Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Tim a solo no Cinema-Teatro Joaquim AlmeidaTim a solo no Cinema-Teatro Joaquim Almeida

Tim actua a solo no dia 04 de Fevereiro no Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida no Montijo. 

O vocalista dos Xutos & Pontapés apresenta temas da mítica banda portuguesa, êxitos a solo e o repertório gravado com Vitorino, Celeste Rodrigues, Mário Lagina e Rui Veloso no seu último álbum “Companheiros de Aventura”. 

“Hora das Gaivotas”, “Voar”, “Bola de Trapos” ou “Ilha” são temas que certamente marcarão presença num espectáculo que se quer intimista e intenso.

Os bilhetes já estão a venda e custam entre 15 e 8 euros.

 

Via HardMúsica



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Tour de apresentação do disco d'A Naifa percorre teatros do país

Já estão confirmadas algumas datas da tour que levará a música d’A Naifa aos palcos de vários teatros portugueses, entre março e maio de 2012. A digressão passará por Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Portimão, Ílhavo, Caldas da Rainha, Arcos de Valdevez, Loulé, Almada e Açores.


Depois da tour realizada em 2010, a banda de Luís Varatojo (guitarra portuguesa) e Maria Antónia Mendes (voz), que conta agora com Sandra Baptista (baixo) e Samuel Palitos (bateria), volta a pisar os palcos de vários teatros portugueses para apresentar as músicas do seu novo álbum de originais«não se deitam comigo corações obedientes».

 

O novo disco tem 11 canções, compostas a partir de textos de Adília Lopes, Ana Paula Inácio, Margarida Vale de Gato, Maria do Rosário Pedreira e Renata Correia Botelho. Ilustram o disco imagens selecionadas das diversas propostas chegadas, na sequência do desafio lançado pela banda a artistas plásticos, gráficos, ilustradores, fotógrafos, etc.

 

O álbum «não se deitam comigo corações obedientes» será inicialmente disponibilizado em edição online durante o mês de fevereiro, e só terá edição física no início de março, com venda exclusiva nos locais dos concertose chegando às lojas no final do mês de março.

 

Espreitem aqui as primeiras imagens e sons deste novo álbum d'A Naifa:


 

 

TOUR «não se deitam comigo corações obedientes»

 (Datas Confirmadas)

2 março – Arcos de Valdevez – Casa das Artes

3 março – Braga – Theatro Circo

7 março – Lisboa – Teatro S. Luiz

9 março – Coimbra – Oficina Municipal de Teatro

17 março – Portimão – Teatro Municipal

31 março – Caldas da Rainha – Centro Cultural e de Congressos

7 abril – Ílhavo – Centro Cultural

12 abril – Porto – Casa da Música

14 abril – Loulé – Cineteatro Louletano

20 abril – Almada – Teatro Municipal

5 maio – Faial – Cineteatro

 

Via Sapo Música



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Depois do sucesso do seu último trabalho editado em 2007 com o título de “Voo Nocturno”, Jorge Palma prolonga por esta altura a sua já longa carreira com o lançamento de “Com todo o respeito”, o seu 13º álbum de originais que vem para o mercado com a promessa de satisfazer as delícias de todos os apreciadores de boa música portuguesa. 

 

Constituído por 14 temas compostos na sua totalidade por Jorge Palma, “Com todo o respeito” surge com todas as características singulares que tornaram o cantor e compositor lisboeta tão famoso por terras lusas. Tal como o já muito divulgado single “Página em Branco”, grande parte dos temas do disco têm por tema o amor. Com a magia poética das letras e o toque das melodias mais ou menos mexidas onde o som do piano está sempre presente, Jorge Palma mostra-se neste conjunto de músicas muito igual a si próprio.

 

Como não poderia deixar de ser, o carácter desinibido, irreverente e contestatário de Jorge Palma está também muito presente neste seu novo trabalho.”Com todo o respeito” é de resto também o título de uma das canções do disco, uma dura crítica com toques de música country a uma sociedade onde o abismo entre pobres e ricos tende a crescer de dia para dia perante o olhar passivo de toda a população. 

 

No seu conjunto, “Com todo o respeito” é um retrato fiel da qualidade artística daquele que é seguramente um dos maiores criadores de canções da actualidade no contexto nacional. Para além das esbeltas melodias a que nos vem habituando desde o seu primeiro álbum de 1975 intitulado “Com uma Viagem na Palma da Mão”, este disco tem acima de tudo como grande trunfo um conjunto de letras que pelo seu teor mais ou menos abstracto, mais ou menos alegre, ganham a capacidade de transmitir uma agradável sensação de prazer a quem tem a oportunidade de as escutar. 

 

Já à venda nos locais habituais, “Com todo o respeito” de Jorge Palma é uma bela demonstração de que a música portuguesa é merecedora da atenção de um público que parece estar cada vez mais apostado em aplaudir apenas os artistas estrangeiros.

 

Via HardMúsica



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Letra
Novo Fado de Severa
 Dulce Pontes 
Ó Rua do Capelão 
Juncada de rosmaninho
Se o meu amor vier cedinho
Eu beijo as pedras do chão
Que ele pisar no caminho

Carrego o destino marcado 
Desde a hora em que te vi
Ó meu amor adorado
Viver abraçado ao fado
Morrer abraçada a ti



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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

 

Maria João & Ogre apresentam álbum de estreia em Torres Novas

 

 

 

Maria João & Ogre levam até Torres Novas, JÁ no próximo Sábado, o seu primeiro o álbum.

 

“O projecto Ogre nasce da criatividade de cinco músicos de competências e universos sonoros distintos construindo um todo coerente e indefinível”, informa o comunicado divulgado à imprensa. “O que surge deste encontro promíscuo é algo de estranho e mágico, que, afinal, vive do imaginário de cada um.”


A cantora de jazz Maria João dá a voz, João Farinha e Júlio Resende encarregam-se dos pianos e teclados, a bateria fica a cargo de Joel Silva e a electrónica de André Nascimento e dessa combinação nasce este“gigante devorador de várias línguas musicais.”


“Electrodoméstico”, o trabalho de estreia deste grupo, tem como objectivo “servir a música”, e reúne “composições próprias e temas forasteiros”.

 

Este espectáculo, que está inserido no Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz, terá lugar no Teatro Virgínia, pelas 21:30, de dia 04 de Fevereiro. Os bilhetes têm o valor de 7,5 euros (sujeito a descontos).

 

Via HardMúsica



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Letra

 

Perdidamente 

Versão do Trovante

 

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dize-lo cantando a toda a gente!




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Letra

 

À festa, à festa, hoje à festa na aldeia

À festa, à festa, hoje à festa na aldeia

E o meu Manel já tem a caneca cheia

E o meu Manel já tem a caneca cheia

Já está quentinho à noitinha quando o acho

Já está quentinho à noitinha quando o acho

Vou dar com ele a cantar já bem borracho

Vou dar com ele a cantar já bem borracho

 

Ref....

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

E bota acima e bota abaixo

E bota acima, que já está tudo borracho

E Bota acima e bota abaixo

E Bota acima, que já está tudo borracho

 

Sábado à noite, é sempre o mesmo fadinho

Sábado à noite, é sempre o mesmo fadinho

Pois não há homem que não se encha do verdinho

Pois não há homem que não se encha do verdinho

A meio da noite bem espremido está o cacho

A meio da noite bem espremido está o cacho

E todos cantam a cantiga do borracho

E todos cantam a cantiga do borracho

 

Ref....

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

E bota acima e bota abaixo

E bota acima, que já está tudo borracho

E Bota acima e bota abaixo

E Bota acima, que já está tudo borracho

 

Ai maridinho não me importa que tu bebas

Ai maridinho não me importa que tu bebas

Desde que me ligues à noitinha quando chegas

Desde que me ligues à noitinha quando chegas

Mas cais na cama e dormes que é um relaxo

Mas cais na cama e dormes que é um relaxo

E Quando acordas tu ainda estás borracho

E Quando acordas tu ainda estás borracho

 

Ref.... Bis

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

Bota acima, bota abaixo

E bota acima e bota abaixo

E bota acima, que já está tudo borracho

E Bota acima e bota abaixo

E Bota acima, que já está tudo borracho

 


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Letra

 

Perdidamente 

Trovante 

 

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dize-lo cantando a toda a gente!



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Domingo, 29 de Janeiro de 2012

Festival Termómetro 2012: 6 projetos disputam final a 4 de Fevereiro

 

A temperatura não para de subir e o mercúrio vai eletrificar a grande final do Festival Termómetro, que vai ocupar a sala 114, no Porto, no dia 4 de Fevereiro, a partir das 22h30.

 

Uma noite que conta com a atuação dos Salto e dos Linda Martini.

 

Os finalistas são:

Crisis - 1ª eliminatória (Maus Hábitos, Porto)

Zurich Dada - 2ª eliminatória (Armazém do Chá, Porto)

Black Mamba Trio - 3ª eliminatória (Musicbox @ Club Offbeatz, Lisboa)

Stand Up Against Heart Crime - 4ª eliminatória (Fábrica Braço de Prata, Lisboa)

Matiti+Mama Galli - 5ª eliminatória (Teatro do Bairro, Lisboa)

Alex D'Alva Teixeira (banda selecionada entre as bandas classificadas em 2º lugar ao longo das eliminatórias)

 

Seis projetos vão disputar o primeiro lugar e a oportunidade de editar um CD com 4 temas originais, gravar um videoclip, realizar uma sessão fotográfica profissional e ganhar uma viagem para todos os elementos a Londres.

 

Henrique Amaro, radialista da Antena 3, programador, o mais dedicado divulgador de novos talentos nacionais é o excelentíssimo presidente do júri do Festival Termómetro 2012 vai ser o porta-voz da grande decisão.

 

A organização do Festival Termómetro vai ser responsável pela programação de uma das noites de receção ao campista da edição de 2012 do Festival Paredes de Coura.

 

Festival Termómetro é uma iniciativa Cego Surdo e Mudo - Produções Multimédia, Lda.

Mais informações:

http://www.facebook.com/festivaltermometro

www.termometro-online.com

 

Retirado de Sapo Música



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A quarta emissão em directo de “A Voz de Portugal” foi preenchida por muita música portuguesa e por duas actuações especiais de Áurea.

 

A cantora, que é uma das mais recentes revelações do panorama musical português, abriu o espectáculo acompanhada pelas candidatas Teresa Santos (cuja mentora é Mia Rose) e Joana Jorge (da equipa dos Anjos), e encerrou os momentos musicais com uma interpretação a solo do seu tema “Okay Alright”.

 

As doze vozes em competição esta noite (três de cada mentor) foram as que sobreviveram à segunda gala do programa, e delas quatro despediram-se hoje da corrida pelo título d'A voz de Portugal: Inês Martins (Mia), Sílvia Silva (Paulo Gonzo), Sara Henriques (Anjos) e Celeste Cortez (Rui Reininho).

 

No que respeita aos temas interpretados, o repertório foi, mais uma vez, variado e demonstrou a versatilidade das vozes, com os concorrentes a levarem consigo para o palco canções tão díspares como o clássico “The Best”de Tina Turner e “Everything” de Michael Bubblé. E houve ainda cinco canções portuguesas – dos The Gift, Entre Aspas, Rui Veloso, Clã e Amor Electro –, fazendo com que esta se tenha tornado, até ao momento, a gala com mais música nacional.

 

As actuações foram, na sua maioria, seguras, mas muitas delas estiveram longe de estarem tecnicamente perfeitas e a tantas outras faltou, por vezes, a emoção ou a entrega necessárias para que a canção continuasse a ecoar nas nossas cabeças pelo resto da noite.

 

Uma das falhas técnicas que marcou esta gala foi o deslize na letra da canção interpretada por Daniel Moreira (da equipa de Mia). Sobre esse momento, Paulo Gonzo disse o seguinte ao Hardmusica: “os concorrentes sentem cada vez mais a pressão, a carga emocional é maior e os nervos atrapalham os breves minutos que eles têm para mostrar tudo aquilo que valem, mas, nesta fase do concurso, têm de estar preparados para lidar com isso.” O cantor realçou ainda que “num concurso como este não são desculpáveis deslizes, porque o objectivo é reunir qualidades como a voz, técnica e postura, mas também o saber controlar os nervos em cima de um palco.”


Ao Hardmusica foi difícil conseguir declarações claras de Rui Reininho sobre “A Voz de Portugal”, as galas em directo e os concorrentes, mas, ainda assim, conseguimos saber que apesar de achar que os candidatos estão “a subir”, as galas “estão a tornar-se cada vez mais tristes”, pelas saídas dos concorrentes.


Disse também estar contente com a sua equipa - “têm feito um esforço fantástico” - e que dela fazem parte“músicos que sabem tocar e cantar”.


Quanto à prestação dos próprios mentores, há um destaque que é impossível não ser feito: nas galas que existiram até à data, os Anjos foram os únicos a fazer apreciações técnicas das actuações (seja de elementos da sua equipa ou não), não se restringindo a monossílabos como “maravilhoso”, “fantástico” ou à típica expressão “estiveste bem”. 


“É esse o nosso trabalho”, disseram. Os irmãos Rosado afirmaram que “faz todo o sentido” fazerem comentários técnicos e que o facto de serem os únicos a fazê-lo “demonstra que os mentores são todos diferentes, desde o irreverente Reininho ao Paulo Gonzo com uma postura mais contida, que começou com uma imagem mais dura, mas que tem optado por uma abordagem mais suave.”


Para os Anjos, “nesta fase do programa todos eles são muito bons” e, por isso, são da opinião de que é necessário estar o mais atento possível aos detalhes. Até porque o verbalizar, actuação após actuação, os aspectos que tornaram uma melhor ou pior, justifica, pelo menos em parte, perante o público, a decisão dos mentores quanto ao salvamento de um membro da sua equipa. “O programa é, nesta fase, feito por pequenos pormenores e é preciso expô-los”, defenderam.

 

Algo a que o público em casa não assistiu foi que, instantes antes da escolha do membro a salvar por parte dos Anjos, Piet-Hien Bakker, o produtor do programa, dirigiu-se até aos irmãos Rosado para uma breve troca de palavras. Quase de seguida, a dupla anunciou que salvaria Carla Ribeiro.

 

Ficámos a saber que todos os mentores têm acesso constante aos resultados momentâneos das votações por telefone e, ao Hardmusica, os Anjos assumiram: “entre outras coisas, essa é uma informação que o Piet-Hien nos dá”. Mas disseram também que esse momento não teve qualquer influência na sua decisão.

 

Confessaram que estavam indecisos entre dois candidatos, Ricardo Oliveira e Carla, mas apesar de considerarem o Ricardo “fabuloso”, foi a prestação de Carla que, para eles, foi a surpresa: “A Carla marcou pela diferença e o facto de a termos salvo foi um prémio que lhe quisemos dar”, explicaram.

 

Os irmãos Rosado sublinharam que “há uma série de factores que pesa na decisão e uma mera indicação que a produção dá numa determinada altura da votação ajuda, mas apenas quando temos grandes cantores que actuam mal” e acrescentaram que “as votações valem o que valem apenas em dada altura e depois podem não significar nada em termos de resultado final”.

O Hardmusica tentou conversar com Piet-Hien sobre esta questão, mas ao jornal foi dito, por parte da assessoria de imprensa da RTP, que tal não seria possível.

 

Para a próxima semana, haverá mais mais música, mais dança, mais espectáculo e, esperemos, felizes surpresas.

 

Via HardMúsica



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Letra

 

Jura

 

Jura que não vais ter uma aventura
Dessas que acontecem numa altura
E depois se desvanecem
Sem lembrança boa ou má
E por isso mesmo se esquecem

Jura que se tiveres uma aventura
Vais contar uma mentira
Com cuidado e com ternura
Vais fazer uma pintura
Com uma tinta qualquer
Que o ciúme é queimadura
Que faz o coração sofrer

Jura que não vais ter uma aventura
Porque eu hei-de estar sempre à altura
De saber
Que a solidão é dura
E o amor é uma fervura
Que a saudade não segura
E a razão não serena
Mas jura que se tiver de ser
Ao menos que valha a pena



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Depois de uma “experiência em 2008 um bocadinho precipitada para a qual não estava bem preparado”, Ricardo Soler volta este ano a tentar a sua sorte no Festival da Canção com a ambição de voar muito para além do quarto lugar conquistado por essa altura.  “Mais maduro e com uma outra forma de ver a realidade”, o cantor de 26 anos reitera a vontade de“fazer as coisas de maneira diferente” e promete dar o seu melhor naquele que será mais um grande desafio na sua carreira.


É exactamente com a intenção de “limpar a imagem menos positiva deixada com a participação no Festival da Canção de 2008” que Ricardo Soler decidiu embarcar nesta edição de 2012 deste prestigiado concurso. Ainda que convicto das suas capacidades, o jovem artista faz questão de destacar a importância de trabalhar neste projecto ao lado de Nuno Feist, compositor sorteado para construir a música com que Ricardo irá concorrer. “Tive muita sorte em ficar com o Nuno, é uma pessoa que eu admiro imenso e com quem já trabalho há alguns anos”, reconheceu.


Numa conversa tida com o Hardmusica durante a tarde de 27 de Janeiro no sempre agradável Jardim da Estrela, Ricardo Soler confessou que apesar da obrigatoriedade de entrega da maquete da música no prazo máximo de 05 de Fevereiro, a concepção desta canção “está ainda numa fase embrionária”. “Será cantada em português e terá como base o piano. O Nuno quer uma canção que explore a minha voz ao extremo, que vá desde o meu registo mais grave ao mais agudo, mas nesta altura ainda é impossível dizer se será uma balada ou um ritmo mais mexido”, confidenciou o cantor.


E por tudo o que já deu a conhecer ao público tanto em participações em programas televisivos como a Operação Triunfo ou em teatros musicais como o “West Side Story” de Filipe La Féria, voz e talento não lhe faltam. Também Nuno Feist tem já provas dadas por estas paragens, tanto através da participação no Festival da Canção em 1985 ao lado do seu irmão Henrique como pelas músicas que compôs desde então para várias edições do concurso, três das quais em parceria com o poeta Nuno Marques da Silva, que também será responsável pela letra da canção deste ano.

 

Mas ainda que perante bases tão sólidas, Ricardo Soler recusa-se a sonhar alto demais e prefere focar-se em“fazer um bom trabalho, construir uma boa canção, interpretá-la da melhor forma possível e só depois pensar no passo seguinte”. Apelando à sua experiência internacional conquistada com as participações em dois festivais na Turquia e na Bulgária em 2004 e 2005, o cantor português reconhece que na Europa “o patamar de exigência é muito mais elevado” e que acima de tudo é “uma grande responsabilidade”.


Sem se considerar preparado por enquanto para a gravação de um álbum de originais, o cantor que também exerce a profissão de enfermeiro mostra-se sereno e confiante perante esta “grande aventura”.

Resta agora esperar que tudo corra pelo melhor nesta final do Festival da Canção do próximo dia 10 de Março, onde Ricardo vai ser o primeiro dos 12 candidatos a actuar sempre tendo como objectivo chegar ao tão desejado Festival da Eurovisão, decorrido este ano na cidade de Baku, no Azerbeijão.

 

Via HardMúsica



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Sábado, 28 de Janeiro de 2012

 

Letra

 

Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
A cada despedida eu vou te amar 
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar

E cada verso meu será pra te dizer 
Que eu sei que vou te amar 
Por toda a minha vida

Eu Sei que vou chorar 
A cada ausência tua eu vou chorar,
Mas cada volta Tua há de apagar
O que essa ausência tua me causou

Eu sei que vou sofrer 
A eterna desventura de viver a espera 
De viver ao lado teu 
Por Toda a minha vida. 



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BURAKA SOM SISTEMA
A diversidade só chega às pessoas se as mobilizar e se as convidar a ela aderir. Se for projetada para fora do objeto artístico, redesenhando fronteiras estéticas que rompam com habituações estáticas e que conduzam a novos lugares de reconhecimento mútuo.
Os Buraka Som Sistema são um excelente ícone desta abertura cultural ao outro que estrutura a ação da Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, em 2012. Importaram algo que, sendo diverso, é também parte da nossa identidade enquanto povo, trazendo o kuduro de África para o país da Europa que também traz África no coração, resgatando a abstração de classificações etnograficamente centradas, como a de músicas do mundo, para dar um novo significado ao que podem ser estas músicas, em 2012, na contemporaneidade cosmopolita e identitária de Guimarães. 

Nascidos na Buraca, Amadora, em 2005, nestes seis anos de projeção nacional e crescente afirmação internacional, os Buraka têm sido unanimemente reconhecidos como uma lufada de ar fresco no panorama musical nacional e como o instrumento mais dotado, à parte o universo do fado, para abrir o ecossistema musical nacional ao mercado internacional. Nesta visita a Guimarães 2012, os Buraka vão, revisitando os três álbuns anteriores, apresentar o recém-lançado último trabalho “Kumba”.
Retirado de Guimarães 2012


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António Pinho Vargas vence prémio José Afonso

 

O compositor e pianista António Pinho Vargas congratulou-se com o prémio José Afonso, com que foi distinguido na quinta-feira, sobretudo pelo significado «afectivo», tendo em conta o que representa e representou aquele cantor, escreve a agência Lusa.

«Em Portugal não há muitos prémios no campo musical, e quando há prémios gerais é raro irem parar a músicos, por isso eu fico muito contente, porque qualquer prémio é um acto de apreço, de reconhecimento e de generosidade por parte de quem o dá», afirmou António Pinho Vargas em declarações à Lusa.

O duplo álbum «Solo II», de António Pinho Vargas, foi distinguido por unanimidade com o Prémio José Afonso 2010, atribuído pela Câmara Municipal da Amadora, conforme anunciou a autarquia na quinta-feira.

Para o compositor, é «particularmente grato que o prémio ostente o nome José Afonso».

«Tem um certo significado para mim do ponto de vista afectivo, face ao que ele representa ainda hoje e ao que representou no passado», disse.

Para António Pinho Vargas, José Afonso era «um homem atento ao mundo», algo que o compositor também tenta ser.

«O mundo mudou e, se calhar, se [José Afonso] não tivesse morrido tão cedo, as posições dele também teriam mudado. Mas a memória que nós guardamos dele é suficientemente bonita, da música, das letras, do papel que teve do ponto de vista simbólico na luta contra o antigo regime anti-democrático. É-me muito grato ter um prémio que se chama José Afonso», afirmou.

O CD de António Pinho Vargas, editado em 2009 e que inaugurou a editora discográfica David Ferreira Iniciativas Editoriais, foi o escolhido de um conjunto de 11 finalistas, cuja lista o júri divulgou pela primeira vez.

Segundo nota da autarquia, foram ouvidos «mais de 150 álbuns editados em 2009» dos quais se seleccionou um grupo de 11, tendo sido escolhido por unanimidade o de António Pinho Vargas.

«O duplo CD "Solo II" representa um ponto alto na carreira de António Pinho Vargas, autor de uma obra ímpar que admite várias influências, entre as quais a de José Afonso, a quem aliás o pianista e compositor homenageia neste disco através da sua visão muito pessoal do tema "Que amor não me engana"», justificou o júri.

 

 

Retirado de Iol Música



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Letra

 

I woke and you were there
beside me in the night.
You touched me and calmed my fear,
turned darkness into light.

 

I woke and saw you there
beside me as before.
My heart leapt to find you near
to feel you close once more.


To feel your love once more.

Your strength has made me strong.
Though life tore us apart
and now when the night seems long
your love shines in my heart
Your love shines in my heart.



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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

 

Letra

 

Não me venhas dizer o que é certo ou errado
Não me venhas mostrar que o caminho é mais ao lado
Não me faças sentir que sozinho não sou capaz
Nem me dês a entender que a minha vida só anda pra trás

haja o que houver, vai ser sempre como eu quis
Venha quem vier o que eu vou ser ninguém me diz
Haja o que houver

Não me venhas dizer que o que faço e banal
não te cabe a ti julgar sou como sou afinal
Não me faças sentir que sozinho não sou capaz
Nem me dês a entender que a minha vida só anda pra trás

Haja o que houver, vai ser sempre como eu quis
Venha quem vier o que eu vou ser ninguém me diz
Haja o que houver



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“Mi Casa Es Tu Casa” ‘invade’ amanhã Guimarães 
32 CASAS DO CENTRO HISTÓRICO RECEBEM CONCERTOS

Fernando Alvim é o criador de Mi Casa Es Tu Casa, o evento que vai transformar Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura, na cidade onde a música é ambulante e chega directamente aos sótãos, casas-de-banho, salas e quintais dos vimarenses.


Aldina Duarte, António Zambujo, Luísa Sobral, Mafalda Veiga, Guta Naki, Virgem Suta e Samuel Úria são apenas alguns dos nomes que vão literalmente entrar nas 32 casas do centro histórico de Guimarães que aderiram voluntariosamente a esta iniciativa.


Das 12h às 22h, Mi Casa es Tu Casa vagueia pelas ruas da Capital Europeia da Cultura. A Fundação Orquestra Estúdio, a formação sinfónica composta por 83 músicos, constituída como eixo central de toda a programação de música clássica da Capital Europeia da Cultura, fará também parte do cortejo por volta das 12h. À 00h, a noite prolonga-se com Fernando Alvim na cabine DJ do Centro de Artes e Espectáculos São Mamede.

Bandas Confirmadas:


Aldina Duarte e António Zambujo
Anaquim
At Freddy’s House
Best Youth
Capitão Fausto
Cavalheiro
Cipriano Mesquita
Guta Naki
Luisa Sobral
Mafalda Veiga
Marta Hugon
Nick Nicotine
Nuno Prata
Paulo Praça
Samuel Úria
Sandy Kilpatrick
Trio Pagú
Virgem Suta
We Trust  

 

Retirado de Noticias de Guimarães 

 

o Evento é no dia 28 de Janeiro



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Dead Combo levam «Lisboa Mulata» à Aula Magna

 

O quarto disco de originais dos Dead Combo, a dupla de "bandidos" mais irreverente da música portuguesa, já tem destino marcado. "Lisboa Mulata" sai à rua e salta das aparelhagens para o palco da Aula Magna em Lisboa, a 3 de maio.
 
Tó Trips e Pedro Gonçalves criaram, com este disco, a sua banda sonora de uma Lisboa multicultural e urbana com a ajuda de amigos como Marc Ribot, Alexandre Frazão, Sérgio Godinho e Camané.

 

O disco foi considerado pela crítica como um dos melhores álbuns de 2011 - incluindo pelo SAPO Música -, estando também nomeado para o prémio de autores da SPA na categoria de melhor disco do ano.

 

Agora a Mulata vira-se para os palcos e prepara a estreia dos Dead Combo numa das mais prestigiadas salas de Lisboa, a Aula Magna, no dia 3 de maio pelas 22 horas. Este espetáculo contará com a presença de convidados especiais, que serão anunciados brevemente.

 

Até lá, a “Lisboa Mulata” passará por Estarreja, Cineteatro (4 de fevereiro); Almada, Teatro Municipal (25 de fevereiro); Vila Real, Teatro Municipal (24 de março) e Coimbra, Teatro Gil Vicente (30 de março).

 

"Atrasados para a Aula", o primeiro teaser do concerto na Aula Magna:

 

Via Sapo Música



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Caro Pedro,

 

Não me conheces de lado nenhum mas vou-te tratar por “tu”, pode ser? Desculpa lá a lata, mas quando se é fã de alguém gostamos de pensar nessa pessoa como um amigo.

 

Tenho 32 anos, tenho uma mulher e um filho lindo, e sou teu fã, desde o “Viagens” em 94, desde os 14 portanto.

Aos 14 anos, arrastava os meus pais para os teus concertos, e eles lá iam, contentes por dar esta oportunidade ao filho e acabaram por se tornar também fãs.

 

Aos 14 anos percebi que, na companhia dos Bandemónio, tinhas revolucionado a maneira de fazer e vender música em Portugal e isso marcou-me.

 

Antes de continuar, gostava de te mostrar uma coisa:

Discos de Pedro Abrunhosa

 

Falta aqui o “Tempo”, o livro “F” e o único bilhete que guardei dos vários concertos teus a que assisti, o inesquecivel primeiro Coliseu de Lisboa dos Bandemónio (estes dois últimos itens por ti autografados). Faltam aqui na foto, porque ficaram encaixotados/perdidos na última mudança de casa.

 

Como vês tenho todo o teu trabalho discográfico

 

Voltando à minha história: Por volta dos 16 passei a ser DJ na Escola Secundária e até aos 18 os teus (meus) discos foram passando naquelas colunas ranhosas que conseguimos arranjar a muito custo.

 

Aos 18 entro na faculdade, onde voltei a ser DJ na rádio, e além disso passo a ser DJ em bares locais, função que desempenhei durante uns 4 anos. Nessa altura, a muito custo, comprei a meias com um amigo um gravador de CDs (de 2 velocidades) pela módica quantia de 130 contos. Os teus e os outros originais que tinha passaram a ficar em casa, sossegados para não se estragarem, porque eram valiosos demais para andar a “levar porrada” todos os dias nos bares. Bares esses que pagavam, e justamente, a respectiva licença de direitos de autor. Cheguei a ter uma rusga policial que me acompanhou a casa no sentido de verificar que os originais existiam. Tudo ficou resolvido! Sem problemas.


Fui o primeiro DJ do meu grupo da altura que teve um controlador de MP3 para ligar ao computador e passar música dessa forma. Os CDs rapidamente foram substituídos por ficheiros.

 

Faz scroll lá acima e revê a foto. Não te esqueças que sempre tive os originais.

 

Entretanto ganhei juízo, deixei a noite, e sou agora um pacato cidadão que compra tudo o que é nova música portuguesa, porque gosta dela, porque cresceu a ouvi-la, e fez crescer outros a ouvi-la, nos bares, e agora em casa, em que o CD preferido do meu filho de 3 anos é dos Clã e não do Noddy!

 

Actualmente a tua música está numa coisa chamada iTunes. A última vez que peguei nos teus discos, exceptuando hoje para tirar a foto, foi para aí há 3 ou 4 anos quando decidi passar a ouvir música apenas em suportes não físicos. Não te esqueças do que referi em cima, continuo a comprar discos como se não houvesse amanhã, simplesmente a primeira coisa que faço quando chego a casa, vindo da FNAC, é passar o CD para o iTunes, e o primeiro, precioso CD, de colecção, vai para a estante, de onde sai ocasionalmente para ver o livro, e mostrar aos amigos.

 

Custa-me a conseguir entender onde está a ilegalidade, o “grave prejuízo” para ti, o autor, de ter decidido guardar os originais e mostrar a tua música ao mundo, quando era DJ, e aos meus, agora, num suporte diferente daquele em que o comprei.

 

Por esta altura já deves ter percebido porque te escrevo esta carta aberta.

 

Isso mesmo, é sobre o Projecto de Lei 118, sobre o qual tu subscreveste um abaixo-assinado, publicado no site da SPA, e que diz:

“Considerando que a Lei da Cópia Privada ainda em vigor está desajustada da realidade com graves prejuízos para os titulares de direitos, os autores e editores abaixo-assinados exigem uma rápida revisão da referida Lei que contemple remunerações sobre os suportes, aparelhos e dispositivos de armazenamento digitais que são actualmente, ou venham a ser no futuro, utilizados para a cópia privada das obras protegidas.”

Só vou dar uma explicação sobre o assunto, porque não te quero maçar com informação que podes, e deves, analisar a fundo para perceberes bem aquilo pelo qual estás a dar a cara.

 

Estamos a falar não de “suportes (…) que são (…) utilizados para a cópia privada” mas sim de TODOS os suportes que sejam OU NÃO utilizados para a cópia privada.

 

Mais! Não sei como é que a SPA te vendeu isto, mas esta lei não tem rigorosamente NADA a ver com pirataria. Tem a ver com taxar quando eu compro o teu CD e o ponho no iTunes para facilidade de audição PESSOAL.

 

Este projecto lei não é apenas imoral, diria mesmo que roça o inconstitucional. Imagina agora o que era cobrarem-te uma taxa quando compras um cachecol porque podes, eventualmente, um dia, por acaso, lembrares-te de asfixiar alguém com o mesmo.

 

Eu não quero acreditar que aquele artista que tanta vez me fez mandar foder políticos e políticas erradas e corruptas, que me fez mandar foder as prácticas cujo única finalidade são os interesses de poucos versus o interesse comum, assinou e susbcreve esta barbaridade.

 

O homem que juntou na Costa da Caparica uma geração que lutou contra a injustiça dos aumentos da Ponte 25 de Abril, vem agora subscrever esta imoralidade. Estou desapontado contigo, pá! Tu não eras esta pessoa!

Mas tenho esperança.

 

Pedro, estou convicto de que apenas subscreveste este abaixo-assinado porque não foste devidamente informado do Projecto Lei. Venderam-te o conto do vigário, de que isto tem a ver com a pirataria, quando não é verdade.

 

Pedro, sei que vais ter o bom sendo de analisar o Projecto Lei e aquilo que ele realmente representa, bem como o ponto de vista da população sobre o mesmo.

Aprece-me dizer:

Há lobbies na Indústria Fonográfica
Querem fazer passar uma lei pornográfica
E eu e tu o que é que temos de fazer?
(…)

Isso!

O teu, ainda, fã:

Marco Almeida

 

Retirado de 

Wonderm00n



publicado por olhar para o mundo às 09:02 | link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Letra

 

Portugal, coitado de ti!
Estás doente, és mal tratado!
Qual será o teu fim?
És cada vez mais desprezado.
O teu povo está tão mal,
Quase sem força para viver;
Este caminho é fatal,
Há quem não tenha o que comer.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.
Cantem comigo, em Português!
Parados não podemos ficar,
Portugal é o nosso País,
Por ele temos que batalhar.
Portugal confia em mim,
Não te deixes enganar!
Há quem nada sinta por ti,
Há quem nunca deixou de te amar.
Tenho orgulho em ser Português,
Sinto o calor do nosso fado,
O soar de uma guitarra
Que por nós é tão amado.



publicado por olhar para o mundo às 08:56 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
Hot Clube retoma o jazz após dois anos de ausência

 

Há alegria no Hot DR (Francisco Fatela/Hot Clube de Portugal)
Depois de uma pré-abertura em Dezembro para celebrar o regresso, o Hot Clube de Portugal, em Lisboa, retoma hoje a programação regular: o clube de jazz, agora em nova casa após um incêndio destruir a anterior, propõe, até Março, actuações do septeto da casa, de Mário Laginha ou de João Paulo Esteves da Silva. A partir de agora, funcionará semanalmente e sem interrupções.

Durante três noites no final de Dezembro, o Hot assinalou a reabertura num novo espaço - mas na mesma Praça da Alegria, no n.º 48 -, dois anos após a casa onde esteve décadas ter sido destruída num incêndio. Foram três noites de apresentação mas agora é que o mais antigo clube de jazz da Europa volta à actividade quotidiana.

 

Esta quinta-feira, abre portas para o primeiro de três dias de atuações do Septeto do Hot Clube, do qual fazem parte Claus Nymark, os irmãos Pedro, João e Bernardo Moreira, Bruno Santos, André Machado e João Hasselberg.

 

Em Fevereiro, destaque para a atuação da cantora Elisa Rodrigues (dias 9 e 10), acompanhada do pianista Júlio Rodrigues, do contrabaixista Cícero Lee e do baterista Bruno Pedroso, com quem apresentará o álbum de estreia “Heart Mouth Dialogues”, recentemente editado. Mário Laginha regressa ao Hot entre 16 a 18 de Fevereiro em formato trio, com Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Já o guitarrista Nuno Costa apresentará no clube, de 22 a 25 de Fevereiro, o álbum “All Must Go”, pela editora portuguesa Tone of a Pitch.

Na programação de 2012, o Hot reserva as terças-feiras para “jam sessions” e as quartas são dedicadas sobretudo a concertos dos alunos da escola de jazz com a Big Band do clube.

 

São os primeiros dias do resto da vida do clube de jazz alfacinha: o novo espaço é maior, tem camarins, mais casas de banho, um pátio arborizado, equipamento de som remodelado e um piano novo. Abre das 22h às 02 (excepto domingo e segunda), com concertos às 23h e 00h30

A cave onde funcionava antigamente, no número 39 de um prédio na Praça da Alegria, ficou destruída num incêndio a 22 de Dezembro de 2009, danificando algum espólio e obrigando ao cancelamento de toda a programação. O edifício foi demolido, mantendo-se apenas a fachada e, em 2010, a câmara de Lisboa aprovou a cedência de um espaço para o clube de jazz, num prédio vizinho na Praça da Alegria. Em Dezembro, a autarquia entregou as chaves do novo edifício ao HCP e transferiu cerca de 200 mil euros para a direção do clube fazer as obras de remodelação do novo espaço e começar a programar.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 21:37 | link do post | comentar

 

letra

 

Queria saber até onde posso ir
Queria conhecer os teus olhos e o teu sorrir
Aprender contigo aquilo que não sei
Perguntar como amigo o que nunca perguntei
E saber se existe amor entre nós
Não quero ser, não sou capaz
De ser mentira e aliás toda a verdade é que não sei até onde posso ir



publicado por olhar para o mundo às 17:53 | link do post | comentar

Tentem não piratear, comprem o albúm/livro e estarão a ajudar! O lucro integral do Cd/ Livro reverte para "Ajuda-me a Ajudar! www.ajudameaajudar.org

 

Letra

 

Só nós dois é que sabemos
O quanto nos queremos bem
Só nós dois é que sabemos
Só nós dois e mais ninguém
Só nós dois avaliamos
Este amor, forte, profundo...
Quando o amor acontece
Não pede licença ao mundo.

Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece o que vai na rua
Vem ser minha, eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta.

Só nós dois é que sabemos
O calor dos nossos beijos
Só nós dois é que sofremos
As torturas dos desejos
Vamos viver o presente
Tal-qual a vida nos dá
O que reserva o futuro
Só Deus sabe o que será.



publicado por olhar para o mundo às 13:15 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O músico Tiago Bettencourt apresenta a partir de Fevereiro, em três palcos, o seu projecto “Tiago na Toca e os Poetas”, um álbum que lançou há pouco mais de um mês.

 

O músico apresenta o álbum no dia 02 de Fevereiro, às 22:00, em Cascais, no Teatro Gil Vicente, no dia seguinte em Aveiro, no Centro Cultural e de Congressos, às 22:00, e no dia 04, às 22:30, no Porto, no Hard Club.

 

“Tiago na Toca e os Poetas” reúne poemas que Tiago Bettencourt musicou no verão de 2008, entre os álbuns “Jardim” e “Em Fuga”.

 

Neste álbum, que surge acompanhado de um livro, Tiago Bettencourt canta poemas de autores portugueses como Florbela Espanca, na companhia de amigos, entre eles, Carminho e Camané.

“'Tiago na Toca' é um projecto à parte – não é um disco, ou um livro, ou uma personagem. É apenas o nome que dei ao conjunto de experiências que faço por intuição ou acaso, distintas dos meus discos de carreira”, refere o músico no texto de apresentação do projecto.

 

O disco é composto por 13 temas, entre eles, “Cavalo à Solta”, um poema de José Carlos Ary dos Santos, que Tiago Bettencourt canta com Fernando Tordo, e “X”, de Florbela Espanca, que o músico interpreta com a fadista Carminho.

 

A solo, ou com companhia, Tiago Betterncourt canta também poemas de Sophia de Mello Breyner Andersen, Alexandre O’Neill, Fernando Pessoa e David Mourão Ferreira, entre outros.

 

Além de um álbum, “Tiago na Toca e os Poetas” é também um livro, que o músico elaborou em conjunto com o ilustrador Mário Belém.

 

“O ‘Tiago na Toca’ deixou de ser apenas um álbum de música e passou a ser um objecto único, limitado, especial. Cada poema está acompanhado de um texto escrito por mim com o relato de cada gravação. O meu pai escreveu um prefácio”, refere o músico.

 

O disco/livro está à venda em exclusivo nas lojas FNAC e o lucro das vendas reverte a favor da Associação Ajuda-me a Ajudar.

 

Via HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 12:07 | link do post | comentar

 

Letra

 

À Espera de Quem Não Chega

 Pólo Norte

 

 

Talvez já soubesse que havia de surgir
O dia em que me dissesses o que eu não queria ouvir 
E só tu sabes o quanto tentei
Esse teu mundo onde eu nunca entrei

À espera de alguém que não chega
À espera de quem já não vem

Houve momentos em que quis desistir
Dei-te tudo sem nada pedir
E se às vezes errei nestas coisas de amor
Já nem sei o que é certo ou errado
Sendo assim afinal talvez seja melhor seguir 
Cada um para seu lado

À espera de alguém que não chega
À espera de quem já não vem
À espera de alguém que não chega
À espera de quem já não vem

À espera de alguém que não chega
À espera de quem já não vem
I fico à espera de alguém que não chega
E fico à espera de quem já não vem



publicado por olhar para o mundo às 08:50 | link do post | comentar

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

 

Comprem o CD. Vale a pena. O lucro integral do Cd/ Livro reverte para "Ajuda-me a Ajudar!" www.ajudameaajudar.org

 

 

Letra

 

Eu queria mais altas as estrelas,
Mais largo o espaço, o Sol mais criador,
Mais refulgente a Lua, o mar maior,
Mais cavadas as ondas e mais belas;

Mais amplas, mais rasgadas as janelas
Das almas, mais rosais a abrir em flor,
Mais montanhas, mais asas de condor,
Mais sangue sobre a cruz das caravelas!

E abrir os braços e viver a vida:
- Quanto mais funda e lúgubre a descida,
Mais alta é a ladeira que não cansa!

E, acabada a tarefa... em paz, contente,
Um dia adormecer, serenamente,
Como dorme no berço uma criança!



publicado por olhar para o mundo às 21:11 | link do post | comentar

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