Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Cristina Branco

 

Cristina Branco

Novo disco "Alegria" disponível em Fevereiro

 

Os últimos dias do próximo mês de Fevereiro serão tempo de "Alegria", de Cristina Branco. O novo disco da cantora, quase todo composto por originais (com excepção de três temas, de Sérgio Godinho, Chico Buarque e Joni Mitchell), tem pontos de contacto com os seus trabalhos anteriores, designadamente nas autorias das letras e das músicas, mas obedece a um novo e ousado conceito: Aurora, Cândida, Carolina, Deolinda, Miriam ou Louise são mulheres emblemáticas saídas de um tempo que pode bem ser o português mas que se projecta para além dele; lutadoras, românticas, vítimas, marginais, sonhadoras, há de tudo um pouco no painel de personagens maioritariamente femininas imaginado por Cristina Branco e construído pela conjugação feliz das palavras de Manuela de Freitas, Miguel Farias, Pedro Silva Martins ou Jorge Palma, e os sons criados por estes dois últimos autores e ainda os de Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva e Ricardo Dias.

A produção de "Alegria" é de Ricardo Dias, contando ainda com a participação de músicos que têm acompanhado Cristina Branco em dezenas de palcos espalhados pelos quatro cantos do mundo:  Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Carlos Manuel Proença (guitarra), para além do próprio Ricardo Dias (piano e acordeão) e os convidados Mário Delgado (guitarra elétrica) e João Moreira (trompete).



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Letra

 

Os rios correm para o mar
Com o seu fundo sem se ver
É mais dificil respirar
Com a floresta sempre arder

Mas eu não paro lutar
(nós não te deixamos parar)
Mas eu não paro lutar
(nós não te deixamos parar)

Ainda um dia eu hei de ir
À beira do mar
Tocar a minha guitarra e pôr
Os peixes a cantar
(2x)

A Natureza a protestar
Tantos ouvidos sem ouvir
Uma seara a secar
É uma cara sem sorrir

Mas eu não paro lutar
(nós não te deixamos parar)
Mas eu não paro lutar
(nós não te deixamos parar)

Ainda um dia eu hei de ir
À beira do mar
Tocar a minha guitarra e pôr
Os peixes a cantar
(6x)



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Uni_Form iniciam digressão europeia em fevereiro

Os lisboetas Uni_Form iniciam, já no próximo mês, uma digressão que os leva a palcos holandeses, belgas e franceses.

A banda, que editou dois álbuns, "Mirrors" (2010) e "1984" (2012), vai apresentá-los fora de portas em Roterdão (1 de fevereiro), Bruxelas (2 de fevereiro, na primeira parte dos O.Children) e Paris (3 de fevereiro).

Os Uni_Form são Billy, o vocalista, BlackSkull no baixo e teclados, Exploding Boy, na bateria, e Mike, nos teclados e guitarra. A banda aponta diversas influências do rock gótico e industrial, desde bandas como Editors, Depeche Mode e Joy Division até Pink Floyd ou Bauhaus.

Em Portugal, os Uni_Form asseguraram já as primeiras partes dos concertos dos She Wants Revenge no TMN ao Vivo, em Lisboa, e no Hard Club, no Porto, em junho de 2012, e de Peter Hook & The Light no Centro Cultural de Belém, em novembro do mesmo ano.


Videoclip de "Still Alive":


 

Retirado de Sapo Música



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Letra
At the door of the kingdom
Life is put
In the mirror
Reflection off deeds
As the void succeeds
We come into being
Darma
As master creator
Feeling humble
I surrender
To the force
Of contemplation


Oo to you I surrender
Oo my heart filled with splendor

A dream of the past
We wish to remember
To sublime the unity
From freedom or error
Darma as liberator
Show the signs
To fade the pretender
Reveal me the truth
That my heart
Keeps in tender


Oo to you I surrender
Oo my heart filled with splendor

Razing the blade
Cuting all the matter
Play with the elements
Improve make it better
Darma please plant the seed
Grow the will
Inside of me
To live in love
Despite of all the fear

Oo to you I surrender
Oo my heart filled with splendor

Reaching the end
In each breath the last
What stayed undone
Bite my flesh and bone
And dreams very fast
Leaving all despair
I feel the wounds laying there
As I cross the veil
Fading still
To the form of constellations

Oo to you I surrender
Oo my heart filled with splendor




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letra

 

Já sei que não gostas da minha maneira de falar 
Mas eu tenho de te dizer, Tu para mim, 
És boa comó milho! 
Há bocado passaste por mim e chamaste-me 
Vaidoso! 
É grupo, pois contigo, vai doze, vai treze, vai catorze, 
Vai aquelas que conseguires aguentar! 
Minha Linda! 
Se a gente se pudesse encontrar aí fora 
A gente fazia umas coisas jeitosas, por exemplo 
Eu passava-te com a língua nas orelhas 
Tu sentias um arrepio na espinha, mas era bom 
Depois, depois eu punha-te as mãos nos faróis da frente, 
Tu acendias os máximos 
A gente enfiava-se aí numa escada qualquer e 
Pimba!

Visão! Ilusão! Sedução! Aproximação!
Paixão! Tesão! Fodão! Desilusão!



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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

 

Anarchicks, uma estalada de rock no feminino


Uma estalada de rock. É assim que Catarina, baterista, caracteriza o som das Anarchicks, banda de quatro raparigas dispostas a "falar de amor e outros temas universais" com riffs musculados, atitude... e algum glamour.

O desejo de criar as Anarchicks partiu da baixista, Helena. Alguns contactos, um casting e menos de um ano depois surge“Really?!”, o álbum de estreia do quarteto feminino.

“O nosso som resulta da química que se gera entre nós as quatro, não é uma coisa que custou muito alcançar, foi imediata com a nossa junção”, conta Ana, guitarrista, o último elemento a integrar o grupo. 

“Logo no primeiro encontro na sala de ensaios percebemos que podia haver aqui potencial”, acrescenta Catarina, a baterista, salientando que agora é altura de “alimentar” esta dinâmica que acaba por se refletir no trabalho das Anarchicks. 

Afoitas, estas quatro raparigas já deram concertos em autocarros, atuaram em inaugurações de lojas, lançaram um EP de forma independente e partilharam o palco com nomes como Bizarra Locomotiva. Aos poucos, 2012 foi um ano de pequenas grandes conquistas para o grupo que, assim, tem sabido colocar-se debaixo dos holofotes.



É neste contexto que surge “Really?!”, álbum de estreia dominado por “um rock muito sincero, música de impacto, com algumas influências punk e algum electro”, conta Catarina. A baterista confessa admiração nomes como Breeders, Bikini Kill ou os mais recentes Gossip, mas ao ouvirmos “Really?!” também nos lembramos dos longínquos X-Ray Spex ou Raincoats (onde, curiosamente, militava uma portuguesa, Ana da Silva), num alinhamento que cruza cenários do pós-punk de finais dos anos 1970/inícios de 1980 com a crueza do grito riot grrrl, uma década depois, e a recontextualização feita nos anos seguintes por bandas como as Le Tigre (de quem as Anarchicks se aproximam nos momentos mais eletrónicos).

Com o disco pronto, é altura de Ana, Catarina, Helena e Priscila se atirarem aos palcos. O concerto de apresentação decorreu no Musicbox, em Lisboa, numa sala esgotada e quase sempre efusiva ao longo de uma hora. Apesar de concentradas a promover o novo disco, Ana e Catarina salientam a magia das atuações. “Acho que ao vivo é uma experiência diferente, é uma coisa muito mais imediata, há muito mais contato entre a banda e o público, e acho que temos muito a ganhar dos concertos em relação ao álbum”, diz Ana. Partilhando do mesmo entusiasmo, Catarina acrescenta que “o álbum é uma coisa mais trabalhada e polida, mas o concerto é mais extravasante”. 

O facto de as Anarchicks serem uma banda só de elementos femininos diferencia-as no universo musical português, mas a baterista desvaloriza essa percepção. “Há algumas ideias estereotipadas que se diluem imediatamente depois de um concerto porque deixamos de ser só raparigas e passamos a ser músicas que estamos em cima de um palco”, conclui Catarina. 

A anarquia de “Really?!”, gravado nos Blacksheep Studios por Makoto Yagyu (PAUS, If Lucy Fell, Riding Pânico) e Fábio Jevelim (Blasfêmea), já está nas lojas e promete ter continuação (e expansão) num palco próximo ao longo de 2013.

@Gonçalo Sá e Inês Alves

 

Retirado de Sapo Música



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letra

 

Viver a vida sempre preocupado
Passar o tempo sem ir a nenhum lado
Deixa-me seco, eu vivo esgotado
Tendo prazeres em dias alternados

E ando sempre vivendo estados
E por vezes bem desamparados
Rebusco os cantos, nem sempre recheados
Eu faço as coisas tão desnorteado

Mas em dias por vezes espaçados
Vêm-me à cabeça pontos desfocados
Desse mundo sempre agitado
Possível sonho todo bem rodado
E na TV,produtos embalados
Entram em nós, bem camuflados
Como é que eu fico, eu fico engasgado
Com o novo mundo mesmo ali ao lado

Está mesmo ali ao lado

E eu vou ter que sair, e eu vou ter que partir
Finalmente vais ver
O que é que iria ser, o que é que eu iria ter

N'América
N'América



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Norberto Lobo nomeado para melhor álbum europeu independente

A guitarra de Noberto Lobo compete com as canções dos The xx, Alt-J ou Django Django.

 

O músico português Norberto Lobo está nomeado com Mel Azul para o prémio de melhor álbum europeu independente de 2012, que é atribuído pela Impala, a organização que reúne várias editoras discográficas independentes da Europa. A lista dos nomeados desta terceira edição do prémio apresenta 18 álbuns de países como Reino Unido, Espanha, França ou Suécia.

 

De Portugal está nomeado o guitarrista Norberto Lobo, da etiqueta independente Mbari. Entre os nomeados estão, por exemplo, os ingleses The xx (Coexist), Alt-J (An Awesome Wave) e Django Django (Django Django), a sueca El Perro Del Mar (Pale Fire) ou o espanhol John Talabot (Fin). Os prémios Impala vão apenas na terceira edição – premiaram em 2012 a cantora inglesa Adele com 21 – e pretendem “celebrar o generoso talento e diversidade musicais das edições discográficas independentes na Europa”.

 

O vencedor é escolhido independentemente das vendas. A organização Impala, criada em 2000, reúne mais de quatro mil membros, pequenas e médias editoras independentes, que não integram as grandes marcas discográficas.

 


Retirado do Público 



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Letra

 

Vou de manhã pró trabalho
e chego lá quase a dormir
mas o patrão não perdoa
e manda-me logo bulir

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

Depois do almoço
o boss apareceu
só me deu um toque e disse
(...)

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

Já mais para o fim da tarde
quando tentei dar á sola
dei de caras com o patrão
(...)

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee

(é o bulé bulé...)

Vou de manhã pró trabalho
e chego lá quase a dormir
mas o patrão não perdoa
e manda-me logo bulir

(vai bulir...vai bulir)

Quando chega a sexta-feira
já tou farto de o ouvir
é dia santo lá na disco
eu vou dançar até cair

Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee
Bule Buleee.....Bule Buleeee



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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2013
SEBASTIÃO ANTUNES E A QUADRILHA

Sebastião Antunes



Novo Vídeo "Cantiga da Burra"

 

 

"...As canções são sempre canções mas a maior parte das vezes são inquietas e pedem mais qualquer coisa..."

 

 

* *
 
"COM UM ABRAÇO"
Já à Venda

"...sem dúvida o melhor, mais inventivo e variado álbum saído de Sebastião e seus companheiros..."
(António Pires, in Blitz, Janeiro 2013)

 

Com Um abraço


01. O Meu Assunto Preferido
02Cantiga da Burra (com Galandum Galundaina)
03. Quando a Noite Já Ia Serena (com Tito Paris)
04. Cantiga das Casas
05. Senhora do Almortão
06. P'lo Sim P'lo Não
07. Sei Que a Vida Não Nos Dá Tudo (com Sara Vidal)
08. Uma Canção Por Ali
09. História da Princesa Solidão
10. Hora Certa
11. Segredos de Mel
12. Jogo de Fitas
13. História do Vampiro Apaixonado
14. Cantiga da Burra (remix)
15. Uma Scottish Para Ti
16. Tuareg Jam Session




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Letra

 

Comprei uma garrafa de casal garcia,
para beber mais a maria
preparamos uma festa
hoje é noite de euforia

Ja temos fados e guitarradas
temos vinhos e sardinhadas
E a Sandra com o seu acordiao
da os acordes do refrão

Venham daí rapaziada
começa a festa nao tarda a nada
e esta noite e sempre a abrir
porque para o ano
ainda esta para vir

ja so do vinho,
temos parodia
e a mae da poca uma rapazodia
e a fadista diz cantando
"eu so quero que me saia branco"

E copo cheio e siga a dança
e até os velhos esquecem a pança
e o bairro esta todo em alvoroço..
esta tudo grosso, esta tudo grosso

Venham daí rapaziada
começa a festa nao tarda a nada
e esta noite e sempre a abrir
porque para o ano
ainda esta para vir

anima a festa pela madrugada
chega a policia para dançar a lambada
todas zangadas a ir para a ramboia
ja a tourada ia pelas boias

So fico eu, mais a Maria
com a garrafa casal garcia
e a Sandra com o seu acordiao
da os acordes do refrao

Venham daí rapaziada
começa a festa nao tarda a nada
e esta noite e sempre a abrir
porque para o ano
ainda esta para vir



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“O Que Não Se Vê” de Cristina Massena já nas lojas “O Que Não Se Vê” de Cristina Massena já nas lojas 

O álbum de estreia de Cristina Massena estará disponível a partir de 28 Janeiro. “O Que Não Se Vê” conta com 12 temas originais, onde se reflecte a sua  profunda identidade artística. O primeiro single “O Meu Nome É Terra” já está disponivel no iTunes.

 

Cristina Massena nasceu no Porto, onde estudou música desde os 7 anos. Apaixonada pela expressão, tem vindo a desenvolver trabalhos numa vasta área artística, da Arquitectura às Artes Plásticas.

 

Encontra na música a sua genuína identidade, escrevendo e compondo canções em Português que revelam um Universo próprio construído entre imagens, palavras e sons.

 

“O Que Não Se Vê” é o seu primeiro álbum de originais como cantautora, com o selo da Boom Studios e distribuição da Universal Music Portugal, e é um projecto que vem desenvolvendo e amadurecendo desde 2007.

 

O single de avanço chama-se “O Meu Nome É Terra” e foi uma canção escrita a pensar no esforço, na mudança, na luta da sobrevivência humana e já está disponível.

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013
 
Letra

Já não sei

Que mais posso fazer

O que devo dizer pra entender

 

Já tentei

Esperar o amanhecer

Ver o sol nascer

Pra me conhecer

 

Baixo as armas, tiro o escudo e o mundo

Às vezes eu preferia ser surdo ou mudo

Os dois ou nenhum

Apenas ter o meu espaço

E o vento, e o meu traço, desembaraço

 

Que posso dar pra te chegar?

(já não sei, eu não sei)

O que hei-de falar pra te alcançar?

(já não sei, eu não sei)

 

Um dia eu vou encontrar

Nem que seja a cantar por ti

E nesse dia saberei como cheguei aqui

Depois do fim vem um início

Eu vou recomeçar

 

O espelho sorri pra mim

Vai ser hoje

Eu vou longe

Acredito que sim

 

Parece tão fácil

É um assunto frágil

Como a flor que dá vida ao jardim

 

Quero falar, não me sai a palavra

Eu quero expulsar a sensação amarga

Que mata e corrói!

Que agarra e que dói, só destrói

Gostava de ser um herói

 

Que posso dar pra te chegar?

(já não sei, eu não sei)

O que hei-de falar pra te alcançar?

(já não sei, eu não sei)

Um dia eu vou encontrar

Nem que seja a cantar por ti

E nesse dia saberei como cheguei aqui

Depois do fim vem um início

Eu vou recomeçar

 

 

Vasco Ferreira / Kalú



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Kalú

 

APRESENTAÇÃO OFICIAL DA ESTREIA A SOLO DO MÍTICO BATERISTA MARCADA PARA 7 DE FEVEREIRO, NO TEATRO DO BAIRRO, EM LISBOA, E 14 DE FEVEREIRO, NO HARD CLUB, NO PORTO

EDIÇÃO ESPECIAL FNAC COMPOSTA POR DISCO E BILHETE PARA CONCERTO DE APRESENTAÇÃO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL!

A espera, finalmente, terminou: «Comunicação», o primeiro álbum de Kalú, chega hoje às lojas! A estreia a solo do mítico baterista e fundador dos Xutos & Pontapés tem sido aguardada com tremenda expectativa e as declarações do próprio autor só elevaram a antecipação. Segundo Kalú, com «Comunicação»«parece que voltei a nascer para a música».

As 10 canções que compõem «Comunicação» nasceram quando o baterista estava a trabalhar no mais recente registo dos Xutos & Pontapés. «Estávamos todos a fazer músicas e eu fui fazendo coisas mas sentia que, algumas, não se encaixavam no perfil dos Xutos». Reuniu estas ideias e não as deixou morrer: Kalúassina todas as músicas das canções de «Comunicação», cujas letras ficam repartidas entre Vasco Ferreira e o produtor Ramon Galarza. Mas que se desengane quem pensa que a única surpresa de«Comunicação» é encontrar Kalú em nome próprio: «Pela Noite Dentro» marca, igualmente, a sua estreia como letrista.

À venda a partir de hoje, «Comunicação» está também disponível numa edição especial FNAC, composta pelo álbum e por um bilhete para um dos concertos de apresentação oficial, agendados para dia 7 de Fevereiro, no Teatro do Bairro, em Lisboa, e dia 14, no Hard Club, no Porto.

«Tu Aí», «Falhas» ou «Sem Eira Nem Beira» são documentos inesquecíveis aos quais Kalú deu voz. «No historial dos Xutos, desde o primeiro álbum, cantei sempre umas músicas. Esta coisa de cantar esteve sempre presente». Quem o conhece, sabe que a música faz parte dele, como o sangue que lhe corre nas veias. E também sabe que, para si, o rock é tão importante como o ar que respira. Não é, por isso, de estranhar que «Comunicação»tenha sido feito, única e exclusivamente, pelo prazer de tocar. «Fiz este álbum porque adoro fazer músicas. Estou a divertir-me imenso, a adorar esta experiência. E espero que as pessoas gostem».


Vídeo de Demagogía:





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Hands On Approach e The Gift adicionados ao cartaz do NORFEST 2013

 

Os portugueses Hands On Approach e The Gift são as mais recentes confirmações no cartaz do NORFEST 2013, um novo festival de verão, cuja primeira edição irá decorrer nos dias 1, 2 e 3 de agosto, no Monte Senhora da Graça, em Mondim de Basto.

 

As duas bandas passam pelo evento a 1 de agosto, no mesmo dia em que atuam os já confirmados Buraka Som Sistema, The Gift e Fryo.

Estes nomes juntam-se aos anteriormente anunciados Mão Morta, Masterplan, Moonspell, Bizarra Locomotiva, RAMP, Biquini Cavadão, :papercutz e Voxels.

Os bilhetes para o evento já estão à venda na bilheteiraonline.pt e na FNAC, em quatro modalidades distintas: bilhetes diários; passes de três dias com campismo incluído; passes VIP, com acesso aos três dias do festival, campismo, acesso à zona VIP e três dias de buffet; e passes GOLDEN VIP, que inclui ainda o acesso ao backstage.

Sara Novais

Retirado de Sapo Música


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Letra

 

Esta noite, oh oh
Esta noite tu e eu no dancefloor (2x)

Vem dançar, vejo o fogo no teu olhar
Sem parar, a noite está agora a começar
O calor do teu corpo, queima, deixa-me louco
Hoje nada nos vai parar

Esta noite tudo pode acontecer! (2x)
Esta noite põe a mão no ar! (3x)
Vamos festejar in the club

Fico assim quando tu danças junto a mim
Esqueço o mundo quero que a noite não tenha fim
Hoje eu não tenho pressa amanhã não interessa
Hoje nada nos vai parar

Esta noite tudo pode acontecer! (2x)
Esta noite põe a mão no ar! (3x)
Vamos festejar in the club yeah (4x)


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Domingo, 27 de Janeiro de 2013

Os TvRural estão de volta com “A Balada do Coiote”

 

A música dos TvRural pode ser descrita como anti-pop, pela sua rejeição sistemática das fórmulas compositivas de formatos amigos da rádio, pela sua busca do espontâneo, do gozo e às vezes do feio. É tudo liberdade de fazer o que aqueles músicos descendentes do psicadélico e do progressivo querem fazer, com arranjos elaborados e vários momentos melódicos e rítmicos por tema, acentuando a dimensão teatral da performance da banda, nunca antes totalmente traduzida quando gravada.

 

Na “Balada do Coiote” fruto talvez das experiências extra banda de alguns dos seus membros, eles conseguem transmitir esse ambiente que se vive ao vivo, num registo gravado. “Faz-te um Homem, Rapaz” é o single de apresentação e é uma canção que traz os ritmos da música popular, junta um bom refrão e percussões fortes.


“Quem Me Chamou”, um daqueles temas em que tudo bate certo, o som a letra o “swing”, os coros. “Toma o Comprimido”, sugere algo bastante familiar pois é uma versão de António Variações.

 

A banda mostra também um lado bastante mais forte e potente com os temas “Correr de Olhos Fechados” e de “Quando Troveja” que parece uma estranha canção de amor de onde sai uma citação que acaba por dar nome ao disco.


São constituídos por David Jacinto (voz e saxofone), David Santos (baixo, contrabaixo e voz), Gonçalo Ferreira (guitarra eléctrica e voz), João Pinheiro (bateria e voz) e Vasco Viana (guitarra eléctrica e voz). Depois de promover o seu primeiro disco de originais, “Filomena Grita!”, editado no final de 2007 (Catadupa!), editam agora um novo álbum de originais pela Chifre, “A Balada do Coiote”.

 

Resta-nos salientar que o disco em si é bastante original e bonito, aproveitando a forma redonda do CD para simular um pequeno vinil com uma lua cheia no centro. Um disco extremamente bem feito, instrumentalmente muito variado, com letras muito boas, de que se vai gostando cada vez mais, a cada audição e que não cansa. Tanto se ouve bem no carro como no sofá de casa, numa boa aparelhagem.

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

 

É numa rua bizarra
A casa da mariquinhas
Tem na sala uma guitarra
E janelas com tabuinhas

Vive com muitas amigas
Aquela de quem vos falo
E não há maior regalo
Que a vida de raparigas
É doida pelas cantigas
Como no campo a cigarra
Canta o fado à guitarra
De comovida até chora
A casa alegre onde mora
É numa rua bizarra

Para se tornar notada
Usa coisas esquesitas
Muitas rendas, muitas fitas
Lenços de cor variada.
Pretendida, desejada
Altiva como as rainhas
Ri das muitas, coitadinhas
Que a censuram rudemente
Por verem cheia de gente
A casa da mariquinhas

É de aparência singela
Mas muito mal mobilada
E no fundo não vale nada
O tudo da casa dela
No vão de cada janela
Sobre coluna, uma jarra
Colchas de chita com barra
Quadros de gosto magano
Em vez de ter um piano
Tem na sala uma guitarra

P'ra guardar o parco espólio
Um cofre forte comprou
E como o gaz acabou
Ilumina-se a petróleo.
Limpa as mobílias com óleo
De amêndoa doce e mesquinhas
Passam defronte as vizinhas
P'ra ver o que lá se passa
Mas ela tem por pirraça
Janelas com tabuinhas



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The Weatherman lança novo álbum a 28 de Janeiro

 

No terceiro disco, o cantautor portuense fala do amor nas suas múltiplas vertentes e parece procurar lugares reconfortantes como processo de auto conhecimento, num registo, como referiu em várias entrevistas como o mais autobiográfico até agora.

 

O novo álbum traz 12 canções pop que se encontram influídas numa sonoridade que procura influências desde a música electrónica até à folk europeia. "Proper Goodbye" é a canção escolhida como single de antecipação do novo disco e conta com um videoclip realizado por Vasco Mendes, e já toca nas rádios.

 

As canções seguem um registo bastante similar, saltando das mais animadas às mais calmas e introspectivas. 


O álbum inicia com “15 Days” que é bastante forte para abrir caminho aos temas seguintes. “It Took Me So Long” e “Love You Back” entram no campo mais calmo. Muitas das canções são quase declarações de amor.

 

Mas há também temas que se encarregam de dar ao disco um lado mais divertido e até de festa como “Unite The People” ou “We All Jumped” com efeitos sonoros diferentes do que se está habituado e davam um bom próximo single.

 

“State of Mind” tem uma influência de sonoridades que lembram as músicas disco dos anos 80 mas com um registo bastante inovador e actual. 
O disco termina com “See Ya”, um tema que começa ao piano e mostra o lado trágico que outras canções do álbum não têm e é sobretudo uma aposta nova do som de Alexandre Monteiro.

 

O álbum, que teve o apoio do Fundo Cultural da GDA, tem colaborações de Nuno Sarafa (X-Wife, Best Youth), João André (Mónica Ferraz), Rui Maia (Mirror People) e John Almeida (Little Friend) e foi masterizado por Tim Debney (Thom York, Lilly Allen, Kasabian, Gorillazz, Super Furry Animals, entre outros) no "Fluid Mastering", em Londres.

 

Retirado do HardMúsica



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letra


Não encontrei a letra desta música


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Sábado, 26 de Janeiro de 2013

 

 

Letra

 

A noite passada acordei com o teu beijo 
Descias o Douro e eu fui esperar-te ao Tejo 
Vinhas numa barca que não vi passar 
Corri pela margem até à beira do mar 
Até que te vi num castelo de areia 
Cantavas "sou gaivota e fui sereia" 
Rime de ti "Então porque não voas?" 
E então tu olhaste, depois sorriste 
Abriste a janela e voaste

A noite passada fui passear no mar 
A viola irmã cuidou de me arrastar 
Chegado ao mar alto abriu-se em dois o mundo 
Olhei para baixo, ias lá no fundo 
Faltou-me o pé, senti que me afundava 
Por entre as algas teu cabelo bailava 
A lua cheia escureceu nas águas 
E então falámos e então dissemos 
"Aqui vivemos muitos anos"

A noite passada o paredão ruiu 
Pela fresta aberta o meu peito fugiu 
Estava do outro lado a tricotar janelas 
Vias-me em segredo ao debruçar-te nelas 
Cheguei-me a ti, disse baixinho "Olá" 
Toqueite no ombro e a marca ficou lá 
O sol inteiro caiu entre os montes 
E então tu olhaste, depois sorriste 
Disseste "'Inda bem que voltaste"



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Anarchicks apresentam álbum de estreia no Musicbox

 

As munições já estão carregadas e prontas a fazer jus ao chavão que as apresenta: Se a música é uma arma elas são o gatilho! Em fase de lançamento do álbum de estreia "Really?!", as Anarchicks vêm ao Musicbox prestar contas e mostrar que o rock deixou, há muito, de ser exclusivamente masculino.

 

Quem já ouviu falar delas sabe bem do que falamos, estas quatro miúdas são o melhor do punk nacional. 


Depois de lançarem o EP "Look What You Made Me Do" por si próprias, lançarão em Janeiro de 2013 o seu primeiro LP intitulado "Really?!" pela Chifre, que apresentaram na noite de 25 de Janeiro.

 

Abriram com uma intro de riffs de guitarra e a bateria barulhenta para entrarem com todo o folego com “Sunset Graveyard”. 


A sala estava cheia, com o público a saltar e a guitar durante as musicas “New Rave”, “Bored” e “Kinda Do”.

 

Mas mesmo sendo um concerto que pretendia apresentar o seu álbum, as meninas guardaram algumas surpresas e aproveitaram para tocar uma canção totalmente nova: “And It Feels Good Too” que poderá eventualmente constar na lista de um próximo álbum “se houver um” como afirmaram.

 

Seguiram com a potente “Endless Love” e puseram toda a gente a dançar com a ajuda de uma convidada bastante especial, outra das surpresas da noite. Dachick juntou-se às miúdas mais cheias de punk em Portugal para o tema “Dance”.

 

Depois de “Forever” e “Son of a Beat” tocaram o esperado primeiro single “Restraining Order” que foi, naturalmente, o momento de maior loucura entre o público. 


Despediram-se com “Off The Box” e pareceu mesmo que não tinham um encore preparado, o público gritou por mais e elas tiveram mesmo de voltar e tocaram um tema que “está ainda numa fase embrionária” mas que deixou os fãs satisfeitos o que as levou a tocar mais uma vez o seu single.

 

O Hardmusica deixa ainda um último parágrafo para a banda que abriu o concerto das Anarchicks. 

Já tínhamos falado dos TwinChargers na altura do festival Vodafone Mexefest e esta foi a banda que provou mais uma vez que tem todo o potencial para se tornar uma das maiores no rock alternativo português. 


Com apenas um baixo e uma bateria fazem melhor o que às vezes uma banda de mais elementos consegue.

 

Retirado do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 21:17 | link do post | comentar

 

 

letra

 

Acordas todo santo dia a ressacar
Sempre a pensar como é que te vais orientar
Ainda ontem tinhas tudo na mão
Mas nunca chega pois não meu irmão ?
Vais ter que inventar mais um esquema marado
Um pouco de sorte e és de novo catado
Não há espiga Desde de que fiques de cabeça cheia
Que se lixe o mundo ,tu queres é a tua meia
Cada vez há menos espaço na tua cabeça
Não há ideia nova que não te aborreça
Atrofias , atrofias , não dás por nada
Não percebes que alguma coisa esta errada
Tenta compreender eu não falo á toa
Porque eu não sou como qualquer pessoa
Que fala sem saber ….
Sinceramente gostava de o ser
Mas eu já senti na minha própria pele
Essa dor tão amarga como puro fel
Um corpo necessitado
Só precisa de um bafo para ser reanimado

1,2,3 é a ressaca outra vez

Estou a tentar chegar a ti
Antes que te tornes em algo que já vi
Tantas e tantas vezes na minha vida
Ainda não estou pronto para a despedida
Não ensines a missa ao padre , meu
Não sejas mais um irmão que se perdeu
E entrou para o clube de ladrões
Intrujas, atrofiados sem opções
Que nem sequer tentam sair dessa prisão
Chegaram a um ponto de perda da razão
Agora podes pensar que estou a ser muito duro
É a única maneira de assegurar o futuro
Ambos sabemos que não é fácil parar
Mas podes contar comigo se isso ajudar


1,2,3 é a ressaca outra vez


O teu estado deve-se á hipocrisia
Da policia e governo que deitam pela pia
Juramento e promessas que deveriam cumprir
Aceitam luvas e acabam por cair
Num ciclo vicioso que a todos apanha
E cada vez mais ateia fogo á lenha
O casal ventoso movimenta mais dinheiro do
Que o Banco de Portugal tem no mealheiro
Toda a gente sabe o que se passa
Mas a indiferença já ultrapassa
Todas as esperanças de precaver
Os erros que outra geração venha a cometer
Não informação sobre a droga
Em que mais e mais gente se afoga
Nas leves nem vale a pena falar
São tão perigosas como o teu gato a miar
Se já tivessem sido legalizadas
Talvez as outras pudessem ser evitadas
Não caiam na asneira como eu cai
Passei mal para poder estar aqui
A tentar marcar uma diferença
É na ignorância que está a doença

1,2,3 é a ressaca outra vez



publicado por olhar para o mundo às 17:53 | link do post | comentar

 

 

letra

 

Tás a sentir
Uma página de história
Um pedaço da tua glória
Que vai passar breve memória
Tamos no pico do verão mas chove
Por todo o lado
Levo uma de cada
Já tou bem aviado
Cuspo directo no caderno
Rimas saídas do inferno
Que passei à tua pala
Num tempo que pareceu eterno
Tou de cara lavada
Tenho a casa arrumada
Lembrança apagada
De uma vida quase lixada

Passeio na praia
Atacado pelos clones
São tantos e iguais
Sem contar com os silicones
Olho para o céu
Mas toda a gente foi de férias
Apetece-me gritar
Até rebentar as artérias

[REFRÃO 4x:]
(Respiro fundo)
E lembro-me da força
(Que guardo dentro do meu corpo)
Espero que ela ouça

Todo o amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o riso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
E vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
Uma vontade de gritar bem alto:
O MEU AMOR MORREU
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há de vir

Flashback instantâneo
Prazer momentâneo
Penso em ti até
Que bate duro
No meu crânio
Toda a dor
Toda a raiva
Todo o ciúme
Toda a luta
Toda a mágoa e pesar
Toda a lágrima enxuta
Alieno como posso
Não posso encher a cabeça
Não há dinheiro
Nem vontade
Ou amor que o mereça
Não vou pensar de novo,
Vou-me pôr novo
Neste dia novo
Estreio um coração novo
Visto-me de branco
Bem alegre no meu luto
Saio para a rua
Mais contente que um puto
Acredita que custou
Mas finalmente passou
No final do dia
Foi só isto que restou

[REFRÃO 4x:]
(Respiro fundo)
E lembro-me da força
(Que guardo dentro do meu corpo)
Espero que ela ouça

Todo o amor deste mundo
Perdido num segundo
Todo o riso transformado
Num olhar apagado
Toda a fúria de viver
Afastada do meu ser
Até que um dia acordei
E vi que estava a perder
Toda a força que cresceu
Na vida que deus me deu
Uma vontade de gritar bem alto:
O MEU AMOR MORREU
Todo o mundo há-de ouvir
Todo o mundo há-de sentir
Tenho a força de mil homens
Para o que há de vir
Vai haver um outro alguém
Que me ame e trate bem
Vai haver um outro alguém
Que me ouça também
Vai haver um outro alguém
Que faça valer a pena
Vai haver um outro alguém
Que me cante este poema



publicado por olhar para o mundo às 08:50 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

Wots

 

Os WOTS são um projecto de rock alternativo de Leiria formado em 2006, do qual fazem parte actualmente Nuno Russo (voz), Jorge Cardoso (bateria), Hugo Rodrigues (baixo), Carlos Luis (guitarra e vozes), Nuno Costa (guitarra e vozes).

 

A banda conta já com várias músicas originais, gravadas por conta própria, estando agora a apostar na promoção ao vivo do trabalho desenvolvido. O primeiro álbum já saiu.

 

Os temas focados nas músicas são sobretudo do foro psíquico: viagens interiores, dor, nostalgia, cansaço, revolta, traumas, medos, diferentes modos de encarar a vida, o desespero e uma sucessão de visitas guiadas ao Paraíso e ao Inferno com bilhete de ida, mas não necessariamente de volta.

 

Número de elementos;

5 (Voz, 2 Guitarras, Baixo, Bateria)

 

Site/myspace/Facebook



publicado por olhar para o mundo às 21:12 | link do post | comentar

Sónia e as profissões

SÓNIA ARAÚJO ESTREIA HOJE NO CANAL PANDA 

 

Sónia e as Profissões é o nome da mais recente aposta musical do Canal Panda e da Universal Music, um projeto que representa a estreia absoluta da apresentadora Sónia Araújo como cantora, atriz e bailarina, com lançamento de um CD e de um DVD previsto para finais de fevereiro e exibição inédita dos primeiros videoclips a partir de hoje, dia 25 de janeiro, no Canal Panda.   

Depois dos sucessos musicais de “Xana Toc Toc e “Panda e Os Caricas”, que juntos venderam mais de 120 mil unidades, o Canal Panda  e a Universal Music continuam a sua aposta na música para dar largas à imaginação da pequenada, estimulando-os a conhecer o mundo dos adultos através das diferentes profissões.

Ao longo de 12 músicas e vídeos originais, lúdicos e pedagógicos, indicados sobretudo para crianças em idade pré-escolar, Sónia Araújo, acompanhada de um elenco de crianças, recria de forma divertida cada atividade profissional. 

“As crianças são o melhor da vida. Estou muito satisfeita com este trabalho, que me permitiu viajar no meu imaginário infantil e recordar as brincadeiras de criança em que fingia ter 1000 profissões diferentes. A música é um instrumento importante na educação infantil, pelo que este álbum representa também um sonho concretizado que pode ser acompanhado por todos os meninos e meninas no Canal Panda”, refere a apresentadora a propósito deste lançamento.

Professor, bombeiro, polícia, escritor, Dj, cientista, padeiro e futebolista, são algumas das profissões abordadas neste lançamento recheado de ritmos alegres e animados, que estimula as crianças a aprender mais sobre as diferentes atividades laborais, correspondendo à sua ânsia em experimentar o mundo dos adultos.

Sónia e as Profissões” é um projeto com a chancela da Universal Music, criado e desenvolvido pela Duro D’Ouvido, que os mais pequenos poderão conhecer em primeira-mão no Canal Panda, e a partir de dia 25 de Fevereiro, com distribuição em todo o país.



publicado por olhar para o mundo às 19:36 | link do post | comentar

 

 

Letra 

 

Ai este coração
Só por ti sabe esperar

Ai,amor de perdição
Aqui na terra sem altar

Ai este coração
Que em cartas vai dizer
Vai e volta na tua mão
Vai e volta p'ra te ter

Cada dia que passa
Fica a terra mais gasta
Cada dia que passa
Fica o amor mais forte
(2x)

Ai este coração
Bate mais ao dar-te a mão

Vai e volta sem hesitar
À cidade ao pé do mar (2X)

Invento mais um momento
Invento e estico o tempo
Ai este amor em mim
Ai ter-te sempre assim

Cada dia que passa
Fica a terra mais gasta
Cada dia que passa
Fica o amor mais forte
(2X)

Cada dia que amanhece
Sem o teu abraço
Não tenho sossego em mim

Cada dia que amanhece
Com o teu abraço
O céu fica mais perto de mim

Cada dia que passa
Fica a terra mais gasta
Cada dia que passa
Fica o amor mais forte
(3X)



publicado por olhar para o mundo às 17:57 | link do post | comentar

Diabolando

 

No próximo Sábado, dia 26 de Janeiro, às 23 horas, os Diabolando, banda da Praia da Areia Branca, irão atuar no Vox Café n’A Voz do Operário, sito na Rua da Voz do Operário, nº 13, Lisboa.

 

Na origem da formação, e ao longo da última década, está um grupo de músicos que foi amadurecendo influências e sonoridades diversas, através de longas sessões de improviso e experimentação. Há quatro anos, juntaram alguns instrumentistas e algumas ideias, e começaram a compor.

 

Este sexteto com raízes folclóricas e populares vai buscar aos blues, folk, rock, funk, bossa nova, jazz e fado, a sua inspiração e matriz. Actualmente, o grupo é composto por Paulo Martins (Meirelles) na voz, guitarra e harmónicas, Rui Pedro Martins na bateria, cajón e percussões, Miguel Carvalho na voz e na guitarra, Rita Sousa na voz, Diogo Picão no saxofone e Simão Cardoso no baixo.

 

Espera-se um concerto cheio de energia no qual serão apresentados os mais recentes temas originais. As entradas terão o preço de €3,00 por pessoa.

 

https://www.facebook.com/pages/DIABOLANDO

http://www.myspace.com/diabolando

http://soundcloud.com/diabolando



publicado por olhar para o mundo às 12:41 | link do post | comentar

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