Sábado, 30 de Novembro de 2013
Ensemble Bonne Corde
Concerto na Sala Luís de Freitas Branco do CCB | 1 Dez 2013 às 11h00
Ensemble Bonne Corde
Diana Vinagre direcção artística e violoncelo barroco
Rebecca Rosen violoncelo barroco
Pablo Zapico tiorba e guitarra barroca
Miguel Jalôto cravo
Este programa pretende mostrar como o violoncelo foi abordado, primeiramente em Itália e depois, à luz das diferentes escolas de composição, nos vários países europeus. É emoldurado por duas das sonatas de Vivaldi, o único destes compositores a fazer a carreira em Itália. Os outros compositores italianos, Platti e Caldara, fazem a maior parte das suas carreiras na Alemanha e na Áustria, respectivamente. No início da segunda parte, temos uma Sonata de Barrière, primeiro violoncelista francês a render-se ao estilo italiano, em cujos quatro livros de sonatas há uma fusão muito arrojada entre as escolas francesa e italiana. As Sonatas para violoncelo, assim como a restante obra do holandês Willem De Fesch, estão claramente marcadas pela influência do estilo italiano.
Programa
Antonio Vivaldi – Sonata em Si bemol maior, RV 46
Giovanni Benedetto Platti – Sonata IV em Dó menor
Antonio Caldara – Sonata IV em Ré menor
Jean Barrière – Sonata IV em Sol maior (Livro II)
Willem De Fesch – Sonata n.º 3 em Ré menor, op.8
Antonio Vivaldi – Sonata em Lá menor, RV 44

 

Retirado de O Universo Numa Casca de Noz



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Letra

 

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Richie Campbell convida Dengaz e Ziggi Recado para concerto no Coliseu do Porto


Richie Campbell convida Dengaz e Ziggi Recado para concerto no Coliseu do Porto

O cantor de dancehall, reggae, ska e soul, Richie Campbell actua a 29 de Novembro, pelas 22:00, no Coliseu do Porto, concerto inserido na sua digressão “Focused Tour”.

 

O cantor português está a preparar uma produção especial para este concerto onde será gravado o seu primeiro DVD ao Vivo.

 

Richie Campbell e a 911 Band vão apresentar neste concerto uma formação um alinhamento onde além dos conhecidos sucessos como "That’s How We Roll", "Love Is An Addiction", "Get With You" e "Whataday", estaraõ também temas nunca tocados ao vivo pelo artista.

 

O cantor terá ainda como convidados Dengaz e Ziggi Recado. Dengaz é um dos nomes mais aclamados do rap português sendo bastantes conhecidos os seus temas “Encontrei” e “From the Hart”, este último contando com a presença de Richie Campbell.

 

Ziggi Recado é um dos nomes mais conceituados da música reggae da Europa. Já participou em alguns dos mais conceituados festivais da Europa como Lowlands na Holanda, Festineuch na Suiça e Cabaret Sauvage em França. Os seus temas mais conhecidos são “Need to tell you this” e “Gonna Leave you”.

 

Richie Campbell estará também no Campo em Lisboa a 19 de Dezembro no concerto que encerrará a sua digressão.


Retirado do HardMúsica



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letra

 

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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013

Helena Caspurro


HELENA CASPURRO

''Paluí'' nas lojas a 2 de Dezembro


O terceiro disco de originais de Helena Caspurro - Paluí – vai estar nas lojas a 2 de Dezembro e durante esta semana, Paluí esteve em destaque na rádio Antena 1 (apoio oficial) e foi exibido por José Duarte no Cinco Minutos de Jazz.
 
single de estreia é «Navegar» e podem escutá-lo aqui e ver o vídeo aqui. Em apenas 10 dias já conseguiu 1000 visualizações no youtube.

Paluí é um álbum com uma veia Partimpim de Adriana Calcanhoto e a musicalidade de Patricia Barber ao piano. É um disco repleto de histórias que Helena cria, conta e (en)canta, numa viagem pelo imaginário da infância, para os adultos. Com sonoridades quentes, mescladas com balanços jazzísticos interpretados ao piano pela autora, num formato desta vez instrumentalmente diversificado. A 20 de Novembro, Paluí, foi apresentado ao vivo nos Festivais de Outono 2013
.
 
A sua música, estruturada em torno da canção e do texto poético escrito em português, carateriza-se pela presença da improvisação e da fusão estilística: Jazz, Blues, Pop, Bossa Nova e Fado.

Conta com colaborações de músicos como Brendan Hemsworth, Telmo Marques, António Aguiar (Togu), Arnaldo Fonseca (Nocas), Carlos Mendes, Andrés Tarabbia (Pancho), Mário Santos, José Lima, Pedro Almeida, Luís Trigo, Filipe Monteiro, Nuno Aragão, António Miguel (Tomi), Diana Basto, Inês Lamela, Quarteto em Si, bem como, Mário Barreiros e António Pinheiro da Silva na mistura e masterização.

Helena Caspurro irá apresentar Paluí em dois showcases na Fnac a 14 de Dezembro - 17h em Sta. Catarina e 22h no Gaia Shopping.


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Letra

 

De mãos nos bolsos e olhar distante
Jeito de marinheiro ou de soldado
Era o rapaz da camisola verde
Negra madeixa ao vento, boina maruja ao lado

Perguntei-lhe quem era, e ele me disse:
Sou do monte, senhor, um seu criado
Pobre rapaz da camisola verde
Negra madeixa ao vento, boina maruja ao lado

Porque me assaltam turvos pensamentos
Na minha frente estava um condenado
Vai-te rapaz da camisola verde
Negra madeixa ao vento, boina maruja ao lado

Ouvindo-me, quedou-se altivo o moço
Indiferente à raiva do meu brado
E ali ficou de camisola verde
Negra madeixa ao vento, boina maruja ao lado

Soube depois, ali, que se perdera
Esse que só eu pudera ter salvado
Pobre rapaz da camisola verde
Negra madeixa ao vento, boina maruja ao lado



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Dralion

 

Já estão à venda os bilhetes para o Cirque du Soleil que está de volta a Portugal para apresentar o espectáculo Dralion.

 

Fundado em Baie-Saint-Paul, no Quebec em 1984 por, Guy Laliberté e Daniel Gauthier, dois artistas de rua para a comemoração do 450º aniversário da descoberta do Canadá, O Cirque du Doleil tornou-se conhecido a partir de 1984 com o espectáculo Le Grand Tour du Cirque du Soleil.

 

Durante a década de 90 do século passado, o Cirque cresceu muito rapidamente, dos 73 artistas com que contava em  1984, passou para mais 3.500 empregados distribuídos por  40 países e normalmente conta com pelo menos 15 espectáculos em simultâneo.

 

Esta será a sétima visita do Circo a Portugal, já passaram por cá os espectáculos: Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour (2013, Alegría (2011), Saltimbanco (2010), Varekai (2009), Quidam (2008) e DELIRIUM (2007)

 

Dralion estreou no Canadá em 1999 e já foi visto por mais de 7 milhões de pessoas em todo o mundo. 

 

Baseado na tradição acrobática chinesa, que tem mais de 3.000 anos, Dralion vai buscar a sua inspiração à filosofia do Oriente e à sua eterna busca pela harmonia entre os humanos e a natureza. O nome do espectáculo deriva de duas criaturas emblemáticas: o dragão, que simboliza o Oriente, e o leão, que simboliza o Ocidente.

Com Dralion o Cirque du Soleil traz a Lisboa a elegância e a competência artística a que já nos habituou, num espectáculo que conta com 50 acrobatas, ginastas, músicos e cantores internacionais.

 

Dralion estará na Meo Arena, em Lisboa, entre os dias 1 e 12 de Janeiro 2014.

 

 

 

Jorge Soares



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Pedro Burmester estreia-se na Casa da Música depois de «boicote» a Rui Rio

O pianista Pedro Burmester toca pela primeira vez na Casa da Música a 8 de dezembro, pondo fim a um período de dez anos sem concertos no Porto, num “boicote” ao facto de Rui Rio “ignorar” a cultura.

Numa sala de ensaio da sala de espetáculos que ajudou a erguer, Pedro Burmester sujeita-se à barragem dos jornalistas curiosos pelo duplo regresso, tal como o público que correu quase a esgotar o espetáculo que marca o fim do ciclo de piano da EDP.

“Um duplo regresso aumenta a pressão. Eu tento disfarçar, dizer que é mais um concerto, mas tem uma carga diferente. É a primeira vez aqui, e as primeiras vezes costumam ser inesquecíveis, sejam boas ou más, e é aqui nesta cidade, depois de um último concerto no Dragão”, lembrou à agência Lusa Pedro Burmester.

A última vez que tocou na sua cidade natal foi na inauguração, há dez anos, do estádio do FC Porto, num piano suspenso sobre o relvado. Desde aí só uma subida ao palco, irónica, para interpretar os “4’e 33”” de silêncio de John Cage. 

Em 2003 envolveu-se numa polémica com o então presidente da autarquia Rui Rio, que defendeu a demissão do pianista da administração da Casa da Música, cargo que ocupava depois de ter sido coordenador musical da Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Nessa altura, como “protesto político”, Burmester decidiu não tocar mais na cidade enquanto Rui Rio estivesse à frente da autarquia portuense. “Aquilo que mais me incomodou e que me levou a este modesto boicote foi a total ausência de discurso em relação à cultura, foi o ignorar. O ignorar é que me incomodou mais do que propriamente o fazer mal”, diz hoje Pedro Burmester.

Hoje, considera que esta é uma página voltada. “Quando um candidato à Câmara do Porto diz que um dos três pilares da sua política é a cultura isso quer dizer que mudamos radicalmente porque isso nunca foi dito nos últimos três mandatos, aliás não foi dito isso nem coisa nenhuma, o que foi o mais assustador”.

Mesmo assim, acha que a área da cultura soube sobreviver a “uma página que não fazia qualquer sentido”. “A cidade vinha do Porto 2001, com um andamento grande em relação à cultura, aguentou bem o embate que se seguiu e continuou a fazer o que vinha a fazer, até porque, por natureza, é uma cidade criativa e tem muita gente diligente naquilo que faz” afirmou. “Os cães ladram e a caravana passa”, concluiu.

Pedro Burmester, que já foi administrador e programador da Casa da Música, não classifica a sua estreia no palco da sala Suggia como “regresso a casa”. “Esta nunca foi a minha casa, foi uma casa a que dei muito de mim, mas nunca me apropriei dela e está na história da minha vida, até um pouco surpreendentemente” diz o pianista, que afirma que quando fez parte do grupo que preparava a Porto 2001 nunca pensou que a necessidade de “arranjar uma sala para a Orquestra” se transformasse naquilo que é hoje a Casa da Música.

O pianista desvaloriza as limitações orçamentais com que a instituição se tem debatido nos últimos anos considerando que “os constrangimentos são circunstanciais, embora provavelmente vão durar mais tempo do que é desejável”. “Não afetam aquilo que é mais importante no projeto, ele continua a oferecer muitas e variadas coisas, continua a chamar público e está em velocidade de cruzeiro com as dificuldades como todas as outras áreas têm”, considerou.

Um concerto que vai de Bach a Lopes-Graça

No encerramento do ciclo de piano EDP, o pianista vai tocar obras de Bach, Franz Liszt, Fernando Lopes-Graça e Gyorgy Ligeti.

O reportório para o concerto, confessa, “não foi escolhido a pensar no que funcionaria bem, calhou assim, embora o calhar assim não é por acaso”. Não é por acaso que lá está Bach, porque sempre toca “sempre alguma coisa de Bach”. “É por culpa, eventualmente, da professora que tive, Helena Sá e Costa, que era exímia intérprete de Bach e achava que Bach era o núcleo de onde quase toda a música sai” explica.

Depois segue-se Liszt, com a “Benção de Deus na solidão”, um compositor que Burmester diz que para os pianistas é “o super-herói, o homem que revoluciona totalmente a forma de tocar piano”.

A obra a interpretar reflete a relação de Liszt com a religião. “Tem até um poema que ele põe na partitura, que fala de um homem que tem um encontro com Deus e, com isso, renasce, é um homem novo. Acho que a música transmite isso de uma maneira muito tocante. É uma obra que faz bem à alma. E, portanto, achei que obras que fazem bem à alma, são particularmente boas nos tempos que correm.

De Lopes-Graça, Burmester vai tocar “Variações sobre um tema popular português”, a primeira obra do compositor português para piano que ele considera “um grande nome da cultura portuguesa, ao lado de Pessoa, de Camões, de Saramago”. Julga que esta é a primeira vez que toca Lopes-Graça e arrepende-se “de não ter chegado lá mais cedo”, mas está convencido que será “a primeira de muitas”.

Para fechar, o húngaro Ligeti. “Estou curioso para ver a reação do público a esta obra porque, apesar de tudo, não é assim tão contemporânea quanto isso. Foi escrita em 1953, já lá vão 60 anos. Mas que, um pouco, a história da música do século XX”, acrescentou.

 

Retirado do Sapo Música



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letra

 

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Quinta-feira, 28 de Novembro de 2013

 

 

Letra

 

Se é seguro o meu caminho
Isso eu não sei
Só é seguro porque
Fui eu que o tracei
Aprendi pela estrada
A subir pela escada
O Elevador da Glória
Passa o dia cheio
Se o calor não me afoga
Neste mar de seca
São as gotas de suor
Que a minha boca perde
E se o corpo não segue
O deserto é verde
Alucino
Tenho frio
Agora queria neve

 



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tomara


Luís Represas

Novo single estreia hoje nas rádios
e fica disponível digitalmente

Novo álbum ‘Cores’ terá edição
em Fevereiro de 2014



Chama-se ‘Tomara’ e é a nova canção de Luís Represas, aquela que serve como apresentação do novo disco ‘Cores’ previsto editar em Fevereiro de 2014. Este será o primeiro disco de estúdio a solo desde ‘Olhos nos Olhos’ de 2008. Durante estes cinco anos, Luís Represas editou ainda um CD+DVD ao vivo e um disco de parceria com João Gil, celebração de 35 anos de carreira de ambos, desde que se estrearam juntos nos Trovante.

 

‘As cores esperam umas pelas outras. Depois marcam-lhes encontros mais ou menos óbvios, abraçam-nas umas às outras, dispõem-nas em espaços mais ou menos amplos, dedicam uma a uma mais ou menos protagonismo, até que explodem numa profusão que comove os sentidos. Desperta em cada um deles referências mais ou menos claras, às vezes escondidas, só a entender mais tarde. As cores são muito mais quando se combinam, são tudo quando se entendem, num capricho que nos deleita e nos desafia a explicar o que não se explica.

 

As notas são como as cores. Só aparentemente solitárias’, escreveu Luís Represas a propósito do nome do seu novo disco.

 

‘Tomara’ estreia hoje nas rádios nacionais, dia em que ficará também disponível para compra e em streaming em todas as plataformas digitais.

 

O novo disco de Luís Represas terá edição pela Universal Music Portugal.

 

Spotify

Deezer

music box

Vodafone

Rdio

Rara



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Letra

 

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas

 

Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti

 

Sei de alguém
Por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar

Só que hoje
Viu o tempo que perdeu
Sabes que esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar

Sabes lá
O que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado

E aqui estou eu
A ver o tempo a passar
A ver se chega o tempo
tempo  de te falar

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas

Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha só te quero a ti

Podes crer
Que à noite o sono é ligeiro
Fico á espera o dia inteiro
Para poder desabafar

Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o à vontade
Acabo por me calar

Falta-me o jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
E ás vezes até me engasgo

Nada a fazer
É por isso que eu te conto
que É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas


Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha só te quero a ti

 

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas


Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha só te quero a ti



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Sábado 30 Novembro, 22h00
Espaço d’Orfeu, ÁGUEDA
FesTec 2013
concerto rock "Mad Bad Family" + live remix "Basorexia Army"

Festec

Este sábado, 30 de Novembro, pelas 22 horas, o Espaço d'Orfeu acolhe o FesTec, a festa de encerramento de mais uma edição dos Cursos Técnicos da d'Orfeu.  Uma oportunidade para os formandos consolidarem os conhecimentos teóricos adquiridos nas últimas semanas, através da experiência prática de preparar e implementar toda a produção técnica de som e iluminação de um evento musical. Para a ocasião, os projectos convidados são a banda de rock aguedense "Mad Bad Family", seguida da performance live remix de "Basorexia Army", de Aveiro. Uma celebração aberta a toda a comunidade e de entrada livre!


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



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Letra

 

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Mais de mil músicos celebram 1.º de Dezembro/Dia da Restauração em Lisboa

Mais de mil músicos de 21 bandas descem a avenida da Liberdade, em Lisboa, no próximo domingo, dia 1 de dezembro, anunciou a Empresa de Gestão dos Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC).


A iniciativa, que se realiza pela segunda vez este ano, visa celebrar a Restauração da Independência, alcançada em 1640 pelos conjurados, que colocaram no trono um Rei português, D. João IV, duque de Bragança, e expulsaram a dinastia Habsburgo dos Filipes de Espanha, que governava Portugal desde 1580.

 

O desfile dos grupos musicais tem início marcado para as 14:30, partindo do meio da avenida lisboeta, junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, e seguindo até à Praça dos Restauradores, onde um obelisco comemora as vitórias portuguesas da campanha militar da Restauração que durou até 1668.

 

A marcha dos músicos abre com os Tocá Rufar (na foto), seguindo-se o grupo de cantares Os Cigarras, de Beja, e o grupo de Bombos de Atei, de Mondim de Basto.

 

Descem a avenida, em seguida, as bandas da Sociedade Recreativa e Musical 12 de abril de Travassô, a do Centro Paroquial de S. Martinho de Gandra e a Banda Musical Cabeceirense.

 

Fazem ainda parte do desfile, entre outras, as filarmónicas Idanhense, Portimonense, Senhor dos Aflitos de Soutocico, do Crato, Ançanense e a Lobelhense, assim como as bandas da União Alcaçovense, da Sociedade Recreativa e Musical Loriguense, e a da Torre do Ervededo.

 

No final, todas as bandas irão tocar os hinos da Maria da Fonte, da Restauração e o Nacional, sob a direção do maestro Luís Filipe Ferreira, da Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense, que também participa no desfile.

 

As celebrações no Dia da Restauração, no domingo em Lisboa, começam logo de manhã às 09:30, no Palácio da Independência, com os hastear das bandeiras, entre elas, a da Restauração - branca com o escudo português coroado ao centro -, seguindo-se na Igreja de São Domingos uma missa solene de ação de graças, e às 11:30 uma “Homenagem aos Heróis da Restauração” na praça dos Restauradores, que antecede o desfile de bandas.

 

As celebrações, coordenadas pela Sociedade Histórica de Independência de Portugal (SHIP) e a Comissão 1.º de Dezembro de 1640, prosseguem durante a tarde com “Reviver 1640”, uma recriação histórica da atuação dos 40 conjurados que se reuniram no Palácio dos Almada, atualmente denominado da Independência.

 

Segundo nota da organização esta recriação marcada para as 17:00 é a “representação e relato histórico dos acontecimentos que levaram à mudança de poder com a aclamação do duque de Bragança como Rei D. João IV, seguido de danças da época para o festejar”.

 

Ao final da tarde no Largo de S. Domingo, frente ao palácio, realiza-se um “Arraial da Conjura” com música popular portuguesa, encerrando com o “LiberTUNAS”, uma atuação de diferentes tunas académicas.

 

Retirado do Sapo Música



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LISBOA 22:38, António Zambujo


ANTÓNIO ZAMBUJO ENTRA DIRECTAMENTE
PARA O 1º LUGAR

«LISBOA 22:38» É LÍDER DO TOP NACIONAL

 

Álbum foi registado, ao vivo, no Coliseu dos Recreios

«Quinto», o seu registo anterior, já é Disco de Platina e continua no Top 10


António Zambujo é o novo líder do top nacional: na semana do seu lançamento, «Lisboa 22:38» entrou, directamente, para o nº 1 da tabela portuguesa.

 

O novo álbum é o resultado de uma noite inesquecível, vivida em Dezembro de 2012, na estreia de António Zambujo numa das mais emblemáticas salas nacionais – o Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Celebrava-se, então, a caminhada triunfal de «Quinto», o seu mais recente registo de originais. Um ano depois, no entanto, esse percurso ainda não parou de crescer: «Quinto» já é Disco de Platina e mantém-se no Top 10 da contagem nacional, na 8ª posição.

 

«Como sábio e bom alentejano que é, António Zambujo não confunde o melodioso com o meloso. Ele não alambica paixões nem simplifica sentimentos – antes varia caminhos e multiplica triangulações, promovendo encontros improváveis: o fado com a MPB e com a morna; o cavaquinho de Jon Luz com a guitarra portuguesa de Bernardo Couto e o clarinete de José Miguel Conde; compositores como Maria do Rosário Pedreira e João Monge ao lado de Pedro da Silva Martins ou Miguel Araújo, mestres no cruzamento de amor e humor, através dos quais o fado se transfigura em pequenos contos do quotidiano», descreve João Miguel Tavares, no texto que acompanha «Lisboa 22:38».

 

Em 2012, António Zambujo transformou o Coliseu dos Recreios na sua própria sala, convidando os amigos a juntar-se a uma grande festa, que, agora, pode ser, para sempre, recordada. Ou, nas palavras de João Miguel Tavares, «a partir de agora e deste disco, a sala é a de cada um». E a festa é de todos!

 

«Lisboa 22:38» está disponível em dois formatos – CD e CD+DVD –, com edição da Universal Music Portugal.



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Letra

 

 

( Maria Gadú)


Meu bem que hoje me pede pra apagar a luz
E pôs meu frágil coração na cruz
No teu penoso altar particular
Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje eu sinto que
O tempo da cura tornou a tristeza normal
E então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão 
Encabulado por voltar a sós
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo faço melhor do que lhe parecer
Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio esperando a resposta ao que chamo de amor…( BIS)


Tiago Costa - Piano, 
Sylvinho Mazzucca – Contrabaixo
Cuca Teixeira – Bateria
Felipe Roseno – Percussão



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Letra

 

Fecho a porta, abro a janela do meu quarto,
Inspiro a escuridão, hoje vou seguir o teu rasto.
Meia noite e um quarto, a noite chama por mim,
É mesmo assim

Fiquei com o teu número, desde a festa na praia,
Lembras-te? Aquela em que te levantei a saia.
Com todo o respeito, baby, não me leves a mal,
Mas esse rabo não é normal

Divinal, fenomenal, casual, é que eu quero, sente,
O meu corpo como o teu, a ficar quente.
É incrível, nunca me senti assim,
Com este fogo a arder dentro de mim

Tens um feeling, aquele toque tropical
Aquele brilho nos olhos, tão simples tão natural.
Aquele savoir faire fundamental, emocional, 
Mexe, despe, irracional e sensual

Diz-me o que queres, diz-me como queres,
Desde que seja aqui e agora o resto é como quiseres.
Faço-te levitar, eu faço-te voar, 
Miúda faço-te um poema e prometo que te faço sonhar

Escuta, ouve, dança comigo.
Sabes que é um desejo antigo.
Esta noite promete ser a origem do universo,
Tu e eu nesta praia...é fogo certo

[Refrão]
Dança comigo esta noite é o que eu te peço...
Que te peço, se não stresso...
Sente o meu corpo deitado no teu...
Grita por mim, grita por mim...

Não sei o teu nome,
Tu não sabes o meu
Prometo, 
Fica um segredo meu e teu

No meio de gritos,
Alguns aflitos
Quero que acredites
Não páro, até te vires

Pinto um quadro teu
Com as tintas do meu corpo
Sufoco-te, agarro-te, mordo-te
Como um louco

Amarro-te, 
Odeio-te, 
Beijo-te o pescoço
Vou-te lamber o ego, como se fosses um osso

E já no fim da noite,
Viro a noite do avesso
Pego em ti, faço o mesmo
Sou um puto travesso

Agora chega de bulshit
Não sou desses,
Só prometo o que posso
Ainda não viste nem um terço.

[Refrão]
Dança comigo esta noite é o que eu te peço...
Que te peço, se não stresso...
Sente o meu corpo deitado no teu...
Grita por mim, grita por mim...



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Quarta-feira, 27 de Novembro de 2013

 Festival Música viva 2013



dare to listen new!

 

Espaço-tempo da música portuguesa contemporânea, da afirmação da sua vitalidade, plataforma de circulação e confronto de ideias e de estéticas, o Festival Música Viva completa em 2013 a sua 19ª edição, este ano em co-produção com o Teatro Municipal São Luiz, com o propósito de manter vivos os valores mais altos da civilização e da condição humana e dar a ouvir o que há de novo, acabado de criar!


No programa, uma centena de obras, incluindo um número importante de estreias absolutas de compositores portugueses, iniciativas de pedagogia pela Arte, cursos, instalações sonoras e multimédia (com a participação de mais de 50 compositores de todo o mundo); e ainda pela primeira vez, o "Música Viva Fringe" em parceria com o CAAA Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura em Guimarães, com a Trienal de Arquitectura de Lisboa, com o Centro Cultural de Cascais, com a Escola de Artes da Universidade de Évora, com o CITAR - Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes da Universidade Católica do Porto, e com a ESART - Instituto Politécnico de Castelo Branco.

 

 

GUIMARÃES
16 DE NOVEMBRO A 5 DE JANEIRO

 

LISBOA
6 A 13 DE DEZEMBRO

 

CASCAIS
7 E 8 DE DEZEMBRO

 

ÉVORA
18 DE DEZEMBRO

VER PROGRAMA COMPLETO DO FESTIVAL ONLINE AQUI



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Letra

 

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Skills & The Bunny Crew em concerto no Cine Incrível


Skills & The Bunny Crew em concerto no Cine Incrível



É já na próxima Sexta-Feira, dia 29 de Novembro que os Skills & The Bunny Crew actuam no Cine Incrível, em Almada.

 

Este concerto será um dos últimos antes do lançamento do primeiro álbum ‘Musa de Guerra’, previsto para o ínicio de 2014.


Estão previstas algumas surpresas, além de que serão apresentados alguns temas do novo álbum.

 

A aquecer o resto da noite estará o colectivo almadense Máfia do Caril, com os clássicos do Hip-Hop em formato DJ set.

 

O início está marcado para as 22h e a entrada custa 3€.



O EP de estreia dos Skills & The Bunny Crew está disponível para download gratuito e pode ser ouvido aqui.

 

Os singles de estreia do álbum ‘Musa de Guerra’ podem ser ouvidos aqui.


Teledisco 'Rosa De Espinhos' 

 


- http://www.cineincrivel.pt/



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Letra

 

Quem te viu vê
nó num peito por ti feito num passo de solidão
em compasso lento um bater que não crê
em força pra se libertar, coração

em silêncio preso todo esse querer de reclamar á vida
toda a ãnsia de viver

Ah, não sei porque teimas em sentir
negro breu em ti
Ah, não sei, se tudo em volta é razão
pra te colorir


Uaiê, menina deixa fluir
ah, menina deixa sair toda essa tristeza de dentro de ti, ai ai


Seca o rosto e vê
que o tempo não chora
a resposta enfim
tem a sua hora
quem perdeu vida em paz
nega que ela é capaz de brotar em flor, em flor
rosa branca, negra em cor
é aceitar a flor, multicolor!


Tiago Costa – Piano e Teclados 
Sylvinho Mazzucca – Contrabaixo
Cuca Teixeira – Bateria
Felipe Roseno – Percussão



publicado por olhar para o mundo às 17:27 | link do post | comentar

Gisela João

 

Gisela João regressa aos palcos do Porto e Lisboa em janeiro do próximo ano.

 

A fadista revelação da cena musical portuguesa atua na Casa da Música, no Porto, a 22 de janeiro, subindo ao palco do CCB, em Lisboa, no dia 25.

“Gisela João irá entrar em 2014 a mostrar, ao vivo, por que é que fez de 2013 um ano crucial para a história do Fado. Duas noites que prometem marcar a carreira da jovem artista e a vida de todos os que tiverem o privilégio de a acompanhar, porque o palco não engana e, quando o pisa, Gisela João confirma tudo o que já nos tinha revelado no seu disco de estreia, o seu talento impar”, pode ler-se em comunicado, sobre as atuações.

 

Os bilhetes para os dois espetáculos já estão à venda e custam entre €5 e €18.



publicado por olhar para o mundo às 12:04 | link do post | comentar

 

Letra

 

Certa noite o meu destino
Vi nos teus olhos fatais
E fiquei tão pequenino
Que desde então imagino
Segui-los por onde vais

Não sei voltar ao passado
Nesta noite derradeira
Vejo-te ainda a meu lado
Mas neste fado bailado
Arde a minha vida inteira

Coração da minha vida
Vida do meu coração
Em cada noite perdida
Uma promessa esquecida
Naquele olhar sem perdão

Vou contigo, coração
A morrer dentro de mim
Se ainda bates coração sem razão
Não te sei dizer que não
Vou contigo até ao fim



publicado por olhar para o mundo às 10:21 | link do post | comentar

 

letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 08:42 | link do post | comentar

 

Letra

 

 

Colapsopira


Quando sinto um pico, um estalo,
um salto mortal
fico em colapsopira:
não faço bem nem mal.

Logo vem um espirro, uma birra,
um riso meio epiléptico ...
fico em colapsopira:
desejo do tipo frenético!

Ai, ai, ai fica quieta!
Pega num saco e vai para a escola.

Mas deixa a paixão para lá. 
Fala em francês com um bemol no fá.
Pois é, estás quase a fazer quá-quá...

Quá, quá,
Quá, quá
...
Não faz mal, não faz mal
Quá-quá é fundamental,
Quá-quá!


Quando o cheiro da laranja
é como o de maçã
estou em colapsopira:
só quero chá de hortelã.

Troco as voltas do compasso, 
compro a ilusão
estou em colapsopira:
uma espécie de alucinação!


Ai, ai, ai fica quieta!
Pega num livro e cheira alecrim!

Não ponhas batôn, nem vás telefonar, 
aperta o botão estás a rebentar?
... Não estás a fazer quá-quá?

Quá, quá,
Quá, quá
...
Não faz mal, não faz mal
Quá-quá é fundamental,
Quá-quá!


Porque a vida é curta e um dia
não chega para alucinar
estou em colapsopira
acho que vou rebentar!

Faço contas de cabeça,
multiplicações 
Estou em colapsopira:
uma fuga de neutrões!

Ai, ai, ai fica quieta!
Pega num saco e vai para a escola.

Mas deixa a paixão para lá. 
Fala em francês com um bemol no fá.
Pois é, já estás a fazer quá-quá...!!!

Quá, quá,
Quá, quá
...
Não faz mal, não faz mal
Quá-quá é fundamental,
Quá-quá!



publicado por olhar para o mundo às 08:18 | link do post | comentar

Terça-feira, 26 de Novembro de 2013

Cralos Nóbrega

 

 

Carlos Nóbrega apresenta Breathe Me  que é o primeiro cover extraído do EP “The Covers Love Sessions, que estará disponível para download gratuito em breve.


Breathe me” está produzido por Nasser Crash  e o vídeo realizado por Fran Martinez.

 

O tema está disponível para download gratuito aquí: www.carlosnobrega.com

 


Official Page     www.carlosnobrega.com                       
Twitter              http://twitter.com/carlosdnobrega
MTV profile       http://www.mtv.com/artists/carlos-nbrega
Vevo Channel   http://youtube.com/carlosnobregaVEVO
Youtube           http://www.youtube.com/carlosdnobrega




publicado por olhar para o mundo às 21:32 | link do post | comentar

Feira de Solidariedade Novo Futuro - Rastrillo

 

Natal é sinónimo de Novo Futuro. Como tal, na próxima quinta-feira, dia 28 de Novembro, é inaugurada mais uma edição da Feira de Solidariedade Novo Futuro - Rastrillo, onde é possível comprar os melhores presentes de Natal ao mesmo tempo que se contribui para uma causa solidária. A Feira, que decorre até dia 1 de Dezembro no Centro de Congressos de Lisboa, pretende angariar fundos para a Associação Novo Futuro, uma instituição de solidariedade que apoia 74 crianças e jovens através de oito lares de acolhimento na Grande Lisboa.

 

A Feira vai ser inaugurada pela Primeira-Dama, Maria Cavaco Silva, no dia 28 de Novembro, e contará ainda com a presença de S.A.R Dona Infanta Pilar de Bourbón, no dia 29, num claro reconhecimento da importância da realização deste tipo de iniciativas para ajudar aqueles que estão numa situação mais difícil.

 

Durante quatro dias, será possível comprar os mais diversos presentes de Natal, incluindo roupa, livros, artigos de beleza, perfumes, brinquedos, artigos para bebé, decoração e peças em segunda mão. A Feira será ainda palco de diversas atuações, incluindo António Pinto Bastos e o Avô Cantigas, entre outros nomes.

 

O bilhete de entrada na Feira tem um custo de 2,50 euros, os quais revertem totalmente a favor da Associação Novo Futuro.



publicado por olhar para o mundo às 19:24 | link do post | comentar

 

Letra

 

Se eu pudesse num tempo
Abraçar as horas vazias
E gota-a-gota fazer cair
Segundos de histórias vadias.

 

Se eu pudesse não descobrir
Que a paixão é um fio que não fia
Que acaba por se abandonar
Ao suspiro de qualquer dia.

 

Se eu pudesse não acordar
Sempre que a noite é tão fria
Dizer-te mesmo assim:

 

Se eu pudesse na noite
Cantar-te os poemas do amanhã
E gota-a-gota deixar voar
A dor, o instante, a hora vã.

 

Se eu pudesse não acordar
Sempre que a noite é tão fria
Dizer-te mesmo assim:

 

Se eu quisesse não ser mulher
E amar o mundo como um ladrão,
Pilhar os dedos deste sentir,
Roubar o sémen de outra razão.

 

E se eu quisesse não ser feliz
E este não querer fosse um navio
Que me levasse tão longe
Sem volta, sem margens, sem leme, sem rio…

 

E me fizesse suspeitar
Que este não querer não é bem assim
E me acordasse,
Enfim.



publicado por olhar para o mundo às 17:15 | link do post | comentar

 

letra

 

Ás vezes dou por mim meio perdido
Vejo que não estás comigo
Sinto-me tão sem abrigo
Pensamento é vazio
Na espinha um arrepio
É contigo que eu agasalho o meu frio
Sei que este amor está condenado
Pois tramado é o passado e não perdoa
Mesmo que não volte a encontrar-te
Hás de ser sempre minha rainha sem coroa

Lembro-me dos momentos, daqueles primeiros tempos
Em que fomos sobrepondo sentimentos
Foi tudo à flor da pele, a agitação do fel ao mel
Foi levantar e aterrar no teu bocel
Foi ver a vida em outra escala
De tanto não querer deixá-la, abandonou-me
E só me resta recordá-la
E seguir em frente lembrando o teu nome
Queria estar contigo mas o tempo não te deixa
Ficar comigo, gosto tanto de te ter
No meu sentido nunca eu te quis perder
Fica comigo
Queria estar contigo mas o tempo não te deixa
Ficar comigo, gosto tanto de te ter
No meu sentido nunca eu te quis perder
Fica comigo

Queria estar contigo mas o tempo não te deixa
Ficar comigo, gosto tanto de te ter
No meu sentido nunca eu te quis perder
Fica comigo
Queria estar contigo mas o tempo não te deixa
Ficar comigo, gosto tanto de te ter
No meu sentido nunca eu te quis perder
Fica comigo




publicado por olhar para o mundo às 14:39 | link do post | comentar

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