia).



publicado por olhar para o mundo às 21:33 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 17:42 | link do post | comentar

Dead Combo - «A Bunch Of Meninos» em pré-venda no iTunes

 

NOVO ÁLBUM DOS DEAD COMBO
VAI SER EDITADO A 10 DE MARÇO

Pré-venda de «A Bunch of Meninos» disponível
no iTunes e inclui quatro «instant grats»

Dia 21 de Março, a dupla convida o público para um concerto inesquecível no palco do Coliseu dos Recreios

 

Foi a primeira vez que uma banda nacional decidiu apresentar um álbum desta forma mas a visão dos Dead Combo já se revelou um sucesso: o novo registo da dupla composta por Tó Trips e Pedro Gonçalves está disponível, em pré-venda, no iTunes, a um preço especial, e inclui quatro canções em forma de «instant grat», à cadência de uma por semana.

 

«A Bunch of Meninos» só chega às lojas no dia 10 de Março mas o véu começou, assim, a ser desvendado. Depois de «A Bunch of Meninos», a canção que dá nome ao álbum, e de «Povo Que Cais Descalço», «Miúdas e Motas» é o «instant grat» desta semana, seguindo-se «Waits», finalmente, no dia 3 de Março.

 

O segundo teaser para «A Bunch of Meninos» já está disponível,aqui.



publicado por olhar para o mundo às 12:30 | link do post | comentar

 CORDIS - Piano & Guitarra Portuguesa - nos 500 Anos da Freguesia da Matriz - HORTA (Ilha do Faial - Açores)

 

CORDIS – PIANO E GUITARRA PORTUGUESA – NA HORTA (ILHA DO FAIAL-AÇORES)
Música | Sociedade Amor da Pátria | Entrada livre
08 MARÇO 2014 | SÁBADO | 21H30

 

CORDIS encerra o evento de comemoração dos 500 Anos da Freguesia da Matriz na HORTA, na Sociedade Amor da Pátria.

 

Esta formação musical é constituída por Paulo Figueiredo (piano) e Bruno Costa (guitarra portuguesa).

 

Num espaço que reflete a altivez da arquitetura do século XIX, os dois músicos cruzam-se com paixão e intensidade, mostrando, através de uma nova abordagem estética, facetas desconhecidas de alguns clássicos da Guitarra de Coimbra.

 

O alinhamento do espetáculo irá explorar peças de reconhecidos compositores como Carlos Paredes, Artur Paredes e António Portugal e alguns originais editados nos dois CD CORDIS.

 

CORDIS  breve biografia

 

CORDIS surgiu em Setembro de 2008, com o CD CORDIS piano e guitarra portuguesa e um concerto de apresentação em Coimbra, onde a tradição da música de Guitarra Portuguesa foi confrontada com uma nova abordagem explorada pelo encontro invulgar do piano com a guitarra.

 

A apresentação pública de CORDIS 2 aconteceu a 30 de Setembro de 2011, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra. Este concerto de lançamento do CD contou com a participação dos músicos convidados que colaboraram na edição deste novo trabalho de piano e guitarra portuguesa.

 

Com CORDIS piano & guitarra portuguesa completamente esgotado, o cd CORDIS 2, já na sua terceira edição, foi apresentado em diversos palcos - Festival Fresh Mood 2.0, Festival José Afonso, Musibéria, Festival de Outono, Pausas Musicais, entre outros. O concerto CORDIS & Cuca Roseta (com Quarteto Opus Quatro) encerrou o 5º Festival das Artes (Coimbra).

 

Em 2013, o CORDIS produziu o primeiro DVD, gravado ao vivo em setembro de 2011, no Teatro Académico de Gil Vicente, onde teve lugar o seu lançamento numa edição de luxo, no dia 15 de novembro de 2013: PACK triplo que contém o DVD + cd CORDIS piano & guitarra portuguesa + cd CORDIS2.

 

Depois de Cascais e Albergaria, já em 2014, o CORDIS ruma agora a outras cidades, palcos de novas apresentações. 

 

Informações:

www.cordismusic.pt

https://www.facebook.com/cordispianoeguitarraportuguesa



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Letra

 

Não encontrei a letra desta Música



publicado por olhar para o mundo às 08:39 | link do post | comentar

Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

 

 

Letra

 

NACE EL DÍA EN LA CIUDAD
YA CAMINAN LOS OBREROS
SE LLENAN LAS AUTOPISTAS
DE QUIEN NO TIENE DINERO

DESPEGAN LOS AVIONES
ABREN PUERTAS LOS TENDEROS
SE APRESURAN PROFESORAS
DESAYUNAN LOS BANQUEROS

Y UNA NIÑA SOPLA NUBES
EN EL CRISTAL DE LA VENTANA

SE CORTAN LOS PRESUPUESTOS
SE ESTAN CERRANDO FRONTERAS
SE ESTAN SURCANDO OJERAS
EN LOS OJOS DE MI GITANO

SE ESTAN IZANDO BANDERAS
SE ESTAN DESPLOMANDO BOLSAS
SE ESTAN QUEJANDO LAS BANCAS
SE SIGUEN METIENDO GOLES

Y EL DÍA NACE EN LA CIUDAD
SE DESPIERTAN LOS ENFERMOS
Y UNA NIÑA SOPLA NUBES
HACIA PÁJAROS ETERNOS



publicado por olhar para o mundo às 23:21 | link do post | comentar

Pedro Abrunhosa recebe Prémio Pedro Osório
O Prémio Pedro Osório, atribuído pelo terceiro ano pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), será entregue ao músico Pedro Abrunhosa, pelo álbum ‘Contramão’, na quarta-feira, às 18h30, na sede da cooperativa de autores.

"O prémio foi atribuído por unanimidade por um júri constituído pelos membros dos corpos sociais da SPA, tendo em conta a qualidade da obra editada em finais de 2013 e também o percurso de Pedro Abrunhosa, como criador e intérprete", afirma a cooperativa de autores em comunicado.

 

Em Dezembro passado, quando foi editado o CD, Pedro Abrunhosa afirmou que este era o resultado de uma nova "observação da realidade": "Sou movido pela realidade. O fio condutor é a 'auto-realidade', essa cúpula sob a qual tudo brota".

 

Gravado no Porto com a banda Comité Caviar, o disco contou com as participações do fadista Camané, do cantor catalão Duquende, do Saint Dominic Choir e do Quarteto de Cordas de Matosinhos.

 

O CD é constituído por canções feitas com "muita dedicação, pouca inspiração e uma observação da realidade" portuguesa, como a emigração e a crise, disse o músico.

 

‘Contramão’ é o sétimo álbum de originais do músico de 52 anos, a celebrar 20 anos da edição do álbum de estreia, ‘Viagens’, um dos de maior sucesso da sua carreira.

 

O Prémio Pedro Osório, no valor de 2.000 euros, foi instituído em homenagem ao compositor falecido em Janeiro de 2012, tendo, nas duas edições anteriores, distinguido os músicos Jorge Palma e Rão Kyao.

 

A SPA anuncia igualmente, que, em Março, será conhecido o vencedor do Prémio Igrejas Caeiro, que distingue uma personalidade na área radiofónica.

 

Retirado do Sol



publicado por olhar para o mundo às 22:12 | link do post | comentar

Silence 4 fazem apresentação exclusiva para IPO dia 27 com transmissão via web

 

SILENCE 4 | SongBook 2014

A reunião em palco

Apresentação exclusiva para comunidade hospitalar
Auditório do Instituto Português de Oncologia
27 de Fevereiro, 15H00

Público com acesso a transmissão em directo via web

 

Antes ainda das apresentações anunciadas para os próximos meses de Março e Abril, os Silence 4 irão realizar, em parceria com a Liga Portuguesa Contra O Cancro e o Instituto Português de Oncologia, uma apresentação exclusiva para a comunidade hospitalar – dos profissionais de saúde aos voluntários – que todos os dias dedica a sua atenção ao acompanhamento dos doentes e familiares.

 

Esta apresentação especial, decorrerá na próxima 5ª feira, dia 27 de Fevereiro, no auditório do IPO de Lisboa, a partir das 15H, num gesto de agradecimento a todos os profissionais e voluntários que diariamente apoiam o doente oncológico.

 

E ainda que o acesso a este showcase seja exclusivo, o grupo em colaboração com os seus media partners, Rádio Comercial e RTP, irá possibilitar ao público em geral de assistir em directo e na íntegra daquele que será o seu primeiro concerto deste seu regresso aos palcos. A transmissão decorrerá no facebook oficial do grupo –www.facebook.com/silence4 - e nas plataformas digitais da Rádio Comercial e RTP.

 

Silence 4 | SongBook 2014



publicado por olhar para o mundo às 21:22 | link do post | comentar

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