Terça-feira, 30 de Abril de 2013

José Cid e GNR a três euros na Feira de Maio, em Leiria

A tradicional Feira de Leiria - conhecida como Feira de Maio - apresenta várias novidades este ano, entre as quais realização dos concertos de José Cid e GNR, no topo sul do Estádio de Leiria, ao preço "simbólico" de três euros, informou hoje a Câmara de Leiria.


Além dos espetáculos de José Cid e GNR, o cartaz inclui as bandas de Leiria Apartirtudo, Quem é o Bob? e Achasfish?, assim como uma noite de DJ. Estes ingressos custam dois euros. Todos os bilhetes podem ser adquiridos na Câmara de Leiria, no Teatro José Lúcio da Silva e no estádio municipal.

 

Além de cinco noites de concertos, a Feira de Leiria tem como novidade a mudança de localização para o parque de estacionamento do estádio municipal, o que permite aproveitar as instalações do piso zero do topo norte.

 

Outra das novidades deste ano é o espaço Leiria tem Saúde, no topo norte do estádio, que possibilitará efetuar rastreios e exames de avaliação da saúde gratuitamente, assistir a ações de sensibilização sobre hábitos de vida saudáveis, dar sangue ou participar em aulas de ginástica.

 

Além dos habituais divertimentos, a Feira de Leiria inclui ainda mostras de artesanato aos fins-de-semana, a primeira edição Leiria Doce (dias 10, 11 e 12 de maio) e a primeira edição Mostra de Vinhos da Região de Leiria (17, 18 e 19 de maio).

 

O certame conta ainda com a presença de 27 empresas, 60 expositores, 11 representantes de marcas automóveis, 23 associações de solidariedade social, expositores de máquinas agrícolas, espaços para jogos, farturas, pão com chouriço e algodão doce.

 

Junto às tasquinhas haverá outro palco para a atuação de diversos grupos tradicionais do concelho de Leiria.

 

A inauguração da Feira de Maio, que é visitada habitualmente por milhares de pessoas, está marcada para sábado, dia 04 de maio, ficando de "portas" abertas até ao dia 26 de maio.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Falling slowly, your eyes, they've told me everything. Don't waste this moment telling me something I don't wanna hear. 'Cause I've tried, oh I've tried 'cause I've tried, oh I've tried. But something in this world makes us fall everytime we're up and running, and I've been here for too long, I know exactly where all of this is going. Walking backwards, you have made me lose my way, not gonna waste this moment telling you something I don't wanna say. 'Cause I've tried, oh I've tried 'Cause I've tried, Oh I've tried. But something in this world makes us fall everytime we're up and running, and I've been here for too long, I know exactly where all of this is going. And I knew you'd never let me dry, so I guess it's time to say goodbye. Something in this world makes us fall everytime we're up, and I've been here for too long, I know exactly where all of this is going. Something in this world makes us fall everytime we're up and running around. You're on your own, go get what you want.

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Letra

 

Às tantas pensas que é assim
Nada há-de mudar
A irrealidade vem da tua cabeça
Não tens nada p'ra fazer
Não tens nada p'ra pensar
À tua volta são só escravos que obedecem

Por isso usa a tua razão
Sem complicação
Nada importa
Só o que pensas interessa
Voltas e voltas sem parar
Não te deixes enganar
Vida é só uma
Esta e mais nenhuma

A irrealidade provem
Do sentir imoral
Desconfianças são certas
Sentenças sabes dar
Tens de te controlar
E nunca deixes que te comprometam



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Blind Zero apresentam novo álbum no Hard Club

Blind Zero apresentam novo álbum no Hard Club

 

É já amanhã, no Hard Club, no Porto, que os Blind Zero apresentam o seu novo álbum, “Kill Drama”, hoje nas lojas.

 

Em palco, serão apresentados os temas do sétimo álbum de originais do grupo, aos quais se juntarão algumas das músicas mais marcantes da carreira de 19 anosa.

 

Gravado no estúdio Blackfox pelo produtor Nuxo Espinheira, “Kill Drama” reflete, segundo comunicado, “a emoção, a espontaneidade e a eletricidade de um concerto”. Editado pela Red Lemon Music – o selo criado pelo grupo, através do qual também lançaram “Luna Park” -, o novo trabalho conta com a participação de Bruno Macedo, na guitarra, e Miguel Ferreira, nos teclados. Down To The Wolves é o segundo single, sucessor de I See Desire.

 

O concerto tem início às 22h00. Os bilhetes custam €10 e estão à venda nas lojas Fnac, no Hard Club e em toda a rede Ticketline.

 

Sara Novais

 

Retirado do Sapo Música


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Letra

 

Nasci hoje
Tenho que aprender
Em breve
Vou começar a andar
Passo a passo
Muito lentamente
Saber ler
Compreender e continuar

 

Um percurso que vai durar
O resto da vida
Mas um dia a sorte irá chegar
E é aí que eu tenho de provar
Então...

 

Subir algo até poder
Esse aí não sou eu
Eu lutei até morrer...
Até morrer

 

Senti hoje tudo o que perdi
Em breve o tempo vai apagar
Tantas mágoas tudo o que sofri
Mas lutei
Comecei a desconfiar

 

Que o percurso que vai durar
O resto da vida
tem caminhos que posso mudar
E é aí que eu tenho de provar
Então...

 

Subir alto até poder
Esse aí não sou eu
Eu lutei até morrer
Mais uma lição
Estar a viver outra vez
ter a solução
Mas não poder dizer

 

Que o percurso que vai durar
O resto da vida
Mas um dia a sorte irá chegar
E é aí que eu tenho de provar
Então...

 

Subir alto até poder
Esse aí não sou eu
Eu lutei até morrer
Mais uma lição
Estar a viver outra vez
ter a solução
Mas não poder dizer
Mas não poder dizer...



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Segunda-feira, 29 de Abril de 2013

 

 

Letra

 

DOWN TO THE WOLVES

I SEE IT IN THE MOVIES
WE CAN UNLOCK THE TIME
SHIFTING CODE OF HOME ADDRESS

KISS ME ON THE SIDEWALK TONIGHT
IF YOU RECALL IT, YOU'LL BE REMENBERED BY
TAKE ME ON THE SIDEWALK TONIGHT
BINDING THE START OUT WE'RE CLOSE TO FIND 

STAGE NAME TOOK THE OTHER TURN
MORNING SOLD THE WORLD FOR THE LABOUR OF LOVE 
I SAID JUMP
YOU KEPT FALLING DOWN

FIRE ON THE RIVER
ABOUT TO LIVE AND DIE
AIM FOR A NEW SET OF JAWS

TAKE ME ON THE SIDEWALK TONIGHT
BINDING THE START OUT WE'RE CLOSE TO FIND

STAGE NAME TOOK THE OTHER TURN
MORNING SOLD THE WORLD FOR THE LABOUR OF LOVE
I SAID JUMP
YOU KEPT FALLING DOWN

ASKING FOR A DARE PERMISSION
GETTING YOU DOWN TO THE WOLVES
TO LIVE OR NOT, DEVIL TAKES YOU AROUND
EXCUSE ME FOR THE RAW INTRUSION
GETTING YOU DOWN TO THE WOLVES
TO LIVE OR NOT, DEVIL TAKES ANOTHER ROUND

STAGE NAME TOOK THE OTHER TURN
MORNING SOLD THE WORLD FOR THE LABOUR OF LOVE
I SAID JUMP
YOU KEPT FALLING DOWN



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Seda, Lá vai ela


NOVO SINGLE e VIDEOCLIP DOS SEDA

 

 

“Homem Muito Brasa”

 

 

 

SEDA apresentam novo single - “Homem Muito Brasa”-  retirado do álbum “Lá Vai Ela”, editado a 15 de Outubro.

 

Homem Muito Brasa”, cantado no original por Gabriela Schaaf, surge aqui com um arranjo original, numa recriação inédita deste grande tema português, complementado com a voz de Gabriela Barros, uma artista de elevado reconhecimento pela sua participação em novelas de grande audiência e, mais recentemente, pela sua participação no programa “A Tua Cara Não Me é Estranha”.

 

Em 2010 os SEDA apresentaram-se pela primeira vez ao mercado com um disco em que revisitavam grandes êxitos dos anos 80, dentro de uma abordagem leve e suave com a da seda.

 

O segundo disco da banda - “Lá Vai Ela” –, editado a 15 de Outubro, reúne, com uma proposta transformadora, grandes temas portugueses, imortalizados por vozes femininas como Gabriela Schaaf em “Homem Muito Brasa”, Né Ladeiras em “Sonho Azul”, Lena d´Água em “Dou-te Um Doce”, Doce em “Amanhã de Manhã” ou Dora em “Não Sejas Mau p’ra Mim”.

 



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Letra

 

Saudades trago comigo
Do teu corpo e nada mais
Pois a lei por que me sigo
Não tem pecados mortais

Talvez tu queiras saber
Porque em vida já estou morto
São apenas, podes crer,
As saudades do teu corpo

E tu que sentes por mim
Desde essa noite perdida
Sentes esse frio em ti
Que eu sinto na minha vida

Eu sei que o teu corpo
Há-de sentir a falta do meu
Por isso eu tenho a saudade
Que o meu corpo tem do teu




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Peixe:avião com novo álbum em setembro

Os peixe:avião regressam às edições em setembro, com o sucessor de “Madrugada”, ainda sem título.

 

O novo álbum representa, segundo comunicado, “um corte com os registos anteriores da banda, tanto em termos de composição, como na sua sonoridade final”. A produção volta a ficara  cargo de Nelson Carvalho.

 

Avesso é o primeiro avanço do disco e chega ainda este mês, acompanhado dum vídeo assinado pelo Estúdio RGB/XYZ, em colaboração com a fotógrafa Rita Lino.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Já quantas vezes
Te pedi que me esquecesses
Ou que ao menos não viesses
Não voltasses mais aqui
Pois tu não vês
Que o mau viver que tu me dês
Só pode ser por malvadez
E eu não espero mais de ti

 

Já quantas vezes
Te implorei por caridade
Que encobrisses a maldade
Que há-de ir sempre onde tu vais
Eu poderei ser um traidor
Fugir à lei do que amor
Sofrer bem sei
Mas prender-me nunca mais

 

Ainda agora
Eu bem sei que tu não gostas
Vou pedir-te de mãos postas
Que me dês o que era meu
Vagas paixões, meus tristes ais
Mil tentações e pouco mais
Do que ilusões
Que o amor…esse morreu



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Domingo, 28 de Abril de 2013

Vídeo de portugueses Long Way To Alaska entre os melhores para a revista francesa Les Inrockuptibles  Ler mais: http://blitz.sapo.pt/video-de-portugueses-long-way-to-alaska-entre-os-melhores-para-a-revista-francesa-les-inrockuptibles=f87067#ixzz2RmkBK9aK

"Air", primeira amostra do novo disco da banda de Braga, na mesma lista que vídeos de Cat Power, Primal Scream, Junip ou Liars.

O vídeo da canção "Air", uma das quatro do novo EP dos Long Way To Aquatic, Life Aquatic , foi destacado pelo site da revista francesa Les Inrockuptibles. 

Na sua edição online, a publicação elege o teledisco dos bracarenses - realizado por André Tentugal (mentor da banda portuguesa We Trust) - como um dos dez melhores desta semana. 

Além dos Long Way To Alaska, surgem nesta seleção vídeos de Cat Power, Phoenix, Liars ou Junip. 

"Um mundo belo, belas imagens e super-canções para os vídeos desta semana" é a apresentação deste top da Les Inrocks. 

Veja aqui o vídeo de "Air". O EP Life Aquatic inclui ainda as canções "King of Your Own" (com Miguel Nicolau, dos Memória de Peixe), "Aquatic Brotherhood" e "Beacon Fire". 



Retirado de Blitz



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Gogol Bordello, Mastiksoul e Hardwell nas noites da Queima das Fitas de Coimbra

O cartaz de espetáculos da Queima das Fitas de Coimbra, hoje divulgado, apresenta nomes como Gogol Bordello (na foto), Mastiksoul, Richie Campbell ou Hardwell, num programa que a organização pretende diversificado.


"É uma aposta na qualidade e em diversos géneros musicais, que não se fica só pelo alternativo e pretende chegar a mais público", disse à agência Lusa Manuel Chau, comissário responsável pela produção das Noites da Queima das Fitas.

 

Na primeira noite, a 3 de maio, o palco instalado na Praça da Canção, na margem esquerda do Mondego, recebe os Expensive Soul e DJ Ride, num registo "mais pop", enquanto no sábado o destaque do cartaz vai para o rock dos Xutos e Pontapés e dos Linda Martini.

 

No domingo é a vez da música popular de Quim Barreiros e na segunda a noite é dedicada à musica de dança com Keemo & Schild e o DJ e produtor angolano Mastiksoul, entre outros.

 

Na terça-feira a aposta vai para as sonoridades reggae, com o português de ascendência inglesa Richie Campbell e os portugueses Souls of Fire, e na quarta para a eletrónica dançável dos holandeses Hardwell e Dannic e do DJ português Kura.

 

Capitão Fausto, Amor Electro e um DJ set de Maxim, da banda britânica Prodigy, destacam-se no cartaz da penúltima noite, a 9 de maio.

 

O encerramento, no dia 10, está a cargo, entre outros, da Kumpania Algazarra e dos norte-americanos Gogol Bordello, com o seu punk festivo inspirado em música cigana. "Os Gogol Bordello entram muito bem no espírito da Queima das Fitas. Estão perfeitamente à vontade na festa académica", considerou Manuel Chau.

 

Retirado do Sapo Música



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Não encontrei a letra desta música


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Sábado, 27 de Abril de 2013

“Mixtape II” explana o talento dos Orelha Negra


“Mixtape II” explana o talento dos Orelha Negra

Qualidade. É esta a palavra certa para descrever o novo projecto musical dos Orelha Negra. Mixtape II remete-nos uma vez mais para o instrumental cantado mas com uma grande diferença relativamente ao projecto anterior: cérebro. Desta feita, o trabalho foi mais pensado e isso é espelhado na qualidade da maioria das faixas apresentadas neste "álbum".

 

Os vocals presentes na maioria dos sons remetem a música dos Orelha Negra para um patamar superior. A qualidade da produção, nomeadamente os beats e a construção musical em si, continua fiel desde o inicio do grupo mas, a inclusão de vozes como Mónica Ferraz em "Heartbreaker", e Da Chick em "Blues Booze", tornam o trabalho mais apelativo e apontam-no a um público-alvo mais abrangente.

 

"Solteiro" é indubitavelmente a faixa mais aclamada do projecto. E por várias razões. A primeira prende-se com o regresso de Sam The Kid às rimas o que, por si só, é mais que suficiente para que a repercussão seja fantástica. Em segundo lugar a qualidade da letra e a mensagem que a mesma transmite é, sem dúvida, um "chamamento" para todos os que gostam de hip-hop. Por último, a junção de todos estes factores aliado à divulgação que o tema tem merecido nas redes sociais, permite uma visibilidade do trabalho muito superior aos anteriores.

 

Valete surge ladeado de Dj Glue em "Bastidores", mais uma faixa onde o hip-hop salta à vista. "Queen of Hearts" é um inédito da autoria do baterista Fred, numa versão retrabalhada do original. Kika Santos apresenta "My Best Kept Secret". Estes são apenas alguns dos exemplos pelos quais é necessário acompanhar de perto um trabalho que tem tudo para ser um sucesso.

 

"Mixtape II" revela o espirito criativo dos Orelha Negra, mantendo a fasquia num patamar de qualidade muito elevado. Excelente.

 

retirado do HardMúsica



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Letra

 

vontade que se safa
não volta, não escapa 
vontade que eu tenho mais alta, sem medo 
o que não pode não vai sorte, acabar
acabado de chegar 
acabado de chegar

repara que não sai, de cima

vontade que se encosta de raspão 
camisa que desaperta 
doçura com tensão,
um pouco como eu gosto 
língua sem falar 
acabado de beijar 
acabado de beijar

repara que não sai, de cima 
vulgar...sorte



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Dona Gi completam um ano e iniciam digressão internacional em Paris

 

 


A banda portuense Dona Gi, que celebra este mês o primeiro aniversário, vai internacionalizar a sua música com o primeiro concerto além-fronteiras, marcado para o próximo domingo no Saint Michel sur Orge, em Paris, França.


A programação desta digressão internacional dos Dona Gi prevê, depois, um regresso capital francesa no dia 19 de maio, para uma atuação no Pontault Combault, partilhando o palco com outros artistas portugueses como Pedro Abrunhosa ou José Cid.

 

A banda portuense agendou ainda concertos noutros países da Europa, no Canadá e ainda em Angola, contou à Lusa Gisela Rodrigues, a vocalista da banda.

 

“Os Dona Gi não querem parar e resistem com confiança às adversidades da conjuntura atual e às dificuldades do panorama artístico do nosso país”, conta Gisela Rodrigues, vocalista e compositora do “Baile das Palavras”, o disco de estreia da banda em abril do ano passado.

 

“De forma sempre independente, demos os primeiros passos na indústria musical portuguesa”, recordou, revelando que os Dona Gi vão começar agora a “apresentar-se ao mundo” para “começar a levar a sua música não elitista além-fronteiras”.

 

Em Portugal, os Dona Gi têm concertos agendados para dia 21 de julho, em Lisboa, e dia 15 de agosto, na ilha do Corvo (Açores).

 

O primeiro trabalho dos Dona Gi, o “Baile das Palavras”, compôs-se com 12 músicas originais inspiradas nas coisas simples e alegres da vida e misturam fado e folk, remetendo para o universo de bandas portuguesas como os Deolinda e Orquestrada.

 

“O nosso estilo é uma mistura, é uma fusão do folk e do fado”, explicou Gisela Rodrigues na altura do lançamento do trabalho, admitindo que o estilo musical que a banda apresenta é semelhante ao dos Deolinda e dos Orquestrada, mas sublinhando que não se trata de “uma colagem a essas bandas”.

 

Além de Gisela Rodrigues, a banda integra José Luís Rodrigues (ex-Perfume) no acordeão, e o contrabaixista Pedro Silva (ex-Fados em Si Bemol).

André Mariano, na guitarra portuguesa e José Serra, na guitarra clássica completam o quinteto.

 

Retirado do sapo Música



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Letra

 

Não enconrei a letra desta música



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Sexta-feira, 26 de Abril de 2013

Ana Moura


Editado internacionalmente em Janeiro deste ano, ‘Desfado’, o mais recente álbum de Ana Moura, tem sido elogiado um pouco por todo o Mundo. Por sua vez, Ana Moura vem conquistando público numa digressão mundial que já vai longa e não tem fim à vista. A propósito da sua recente passagem por Londres, a SIC, esta semana, dedicou-lhe honras de abertura do Jornal da Noite emitindo uma reportagem com cerca de 15 min em prime-time que podem rever aqui. O Barbican encheu para a ver e o Times classificou a sua actuação com 4****, critica que podem conferir aqui. Como esta, Ana Moura apareceu ao longo dos últimos meses citada na mais importante imprensa internacional, caso do El País, Le Monde, Le Figaro, New York Times, entre muitos numa lista extensa que pode ser vista nos links em baixo.


The Evening Standard: "Ana Moura is cutting her own distinctive path with interesting collaborations (Prince, The Rolling Stones)"



Songlines: “No longer afraid of what her peers might think of her chosen path, Ana Moura shamelessly flirts with pop music, sings Joni Mitchell’s ‘A Case of You’ and shows one of the possible ways for fado to develop. A turning point in her career.”

The Mail on Sunday:  “Ana Moura is one of the world’s leading performers of fado.”

The Sunday Times: “Moura’s latest is an ingenious collaboration with the in-demand producer Larry Klein. It all works supremely well.”

The Times: “Numbers from Moura’s new album, Desfado (easily one of the outstanding releases of the past 12 months) were studded throughout this taut, compelling performance.

El País: “... una determinacíon y una claridad de intenciones a la hora de encararse al micrófono que contrasta con la delicadeza y la timidez del trato en persona. Ana Moura es bella y humilde, pero nada distante.”

ABC:  “... estupendo trabajo y en el que, aunque hay algunos fados, comparte su dulzura melancólica con elegantes sonidos americanos como el rhythm & blues...”

La Vanguardia: “Ana Moura es una de las cantantes más brillantes de la actual canción portuguesa...” “... acaba de sacar a la luz un espléndido disco de canciones.”

Vanity Fair: “Ana Moura ha añadido un toque cool a la música tradicional portuguesa”.

Le Monde: “...un trés bel album...”

Ouest France: “En faisant appel à des auteurs de sa generation, etrangers à son univers, elle réussit un beau disque de fado d’aujourd’hui.”

Mondomix: “Repositionnement habile et plutôt reussi, pour l’une des heritiéres les plus internationals d’Amália Rodrigues.”

Marianne: “… elle fait prevue d’une grande originalité, notamment dans l’orchestration de Desfado, son dernier album.”

Le Figaro: “En quelques années, la jeune Ana Moura a su s’imposer avec toute sa singularité sur une scéne assez conservatrice. Ana Moura poursuit un joli chemin qui, c’est toute sa force, n’appartient qu’à elle”.

Chicago Sun Times: “Portuguese singer Ana Moura has been a primary force in the revitalization of fado, becoming a global star by staying true to style's fundamentals: sorrowful intensity and lean instrumentation…” 

MinnPost.com
: “Moura is today’s fastest-rising fadista …”

San Francisco Chronicle: “With her fifth studio album, "Desfado," the 31-year-old Portuguese singer who is leading the popular resurgence of traditional fado music is on the brink of a crossover.“

New York Times: “Ms. Moura is a distinctly worldly superstar: stylish, expressive, determinedly open-minded.” “Moura is a renovator ...”

New York Daily News: “Ana Moura is the most celebrated young performer of fado …”
“… a singer of rare passion.”

The Boston Globe: “She embodies, at a high level, modern fado’s duality …” “… a very graceful album.”

The Star Tribune: “Her 95-minute performance at the packed downtown club was, in a word, captivating. Prince was in the audience and sent several floral arrangements that adorned Ana Moura’s stage.”
 

The Star Tribune (3 Março): “Duality creates a profound undertow in fado, and Moura, one of its brightest younger stars, knows how to use it to her best advantage.”

Chicago Reader ‘B-Sides’

City Pages: “Fado, the ancient, bittersweet Portuguese folk music, has been enjoying a resurgence of popularity recently, and Ana Moura is one of its key contemporary artists. The combination of her rich, dusky voice and ability to convey complex emotions with an extensive palette of vocal feints, sighs, and elegant filigrees is perfect for expressing saudade, the ambivalent, longing spirit at the heart of fado.”

Standard Time: Moura proved dexterous and likable whether doing fado, traditional music of the north or veering into new sounds. In Moura's wonderful voice, the changes resonated.

Vallejo Times Herald: “If Ana Moura visited Alcatraz in the 1930s and '40s -- instead of Friday afternoon -- chances are the 14 failed escapes from the notorious San Francisco Bay prison would never have happened. The inmates would have been too mesmerized by the heartfelt singer's lyrics and considerable beauty.”

Jazz Weekly: “You don’t have to know what she’s saying, you can FEEL it as she sings around bouyant, bouncy and festive strums and sensuous string picking.”

The Thread (Duke University): “Fado Phenomenon Ana Moura. The superlative singer Ana Moura is the pacesetter, having risen through the fado houses of Portugal to international tours and collaborations.”

New York Latin Culture: “There is no other voice in Fado quite like Ana Moura. A voice that strolls freely through tradition but flirts elegantly with pop music, broadening the spectrum of Fado, so typical of Lisbon, in a very personal way.  It’s an immediate spark, an emotional explosion aimed ruthlessly to the listener’s heart.” 

Cleveland Plain Dealer
: Beautiful sadness of fado makes sense in Moura’s voice.

San Luis Obispo County Telegram Times
: “…Moura is a distinctly worldly superstar: stylish, expressive, determinedly open-minded.”

Downbeat
: “She has the same type of pure-toned voice that made Amália Rodrigues the music’s queen coupled with a breathy delivery all her own.”

In Tune (BBC Radio 3)

Later…with Jools Holland

Woman’s Hour (BBC Radio 4)



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Barroselas, a capital portuguesa da música extrema

Uma vez por ano, a vila de Barroselas, no concelho de Viana do Castelo, transforma-se na capital da música extrema em Portugal para acolher o festival Steel Warriors’ Rebellion (SWR), cuja 16.ª edição decorre até à madrugada de domingo.


O Barroselas Metalfest foi fundado pelos irmãos Ricardo e Tiago Veiga em 1998, então com 17 e 18 anos, sendo agora um evento que atrai uma média de cerca de 5.000 pessoas aos quatro dias de festival, mais de 30% das quais provenientes do estrangeiro, em particular de Espanha, segundo dados da organização compilados em 2011. “Costumamos dizer que duplicamos a população de Barroselas nesta altura”, disse à Lusa Ricardo Veiga, natural da pequena localidade com 3.927 habitantes, de acordo com os Censos de 2011.

 

Se o festival começou por ser um só dia no centro da vila, em 2013 são quatro dias em três palcos, tendo começado na quarta-feira, "dia zero", de forma gratuita e aberta ao público e prosseguindo até sábado, com alguns dos principais nomes da música extrema mundial no cartaz como Possessed, Pentagram e Cryptopsy.

 

Para o presidente da Junta de Freguesia de Barroselas, Vasco Lima, o evento é “naturalmente” uma mais-valia para o local, onde, à semelhança de outras povoações, “as pessoas acabam por se recolher e quase fugir da rua”, o que é contrariado por um festival que gera curiosidade e benefícios para o comércio. O facto de Barroselas receber um fluxo de visitantes, na sua maioria vestidos de negro com cabelos e barbas pouco comuns, ao princípio causava estranheza na população, mas hoje é encarado de forma positiva: “Não são bichos raros como se pode eventualmente pensar”, disse Vasco Lima.

 

 

Agostinho Carvalho, dono de um café há 23 anos no centro da freguesia, atribui aos participantes no festival “cinco estrelas” e lamenta que a sua presença seja, por vezes, aproveitada para lançar culpas por acontecimentos pelos quais não são responsáveis. “Às vezes há quem diga que eles fazem asneiras, aproveitam-se para lhes deitarem as culpas a eles. Para mim, são cinco estrelas”, disse à Lusa o comerciante.

 

Ana Paula Portela, também comerciante local, lembra que “agora é mais bem aceite pelas pessoas”, mas reconhece que “é um festival diferente, uma música diferente que nem toda a faixa etária gosta e, portanto, no início foi um bocado complicado”. Início esse que, na quarta edição do festival, em 2001, contou com incidentes no cemitério local, que são apontados como o ponto mais baixo da história do festival, quer pela organização quer pela população, mas agora geralmente considerados como estando ultrapassados.

 

“Em algumas realizações aconteceram episódios que chocaram de frente com aquilo que a população aceita como normal e que levaram a criar alguma resistência. Penso que, quer do lado da população de Barroselas quer do lado dos participantes, as situações se têm diluído”, disse o presidente da Junta de Freguesia, numa ideia subscrita pelos irmãos Veiga.

 

Tiago Veiga, formado em Economia, confessa que "os pontos baixos são fáceis de superar, os pontos altos nem sempre". Por outro lado, um dos pontos altos ocorreu no ano passado, quando, para celebrarem o 15.º aniversário do evento, uma das atividades programadas foi a atuação da Banda de Escuteiros de Barroselas a efetuar versões de clássicos de ‘heavy metal’ como Black Sabbath e Iron Maiden, algo que Tiago Veiga diz ainda lhe causar arrepios.

 

Já no recinto e à espera dos concertos está Nuno Carrilho, vindo de Águeda, que sublinha que a imagem nem sempre é o que parece: “O que me traz cá é a música e o convívio é muito bom. Podes deixar as tendas abertas, ninguém faz mal a ninguém. Ao fim e ao cabo, aqui passa-se uma má mensagem às vezes e isto é exatamente o contrário. Por causa do conteúdo de certas letras de certas bandas, mas [isso] é uma maneira de mandar cá para fora as coisas más. [Os músicos] estão a fazer isso e a gente curte ouvir algumas coisas, outras não.”

 

O SWR deste ano arrancou quinta-feira às 17:30, depois de um “dia zero” na quarta-feira, e decorre até à madrugada de domingo.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Dead Combo e Noberto Lobo juntos para concerto em Londres

Os Dead Combo regressam a Londres oito anos após a estreia britânica para um concerto numa igreja, a dia 31 de maio, que terá como primeira parte o guitarrista Norberto Lobo.


O duo apresentou-se pela primeira vez num palco londrino em 2005, no âmbito do extinto Festival Atlantic Waves, promovido pela fundação Calouste Gulbenkian.

 

Na altura a sua música foi descrita no diário The Guardian como uma "mistura estranha de 'spaghetti western', jazz e fado em contrabaixo e guitarra". Agora regressa pela mão do Portuguese Conspiracy, um coletivo português que lançou um clube gastronómico mensal em janeiro e que pretende alargar as atividades para o âmbito cultural.

 

"Queremos mostrar bandas portuguesas que sejam fáceis de exportar. Os Dead Combo já têm algum sucesso em França e nos EUA, mas aqui não têm exposição", disse Rita Maia, uma das organizadoras do evento, à agência Lusa.

 

O concerto em Londres coincide com a celebração de dez anos de existência do duo, formado por Tó Trips (guitarra) e Pedro Gonçalves (baixo e contrabaixo) em 2003 para gravar um tema para uma compilação de homenagem a Carlos Paredes.

 

Apoiado pela Embaixada de Portugal e pelo Instituto Camões, terá lugar numa igreja, a Round Chapel, em Hackney, no leste da cidade, e a abertura estará a cabo do guitarrista Norberto Lobo.

 

O guitarrista já conta com várias passagens pela capital britânica e que tem um outro concerto na véspera, no Cafe Otto, com o ensemble de Neel Murgai, um virtuoso da sitar.

 

Rita Maia, organizadora de eventos que, com o designer José Cardoso, forma o núcleo do Portuguese Conspiracy, acredita haver espaço em Londres para mais eventos que mostrem os novos talentos portugueses, por isso tencionam expandir a atividade.

 

A 21 de junho terão a cargo a versão londrina do Festival de Curtas Metragens promovido pelo Arte Institute e realizado em simultâneo em nova Iorque e Lisboa e planeiam para breve uma exposição sobre design gráfico.



publicado por olhar para o mundo às 12:05 | link do post | comentar

 

Letra

 

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Chegou hoje no correio a notícia
É preciso avisar por esses povos
Que turbulências e ventos se aproximam
Ahhh, cuidado...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Foi chão que deu uvas, alguém disse 
Umas porém colhe-se o trigo, faz-se o pão
E se ouvimos os contos de um tinto velho
Ahhh, bebemos a saudade...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

E vem o dia em que dobramos os nossos cabos
Da roca a S. Vicente em boa esperança
E de poder vaguear com as ondas
Ahhh, saudades do futuro...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...



publicado por olhar para o mundo às 08:44 | link do post | comentar

Quinta-feira, 25 de Abril de 2013

O Coro de Intervenção do Porto

As canções de intervenção tornaram-se numa marca das manifestações mais recentes em Portugal. No Porto, há um coro que se tem feito ouvir em vários protestos mas que quer cantar por outras causas.


O Coro de Intervenção do Porto existe desde setembro de 2012 e é orientado pela maestrina e cantora lírica Ana Maria Pinto. Se o nome não lhe é estranho, foi a senhora que cantou sozinha a canção “Firmeza”, de Fernando Lopes-Graça, nas comemorações do 5 de Outubro do ano passado. Agora, em coro, quer “despertar as consciências adormecidas”.

 

Numa terça-feira à noite, chegamos ao Grupo Musical de Miragaia e já ouvimos vozes do fundo das escadas íngremes. Ana Maria Pinto recebe-nos com um “olá” cantado de forma lírica. No palco, a sua voz limpa sobressai. Os integrantes do Coro rodeiam-na numa meia-lua e ensaiam para a próxima atuação.

 

É certo que é só um ensaio, porque nas atuações os palcos são outros. O último foi na Estação de São Bento, no Porto, dia 6 de abril, onde cantaram pela situação do país, atuação essa que ganhou mais significado por acontecer no mês da Revolução dos Cravos.

 

 

À medida que vão cantando os versos, a maestrina vai dando as orientações vocais aos presentes. “'Resiste' é a palavra importante de hoje. Resisto e não pago os impostos”, diz Ana, puxando pelo conjunto. “Ao que não amas resiste”, continuam em uníssono.

 

Do “Hino ao Homem”, de Fernando Lopes-Graça, passam para “Os Vampiros”, de José Afonso. O Coro não está a conseguir engrenar nos versos. “Vamos pensar numa caricatura”, diz a maestrina. Aí, seja qual for a caricatura em que pensaram, as vozes erguem-se bem alto, entre versos emotivos e gestos a acompanhar. “Eles comem tudo e não deixam nada”.

 

O Coro surgiu da vontade de Ana, que lançou um apelo no Facebook em setembro do ano passado. Responderam cerca de 30 pessoas, as que atualmente constituem o grupo. De várias idades e profissões, a maestrina acredita que todos procuram no projeto um objetivo comum: “a urgência de querer dizer algo, de ouvir e se fazer ouvir”.

 

Cantar por causas


O Coro já fez algumas intervenções, a mais mediática na manifestação de 2 de março. “A música é contagiante. Nesse dia, vimos a emoção das pessoas que estavam no passeio, depois elas sentiram-se também parte e seguiram o coro a cantar com eles, formou-se ali uma onda belíssima”, completa.

 

Uma experiência que pode voltar a repetir-se nesta quinta-feira, 25 de abril, às 14h30, no Largo Soares dos Reis, em Gaia, o local escolhido para mais uma atuação do Coro, com a promessa de “construir o futuro, cumprindo Abril”. No dia 26, sexta, o Coro canta na Avenida dos Aliados, às 18h, pela defesa na Feira do Livro do Porto.

 

O reportório conta com Zeca Afonso, Lopes-Graça, José Mário Branco e duas canções internacionais, uma espanhola e outra italiana. “Não é só Portugal que está a atravessar este mau momento, é a Europa em geral”, justifica.

 

A carreira de cantora lírica faz com que Ana se ausente muitas vezes dos ensaios mas refere que o objetivo é que o grupo seja independente. “O ideal é que o grupo seja independente, e não que seja eu a comandar o grupo”, completa.

 

Em maio, o Coro vai deslocar-se à região do Tua onde pretende chamar atenção para o abandono da linha ferroviária. “Quando vamos fazer uma ação estamos a acender uma luzinha, chamar a atenção para uma coisa que é genuína e verdadeira e que está a ser completamente arrasada”, diz Ana. Esta ação no Tua, a 11 de maio, é mais uma prova de que o Coro de Intervenção do Porto não pretende apenas ser mais uma voz nas manifestações, mas sim apelar às causas nas quais acredita.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não canto porque sonho. 
Canto porque és real. 
Canto o teu olhar maduro, 
teu sorriso puro, 
a tua graça animal. 

Canto porque sou homem. 
Se não cantasse seria 
mesmo bicho sadio 
embriagado na alegria 
da tua vinha sem vinho. 

Canto porque o amor apetece. 
Porque o feno amadurece 
nos teus braços deslumbrados. 
Porque o meu corpo estremece 
ao vê-los nus e suados.



publicado por olhar para o mundo às 17:59 | link do post | comentar

 

Letra

 

Lembra-me Um Sonho Lindo

Fausto

 

Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado

Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
à desfilada

Canta rouxinol canta
não me dês penas,
cresce girassol cresce
entre açucenas

Afoga-me o corpo todo
se te pertenço,
rasga-me o vento ardendo
em fumos de incenso

Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado

Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
à desfilada

Ai como eu te quero,
ai de madrugada,
ai alma da terra,
ai linda, assim deitada

Ai como eu te amo,
ai tão sossegada,
ai beijo-te o corpo,
ai seara, tão desejada 



publicado por olhar para o mundo às 12:57 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não enconteri a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 08:11 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

 

Letra


Olha está chovendo na roseira  
Que só dá rosa mas não cheira  
A frescura das gotas húmidas  
Que é de Luisa  
Que é de Paulinho  
Que é de João  
Que é de ninguém  
 
Pétalas de rosa carregadas pelo vento  
Um amor tão puro carregou meu pensamento  
 
Olha um ticotico mora ao lado  
E passeando no molhado  
Adivinhou a primavera  
 
Olha que chuva boa prazenteira  
Que vem molhar minha roseira  
Chuva boa criadeira  
Que molha a terra  
Que enche o rio  
Que limpa o céu  
Que trás o azul  
 
Olha o jasmineiro está florido  
E o riachinho de água esperta  
Se lança em vasto rio de águas calmas  
 
Ah, você é de ninguém  
Ah, você é de ninguém.



publicado por olhar para o mundo às 17:34 | link do post | comentar

Grândola celebra o 25 de Abril com exposição de Sérgio Godinho, concertos e DJs

A exposição "Sérgio Godinho e as 40 ilustrações" e concertos dos Contracorrente ou da Banda da SMFOG contam-se entre as iniciativas que celebram o 25 de abril em Grândola, esta quinta-feira.

A exposição dedicada aos 40 anos de canções de Sérgio Godinho foi inaugurada a 23 de abril, na Biblioteca Municipal de Grândola, e contou com a presença de João Paulo Cotrim, o responsável pelo desafio lançado a 40 ilustradores de diversas gerações que deram imagens aos temas do músico – de José Brandão a Henrique Cayatte, de Catarina Valadas a Gémeo Luís, de João Maio Pinto a Pedro Nora, de Pedro Proença a Teresa Lima, de João Fazenda a André Carrilho. "Sérgio Godinho e as 40 ilustrações" pode ser visto até 25 de maio.

De 24 para 25 de abril, além da Biblioteca Municipal, também os Paços do Concelho e a Adega António Inácio da Cruz serão espaços no centro da vila em destaque, acolhendo vários espetáculos e atividades.

A corrida da liberdade vai marcar a partida para os festejos, às 21h00. Meia hora depois, a Banda da SMFOG vai percorrer as ruas da vila e terminará a sua atuação nos Paços do Concelho, dando lugar à dança do grupo Dance Kid do Grândola Sports Club. 

Antes do espetáculo de fogo de artifício marcado para as 00h20, os Contracorrente prometem revisitar algumas das mais emblemáticas canções de intervenção. 

Pela noite dentro, a Festa da Liberdade continua no espaço requalificado da Adega António Inácio da Cruz, com baile popular, e na Biblioteca Municipal, com o brasileiro Oseas Melo e os DJs Baila Room.

Já no dia 25 de abril, as iniciativas agendadas incluem o hastear da bandeira, a Sessão Solene Comemorativa dos 39 anos do 25 de Abril e uma Festa Popular no Jardim 1º de Maio, a partir das 15h, com o Grupo Coral Vozes de Grândola, o Grupo Coral e Etnográfico Coop, o Rancho Folclórico 5 Estrelas de Abril, o Grupo de Dança Típica da Queimada e a matiné com Tozé Pratas e Dina Teresa.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:12 | link do post | comentar

 

letra

 

Mandei-lhe uma carta

em papel perfumado

e com letra bonita

dizia ela tinha

um sorriso luminoso

tão triste e gaiato

como o sol de Novembro

brincando de artista

nas acácias floridas

na fímbria do mar

 

Sua pele macia
era suma-uma
sua pele macias
cheirando a rosas
seus seios laranja
laranja do Loge
eu mandei-lhe essa carta
e ela disse que não

Mandei-lhe um cartão
que o amigo maninho tipografou
'por ti sofre o meu coração'
num canto 'sim'
noutro canto 'não'
e ela o canto do 'não'
dobrou

Mandei-lhe um recado
pela Zefa do sete
pedindo e rogando
de joelhos no chão
pela Sra do Cabo,
pela Sta Efigénia
me desse a ventura
do seu namoro
e ela disse que não

Mandei à Vó Xica,
quimbanda de fama
a areia da marca
que o seu pé deixou
para que fizesse um feitiço
bem forte e seguro
e dele nascesse
um amor como o meu
e o feitiço falhou

Andei barbado,
sujo e descalço
como um monangamba
procuraram por mim
não viu ai não viu ai
não viu Benjamim
e perdido me deram
no morro da Samba

Para me distrair
levaram-me ao baile
do Sr. Januário,
mas ela lá estava
num canto a rir,
contando o meu caso
às moças mais lindas
do bairro operário

Tocaram a rumba
e dancei com ela
e num passo maluco
voamos na sala
qual uma estrela
riscando o céu
e a malta gritou
'Aí Benjamim'

Olhei-a nos olhos
sorriu para mim
pedi-lhe um beijo
lá lá lá lá lá
lá lá lá lá lá
E ela disse que sim



publicado por olhar para o mundo às 08:32 | link do post | comentar

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envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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