Domingo, 30 de Junho de 2013

Festival do Crato 2013

Depois do sucesso da edição de 2012, que acolheu mais de 46.000 visitantes, o FESTIVAL DO CRATO está de regresso em 2013 com uma programação forte e um cartaz que aposta em alguns dos melhores projectos da música nacional e internacional. 

Este que já é um dos maiores eventos realizados no Alentejo, decorre de 28 a 31 de Agosto e contará com os SKUNK ANANSIE, um dos maiores nomes da pop britânica, como cabeças de cartaz, a que se junta o poderoso roque popular dos DIABO NA CRUZ (31 de Agosto). 

Entre as bandas confirmadas estão também CARLOS DO CARMO & Orquestra Sinfonietta de Lisboa, que celebrará os seus 50 anos de Carreira com um espectáculo especial e os AZEITONAS, uma das mais populares bandas portuguesas da actualidade (28 de Agosto); o klezmer frenético dosMELECH MECHAIA e RICHIE CAMPBELL, um dos mais respeitados representantes do Reggae europeu (29 de Agosto); os míticos GNR, acompanhados de um trio de convidados de luxo: Camané, Márcia e Mitó Mendes (A Naifa) e a voz inconfundível e cativante de AUREA (30 de Agosto).


Retirado de Antena 3



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Letra

 

Amanhã!
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã!
Redobrada a força
Prá cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã!
Mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro rei vai brilhar
Amanhã!
A luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar!
Há de imperar!

 

Amanhã!
Está toda a esperança
Por menor que pareça
Existe e é prá vicejar
Amanhã!
Apesar de hoje
Será a estrada que surge
Prá se trilhar
Amanhã!
Mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Amanhã!
Ódios aplacados
Temores abrandados
Será pleno!
Será pleno!

 



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Festival Folk Celta regressa a Ponte da Barca a 26 e 27 de julho

O Festival Folk Celta está de regresso à Praça Terras da Nóbrega, em Ponte da Barca, nos dias 26 e 27 de julho, para a sua 6ª edição.

 

O cruzamento de sonoridades musicais folk e celta de tradição popular volta a ser o prato forte do certame, que conta no seu cartaz com a galega Cristina Pato, a irlandesa Niamh Ni Charra, e com os portugueses Capa Grilos, Gaiteiros de Lisboa e Melech Mechaya.

 

Além do Palco Folk Celta, o certame contará este ano, também, com o Palco Bricelta, que irá receber quatro novos artistas, que concorreram e venceram o desafio lançado pela organização: CabraCega, Música Profana, GiraSol e Dunya.

 

Os bilhetes diários para o festival custam €5 e podem ser adquiridos à entrada do mesmo. Há também um pack promocional à venda por €10 que, além o passe de dois dias, inclui igualmente um CD compilação das edições passadas do certame, bem como uma t-shirt.

 

Confira a programação completa do festival:

 

Sexta, 26 de Julho


21h00 - Abertura de portas
Performance de Abertura
22h00 | 22h40 – Palco FolkCelta | CapaGrilos
22h40 | 23h00 – Palco Bricelta | Cabra Çega
23h00 | 00h00 – Palco FolkCelta | Niamh Ni Charra
00h00 | 00h20 – Palco Bricelta | Música Profana
00h30 | 02h00 – Palco FolkCelta | Cristina Pato


Sábado 27 de Julho


21h30 – Abertura de portas
22h00 | 22h40 - Palco FolkCelta | Riobó
22h40 | 23h00 – Palco Bricelta | GiraSol               
23h00 | 00h00 – Palco FolkCelta | Gaiteiros de Lisboa
00h00 | 00h20 – Palco Bricelta | Dunya
00h30 | 02h00 – Palco FolkCelta | Melech Mechaya



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Letra

 

Como se fosse ontem
ou no Inverno passado
a mesma chuva miúda
o mesmo asfalto molhado

Como se não fosse nada
passando sem se notar
lá se foi outra alvorada
olhos cansados de olhar

Mas se tudo vale a pena
e a vida é feita destes nadas
destas noites de trabalho
destas estranhas alvoradas
desta fome que se instala
deste Sol que teima em nascer 
outra vez

Como deixaste o casaco
pendurado na escada
pensei que fosse um sinal
pensei que ainda voltavas 

Como se fosse ontem
chego a casa de manhã
a mesma sala quieta
o gato e a manta de lã

Mas se tudo vale a pena
e a vida é feita destes nadas
destas noites de trabalho
destas estranhas alvoradas
desta fome que se instala
deste Sol que teima em nascer 
outra vez



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Sábado, 29 de Junho de 2013

Primeiro espetáculo de fado em Pequim decorre na terça-feira

28 de junho de 2013

Cristina Nóbrega


As cantoras Cristina Nóbrega e Cao Bei vão atuar na terça-feira em Pequim, acompanhadas pelo guitarrista Joao Bengala, no primeiro espetáculo de fado realizado na capital chinesa, intitulado "Amizade Lusófona com a China".


"A Mariza já cantou em Xangai, durante a Exposição Universal de 2010, mas em Pequim seremos nós as primeiras", realçou à agência Lusa Cao Bei, empresária chinesa radicada há vinte anos em Portugal e uma das raras estrangeiras que canta o fado.

 

Cao Bei interpretará três fados celebrizados por Amália e Lucília do Carmo, e, como sempre, parte das letras serão cantadas em chinês.

 

"Não sou fadista: canto à minha maneira e ponho sempre um pouco de Ópera de Pequim naquilo que canto", disse a cantora.

 

A outra cantora do programa, Cristina Nóbrega, que irá atuar pela primeira vez na China, ganhou o prémio Voz do Fado em 2008.

 

O espetáculo, patrocinado pela Embaixada de Portugal em Pequim, conta com o apoio da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) e do Observatório da China, organização não-governamental portuguesa que ao longo de 2013 e 2014 irá assinalar os 500 anos dos contactos entre os dois países.

 

O navegador português Jorge Alvares foi o primeiro europeu a desembarcar na China, na costa sul do país em junho de 1513.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Exposição «Fado e o Teatro» é inaugurada no sábado em dois museus de Lisboa

A exposição “Fado e o Teatro” é inaugurada no sábado em dois museus de Lisboa, mostrando ”a parceria permanente entre estas duas artes”, explicou o diretor do Museu do Teatro, José Carlos Alvarez.


“A arte onde o fado se assumiu como canção da cidade [de Lisboa] e teve maior presença foi de facto no teatro, desde o século XIX até ao final do XX”, disse José Carlos Alvarez.

 

A exposição divide-se pelo Museu do Teatro, no Lumiar, onde ficará o núcleo principal, e o Museu do Fado, em Alfama, e é o corolário de uma série de exposições que abordaram o Fado no Cinema, nas Artes Plásticas e na Moda, explicou Alvarez.

 

O responsável afirmou que “se é no teatro de revista que o fado tem a mais constante e contínua participação, também marcou presença no teatro musical, comédias, operetas e no teatro dramático, nomeadamente a peça ‘A Severa’, de Júlio Dantas, de 1901".

“É no teatro e com o teatro que o fado se constitui como um domínio musical de particular destaque na memória cultural portuguesa e se vai consolidando, lentamente, enquanto produto cultural de massas”, disse Alvarez, acrescentando que “de certa forma traz-lhe a consagração popular, institucionalizando-o do ponto de vista artístico”.

 

“O núcleo expositivo principal fica no Museu do Teatro e é constituído por trajos de cena, figurinos, fotografias, adereços, caricaturas, material audiovisual, e gira em volta de quatro espetáculos que foram marcantes, nomeadamente a peça ‘A Severa’, as operetas ‘Mouraria’ e ‘Rosa Cantadeira’ e a revista ‘31’”

 

A atriz Ângela Pinto foi a primeira a encarnar no palco a personagem “Severa”, de Júlio Dantas, e sobre a qual Palmira Bastos que também a representou, se referiu como “a Dama das Camélias da Mouraria”.

 

Deste núcleo, José Alvarez destacou dois trajes de cena, um que foi usado por Amália Rodrigues na peça de Dantas em que contracenou com Paulo Renato, no Teatro Monumental, em 1955, e um outro usado por Ivone Silva num quadro de revista.

 

“Foi na opereta ‘Mouraria’, que teve um enorme sucesso, que Amália se apresentou pela primeira vez toda vestida de negro e se tornou na sua imagem emblemática”, contou Alvarez. A opereta “Rosa Cantadeira” foi protagonizada por Hermínia Silva, que foi uma das fadistas que “mais anos se mantiveram nos cartazes do teatro, nomeadamente no de revistas”. “Da revista ‘31’ saiu um fado celebérrimo que ainda hoje é interpretado, o ‘Fado do 31’”, destacou.

 

No Lumiar há um outro núcleo “mais vasto que é dedicado aos atores e atrizes que também cantaram o fado, como a Mariamélia, Estevão Amarante, Vasco Santana, José Viana e Raul Solnado, mais recentemente, e de fadistas que também foram atrizes como Maria Vitória, Ercília Costa, Amália, Hermínia, entre outras”. “O fado no teatro tem uma presença mais feminina”, realçou o diretor do Museu.

 

No Museu do Fado, em Alfama, “vai estar um núcleo mais dedicado ao som, à produção musical propriamente dita”. Neste espaço “estarão disponíveis registos sonoros que podem ser escutados pelos visitantes, partituras, algumas delas ilustradas por grandes artistas plásticos como Stuart Carvalhais, Almada Negreiros ou Carlos Botelho, capas de discos e discos”. José Alvarez realçou que “muitos sucessos do fado partiram dos palcos do teatro”.

 

A exposição “Fado e o Teatro” estará patente até ao final do ano nos dois museus.

 

Retirado do Sapo Música



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Dengaz, Dub Inc, Rebelution e Orlando Santos no Sumol Summer Fest


Dengaz, Dub Inc, Rebelution e Orlando Santos no Sumol Summer Fest

Para o cartaz do Sumol Summer Fest foram agora acrescentados mais quatro nomes. A saber: Dengaz, Dub Inc, Rebelution e Orlando Santos.

 

Dengaz é figura emergente do Hip Hop português, revela-se exímio nas palavras, polvilhando-as de ritmo e melodia, explorando sem receios alguns elementos do R&B e Rap. Teve também algumas colaborações com Richie Campbell.

 

Os franceses Dub Inc são um dos melhores produtos da actualidade do Reggae nascido na Europa. Artesãos dos superiores elementos que o género jamaicano contém, têm na sua formação dois cantores de qualidade excepcional - Bouchkour e Komlan. Contam com mais de 10 anos de estrada.

 

Rebelution é um grupo californiano constituído por jovens músicos, que apaixonam de forma retumbante todas as plateias que têm o privilégio de os ver e ouvir. Há muito que temas dos Rebelution figuram nos melhores lugares de tabelas de qualidade indiscutível como o iTunes e a Billboard.

 

O português Orlando Santos colaborou com consagrados lusos como os Cool Hipnoise, Kika Santos e Orelha Negra. Inspirado pelo Rock, Soul e Reggae, com disco de estreia prontinho para editar, irá com certeza apresentar as canções do registo debut, edição intitulada “My Soul”.

 

Recordamos que a 5ª Edição do Sumol Summer Fest decorrerá de 27 a 29 de Junho na Ericeira.

 

Retirado do HardMúsica



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Letra

 

Letra:

Não dá pra mentir, só dá pra dizer. 

Aquilo que eu sinto no momento é vicio,

este precipício não dá pra descer.

Sei que no inicio era beneficio,

mas agora vai, faz-te crescer. 

Torna-te um homem, volta pra ver.

E ve se aprovas, aquelas manobras

que tinhas em mente mais tarde fazer. 

Tu vês para crer.

Primeira visão, foi tudo em vão, mas antes viesse 

igual à reacção da primeira paixão,

é desilusão mas nunca se esquece.

Tu vês o futuro mas ele desvanece,

e aquilo que querias passou para outras vias.

Tu vês que fazias mas não acontece,

em ti não confias, e fazer magia vês que não podias

mas antes pudesses. 

Que a vida é conversa da treta, 

cenas normais não vou ser adulto de mais porque o meu cérebro faz caretas.

Bem que procuro numa esquina bons momentos mas em vão,

porque essa esquina é um mundo à parte e à parte do mundo eles não estão.

E ATÉ QUE APRENDO

SIGO E NÃO ME RENDO

CEGO E CONTRA O VENTO

PROCURO AS MINHAS FORÇAS PRA LUTAR

E O ALIMENTO

É AGIR COM CALMA E TEMPO

SE A VIDA É UM CUMPRIMENTO

NÃO FAÇO MAIS DO QUE CUMPRIMENTA-LA 

E aquele que daqui bazou e nos deixou à nora, ora..

Mais vale um olá atrasado do que aquele adeus que vem antes da hora, ora.

Sofremos de crise, 

se algum dia disse não perceber.

Não é burrice, não é que não perceba,

ás vezes não quero compreender.

Por isso é que eu olho e tu olhas pro lado, 

com ar de amuado se eu passo por ti. 

Por isso é que deus não te deu duas asas 

porque ele sabe que bazavas daqui.

Só quero mostrar-te e dar-te metade

daquilo que eu vi, na minha vivência.

Queres ter uma vida sem limites? 

Sem limites não é sem consciência.

Eu sei que é lixado ser livre na rua,

mesmo que essa rua não seja prisão.

Tinhas liberdade, foi-se a liberdade

quando tiras-te a liberdade ao teu irmão.

É o mesmo que queres fazer revolução,

sem teres ambição e mostrar rebeldia.

Mas se o governo diz para sorrir,

alinham-se todos pra fotografia.

À anos que eu penso naquilo que quero, 

porque é que o transformam naquilo que eu queria?

Se o meu pai trabalha, a minha mãe ralha,

porque o filho falha a pensar que podia. 

Se eu pudesse mudar talvez mudaria,

mas seria o Chapz.

Pessoas que decidi mandar em bora embora não quisesse.

Sou meio trapalhão, às vezes tropeço, e até que aguento.

SIGO E NÃO ME RENDO

CEGO E CONTRA O VENTO

PROCURO AS MINHAS FORÇAS PRA LUTAR

E O ALIMENTO

É AGIR COM CALMA E TEMPO

SE A VIDA É UM CUMPRIMENTO

NÃO FAÇO MAIS DO QUE CUMPRIMENTA-LA.

 



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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013

Fim de semana musical em Loulé


Fim de semana musical em Loulé

Com a música como tema central o Festival MED estará em Loulé a 29 e 30 de Junho.

 

A Cerca e a Matriz voltam a ser os palcos principais das actuações dos grandes nomes do circuito internacional de World Music. 

O palco Castelo, à semelhança das edições anteriores, será dedicado ao que de melhor se faz em Portugal. 
A Curva da Cintura com Arnaldo Antunes, Toumani Diabaté e Edgard Scandurra, SMOD, Sany Pitbull, A Jigsaw, Miguel Araújo e Norberto Lobo são os primeiros nomes já avançados para esta edição.

 

A Curva da Cintura com Arnaldo Antunes, Toumani Diabaté e Edgard Scandurra será apresentado em estreia mundial dia 29 de Junho, no palco Cerca.

 

 

SMOD, o grupo composto por Ousco, Donsky, e Sam, filho do famoso duo Amadou & Mariam, que passou pelo MED em 2008, irá estrear-se em Portugal para apresentar o seu mais recente trabalho produzido por Manu Chao. 
O álbum SMOD transpira ritmos revolucionários de hip-hop e rap intercalados por sonoridades malinenses, em que se juntam influências do reconhecido produtor francês. O trio será responsável por encerrar o palco Matriz no primeiro dia do festival.

 

O internacional DJ brasileiro Sany Pitbull irá passar pelo MED no dia 30 de junho para dar a conhecer as suas produções que já conquistaram as principais capitais europeias, como Londres, Paris, Estocolmo e Berlim.

 

 

“Cinco dias e meio” é o título do álbum de estreia a solo de Miguel Araújo, que será apresentado no palco Cerca, dia 30 de Junho.
Gravado em cinco dias e meio, como o próprio título indica, o álbum foi para a rua a 21 de Maio e desde a data de edição conta com o sigle “Os maridos das outras” entre os cinco temas mais vendidos nas plataformas digitais em Portugal.

 

No dia 30 de junho, sobe ao palco Castelo o reconhecido guitarrista português, Norberto Lobo. Aclamado pela crítica nacional e internacional o guitarrista carateriza-se pelo carácter físico, humano e popular do seu som.

 

A Jigsaw é o último nome do cartaz deste ano confirmado até à data. Esta banda blues-folk portuguesa, formada em Coimbra pelo trio João Rui, Jorri e Susana Ribeiro, sobe ao palco Castelo no dia 29 de junho para apresentar o seu terceiro registo de originais e revisitar alguns dos temas dos primeiros álbuns.

 

Ao contrário das edições passadas, o festival conta este ano com dois dias de cartaz. Como explica Joaquim Guerreiro, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Loulé “O Festival MED é, desde a sua génese, um símbolo do dinamismo cultural da cidade e do Algarve. Este evento com expressão nacional tem vindo a ganhar eco internacional extremamente importante para a economia local e para a promoção da nossa oferta turística. A nona edição é mérito, sobretudo, do envolvimento e compromisso dos louletanos com este evento. Pautado pelo rigor artístico, mantém-se a excelência do cartaz, que inclui alguns dos melhores artistas nacionais e internacionais”.

 

Mas o Festival MED alargou a área musical a outra vertente cultural. E assim no âmbito do Festival

o centro histórico da cidade acolherá quatro exposições.

 

Na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo vai estar patente a exposição colectiva “Sol és a verdade, mas odeio-te!”, de Paula Tojal, Paulo Serra, Pedro Leitão e Zé Ventura, com curadoria de Nuno Faria. 

 

A fotografia de Pedro Barros vai estar em exibição na mostra “Jordânia”, com texto de Álvaro Figueiredo, que pode ser visitada nos Claustros do Convento (junto ao INUAF).

 

Na Travessa do Arco do Pinto, em pleno coração da Zona Histórica de Loulé, a exposição de rua "Músicas que nos tocam" será uma das mais surpreendentes.


Os visitantes do Festival vão descobrir nos seus percursos, entre um palco e outro, a "Rua das Guitarras" onde cada um dos 21 artistas convidados representou uma música que para si tem um significado próprio, a nível da melodia e do ritmo, ou a nível da mensagem, ou por motivos mais pessoais. Esperamos que estas interpretações também vos provoquem sentimentos e reações diferentes de uma figura para outra... ou de uma música para outra.

 

Em todo o recinto vão estar imagens do fotógrafo Nuno Graça, na exposição designada por “Detalhes do MED”, com algumas fotografias das edições anteriores do Festival MED.


Nuno Graça nasceu em Quarteira em 1966. Frequentou o ensino secundário em Faro, dedicado à fotografia como complemento e ferramenta ao serviço da comunicação, manteve atividade na área da publicidade desde 1987, após ter cursado em Design e Comunicação Visual da Escola Técnica António Arroio.


Retirado do HardMúsica



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Dead Combo programam Baixa-Chiado PT Bluestation em julho

Numa altura em que comemoram dez anos, os Dead Combo programam um mês inteiro de propostas para a Baixa-Chiado PT Bluestation, em Lisboa. Se quer saber o que Pedro Gonçalves e Tó Trips andam a ouvir, a ler, a comer ou o tipo de sítios onde gostam de ir, basta acompanhar os eventos deste mês de julho na estação.

Entre as suas sugestões estão concertos de bandas e músicos da sua preferência em todas as áreas que os inspiram, desde a folk (com os The Loafing Heroes, de João Tordo) ao fado (com o guitarrista Sidónio Pereira), passando pelo jazz (com os Moustache, de Leiria) e pela música clássica (com a Academia de Amadores de Música de Lisboa), entre outros. Tascas onde gostam de comer uma bifana (como o Trevo) ou um rissol (como o Palmeira) estão também na agenda. Mais alguns locais que frequentam habitualmente (como a Barbearia Campos ou a Livraria Bertrand) e sugestões de jogos e desafios completam a programação. 

Todos os dias são de entrada livre.

Concertos:

Dia 5, sexta-feira, 21h/22h: Alexandre Cthulhu (guitarrista de rock e blues com inspiração nos anos 70)

Dia 11, quinta-feira, 17h/19h: Sidónio Pais (guitarra portuguesa)

Dia 12, sexta-feira, 21h/22h: Zorra (rock e jazz)

Dia 16, terça-feira, 17h/19h: Moustache (banda de jazz de Leiria)

Dia 18, quinta-feira, 17h/19h: Coro da Academia de Amadores de Música (clássica)

Dia 24, quarta-feira, 17h/19h: Hugo Ferracci (guitarrista de rua)

Dia 26, sexta-feira, 21h/22h: The Loafing Heroes, banda de inspiração folk do escritor João Tordo, que aqui toca contrabaixo, e também do irlandês Bartholomew Ryan (composição, guitarra, voz e harmónica), da alemã Judith Retzlik (violino), de Alexandre Andrade (trompete) e de Nuno Morão (percussão)

Cine-Concerto
Dia 19, sexta-feira, 21h/22h: 
Projeção dos filmes “Emak Bakia”, de Man Ray, “Cão Andaluz”, de Luís Buñuel e Salvador Dali, e de curtas-metragens dos anos 20, acompanhados ao vivo pelo trio In a Silent Way (piano: Clara Lai; contrabaixo: Francisco Brito; bateria: Vasco Furtado)

Danças de salão:
Dia 4, quinta-feira, 17h/19h:  Aula de merengue com o Círculo de Dança de Lisboa

Eventos gastronómicos / Degustações:

Dia 1, segunda-feira, 17h/19h: Rissóis de camarão do Palmeira (restaurante da baixa)
Dia 8, segunda-feira, 17h/19h: Bifanas do Trevo (tasca no Largo Camões onde Anthony Bourdain provou aquelas que considerou serem "as melhores bifanas do mundo")
Dia 15, segunda-feira, 17h/19h: Pastéis de bacalhau do Tendinha (tasca típica do Rossio)
Dia 22, segunda-feira, 17h/19h: Queijos da Queijaria Nacional (da Rua da Conceição)

Outros eventos:

Dia 2, terça-feira, 17h/19h: Photo Booth com guarda-roupa ao "estilo" Dead Combo. As fotos vão a concurso no facebook e as mais votadas ganham o CD "Lisboa Mulata", autografado pela banda.
Dia 17, quarta-feira, 15h/18h: Disponibilização de tatuagens provisórias com o tatuador profissional Vinicius Oliveira
Dia 23, terça-feira, 13h/19h: Exposição dos livros preferidos dos Dead Combo (pela Bertrand) e leitura de textos de Fernando Pessoa
Dia 25, quinta-feira, 17h/19h: Ilusionismo com o multi-premiado mágico Miguel Pinheiro
Dia 29, segunda-feira, 17h/19h: Barbeiros da Barbearia Santos (do Chiado) cortam o cabelo ou fazem a barba a quem passa

AI QUE VIDA!!! ESTA VIDA DE LISBOA!  ( por Dead Combo )
Lisboa das ruelas e do pregão
Coisas antigas que rolam na rua e no chão
Lisboa dos sabores da partida e da chegada
Lisboa diferente da luz e das cores, mestiça de valores
Lisboa da noite do underground e da léria da vizinha!
Barbeiros de Lisboa que sabem tudo,
Poetas do cais que não sabem nada

Que vida tão boa esta vida de Lisboa
Que boas estas gentes de Lisboa

Passamos a noite em branco
Com o Tejo aqui ao lado
Juntámos os ossinhos em pranto
Mas estamos vivos na baixa e no chiado!

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Saí daqui p'ra bem longe 
Fugi assim muito longe 
Fiz-me à estrada ao amanhecer 
À deriva sem nada a perder 

Fui embalado ao sabor do vento 
Deixei-me ir nas horas do tempo 
As memórias ficaram por contar 
Das tristezas não quero falar 

Será que a culpa foi toda minha 
Será que ao fundo termina a linha 
O horizonte acaba ali 
E a nascente jamais a vi 

Sou mais 1 sonhador 
Ooohhh 
Quiçá 1 trovador 
Sou mais 1 sonhador 
Ooohhh 
Quiçá 1 trovador 

Adormeci quase anoitecia 
Quando acordei era outro dia 
O cansaço tomou conta de mim 
O fracasso já nasceu assim



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Rock in Rio: Portugueses e brasileiros lado a lado no Palco Sunset

O Rock in Rio regressa a casa, ao Rio de Janeiro, e leva na mala um elaborado conjunto de colaborações entre artistas portugueses e brasileiros, à semelhança do que aconteceu em 2011. Com o dobro do tamanho, o Palco Sunset promete assim mais uma edição que conta com os portugueses Orelha Negra ou Áurea, entre muitos outros. 

Zé Ricardo, diretor artístico do Palco Sunset, levantou o véu sobre o que podemos esperar deste Rock in Rio e trouxe com ele Flávio Renegado, o rapper que vai partilhar o palco com os Orelha Negra. 

“Quando o Zé me fez este convite fiquei imensamente feliz e honrado”, começa por salientar Flávio, acrescentando que “a grande surpresa será essa junção com Orelha Negra”, cujo som e estética em muito se assemelham ao seu trabalho. 

Zé Ricardo acredita que “a integração dos artistas portugueses no palco Sunset vai ser maravilhosa” e salienta que “esta ligação entre o Brasil e Portugal tem de ser mais forte, tem de ser solidificada e o Rock in Rio trabalha para isso”. Assim, além dos Orelha Negra, será possível ver no Rock in Rio The Gift, Aurea, Black Mamba, DJ Ride e DJ Vibe.

As expectativas para esta edição são altas. “Voltar a casa depois de 2011 dava aquele frio na barriga, mas vendemos todos os ingressos em quatro horas, então o Rock in Rio 2013 é um grande sucesso”. 

Entre as principais novidades nesta edição conta-se o novo palco Sunset que, diz Zé Ricardo, “dobrou de tamanho e conteúdo, porque estamos a trazer artistas de primeira grandeza para o Sunset”. Entre os grandes nomes estão Ben Harper , The Offspring, Living Color, Gogol Bordelo ou Lenine.

O Rock in Rio começa a 13 de setembro e prolonga-se até dia 22. O evento estará de volta a Portugal em 2014.



Retirado do Sapo Música



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Wraygunn e Supernada com concertos de entrada livre no Festival Mêda +

A quarta edição do Mêda +, festival de entrada gratuita que se realiza na cidade de Mêda, no distrito da Guarda, está marcada para os dias 25, 26 e 27 de julho e conta com Fonzie, Supernada e Wraygunn como cabeças de cartaz.

Sobem também ao palco do Mêda + nomes como The Parkinsons, Feromona e Miss Lava, banda que atua na semana anterior no palco principal do Super Bock Super Rock.

A organização aposta num cartaz que conjuga nomes consagrados da música nacional e alguns valores em ascensão, procurando a valorização cultural desta zona do interior do país.

Para além da entrada livre, o acesso ao Parque de Campismo Municipal também é gratuito. A entrada para as Piscinas Municipais, situadas ao lado do campismo, terá um valor simbólico.

Alinhamento confirmado:

Quinta-feira, dia 25
A Cepa Torta
Miss Lava
Fonzie
DJ Eddie Ferrer

Sexta-feira, 26
Gula
Feromona
Supernada
DJ Rusty

Sábado, 27
The Indigo
The Parkinsons 
Wraygunn
Hell Yeahh Djs The Vacaciones

Todas as informações podem ser acompanhadas na página oficial do evento, em http://medamais.net.

Em edições anteriores, já passaram por este festival nomes como X-Wife, Mão Morta, Diabo na Cruz, Glockenwise, d3o, O Bisonte, Fitacola ou Tara Perdida.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra

 

O pêndulo do relógio
Faz tremer o chão
Na parede um quadro
Desenhado a mão

Guardo a fotografia
É onde tu sorris
Aquela mais antiga
Pareces feliz

Fora da estante
Está um livro teu
Tantas vezes lido
Arde até ao fim

O sol já vai baixo
É o entardecer
Faz a paisagem calma
Quer adormecer

Isto do amor
E um caso estranho
Sem bem o que dou
Não sei o que tenho

Quero-te provar
Que nunca te minto
Quero-te mostrar
Aquilo que sinto

Hoje foste embora
E algures por aí
Ainda me pergunto
Se tu gostas de mim

Tenho o meu peito aberto
Só tu podes fechar
À palavras que ferem
Deixam-me a sangra

Isto do amor
E um caso estranho
Sei bem o que dou
Sei bem o que tenho

Quero-te provar
Que nunca te minto
Quero-te mostrar
Aquilo que sinto

Isto do Amor



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Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

The Lucky Duckies resuscitam êxitos nacionais e internacionais


The Lucky Duckies resuscitam êxitos nacionais e internacionais

Os Lucky Duckies, contam já com alguns anos de carreira, maioritariamente interpretando covers, mas onde a qualidade interpretativa, exigia já um disco de originais.

 

Neste novo trabalho, “Glamour& e nostalgia- Part Two”, são interpretados grandes sucessos nacionais e internacionais, alguns com novos arranjos.

 

Num trabalho com estilos musicais muito diversificados, há alguns que pela simbologia merecem ser destacados.

 

Comecemos por “Amor”, tema interpretado em 1965 por Artur Garcia n Festival da Canção RTP e ainda o tema “Encontro às dez” conhecido pela voz de Ruy de Mascarenhas, que conta com uma nova orquestração.

 

O tema “You will love me” encontrava-se na gaveta, mas em boa hora decidiram pegar nele e dar-lhe um arranjo de bossa-nova, algo que valorizou um tema, recomendável a todos os amantes de boa música.

 

“Tu Vuó Fá LAmericano”, é um tema do pianista Renato Cursone é cantado em dialecto italiano. Este tema é também conhecido pelas versões remix, passadas em discotecas.


Como último destaque, o tema “The end of the world”, em mais uma bela interpretação desta banda de Aveiro.


Um disco que vale a pena ouvir, onde grandes temas são ressuscitados pela voz dos Lucky Duckies.

 

Retirado do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 21:18 | link do post | comentar

 

Letra

 

Atitudes, formas de levar veneno
Onde não há
Ser honesto e ter sempre a razão
Tem cuidado

Deixo a porta aberta
Uma sombra a meditar
A confissão que se esconde
Sem remorsos

Quero o tempo certo
Qualidade é subtracção
A presença é condenável
Não vou dar-te a mão

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco
Neste barco

Abre a porta da saída
Segue em frente
E não penses em voltar
Ninguém te quer ver

Vê a história de outra forma
A raiva é maior, ao deitar
E tu vais perder

Negligência das loucuras
Mas no fundo há visão
Aparência de um discurso em vão
Inadaptado

Deixo a porta aberta
Uma sombra a meditar
A mudança é confrontada
Sem remorsos

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco
Neste barco
Neste barco

Abre a porta da saída
Segue em frente
E não penses em voltar
Ninguém te quer ver

Vê a história de outra forma
A raiva é maior, ao deitar
E tu, vais perder

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco
Neste barco
Neste barco



publicado por olhar para o mundo às 17:07 | link do post | comentar

Festival de Música do Estoril Lisboa abre sexta-feira e tem 23 concertos previstos

Na sua 39ª edição, o Festival de Música do Estoril inclui Lisboa na denominação, evidenciando o peso da capital neste evento que se realiza desde 1975 e que integra um concurso de interpretação e um encontro de compositores.


O Festival, a exemplo da edição anterior, abre em Lisboa, na sexta-feira, coincidindo com a abertura do Festival Ao Largo, em frente ao Teatro Nacional de S. Carlos, com um concerto sinfónico que conta com a participação, como solistas, de quatro dos vencedores do Prémio de Interpretação Estoril/El Corte Inglés.

 

Todos os concertos, “masterclasses”, encontro de compositores, cursos internacionais de música e o 15.º concurso de interpretação, realizam-se em Lisboa, sendo o principal cenário o Palácio Foz, embora haja atividades e concertos previstos para a Escola Superior de Música, a Universidade Nova e a Sé Catedral.

 

Em comunicado, a organização do Festival afirma que 2013 é um ano de “mudança” em que se “recomeça um caminho assente em quatro pilares: renovação, dimensão, património e turismo”.

 

“Em tempo de crise profunda, a renovação é o início da renascença”, sendo o regresso a Lisboa possível “graças à visão e apoio institucional da sua autarquia, à parceria com o Gabinete para os Meios de Comunicação Social” e aos patrocínios, nomeadamente da Share Foundation.

 

O Festival que se prolonga até 30 de julho tem agendado 23 concertos, a 49.ª edição dos cursos internacionais de música com António Saiote (clarinete), Fábio Zanon (guitarra clássica), Pedro Carneiro (percussão), António Rosado (piano) e Yvonne Minton (canto), uma conferência por Emílio Calandin, “A Sagração da Primavera”, celebrando o centenário da estreia da obra, um encontro de compositores e um “festival jovem”.

 

As “masterclasses” de Naseer Shamma, sobre música árabe, de violino, por Liviu Prunaru, e de violoncelo, por Pablo de Naverán, são outras iniciativas do programa.

 

O Festival abre com a Gala de Premiados do Concurso de Interpretação do Estoril, na sexta-feira, às 22:00, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por João Paulo Santos, sendo solistas a soprano Cristiana Oliveira, o barítono Luís Rodrigues, a clarinetista Iva Barbosa e o acordeonista Gonçalo Pescada.

 

Do programa do concerto, que é repetido no sábado, à mesma hora e no mesmo local, constam peças de Giuseppe Verdi, Claude Debussy, Gaetano Donizetti, Astor Piazzolla, Nino Rota, Richard Wagner e John Williams.

 

A série de concertos no Palácio Foz começa no dia 05 de julho, com o quarteto vocal Ensemble Fleder, que estreia em Portugal “The Blue Willow”, de Xu Jinqiang, um conto tradicional chinês sobre a criação da cerâmica azul e branca com projeção de vídeo, recital em coprodução com o Festival Cistermúsica de Alcobaça.

 

No dia 9, o recital “In Memoriam de José Oliveira Lopes”, pelo pianista Adriano Jordão e o barítono José d’Eça, apresenta peças de Debussy, Schumann e de Bach transcritas por Liszt. No dia 11, na Sé, às 21:30, o organista Gabriele Terrone interpreta peça de Johannes S. Bach, Jean Alain e Girolamo Frescobaldi.

 

Do cartaz do festival consta ainda o Quarteto Verazim, o violinista Pedro Meireles, o oboísta Pedro Ribeiro, o violoncelista Martin Henneken, a pianista Luísa Tender e o Sonor Ensemble.

 

O 15.º Concurso de Interpretação realiza-se nos dias 19 e 20 de julho, na Escola Superior Música de Lisboa, e a final está agendada para o dia 21, na sala dos espelhos do Palácio Foz.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:42 | link do post | comentar

 

Letra

 

Olá Lisboa, pela primeira vez
Olá Lisboa, pela primeira vez

Lembro-me de ti
Como se fosse um regresso a casa
As ruas escuras à noite
O medo de quem quer voltar

E passo por ti
Condenado a sentir um vazio
Na hora de te abandonar
A lembrança de quem quer ficar
A cidade por descobrir
Um adeus, vou partir

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu

Confesso-me a ti
Ó cidade de noite encantada
Lembras-me a vontade
Hoje eu vou ficar

Agarro-me a ti
Confrontado a saudade que sinto
A hora está-se a aproximar
As memórias de quem quer voltar
Um segredo que vou descobrir
O adeus, vou partir

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu

E passo por ti
Condenado ao vazio
A ansia de querer voltar
O adeus que não te vou dizer

Espero aqui
Com o mar controlado
A história de ter um passado
A idade de te conhecer
A cidade por descobrir
O adeus, vou partir

Lisboa, és só tu e eu
Lisboa, és só tu e eu



publicado por olhar para o mundo às 08:04 | link do post | comentar

Quarta-feira, 26 de Junho de 2013

TAMBOR AO VIVO
"A SORTE AMPLIFICADA TOUR 2013"
 * DIA 06 DE JULHO, TEATRO MUNICIPAL DA COVILHÃ, 21h30 *

Tambor tour

Ver Teaser AQUI
Tambor no
 facebook
Tambor Site Oficial
______

 
Depois da apresentação em Lisboa, no passado dia 28 de Maio no Musicbox, Tambor dá início à Tour 'A Sorte Amplificada', no Teatro Municipal da Covilhã,  dia 6 de Julho, pelas 21h30. Um regresso às origens para Alexandra Valentim, que nasceu na cidade da Covilhã, onde, pela primeira vez actuará enquanto vocalista da banda. Um espetáculo electro/acústico num teatro carregado de história, uma das mais belas salas da Beira Interior.

Às músicas dos álbuns anteriores, a banda junta os temas de "Electro Pop", o último álbum, com toda a sua carga eléctrica/analógica. Temas como "Cada Dia Que Passa""Desacelera", ou o mais recente single "Fica", que pode ouvir-se em rotação na rádio a nível nacional, não vão faltar no alinhamento deste concerto que se prevê memorável para a carreira deTambor.

"A Sorte Amplificada Tour 2013": de "Cortina de Fumo" a "Electro Pop", 15 anos de músicas em concerto.
 
Bilhetes à venda no Teatro Municipal da Covilhã.


publicado por olhar para o mundo às 22:37 | link do post | comentar

Ultraleve


A BUSCA PELA CANÇÃO POP PERFEITA ESTÁ AINDA MAIS PERTO!

 

OS ULTRALEVE APRESENTAM O SEU ÁLBUM DE ESTREIA NAS FNACS DE TODO O PAÍS

«Ultraleve», o álbum de estreia homónimo da dupla composta por Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira), editado pela Universal Portugal no passado mês de Maio, vai ser o ponto de partida para as actuações do grupo, na próxima semana, nos auditórios FNAC. Depois da consagração no concerto dado no início do mês, na sala TMN Ao Vivo, em Lisboa, agora chegou a hora de todo o país se deixar contagiar pelas canções pop perfeitas dosUltraleve.

No início de 2013, o primeiro single dos Ultraleve, «A Chata», agitou a crítica e o público. Seguiu-se o álbum, que veio confirmar todas as suspeitas: ao ouvir “Ultraleve” é impossível controlar a vontade de bater o pé, gingar o corpo e cantar os refrões destas pérolas realmente coloridas. Para Nuno Markl, «Ultraleve» «é um disco feliz da primeira à última canção, mesmo quando fala de relações falidas, neuroses da meia-idade ou paranóias das sociedades modernas, e não é toda a gente que consegue cantar sobre tais temas com esta euforia e humor, transformando nuvens negras em algodão doce».

No próximo fim-de-semana, as cidades do Porto, Braga, Guimarães e Coimbra receberão os Ultraleve para aquelas que serão as suas primeiras apresentações no centro e norte do país. Segundo Bruno Vasconcelos «a festa está montada, agora resta-nos levá-la ao público».

E a festa dos Ultraleve vai passar por:

Fnac Sta Catarina, Porto, dia 28/ 06 18h
Fnac NorteShopping, Porto, dia 28/06 22h
Fnac Guimarães, dia 29/06 17h
Fnac Braga, dia 29/06 22h
Fnac Coimbra, dia 30/06 17h



publicado por olhar para o mundo às 19:31 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 17:01 | link do post | comentar

Festas de Lisboa encerram com Moonspell na Torre de Belém


Festas de Lisboa encerram com Moonspell na Torre de Belém

Moonspell – Lisboa sob o feitiço da Lua, acontecerá pelas 22:00 de 29 de Junho, na Torre de Belém.

 

À banda juntar-se-ão alguns convidados como Beatriz Nunes, Carlos Maria Trindade, Pedro Ayres Magalhães, António Chainho Anneke Van Giersbergen, Crystal Mountain Singers, Opus Diabolicum e Ignis Fatuus Luna.

 

Com Paço” vai acontecer Rossio, no Jardim de São Pedro e Alcântara e no Jardim da Estrela. 


A partir das 16:30 de 29 de Junho sete bandas filarmónicas encherão de música esses espaços de Lisboa

 

O Fado andará pelas Escadinhas do Bairro América em Santa Engrácia e até domingo animará eléctricos e passageiros com fadistas como Nuno Aguiar e Henriqueta Baptista a entoarem a dolência das suas melodias fadistas.

 

Também o Teatro das Compras, na sua IV edição, transformará até dia 29, nove lojas da baixa lisboeta no cenário de nove histórias, escritas por José Luís Peixoto e encenadas por Giacomo Scalisi e Miguel Fragata.

 

O Cinema São Jorge acolherá de 27 a 30 de Junho S.A.L.13, onde o mar e o surf, se cruzam com a Arte num festival de quatro dias.

 

A 30 de Junho, pelas 15:00, na Alameda dos Oceanos, no Parque das Nações, as Marchas de Populares despedem-se das Festas e da cidade de Lisboa.

 

Retirado do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 12:22 | link do post | comentar

 

Letra

 

You´re talking but your hurting speech
Retaliates,
Throws some messiles away,
It won't cease or kill the pain,
It complicates,
Fucks up my mind and brain,
Oh hold on tease(hold on tease)
Life's destiny not yet totally pleased,
We're all we miss and i can tell
The damage done and swell
will be replaced
By a cold heart hell

And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
You should never leave me
And you should never leave me

You're acting like a masterpiece,
you don't hesitate,
you simply walk away,
playing for keeps, with fake heartbeats
Accelerates,
How I swap love for hate
I faint and stumble on my needs
I desperate,
with my own special bids
We're all we feel and all we felt
The damage done and felt
will be replaced
by a cold heart hell

And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
You should never leave me
And you should never leave me

Oh, hold on tease, life's destiny
not yet totally pleased,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Oh hold on tease
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I need,
Gives me all and nothing I...

And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
And you should never leave me
And you should never leave me before I die
You should never leave me
And you should never leave me before I die...




publicado por olhar para o mundo às 08:53 | link do post | comentar

Terça-feira, 25 de Junho de 2013

 

Letra

 


Por detrás do monte vem o sol nascendo
por detrás do monte vem a luz descendo
vai iluminando este meu caminho
vou subindo o monte andando sozinho

 

Ervas deste monte parece que choram
ervas deste monte parece que escutam
de noite choveu, a terra bebeu

ervas deste monte façam como eu

estendam essas folhas em direcção ao céu
ervas deste monte façam como eu

 

Se encontrar alguém que venha sozinho
se encontrar alguem neste meu caminho

posso convida-lo a subir comigo
ao cimo do monte onde o ar é puro

 

Onde o ar é puro e a vista maior
no cimo do monte pensa-se melhor
e na manhã clara longe da cidade
volto a encontar a minha liberdade


e no cimo do monte longe da cidade
vamos encontrando ainda a liberdade

E já é tão dificil
manter esta chama acesa
contra tanta tristeza
posso contar contigo
para subir comigo
ao cimo daquele monte

 

No cimo do monte o dia é maior
no cimo do monte pensa-se melhor
e ao fim do dia de volta à cidade
nós vamos sonhando ainda em liberdade
se achas que sou louco ou só sonhador
sobe aquele monte ao monte maior
pode ser só teu mas não vás sozinho
junta mais alguém
e tem um bom caminho



publicado por olhar para o mundo às 23:32 | link do post | comentar

OS PORTO AO VIVO
CONCERTO INTEGRADO NO CIRCUITO DA BOAVISTA

 PARQUE DA CIDADE (Porto) | 29 DE JUNHO, 17h00

Os Porto
 
Os Porto no facebook

Vodafone | iTunes | music box | MyWay | Deezer | rdio | Nokia Música | eMusic | Amazon | musicload Spotify

 
Este ano marcou o regresso de uma das mais carismáticas bandas portuguesas, os Taxi, agora com novo nome, nova formação e um novo CD. Os Porto, de João Grande (vocalista) e Rui Taborda (guitarra baixo), e o seu novo trabalho Persicula Cingulata, são a grande aposta do momento e vão apresentar-se em palco no próximo dia 29 de Junho, às 17h00, no Parque da Cidade (Porto), num concerto integrado no Circuito da Boavista. Este concerto contará com a interpretação dos novos temas da banda e também dos maiores êxitos dos Taxi.
 
Os porto


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letra

 

Cruzamos o olhar num momento 
Tão difícil de explicar
Perdi-me na razão
Não posso entender
Não quero entender senão

Falta-me o ar
Suspiros de emoção
Prendem-me o respirar

Um anjo como tu
Estende as tuas asas sobre o meu corpo nu 
Um anjo como tu
Conta-me a verdade sobre esse teu mundo azul
Um anjo como tu, tuuuuuuuuuuuu
Anjo como tu (como tu, como tu, com tu)

Longe de pensar
Que era pura dor em forma de Paixão
Ardi sem te queimar
Não posso entender
Não quero entender senão
Posso acordar
E é contigo que eu para sempre quero estar

Um anjo como tu
Estende as tuas asas sobre o meu corpo Nu
Um anjo como tu
Conta-me a verdade sobre esse teu mundo azul
Um anjo como tu a todos atrai mas só a mim seduz
Um anjo como tu, uuuuuu (como tu, como tu, como tu)
Um anjo como tu
Faz sentido à vida
É dar-me luz
Um anjo como 
Dá sentido à vida
Dá-me luz
Um anjo como tu
Dá sentido à vida
Dá-me luz
Um anjo como tu, uh uh uhhhh

Um anjo como tu
Estende as tuas asas sobre o meu corpo Nu
Um anjo como tu
Conta-me a verdade sobre esse teu mundo azul
Um anjo como a todos atrai mas só a mim seduz
Um anjo como tu, uuuuuu (como tu, como tu, como tu)
Um anjo como tu
Um anjo como tu, como tu
Ahhh, ah ah a
h





publicado por olhar para o mundo às 17:50 | link do post | comentar

Uma família por conta própria

A partir de Braga, a PAD está a fazer algo raro em Portugal: lançar discos com regularidade. Só este ano lançou cinco, dos Dear Telephone a The Astroboy.

 

Está um homem por trás de sintetizadores e maquinaria a pintar as paisagens amplas do seu projecto The Astroboy, devedoras da música cósmica alemã dos anos 1970. É Luís Fernandes, que há-de regressar ao palco para integrar a formação dos La La La Ressonance, paisagistas jazzísticos, com os quais colabora Blac Koyote, projecto de electrónica desafiante. Luís há-de voltar ali com os mais conhecidos Peixe:Avião, autores de pop-rock com ambições progressivas. No mesmo palco, o guitarrista André Covas, também dos Peixe:Avião, juntou-se aos Long Way to Alaska, autores de canções indie de bons sentimentos.

 

Quem é esta gente que partilha projectos tão diferentes e que o mostrou num dos palcos do último Serralves em Festa, no Porto? São artistas da editora PAD, de Braga, que faz algo de raro por cá: lança discos com regularidade. São já 20, desde 2010, e só este ano já são cinco (de Dear Telephone, Long Way to Alaska, Stereoboy, The Astroboy e Tar Feather).

 

A editora surgiu em 2010 para responder a uma necessidade concreta: editarMadrugada, o segundo álbum dos Peixe:Avião (três membros do grupo - Luís Fernandes, André Covas e Pedro Oliveira - integram o núcleo duro da editora). Não encontraram no mercado nada que os satisfizesse: não queriam ser "uma banda de fundo de catálogo de uma major", não queriam "entrar para uma coisa sem a organização" que desejam, explica Pedro Oliveira. Queriam, por exemplo, "ter controlo" sobre o álbum para, por exemplo, poder oferecer temas para download gratuito.

 

Avançaram por conta própria: nascia a PAD. "A melhor decisão foi sermos donos de nós mesmos. O Madrugada correu muito bem", conta Pedro, satisfeito pelo catálogo já alcançado. "Aos olhos de muitas pessoas passará despercebido", mas "já é alguma coisa, já é considerável", sublinha.

Entusiasmados, quiseram aplicar os ensinamentos colhidos na experiência a outros projectos, dos rockers Smix Smox Smux a Old Jerusalem. Regra geral, os artistas pagam a produção física dos discos, a PAD assegura os outros serviços (do design à marcação de concertos). As receitas das vendas ficam com os criadores. "Não ganhamos dinheiro com as edições", afirma Luís. "As edições são, de facto, de autor porque não temos os direitos [de autor] de nenhuma", esclarece André.

 

Efervescência


Musicalmente, não há uma estética única na PAD. "O único ponto de referência que tínhamos era mais social: tem sido tudo edição de bandas nossas ou de amigos", refere André. Ainda assim, há algumas cumplicidades estéticas que ajudam a definir a editora.

 

Em 2013, com reduzidas vendas de discos, uma editora adquire novos papéis e um deles é ser um filtro, uma marca de confiança, uma forma de encontrar música relevante entre milhares de edições (nunca foi tão fácil gravar e editar um disco). "As editoras grandes são uma espécie de banco: são lóbi e o peso de dinheiro. Com as editoras mais pequenas, há pessoas que seguem uma editora e quase confiam em todas as edições", diz André.

 

Para o Serralves em Festa do ano passado idealizaram uma sequência de concertos sem intervalos - o fim de um concerto seria o início do próximo. "Acaba por mostrar a nossa filosofia, que é a interacção que há entre todos os intervenientes da PAD", afirma Pedro. A chuva impediu a concretização da ideia, mas o plano serviu para comprovar uma tese: é esta "interactividade que acaba por unificar aquilo que esteticamente pode não parecer tão unificado".

 

A interactividade pode também tomar a forma de um diálogo entre diferentes gerações artísticas de Braga. No catálogo da PAD, há colaborações entre Luís Fernandes e Miguel Pedro, dos Mão Morta - juntos formam os Palmer Eldritch. A editora faz parte da cooperativa AuAuFeioMau, que alberga projectos dos Mão Morta, como a editora Cobra, e o festival Semibreve, focado nas artes digitais e na música electrónica. Foi no Semibreve que Luís Fernandes, parte da organização, conheceu Hans-Joachim Roedelius, herói pessoal e lenda do krautrock. Daí nasceu a participação dos Qluster, banda de Roedelius, no novo álbum de The Astroboy, Flow My Tears.

 

O amplo catálogo da PAD indicia uma efervescência criativa em Portugal que contrasta com a propalada decadência da indústria fonográfica. "Fazem-se mais discos agora, toda a gente que eu conheço está sempre a fazer discos", nota Luís. Pedro enquadra a questão: "Cada vez mais podes fazer as coisas em tua casa e fazer tudo sem dinheiro e praticamente só com a vontade, mas é cada vez mais difícil chamares a atenção."

 

Uma das formas de chamar a atenção é fazer de cada disco um objecto desejável. É o caso do novo registo de The Astroboy (a primeira edição da Easy Pieces, uma subsidiária criada para ajudar a internacionalizar os projectos de música electrónica da PAD. A segunda, também acabada de editar, é Heavy Metals, de Tar Feather, música electrónica de Diogo Tudela): uma edição limitada a 100 cópias, todas com artwork diferente. "Cada vez mais menos cópias e mais apelativas" é o caminho, revela Pedro. É assim a PAD, "uma alfaiataria de discos".

 

Retirado do Público



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Letra

 

Moon river, wider than a mile
I'm crossing you in style some day
Oh, dream maker, you heart breaker
Wherever you're going, I'm going your way

Two drifters, off to see the world
There's such a lot of world to see
We're after the same rainbow's end, waiting, round the
bend
My Huckleberry friend, Moon River, and me

Moon river, wider than a mile
I'm crossing you in style some day
Oh, dream maker, you heart breaker
Wherever you're going, I'm going your way

Two drifters, off to see the world
There's such a lot of world to see
We're after that same rainbow's end, waiting, round
the bend
My Huckleberry Finn, Moon River, and me




publicado por olhar para o mundo às 08:42 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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