Quarta-feira, 31 de Julho de 2013

Gil Monteverde já disponível nas plataformas digitais


Gil Monteverde (Arcturus)


Gil Monteverde é versátil e dotado de vários talentos. Enquanto concluía uma breve passagem pelo desporto de competição, chegando a conquistar alguns troféus nas categorias de natação e tenismo, entra no mundo da música electrónica de forma curiosa, com apenas 16 anos e é através de programação informática que decide experimentar um software de produção musical com o intuito de produzir música para um dos videojogos que estava nessa altura a desenvolver. No seu percurso académico optou por investir numa carreira que lhe permitisse exercitar as suas capacidades de raciocício e de lógica através do cálculo, ao lado da Engenharia Civil. No entanto sendo a música matemática pura e aquilo que considera o maior estímulo para a sua mente criativa, nunca se conseguiu afastar muito deste passatempo que viria mais tarde a prevalecer levando-o a fazer da música a sua actividade principal, com o objectivo de se tornar num produtor capaz de inovar e trazer algo de novo ao mundo da música electrónica.

 

Em 2008, três anos após o seu primeiro contato com a música, já mais no âmbito de produtor, mas ainda por mero entertenimento, recebe inúmeros prémios no site garageband.com e lança o primeiro remix da sua carreira, com o single “Wir Sind Das Volk” da banda Volksempfanger, numa assinatura electro.

 

Em 2009 a sua abrangência expande-se ao atingir o primeiro lugar mundial no site reverbnation.com do género eletrónica, seguido de nomes tão influentes como Riot, Celldweller, Infected Mushroom e Paul Van Dyk. Seguidamente, o mesmo site serve de promoção para as suas faixas “Red Cube” e “I Can Control The Clouds” por campanhas oferecidas pela Microsoft.

 

Ainda no mesmo ano conquista o segundo lugar no challenge Rock Rendez Worten que lhe assegura a sua primeira actuação televisiva para a Sic Radical e a sua primeira entrevista de rádio na Best Rock FM. Consequentemente é referenciado na conceituada revista Blitz como um dos mais criativos e inventivos artistas portugueses sem contrato profissional. Em simultâneo vê os seus temas serem sincronizados em vídeos de desportos radicais da Gofly Entertainment, uma equipa de produção audiovisual Brasileira.

 

Em 2010 para além de dar os primeiros passos no palco com presenças em festas privadas mas ainda com a produção em primeiro plano lança o seu primeiro álbum “Vulgar”, um trabalho construído através da compilação de várias produções individuais e colaborações com outros artistas, dentro dos géneros de IDM, trance, clássica e electro-pop. Optando por um traço totalmente house editou também o seu primeiro EP “Red Cube” através da Editora Beat Rude Records, acabando por ser destacado na revista Noite.pt com a faixa “Let's Dance” com a voz de Teresa Aleixo.

Lado a lado com o seu amadurecimento, a partir de 2011 o seu registo opta por um rumo mais complexo com um pouco de electro resultando em que o seu tema “Resilient” seja remixado pelos Drop Top. A partir de 2012, afirmando-se cada vez mais como produtor, revela a sua versatilidade e capacidade de adaptação começando também a expandir-se um pouco mais nos palcos fazendo actuações como Dj em discotecas como Jimmy’z, festas de faculdades ou em festivais como o Warmaggedon.

 

Continuando a dar provas de evolução e crescimento como produtor, é em 2013 que desenvolve o tema “Reptilian”, sincronizado numa longa metragem Portuguesa, “Bairro”, com o apoio da Media Capital Entertainment. “Arcturus” é o nome do EP que a Farol Música terá nas plataformas digitais no dia 31 de Julho.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Toques do Caramulo

Toques do Caramulo
Rossio (Aveiro) | 21h30
FARAV - Feira de Artesanato de Aveiro | http://aveiroexpo.pt/
Entrada livre

Com mais de uma década de estrada, os Toques do Caramulo reinventam-se continuamente, fazendo música nova das velhas cantigas e levando o público a surpreender-se com o repertório esquecido da Serra do Caramulo. Com amplo reconhecimento nacional e internacional, este é um espectáculo de forte energia musical e interacção com o público, fazendo de cada concerto uma grande festa para todas as idades.

Material promo e contacto
http://dorfeu.pt/toquesdocaramulo

Luís Fernandes - 936006370

d’Orfeu Associação Cultural
Rua Engº Júlio Portela nº 6
3750-158 Águeda, Portugal
fone (+351).234603164 | fax (+351).234604842
http://www.dorfeu.pt | http://dorfeu.blogspot.com | http://www.facebook.com/dOrfeuAC

Instituição sem fins lucrativos de Utilidade Pública com estatuto de Superior Interesse Cultural. 
Estrutura subvencionada pela Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes em Acordo Tripartido com os Municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Estarreja e Oliveira do Bairro.


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Terça-feira, 30 de Julho de 2013

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Tekilla

“Eu gosto de arriscar, gosto de sentir que trago algo de novo”, começa por dizer Tekilla sobre o seu novo álbum, ‘Erro Perfeito’, um trabalho onde “tomou as rédeas a 100%” com o objetivo de criar “uma obra de arte”.


Com dois álbuns em carteira, ‘Tekillogia’ (2004) e ‘A Preview’ (2009), Tekilla apresenta o seu novo trabalho ‘Erro Perfeito’, onde conta com a participação de New Max, Sam The Kid, Nigga Poison, Virgul, entre outros.

 

“Eu devo ser das pessoas provavelmente mais exigentes e enquanto não vir que aquilo me está a satisfazer a 100%, não vai sair”, começa por explicar o MC, justificando a demora deste trabalho, ao qual se dedicou de corpo e alma com o propósito de trazer a público algo que fosse Tekilla em toda a linha.

 

“Eu sei o que quero, sabia de que sonoridade estava à procura, sabia com que artistas queria trabalhar. Quis tomar conta do assunto todo. Pelo menos sei que não é produto adulterado”, diz o MC, salientando que desde o início a sua preocupação foi “trazer algo de novo” à indústria musical.

 

É assim que surge “Erro Perfeito”, um álbum com 17 temas, várias participações especiais, e um MC  que esteve envolvido em todos os detalhes que compõe este trabalho, desde as letras, às misturas, passando pela aparência do álbum.

 

“Requer alguma disciplina abdicares de algumas coisas e dizer: ok, durante estes meses menos saídas, menos festas, menos apresentações, menos festivais. Quero estar todos os dias de manhã no estúdio a ouvir a mistura final do álbum e ver se é isso que realmente eu quero”, assume Tekilla.

 

Até agora o feedback tem sido muito positivo, pelo que o MC graceja ao dizer que se sente ‘um bocado loiro de olhos verdes’.

 

Tekilla caracteriza-se como um “um egoísta terrível” a nível musical, sempre seguro do caminho que deseja seguir nos seus trabalhos, mas assume que é preciso saber ouvir e ele próprio alterou diversos aspetos deste 'Erro' para o tornar mais 'Perfeito'.

 

“Quero fazer uma obra de arte, não quero fazer só mais um álbum”, conclui Tekilla, salientando a importância daqueles que o acompanharam neste processo.

 

“Gasto mais, pago mais,  mas quando eu olho para o meu filho (disco) vou dizer: ah meu puto é isso mesmo!”, diz Tekilla com um sorriso no rosto e a certeza de que “Erro Perfeito” é mais um testemunho de que “o rap cada vez está mais forte e nunca esteve tão vivo, tão relevante.”



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letra

 

Ser acarinhado e elogiado ao ponto de ficar contigo
Fazer conchinha até ouvir dizer: "Eu já não consigo"
Tar com você só como amigos, eu quero ficar consigo
Eu também meu bem, tou disposto a propor-te
Enquanto ouço a chuva e passo as mãos nas curvas do teu corpo
Eu sei aqui é que eu tou bem aqui é o meu conforto
E se por acaso quiseres ser mãe, eu também tou pronto
Mas, nunca pensei que te fosses mesmo embora
A sério, aliás pensei que fosse mesmo agora
Que íamos dar um passo em frente e sair da cova
Tu tens sido a prova de eu poder sonhar com uma vida nova
Bora, ouve assim, se tas tão longe assim
Quando choras eu afogo as mágoas numa de ponche ou gin
E sim, pode ser que a gente um dia conte
Aos nossos netos
Como é que foi o nosso dia do reencontro

[Hook]
Girl I know we've had our shares of ups and downs
Cause I know we did it in the end
But I can prove you wrong, girl I swear
Cause I realized I need you in my life

Foi uma mini lua-de-mel rápido
Num castelo básico
Deixou manos a alucinar com um cogumelo mágico
Tive um papel trágico
Fui cruel sádico (desculpa)
But I'm a good man baby
Rafael sádico
Tenho certos hábitos
E com o amor pude (pude)
Ver que não tem tudo a haver em um homem ser sortudo (player)
Ela abraça-me e jura que eu nunca fui cornudo (juras?)
Mas eu já tou por tudo (fuck it) e como eu sofro mudo
Eu dou-lhe as costas como se tivesse a pôr o sobretudo (fui)
E vou embora não tou disposto a falar sobre tudo (tchau)
Vou variar e abrir o bar, cartão Visa
Martini Branco, Vodka Preto, Jungle Fever
Tenho o coração dividido como o Marco Paulo
Tu sabes disso, já não conseguimos ter um debate calmo
Chamas-me nomes e dizes a toda a gente que eu te trato mal, (a sério?)
Que eu bato mal, eu já tou farto tchau

[Hook]



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Festival Fusing promete quatro dias de arte, música e gastronomia na Figueira da Foz

O Festival Fusing Culture Experience promete quatro dias de fusão entre arte, música, desporto e gastronomia, na Figueira da Foz, de quinta a domingo, com a realização de cerca de uma centena de atividades e espetáculos.


Pedro Peixoto, da organização do festival, definiu à agência Lusa o Fusing como "um gigantesco reboliço artístico e cultural por toda a cidade", embora centrado num recinto com dois palcos, garagem das artes, infraestruturas de apoio e uma praia privada, na zona ribeirinha, por onde passarão cerca 40 artistas, bandas e dj nacionais.

 

Do programa musical constam, no palco principal, Noiserv, Memória de Peixe, We Trust e Paus (quinta-feira, dia de abertura do festival), Juba, HMB e Orelha Negra (sexta-feira) e Black Bombaim, Frankie Chavez e Linda Martini, no sábado, 03 de agosto.

 

No domingo, a partir das 18:30, o palco está reservado para o ‘chef' Chakall e 25 estudantes da de Hotelaria que pretendem juntar 500 pessoas a cozinhar e assim realizar "O Maior Workshop de Cozinha do Mundo".

 

Um terceiro palco, no Casino Figueira, sob o lema "A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria", propõe os Pensão Flor e Omiri (quinta-feira), Filho da Mãe e o Rancho dos Cantadores da Aldeia Nova de São Bento com António Zambujo e Samuel Úria (sexta) e Os Lavoisier e Osso Vaidoso, no sábado.

 

"Estamos decididos a trazer uma energia nova à cidade", frisou Pedro Peixoto, acrescentando que o projeto "tem tido um ‘feedback' espetacular".

Adiantou que as vendas de bilhetes "também estão a refletir" a adesão crescente do público: "já não é um evento regional, é nacional", referiu.

 

No entanto, a organização - a cargo da associação Dois Três Três (que vai buscar o nome ao indicativo telefónico da Figueira da Foz) - não adianta o número de espetadores esperados nem o orçamento do Fusing, apenas referindo, segundo Pedro Peixoto, que se trata de um "grande investimento".

 

O recinto do festival, cujo pórtico de entrada será erguido com recurso a garrafas de vidro, situa-se junto ao rio Mondego, numa zona onde ainda decorrem trabalhos de regeneração urbana, mas fontes da autarquia - que é parceira institucional na realização do Fusing - garantiram que a obra estará "devidamente vedada" e inacessível ao público do evento.

 

Do programa constam ainda atividades de pintura mural em cinco espaços e ruas da cidade e uma performance intitulada "A Arte de Usar a Caixa" que consta de 10 caixas, em 10 espaços - lojas, uma barbearia, um talho e dois hotéis - que serão intervencionadas por outros tantos artistas nacionais.

 

O Fusing propõe ainda, entre outras iniciativas, uma prova de snowboard urbano, demonstração de surf noturno, teatro e três rotas na Figueira da Foz: uma de galerias de arte, com cinco exposições e as rotas gastronómica e de petiscos em 18 restaurantes e bares.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Eu não nasci num berço de ouro
Vi muita merda rezei tanto gastei o terço todo
Eu tou a ver se corro as más memorias tão me a dizer socorro
O meu interesse é o endereço novo
Eu prometi à minha coroa um começo novo
Famílias pobres ya eu pertenço a esse povo
Mobilias podres é todo o que eu vejo desde novo
Os meus cotas bulem desde os doze sem repouso
Por isso eu decidi fazer o oposto e tar disposto
A levar uma vida que a muita gente tem dado desgostos
Mas não é por isso que eu vou mudar de rosto
Vou manter esta postura ate mudar de posto
Deus me perdoe eu tive que ficar mentalizado
Que a família so se junta com um familiar hospitalizado
Por isso mantenho o meu piso alisado
Pra que no dia que eu caia ele volte a ser bem pisado
Quando disse ao meu pai ainda vais ver o teu puto a brilhar
(Quando disse ao meu pai ainda vais ver o teu puto a brilhar)
Ele devia tar a pensar: Olha o meu puto a brincar
(Ele devia tar a pensar: Olha o meu puto a brincar)

Embora não sintas o filme tu não pintas aquilo
Em qualquer bairro putos brincam com quilo
De sol a sol a pôr tinta no building
Desde a quinta do bill à reta dos tijolos evitem o grill
Pra ter algo que eu ambicione vi-me um bocado grego, ya
Por isso eu fui obrigado a entrar no mercado negro
Ya eu fui obrigado a cercar o mercado cedo
Sem nenhum fora de jogo andar desmarcado sempre
Deus me perdoe eu tentei ser civilizado
Mas torna-se impossivel onde qualquer civil invade
No teu espaço mantém o teu piso alisado
Pra no dia em que tu caias ele volte a ser bem pisado
Isto é pa moços e moças com onças nas bolsas
A dar fuga aos paisanas
Estejas de carro de mota skate ou havaianas
Ninguém respeita ninguém ta tudo a pôr as gaifanas
Mas se não for desta maneira então nunca mais andas

Eu nao nasci num berço de ouro
Vi muita merda rezei tanto gastei o terço todo
Vi muita merda rezei tanto gastei o terço todo



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Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

Linda Martiny


'Turbo Lento' já em pré-venda na Fnac.
Os primeiros fãs terão acesso a um dos concertos de apresentação do novo disco. Uma oferta limitada e exclusiva Fnac.

DIA 5 DE OUTUBRO, PORTO
DIA 12 DE OUTUBRO, LISBOA

 

Começa hoje a pré-venda do novo álbum dos Linda Martini. Os primeiros fãs a encomendar o álbum serão premiados com um bilhete para um dos concertos de apresentação de 'Turbo Lento': dia 5 de Outubro no Hard Club, no Porto e dia 12 de Outubro na MEO Arena(Sala Tejo). A oferta é um exclusivo fnac.pt e será válida durante o período de pré-venda e limitada ao stock existente.

Os Linda Martini estão em fase de masterização de 'Turbo Lento'. O álbum está previsto chegar às lojas a 30 de Setembro, no ano em que a banda completa 10 anos de carreira.

Encontra-se também já disponível online o primeiro de vários teasers ao álbum, os quais serão divulgados nas plataformas digitais da banda e da Antena 3. O primeiro pode ser visto aqui.





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Xana Toc Toc


XANA TOC TOC EDITA «AS HISTÓRIAS DA XANA TOC TOC NA QUINTA» A 29 DE JULHO

 

Xana Toc Toc prepara-se para lançar «As Histórias da Xana Toc Toc na Quinta» na próxima semana. O novo DVD chegará às lojas dia 29 de Julho e é composto por 12 histórias animadas.Desta vez, a personagem infantil que conquistou os mais pequenos apresenta-nos a Quinta e os seus animais, com a ajuda de vídeos divertidos e pedagógicos. A partir de dia 1 de Agosto as histórias incluídas no DVD vão ser emitidas no Canal Panda. Este lançamento será também acompanhado por uma campanha de televisão no Canal Panda, de 1 de Agosto a 7 de Setembro.

 

 

 Xana Toc Toc é um verdadeiro sucesso de vendas, tendo atingido a marca de quadrupla platina com o seu DVD de estreia e a marca de platina com o último registo, “A Festa É Nossa”. Uma vez mais os mais pequenos vão poder mergulhar no mundo mágico da Xana Toc Toc, onde as aventuras não param!

 

 

Datas dos próximos espectáculos ao vivo:

27 e 28 Jul – Jardins do Mar / Madeira
11 Ago – Expolima/ Ponte de Lima
16 e 17 Ago – CC Albufeira
18 Ago – Figueira da Foz



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Letra

 

Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.

Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.

Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.

Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.

 

 

Elas, querem deitar-se no meu colchão

Na ilusão que tenho um milhão

Contar dinheiro na mansão

Não, não, não, não

Querem deitar-se na minha cama

Pelos euros e pela fama

Mas daqui não levam nada

Não, não, não, não

 

Algumas conhecem-me a anos
Outras seguem-me a anos
Mas só desde que tenho este skill
É que me querem nos seu quartos
Acham que eu sou o maior
Que movo o céu e a terra
Dizem que tenho o poder e a garra
Chamam-me fera
Tentam os meus amigos
Tudo o que me rodeia
Tudo o que me apoia
Tudo o que me vai na ideia
Querem falar comigo
Serem amigas do "P"
Só por uma vez com sorte
Pús os pés na TV
Umas quantas da escola
Outras tantas por moda
Mas a maior parte é mesmo pela status e a...
Uma vez, duas, três
Depende da disposição
Mas eu nem digo, nem falo
Calado o estilo é patrão
Não vos dou confiança
Nem tão pouco esperança
e não sinto mudanças
Por isso deixem-me crianças
Uma coisa é uma coisa
Outra coisa é outra coisa
Mas vocês querem-nas todas
Morenas, ruivas ou loiras

Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras querem muitas coisas.
Morenas, ruivas, loiras elas querem muitas coisas.

Elas, querem deitar-se no meu colchão
Na ilusão que tenho um milhão
Contar dinheiro na mansão
Não, não, não, não
Querem deitar-se na minha cama
Pelos euros e pela fama
Mas daqui não levam nada
Não, não, não, não

Elas querem muitas coisas
Outras querem as coisa todas
Mas no fundo levam zero
ou seja, nem uma coisa
É todo um jogo de interesses
em que a atração só aparece
quando tenho roupa, carro, casa
E pago em cash ou check
mas querida eu não sou famoso
Sou é fabuloso
Tenho é um estilo de vida pouco ortodoxo
Não rigoroso
Chamam-me pintas, convencido,
arrogante agresivo
Mas quem me conhece sabe bem
Que sou um produto do que vivo
Fujo a regra, eu sei
A cima da media, eu sei
Sou o teu ídolo, eu sei
Mas perseguires-me, não sei
Sabido que me preferem 
Com este ar criminal
O infame MC favorito,
do teu RAPPER ANUAL
A sensação de adrenalina 
com perigo em mistura
O limiar do ilegal
com conforto, loucura
Aquela senção de estar a partilhar
Um colochão com um patrão estilo escovar

Elas, querem deitar-se no meu colchão
Na ilusão que tenho um milhão
Contar dinheiro na mansão
Não, não, não, não
Elas, querem deitar-se na minha cama
Pelos euros e pela fama
Mas daqui não levam nada
Não, não, não, não

Elas, querem deitar-se no meu colchão
Na ilusão que tenho um milhão
Contar dinheiro na mansão
Não, não, não, não
Elas, querem deitar-se na minha cama
Pelos euros e pela fama
Mas daqui não levam nada
Não, não, não, não



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Marco Rodrigues


Marco Rodrigues: apresentações em Portugal e Espanha

 

 

O mais recente trabalho de Marco Rodrigues, “EntreTanto”, continua a ser apresentado por todo o país e também em território internacional. Depois de recente viagem a França, é a agora a vez da vizinha Espanha receber o fadista.


O Festival Iberia Huesca Folk 2013, que se realiza perto de Barcelona, conta no alinhamento do dia 9 de Agosto, com a presença de Marco Rodrigues. “Coração olha o Que Queres”, “Do Chiado ao Bairro Alto”, “A Rima Mais Bonita”, entre outros temas, são o foco da prestação ao vivo do artista.


Em Portugal estão já marcadas apresentações na Figueira da Foz, Estoril, Lisboa Amadora, Caldas da Rainha, entre outras cidades do país.


Marco Rodrigues esteve recentemente em estúdio para gravar um dueto com Carlos do Carmo. A música consta do alinhamento do disco que comemora os 50 anos de carreira de Carlos do Carmo. A edição está prevista para Outubro.


Próximas datas de Marco Rodrigues:

27 Jul – Casino / Figueira da Foz
28 Jul – Avis / Portalegre
9 Ago – Iberia Huesca / Espanha
11 Ago – Serenatas / Arcos de Valdevez
23 Ago – Feira do Artesanato / Estoril
21 Set – Festival Caixa Alfama / Lisboa
19 Out – Recreios / Amadora
28 Out – Centro Cultural / Caldas da Rainha



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Gessicatrip
Após o lançamento do disco de estreia Sala de Estar, os Gessicatrip acabam de lançar um pequeno EP de Verão, homónimo. Desta vez a produção ficou a cargo de Tito Pires, sendo o Artwork da capa da autoria de Joana Carvalho (Dua2por3).
O EP já se encontra disponível no Bandcamp da banda em http://gessicatrip.bandcamp.com/
Esperamos que seja do vosso agrado, contando com o vosso apoio na sua divulgação. 
GESSICATRIP

gessicatrip@gmail.com

 

www.facebook.com/gessicatrip

 

http://gessicatrip.bandcamp.com



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Letra

 

Eu nunca acreditei em alma gêmea
Mas só agora estou a reparar
Que tudo tem a outra face da moeda
De qual é tão dificil de separar

Por muito que queira
Não dá
Por essa ideia
Não dá
Pois a vida é sempre um livro por escrever
E quando ela vem
Não está
A minha alma chama
Ser capaz

E fica sempre tanto, tanto por dizer
Mas tal como um farol precisa de luz
O mundo precisa de algum como tu

Eu preciso de ti eh
Eu preciso de ti eeeeh
Como a brisa precisa do ar
E como a praia precisa do mar
Eu preciso de ti oooooh
Eu preciso de ti
Oh alma gêmea
Oh alma gêmea
Oh alma gêmea

Eu sempre andei por parte incerta
Sempre a procura de me encontrar
Será que é a vida que me aperta
Ou serei eu que não se quer soltar

Tal como o...
Não da
Por essa ideia
Não da
Pois a vida é sempre um livro por escrever
E quando ela vem
Não está
A minha alma chama
Ser capaz
E fica sempre tanto, sempre tanto por dizer
Mas tal como um farol precisa de luz
E o mundo também precisa
Eu preciso de ti
Eu preciso de ti eh

Como a brisa precisa do ar
E como a praia precisa do mar
Eu preciso de ti oooh
Eu preciso de ti
Oh alma gêmea
Oh alma gêmea
Oh alma gêmea




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Domingo, 28 de Julho de 2013

Prémios Amália escolhem disco de Rodrigo Costa Félix para álbum do ano

Fados de Amor, segundo disco de Rodrigo Costa Félix, foi escolhido pelo júri dos Prémios Amália como álbum de fado de 2012.

 

Rodrigo Costa Félix com a guitarrista Marta Pereira da Costa 

 

O júri do Prémio Amália escolheu o disco Fados de Amor, de Rodrigo Costa Félix, como melhor álbum do ano.

 

Lançado em 2012, Fados de Amor, segundo disco do jovem fadista, é dedicado às mulheres e também o primeiro CD na história do Fado onde a guitarra portuguesa é entregue a uma mulher, Marta Pereira da Costa.

 

Justificando a escolha do disco, composto por 15 fados, o júri referiu à agência Lusa “a evolução do intérprete”, a “cuidadosa escola do repertório poético e musical” e também o facto de a revista norte-americana The Atlantic ter apontado o tema que serviu de apresentação ao disco, Amigo aprendiz, fado com música de Tiago Bettencourt sobre poema de Fernando Pessoa, como “uma das melhores baladas do ano de 2012”.

 

Presidido por Tiago Torres da Silva (escritor e autor de letras para canções, em particular para fado) e composto por Carlos Manuel Proença (músico e produtor discográfico), Ada de Castro (fadista), Francisco Simões (escultor) e Dina Isabel (locutora), o júri distinguiu outras personalidades e instituições em diversas áreas: Teresa Tarouca (carreira), Maria Bethânia (internacional, pela forma como tem divulgado a poesia portuguesa e a obra de Amália), Carlos Gonçalves, guitarrista que acompanhou Amália nos últimos (compositor), Gisela João (revelação), Maria da Nazaré (intérprete), Vasco Graça Moura (autor), Jaime Santos Jr (instrumentista) e a Rádio Alfa, de Paris na categoria de divulgação.

 

Nascido em Lisboa, a 20 de Fevereiro de 1972, actuou em inúmeras casas de fado e espectáculos colectivos em Portugal, mas também no estrangeiro: Nova Iorque, Londres. Paris, Madrid, Luxemburgo, Estugarda, Toronto, Bolonha, Varsóvia, Baiona, Macau. Mas só em 2009, por ocasião do lançamento do seu disco de estreia (Fados d’Alma, gravado e lançado em 2007), teve um espectáculo inteiramente seu num palco lisboeta, a Sala Azul do Teatro Aberto, à Praça de Espanha, em Lisboa, a 12 de Dezembro.

 

Nesse disco, podia ler-se esta frase: “Me encantei com Rodrigo Costa Félix quando o vi cantando no Clube de Fado, em Alfama, tempos atrás”. Assinava-a a compositora brasileira Adriana Calcanhotto, que no fado tem outras referências de eleição, como Amália e Camané. Ela viu-o cantar “para dentro” e concluiu: “Ainda nos vai emocionar muitíssimo”. O prémio que agora lhe foi atribuído confirma este pressentimento.

 

O agora premiado Fados de Amor foi lançado em Maio de 2012 e estreado em palco a 11 de Junho desse mesmo ano, no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com a participação de Kátia Guerreiro e Aline Frazão, que gravaram com ele no disco os duetos Morena e Fado Sentido. Em palco estiveram também os músicos que participaram nas gravações: Marta Pereira da Costa, na guitarra portuguesa; Rodrigo Serrão (produtor do disco), no contrabaixo; e Pedro Pinhal na viola de fado.

 

Os prémios Amália Rodrigues serão entregues no dia 2 de Outubro, durante a VIII Gala Amália, que se realizará no Teatro Municipal de S. Luiz, em Lisboa.
 

 

Retirado do Público



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Hoje o jazz soa às ruas do Intendente

Três projectos com o bairro: a banda com músicos, uma orquestra de percussão de de crianças que arrancará em Setembro e um projecto que é ter a porta aberta para que as pessoas possam entrar, assistir, conversar

 

O contrabaixista Carlos Barretto actua no Largo do Intendente com banda formada com instrumentistas locais a partir de uma residência destinada a aproximar a música do bairro

 

Quatro garrafas de cerveja de litro, abandonadas a meio, despojos de uma noite de copos num antigo salão de jogos situado numa rua que desemboca no Largo do Intendente. Ou então nada disto. O mesmo salão de jogos desactivado há anos, a mesma rua a desembocar no Intendente, mas as quatro garrafas alinhadas com restos bem medidos, cuidadosamente afinados, para dar o mote musical de um dos temas que o contrabaixista Carlos Barretto ali vem ensaiando há dois meses com músicos locais. Assim que o percussionista ataca as garrafas com um pedaço de metal, a imagem corrige-se e patrocina o aparecimento de um tema nos arrabaldes do afrobeat.

 

Recuemos ao ponto de partida desta história: Barretto, líder do Lokomotiv e membro do Bernardo Sassetti Trio, divide a sua actividade entre a música e a pintura. E cansado de não ter um atelier próprio para desenvolver as duas práticas propôs à Associação Sou uma parceria: em troca de um espaço de trabalho no Intendente propunha--se levantar projectos para e com a comunidade. De momento, "são três projectos", esclarece Marta Silva, directora da associação e ponte entre o músico e o bairro lisboeta. "A criação desta banda com músicos de bairros adjacentes ao largo, uma orquestra de percussão de crianças que deverá arrancar em Setembro e um terceiro projecto que é simplesmente ter a porta aberta para que as pessoas possam entrar, assistir, conversar, cruzar os mundos." E é isso que se vê acontecer em mais um ensaio dos músicos seleccionados depois de um anúncio, juntos numa formação de percussão, flauta, violino, clarinete, saxofone, trompete e uma voz usada como parte do naipe de sopros. De porta aberta, o salão feito atelier, animado pela música que invade a rua, vai convidando a entrar gente que se demora uns minutos, espreita e fica a ouvir antes de seguir viagem, ou miúdos que em vez de saltitarem lá fora pedem para desenhar ou para dar umas tacadas na mesa de snooker esquecida a um canto. Tudo se negoceia a partir de uma moeda definida por Barretto: snooker só no dia seguinte e no intervalo de uma aula de música. As aulas são também o meio de troca directa que Barretto oferece à população que o ajudou a limpar, a arrumar e a consertar o espaço onde estará durante um ano.

 

O tema de afrobeat, entretanto, à força das repetições, é tocado pela primeira vez sem tropeções, soando já não a uma colagem de diferentes partes avulsas, mas a algo selvagem e intenso. A isso ajuda a presença não apenas de Barretto, mas também de Mário Delgado e José Salgueiro, os outros músicos que compõem o trio Lokomotiv. Em conjunto com o septeto vindo das audições - e escolhido a partir de 18 candidatos - formam a In Loko Band que hoje se apresenta pelas 20h, no Largo do Intendente, no encerramento do festival Largos da Mouraria, por onde passaram em Julho Diabo na Cruz, Gisela João com Júlio Resende, Aline Frazão, Real Combo Lisbonense ou Manuel Fúria.

 

A oportunidade de trabalhar lado a lado com músicos do calibre de Barretto, Delgado e Salgueiro foi determinante para cativar jovens como Gil Dionísio, violinista ligado à música improvisada e para teatro e, condição essencial, residente no bairro de Anjos. Autodidacta, aprendeu o instrumento de ouvidos colados ao jazz e, há tempos, fez as malas atrás da cultura lautar cigana da Roménia. A musicalidade que aí absorveu deita-a agora para fora na In Loko Band, ao mesmo tempo que se entusiasma com a aprendizagem no atelier: "De repente, não estamos a tocar só com pessoas que estão ao nosso nível. A malta com quem tocamos costuma ter as mesmas dúvidas e as mesmas barreiras que nós. Aqui podemos ver como isso é ultrapassado por quem já toca há muito tempo." O investimento nesta formação não se extingue neste primeiro momento de visibilidade. Aquilo a que Barretto chama "um estágio permanente" conduzirá a um projecto que viva para lá das ruas do bairro, sem cortar o cordão umbilical com a comunidade local.

 

O tema afrobeat, entretanto, está já rodado e chega Selma Uamusse, uma das vozes dos WrayGunn, que se juntou à In Loko Band. Desde que se mudou para o Intendente, há três anos, Selma envolveu-se nos movimentos artísticos que promovem a integração de um bairro de fama maltratada e que a mudança para ali do gabinete do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, pretende contrariar. Prestes a gravar o primeiro disco a solo, trouxe um reportório em que quis sublinhar "uma sonoridade mais africana", escolhendo o standardAfro Blue (composição de Mongo Santamaría popularizada por John Coltrane) e uma canção moçambicana trazida de uma recente viagem a África, "por ter a ver com este ambiente do Intendente, mais mestiço". Hoje, Barretto assina o momento mais mediático do trabalho diário no atelier. Mas o que realmente muda é a quantidade de pessoas que chegarão de visita para tomar breve contacto com uma realidade quotidiana que se infiltrou já na sua música. "O palco é o bairro", frisa Marta Silva. E esse está lá todos os dias, com miúdos a desenhar instrumentos, a querer tocar em tudo quanto faça som e a levarem raspanetes por terem desaparecido, por momentos e sem aviso, da sua sala de brincadeiras habitual - a rua.

 

Retirado do Publico



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Sábado, 27 de Julho de 2013

Super Bock Super Rock vai ter edição de inverno em 2014

De acordo com declarações de Miguel Araújo, gestor de patrocínios e ativação da Unicer ao site “Dinheiro Vivo”, que avança a notícia, a edição de inverno do certame, que comemora em 2014 20 anos, deverá ocorrer entre fevereiro e março do próximo ano e terá lugar no Meo Arena, antigo Pavilhão Atlântico, em Lisboa.

 

A habitual edição de verão mantém-se, ao que tudo indica, no Meco – local com o qual a organização garante estar satisfeita.

 

Sobre a edição de inverno do evento, que estava programada para ainda este ano, Miguel Araújo revelou: “Queríamos que fosse o mais alinhada com o que vai ser o Super Bock Super Rock em 2014 e integrá-la nas comemorações dos 20 anos, por isso transitámos o evento em alguns meses”.

 

Note-se que pela edição 2013 do Suber Bock Super Rock, decorrida no passado fim de semana, passaram cerca de 85 mil pessoas. Arctic Monkeys, The Killers e Queens Of The Stonge Age foram os cabeças de cartaz.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:16 | link do post | comentar

 

Letra

 

Hoje a mesquinhez
É uma constante,
Uma humanidade
Cada vez mais distante.
Todos preocupados
Com o que querem ter
Poucos empenhados
Naquilo que querem ser

| Invariavelmente Vende-se a alma ao diabo
| Inadvertidamente Pisa-se o que aparece à frente
| Invariavelmente Pouco interessa o outro lado
| Decididamente O ser humano é decadente

Entre maquilhagem e acessórios
Histórias repletas de finais inglórios
Acabou-se a união, perdeu-se o ideal
O mundo colectivo cedeu ao individual

| Invariavelmente Vende-se a alma ao diabo.
| Inadvertidamente Pisa-se o que aparece à frente
| Invariavelmente Pouco interessa o outro lado
| Decididamente O ser humano é decadente

Com hipocrisia, falsas militâncias
Discursos repetidos, constantes redundâncias
Uns são milionários, outros pedem esmola
Enquanto um mata, outro esfola...

| Invariavelmente Vende-se a alma ao diabo.
| Inadvertidamente Pisa-se o que aparece à frente
| Invariavelmente Pouco interessa o outro lado
| Decididamente O ser humano é decadente



publicado por olhar para o mundo às 17:57 | link do post | comentar

Concerto de Maria João é “cartão-de-visita

O concerto de Maria João, na quinta-feira, na celebração dos 30 anos do Centro de Arte Moderna, é o “cartão-de-visita do Jazz em Agosto”, que começa no próximo dia 02, disse o diretor artístico Rui Neves. Em declarações à Lusa, Rui Neves recordou que escolha de Maria João, para o concerto do aniversário do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (CAM), se deve ao facto de “ter sido o seu quinteto, que integrava o saxofonista Carlos Martins, quem inaugurou a primeira edição do Jazz em Agosto”, em 1984.

 

“O Jazz em Agosto nasceu no CAM, foi veiculado pelo extinto Serviço Acarte, que marcou a vida cultural de Lisboa, e que foi fundado em 1983, por Madalena Perdigão”, recordou o responsável, recordando o Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte. Referindo-se ao concerto de quinta-feira, Rui Neves afirmou que “Maria João é uma cantora que tem evoluído e quer ir sempre mais além, trazendo agora um projeto, ‘Ogre’, em que há uma preponderância da voz e da eletrónica”.

 

No espetáculo de entrada livre, no anfiteatro da Fundação, Maria João sobe ao palco com João Farinha (fender rhodes e sintetizadores), André Nascimento (eletrónica), Júlio Resende (piano) e Joel Silva (bateria).

 

Meses antes do primeiro Jazz em Agosto (JeA), Maria João lançara o primeiro disco com o seu quinteto, seguindo-se, após o festival, o longa duração "Cem Caminhos".

 

A programação da 30.ª edição do Festival, que decorre de 02 a 11 de agosto, apresenta dez concertos no anfiteatro, um ciclo de cinema na sala polivalente do CAM e inclui a edição do livro “Partidas/Chegadas - Novos Horizontes no Jazz”, que reúne ensaios originais sobre 50 músicos que participaram no JeA, ao longo dos seus 29 anos, "músicos que são mais inquietos e mais criativos", rematou.

 

Os textos são da autoria de “três importantes críticos e pensadores do jazz”, a saber o canadiano Stuart Broomer, o escocês Brian Morton e o norte-americano Bill Shoemaker, havendo uma edição em português e outra em inglês da obra. Entre os músicos recordados estão Cecil Taylor, Evan Parker, John Zorn, Peter Brötzman, Sun Ra, Carlos Zíngaro e Rodrigo Amado.

 

Quanto ao cartaz deste ano, Rui Neves disse à Lusa que foram escolhidos “músicos que tenham contribuído para a identidade do Jazz em Agosto”, alguns que já atuaram em anteriores edições, mas, desta vez, apresentam-se com outros projetos.

 

O destaque da edição deste ano é para John Zorn, “músico americano dos mais prolíficos”, que assinala o 60.º aniversário, celebração a que o festival se associa, apresentando os três projetos do compositor e saxofonista com companheiros da sua carreira, nomeadamente Marc Ribot, Jamie Saft, Trevor Dunn, Kenny Wollesen, Joey Baron, Cyro Baptista e Ikue Mori.

 

A abertura do JeA, no dia 02 de agosto, é marcada pela estreia em Portugal do projeto The Dreamers/John Zorn@60, com John Zorn, na direção, composto por Marc Ribot (guitarra elétrica), Jamie Saft (teclados), Trevor Dunn (contrabaixo e baixo elétrico), Kenny Wollesen (vibrafone), Joey Baron (bateria) e Cyro Baptista (percussão).

 

No JeA apresentam-se também “dois grupos emblemáticos de John Zorn, The Dreamers, explorando uma via 'lounge', e o Electric Masada, sintonizado com os primórdios do jazz elétrico”, explicou Rui Neves. O “baterista histórico Max Roach”, que se apresentou no JeA de 1995, é evocado com a estreia em Portugal do projeto “Drumming GP plays Max Roach M’Boom”.

 

O jazz escandinavo, que tem marcado presença regular no JeA, estará presente este ano com o Trio Elephant9, acrescido do guitarrista Reine Fiske, os The Thing, trio que se estreou em Portugal na edição de 2004, e que este ano atua “em dimensão ampliada de septeto”, e o The Thing XXL, em que “se destacam Peter Evans e Terrie EX, e do qual não há qualquer registo discográfico”.

 

O trompetista Peter Evans, que se estreou em Portugal no JeA de 2009, apresenta este ano, em estreia europeia, o seu novo octeto, “onde a eletrónica tem papel determinante, e que será mais um novo passo deste músico cuja projeção internacional continua a crescer”.

 

Anthony Braxton, “músico veterano, plenamente reconhecido pelo seu contributo inovador, poli-instrumentista”, que atuou em 2000 e 2006, apresentará um projeto recente, “dando ênfase a uma certa música de câmara”, o Falling River Music Quartet.

 

O concerto de encerramento “é uma associação que o trompetista de Chicago Rob Mazurek imaginou: unir dois trios que dirige - São Paulo Underground e Chicago Underground - e convidar o lendário músico, companheiro de John Coltrane na sua derradeira fase, a mais radical, o saxofonista Pharoah Sanders, constituindo um sexteto inusitado que se estreou mundialmente com grande efeito, no ano passado”, afirmou Rui Neves.

 

O cinema vai marcar presença em nove sessões, que incluem o “Ciclo John Zorn: Treatment for a film in fifteen scenes”, uma síntese de quatro filmes produzidos por Zorn, que tem como ponto de partida um guião escrito pelo músico, e que foi apresentada, no ano passado, no New York Film Festival.

 

retirado do Sapo Música



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Letra

 

Tem mil anos uma história
De viver a navegar
Há mil anos de memórias a contar
Ai, cidade á beira-mar
Azul

Se os mares são só sete
Há mais terra do que mar...
Voltarei amor com a força da maré
Ai, cidade à beira-mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares
(2x)

Foram tantas as tormentas
Que tivemos de enfrentar...
Chegarei amor na volta da maré
Ai, troquei-te por um mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares



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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

Concelho de Paredes acolhe 5º edição do Festival Ecos da Terra

O concelho de Paredes, um dos mais jovens do país em termos etários, estreia-se em 2013 no Roteiro dos Festivais de Verão, recebendo nos dias 1, 2 e 3 de agosto, no Parque da Cidade, a 5ª edição do Festival Ecos da Terra. Apostando na música tradicional portuguesa e do mundo, com ritmos que vão desde o folk ao tribal e do étnico ao afrobeat, o Ecos da Terra pretende manter um traço muito distinto quando comparado com os restantes Festivais de Verão, quer pela escolha de um género musical com raízes tradicionais, quer pela forte relação com a Natureza e questões ambientais.

 

Estreado em 2009 e já com quatro edições realizadas em Celorico de Basto, o Festival Ecos da Terra muda-se em 2013 para o Parque da Cidade de Paredes,


mantendo inalterada a sua génese e filosofia, mas procurando agora alargar o seu público, numa região que é das mais jovens do país, aproveitando igualmente a proximidade geográfica de Paredes com a Grande Área Metropolitana do Porto.

 

Com a duração de três dias, a quinta edição do Ecos da Terra iniciará, como habitualmente, com um concerto aberto à população a realizar no centro da cidade, concretamente na Praça José Guilherme, frente ao edifício dos Paços do Concelho, seguindo-se uma arruada até ao Parque da Cidade, onde se fará a receção aos campistas. Nos segundo e terceiro dias (sexta-feira e sábado), o programa paralelo inclui uma série de exposições de artistas e artesãos da região, oficinas de teatro, workshops de danças tradicionais, africanas e europeias, fotografia, sensibilização ecológica, percussão e instrumentos tradicionais, circuito de jogos populares, aulas de yoga e zumba, entre outras iniciativas.

 

Durante a noite, terão lugar os espectáculos musicais, com a atuação das bandas convidadas, como os Gaiteirus (quinta-feira), Osmávati, Projeto Aparte e Uxu Kalhus (sexta-feira), Retimbrar, Underground Spiritual Band, Sebastião Antunes e Olive Tree Dance (sábado).

 

Para o Festival Ecos da Terra, o Parque da Cidade disporá de zonas específicas para a implementação das diferentes actividades, incluindo dois palcos, uma área para campismo gratuito, feira de artesanato, circuito de jogos populares, praça da alimentação, chuveiros e WC.

 

retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:11 | link do post | comentar

 

Letra

 

Lá fora a chuva cai…
E o corpo arrefece,
O calor dos teus lábios vai…
Ser a luz que amanhece,
No gemer da palavra…Tu
És a voz que ensurdece…
Num sorriso rasgado e Cru,
Está o brilho que me enlouquece

…Por Mim não vou Sonhar
…Por Ti estou a Chorar
…Por Mim não vou Viver
…Por Ti estou a Morrer

No passar do tempo, a Memoria
Ateia o fogo que faz sofrer,
Desvanece a chama, Rainha…
Na imagem de seres Mulher,
Busco a Alma aprisionada…
No instante, que não quer parar…
Percorro descalço, a velha estrada
Que a Ti…não me vai levar

…Por Mim não vou Sonhar
…Por Ti estou a Chorar
…Por Mim não vou Viver
…Por Ti estou a Morrer



publicado por olhar para o mundo às 17:56 | link do post | comentar

Buraka Som Sistema revelam novidades dia 29 de Julho


Buraka Som Sistema revelam novidades dia 29 de Julho nas redes sociais, a banda continua em digressão europeia

 

Os Buraka Som Sistema preparam-se para divulgar novidades nas redes sociais da banda e na sua página oficial. No próximo dia 29 de Julho a banda abrirá o apetite aos fãs que tornarão a ter notícias da banda, numa espécie de teaser, dias 19 de Agosto e 19 de Setembro.

 

O grupo tem estado em estúdio a trabalhar no novo disco, com sessões de estúdio em Londres e em Lisboa. No estúdio, o grupo recebeu a visita de diversos artistas como YadiRoses Gabor,Dismantle e Dub Phizix.

 

A banda continua em digressão por festivais europeus. Holanda, Bélgica, Croácia, Eslováquia, Suíça, entre outros, são os próximos países a receber o grupo português. O destaque vai para um dos eventos mais importantes da música europeia, o festival Lowlands, na Holanda, a 17 de Agosto.

 

PRÓXIMAS DATAS:

25 Julho – Paléo Festival (Suíça)

27 Julho – Pacha, Ofir (Portugal) – Buraka DJs

30 Julho – Expofacic, Cantanhede (Portugal)

3 Agosto – Solar Festival (Holanda)

4 Agosto – Festas da Praia, Terceira (Portugal)

15 Agosto - Pumphuset, Copenhaga (Dinamarca) – Buraka DJs

16 Agosto – Mortágua (Portugal)

17 Agosto – Lowlands Festival (Holanda)

23 Agosto – Uprising Festival, Bratislava (Eslováquia)

24 Agosto – Feestinthepark (Bélgica)

25 Agosto – Zabreg (Croacia)

7 Setembro – Solidarity Festival (Bélgica)



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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Dalai Lume

 

A banda punk rock Dalai Lume lançam amanhã (26 Julho) o seu 2º álbum de originais "Sentido Proibido" em evento a decorrer em Lisboa, na República da Música em Alvalade. Gravado em fevereiro de 2013 "Sentido Proibido" conta com 13 temas de puro rock de intervenção, mensagem sem rodeios e com a irreverência que este tempo exige. 

 

 Formada em 2006 a banda já partilhou o palco com alguns dos ícones do movimento punk internacional como Dwarves ou Jello Biafra. Por entre algumas mudanças de formação o grupo chega a 2013 com Zorb (voz), Oregos (bateria), Bernardo (baixo) e Rodrigo (guitarra). Com novo disco, e sem olhar para trás, para lançar uma pedra no futuro do rock em Portugal.
Para além desta festa de lançamento estão já confirmadas outras datas a nível nacional para o arranque da promoção do novo disco, fica aqui a lista completa para a tour:
26 Julho, Lisboa, República da Música.
27 Julho, Tomar, Theatro Bar.
16 Agosto, Odemira, Cais Bar
23 Agosto, Famalicão, Adega do Povo.
24 Agosto, Porto, Hard Club.
Recentemente a banda lançou um video clip para o tema "Bairro Alto": 
http://www.facebook.com/dalailume

http://paramanterachamaviva.blogspot.pt/


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Antonio zambujo, quinto


«QUINTO» CHEGA A DISCO DE PLATINA!

NOVO SINGLE DE ANTÓNIO ZAMBUJO, «LAMBRETA», JÁ PODE SER OUVIDO NAS RÁDIOS NACIONAIS

 

A caminhada de «Quinto» tem sido marcada pelo sucesso: editado no ano passado, o magnífico álbum de António Zambujo, e a primeira aventura discográfica do fadista sob a chancela da Universal Music Portugal, liderou o top iTunes, entrou directamente para o 2º lugar da tabela nacional de vendas e chegou, agora, à marca de Disco de Platina. Mas ainda há muito para descobrir em«Quinto» – nomeadamente «Lambreta», o novo single retirado do disco, que já pode ser ouvido nas rádios nacionais.

«Quinto» espraia-se por elementos de jazz, bossa nova, morna e do cante alentejano, conferindo-lhe uma identidade sonora única, à qual ninguém ficou indiferente. Do Alentejo para o mundo, a obra deAntónio Zambujo foi elogiada nos quatro cantos do globo – e é pelo mundo inteiro que a viagem de «Quinto» vai continuar.

Em Agosto, António Zambujo vai viajar com o seu fado ímpar até ao Brasil, com concertos agendados para São Paulo e Rio de Janeiro. Mas não se fica por aqui: até ao final de 2013, António Zambujovai actuar ainda no México, com o regresso à Europa a encontrá-lo em palcos franceses, noruegueses e finlandeses. Depois do concerto no Coliseu dos Recreios, em Dezembro de 2012, «Quinto» regressa a Lisboa no dia 25 de Outubro, num espectáculo marcado para o Centro Cultural de Belém.



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Letra

 

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende até ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata são-joanina
erigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
num rosto de cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonado
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

[refrão]




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eodem Project

 

Músico português reúne artistas de várias partes do mundo em  coletânea musical.


“Caminhos alternativos” (Alternative Ways) é a primeira coletânea do recente Eodem Project de Neutral Fonetic, também conhecido como Davide Gravato. A coletânea musical junta mais de 20 artistas de 17 nacionalidades num registo eletrónico alternativo. Tendo sido lançado a 18 de Julho ,todo o projeto pode ser ouvido gratuitamente na internet, estando  disponível também para download.


Alternative Ways reúne artistas de vários estilos, desde o Downtempo ao Dubstep, numa atmosfera relaxante. A coletânea conta com três nomes bastante conhecidos sendo estes: o produtor de Hip-Hop australiano Ta-ku; o produtor Matthew Shell, recentemente comentado no sítio dos prémios Grammy; e a DJ/produtora Zefora.


O nome da coletânea foi escolhido sob o ideal de que, a cultura, é a única coisa que realmente nos distingue. Então Neutral Fonetic, o organizador, vê aculturações como chaves  que abriram “caminhos alternativos” para diferentes formas de viver. Na realidade, o próprio  nome do projeto - Eodem Project - sugere um ponto de partida em comum. Quebrando as convencionais barreiras geográficas, esta iniciativa cruzou o caminho de vários artistas, e seus fãs, no mesmo projeto, como um ponto que os uniu apesar dos diferentes trajetos musicais.


A coletânea está disponível para download gratuito e toda a informação pode ser encontrada, nas redes sociais Facebook, Soundcloud e Twitter. Surgirão novas compilações e o organizador Neutral Fonetic, espera poder realizar eventos relacionados com as mesmas no futuro.

Links úteis:
Facebook - https://facebook.com/EodemProject
Soundcloud - https://soundcloud.com/eodem-project
Twitter - https://twitter.com/Eodem_Project
Download –https://tinyurl.com/ndl23vj



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Orquestra FolkMus passa por Águeda em Novembro próximo


d’Orfeu inicia na Estónia
novo projecto europeu!
 


 

Orquestra Folkmus



A d'Orfeu integra o novo projecto europeu FolkMus, uma orquestra europeia de inspiração folk apoiada pela União Europeia, através do Programa Cultura, que está a realizar o seu primeiro encontro esta semana, de 23 a 27 de Julho, na Estónia, concretamente no Viljandi Folk Music Festival. Pela associação aguedense, os músicos Sara Vidal, João Pratas e Manuel Maio integram a futura Orquestra FolkMus que, além de percorrer Estónia, Itália, Grécia e Espanha, actuará no próximo Outono também em Portugal.

Reforçando o seu espírito de intercâmbio cultural, a d’Orfeu assume a representação portuguesa nesta iniciativa, juntamente com os parceiros Zètema Progetto Cultura e Archivio Aurunco (Itália), Centro de Música Tradicional da Estónia (Estónia), Departamento Social de Cyclades (Grécia) e Fira Mediterrània de Manresa (Espanha). Até Abril de 2015, o projecto FolkMus reúne jovens músicos emergentes de cada país participante, que trabalharão em residência artística sobre as diversas tradições culturais e musicais que compõem a matriz europeia, partilhando a paixão pelas músicas étnicas e o interesse em encontrar pontos comuns entre as suas tradições ancestrais. Neste ciclo que agora se inicia, os músicos cruzaram melodias representativas das suas tradições, revitalizando a memória cultural e os instrumentos tradicionais para os tempos actuais, em forma de orquestra multicultural.

Num intercâmbio de ideias e vivências, o repertório musical a ser desenvolvido ficará plasmado numa edição discográfica, assim como será apresentado em festivais e centros culturais em Itália, Grécia, Espanha e Portugal durante os próximos dois anos, além da prevista estreia na Estónia. O próximo encontro, a realizar-se no mês de Novembro, será promovido pela d'Orfeu, em Águeda, no âmbito do 17º OuTonalidades - circuito português de música ao vivo. Toda a informação sobre "FolkMus" pode ser consultada no sítio http://www.folkmusicproject.eu.


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC




d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Superior Interesse Cultural



publicado por olhar para o mundo às 10:52 | link do post | comentar

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Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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