Domingo, 30 de Setembro de 2012

Casa da Música propõe um Dia Mundial da Música diferente

 

Nesta segunda feira 01 de Outubro, Dia Mundial da Música, entre as 10:00 e as 16:00, a Casa da Música espalhou duos, trios, quartetos, quintetos e mais músicos, Músicos Inesperados, que tocarão excertos de obras do reportório clássico em escolas e hospitais, ruas e praças, centros sociais e mercados, jardins e áreas comerciais, hotéis e repartições públicas.

 

E serão clarinetes, trombones, trompetes, violinos, percussão, saxofones e flautas que se vão fazer ouvir neste Dia Mundial da Música, as“brigadas musicais” constituídas por alunos de várias escolas: Academia de Música de Castelo de Paiva, Conservatório de Música do Porto, Academia de Música de Costa Cabral, Academia de Música de Espinho, Academia de Música de Vila Real, Academia de Música de Vilar do Paraíso e Academia de Música de Paredes.


Terminando esta jornada musical uma festa aguarda os Músicos Inesperados na Casa da Música.

 

A reunião terá lugar na Sala Suggia, onde, pelas 17:00 os Músicos Inesperados, estarão num concerto único sob a condução do Factor E!, a equipa de formadores do Serviço Educativo.

 

Retirado de HardMúsica



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letra

 

Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Construir as cidades para os outros
Carregar pedras, desperdiçar
Muita força pra pouco dinheiro

Que força é essa
Que força é essa
Que trazes nos braços
Que só te serve para obedecer
Que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que te põe de bem com outros
E de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

Não me digas que não me compreendes
Quando os dias se tornam azedos
Não me digas que nunca sentiste
Uma força a crescer-te nos dedos
E uma raiva a crescer-te nos dentes
Não me digas que não me compreendes

Que força é essa
Que força é essa
Que trazes nos braços
Que só te serve para obedecer
Que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que te põe de bem com outros
E de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo

Vi-te a trabalhar o dia inteiro
Construir as cidades para os outros
Carregar pedras, desperdiçar
Muita força pra pouco dinheiro

Que força é essa
Que força é essa
Que trazes nos braços
Que só te serve para obedecer
Que só te manda obedecer
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo
Que te põe de bem com outros
E de mal contigo
Que força é essa, amigo
Que força é essa, amigo



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letra


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Alguns artistas portugueses anunciaram hoje que se juntaram ao apelo “Que se lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!” e vão organizar a 13 de Outubro, em Lisboa, uma manifestação cultural contra as medidas de austeridade.

«No seguimento das manifestações de 15 de Setembro, a cultura resolveu também manifestar-se num projecto multicultural que irá reunir a cultura nas suas várias vertentes, desde a representação, música e artes plásticas» disse a actriz Sofia Nicholson, em conferência de imprensa.

 

A atriz adiantou que os artistas portugueses pretendem transformar a Praça de Espanha, em Lisboa, durante o dia 13 de Outubro, num local de «grande concentração cultural» aberto a toda a sociedade, numa manifestação apartidária.

 

Com este protesto, os artistas pretende «dar a cara através da arte» que a cultura é importante para a identidade de um país.

 

Por sua vez o cantor Carlos Mendes, mentor da iniciativa, afirmou aos jornalistas que a cultura foi «atingida de uma maneira brutal» com estas medidas de austeridade.

 

«O que se pretende é um grito de revolta pelo que está a acontecer. Há que arrancar para um trabalho de cultura e resistência».

 

Já para um dos subscritores do apelo “Que se lixe a Troika! Queremos as Nossas Vidas!”, João Camacho, a manifestação cultural de 13 de Outubro vai ser “um festival aberto que obviamente vai ter a adesão de muitas pessoas”.

 

«O que se lixe a troika não foi um dia que acabou a 15 de Setembro. Mas sim uma porta de abertura para haver uma mudança na sociedade portuguesa», adiantou.

 

Na conferência de imprensa de apresentação do protesto, Nuno Cabral, do sindicato dos músicos, profissionais do espectáculo e do áudio visual (CENA), criticou a falta de investimento na cultura e adiantou que os artistas estão unidos, já que «o ciclo de austeridade só vai afundar o país, não sendo a troika e o FMI (Fundo Monetário Internacional” a resposta».

 

Entre os artistas que já confirmaram a presença estão os cantores Janita Salomé, os Homens da Luta, Pedro Barroso e Filipa Pais. O protesto contará também com momentos de teatro, artistas de rua, leitura de poesia.

 

Retirado do Sol



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Letra


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Sábado, 29 de Setembro de 2012

Uma estratégia concertada de apoio à exportação e internacionalização da música portuguesa é o que exigem os agentes e promotores que organizam uma conferência internacional na segunda-feira, 1 de outubro, em Lisboa, no Dia Mundial da Música.


A conferência, organizada na Culturgest pela associação Música.PT, contará com intervenções de várias personalidades, como o compositor António Pinho Vargas, o economista Augusto Mateus, o diretor geral das Artes, Samuel Rego, e o diretor artístico da Casa da Música, António Jorge Pacheco.

 

José Morais, um dos organizadores, explicou à agência Lusa que o objetivo é discutir estratégias para exportar a música portuguesa, "perante o momento de crise em que o país está mergulhado" e tendo em conta que a cultura é "cronicamente desprezada e esquecida por parte dos poderes instituídos".

 

A internacionalização da música portuguesa "não custa muito dinheiro e, em termos de exportação, são divisas a entrar para o país. (...) Já que há o grande desígnio nacional virado para a exportação, que haja um trabalho sério de apoio do Governo para isto, que não sejam só afirmações do primeiro-ministro a mandar-nos emigrar", afirmou José Morais, promotor de espetáculos.

 

Na conferência serão discutidos casos específicos da exportação da música portuguesa, como o do grupo Madredeus nos anos 1990, o exemplo da internacionalização do fado ou ainda o sucesso da carreira de Cesária Évora fora de Cabo Verde.

 

O economista Augusto Mateus, responsável pelo estudo sobre o peso económico das indústrias criativas, deverá apresentar dados sobre o potencial da música portuguesa no estrangeiro.

 

A organização convidou ainda Daniel Colling, um dos fundadores do festival francês Printemps de Bourges, e Vincent Fournier Laroque, responsável pelo gabinete de exportação da música francesa.

 

Sobre a atual situação da música portuguesa, José Morais referiu que há autarquias a dever dinheiro a artistas por espetáculos contratados, que editoras e promotoras fazem acordos diretos de distribuição discográfica com a rede FNAC e que os concertos são o principal sustento de muitos músicos.

 

No decorrer do anterior governo de José Sócrates foi anunciada a criação do Gabinete de Exportação da Música Portuguesa, com uma dotação de um milhão de euros, mas o projeto continua por concretizar, com a atual tutela a informar de que quer rever a sua criação.

 

José Morais explicou que na conferência deverão ser discutidos modelos de apoio, que envolvam mais, por exemplo, as embaixadas, a transportadora aérea TAP - em redução de tarifas para músicos técnicos - o Instituto Camões.

 

"Nós hoje temos mais projetos a internacionalizar-se do que há vinte anos. E não são só fado", sublinhou José Morais, nomeando os Deolinda, A Naifa ou os Dead Combo.

 

José Morais é um dos sócios da empresa Produtores Associados, que trabalha com vários artistas portugueses, como os fadista Marco Rodrigues e Mafalda Arnauth, e os Dead Combo, como os quais tem investido fora de portas.

 

Em 2011, a Produtores Associados teve um volume de negócios que rondou os dois milhões de euros.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra


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Os Cais do Sodré Funk Connection reúnem membros dos Cool Hipnoise, Orelha Negra, Mr. Lizard e Cacique 97Os Cais do Sodré Funk Connection reúnem membros dos Cool Hipnoise, Orelha Negra, Mr. Lizard e Cacique 97 (DR)

 

A banda que desde há quatro anos tem levado a palco toda a elegância da soul e o suor do funk apresenta esta noite o seu álbum de estreia, You Are Somebody. Onde? Onde tudo nasceu. No Cais do Sodré.

 

Durante quatro anos andaram a espalhar elegância soul e suor funk pelo Musicbox, a casa onde nasceram, e por onde mais os quisessem ouvir. Agora, os clássicos que transportaram para o palco e os originais que foram nascendo materializam-se fisicamente. “You Are Somebody!”, o álbum de estreia dos Cais do Sodré Funk Connection é este sábado apresentado. No bairro lisboeta que lhes deu nome, no clube que os primeiro os acolheu. Uma apresentação à antiga. Ou seja, não será um concerto, serão duas sessões, DJ sets, uma arruada. Noite fora, a soul não parará.

Reunindo membros dos Cool Hipnoise, Orelha Negra, Mr. Lizard ou Cacique 97, os Cais do Sodré Funk Connection são formados por Silk e Tamin nas vozes, João Gomes nos teclados, Francisco Rebelo no baixo, Tiago Santos na guitarra, Rui Alves na bateria e pela secção de metais de João Cabrita (saxofone), José Raminhos (trompete) e Miguel Marques (trombone). C

omeçaram com uma residência muito concorrida no Musicbox, onde aprimoraram o groove através de clássicos dos históricos da soul. Tal como outros espalhando a boa velha nova do groove, como os australianos The Bamboos, os americanos da Menahan Street Band ou o inglês Quantic, que ultimamente se vem dedicando aos sons da América latina, os Cais do Sodré Funk Connection surgem para pregar a absoluta intemporalidade desta música. Em You Are Somebody! fazem-no misturando clássicos de Etta James (Tell Mama, Seven days fool) ou James Brown (I got the feeling) com pérolas obscuras como Getting the corners, dos TSU Tornadoes, e criações próprias nascidas daquela fonte inspiradora. 

O concerto tem entrada livre e a celebração faz-se em várias fases. Preparemo-nos. Começa às 22h, com a actuação de O Menino É Lindo, uma banda de dixieland que percorrerá as ruas do Cais do Sodré. Às 22h30, os membros da banda pegam nos pratos para dar música aos bares Povo e Velha Senhora. Uma hora depois, os Cais do Sodré Funk Connection fazem o seu primeiro set no Musicbox. Às 00h30, voltam a mascarar-se de DJ na Velha Senhora e na Pensão Amor e às 1h30, o funk regressa ao palco do Musicbox. Uma longa noite de “soul power”.


Noticia do Público


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letra
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O último trabalho de Strata G está disponível para download gratuíto, aqui:

http://www.mediafire.com/?a4636y74109kyl7

 

Página Oficial do Facebook de Strata G:

www.facebook.com/oficialstrata 



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Letra

 

Parto porque fui
Parto porque sou
Deixo-te um pouco de mim
Indo para onde sou
Eu vou

Repercute
Lembra-me bem
É com ar
O que de mim
Dei

Faz-me sair de agora
Rasgar o ventre

Não volto aos cantos
Da voz vigente
Às maças do sol nascente

Faz-me sair de agora
Rasgar o ventre
Livre de ser
Livre para sempre




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Bernardo Sassetti homenageado no Dia Mundial da Música

As Bibliotecas Municipais de Lisboa vão assinalar o Dia Mundial da Música com um programa dedicado ao compositor e pianista Bernardo Sassetti (1970-2012).

 

Depois da homenagem que no início de setembro recordou Bernardo Sassetti no Teatro São Luiz, em Lisboa, com “Fragmento, movimento, ascensão”, é a vez das Bibliotecas Muncipais da capital dedicarem um dia àquele que foi apelidado de “génio musical”.

 

O dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música, serviu de âncora à rede de Bibliotecas para uma programação que inclui cinema e música. A Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro recebe o dia de homenagem, que arranca com uma exposição (que estará patente até ao final de outubro) dedicada ao músico e que mostra discografia, filmes e livros que fazem referência a Bernardo Sassetti e que estão disponíveis nas Bibliotecas Municipais.

 

Às 14h30, um programa pedagógico para escolas, intitulado “Grandes Filmes, Grandes Músicas”, recebe crianças crianças e jovens do 4.º ano do 1.º Ciclo e 2.º e 3.º Ciclos, para uma sessão dedicada à música cinematográfica.

 

A fechar o dia, um concerto do Instituto de Música Vitorino Matono (IMVM), em que as salas da biblioteca serão invadidas por sons harmoniosos para embalar leituras.

 

Retirado do Sapo Música



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JP Simões e António Zambujo vão tocar debaixo da terra em Lisboa
JP Simões tem concerto marcado para 1 de Outubro, Dia Mundial da Música

O Música a Metro é o primeiro festival de música a acontecer em Portugal abaixo do solo. Estão agendados mais de 30 concertos em quatro estações do metropolitano de Lisboa. O festival começa a 1 de Outubro e prolonga-se até dia 27. O cartaz do festival inclui JP Simões, Filho da Mãe e António Zambujo, que se apresentará apenas com uma guitarra acústica. Os três actuam a 1 de Outubro, Dia Mundial da Música, na estação de metro do Cais do Sodré, a partir das 17h. 

 

As estações de metro do Marquês de Pombal, Campo Grande, Aeroporto e Cais do Sodré serão palco de concertos "móveis" de We Trust, Guta Naki, Long Way to Alaska e Gli Tre Portoghesi. “Os showcases móveis são diferentes do Music Point. São feitos nas carruagens e sempre em andamento. São pontos de atracção que serão muito cobiçados e visualmente diferentes daquilo que se tem vindo a fazer pelo metro”, disse ao PÚBLICO Nuno Abreu, da organização.

 

O festival Música a Metro distingue-se pelo facto de não possuir qualquer patrocinador ou fins lucrativos, sendo feito em regime de voluntariado e de apoio a nível artístico, de produção e promoção. A organização, a cargo da Imagina, garante a importância de “numa altura como esta, mostrar que é possível, com o apoio de todos, erguer uma iniciativa que é para todos”.

 

A Imagina espera uma "grande afluência" ao festival, uma vez que se registam todos os dias 3,5 milhões de entradas nas estações de metro da capital. Os concertos debaixo da terra acontecem todas as semanas entre quarta-feira e sábados, até 27 de Outubro, das 17h às 20h30. À excepção dos showcases móveis que, por decorrerem no interior das carruagens, requerem a aquisição do bilhete do metro (1,25 euros), o Música a Metro é gratuito.

Retirado do Ipsilon


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letra

 

Ela sorriu 
E ele foi a trás
Ela despiu-o 
E ela o satisfaz
Passa a noite 
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Ela sorriu 
E ele foi a trás
Ela despiu-o 
E ela o satisfaz
Passa a noite 
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar



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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

 

 

Letra

 

Ela sorriu 
E ele foi a trás
Ela despiu-o 
E ela o satisfaz
Passa a noite 
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Ela sorriu 
E ele foi a trás
Ela despiu-o 
E ela o satisfaz
Passa a noite 
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

 



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11º Festival “O Gesto Orelhudo”
http://www.dorfeu.pt/ogestoorelhudo
3 a 6 Outubro 2011  |  ÁGUEDA, Espaço d’Orfeu


QUARTA 3 OUTUBRO

21h30

“Piano Tour” - Divinas (Barcelona)
Concerto músico-teatral inspirado nos anos 50, a época dourada do swing, um tempo em que os trios vocais femininos enchiam as emissões de rádio. Divertidas e muito sensuais, acompanhadas ao piano, as Divinas cantam incrivelmente a três vozes, ressuscitando o glamour, o estilo e até o look da época. E o humor, aquele que brota da personalidade de cada uma delas, na sua ânsia de protagonismo. Muito charme na abertura do 11º Festival O Gesto Orelhudo!

22h45

“Push!” - The Slampampers (Holanda)

Um dos mais marcantes grupos de toda a história d’O Gesto Orelhudo (onde se apresentaram em 2006 e 2007), voltam agora com novo espectáculo, “Push!”, para repetir o sucesso. Uma extravagância de três musicómicos plena de peripécias musicais, inesperadas acrobacias, interacção com o público e ilimitada energia. Uma autêntica paródia em cima do palco, por uma mini big-band hilariante!



QUINTA 4 OUTUBRO

21h45

“Tim Tim por Tim Tum”

Quatro dos mais aclamados bateristas nacionais dão um singular concerto, num clima de interacção que explora o som, o silêncio, o acústico, o gestual e o imprevisível. Quatro baterias em cena é, por si só, fascinante, mas o universo sonoro a descobrir é tão vasto quanto a imaginação, onde qualquer objecto que produza som pode ser usado para fazer música. De regresso ao festival, senhoras e senhores, Tim Tim por Tim Tum!


23h15

“Obrigado!” - Quico Cadaval & Narf (Galiza)

Um espectáculo em formato de emissão de rádio, feita em directo pelo contador de histórias Quico Cadaval e pelo músico e cantor Narf. No trabalho destes dois artistas confluem o gosto pelo engenho popular, o magnetismo pelos trópicos, a simpatia pela luso-cultura e a vontade de exprimir histórias muito pessoais. Quico tem um humor fascinante; Narf é um artista dos sons e das canções. O público do Gesto Orelhudo não vai deixar de dizer obrigado!



SEXTA 5 OUTUBRO

21h45

“Vintage” - Vozes da Rádio

O mais conceituado grupo português a cappella chega ao Festival O Gesto Orelhudo com uma carreira recheada de sucesso. Um peculiar humor na (re)interpretação de músicas de todos os tempos, além do extremo bom gosto nos arranjos vocais, tornam o seu espectáculo “Vintage” obrigatório no festival. A qualidade de Vozes da Rádio não podia demorar mais a chegar ao Gesto Orelhudo!


23h15

“Humor in Concert” - Gogol & Max (Alemanha)

Gogol & Max são musicómicos da elite internacional; dois virtuosos que fascinam audiências por todo o mundo. A mímica clownesca, o humor engenhoso e as acrobacias incríveis tornam este espectáculo imperdível. Mas não é tudo: os seus profundos conhecimentos musicais levam estes dois a uma competição, em forma de concerto, que inclui cerca de vinte instrumentos diferentes. Estreia em Portugal, mais um grande espectáculo na linha de programação do festival!



SEXTA 6 OUTUBRO

21h45

“Fados, Fantasmas e Folias” - Zeca Medeiros (Açores)

Zeca Medeiros, o cantor açoriano da voz rouca e poderosa, é um artista carismático, tanto na sobriedade das canções, como quando tira do bolso um nariz de palhaço. Na sua teatralidade, transporta para o palco mil vivências como músico e compositor de eleição, com requinte, com humor e fortemente inspirado na profundidade dos sentimentos ilhéus. O regresso do marinheiro das canções à d’Orfeu, ora embalador, ora poderosamente desconcertante.


23h15


“Muito Riso, Muito Siso” - d'Orfeu
http://www.dorfeu.pt/outonalidades

Quando se cumprem 10 anos da estreia deste espectáculo (em pleno O Gesto Orelhudo do ano 2002), a d’Orfeu apresenta a corrente versão simplista de “Muito Riso, Muito Siso”. Se foi estreado com um elenco de sete pessoas, actualmente é um solo de Luís Fernandes no múltiplo papel de músico-actor-diseur. Ou como muitos textos lusófonos dizem grandes coisas, nem sempre com as palavras mais sérias e formais. Humor potente no fio das palavras!



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letra

 

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letra

 

Ah, eu gosto de me divertir
Pergunta a quem quiseres
Quando saio à noite faz-me sair,
De mim, até perder
O poder tem medo desse veneno
Que tomo porque quero
Afastar essa voz que me diz que não
E poder ser...

Fluxo de flores 
Que sai do dentro da tela
Sentidos a voar no escuro do fundo do mar
Que se abrem mas criando a mais bela passarela
Onde te vejo chegar
Fluxo de flores 
Que sai do dentro da tela
Sentidos a voar no escuro do fundo do mar
Que se abrem mas criando a mais bela passarela
Onde te vejo chegar

Ah, eu gosto de me divertir
E não me vou esconder
Quando passo a rua faz-me passar
O muro e arriscar
A sorte não deixa que fique só
E levo toda a gente
Mas há só uma cara nessa multidão
Com que quero ser

Fluxo de flores 
Que sai do dentro da tela
Sentidos a voar no escuro do fundo do mar
Que se abrem mas criando a mais bela passarela
Onde te vejo chegar
Fluxo de flores 
Que sai do dentro da tela
Sentidos a voar no escuro do fundo do mar
Que se abrem mas criando a mais bela passarela
Onde te vejo chegar

Pergunta a quem quiseres
Onde te vejo chegar
(Onde o que o olhar esconde)
Onde te vejo chegar
Onde te vejo chegar
(Onde te vejo de longe)
Pergunta a quem quiseres
Onde te vejo chegar
(Onde o olhar o esconde)
Quando te vejo de longe
Onde te vejo chegar




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letra
 
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012
O Big Bang na edição 2010O Big Bang na edição 2010 (Daniel Rocha)

Concertos imprevisíveis com instrumentos invulgares chegam esta sexta-feira ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Dois dias cheios de música para quem tem de 4 a 12 anos.

 

Serrotes, cactos, copos de vidro e água transformam-se em instrumentos e ajudam a compor música — é o espectáculo Norm, que vem da Noruega. A dança transforma-se em música e esta torna-se visível — é o espectáculo de dança e música Echoa. Vem de França e faz perguntas. Como dança um percussionista? Qual é o som de um bailarino? 

Começa esta sexta-feira a 3.ª edição do Big Bang, Festival Europeu de Música e Aventura para Crianças, que abre às 10h com a Bigodes Band. Aviso: “Têm números perigosos, cantam, discutem muito, dançam o samba, emocionam-se!” 

Lá para o fim do festival, a esta banda junta-se outra, a Big Band Junior, um projecto do Centro Cultural de Belém (CCB) em parceria com o Hot Clube de Portugal. “Unidos pelo seu amor ao swing”, escreve-se na divulgação, “juntam-se num Big Bang histórico (…), numa espécie de ritual de iniciação, na passagem do buço para o bigode, as duas bandas misturam reportórios, improvisações e delírios fellinianos.” 

O primeiro dia do Big Bang é destinado a escolas e o segundo a famílias. No ano passado, contabilizaram-se 8446 presenças, entre crianças e adultos que as acompanharam (no total, houve 47 sessões de 8 espectáculos, 10 sessões de duas oficinas, 12 sessões para outras actividades). 

Antes do festival, os professores são convidados a participar em oficinas com os músicos que actuarão no CCB, não apenas para formação própria, mas para irem preparando as crianças para o que irão assistir. A professora de Música Rita Oliveira (27 anos), da Escola Básica de Birre (Cascais), quis repetir a experiência do ano passado: “O Big Bang ajudou-me a desconstruir a forma tradicional de aprender e de ensinar. Libertou-me da formação clássica e fez-me descobrir uma linguagem não convencional.” 

A professora (que toca fagote) destaca a Companhia de Música Teatral: “O projecto Gamelão foi uma experiência inspiradora. É um grupo muito criativo e foi fantástico tê-los ali a tocar para nós.” Também valorizou “o dia dedicado à guitarra portuguesa”. Uma preparação para Espelhos, espectáculo de música e artes plásticas, de Pedro Moura, que pretende ser uma viagem ao universo musical de Carlos Paredes. 

“O mais importante”, prossegue Rita Oliveira, “é este tipo de espectáculos ajudar a ‘abrir a cabeça’ às crianças. É uma experiência muito interactiva, desafia a interpretar, a criar, a compor”. 

Para a educadora de infância Clara Capitão (Externato Abelinha, Costa da Caparica), que também repete a experiência este ano, o Big Bang “modifica completamente a perspectiva dos miúdos sobre a música”. E conta como muitos deles “passaram a identificar o CCB como a casa que conheceram através do festival”. 

No ano passado, depois de construírem os seus próprios instrumentos, “os miúdos começaram a perceber que há muitas formas de se fazer música e que ela está por todo o lado”, lembra. “Eu também ganhei uma visão diferente do que se pode fazer com as crianças. Vi como cada músico trabalha com materiais diferentes e agora também me aventuro.” Conta com entusiasmo a formação deste ano: “Foi óptimo ter os músicos disponíveis para nós. Ganhámos imenso.” 

A educadora suspeita ter sido “a primeira a comprar bilhetes” para o festival. Quer voltar a ver os mais novos “a distinguirem os sons, a perceberem o que é e não é barulho e a aperceberem-se de que a música é algo que soa bem”. E, sobretudo, observar o efeito que tem nos miúdos o contacto directo com os músicos. Clara Capitão acredita que “nenhuma criança fica igual ao que era depois de estar num festival assim”. 

O Big Bang é patrocinado pelo Programa Cultura da União Europeia e tem a participação de 120 artistas de sete países: Alemanha, Bélgica, França, Grécia, Hungria, Noruega e Portugal. 

 

Noticia do Público



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José Afonso morreu em 1987, com 58 anosJosé Afonso morreu em 1987, com 58 anos (D.R.)

 

No ano em que se celebra o 25º aniversário da morte de um dos músicos mais ligados da revolução de 1974, Coimbra convidou vários artistas para prestarem homenagem a José Afonso.

 

Esta quinta-feira, o festival abre com artistas conimbricenses. A Banda Biopsia e o Coro Misto da Universidade de Coimbra são alguns dos nomes que actuam no Centro Cultural D. Dinis, a partir das 21h30.

Cordis e o Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro actuam na sexta, dia 28, no Conservatório de Música de Coimbra. No sábado, sobem ao palco do Teatro Académico Gil Vicente, o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra e outros músicos convidados como Rui Pato, Ricardo Dias, Janita Salomé, Vitorino e Cristina Branco, entre outros.

José Afonso nasceu em Aveiro em 1929 e formou-se em Coimbra, academicamente e musicalmente. Ainda caloiro da universidade, começou a cantar em serenatas e com o Orfeão Académico da Universidade de Coimbra, que integrara ainda antes de iniciar o ensino superior. É em 1964 que se inspira para escrever Grândola Vila Morena, uma das suas músicas mais conhecidas, que foi mote da revolução de 25 de Abril de 1974. Além de músico, José Afonso foi também um activista na luta contra a ditadura salazarista.

José Afonso morreu a 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, vítima de esclerose lateral amiotrófica.

A presidente da câmara municipal de Coimbra, Maria José Azevedo, disse esta semana à Lusa, que foi um previlégio para Coimbra ter recebido José Afonso “ainda muito jovem, o que permitiu moldar-lhe o paradigma de um pensamento marcado por uma cultura vasta, uma inteligência irrequieta, um poder criativo, fecundo, enfim, uma paixão pela palavra escrita, cantada ou falada, tudo sem limites”.

 

Noticia do Público



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letra

 

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derrockada

 

Numa época em que parece que só falta que o céu caia em cima das nossas cabeças, a OHs21 volta a negar o facilitismo e convida a região a mudar de nível na realidade que vive.

 

Vivemos uma época de alienação, hedonismo e promessas fáceis, e não é de política que falamos, é das nossas vidas, sendo agora óbvio para (quase) todos que os resultados sociais dessa alienação hedonista não têm sido famosos.

 

Vivemos uma época em que a cultura POP já não o é, onde antes havia emoçõe$ verdadeiras (mesmo que sempre tenha havido oportunistas a com€rcializá-las) existem hoje apenas com€rciante$ e produtos, de série, estudados e desenvolvidos com um propósito a$$umido - nada mais legítimo claro, para quem quer e gosta.

 

Para quem não gosta e rejeita, rareiam as emoções, a música enquanto manifestação emocional deixou as luzes da ribalta, as multidões e as tevês e voltou a ocupar as caves - Perfeito, dizemos nós, é no sub-mundo que ela se revela, é o seu habitat, é aí que se sabe que a raiva, a angústia, a urgência, a euforia, a tristeza e o amor são verdadeiros.

 

OHs21 apresenta DERROCKADA, um concerto por um preço simbólico que é uma exposição ao vivo da melhor música de guitarras que se faz em Portugal por estes dias.

 

Numa perspectiva de lançar sementes, Killimanjaro é a máquina nova que vem para lavrar o solo estéril instalado e Murdering Tripping Blues é a veterana chuva, ora torrencial ora miudinha, que vem fertilizar emoções e contar histórias de sangue, suor e lágrimas. Associado à música ao vivo vem Lorenz Factor, dupla de Disc-Jockeys que o é de facto, de forma orgânica.

 

Numa derrocada há sempre qualquer coisa que fica enterrada, na DERROCKADA há coisas subterrâneas que vêem a luz do dia, naquele momento. Momento que quem está recordará e dirá “eu estive lá”, quem não está, recordará e dirá “ que pena, eu estava para estar e não estive porque…”

 

 

DERROCKADA

29 de Setembro 2012, Parque Subterrâneo do Largo Ribeiro do Amaral, Oliveira do Hospital

22.00h – 04.00h | Entrada – 3€

  

 

Killimanjaro – Barcelos | https://www.facebook.com/Killimanjar0

+

Murdering Tripping Blues – Lisboa | http://murderingtrippingblues.bandcamp.com/

+

Lorenz Factor DJ Set  - Cascais | http://www.myspace.com/lorenzfactor

 

Organização | OHs21 Associação Cultural de Oliveira do Hospital | http://www.ohs21.org/

 

__________________________________________________________________________________________________

 

A OHs21 associa este evento ao MANIFESTO EM DEFESA DA CULTURA

https://www.facebook.com/groups/488625344488243/

 

A OHs21 associa-se a esta luta solidária com todos os agentes culturais, profissionais e não profissionais. 
A produção cultural de um país é um registo contínuo, a escrita da história de um povo, não pode ficar para mais tarde, para "dias melhores".


1% para a Cultura, JÁ!


--
OHs21 - Associação Cultural e Multimédia de Oliveira do Hospital


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TMN ao Vivo com João Só e convidados

 

João Só convida Zé Pedro dos Xutos&Pontapés para o espectáculo que terá lugar pelas 22:00 de 27 de Setembro no espaço TMN ao Vivo.

 

João Só, autor de "Sorte Grande", "A Marte" ou "Meu Bem", subirá ao palco para um concerto único, em que terá como convidados, para além de Zé Pedro dos Xutos&Pontapés, Lúcia Moniz, Asterisco Cardinal Bomba Caveira e António Fontes.

E o espectáculo promete porque para além dos temas que interpretarão com João Só, Lúcia Moniz e Zé Pedro interpretarão ainda outros e sempre acompanhados pelos Abandonados!

 

Noticia do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 12:32 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

É difícil saber que tu não estás aqui
Dá-me uma resposta e volta para mim
Eu sei, que tu és difícil de entender
Eu sei que não sou perfeito, mas tenta compreender
És a deusa dos meus sonhos
Em todos eles estás presente
Eu mudei bastante, só por ti eu estou diferente
Tu és diferente
De todas as outras damas
Como é que queres que eu fique se já nem o meu nome chamas
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
Tu és aquela pessoa
Que me faz acreditar
Em tantas raparigas
Por ti fui-me apaixonar
Foste a escolhida, para o meu coração
Faço isto por amor, nada disto é em vão
Tenho esperanças
Que um dia tu ficas a saber
O meu coração só bate
Porque só tu o fazes bater
Fico triste e sozinho
Só tu me deixas assim
Fico triste e sozinho
Porque tu não estás aqui
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
EU AMO-TE
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
Eu estou perdido no meio da solidão,
Alguém que agarre a minha mão
Por favor volta para mim
Eu não sei viver tu não estás aqui
Eu estou perdido no meio da solidão
Tu não estás aqui ...



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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012

Festival Jovens Músicos começa esta quinta-feira na Gulbenkian (Lisboa)

O Festival Jovens Músicos começa esta quinta-feira, 27 de setembro, em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), com a final do Prémio Jovens Músicos-Maestro Sousa Pereira, na qual participam todos os solistas laureados das diferentes classes acompanhados pela Orquestra Gulbenkian.


Até ao próximo sábado, 29 de setembro, na FCG, em Lisboa, será apresentado um CD, acontecerão mesas redondas e vários concertos e terá lugar a estreia absoluta de duas peças de compositores portugueses.

 

Na quinta-feira, o concurso para o Prémio Jovens Músicos-Maestro Sousa Pereira está marcado para as 19:00, no Grande Auditório da Fundação, e será transmitido em direto pela Antena 2.

 

O Prémio Maestro Silva Pereira tem o valor pecuniário de 2.500 euros “para aperfeiçoamento artístico no estrangeiro”, conforme estipula o respetivo regulamento, e possibilita a atuação do vencedor no concerto de gala previsto para o próximo sábado, também na Fundação e com transmissão em direto pela Antena 2.

 

Ao galardão, atribuído pela viúva do maestro, Teresa Costa Macedo, 86 anos, que preside ao júri, concorrem o fagotista Virgílio Oliveira, o trompetista João Moreira, a soprano Marina Pacheco e o violetista Ricardo Gaspar.

 

Constituem o júri, além de Teresa Macedo, os maestros Jean Sebastien Bérau, vice-presidente do Prémio Jovens Músicos, e Martin André, do Teatro S. Carlos, o diretor do Prémio, o compositor Luís Tinoco, e ainda Miguel Sobral Cid da FCG e Rui Pereira da Casa da Música, no Porto. A Orquestra Gulbenkian tem também direito a um voto.

 

O Prémio Jovens Músicos existe há 26 anos, sendo o único prémio em Portugal que distingue novos talentos musicais.

 

Além dos solistas do Grande Prémio, que venceram nas respetivas categorias no nível superior, ficaram também, em 1º lugar, o Ensemble Heptachordum, em Música Barroca, Pedro Fonseca, em Saxofone (nível médio), Patrícia Durães, em Violino (nível médio), e o Cavatine Duo, em Música de Câmara (nível superior).

 

Antes da Grande Final, no Auditório 2 da FCG, pelas 16:00, realiza-se a entrega formal dos prémios e é apresentado o CD comemorativo do 25º aniversário do Prémio Jovens Músicos, que se celebrou ao no passado.

 

O CD é constituído pelo Concerto de Gala de 2011 com a Orquestra Gulbenkian dirigida por Pedro Neves, e inclui, entre outros, o Concerto para Violino e Orquestra em Ré Maior, Opus 35, de Piotr Tchaikovski, em que é solista Tamila Kharambura, vencedora do Prémio Maestro Silva Pereira do ano passado.

 

Às 17:30, no Auditório 2, Luís Tinoco modera um debate sobre “Jovens Compositores”, que conta com a participação de Ângela Ponte, Nuno da Rocha, Vasco Mendonça e Igor C. Silva.

 

A fechar a noite, pelas 21:30, no Grande Auditório da FCG, atua a Orquestra de Câmara Portuguesa, dirigida por Pedro Carneiro, e antigos laureados do Prémio, nomeadamente o violinista Vítor Vieira e o violetista Hugo Diogo. O concerto será transmitido em direto pela Antena 2 e pela RTP 2.

 

Na sexta-feira, o musicólogo Rui Vieira Nery modera o debate “Música Antiga - Novos Intérpretes”, com a participação de Marcos Magalhães e Massimo Mazzeo.

 

Também na sexta-feira, às 19:00, no Grande Auditório da FCG, atua o Cavatibe Duo, constituído pelo violoncelista Miguel Fernandes e pela pianista Teresa Doutor.

 

Os vencedores de Música Barroca e a orquestra Divino Sospiro tocam às 21:00 no Grande Auditório, em que se apresentará, em estreia absoluta, "O que será do rio without John Cage", de Nuno da Rocha, compositor premiado no concurso da Sociedade Portuguesa de Autores/Antena 2.

 

O debate de sábado será sobre “Património e arquivos musicais”, com a participação de Salwa Castelo-Branco, Conceição Correia e José Jorge Letria. Às 19:00 realiza-se o Concerto de Gala, no Grande Auditório, com a Orquestra Gulbenkian dirigida por Joana Carneiro e com transmissão em direto pela RTP2 e Antena 2.

 

Neste concerto será estreada a peça "Erasing Mahler", de Sérgio Azevedo.

 

O Festival encerra este sábado com um concerto pela Orquestra de Jazz de Matosinhos, dirigida alternadamente por Pedro Guedes e Carlos Azevedo no Grande Auditório, às 21:30, e um “Concerto para Tenores”, com Desidério Lázaro, Fernando Sánchez e José Pedro Coelho, que interpretarão "Crepúsculo", de Carlos Azevedo, e "Y", de Pedro Guedes.

 

Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:36 | link do post | comentar

Universia dão concerto no GreenFest


Vencedores da 1ª edição do U>Rock Universia dão concerto no GreenFest

 

No dia 27 de Setembro, pelas 18H, os Skills & The Bunny Crew, uma das bandas vencedoras do concurso nacional de bandas universitárias, promovido pelo Universia, vão actuar ao vivo no GreenFest, o maior evento de sustentabilidade do país, a decorrer no Centro de Congressos do Estoril, de26 a30 de Setembro.


Os Skills & The Bunny Crew foram os grandes vencedores da final nacional da 1ª edição do Concurso de Bandas Universitárias U>Rock Universia, recebendo nota máxima atribuída, de forma unânime, por um júri onde figuravam Francisco Vasconcelos (Valentim de Carvalho), José Mariño (Antena 3), Miguel Cadete (Blitz), Pedro Oliveira (músico e produtor) e o director-geral do Universia Portugal.

 

Ao longo da sua carreira, já conquistaram, também, o primeiro lugar no concurso Sai da Garagem, em Portalegre; o segundo lugar no Riba Rock, em Coruche; e o 3º lugar no Toca & Segue, em Rio de Mouro. No ano passado ganharam o prémio Revelação MySpace 2011, venceram o Festival de Corroios e passaram por palcos tão diferentes como Hard Rock Cafe, Music Box, Festival Musa, Santiago Alquimista.


Um estilo rock/hip-hop e a preferência pela música portuguesa são as principais características desta banda, que recentemente contou com a gravação do seu 1º álbum.

 

A banda é composta por Skills (vocalista, letrista), Pedro Mourato (guitarrista), José Garcia (baixista) e Tropa (baterista). Com influências musicais tão variadas como Gabriel O Pensador, Mind da Gap, Dealema, Red Hot Chilli Peppers, Jamiroquai, Rage Against The Machine, The Roots, Led Zeppelin, Sly & The Familly Stone, Jeff Buckley, Muse ou Prince, o resultado é algo que os próprios costumam apelidar de Rap-Rock.

Sobre o Universia

 

Universia é uma rede de 1 232 universidades que está presente em 23 países ibero-americanos, (Andorra, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, Nicarágua, México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela). O Universia desenvolve ações dentro e fora do espaço virtual.

Portugal é o oitavo país onde o Portal Universia foi lançado, a 2 de maio de 2002. Atualmente o Universia Portugal integra 27 Instituições de Ensino Superior, públicas e privadas, que representam no seu conjunto 70% do coletivo universitário português. A rede Universia faz parte da Responsabilidade Social Corporativa do Banco Santander.

 

Para mais informação visite: www.universia.pt

 

Para mais informações por favor contactar:

 

Catarina Botto Pimentel – Tel. 213 262 092 | email: catarina.pimentel@santander.pt | www.universia.pt



publicado por olhar para o mundo às 20:29 | link do post | comentar

 


letra


Não encontrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 17:10 | link do post | comentar

Pedro Barroso

Após demasiados anos de expectativa Pedro Barroso, no dia 2 de Outubropróximo, regressa finalmente a uma grande sala de sconcertos na cidade do Porto


Este concerto " memória do Futuro" no RIVOLI, servirá para relembrar canções de uma vida - como "Cantarei, Menina dos olhos de água, Música-Música, Viva quem canta", e tantas outras surgidas da sensibilidade e do talento de um dos maiores autores e escritores de canções portugueses.

Prevê-se uma noite de grande emoção, até porque Pedro Barroso fará uma homenagem aos companheiros de uma geração de coragem que ajudou a tecer, através da canção, os bastidores da Liberdade e da Democracia, muitos deles já desaparecidos.

Prevê-se uma noite maior de sensibilidade, emoção e talento para o Rivoli no dia 2 de Outubro próximo, pelas 21 e 30


Encontro marcado no Porto, com aquele a quem chamam, pelo estilo, pela poesia, pela diferença, o ultimo trovador português.

A não perder, absolutamente.


Retirado da Antena 1



publicado por olhar para o mundo às 15:31 | link do post | comentar

Os Resistência reúnem-se 20 anos depois no Campo Pequeno

Tim, Miguel Ângelo, Fernando Cunha, Olavo Bilac, Pedro Ayres Magalhães, Fernando Júdice, Dudas, José Salgueiro, Alexandre Frazão, Fredo Mergner, Pedro Jóia e Mário Delgado são músicos que, passados 20 anos, assumiram percursos diferentes. Duas décadas depois, os Resistência reúnem-se para um concerto no Campo Pequeno, em Lisboa, a 19 de dezembro.


O projeto centrava-se na voz e na guitarra acústica e juntou há 20 atrás músicos de diferentes géneros musicais, como a pop, o jazz ou a música popular e, durante o seu tempo no ativo, lançou três discos.

 

"Nasce Selvagem" e "Um lugar ao sol", dos Delfins, "Não sou o único" e "Circo de Feras", dos Xutos & Pontapés, "Que amor não me engana", de Zeca Afonso, "Erva daninha", de António Variações, e "Amanhã é sempre longe demais", dos Rádio Macau, foram temas incluídos no repertório.

 

Para celebrar as duas décadas de Resistência, a formação original da banda volta a ser reunida para um concerto a ter lugar no Campo Pequeno, em Lisboa, a 19 de dezembro, às 21:00.

 

Os bilhetes custam 30 euros (camarotes) e 27 euros (bancada e plateia em pé).

 

Retirado do Sapo Música



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Temporada de música Melodea abre em Évora com a cantora Maria João

Um concerto da cantora Maria João, apontada como "uma das intérpretes mais notáveis do panorama musical português", abre, a 6 de outubro, a temporada de música Melodea, promovida em Évora pela Fundação Eugénio de Almeida.


Intitulado "Maria João & As Aventuras das Abelhas", o espetáculo está agendado para o dia 6 de outubro, às 21:30, no Fórum Eugénio de Almeida, em pleno centro histórico de Évora. Neste que é um dos seus mais recentes projetos musicais, Maria João é acompanhada em palco por João Farinha (Fender Rhodes e eletrónica) e por André Nascimento (eletrónica).

 

A temporada de música Melodea prossegue a 3 de novembro com o "latin jazz" da brasileira Adriana Miki, que apresenta o seu novo trabalho discográfico "Mulata de Arroz".

 

O novo disco foi produzido por Sérgio Crestana e conta com a participação de Paulo Barros ao piano, Desidério Lázaro nos saxofones tenor e soprano e clarinete, Joel Silva na bateria e o convidado especial João Moreira no Fluegel Horn.

 

Descendente de japoneses e natural do Brasil, Adriana Miki já atuou em Nova Iorque (Estados Unidos), Espanha, Alemanha e Holanda, bem como em diversos palcos portugueses.

 

A cantora Cristina Branco e o pianista e compositor João Paulo Esteves da Silva atuam a 8 de dezembro, apresentando o concerto "Segredo Bem Guardado".

 

De acordo com a Fundação Eugénio de Almeida, Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva "reencontram-se" neste concerto "doze anos depois de um primeiro encontro e de um percurso tecido por muitas músicas".

 

"Com eles estarão as palavras de Baudelaire, Vasco Graça Moura ou Chico Buarque e as composições de Schumann, Fausto, José Afonso, José Mário Branco ou Mário Laginha", indicaram os promotores.

 

Retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 10:04 | link do post | comentar

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