Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2012

 

 

letra

 

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Concerto de Ano Novo com a Metropolitana no Centro Cultural de BelémConcerto de Ano Novo com a Metropolitana no Centro Cultural de Belém

Pelas 17:00, do dia 01 de Janeiro de 2013, o Grande Auditório do Centro Cultural de Belém acolhe o Concerto de Ano Novo que terá a interpretá-lo a Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida por Kynan Johns.

 

Seguindo a tradição de Ano Novo que leva as orquestras a tocarem as melodias vistosas, bem dispostas da família Strauss, a Orquestra Metropolitana de Lisboa apresentará na tarde de 01 de Janeiro as mazurcas, as polkas e as valsas, que ao longo dos anos têm alegrado salões de principes, duques e marqueses e também de muitos plebeus. 

Trata-se de composições que exigem grande mestria e virtuosismo, pois embora aparentemente faceis, são peças onde as subtilezas de contrução e de interpretação são permanentes exigindo grande experiência e concentração.

 

Kynan Johns, o maestro que estará pela primeira vez em Portugal e a dirigir a Metropolitana, tem sido presença frequente nas maiores salas de concerto, como o Palau des Arts ou o Covent Garden.


Dirigirá, pela primeira vez, neste primeiro dia de Janeiro, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, uma das melhores orquestras a nivel nacional e quase diríamos a nivel internacional.

 

Retirado do HardMúsica



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letra

 

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Domingo, 30 de Dezembro de 2012

Centenas abraçaram uma Casa da Música com futuro incerto

Políticos, agentes culturais e cidadãos contra corte de 30% no financiamento do Estado. Director artístico acredita em recuo do Governo

 

Um domingo à tarde na praça da Casa da Música (CdM) não costuma ser isto: um enorme cordão humano em torno do “meteorito” de Rem Koolhaas, num protesto de centenas de pessoas (250, nas contas da PSP) contra os cortes de 30% ao financiamento público da instituição.

 

Figuras da política e da cultura associaram-se a cidadãos anónimos contra o corte de 30%, em vez dos 20% acertados em Abril entre o anterior secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e a fundação, que motivou no dia 18 a demissão da administração da instituição.

 

“Viva a Casa da Música!”, gritava Rosa Santos, 66 anos, no cordão humano. “Querem cortar os apoios à CdM e não só à CdM: querem acabar com a cultura aqui no Norte”, disse ao PÚBLICO. Luís Moutinho foi ao protesto com o filho e receia que este corte, que significa uma redução de mais um milhão de euros a juntar aos dois já acordados com a Secretaria de Estado, ponha em causa “tudo” o que não seja espectáculos, acabando com as actividades educativas e sociais da CdM.

 

O director artístico da instituição diz que o corte de 30% “representaria” a impossibilidade de prosseguir a linha de qualidade na oferta da CdM — António Jorge Pacheco prefere usar o verbo no modo condicional, acreditando que o Governo recue. 

Intervenções recentes como a de Paulo Rangel (que disse que as questões da CdM ou da RTP “mereciam” uma manifestação na Av. dos Aliados — o PÚBLICO não o viu no “abraço à Casa da Música”) e do deputado do CDS-PP João Almeida (que criticou a excepção Centro Cultural de Belém, que não será abrangido cortes de 30% nos apoios do Estado às fundações conforme o acordado com Viegas) dão esperança a Pacheco. “Há um consenso alargado que tem que haver cortes, mas uma contribuição de 20% é substancial e é aquilo que foi acordado”, referiu.
 
O bloquista João Teixeira Lopes, primeiro subscritor de uma petição contra o corte de 30% à CdM, sublinhou a “urgência” de “fazer algo pela CdM e pela região”. “O Porto está a ser atacado em todas as frentes: na questão do aeroporto, de Serralves, do teatro São João, é uma das regiões com mais pobreza e desemprego — e agora na CdM”, concretizou.
João Fernandes, subdirector do Museu Rainha Sofia de Madrid e ex-director artístico do Museu de Serralves, lembra que a programação cultural de excelência se faz “com muita antecedência” — a da CdM foi apresentada em Novembro à luz de uma verba pública de oito milhões. “A CdM foi um bem que aconteceu ao Porto, com os seus agrupamentos musicais” que representam a cidade no mundo, e “não pode ser curto-circuitada por cortes imprevistos” e “injustificados”, defende. 
 
Para o candidato do PS à câmara do Porto, Manuel Pizarro, o Governo demonstra “falta de respeito em relação ao Porto e à CdM” ao “dar o dito por não dito”. João Semedo, coordenador do Bloco de Esquerda, não atira a toalha ao chão: “Se o povo acabou com a TSU, também pode acabar com este corte”.
Retirado do Público


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Letra

 

Quem te apurou?
Como os anos passam por nós
É ver o tempo deixar-nos sós
E esperamos

Que justifiquem ou que nasça pelo menos alguma razão
Ao motivo pelo qual vai cedendo o corpo então
Aos anos

Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais

Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem!!!!

Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais

2x
Não choro as partes que estão para trás

Não concluo
O meu tempo não é uma canção
Tem quase sempre rima certa, métrica e refrão
E esta acabou



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letra

 

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Sábado, 29 de Dezembro de 2012
 
letra
o eléctrico é o 18 até ao cais do sodré 
eu nem quero saber se chove, o resto eu faço a pé 
não tenho pressa de chegar, tenho pressa de não sair 
hoje a noite é a minha casa, e eu não quero dormir 
não quero dormir. não quero acordar 
no cais do sodré, aonde o homem vai perder a fé 
no cais do sodré, eu sou o último a ficar de pé 
talvez não tenha a escola mas eu aprendo depressa 
para lá com os moralismos eu não vou nessa conversa 
a cada minuto que passa menos pertenço a ninguém 
o fumo e o barulho já só me fazem bem


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letra

 

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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012


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Letra

 

Quem me ouve
Sabe bem te dizer
Aquilo que me seduz

Não te prendes
Bebe um trago por mim
E deixa o corpo levar
O que queres daqui

Vem mexer com os sentimentos sem dar troco
Vem dançar sobre os meus desejos sei os passos de cor

Pecado é provocar desejo e depois negar
Dizer com os olhos tudo sem os lábi...os mexer
E não entendo que raio de jogo me fazes jogar
Serei mais um engano dos teus?
Quanto a isso não sei
Isso não sei

Vou rir mais sem que dês certezas do que temos
Vou dar voltas ao pensamento e esperar o melhor

Vem-me explicar



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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2012

Sir Scratch apresenta novo álbum em Lisboa e Porto

Sir Scratch regressa aos palcos de Lisboa e Porto em janeiro.

 

A 11 de janeiro, Sir Scratch passa pelo Musicbox, em Lisboa, atuando a 25 de janeiro no Hard Club, no Porto.

 

Em palco, irá apresentar o seu mais recentes disco de estúdio, “Em Nosso Nome” – “um álbum que certamente irá deixar marca no panorama hip hop de 2013”, pode ler-se em comunicado.

 

Nos concertos de apresentação do novo trabalho, haverá lugar para algumas surpresas, que vão além dos convidados, é ainda revelado em comunicado.

 

Sara Novais

 

Retirado do Sapo Música



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letra

 

Vou desvendando sentidos
P´ra descobrir o que é meu
Será que os dias vividos
Me vão dizer quem sou eu.

Vou desbravando este nada
Eterna em mim a procura
Já tenho a alma cansada
De não saber ser loucura.

Vou numa ânsia de morte
Correr aquilo que sou
Quem sabe se um dia a sorte
Não me dirá ao que vou.

E se chegar, não sei onde
Ao onde vou perguntar
Se o que dentro em mim se esconde
É p´ra esquecer ou ficar.



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Letra

 

Maria, Maria
Procuro por Ti
Trago este vazio
E o desejo de dar cor à minha vida
Quero pintar
Esta história que estou a criar
Quero ser mais
Minha grandeza afirmar
Ser poeta, ser cantor, ser o céu
Onde mora tudo o que eu vou ser
Se eu souber ser amor

Maria, Maria
Não sei que aconteceu
Se o mundo ou se fui eu
Enganou-se o amanhã sem piedade
Fecha-se a luz
Sobre as almas da minha idade
Esconde-se o céu
Onde eu quero ser mais verdade
Minha Senhora e minha Mãe
Olha bem por nós
Sem Teu amor
Ficaremos sós.

Maria, Maria
Mãe do silêncio
Mãe da humanidade
Em Teu seio o meu senhor se gerou
E Tu o contemplaste
Cheia de amor e ternura
Teu filho desejado
e por ti muito amado
Minha Senhora e minha Mãe
Ensina-me a amar
E arriscar
A saber ser maior



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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2012

 

 

letra

 

não divido os meus milhões

nem troco de cinzeiro

com poetas sem canções

largam vícios por dinheiro

testo sempre as aptidões

enrolas tu fumo eu primeiro

estás num círculo de patrões

todos mandam por inteiro

é que nesta roda andam fora de moda

ninguém vende o seu lugar

não se lêem jornais

só sabemos da poda

gira à roda até podar.

 

não há redes nem há votações

não há pares para te apertar os cordões

lentamente vou chegando às conclusões

se algum dia te baixarmos os calções

tapa a tusa do reality show

para poderes acompanhar o flow.

 

tapa a tusa do reality show
para poderes acompanhar o flow.

 

puxa

passa

não tem graça

passa

puxa

roda a chucha

 

puxa
passa
não tem graça
passa
puxa
roda a chucha

 

puxa
passa
não tem graça
passa
puxa
roda a chucha

é que nesta roda

andam fora de moda

ninguém vende o seu lugar

não se lêem jornais

só sabemos da poda

gira à roda até podar.



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letra

 

Dão nas vistas em qualquer lugar 
Jogando com as palavras como ninguém 
Sabem como hão-de contornar 
As mais directas perguntas 

Aproveitam todo o espaço 
Que lhes oferecem na rádio e nos jornais 
E falam com desembaraço 
Como se fossem formados em falar demais 

Demagogia feita à maneira 
É como queijo numa ratoeira 

P’ra levar a água ao seu moinho 
Têm nas mãos uma lata descomunal 
Prometem muito pão e vinho 
Quando abre a caça eleitoral 

Desde que se vêem no poleiro 
São atacados de amnésia total 
Desde o último até ao primeiro 
Vão-se curar em banquetes, numa social 

Demagogia feita à maneira 
É como queijo numa ratoeira



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letra

 

Eu senti-me um pouco
Tonto
Sem saber o que fazer
Talvez fosse a tua
Imagem
Talvez fosse por
Querer

Ao certo abriste-me a
Porta
Mas eu não queria entrar
Só queria uma miragem
Só queria naufragar

Faz tanto tempo
Tanto tempo
E eu não esqueci

E tu chegaste tão perto
Que te apertei no meu peito
Já não era uma miragem
Era a serio eras Tu
Era a serio eras Tu

Faz tanto tempo
Tanto tempo




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Terça-feira, 25 de Dezembro de 2012

Sara Tavares em concerto Solidário

Manuela Azevedo, dos Clã, Sara Tavares, Luísa Sobral, Cuca Roseta e Maria Bradshaw juntam-se no palco do Pavilhão Atlântico a 8 de março do próximo ano, para um concerto solidário, cujas receitas revertem a favor da Associação Novo Futuro.

 

Fundada em 1996 em Portugal, a Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens Novo Futuro é uma instituição particular de solidariedade social. De âmbito nacional e sem fins lucrativos, tem como objetivo o acolhimento em pequenos lares de crianças e jovens privados de ambiente familiar adequado, proporcionando-lhes o desenvolvimento humano a que têm direito, o afeto, bem-estar e privacidade, para além de uma educação que lhes permita uma plena integração na sociedade.

 

Ao longo de mais de uma década de trabalho, a Novo Futuro já acolheu 134 crianças e jovens, tendo atualmente oito Lares (sete na Grande Lisboa e um em Gaia), onde residem 74 crianças e jovens, nos quais serão investidas as verbas resultantes do espetáculo.

 

O espetáculo tem início às 22h00.

 

Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre €10 e €40.

Sara Novais



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letra

 

jantar com gente em roda

trabalhar até o final

muita mama e pouca moda

é excep-cional

mas papar a ver a bola

reformar por bater mal

mais ampôlas para a cachola

é normal.


mandar no subalterno

carregar no ilegal

é como ter frio no inverno

é natural

dez mil anos de patrões

a comerem-te os colhões

que estrutura social


é normal


leva o resto eu já estou cheio


é normal


domingo é dia de passeio


é normal


o teu inferno o meu recreio

maralhal

só quem pode é que não veio

é normal.


cai um velho capitão

numa guerra de salão

e já nada fica igual

só o normal


estás na boca do canhão

logo atrás do teu irmão

mas deu no telejornal

que a situação

é normal


leva o resto eu já estou cheio

é normal

domingo é dia de passeio

é normal

o teu inferno o meu recreio

maralhal

só quem pode é que não veio

é normal.

jantar com gente em roda

trabalhar até o final

muita mama e boa foda

é excepcional

mas papar a ver a bola

reformar por bater mal

mais ampolas para a cachola

é normal.



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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2012

 

 

Letra

 

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
As raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
As raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra

Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pao e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura



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letra

 

O come all ye faithful joyful and triumphant 
Oh come ye O come ye to Bethlehem; 
Come and behold him born the King of angels; 
O come let us adore him Christ the Lord. 

God of God light of light 
Lo he abhors not the virgin's womb; 
Very God begotten not created: 
O come let us adore him Christ the Lord. 

Sing choirs of angels sing in exultation 
Sing all ye citizens of heaven above; 
Glory to God in the highest: 
O come, let us adore him, Christ the Lord. 

See how the shepards summoned to his cradel, 
Leaving their flocks, draw nigh with lowly fear; 
We too will thither hend our joyful footsteps; 
O come, let us adore him, Christ the Lord. 

Yea, Lord, we greet thee, born this happy morning; 
Jesus, to thee be glory given; 
Word of the Father, now in flesh appearing: 
O come, let us adore him, Christ the Lord.



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letra

 

Três estrelas de alumínio
A luzir num céu de querosene
Um bêbedo julgando-se césar
Faz um discurso solene

Sombras chinesas nas ruas
Esmeram-se aranhas nas teias
Impacientam-se gazuas
Corre o cavalo nas veias

Há uma luz branca na barraca
Lá dentro uma sagrada família
À porta um velho pneu com terra
Onde cresce uma buganvília

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,

Oiçam um choro de criança
Será branca negra ou mulata
Toquem as trompas da esperança
E assentem bem qual a data

A lua leva a boa nova
Aos arrabaldes mais distantes
Avisa os pastores sem tecto
Tristes reis magos errantes
E vem um sol de chapa fina
Subindo a anunciar o dia
Dois anjinhos de cartolina
Vão cantando aleluia

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,

Nasceu enfim o menino
Foi posto aqui à falsa fé
A mãe deixou-o sozinho
E o pai não se sabe quem é

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells



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Domingo, 23 de Dezembro de 2012

 

 

letra

 

O menino está dormindo 

Nas palhinhas, despidinho, 
Os anjos Lhe estão cantando 
Por amor tão pobrezinho. 
O menino está dormindo 
Nos braços da Virgem pura. 
Os anjos Lhe estão cantando: 
“Hossana lá nas alturas”. 

O menino está dormindo 
Nos braços de São José, 
Os anjos Lhe estão cantando: 
“Gloria tibi domine”. 

O menino está dormindo bis 
Um sono de amor profundo 
Os anjos Lhe estão cantando:
“Viva o salvador do mundo”.



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letra

 

Como é que isto foi acontecer assim, Não podias ter esperado um pouco mais por mim, Não podia saber o que te ia acontecer, Brother isto não é nada, do que eu sempre quis.
Toda a gente sabe como é, É difícil este mundo, Toda a gente sabe como é, Amanhã estamos no fundo, Toda a gente sabe como é, Eu só disse que quero saber.
Esse people mata à toa com base no quê? Não há deus que escolha o caminho que queres ver, Mas há gente (muita gente) E ninguém viu nada, Indiferente (essa gente) Não vou eu culpa-la não. Isto é sempre assim, tem que ter um fim, É da tua rua que eu tenho medo, Hoje pela paz, amanhã tanto faz, Foi a nossa crença que deixou de ser segredo.
Toda a gente sabe como é, É difícil este mundo, Toda a gente sabe como é, Amanhã estamos no fundo, Toda a gente sabe como é, Eu só disse que quero saber.
"Yo Max, toda a gente sabe como é, Mas parece que toda a gente está-se a esquecer, Eles estão se a esquecer do que é que é ser humano boy, Parecemos animais, Eu vou buscar o dicionário e ver a definição de pessoa, É mais ou menos isto: 1: Qualquer indivíduo de espécie humana sinonima de criatura de ser; 2: A personalidade de alguém como pessoa de bem, que é de boa índole, honesta; 3: Ser humano consciente de si mesmo, livre e responsável pelos seus actos; 4: Individuo dotado de razão e de reflexão; 5: Ser humano enquanto aberto aos seus semelhantes integrado numa comunidade de indivíduos; 6: para Kant, o ser humano confia em si mesmo, este possui um valor absoluto ou porque se a coisa que é apenas um meio e por isso mesmo, possui um valor relativo." (Pac Man)
Toda a gente sabe como é, É difícil este mundo, Toda a gente sabe como é, Amanhã estamos no fundo, Toda a gente sabe como é, Eu só disse que quero saber.



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letra

 

Refrão:

A todos um bom Natal
A todos um bom Natal
Que seja um bom Natal
Para todos nós
Que seja um bom Natal
Para todos nós

No Natal pela manhã
Houvem-se os sinos tocar
E há uma grande alegria
No ar

Refrão

Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos
Felizes

Refrão

Vão aos saltos pela casa
Descalços ou em chinelas
Procurar as suas prendas
Tão belas

Refrão

Depois há danças de roda
As crianças dão as mãos
No Natal todos se sentem
Irmãos

Refrão

Se isto fosse verdade
Para todos os meninos
Era bom ouvir os sinos
Cantar

Refrão 



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letra

 

Se soubesses como é tão difícil aceitar assim, Se não está, não está, Ou escolho por mim, Ou se não dá, não dá, É preciso ter calma e manter a chama acesa, (ter a certeza) Quero as cartas na mesa, Tu sabes que eu prefiro estar assim, O que é que pretendes tu tirar de mim? Sabes que isto agora é bem diferente, Eu por hoje sou mais que inocente, "Se souberes porque é que, É difícil inspirar assim, Se não está, não está, Não escolho por mim, Queremos mudar, Não há situações perfeitas, É preciso dizer o que pensas, Ignorar as ofensas.
Sabes que eu prefiro estar assim, O que é que pretendes tu tirar de mim? Sabes que isto agora é bem diferente, Eu por hoje sou mais que inocente." (Marta Ren)

"Segundo acto"

Se até sabes, está difícil, E tu não vês, Está na hora de perguntar porquê?, Dizem que é sistema que está fodido, é, Afinal quem manda no teu partido Zé? Só faz sentido se eu puder pagar, Só faz sentido se eu puder mudar, Somos soldados com outros planos, E os meus manos tratam disso, Enquanto ouves e pensas na tua escolha.
"Meia haste, mataste, metes-te um gajo de meia, Não foste eficaz, nem dignificaste, ficaste feia, Só dificultaste, aumentaste o contraste a quem andava a poupar no seu gasto, Mas a minha gastei-a, Levei uma rasteira, quando mordi o anzol, Só queria carcanhol e paz, Mas não há quem as tenha, Já ninguém estranha, estar na merda castanha, Dá me uma bandeira agora, Somos nós quem hasteia, A dor, eu sampleia, Vamos à assembleia, Sem boleia, Eu não sei a lei ouviu, o Sam que leia, É o artigo perdido, do tal partido antigo, Que não me lisonjeia, Quer a prisão cheia, Se a prisão chega, Já não há guita para a gota nem gota para a guita, Isto é um exagero, Agora vem um taxista, vê muitos braços no ar, Então ele arrisca, vai ao banco, e pede "braços no ar, já". (Sam the Kid)
"Isto ta fodido, né? Embora não gostes, Eu tenho de andar a fugir aos impostos, E sabes, ouve e não te encostes, Na zona não ta cor-de-rosa, nota a mona, Põe te a fazer mais maratonas que a Rosa Mota, E qualquer atendimento, já não tem rendimentos, Mas não vivo de arrependimentos, Eu aprendo e tento, ou então acendo e juro-te, Que se eu não vendo eu furto, Caso contrário não aguento o salário sendo curto, Queres dar no duro, no cimento um mês, Ou vais fazer um investimento que te dá três vezes mais, Ya, é disto que se trata, É o bicho que te mata, É o lixo que se cata, só tenho visto sucata, E por mais merda que se faça, nunca bufo pecados, Estou afastado do estado, mas ainda vejo os sufocados, Eu nunca tive um partido, mas tenho repartido, A minha dica é grana abrir e tenho estado interdito." (Regula)




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Sábado, 22 de Dezembro de 2012

 

 

letra

 

Gastei tudo em prendas para oferecer 
E só tive um Ferrero Rocher 

O Natal já não é para ti 
Disseram-me isto ao jantar 
Já nem bacalhau comi 
Um bife soube melhor 

Às dez já estou pronto a sair 
Ligo a ver quem também já pode ir 

O Natal já não é para ti 
Disseram-me isto ao jantar 
Já nem bacalhau comi 
Um bife soube melhor



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letra

 

Esta manhã
Canto ainda deitada
Tudo tem começo
Não acaba nada

 

Sinto passo a marcar
No coração
Marcha sempre certo
Não bate em vão

 

Quem me dera
O tempo parar
Quem eu era
Voltou a abraçar

 

Quem me dera
O tempo parar
Morta primavera
Volta

 

Tenho um lugar
E o amor com sentido
Nunca fecho os olhos
Só pra estar contigo

 

Só quero olhar
Mais alto que o mar
Deste chão
Vou levantar

 

Quem me dera
O tempo parar
Quem eu era
Voltou a abraçar

 

Mãos à volta
Tudo cai
Não sou eu
Quem contigo vai

 

Quem me dera
O tempo parar
Quem eu era
Voltou a abraçar

 

Quem me dera
O tempo parar
Morta primavera
Volta



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Sete Lágrimas cruzam composições contemporâneas com canções dos séculos XVI e XVII

O novo álbum dos Sete Lágrimas intitula-se “Península” e junta composições contemporâneas de Filipe Faria e Sérgio Peixoto, os diretores artísticos do grupo, a canções ibéricas dos séculos XVI e XVII.


O álbum abre com “Parto Triste Saludoso”, de Faria e Peixoto, parceria que assina cinco das 16 peças que constituem o álbum. Do repertório histórico, o disco inclui “peças simbólicas da Península Ibérica, que ilustram o amor, a saudade, a partida e a água do mar e a dos olhos”, disse à Lusa Filipe Faria.

 

O músico acrescenta ainda que “há uma liberdade estética e conceptual [do grupo], a qual passa pela característica assumida de juntar o antigo e o novo, o erudito e o popular”.

 

Em palco, o coletivo tem apresentado várias composições de sua autoria, que também já tinha gravado no álbum “Terra”, editado em 2011.

O novo álbum “Península”, que contempla “uma viagem mais interior, pelas peças que mais influenciam aquilo que o grupo vai fazendo”, é apresentado este domingo, 23 de dezembro, às 21:00, na FNAC Colombo, em Lisboa.

 

Do novo álbum fazem parte, entre outras, “Ay luna que reluzes”, de autor anónimo que viveu entre os séculos XVI e XVII - são, aliás, de autores anónimos dez das 16 canções do disco – e “Un cuydado que mia vida tem”, de Luís de Milan (1500-1560), para além das cinco peças de Filipe Faria e Sérgio Peixoto.

 

“Península” é o terceiro álbum do ciclo “Diáspora”, iniciado em 2008, e do qual fazem parte os discos "Diáspora.pt" e "Terra", que atravessam tempos e lugares, nos quais se cruzaram influências ibéricas e crioulas, nas diferentes expressões musicais.

 

Filipe Faria e Sérgio Peixoto (voz), Pedro Castro (flautas, oboé barroco e charamela), Sofia Diniz (viola da gamba), Duncan Fox (violone) e Rui Silva (percussões) formam os Sete Lágrimas.

 

Retirado do Sapo Música



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letra

 

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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012

Pedro Abrunhosa diz que o futuro da Casa da Música está «comprometidíssimo»

Pedro Abrunhosa considerou “absolutamente compreensível” a demissão da administração da Casa da Música, instituição cujo futuro “está comprometidíssimo” e teme ver privatizada, afirmando que a “única esperança” que tem no Governo é a "sua demissão”.


Todos os membros do conselho de administração da Casa da Música (CdM) no Porto renunciaram na terça-feira, 18 de dezembro, aos respetivos mandatos, devido aos cortes anunciados pelo Governo para 2013, nas transferências de verbas para a Fundação.

 

Contactado pela agência Lusa, Pedro Abrunhosa considerou que “a demissão é absolutamente compreensível porque já é uma questão de dignidade”, esperando que “a programação da Casa da Música não vá ficar afetada e que se encontre uma solução rápida”.

 

“Com este Governo não tenho nenhuma esperança. A única esperança que eu tenho é que o Governo se demita”, disse, criticando o “orçamento ridículo e insultuoso para todos os portugueses” destinado à cultura.

 

O cantor foi mais longe. "Temo pelo futuro da Casa da Música e não estou a ironizar. Tenho medo que transformem a Casa da Música numa igreja, num supermercado, num shopping, num ringue de patinagem. Deste Governo e desta autarquia eu espero todo o tipo de bandidagem, não espero mais nada”, afirmou. Por isso, Abrunhosa considera que “o futuro da Casa da Música está comprometidíssimo, porque, com esta desorçamentação, o apetite sobre a instituição é muito”.

 

“Tenho medo do que se passa nos gabinetes em termos de voracidade sobre a Casa da Música. Eu tenho medo da privatização da Casa da Música. Estamos a viver um momento negro”, enfatizou.

 

O músico considera ainda que, “a partir do momento em que acabaram com o Ministério da Cultura, começou-se este processo de bandidagem, de depauperação do património cultural”.

 

“Este Orçamento do Estado, que tem um secretário de Estado da Cultura a gerir a parte que lhe cabe, que é pouco mais de 0,1%, e que nem sequer tem assento no Conselho de Ministros”, criticou.

 

Os administradores da Casa da Música – incluindo o presidente Nuno Azevedo - tomaram a decisão de se demitirem, por considerarem que “deixaram de estar reunidas as condições que, até hoje, garantiram o sucesso da Fundação”.

 

A Secretaria de Estado da Cultura lamentou terça-feira a renúncia dos administradores da Casa da Música e manifestou empenho na continuação do projeto.

 

Retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:29 | link do post | comentar

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