Sábado, 30 de Junho de 2012

Festival Milhões de Festa

A edição deste ano do festival vai incluir o chamado «dia zero», como apelida a organização. Trata-se de uma «espécie de receção aos campistas que pretendam fazer da cidade do galo as suas férias espirituais». O Milhões de Festa realiza-se entre os dias 19 e 22 de julho no Parque Fluvial de Barcelos.


A 19 de julho, na inauguração do Palco Taina, um dos quatro cenários de concertos do certame, haverá atuações de entrada livre dos barcelenses The Glockenwise (ainda com "Building Waves" e já com alguns temas novos para mostrar), dos também locais Johnny Sem Dente e dos britânicos Gnod (frescos, depois da actuação no Roadburn Festival 2012 e do recém-editado trabalho, a meias com os psicadélicos White Hills).

 

Em jeito de after-party, a comemoração estende-se pela madrugada fora com o Dj e promotor portuense Pedro Santos, ecléctico amante do vinil, enquanto instrumento de trabalho, e ANA, alter-ego de João Marrucho, produtor de música desde 1997) em formato live act.

 

Taina, na região minhota, é sinónimo para patuscada. E a organização do Milhões de Festa não é alheia ao que se passa à sua volta. Por isso, enquanto os ouvidos degustam musicalidades, neste dia, os estômagos terão ao seu dispôr iguarias assadas na brasa, como postas de bacalhau, febras, costeletas, frango, sardinhas, pimentos, hambúrgueres de tofu a pensar nos vegetarianos, caldo verde e vinho verde.

 

O preço do passe geral, até ao dia 12 de julho, tem o valor de 45 euros. De 13 a 17 de julho valerá 52 euros e, a partir do dia 18 de julho, tem um custo de 60 euros.

 

Já os bilhetes diários custam 25 euros e, se adquiridos durante os próprios dias do festival, encarecem para os 30 euros.

 

Retirado de Sapo Música



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TassJazzOdemira2012

 

Os concertos de Joel Xavier, do quarteto de Laurent Filipe "The Song Band" e de Herb Geller Trio vão marcar o nono Festival TassJazz, que vai decorrer entre 05 e 07 de julho, na vila de Odemira, no litoral alentejano.

 

O festival, organizado pela Câmara de Odemira, vai decorrer no Cerro do Peguinho e, além dos concertos, sempre a partir das 22:00, incluirá uma conversa com o compositor, orquestrador e maestro português Jorge Costa Pinto.

 

Segue-se, dia 06 de julho, o concerto do quarteto de Laurent Filipe "The Song Band", que junta Laurent Filipe (trompete e voz), Rodrigo Gonçalves (piano), Massimo Cavalli (contrabaixo) e Paulo Bandeira (bateria).

 

O TassJazz termina dia 07 com uma conversa com Jorge Costa Pinto, às 21:30, seguida do concerto do Herb Geller Trio, constituído pelo saxofonista norte-americano Herb Geller - considerado "um nome incontornável do jazz" pela crítica especializada -, e por Daniel Hewson (piano) e Nelson Cascais (contrabaixo).

 

Nas três noites do festival, durante os concertos, o artista francês Philippe Peseux vai improvisar ao vivo três "telas jazz", uma por noite e por concerto, ou seja, vai pintar a óleo sobre tela.

 

Noticia do DN



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letra

 

Ai, Borda d’Agua, Borda d’Agua,
Ai, Borda d’Agua, Santarém;
Borda d’Agua, Santarém...
Ai, vale mais uma Borda d’Agua
Ai, que quanto Lisboa tem.
Borda d’Agua, Santarém...

 

Ai, ó mar largo, ó mar largo,
Ai, ó mar largo, sem ter fundo;
Ó mar largo sem ter fundo...
Ai, vale mais andar no mar largo
Ai, que andar nas bocas do mundo.
Ó mar largo sem ter fundo...



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Peixe vem à rede com «Apneia»

«Apneia» foi gravado, misturado e masterizado por Zé Nando Pimenta nos estúdios Meifumado. O design gráfico é de Zé Cardoso e o disco chega às lojas no próximo dia 9 de julho, mas já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, informa a editora independente Meifumado.


Peixe é Pedro Cardoso, membro fundador dos Ornatos Violeta, que é hoje considerada uma das mais importantes bandas portuguesas. Enquanto membro da banda editou os álbuns «Cão!» e «O Monstro Precisa de Amigos».

 

Após a separação fundou a banda de rock Pluto, com quem editou o álbum «Bom Dia», integrou o grupo de jazz DEP, tendo editado o álbum «esquece tudo o que aprendeste».

 

Em 2008 criou a OGBE - Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos - com o apoio do serviço educativo da Casa da Música, no Porto, grupo que continua em funções e do qual é diretor.

 

Em 2010 lançou o álbum «Joyce Alive» com a banda Zelig. Agora, em 2012, apresenta o primeiro disco a solo pela Meifumado.

 

Retirado do Sapo



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Letra

 

A cantar deixei a minha casa e larguei num navio pelo mar  
Um dia partimos de Lisboa na brisa do vento a assobiar  
Dissemos adeus a todos, dissemos adeus à vida  
Éramos muito poucos mas cheios de alegria  
E foi há tanto tempo e eu nunca esqueci  
 
À vista do Japão, cantamos a canção de amor ao sol nascente  
Ao sol que nasce ali e pelo céu inteiro regressa ao meu país  
A saudade de Portugal é sempre tão igual que faz o sol brilhante  
Nascer oriental e através do amor vir dormir a Portugal  
 
Quem souber como foram esperançados os momentos que ligaram dois mundos  
P’ra sempre os háde ter lembrado o nascente: o país dos namorados  
Namorados marinheiros, perdidos nos sete mares  
Que quiseram ser primeiros a aprender a navegar  
E foi há tanto tempo e eu nunca esqueci  
 
À vista do Japão, cantaram a canção de amor ao sol nascente  
Ao sol que nasce ali e pelo céu inteiro regressa ao meu país  
A saudade de Portugal é sempre tão igual que até o sol reinante  
Nasceu oriental e através do amor veio dormir a Portugal.



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Sexta-feira, 29 de Junho de 2012

Dança e Ópera, eixo do Festival ao Largo

 

Com uma programação quase diária e sobretudo gratuita, o espaço frente ao Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, vai apresentar um Festival onde a música, enquadrada em espaços de dança e ópera, vai estar presente a partir das 22:00, de Junho a Julho, convidando os lisboetas a libertarem as suas tensões económicas ao som de excelente música interpretada por artistas de renome.

É cada vez mais difícil viabilizá-lo”, disse em conferência de imprensa, César Viana, director artístico do festival. “Este ano tivemos de alargar muito as parcerias, não só económicas como artísticas”.

 

João Villa-Lobos, administrador do Opart, entidade gestora do São Carlos e da Companhia Nacional de Bailado, afirmou que a contenção de custos passou por “usar os recursos da casa” e houve que assestar baterias nas parcerias. 


O orçamento do festival é de 250 mil euros, não sendo muito inferior ao do ano passado, afirmou aquele gestor.

 

Este ano fizemos uma aposta muito forte na ópera, bailado e teatro”, acrescentou César Viana. “Não tem havido muita ópera no Largo e este ano haverá”. 

A programação arrancará nos dias 29 e 30 com a ópera em versão concerto “Peer Gynt”, de Edvard Grieg, música de cena para o texto do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, com Irene Cruz a fazer leitura de cena, sendo a direcção musical de Martin André para o coro do São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

 

Continunado a viagem, Espanha chegará ao Largo do São Carlos a 13 e 14 de Julho, desta vez com as “Goyescas”, de Enrique Granados e direcção musical de João Paulo Santos. 


“Turandot” de Ferruccio Busoni, mais uma ópera em versão de concerto, com direcção musical de Moritz Gnann, chega ao Largo, a 27 e 28 de Julho.

 

De Espanha virá ainda “Carmen”, a 06 e 07 de Julho, um bailado inspirado na obra de Prosper Mérimée pela Companhia Antonio Gadés.

 

E a viagem prossegue, uma viagem, que na procura de pracerias, traz o Oriente até ao Largo, a 29 de Julho com a Orquestra Chinesa de Macau, que usa exclusivamente instrumentos tradicionais chineses, e, da Indonésia, Dança e Música de Sumatra, que actuarão a 26 de Julho. 

E o Leste também não faltará nesta viagem com o Programa Rakhmaninov-Chostakovitch, por um “trio de luxo” composto por Tatiana Samouil, em violino, Pavel Gomziakov, em violoncelo e Plamena Mangova, no piano.

Da programação do Festival ao Largo 2012 faz ainda parte Dança no Largo com a Companhia Nacional de Bailado, a interpretar “Du Don de Soi”, uma coreografia de Paulo Ribeiro, obra inspirada no universo cinematográfico de Andrei Tarkovski e “ La Valse”, uma curta-metragem de João Botelho. 

Haverá ainda um concerto dos Barokksolistene Oslo, uma espécie de “música de cervejaria do século XVII" e uma parceria com o Festival de Almada: Lisboa, espectáculo poético de rua, uma criação da Fondazione Pontedera Teatro, em torno de Fernando Pessoa, apresentada no largo onde o poeta nasceu.

 

Retirado do HardMúsica



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letra


A noite vinha fria
Negras sombras a rondavam
Era meia-noite
E o meu amor tardava

A nossa casa, a nossa vida
Foi de novo revirada
À meia-noite
O meu amor não estava

Ai, eu não sei aonde ele está
Se à nossa casa voltará
Foi esse o nosso compromisso

E acaso nos tocar o azar
O combinado é não esperar
Que o nosso amor é clandestino

Com o bebé, escondida,
Quis lá eu saber, esperei
Era meia-noite
E o meu amor tardava

E arranhada pelas silvas
Sei lá eu o que desejei:
Não voltar nunca...
Amantes, outra casa...

E quando ele por fim chegou
Trazia as flores que apanhou
E um brinquedo pró menino

E quando a guarda apontou
Fui eu quem o abraçou
Que o nosso amor é clandestino



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letra

tenho uma estátua fluorescente da virgem maria
que me dá confiança e brilha à noite.
tenho os joelhos magoados.
o calvário dos fiéis devia ser menos árduo.

tenho trezentos e sessenta e cinco santos numa
caixa calendário daquelas em que cada dia
tem um chocolate.

tenho um lencinho branco onde limpo as
lágrimas enquanto assisto a uma vigília via tv

tenho uma estátua fluorescente da virgem maria
que me dá confiança
e brilha à noite.
tenho os joelhos magoados.
o calvário dos fiéis devia ser menos árduo.

às vezes quando o vapor é muito,
tenho o salvador no espelho.

deito-me de consciência limpa,
não me esqueci das velinhas, nem de
deixar a moedinha na caixa

dormirei o sono dos justos e talvez não acorde
quando o galo da minha vizinha cantar três
vezes e o meu senhorio o tentar apedrejar.
sinto-me bem e deus queira que consiga não
me masturbar.

tenho uma estátua fluorescente da virgem maria
que me dá confiança
e brilha à noite.
tenho os joelhos magoados.
o calvário dos fiéis
devia ser menos árduo.

tenho uma estátua fluorescente da virgem maria
que me dá confiança
e brilha à noite.
tenho os joelhos magoados.
o calvário dos fiéis
devia ser menos árduo.



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Neste projecto de fado orquestrado, que nasceu no Algarve em finais de 2010, Raquel e Os Alma, que tocarão a 30 de Junhyo no Teatro das Figuras em Faro, fundem os poemas tradicionais nas orquestrações do compositor e produtor musical Carlos Amarelinho, enriquecendo assim o nosso património.


Raquel é a voz e a alma deste projecto, dando-lhe o nome e também uma interpretação delicada e melodiosa, que transmite ao público a história de um povo, numa entrega tão completa que envolve músicos e público num sonho único, simples e alegre, que contagia a vida.


Diz a nota de imprensa que o projecto tem sonoridades que vão desde o saxofone ao violino, passando pela viola clássica, baixo e trompete. 


Mais tarde e de uma forma extremamente enriquecedora juntam percussões como a marimba e o vibrafone que trouxe a este espetáculo sonoridade únicas de delicadeza e intensidade tão íntima como o Fado


Raquel Peters & os Alma são para além de Raquel na voz, Laurentiu Zapcirioiu no violino, Guitarra Rui Martins, na guitarra clássica, Carlos Amarelinho no saxofone, Ricardo Carvalho no trompete e Diogo Carvalho na percussão.

 

Retirdo de HardMúsica 

 

 

 



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Letra

 

Olha a banda filarmónica,
A tocar na minha rua.
Vai na banda ó meu amor
A soprar a sua tuba.
Ele já tocou trombone,
Clarinete e ferrinhos
Só lhe falta o meu nome
Suspirado aos meus ouvidos.

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E o meu coração rendido
Só responde fon-fon-fon-fon
Com ternura e carinho.

Os meus pais já me disseram
"ó filha não sejas louca!
Que as variações de Goldberg
P'lo Glenn Gould é que são boas!"
Mas a música erudita
Não faz grande efeito em mim:
Do CCB gosto da vista,
Da Gulbenkian, o jardim.

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E cá dentro soam sinos!
No meu peito fon-fon-fon-fon
A tuba é que me dá ritmo.

Gozam as minhas amigas
Com o meu gosto musical
Que a cena é "electroacustica"
E a moda a "experimental"...
E nem me falem do rock
Dos samplers e discotecas,
Não entendo o hip-hop,
E o que é top é uma seca!

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E, às vezes, não me domino.
Mando todos fon-fon-fon-fon
Que ele vai é ficar comigo!

Mas ele só toca a tuba
E quando a tuba não toca,
Dizem que ele continua
Quem em vez de beijar ele sopra

Toda a gente fon-fon-fon-fon
Só desdizem o que eu digo:
"Que a tuba fon-fon-fon-fon
Tem tão pouco romantismo"
Mas ele toca fon-fon-fon-fon
E é a fanfarra que eu sigo.
Se o amor é fon-fon-fon-fon
Que se lixe o romantismo!



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Super Bock, Super Rock, Meco

 

 

5 de julho

 

Palco Super Bock

 

Capitão Fausto - 21h20
Bloc Party - 22h40
Incubus - 0h30
Hot Chip - 2h40

 

Palco EDP

 

The Happy Mess - 20h40
Alabama Shakes - 21h50
Bat For Lashes - 23h40
Battles - 1h40

 

Palco @Meco

 

Mary B - 21h00
Rui Murka - 21h45
Dãm-Funk (Live) - 22h25
Apparat (Live) - 23h45
Flying Lotus (Live) - 01h00
Magnetic Man (Live) - 02h30
Beatbombers - 04h15

 

6 de julho

 

Palco Super Bock

 

Supernada 19h00
The Rapture 20h35
Lana Del Rey 22h05
Friendly Fires 23h20
M.I.A. 0h50

 

Palco EDP

Tono 19h50
Hanni El Khatib 21h20 
Oh Land 22h40
Wraygunn 23h55
The Horrors 1h40

 

Palco @Meco

Trikk 21h00
Freshkitos 22h00
Linkwood 23h30
Cosmin TRG 01h00
Rui Vargas e André Cascais 02h30
Kenny Larkin 04h30

 

7 de julho

 

Palco Super Bock

 

Bebe 19h00
Aloe Blacc 20h15
Peter Gabriel 22h00
The Shins 00h30
Skrillex 02h00

 

Palco EDP

Perfume Genius 19h45
Little Dragon 21h10
St. Vincent 23h30
Regina Spektor 00h50

Palco @Meco


Jorge Caiado & Vahagn 21h00
Henriq 23h00
João Maria 00h30
Margaret Dygas 02h00
Ricardo Villalobos 03h30

 

por : Gonçalo Castro

Retirado de Antena 3


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Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
Luis Represas e João Gil abrem concertos de Verão na Serra do Pilar

Os 'Concertos de Verão - Serra do Pilar' arrancam sexta-feira, em Gaia, com a actuação de Luis Represas & João Gil, seguindo-se Echo & The Bunnymen no sábado e Rui Veloso e Manfred Mann no fim-de-semana seguinte.

 

O ciclo de concertos abre com a actuação dos fundadores, nos anos 70, da banda Trovante, que marcou a história da música portuguesa com canções como Perdidamente ou 125 azul, e que se juntaram novamente a propósito dos 35 anos de carreira, para gravarem um disco epónimo.

No sábado, é a vez dos Echo & the Bunnymen pisarem o palco dos Concertos de Verão, resultantes da fusão de duas marcas do Pelouro da Cultura de Gaia, 'Rock às Sextas' e 'Reviver os 70s', que pela voz de Ian McCulloch animarão a noite, nomeadamente com os êxitos Seven Seas e Killing the moon.

 

A banda, que surgiu em Liverpool em 1978 e conquistou o sucesso durante os anos 1980, com álbuns como Heaven up herePorcupine ou Ocean rain, actuou pela primeira vez em Portugal em 1982, em Vilar de Mouros e, em 2009, lançou o álbum The Fountain, mantendo ainda o vocalista original, assim como o guitarrista Will Sergeant.

 

A música regressa no fim-de-semana de 6 e 7 de Julho, com Rui Veloso na sexta-feira, sendo o ciclo de concertos fechado no sábado com a actuação dos londrinos Manfred Mann, cujo pico de sucesso se deu nos anos 1960 e que se materializou, com um repertório musical que vai do jazz aos blues, em temas como Do wha diddy diddyIf you gotta go, go now ou Just like a woman.

 

Apesar De o teclista que deu o nome original à banda já não fazer parte da actual formação, os Manfred Mann contam ainda com muitos elementos dos anos 1960.

 

Os bilhetes para cada concerto, com início às 22h, custam 7,5 euros, sendo que o preço desce para os 5 euros para aqueles que possuírem o Passaporte Cultural de Gaia, o qual pode ser adquirido sem qualquer custo e em qualquer altura, designadamente aquando a aquisição do bilhete.

 

Retirado do Sol



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 Orquestra Metropolitana de Lisboa. encerra festas de Lisboa

 

 Metropolitana no Concerto de Encerramento das Festas de Lisboa

Pelas 22:00 do dia 30 de Junho terá lugar na Alameda de D. Afonso Henriques o concerto de encerramento das Festas de Lisboa que mais uma vez contará com a actuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa.


Desta feita e entre os ritmos do Brasil e o Fado de Portugal, a Metropolitana acompanhará Milton Nascimento, Ana Moura, Carminho e António Zambujo.

 

Milton Nascimento conta na sua banda com Wilson Lopes, na guitarra e violão, Lincoln Cheib na bateria Lincoln Continentino no piano e Gastão no baixo eléctrico.

 

Bernardo Couto na guitarra portuguesa, John Luz no cavaquinho e Ricardo Cruz no contrabaixo acompanharão voz tão característica de António Zambujo e Ana Moura contará com Ângelo Freire na guitarra portuguesa.

 

O concerto realiza-se na Alameda de D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa, um palco já habitual dos concertos de encerramento das Festas da cidade.

 

Retirado de HardMúsica



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letra

 

Curse the day, hail the night 
Flower grown in the wild 
In your empty heart 
In the breast that feeds 
Flower worn in the dark 

Can I steal your mind for a while? 
Can I stop your heart for a while? 
Can I freeze your soul and your time? 
Scorpion flower 
Token of death 
Ignite the skies with your eyes 
And keep me away from your light 

Surrender tears to your mortal act 
Flower cursed be thy fruit 
Of your courage last 
Of your grand finale 
Flower crushed in the ground 
In your empty heart 
In the breast that feeds 
Flower worn in the dark 

Can I steal your mind for a while? 
Can I stop your heart for a while? 
Can I freeze your soul and your time? 
Scorpion flower 
Token of death 
Ignite the skies with your eyes 

In your empty heart 
In the breast that feeds 
Flower worn in the dark 

Can I steal your mind for a while? 
Can I stop your heart for a while? 
Can I freeze your soul and your time? 
Scorpion flower 
Token of death 
Ignite the skies with your eyes 



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Os Salto apresentam novo disco no Plano B

 

Os Salto apresentam esta quinta-feira, 28 de junho, o seu disco ao vivo no Plano B, no Porto, pelas 22:30. O trabalho discográfico do coletivo, de título homónimo, estará nas lojas na segunda-feira, 2 de julho.


«Os Salto fazem parte de uma nova geração de músicos portugueses que não se envergonham da sua própria língua e lhe têm dado uma vida nova, ao usá-la na sua busca para encontrar a canção perfeita, a plena expressão do seu talento», descrevem em comunicado.

 

Guilherme Tomé Ribeiro e Luis Montenegro fazem, como outros da sua geração, canções em português, simples e diretas, «com melodias que nos agarram à primeira, como mandam os livros», acrescentam.

 

O álbum de estreia, homónimo, é produzido por New Max (Expensive Soul) e tem edição marcada para o próximo dia 2 de julho, segunda-feira.

 

«Deixar Cair», a canção de apresentação do longa-duração de estreia, é «um momento de perfeição pop, levado ao extremo pelas imagens» captadas por André Tentugal, um dos considerados mais talentosos realizadores da nova geração.

 

Em «Let's Start a Fire» podemos encontrar «as melodias e harmonias vocais do melhor dos 60, pitadas certeiras dos New Order e dos Pet Shop Boys, que tanto marcaram os 80, programações rítmicas carregadas de groove, que nos remetem para as pistas de dança tão em voga nos 90, e uma reutilização da eletrónica de sabor analógico, que tanto se aproxima do novo Boogie de Dâm-Funk como do pós- Dubstep de James Blake, tudo ao serviço de canções que contagiam, com uma consistência invulgar para gente que ainda agora entrou nos vinte», indicam.

 

A entrada no concerto é feita através de disco-bilhete no valor de 8 euros, que pode ser adquirido na Fnac Online ou no local, no próprio dia.

 

Retirado do Sapo Música



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Festival 7 Sóis 7 Luas

 

Conheça toda a programação do Festival 


30 cidades de 11 países 
da bacia mediterrânea vão este ano acolher mais uma edição do "Festival 7 Sóis, 7 Luas".


Em Portugal para além de Reguengos de Monsaraz, Castro Verde e Odemira o Festival vai estar também em OeirasAlfandega da FéPonte de Sôr,  e Madalena (Açores).





O Festival Sete Sóis Sete Luas chega - como todos os anos - às sextas feiras deOeiras e aos eventos culturais de Alfândega da Fé para aquecer o verão e dar a sensação de ter voado, ao som da música, até alguns dos locais mais bonitos do Mediterrâneo. Desta vez a viagem é até ao sul da Itália: serão os Jureduré da Calábria a abrir o cartaz musical da Fábrica da Pólvora de Barcarena de Oeiras e do Largo S. Sebastião de Alfandega. 



Jureduré  


Os Jureduré contam as histórias, sempre atuais, das migrações: tanto das do povo italiano do século anterior, como das dos africanos que chegam todos os dias em condições desumanas à ilha de Lampedusa, no sul da Sicília. Com a música- cheia de energia e paixão - eles lançam denuncias, contam histórias que concernem a todos nós e que não podemos ignorar. O grupo também é fruto duma "migração": embora tenha nascido em Bolonha, em 2004, é composto por sete músicos, todos com origem na região da Calábria. Trabalham ativamente desde 2006 em músicas para cinema e interpretaram bandas sonoras de realizadores relevantes como Giorgio Diritti no pluri-prémiado "O homem que chegará", e na obra " O voo",  cuja ação se desenrola numa aldeia da Calábria do realizador alemão Wim Wenders. Os Jureduré levam ao palco os sons, as atualidades e as memórias históricas que constituem o fio condutor da sua história musical, suspendida entre as origens calabresas e a adoção de Bolonha. 

 

Retitrado de Antena 1 



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Quarta-feira, 27 de Junho de 2012

Luisa Sobral, Virgem Suta, Slimmy e João Só e os Abandonados no Marés Vivas tmn

 

Luisa Sobral, Virgem Suta, Slimmy e João Só e os Abandonados são algumas das mais recentes confirmações no cartaz do festival Marés Vivas tmn.

 

Estes artistas vão passar pelo certame de Vila Nova de Gaia entre os dias 18 e 21 de julho, no âmbito da iniciativa Random Stage, que apresenta um cartaz composto por 12 projetos musicais, não indicando, porém, em que dia os mesmos atuam.

 

Ainda no âmbito da iniciativa Random Stage, vão subir ao palco do festival Marés Vivas tmn The Eleanors, The Lazy Faithful, Indiana Blues Band, Clash Club, 1º Linha, Club 447 e Festa Gigi.

 

Estes nomes vêm juntar-se aos já confirmados Franz Ferdinand, Wolfmother, Kaiser Chiefs, Garbage, The Cult, Gogol Bordello e Anastacia, entre muitos outros.

 

Os bilhetes para o Marés Vivas tmn custam entre €30 (ingresso diário) e €60 (passe para os quatro dias).

 

Confere o cartaz do palco principal do Marés Vivas tmn:

 

18 julho
The Sounds
Franz Ferdinand
Wolfmother

19 julho
Gun
Kaiser Chiefs
Garbage
The Cult

 

20 julho
Os Azeitonas
Gogol Bordello
Ebony Bones
Billy Idol

 

21 julho
Anastacia
The Hives
Pedro Abrunhosa
Mónica Ferraz

 

Sara Novais

 

Retirado de Sapo Música



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letra

 

Acabou, não interessa o que falhou
E não me interessa o que não mudou
Eu e tu sabemos o que se passou
Falei, tentei, expliquei 
Prometeste-me e eu esperei
Magoaste-me eu perdoei
Foi mentira mas acreditei
Custou, mas acordei
O amor é uma merda, agora sei
Percebe, desejo-te tudo de bom
A última coisa que tenho pra ti é este som:


Porque: Por mais que custe, eu vou ser capaz
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chores mais


Não há dor nem desgosto que o tempo não cure
Se eu amei e acreditei que ninguém me censure
Fiz o que pude agora mudo de atitude
A vida não para, tou vivo a só peço saúde
Não estava escrito, está tudo dito
Se perguntarem por mim diz que comigo está tudo bem
Que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém
Só é quando tiver que ser
Vou pensar em ti até te esquecer
Life goes on
I'm still here
But the love is gone
Não me apanhas nem ao telefone
Para me teres outra vez só se for um clone
E quando me vires na rua sorri, mas continua


Porque: Por mais que custe eu vou ser capaz
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chores mais


Dizias que amavas mas não mostravas
Sabias que erravas mas nunca mudavas
Fizeste tudo errado e agora és passado
Respiro de novo este ar renovado
Mas tou bem, tou bem assim
Tu não, não és pra mim
Chegou, chegou ao fim
Se não me matou tornou-me mais forte


Por mais que custe eu vou ser capaz
Juro a mim mesmo não voltar atrás
Vou ter saudades mas tu não vais saber
Vou pensar em ti até te esquecer
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não quero mais
Acabou, acabou, sim acabou
Acabou e não chores mais


Vou pensar em ti até te esquecer

Vou pensar em ti até te esquecer

ACABOUUUU 


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O cartaz do festival Sudoeste TMN 2012 conta com artistas como Ben Harper, The Twelves, Xutos & Pontapés, The Ting Tings, Eddie Vedder, Example e Two Door Cinema Club. O festival Sudoeste TMN 2012 realiza-se de 1 a 5 de Agosto, na Zambujeira do Mar, na costa alentejana. O passe geral para os cinco dias de festival custa 95 euros. O bilhete diário custa 50 euros.

Cartaz do Festival Sudoeste TMN 2012

1 de Agosto

Palco TMN

  • Martin Solveig
  • Afrojack
  • Pete Tha Zouk

2 de Agosto

Palco TMN

  • Ben Harper
  • The Twelves
  • Fat Freddy´s Drop
  • Ben Howard
  • Marcelo D2
  • Matisyahu

Palco Planeta Sudoeste

  • Tensnake

Palco Groovebox

  • Luciano

3 de Agosto

Palco TMN

  • Example
  • Richie Campbell
  • Nicolas Jaar
  • Eddie Vedder
  • James Morrison
  • Glen Hansard

4 de Agosto

Palco TMN

  • Xutos & Pontapés
  • The Ting Tings
  • The Roots
  • Calle 13
  • Thievery Corporation
  • Four Tet

Palco Groovebox

  • Thievery Corporation
  • Four Tet

5 de Agosto

Palco TMN

  • Two Door Cinema Club
  • Jessie J
  • The Vaccines
  • Best Coast
  • Balkan Beat Box

Palco Groovebox

  • Borgore
  • Andy C

Bilhetes Festival Sudoeste TMN 2012

  • Passe geral para os cinco dias de festival - 95 euros
  • Bilhete Diário - 50 euros
  • Suplemento Car Camping - 20 euros

Bilhetes à venda na FNACTicketlineCTT, Worten, C. C. Dolce Vita, El Corte Inglés, Abreu, Megarede, ABEP, Posto de Turismo da Zambujeira do Mar, Junta de Freguesia de Santo André e bilheteira no local do festival a partir do dia 30 de Julho.

 

Retirado de Online24



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Terça-feira, 26 de Junho de 2012

 

Letra

 

Voo para a Venezuela - (CD2 "Ao Norte", 2012)

A avenida tem palmeiras dança...ndo
nos meus olhos o teu corpo vibrando
vento forte -- marca o desejo
porque tu já cá não estás deitada
no meu quarto (3x)

A revolta torna a crise passageira
velha amiga o teu choro engana
perco os dias -- marco as horas
preso ao sabor do teu corpo
no meu quarto (3x)

Fumo espesso no cansaço em chamas
esta vida é um templo de palavras
o silêncio -- afoga a memória
o vinho é o fim da história
da mulher que ri
no deserto (3x)

No deserto
[No meu quarto...] (4 x)



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«Ao Norte Unplugged», uma nova forma de ouvir UHF

Os UHF andam a percorrer o país com os seus clássicos de sempre num formato mais intimista. António Manuel Ribeiro conta ao SAPO Música o que levou a banda a apostar em «Ao Norte Unplugged», disco que motivou a digressão.


O novo álbum foi gravado no Teatro Cinema de Fafe, em novembro de 2011, e mostra uma roupagem mais minimalista de vários temas produzidos pelos UHF ao longo dos 34 anos de carreira, como «Cavalos de Corrida» ou «Matas-me Com o Teu Olhar».

 

O álbum «Ao Norte Unplugged» reúne o melhor dos UHF no formato acústico. Em novembro de 2011, o grupo esteve em Fafe para registar um concerto acústico para edição discográfica. A sala esgotou com duas semanas de antecedência, pelo que um novo concerto foi marcado para o dia seguinte e os dois acabaram por entrar no registo digital.

 

Este disco ao vivo, o quarto na vida dos UHF, é uma celebração ao norte e a todos os fãs anónimos que entraram para a grande família que o tempo e as canções ofereceram ao grupo.

 

O próximo concerto de apresentação do novo disco da banda será este sábado, 30 de junho, no Incrivel Almadense, em Almada.

 

Veja a entrevista ao vocalista dos UHF, António Manuel Ribeiro, que dá mais detalhes sobre este disco:


 

 

Retirado do SAPO Música



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A melhor música portuguesa de hoje em colectivo: Irmãos Demónio

A melhor música portuguesa de hoje em colectivo: Irmãos Demónio (Miguel Manso)


Inúmeras actividades com a palavra no centro. É o Festival Silêncio, entre esta terça-feira e domingo, em Lisboa. Amanhã, no MusicBox, há espectáculo com os Irmãos Silêncio. Quem? Paus, Filho da Mãe e Kalaf.

É mais do que um concerto e não é bem uma banda. É um colectivo de nome passageiro (Irmãos Demónio) composto por gente que reflecte algumas vertentes da melhor música que vai sendo feita em Portugal na actualidade, através da guitarra de Rui Carvalho (ou seja, Filho da Mãe), das percussões de Joaquim Albergaria (Paus) e de Hélio Morais (Paus, Linda Martini) e da voz de Kalaf (Buraka Som Sistema).

Apresentam-se amanhã (MusicBox, 23h), no primeiro espectáculo de música do Festival Silêncio, em Lisboa, que vai até domingo com outros concertos muito esperados. Na sexta-feira todas as atenções estão viradas para o regresso do projecto Os Poetas (São Jorge, 22h), de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, que tem um único álbum editado em 1997 (Os Poetas - Entre Nós e as Palavras). 

No sábado, os Pop Dell"Arte (São Jorge, 22h) apresentam Neurotycon, onde revisitam várias referências (de Homero a William Gibson) e também canções clássicas do seu percurso. No domingo, os Mão Morta dão um concerto especial, de forte componente spoken word, revisitando a sua obra mas também a poesia de Al Berto. Na primeira parte actua Joshua Idehen, um dos nomes mais conhecidos da spoken word britânica. 

Kalaf poeta-cantor


De todos estes nomes os Irmãos Demónio parecem ser os que têm uma relação mais distante com a palavra. A música de Rui Carvalho é instrumental. Joaquim Albergaria canta ocasionalmente nos Paus, e fazia-o também nos Vicious 5, mas a poesia está longe de ser o seu elemento. E Kalaf assume-se como poeta-cantor (em projectos do passado recente como os 1-Week Project ou Type), mas nos Buraka funciona mais como mestre-de-cerimónias. 

 

Noticia do Público



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letra

 

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... não estas... quando nao estas

Eu não consigo perceber por favor diz me a mim;
Mudaste tanto desde o dia em que eu te conheci;
Parece fácil esquecer mas só eu sei a dor;
Sinto falta do teu abraço, desse teu calor;
Custa me muito continuar sem pedir;
Um beijo de bom dia e a vontade de sorrir;
Sair p'ra rua e gritar que só te amo a ti;
Ver-te na minha cama toda nua e sentir;
Falar bem baixo no teu ouvido sem te acordar;
Dizer-te que és tudo que nunca te vou deixar;
Fazer as juras de sangue, saliva ou suor;
Contar te a minha vida e entregar te o meu amor;

Eu juro não, juro não, eu juro não te vou deixar...

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).

Será que vai ser tão difícil ter o teu olhar;
Despir a tua voz e conseguir fazer te amar;
Pois o amor não tem sentido, não tem explicação;
Eu e tu sempre fomos um, não entendo esta divisão;
Não pode ser, não posso acreditar estiveste aqui;
Não sei se foste por azar ou se tava escrito assim;
Não sei se é normal olhar p'ra trás, pensar que
estás;
Não sei se é banal, mas juro não te vou deixar;

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando não estás (quando não estás).

Vem cá dá-me o teu mundo outra vez,
lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez,
Quando... (quando...) quando não estás... 



publicado por olhar para o mundo às 17:49 | link do post | comentar

O Festival Silêncio 2012
26 Junho a 1 Julho
 

LISBOA VAI SER UMA VEZ MAIS A CAPITAL DA PALAVRA, COMEÇA HOJE A 4ª EDIÇÃO DO FESTIVAL SILÊNCIO


Tendo como principais palcos o Cinema São Jorge, o Musicbox, o Povo, a Pensão Amor e a Fundação Saramago, o Festival Silêncio pretende devolver o poder à palavra cruzando-a com as diferentes artes, juntando em Lisboa grandes nomes da cena literária e artística.
 
Da programação de espectáculos, destacam-se “Os Poetas – Entre Nós e as Palavras” de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, “Neurotycon” de Pop Del Arte, “Bate Papo” por Mão Morta e “Irmãos Demónio” com Hélio Morais e Quim Albergaria(Paus), Kalaf e Filho da Mãe.

As Conversas do Silêncio irão pôr em palco escritores, músicos, artistas e realizadores, tais como Rui Zink, Maria do Rosário Pedreira, Mário Zambujal, Nuno Artur Silva, Helena Vasconcelos, João Botelho, entre muitos outros e Word Cut Docs reunirá inúmeros documentários sobre escritores de renome — como Marguerite Duras, José Saramago, Herberto Helder ou Julia Kristeva —  e a estreia nacional de Words of Advice – William S. Burroughs de Lars Movin.

Ao longo do festival, a palavra inscreve-se na vida da cidade pela mão de escritores, músicos, actores, artistas plásticos e cineastas que exploram essa íntima relação com a linguagem.
 
Dos concertos aos espectáculos multimédia, das conversas às leituras encenadas, do cinema à poesia, cruzam-se disciplinas, práticas e públicos num palco transversal aberto à reflexão e ao debate.

Fica aqui o convite para a Festa de Abertura pelas 18h30 no Povo (Cais do Sodré), com DJ set de X-Acto e microfone aberto a quem quiser fortalecer a Palavra.

O progama completo e dossier de imprensa estão disponíveis em
 www.festivalsilencio.com 

Passem a Palavra!

+info e Entrevistas: communication@ctlisbon.com // 924455201



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The Paperboats apresentam concerto gratuito na Baía de Cascais

 

Esta quinta-feira, os The Paperboats levam as canções do seu disco de estreia à Semana da Juventude de Cascais. O grupo de Aveiro desce ao centro para apresentar «Surviving the Flood» num concerto de entrada livre.


A atuação do quarteto está agendada para as 19 horas de 28 de junho, na Baía de Cascais. Os The Paperboats são constituídos por Paul da Silva, músico e compositor londrino com raízes portuguesas que é também vocalista e guitarrista, por Pedro Menano na bateria, Christian Ferraz, no baixo, e André Branquinho, na guitarra.

 

Os elementos da banda conheceram-se em 2009, depois de Paul da Silva ter atuado na primeira parte do concerto dos The Script na Aula Magna em Portugal, ainda como artista a solo. A química entre os músicos ditou que, pouco tempo depois, rumassem a Londres, para gravar <«Surviving The Flood».

 

Composto por 12 temas originais, entre os quais o single «Curses», cujo videoclip liderou durante 8 semanas o MTV Blue Top e continua a ser um dos mais votados pelo público, «Surviving The Flood» convida-nos a desvendar a emergência de um pop/rock genuíno e reavivado.

 

O álbum foi gravado em Londres nos estúdios Voodoo Lounge com o produtor Thomas Johansen (Keane, The Killers, All Saints) e masterizado no Sterling Sound em Nova Iorque.

 

Videoclip de«Curses»:

 

Veja também «Curses» ao vivo no SAPO:

 

Retirado de Sapo Música



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letra
THIS COUNTRY IS KILLING ITS DREAMS
IT'S LIKE A COMPLETE UNKNOWN
THAT WAKES YOU UP FOR THE SOUND OF A TICKET AS AN ANSWER
I KNOW
EVERY LINE YOU'LL STAND FOR WILL KEEP ME UP INSIDE
BUT I KNOW
EVERY LINE IS LONESOME WITH A BROKEN HEART

I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY
COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE
I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY
COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE

I DON'T BELIEVE THAT THEY TRUST US
THERE'S NO TALE WE NEED TO STAND FOR
SOME STARTED BUILDING A WALL THAT PEOPLE CAN'T EMBRACE
I KNOW
EVERY LINE YOU'LL STAND FOR WILL KEEP ME UP INSIDE
BUT I KNOW
EVERY LINE IS LONESOME WITH A BROKEN HEART

I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY
COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE
I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY
COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE

AND I SCREAM HOW DO YOU FEEL TO KEEP YOU LIVING IN ME
AND I KNOW YOU'RE OFF THE SHELTER 
TO SEE WHAT WE LOVED TO SEE HERE
AND I CALL YOU AS AN ANSWER 'CAUSE I DON'T BELIEVE THEY WILL

I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY
COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE
I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY
COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE

I SEE DESIRE TO RUN
I SEE DESIRE TO RUNAWAY
I SEE DESIRE


publicado por olhar para o mundo às 08:34 | link do post | comentar



Letra


Não encontrei a letra desta música


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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012

Festival Med 2012

O Festival Med regressa a Loulé, de 29 a 30 de Julho, com estreia mundial.

A Cerca e a Matriz voltam a ser os palcos principais das atuações dos grandes nomes do circuito internacional de World Music. O palco Castelo, à semelhança das edições passadas, será dedicado ao que de melhor se faz em Portugal.

Este ano o Festival Med será palco da esperada estreia mundial do projeto que junta três grandes nomes do género. Arnaldo Antunes (Tribalistas), Edgard Scandurra (Ira) e Toumani Diabaté(um dos músicos africanos mais importantes da atualidade) que se reuniram para gravar "A Curva da Cintura". A estreia mundial acontece dia 29 de junho, no palco Cerca.

Os bilhetes estão à venda desde dia 1 de junho no Cine–Teatro Louletano e na FNAC do Algarve Shopping. O bilhete diário custa 12,00 Euros.

Festival Med realiza-se mais uma vez com o apoio da 3.

Aqui fica o cartaz completo.

29 de junho de 2012

Igreja da Matriz
19h30 Orquestra do Algarve

Palco Matriz
22h45 Cheikh Lô
01h15 SMOD

Palco Cerca
21h45 Paus
00h00 A Curva da Cintura com:
Arnaldo Antunes, Toumani Diabate e Edgard Scandurra

Palco Castelo
21h30 A Jigsaw
23h30 Throes + The Shine
01h30 IRick Deejay



30 de junho de 2012
Igreja Matriz

19h30 Agrupamento de música de Câmara

Palco Matriz
22h45 JAMAICAN LEGENDS with:
Ernest Ranglin, Monty Alexander and Sly & Robbie
01h15 Sany Pitbull

Palco Cerca
21h45 A Caruma
00h00 BOUBACAR TRAORÉ

Palco Castelo
21h30 Norberto Lobo
23h30 You Can't Win, Charlie Brown
01h30 Clube Conguito

Todas as informações em: Festival Med

por: Catarina Limão 
Retirado de Antena 3


publicado por olhar para o mundo às 21:49 | link do post | comentar

Letra
Please don't ask my name
I don't like thinking
All the lips I kiss become cold
How I stole your arm while you smiling
Kiss It was the last don't like pull 

Refrão:
Baby you know I'm trying to be happy 
Better so it's easy to be sad
(2x)

Fingers stepping up to your shoulders
Shivers falling down on your curves
How I done your house 
You taste so sold 
Now my name's runs with the blue 

Refrão: (2x)

Baby I wanna hold you (20x)
Oh...

Referão: (5x) 

Baby I wanna hold you
Baby I wanna hold you
Baby
Baby
Baby I wanna hold you
Baby I wanna hold you
Baby
Baby 



publicado por olhar para o mundo às 17:09 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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