Sábado, 31 de Março de 2012

Quinta do Bill reúne 25 anos de baladas num único disco

 

Passados 25 anos repletos de sucessos, a Quinta do Bill lança agora uma colectânea das baladas que fizeram da banda um dos maiores símbolos da pop lusa. 


O disco, baptizado tão simplesmente “25 Anos – as baladas”, reúne no mesmo espaço temas tão bem conhecidos como “Se te amo” ou “A única das amantes” (ambas de “No Trilho do Sol, 1996), mas também canções mais antigas como “Solidão a dois” (1991), entre muitas outras que cobrem toda a discografia da Quinta do Bill. 


Este disco oferece ainda dois inéditos, “D’Alma Lavada” e o novo single “No silêncio do teu olhar”. 


A Quinta do Bill foi formada em 1987, e rapidamente ficou conhecida pela sua mistura da música folk com a atitude mais rockeira das suas canções, tendo, no último quarto de século, se mantido no goto de todas as gerações que com a sua música se têm cruzado. 

Agora, os fãs ou os curiosos têm a oportunidade de percorrer, num único disco, alguns dos pontos mais altos, mas também mais emocionais, de uma carreira louvável. "25 Anos - As baladas" chega às lojas com o selo da Espacial Música.

 

Via Público



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Letra

 

Kalemba (wegue Wegue) 

 

Buraka Som Sistema

(Introdução)

Wegue, wegue wegue wegue 
wegue, wegue wegue wegue
wegue, wegue wegue wegue
wegue .. 

Wegue, wegue wegue wegue 
wegue, wegue wegue wegue
wegue, wegue wegue wegue
wegue .. 


quando eu entro o palco se move, 
talento aqui chove, 
claro que o povo me ouve 
sou Pongolove 
estou com a Buraka 
abro a fronteira 
não digo lixo 
nem digo asneira 
no microfone sou a primeira 
vou levantar a minha bandeira 

Angola o mundo cobiça 
mas é o povo que te enfeitiça 
a Pong no beat capricha 
porque sou rara tipo welwitchia 
sou mesmo eu a dama ngaxi muito agressiva 
me derrubar nem com macumba 
sou criativa 

a Buraka é que está a cuiar 
sai fora 
Pongolove é que esta a bater 
vão se embora 

wegue 
wegue wegue wegue 
são piada
wegue 
wegue wegue wegue 
novo esquema 

wegue 
wegue wegue wegue 
wegue 
wegue wegue wegue 

rima pesada 
tipo embondeiro 
eu faço o que eu quero 
canto para Angola 
e para o mundo inteiro 
no kuduro impero 

sou palanca negra gigante 
sigo a passada de Njinga Mbandi 
sigo a corrente do Dande 

logro o feitiço de Tomé Grande 

por no mapa Oxaena 
terra de grandes nomes do semba 
arraso tipo kalemba 
sou de Angola como a mulemba 

mano jukula 
(kimbundu) 
mambo exclusivo 
toque de Angola 
(kimbundu)

a Buraka é que está a cuiar 
sai fora 
Pongolove é que esta a bater 
vão se embora 

wegue 
wegue wegue wegue 
são piada
wegue 
wegue wegue wegue 
novo esquema 

wegue 
wegue wegue wegue 
wegue 
wegue wegue wegue 

(INSTRUMENTAL)

a Buraka é que está a cuiar 
sai fora 
Pongolove é que esta a bater 
vão se embora 

wegue 
wegue wegue wegue 
são piada
wegue 
wegue wegue wegue 
novo esquema 





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Os Supernada são sobretudo uma ideia do guitarrista Ruca Lacerda, que era baterista nos Pluto

Os Supernada são sobretudo uma ideia do guitarrista Ruca Lacerda, que era baterista nos Pluto (DR)

 

Demorou seis anos a gravar, mas Nada É Possível, dos Supernada, não foi impossível. O álbum foi lançado esta semana e apresentado no Lux, perante casa cheia.

 

A estreia do projecto de Manel Cruz – vocalista de uns Ornatos Violeta que este ano farão uma pausa na sua morte para três concertos (Paredes de Coura em AgostoColiseus de Lisboa e Porto em Outubro) – foi sucessivamente adiada por razões várias, entre as quais a maior atenção dispensada aos Pluto e ao projecto Foge Foge Bandido.

O lançamento, aliás, acontecido na segunda-feira, adopta o formato do Bandido, enquanto combinado de livro e CD. O livro é composto maioritariamente por fotografias do grupo, a que se juntam manuscritos das letras e outros elementos, enquanto o disco traz 16 temas de um rock duro e anguloso.

Ao lado de Manel Cruz, na voz, surgem Ruca Lacerda (guitarra), Eurico Amorim (teclados), Miguel Ramos (baixo) e Francisco Fonseca (bateria), gente vinda dos Insert Coin e das Amarguinhas. Os Supernada são sobretudo uma ideia de Ruca – curiosamente, cabia-lhe o lugar de baterista nos Pluto – que, há dez anos, desafiou os outros quatro para se juntarem às músicas que tinha acumulado na guitarra.

Apresentado ontem, quinta-feira, na discoteca Lux, perante casa cheia, o álbum dos Supernada segue agora na sua versão de concerto para o Porto – onde actuaram há um mês no Vodafone Mexefest –, subindo ao palco do Hard Club na próxima quarta-feira, dia 4.



Retirado do Público



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letra

 

A rapariguinha do shopping
Bem vestida e petulante
Desce pela escada rolante
Com uma revista de bordados
Com um olhar rutilante
E os sovacos perfumados

Quando está ao balcão
É muito distante e reservada
Nos lábios um bom baton
Sempre muito bem penteada
Cheia de rimel e crayon
E nas unhas um bom verniz
Vai abanando a anca distraída
Ao ritmo disco dos bee gees

You should be dancin'
You should be dancin'
You should be dancin'
You should be dancin'

A rapariguinha do shopping
No banco do autocarro
Faz absorta a sua malha
Torce o nariz delicado
Do suor da populaça
E manifesta o seu enfado
Por não haver primeira classe

Já não conhece ninguém
Do lugar onde cresceu
Agora só anda com gente bem
E vai ao sábado à noite à boite
Espampanante e a mascar chiclete
No vigor da juventude
Como uma estrela decadente
Dos bastidores de hollywood 



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Sexta-feira, 30 de Março de 2012

 

Letra

 

"Ensina o Canto, o Canto
Intocável e antigo
Arrancado à terra, à maternidade
Que há quem dance, dance
Virgem sem mais ninguém
A batida das palavras, da língua da tua mãe

Ensina o Canto, o Canto
Das terras onde os sinos, pulsam, pulsam
Como os tambores desta canção
Que há quem dance, dance
Virgem sem mais ninguém
A batida das palavras, da língua da tua mãe

Rapariga não digas que não
Rapariga não digas que não
(x2)
Dança o que está p'ra vir
Que a verdade vai parir
Dança o que está p'ra vir
Que a verdade vai...
(x3)"



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Lousy Guru ao vivo na Baixa Chiado PT Bluestation

Os Lousy Guru encerram os concertos deste mês no «Palco Instantâneo» da Baixa-Chiado PT Bluestation, no próximo dia 30 de março.


Tal como todos os eventos que acontecem diariamente na estação, estes espetáculos são também de entrada livre.

 

«Do ecletismo não premeditado dos seus seis elementos, surge uma unidade da qual se destacam harmonias vocais e ambiências várias, desde o 'barroco-minimalista' ao 'rococó-pop»”, como os Lousy Guru explicam no seu My Space.

 

Depois do festival de Músicas do Mundo em Sines, da primeira parte do concerto de Yann Tiersen em Lisboa, do Teatro do Bairro e do Hard Club, a banda desce à Baixa-Chiado PT Bluestation para um concerto no ambiente especial do metro, a partir das 21h00.

 

Todos os meses a agenda cultural diária da Baixa-Chiado PT Bluestation inclui concertos gratuitos. Os eventos de abril serão divulgados brevemente.

 

Entretanto, acompanhe o dia-a-dia da estação em www.facebook.com/PTBluestation.

 

Retirado de Sapo Música



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letra

 

Se o tens de ouvir 
Tens de o fazer 
E o mundo diz: tu tens de mudar! 
Só não lavou as tuas mãos 
Mas tens as mãos do mundo para lavar 
Afasta-te um pouco mais 
E dorme em paz 
Que tu não tens 
De dar o teu sorriso assim 
Esgotando o teu juízo assim

Tu não tens de mudar 
Quem te quer mudar 
Não te quer conhecer 
Tu não tens de o fazer

Eu não tenho nada meu 
Pois tudo o que era bom 
Foi na corrente do ter 
Agora dei meu dia para ser feliz 
Para ver 
Que eu nunca vou ter: 
O mundo na minha mão. 
Não tenhas pena de mim 
Agora que os dias já não são de ouro 
Mas antes sim existiam problemas 
E agora todos nós somos 
Actores de cinema 
E escondemo-nos bem 
Nos olhos que o mundo tem 
Mas toda gente nos vê 
Só não nos ouve ninguém 
Tu não tens de ver 
Tu não tens sequer de amar 
Tu só vais achar que vês 
Quando ao sabor da tua lei 
O amor fizer de ti seu rei 
Para sempre.

Para sempre.

Não tenho nada meu. 
Eu não tenho nada meu. 
Eu não tenho nada meu. 
Eu. 
Eu não tenho nada meu. 
Não tenho nada. 
Eu não tenho meu. 
Não tenho nada. 
Eu não tenho nada meu. 
Não tenho nada. 
Eu não tenho nada meu.

Eu não tenho nada. 
Eu não tenho nada. 
Eu não tenho nada. 
Eu, Eu, Eu. 
Eu não tenho nada meu.



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Quinta-feira, 29 de Março de 2012

 

letra

 

[Ace]
Este beat agora é meu, faço nele minha tese
Fazia nele o que quisesse, até fezes pra quem conteste
Mestre viril do flow, tipo peste bem vil eu sou
Terrestre hostil eu vou ser pra quem duvidou
1, 2 Mic teste, protesto nesta batida
Molesto todos que restem contrários à minha sina
Otários, ninguém assina por baixo dessa má cena
Coitados alguém lhes compre fiado o script de cinema
Sintoniza a antena, é pequena a sentença
Junta-te à legião infinita dos cuidados co'a diferença
Mecenas eu sou, neste beat, de quem produz
Entra na arena, não representa a rezar a Jesus
Não vendo a alma ao Diabo para poder ter uma cruz
Mas faço-te enfiar a tola na areia como a avestruz
Neste beat sou a pistola que fura ou a mão que cura
Depende do que me satura na altura ou se estou na pura

[Hook]
Eu surfo neste beat, mergulho neste beat, eu skato neste beat,
Eu faço o peito neste beat,
Eu monto neste beat, respeito este beat, eu consigo neste beat,
Faço tudo neste beat

[Presto]
Este beat agora não deu!
Mal a minha voz s'ouviu - desapareceu
Não podes negar o que aconteceu
Naquele segundo mudo a tua miuda gemeu!
Foi ali que te bateu nunca serás como eu!
Este ter e ser não é posse carnal!
Este poder é pura propriedade intelectual
Neste beat encontrei o meu habitat natural
Bem longe do teu conhecido reino animal
Mal ou bem - por aqui passa a minha vida
Com ou sem hipótese d'haver uma outra saída
Piso bombos, entre versos respiro
E com rimas, minhas concubinas repouso -
O rap não pouso, não pauso - não durmo
Elevo e levanto como um cheque no meu turno
Controverso levo luz de volta ao nocturno -
Neste beat o meu percurso discurso - para o mundo!

[Hook]
Eu surfo neste beat, mergulho neste beat, eu skato neste beat,
Eu faço o peito neste beat,
Eu monto neste beat, respeito este beat, eu consigo neste beat,
Faço tudo neste beat

[Ace]
Neste beat sou a consciência, o espirito, o corpo
De quem traz a alma ao peito, não o interesse no bolso
Até tar morto, na fluência sou imenso
O dinheiro paga contas, a honra traz-te respeito

[Presto]
Por isso se me queres ja sabes por cá me encontras
No beat volta sempre se puderes trás visitas
Sem farsas, ou fachadas, além fronteiras
Viajo neste beat de várias maneiras

Este é o meu espaço, este é o meu tempo
Este é o meu sonho, o meu caminho,
Aqui consigo fazer tudo

[Hook]
Eu surfo neste beat, mergulho neste beat, eu skato neste beat,
Eu faço o peito neste beat,
Eu monto neste beat, respeito este beat, eu consigo neste beat,
Faço tudo neste beat



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Jorge Palma galardoado com Prémio Pedro Osório
Fotografia © Manuel Azevedo/Global Imagens

 

O compositor e intérprete Jorge Palma venceu a primeira edição do Prémio Pedro Osório, divulgou hoje a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) que instituiu o galardão, com o objetivo de homenagear o maestro falecido em janeiro passado.

 

Jorge Palma foi distinguido pelo CD "Com Todo o Respeito", editado pela EMI Music Portugal, em outubro do ano passado.

 

O prémio, com periodicidade anual e o valor pecuniário de 2000 euros, será entregue numa cerimónia a realizar na sede da SPA em data a anunciar, segundo a cooperativa de autores.

 

"O júri que atribuiu o prémio foi constituído pelos membros dos corpos sociais da SPA ligados à área de música", esclarece uma nota da SPA.

 

Nas vésperas de sair o álbum, em declarações à Lusa, Jorge Palma revelou que queria escrever, mas não saía "nada de jeito". A falta de inspiração deu o mote para "Página em Branco", o tema que abre o álbum "Com todo o Respeito".

 

O disco começou a ser preparado no final de 2010. Nessa altura, Jorge Palma pegou em três temas que tinha composto anteriormente, mas que considerava terem "vida própria" e "podiam ser descontextualizados", contou.

 

Os três temas são "Tudo por um Beijo", criado para o filme "A Bela e o Papparazzo", de António-Pedro Vasconcelos, "Imperdoável" e "O Mundo e a Casa", feitos para a peça "A Balada da Margem Sul", de Helder Costa, levada a cena pel'A Barraca.

 

Foi depois de recuperar estas canções que Jorge Palma começou a escrever o que acabaria por ser "Página em Branco".

 

Quando escreve, Jorge Palma, assume sentir "uma certa responsabilidade". "Porque não estou a escrever só diletantemente para mim próprio. Sei que tenho um público, que tem vindo a crescer e a alargar o leque etário. E isso conta um bocado", afirmou, acrescentando: "mas, em primeiro lugar, é preciso que as músicas me agradem a mim".

 

Com uma carreira de quase 40 anos, foi em 2007, com "Voo Nocturno", que Jorge Palma vendeu mais discos do que nunca, sobretudo pelo tema "Encosta-te a Mim" que, ao ser escolhido como banda sonora de uma telenovela, "chegou a um público mais geral, mais abrangente".

 

Retirado do DN



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Letra

 

Homero, Electra, Demócrito, Anaxágoras
Estão vivos dentro de mim, estão vivos dentro de mim
Homero, Electra, Sofia, Eugénio
Estão vivos dentro de mim, estão vivos dentro de mim.

 

Homero, Electra, Demócrito, Anaxágoras
Estão vivos dentro de ti, estão vivos dentro de ti
Homero, Electra, Sofia, Eugénio
Estão vivos dentro de ti, estão vivos dentro de ti.

 



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Antónia Zambujo

Silêncio, António Zambujo vai cantar o fado!

António Zambujo vai lançar no próximo dia 02 de Abril de 2012 o seu novo álbum: “Quinto”. 


Em pleno Cais do Sodré, no Restaurante Sol e Pesca, ao som de uma banda recente de fado: O´ Questrada (Tasca Beat – o sonho português) e com o típico final de tarde lisboeta foi o cenário inspirador no qual o Hardmusica esteve à conversa com António Zambujo.

Um fadista português simplesmente divinal que consegue fazer com que a sua música se entranhe nas veias e através do sangue chegue rapidamente ao coração causando uma estranha adrenalina e um sentimento inexplicável que faz com que as emoções venham ao de cima.

A música para António Zambujo surgiu com os Corais Alentejanos no Alentejo. Desde muito jovem que sempre foi um apaixonado pela música tradicional e desde cedo começou a estudar clarinete e música clássica no conservatório. 

Sempre teve muito jeito para a música: “tudo aquilo de que gostava dava-me vontade de tocar e recriar” diz-nos Azambujo. 

Além de não ter ninguém na família que seguisse a carreira musical desde muito cedo que começou a ouvir fado e a interessar-se pelos grandes fadistas portugueses como a Amália Rodrigues, Max, António de Matos. 

Também ouvia algum rock português dos anos 80 e música brasileira que vemos muito demarcada nos seus álbuns: Ney Mato Grosso, Caetano Veloso, João Gilberto para começar e mais tarde Chico Buarque: “sem nunca, obviamente, personificar ninguém” confessa António ao Hardmusica.

Nunca teve muita vontade de ser dar a conhecer ao público. É uma pessoa muito tímida. Além de ter tido uma espécie de: “Onda Choque Alentejana” quando era pequeno só muito mais tarde num concurso de fado regional em Beja é que se deu a conhecer ao público. 
Contudo a sua personalidade não o atrasou e foi elogiado por um dos maiores nomes da música de todo o mundo dos últimos 50 anos: “quero ouvir mais, mais vezes, mais fundo (...) É de arrepiar e fazer chorar” (Caetano Veloso). 
Perante estas palavras António confessa que: “A primeira coisa que senti e pensei foi que ele deveria ser internado num hospício (risos). Não, fiquei muito feliz e admirado porque Caetano Veloso é de todos o que mais me influência”.

António Zambujo é um fadista maravilhoso que canta o fado com um toque diferente. Através dos batimentos do jazz, da música brasileira e cabo verdiana, as suas principais influências, fala-nos do Fado Desconcertado, da Rua dos meus ciúmes, da Madrugada, da Lambreta, da Fortuna e da Maré (temas do seu novo álbum).

O álbum que vai ser apresentado é uma reflexão de todas as influências do músico. É um disco com temas muito originais onde se tentou ao máximo produzi-lo de modo diferente: “a gravação do álbum foi feita num auditório com os cinco elementos a tocarem ao vivo, com as mesmas condições que são normalmente utilizadas num estúdio”.

Ao ouvir o álbum de Zambujo deparamo-nos com um pequeno toque de descontracção típico do povo brasileiro, com os tons livres e melódicos de Cabo Verde e com a improvisação, o blue notes, a polirritmia que o jazz traz consigo. 
Sem nunca, obviamente, esquecer a carga emocional do fado e da música alentejana.

No terminar da conversa, o Hardmusica perguntou a António Zambujo o que esperava alcançar com a sua música: “Nunca faço muitas previsões nem tenho muitas esperanças. Tocar e cantar sempre melhor que ontem, tentar escolher as melhores músicas que escrevi sem nunca sentir muito o peso do passado”. Para o fadista um verdadeiro artista é aquele que usufrui das coisas. Vive o momento sem nunca pensar muito no passado e no futuro.

O álbum “Quinto” será apresentado dia 24 de Abril de 2012 no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do Ciclo Músicas do Mundo. O concerto terá início às 21:00.

"Quando faço a minha música faço-a só para mim. Não imagino os outros!

Ah Fadista! 

Marta Martiniano

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

 

Já Não Te Sinto Em Mim

 

 Os Azeitonas

 

Eu e tu
Infelizmente
Não temos nada
Somos tecto sem lar

Eu e tu
Somos romance
Que já não tem 
Pernas para andar

Eu e tu
Já nada temos
Quero deixar-te
Mas é tanta a tentação

Eu e tu
Tínhamos tanto
Hoje só resta
Uma velha canção

Escuta atentamente,
Não volto a dizer
Sabes bem
O nosso amor morreu

Já não te sinto em mim
Já não te sinto em ti
Já não te sinto em mais ninguém
Sei que tu mentes
E tu também sentes que o nosso amor meu bem
Morreu

Ainda temos 
Um guarda vestidos
Com umas peças 
Esquecidas por lá

Algumas bolas de nafetalina
E o teu terno 
Feio 
De tafetá

As tuas cartas
Guardo para sempre
Na minha caixa 
Majenta de cartão

Já derreti
A minha aliança
Já penhurei 
A televisão

Escuta atentamente
Não volto a dizer
Sabes bem 
O nosso amor morreu

Já não te sinto em mim
Já não te sinto em ti
Já não te sinto em mais ninguém
Sei que tu mentes
E tu também sentes que o nosso amor meu bem
Morreu

Já não te sinto em mim amor
E pouco ou nada tenho para dizer
Entre nos dois eu já não sinto calor
E acho que nunca senti

Escuta atentamente não volto a dizer 
Sabes bem que o nosso amor morreu

Já não te sinto em mim
Já não te sinto em ti
Já não te sinto em mais ninguém
Sei que tu mentes
E tu também sentes que o nosso amor meu bem
Morreu



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Quarta-feira, 28 de Março de 2012

 

letra

 

Cerar os olhos ás 6 da manhã
Não é pró vida, não é pró vida
Substituir os hidratos de carbono
Pela bebida, pela bebida
Ter somente o aborrecimento
Por companhia, por companhia
Olhar pra diante e só ver o que está pra trás
Todo o dia, é todo o dia

Mas quando acordo tudo floresce
Meu coração cresce
Mas quando acordo tudo floresce
Meu coração!

Sempre soube ser, verde a esperança
É o que dizem, é o que dizem
Mas eu sei qu'é incolor a desgraça
Não olha aquém, não olha aquém
Mesmo regando ao dia a dia o meu canteiro
Murcham as flores, murcham as flores
Não se multiplicam pão nem peixe
Mas sim as dores, mas sim as dores

Mas quando acordo tudo floresce
Meu coração cresce
Mas quando acordo tudo floresce
Meu coração cresce
Mas quando acordo tudo floresce
Meu coração cresce
Mas quando acordo tudo floresce
Meu coração cresce

Mas quando acordo tudo floresce
Ah ah ahhhhh
Mas quando acordo tudo floresce
Ah ah ahhhhh
Mas quando acordo tudo floresce
Ah ah ahhhhh
Mas quando acordo tudo floresce?
 




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Coroner e Disaffected fecham cartaz do Vagos Open Air 2012

 

 

 

A confirmação das presenças dos suiços Coroner e dos portugueses Disaffected completa o cartaz da edição deste ano do Vagos Open Air, que se realiza na Lagoa de Calvão, em Vagos, nos dias 03 e 04 de Agosto.

 

Ambas, curiosamente, regressadas de longos hiatos, são duas bandas de referência na música extrema.

 

Estreantes nos palcos nacionais, os Coroner trazem em carteira uma carreira construída essencialmente ao longo dos anos 1980, onde o experimentalismo do seu thrash metal distinguiu-os como uma das bandas mais importantes do metal extremo europeu da época. Quando se separaram a meio da década de 1990 já contavam com cinco discos editados e duas compilações, com natural destaque para os hiper-técnicos “No More Colour” e “Mental Vortex”. Chegam a Portugal após passagens em festivais de referência como o Maryland Deathfest, o Bloodstock Open Air e o Hellfest.

 

Os Disaffected construíram ao longo dos anos 1990 uma reputação invejável no underground do nosso país, mantendo-se ainda hoje, e com apenas um disco editado, como uma das referências maiores do meio. Esta super-banda do metal nacional, conta com membros e ex-membros dos Sacred Sin, Decayed e Exiled na sua formação.

 

Estes dois nomes juntam-se assim às outras bandas de referência do metal internacional como Arcturus, Enslaved, Arch Enemy, At the Gates, Overkill, entre outros, que perfazem um dos cartazes 2012 de maior peso no nosso país.

 

O festival Vagos Open Air foi recentemente distinguido com o prémio “Vaga D’Ouro” para a área cultural.

 

Os bilhetes para o festival custam entre os 30€ (diário) e os 50€ (dois dias) e já estão à venda nos locais habituais.

 

Eis o cartaz completo do festival:

 

3 de agosto
At the Gates
Arcturus
Enslaved
Eluveitie
Northland
Disaffected

 

4 de agosto
Arch Enemy
Overkill
Coroner
Textures
Chthonic
Mindlock

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

 

OLHA A GERBERA
TROUXE A PRIMAVERA
E OS CRISÂNTEMOS JÁ ESTÃO EM FLOR

AS ACELERAS
ROSNAM COMO FERAS
A ABRIR CAMINHO PARA O ANDOR

NO OUTEIRO JÁ SE DANÇA
ELA NÃO DESCANSA
ENQUANTO NÃO ENCONTRA O PAR

DANÇA MENINA DANÇA
QUE O TEMPO É DE BONANÇA
ESTA NOITE UM DIA HÁ DE ACABAR

DANÇA MENINA DANÇA
QUE A NOITE É UMA CRIANÇA
(MESMO SEM TER PAR)

A JUVENTUDE
CHEIA DE SAÚDE
À PORTA DO CAFÉ CENTRAL

ATÉ O CURA
DANÇA E ASSEGURA
QUE A PADROEIRA NÃO LEVA A MAL

NO OUTEIRO JÁ SE DANÇA
ELA SÓ DESCANSA
QUANDO ENCONTRAR O PAR

DANÇA MENINA DANÇA
QUE O TEMPO É DE BONANÇA
ESTA NOITE UM DIA HÁ DE ACABAR

DANÇA MENINA DANÇA
QUE A NOITE É UMA CRIANÇA
MESMO SEM TER PAR...

DANÇA MENINA DANÇA
QUE A PRIMAVERA É MANSA
QUANDO O CORPO JÁ SÓ QUER DANÇAR 

A VIDA SÃO DOIS DIAS
E ALGUMAS NOITES FRIAS
E ESTA É PARA DANÇAR



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Os Expensive Soul procuram um coro em Guimarães.

Os Expensive Soul foram convidados pelo Maestro Rui Massena e por Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura para apresentarem um espectáculo especial com orquestra, dia 28 de abril, no Pavilhão Multiusos de Guimarães.

Expensive Soul Symphonic Experience é o título deste espectáculo composto por músicas do duo de New Max e Demo. Ao vivo será apresentado pela banda, pelos jovens músicos da Fundação Orquestra Estúdio, por um coro de 100 elementos e por um grupo local de percussão de vinte bombos , num total de 250 elementos em palco.

Dia 1 de abril será feito um casting no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães, para os elementos do Coro. O desafio destina-se a homens e mulheres, com mais de 16 anos. O casting arranca às 10 horas, sendo que os interessados terão de preencher uma ficha de inscrição, sendo avaliados por ordem de chegada.

Os candidatos deverão cantar um ou dois temas em português ou inglês para apreciação do júri composto pelo maestro Rui Massena e por elementos dos Expensive Soul – New Max, Demo e os três elementos do coro que irão dirigir os ensaios.

Este espectáculo será gravado para posterior edição em DVD.

 

retirado de Antena 3



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Letra
Não encontrei a letra desta música


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Terça-feira, 27 de Março de 2012
ar de rock

Fernando Cunha é um veterano dos palcos, com projetos como osDelfins ou os Resistência a terem-lhe servido de passaporte para ver o mundo ligado a um amplificador ou encostado a um microfone. Agora, é com os Ar de Rock que celebra essa vida feita de rock e de canções.

 

Depois de uma estreia com um disco que se fez precisamente em cima do palco, os Ar de Rock estão de volta com «Mudam-se os Tempos», um álbum onde a identidade Ar de Rock se impõe num reportório que se volta a fazer de tesouros da memória da música portuguesa tão distintos como «Budapeste» dos Mão Morta, «Pastor» dos Madredeus, «A Vida num Só Dia» dos Rádio Macau, «A Bandeira» dos Delfins ou «Chuva Dissolvente» dos Xutos e Pontapés.

 

Apesar da variedade de propostas - onde se inclui até um original - o que emerge no novo trabalho é o distinto som dos Ar de Rock, um som que resulta do cruzamento invulgar de talentos no mesmo espaço.

É que nos Ar de Rock juntam-se músicos que têm currículos ligados aos Delfins e Resistência, mas também aos Polo Norte, Ritual Tejo, Sérgio Godinho, João Pedro Pais, LX 90, Ravel e Rádio Macau. Muitas sonoridades, muitas atitudes, mas uma mesma paixão pela música portuguesa, uma paixão que é o grande motor da banda em palco.

 

É já esta semana que os Ar de Rock levam ao palco o seu álbum «Mudam-se os Tempos» e nestes dois concertos a banda faz-se acompanhar por alguns amigos:

 

Na Sala TMN ao Vivo (29 de março) - Paulo Riço, Olavo Bilac e Rui Pregal da Cunha

No Hard Club (31 de março) - Luís Portugal, Rui Pregal da Cunha

 

Retirado de Sapo Música

 



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letra

 

Entre O Sol E A Lua 

Ricardo Azevedo

 

Se hoje te dissesse que o sol brilha só para ti
Que as nuvens partiram e levaram a sombra que nos tentou afastar.
O dia vai acabar
Vou oferecer-te o luar
Porque o céu não é de ninguém.

Refrão:
Vem comigo esta noite
Vem comigo esta noite 
Agarrra a minha mão, dou-te estrelas, o luar.
Se isso não chegar, ouve bem esta canção.
Hoje dou-te o meu coração.


Se eu pudesse voltar atrás no tempo
Tinha te dito que a terra gira por ti
O dia vai acabar
Vou oferecer-te o luar 
Porque o céu não é de ninguém 
Hum Hum 
Tenho que te dizer
Hum Hum
Tenho tanto para te dizer

Refrão:
Vem comigo esta noite
Vem comigo esta noite
Agarra a minha mão, dou-te estrelas, o luar.
Se isso não chegar ouve bem esta canção
Hoje dou-te...
Hoje dou-te...
Hoje dou-te o meu coração.



publicado por olhar para o mundo às 17:04 | link do post | comentar

 

Letra

 

Quero a vida pacata que acata o destino sem desatino
Sem birra nem mossa, que só coça quando lhe dá
comichão
À frente uma estrada, não muito encurvada atrás a
carroça
grande e grossa que eu possa arrastar sem fazer pó no
chão
e já agora a gravata, com o nó que me ata bem o
pescoço
para que o alvoroço, o tremoço e o almoço demorem a
entrar
quero ter um sofá e no peito um crachá quero ser
funcionário
com cargo honorário e carga de horário e um ponto a
picar 

Vou dizer que sim, ser assim assim, assinar a readers
digest
haja este sonho que desde rebento acalento em mim
ter mulher fiel, filhos, fado, anel, e lua de mel em
França
abrandando a dança, descansado até ao fim 

Quero ter um t1, ter um cão e um gato e um fato
escuro
barbear e rosto, pagar o imposto, disposto a tanto
quem sabe amiúde brindar à saúde com um copo de
vinho,
saudar o vizinho, acender uma vela ao santo
Quero vida pacata, pataca, gravata, sapato barato
basta na boca uma sopa com pão, com cupão de desconto
emprego, sossego, renego o chamego e faço de conta
fato janota, quota na conta e a nota de conto 

Vou dizer que sim ser assim assim assinar a readers
digest
haja este sonho que desde rebento acalento em mim
ter mulher fiel, filhos, fado, anel, e lua de mel em
França
abrandando a dança, descansado até ao fim 



publicado por olhar para o mundo às 13:54 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Hard Rock Rising: o folk riu por último

 

O santuário do rock encheu-se de fiéis seguidores de cada uma das três bandas finalistas - The Harvey Project, Red Lizzard e Brass Wires Orchestra – que não se pouparam, em nenhum dos concertos, no apoio aos seus favoritos. Bem, como o importante era a festa, não se pouparam em momento algum, na verdade.

 

Seguindo a ordem das semi-finais, os The Harvey Project abriram as hostes e presentearam a audiência, durante os 30 minutos regulamentares, com o seu rock electrónico de audição fácil.

Na resposta, os Red Lizzard repetiram a estratégia da semi-final: energia, muita. O hard rock desta banda, que, recorde-se, abriu o último concerto de Bon Jovi em Portugal, é contagiante, tanto pela sua presença em palco, como pelo braço de ferro constante entre os riffs musculados mas ágeis e a voz rockeira sempre bestial.

 

Os últimos a chegar à final, os últimos a actuar, os últimos a rir. Esta poderia bem ser a síntese da passagem dos Brass Wires Orchestra pela edição do Hard Rock Rising deste ano. A banda aposta numa conjugação entre folk e country, na linha da nova cena londrina de folk, com artistas como Laura Marling, Mumford & Sons e Noah and the Whale à cabeça. Outra notória influência é da nova tendência indie, presente em Typhoon, para a complicação dos arranjos e orquestração das músicas, recorrendo sobretudo ao uso de vários músicos em palco.

 

Agora, a banda tem a certeza de que irá actuar no palco EDP do festival Paredes de Coura 2012. Já a oportunidade de actuar no Hard Rock Calling em Londres, no mesmo palco que Bruce Springsteen, só depende do resultado da votação online, onde participam 86 bandas de outros tantos países, que arranca no próximo dia 09 de Abril, na página facebook do Hard Rock Café.

 

Via HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 13:33 | link do post | comentar

 

Letra

 

Where Is My Mind?

 

Versão dos Pixies Pixies

Ooh, stop.

With your feet on the air and your head on the ground,
Try this trick and spin it, (yeah) yeah,
Your head will collapse but there's nothing in it,
And you'll ask yourself:
"Where is my mind?" x3

Way out in the water,
See it swimming?

I was swimming in the Caribbean,
Animals were hiding behind the rocks,
Except the little fish,
But they told me this is where it's gonna talk to me honey bunny:
"Where is my mind?" x3

Way out in the water,
See it swimming?

With your feet on the air and your head on the ground,
Try this trick and spin it, yeah,
Your head will collapse but there's nothing in it,
And you'll ask yourself:
"Where is my mind?"

Way out in the water,
See it swimming?




publicado por olhar para o mundo às 08:54 | link do post | comentar

Segunda-feira, 26 de Março de 2012

A naifa, não se deit6em comigo corações obedientes

«não se deitam comigo corações obedientes» - A Naifa

O projeto A Naifa nasceu em 2004 pela mão de João Aguardela e Luís Varatojo, músicos associados à pop portuguesa dos anos 80 e 90, aos quais se juntou uma nova voz, Maria Antónia Mendes. O repertório, totalmente original, resulta de letras de novos poetas portugueses e temas com base em referências da música de raiz portuguesa. Em cinco anos editaram três álbuns e realizaram espetáculos dentro e fora de Portugal. O ano de 2012 marca a saída do seu 4º álbum de originais, intitulado "não se deitam comigo corações obedientes", agora com uma formação nova (que inclui Sandra Baptista no baixo e Samuel Palitos na bateria) e com 11 canções compostas a partir de textos de Adília Lopes, Ana Paula Inácio, Margarida Vale de Gato, Maria do Rosário Pedreira e Renata Correia Botelho.

 

Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha


31 março, 21:30


 

Retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

Mariza nos coliseus em Abril

 

Mariza tem dois concertos marcados para abril, nos coliseus de Lisboa e do Porto, nos dias 14 e 20 de abril.

Estas duas atuações de Mariza assinalam as comemorações dos 10 anos da carreira da fadista, assim como também são a primeira vez que a artista atua em Portugal depois da elevação do Fado a Património Imaterial da Humanidade.

A fadista regressa, assim, aos palcos nacionais depois de ter passado por Nova Iorque, no Carnegie Hall ou por Londres em concertos nos conceituados Royal Albert Hall e Queen Elizabeth Hall.

Com mais de 30 discos de platina e depois de ter esgotados salas por todo o mundo, Mariza volta aos Coliseus de Lisboa e Porto, espaços onde já atuou anteriormente.

Os bilhetes já estão à venda e variam entre os 20 euros para a galeria em pé e os 50 euros na Plateia A, segundo informações da promotora, Everything Is New.

 

Retirado de Iol Música



publicado por olhar para o mundo às 23:00 | link do post | comentar

 

A versão do rapaz dos idolos, Bruno Vieira

pena que o Tony Carreira só se ouça a si próprio  e não tenha tempo para ouvir música a sério
Uma das versões originais dos Azeitonas

 

 

 

Letra
Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu

Anda comigo ao porto de leixões ver os navios
a levantar ferro
a rasgar o mar

Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
(mas que eu morra aqui)
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as núvens
A rasgar o céu...

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti
 


publicado por olhar para o mundo às 22:51 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não vou ouvir o que não quero 

Nem se me dizem não ou sim 

Porque eu não sou quem me fez, 

Mas quem faço de mim

 

Se eu sou alguém que pensa, 
Então direi 
Que só me tenho a mim e tudo aquilo 
Que eu sei

Sei, toda a gente chora 
Poucos sabem porquê 
E toda a gente olha para o céu, 
Mas ninguém vê

Salta porta fora, 
Vai pra onde tu quiseres 
E já que vais embora 
Leva tudo quanto és

Hoje olho para trás a rir, 
É a tua vez de ouvir, 
Eu sou quem sou, 
E tu não és ninguém



publicado por olhar para o mundo às 17:50 | link do post | comentar

Produzido por Alexandre Manaia, “A Chave” conta ainda com a participação especial de conhecidos artistas da esfera musical portuguesa, como José Mário Branco e Ana Laíns na voz, ou Rui Veloso na guitarra. 

As músicas contidas neste álbum têm uma componente muito própria e ao mesmo tempo, muito portuguesa.

Embora “A chave” tenha sido a faixa que deu o nome ao disco, uma das já muito faladas músicas do cantor é a sua sexta sonoridade. 


Em “E contra a dita a gente grita!”, Rogério Charraz fala de ditatura, políticas e políticos, questiona “Em que Europa estamos nós?” e através de pequenos trocadilhos, critica alguns aspectos de um Portugal actual.

 

Embora um cantautor seja frequentemente conotado como músico de intervenção, Rogério Charraz acredita ser acima de tudo, “aquele que canta e toca as suas composições”, mas não renega “de modo nenhum, tudo o que vem de trás, toda aquela geração” de Zeca Afonso ou José Mário Branco, disse em entrevista à agência Lusa.

 

Vive em Sintra e foi precisamente onde diz ter começado este projecto. Em 2009, “juntou-se um grupo de pessoas na Taverna dos Trovadores, em S. Pedro de Sintra, para lançar a primeira pedra deste disco”, afirma no álbum, junto aos agradecimentos.

 

Este projecto do artista reúne diferentes sonoridades que vão desde o blues e rock (com a música “Blues e Poesia”), ao piano acústico, passando por uns ritmos de jazz.

 

Com ou sem intenções políticas, as músicas do artista português têm um carácter descontraído e não deixam ninguém indiferente. “A Chave” parece ser uma lufada de ar fresco e promete revolucionar o mundo da música nacional

 

Leonor Machado

 

Retirado de HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 12:52 | link do post | comentar

 

letra

 

Quando eu morrer

Não me dêem rosas

Mas ventos

Quero as ânsias do mar

Quero beber a espuma branca

Duma onda a quebrar

E vogar

 

Ah, a rosa dos ventos

A correrem na ponta dos meus dedos

A correrem, a correrem sem parar.

Onda sobre onda infinita como o mar.

Como o mar inquieto

Num jeito

De nunca mais parar.

 

Por isso eu quero o mar.

Morrer, ficar quieto,

Não.

Oh, sentir sempre no peito

O tumulto do mundo

Da vida e de mim.

 

E eu e o mundo.

E a vida.

Oh mar

O meu coração

Fica para ti

Para ter a ilusão

De nunca mais parar



publicado por olhar para o mundo às 08:23 | link do post | comentar

 

Letra


A dita dura
Letra & Música: Rogério Charraz

A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita

No tempo da outra senhora
Só havia p`ró jantar
E agora? Só me apetece chorar!
É o Juro que sobe
Ai meu Deus, quem me acode
Quem me tira do buraco
Quem me livra do contrato
Que assinei p`ra pagar
O que não posso comprar…

No tempo da outra senhora
Todos cantavam o hino
E agora? É tudo a fazer o pino!
A bandeira na janela
Da barraca da favela
Chamada bairro social
Para não soar tão mal
Neste novo português
Onde se "kapam" os quês

A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita

No tempo da outra senhora
Não se podia falar
E agora? É tudo a desconversar
Na TV do momento
Jornal é entretenimento
Concurso? Humilhação
Futebol até mais não
E não perca a novela
Enquanto aperta a fivela

No tempo da outra senhora
Não havia oposição
E agora? Ninguém percebe quem são.
Do que ontem era ideia
P`ra curar desgraça alheia
Hoje só resta a desculpa
E o ónus dessa culpa
Que com tanta parceira
Ainda acaba solteira

A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita

Dizia a outra senhora
“Orgulhosamente sós!”
E agora? Em que Europa estamos nós?
Cotas na agricultura
Défice cravado na cintura
A factura por cobrar
Subsídios que gastámos
Dinheiro que esbanjámos
E que havemos de pagar

A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita

A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita



publicado por olhar para o mundo às 00:30 | link do post | comentar

Domingo, 25 de Março de 2012

Luisa Sobral fala sobre o programa Ídolos

Luísa Sobral, que editou o seu disco de estreia no ano passado, foi uma das concorrentes da edição de 2003 de «Ídolos». O programa televisivo regressa este domingo à SIC, mas a cantora confessa-se saturada de um formato "feito para o público e nunca para o artista".


"Participar no «Ídolos» foi uma experiência engraçada. Musicalmente não acredito que me tenha trazido muito, mas vendo e analisando as minhas prestações percebi que ainda tinha muito para trabalhar", contou Luísa Sobral ao SAPO Música na passada sexta-feira, dia em que, além de ter sido entrevistada na redação, foi a editora convidada de março e participou num chat com os utilizadores.

 

Para a autora de "The Cherry on My Cake" (2011), a passagem pelo concurso encorajou-a a apostar mais na formação musical: "Comecei a pensar «Estaria pronta para gravar um CD agora?». E percebi que não estava, mesmo! «Então como é que posso estar pronta para fazer isso? Tenho de ir explorar a minha musicalidade»". O que seguiu foram vários anos em Boston, nos EUA, e um contato mais próximo com a música na Berklee College of Music, onde terminou a licenciatura em 2009.

 

O impulso para este investimento é o melhor que Luísa guarda da experiência no «Ídolos». "Não me trouxe muito mediatismo. As pessoas esquecem-se de nós muito rapidamente porque vem logo uma Susana qualquer na próxima temporada. É assim...", constata.

 

Se em 2003 sentiu curiosidade pelo formato, hoje mostra-se menos intrigada: "Acho que fazem demasiados concursos destes. A ideia satura, já é demais. Nem sequer é preciso uma pessoa dar uma opinião, basta olhar para o que se passou e pensar: alguém que esteve naquele programa tem agora uma carreira a que as pessoas deem valor, que tenha notoriedade e que seja considerado um grande músico português? Não há ninguém. Basta olhar, ver isso e perceber que aqueles programas são feitos apenas para o público e nunca para o artista", observa.

 

Via Sapo Música



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