Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

Letra

 

Nao há velório nem morto
Nem círios para queimar
Quando isto der prò torto
Nao te ponhas a cavar
Quando isto der prò torto
Lembra-te cá do colega
Nao tenhas medo da morte
Que daqui ninguém arreda
Se a CAP é filha do facho
E o facho é filho da mae
O MAP é filho do Portas
Do Barreto e mais alguém
As aranhas anda o rico
Transformado em democrata
As aranhas anda o pobre
Sem saber quem o maltrata
As aranhas te vi hoje
Soldado, na casamata
Militares colonialistas
Entram já na tua casa
Vinho velho vinho novo
Tudo a terra pode dar
Dêm as pipas ao povo
Só ele as sabe guardar
Vem cá abaixo ó Aleixo
Vem partir o fundo ao tacho
Quanto mais lhe vejo o fundo
Mais pluralista o acho

Os baroes da vida boa
Vao de manobra em manobra
Visitar as capelinhas
Vender pomada da cobra
A palavra socialismo
Como está hoje mudada
De colarinho a Texas
Sempre muito aperaltada
Sempre muito aperaltada
Fazendo o V da vitória
Para enganar o proleta
Hás-de vir comigo a glória
O Willy Brandt é macaco
O Giscard é macacao
O capital parte o coco
Só nao ri a emigraçao
De caciques e de bufos
Mandei fazer um sacrário
Para por no travesseiro
Dum cura reaccionário
Nao sei quem seja de acordo
Como vamos terminar
Vinho velho vinho novo
Viva o Poder Popular



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Letra

 

As sete mulheres do Minho
Mulheres de grande valor
Armadas de fuso e roca
Correram com o corregedor

 

Essa mulher lá do Minho
Que da foice fez espada
Há de ter na lusa História
Uma página doirada

 

Viva a Maria da Fonte
Com as pistolas na mão
Para matar os cabrais
Que são falsos à nação



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Os Moonspell actuam, no próximo dia 31 de Outubro, no Incrível Almadense, no âmbito da iniciativa “Incrível Halloween”, que toma conta do espaço de 29 a 31 de Outubro.


Em palco, neste concerto especial de Halloween, os Moonspell vão interpretar, na íntegra, o seu primeiro álbum, “Wolfheart” (1995), considerado pela maioria dos seus seguidores como o melhor e mais carismático álbum do grupo. Será um regresso às origens nunca antes experimentado pela banda, cujo alinhamento exclusivo criará, musical e visualmente, o ambiente que se vivia na época em que os Monnspell lançaram o seu primeiro disco.

 

Além do concerto, integra o “Incrível Halloween” um ciclo de cinema de horror (a decorrer no Cine Incrível), entre outras actividades programadas pela organização, a serem anunciadas brevemente.

 

O espectáculo tem início às 22h00. Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, custam  entre €18 (apenas concerto) e €25 (concerto + ciclo de cinema – passe 3 dias).

 

Via Sapo Música



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Domingo, 30 de Outubro de 2011

Letra

 

Ai se um dia nosso amor
For além da taprobana
Meu amor te juro em chama
Ir além do mar
Muito além do bojador

 

Ai se um dia esta galera
For além das investidas
Para lá de Adamastores e tormentas
Ficam terras prometidas
Prometidas sobre as águas

 

Mas tem cuidado com os velhos do Restelo
Que lançam medos e perigos em novelo
Que empurram muito mais pró fundo

 

Se algum dia der à costa
Da tal ilha dos amores
Nem as nunfas nem o rufo dos tambores
Rufam mais que o teu amor
Investido sobre as águas

 

Se algum dia der ao largo
Dessta Terra prometida
Peço mais que engenho e arte
Para que sejas sempre livre de resgate,
Vãs doutrinas e de sauqe

 

Mas tem cuidado com os velhos do Restelo
Que lançam medos e perigos em novelo
Que empurram muito mais pró fundo


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GNR celebram 30 anos de carreira nos Coliseus

Os GNR celebram 30 anos de carreira mas a sua música continua viva junto do público português que não enjeita recordar as músicas de Rui Reininho e companhia.

 

A banda regressa aos Coliseus de Lisboa e Porto para dois concertos (12 de novembro no Coliseu do Porto e dia 19 de novembro no Coliseu de Lisboa) que prometem ser inesquecíveis.

 

Foi em 1981 que os GNR lançaram o seu primeiro single,«Portugal na CEE».

 

Desde então, não mais pararam de nos oferecer algumas das melhores canções de sempre da música Pop/Rock nacional.

 

Em 2011 comemoram 30 anos de uma extraordinária carreira, com a reedição de toda a sua discografia, o lançamento de um novo álbum, «Voos Domésticos», e os referidos concertos nos Coliseus em novembro.

 

«Voos Domésticos», o novo álbum, mais do que uma revisão da matéria dada é um rejuvenescimento das canções pop que marcaram a história da cultura pop no nosso país e uma oportunidade de conciliar gerações que cresceram com os acordes da banda portuense.

 

Videoclip de «Cais»

 

GNR 30 ANOS – «VOOS DOMÉSTICOS»


12 DE NOVEMBRO – COLISEU DO PORTO

 

19 DE NOVEMBRO – COLISEU DE LISBOA

 

22h00

Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

 

Retirado de SAPO Música



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Letra

 

A noite acabou
O jogo acabou
Para mim aqui
Quando acordar
Ja te esqueci
O filme acabou
O drama acabou acabou-se a dor
Tu sempre foste o mal actor
Fizest de heroi no papel principal
Mas representas-te e mentiste tao mal

Quem perdeu foste tu so tu
E nunca eu afinal hoje o papel principal é
Meu e so meu
Quem perdeu foste tu so tu
E nunca eu
Afinal hoje o papel principal é meu

A noite acabou
O jogo acabou pa mim aqui
Quando acordar ja te esqueci
O filme acabou
O drama acabou acabou-se a dor
Tu sempre foste o mal actor
Fizest de heroi no papel principal
Mas representas-te e mentist tao mal

Quem perdeu foste tu so tu e nunca eu
Afinal hoje o papel principal é meu
E so meu
Quem perdeu foste tu so tu
E nunca eu
Afinal hoje o papel principal é meu



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Sábado, 29 de Outubro de 2011

Letra

 

Si pudiera bajarte una estrella del cielo
lo haria sin pensarlo dos veces
porque te quiero, ay
y hasta un lucero

Y si tuviera el naufragio de un sentimiento
seria un velero en la isla
de tus deseos, de tus deseos

Pero por dentro entiende que no puedo
y aveces me pierdo...

Cuando me enamoro aveces desespero,
cuando me enamoro,
cuando menos me lo espero, me enamoro
se detiene el tiempo, me viene el alma
al cuerpo, sonrio, cuando me enamoro

(Ohh, oh, ooh, oooh)

Si la luna seria tu premio
Yo juraria hacer cualquier cosa por ser su dueño
Por ser tu dueño
Y si en tus sueños escuchas el llanto de mis lamentos

En tus sueños no sigues dormida, que es verdadero, ay
No es un sueño no

Me alegro que a veces el final no encuentres un
momento
Cuando me enamoro
A veces desespero cuando me enamoro
Cuando menos me lo espero me enamoro
Se detiene el tiempo
Me viene el alma al cuerpo

Sonrío (Sonrio)

Cuando me enamoro
A veces desespero, cuando me enamoro
Cuando menos me lo espero, me enamoro
Se detiene el tiempo
Me viene el alma al cuerpo (al cuerpo)
Sonrío (sonrío), Cuando me Enamoro

(Ohh, oh, ooh, oooh)



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Cuca Roseta atua no Dolce Vita Tejo

 

O Centro Comercial Dolce Vita Tejo acolhe a 3 de novembro pelas 21h30 um concerto da fadista Cuca Roseta.

 

A cantora sempre soube que era no fado que se iria encontrar. De um encontro fortuito com o músico, compositor e produtor argentino Gustavo Santaolalla, que já conta na bagagem com dois Óscares para Melhor Banda Sonora («Babel» e «O Segredo de Brokeback Mountain») nasceu um «caso de amor musical», nas palavras da própria fadista.

 

Como cúmplices musicais, Mário Pacheco na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal na viola de fado e Rodrigo Serrão no contrabaixo, o resultado foi o seu álbum de estreia, em nome próprio, que vai agora apresentar no Dolce Vita Tejo Stage.

 

O mesmo palco vai acolher ainda no mês de novembro atuações de Carlos Mendes (no dia 10), Ana Moura (a 17) e os Boinas e Raminhos (a 24). Em dezembro, subirão ao palco do Dolce Vita Tejo Stage Bruno Nogueira & Rui Unas (dia 1), Cebola Mol (a 8), Amor Electro (a 15) e Jorge Palma (no dia 22).

 

Videoclip de «Nos Teus Braços»


 

Retirado de Sapo Música



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Letra

Cai o dia sai da noite cai sopa no mel

Salvé Maravilha coisa linda de alegria

toca a língua no teu céu

ensaliva lá em sonhos

céu da boca nem tem dó

 

Cai o dia sai da noite sol a sol a sol

Salvé Maravilha vê meus olhos nascer dia

céu da boca é fronteira

do que é corpo e é ideia

céu da boca nem tem dó

 

toca a língua no teu céu

ensaliva lá em sonhos

 

Cai o dia sai da noite cai sopa no mel

Salvé Maravilha coisa linda de alegria

céu da boca é fronteira

do que é corpo e é ideia

céu da boca nem tem dó

 

toca a língua no teu céu

ensaliva lá em sonhos



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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011
Letra

Estás a ouvir?
Queres controlar tudo o que eu faço
E humilhas-me em frente aos amigos
E nunca ligas aquilo que eu digo
Queres tudo á tua maneira
Tu não me deixas, tentar alcançar o que eu posso ser
E só te queixas
Não dá mais, não vai voltar a acontecer

Porque eu quero é curtir
Eu quero me divertir
Quero ser eu a decidir
Eu quero viver
Eu quero ser livre para escolher
O que é melhor para mim

Tu já não vais mais controlar o que eu faço
Nem vais humilhar os meus amigos
Agora vais ouvir tudo o que eu digo
E vais fazer á minha maneira
Eu sei que posso, alcançar os meus sonhos sem nada a perder
E ser eu própria
Sem medo, e sem ninguém para me prender

Porque eu quero é curtir
Eu quero me divertir
Quero ser eu a decidir
Eu quero viver
Eu quero ser livre para escolher
O que é melhor para mim

Não vou deixar que me controles
Não é? (pois é)
Nem vou permitir que me rebaixes
Não é? (pois é)
Eu não vou parar aqui (ela não vai parar)
Se estiveres comigo grita assim

Sinto-me melhor comigo
Estou mais feliz porque fiz a minha escolha

Porque eu quero é curtir
Eu quero me divertir
Quero ser eu a decidir
Eu quero viver
Eu quero ser livre para escolher
O que é melhor para mim



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Letra 

 

 

De não saber o que me espera
Tirei a sorte à minha guerra
Recolhi sombras onde vira
Luzes de orvalho ao meio-dia

Vítima de só haver vaga
Entre uma mão e uma espada
Mas que maneira bicuda
De ir à guerra sem ajuda

Viemos pelo sol nascente
Vingamos a madrugada
Mas não encontramos nada
Sol e àgua sol e àgua

De linhas tortas havia
Um pouco de maresia
Mas quem vencer esta meta
Que diga se a linha é recta



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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
Julie & the Carjackers e Filho da Mãe encerram cartaz de Mexefest

 

Os dois prjectos portugueses encerram o cartaz do festival que acontece nos dias 2 e 3 de Dezembro em Lisboa

 

Os portugueses Julie & Carjackers e Filho da Mãe são os últimos nomes confirmados para o cartaz do Vodafone Mexefest, que se realiza em Lisboa nos dias 2 e 3 de Dezembro. O coro africano da Igreja de São Luís dos Franceses encerra o cartaz lisboeta.

 

A banda de João Correia e Bruno Pernadas, Julie & the Carjackers, que recentemente editou o álbum "Parasol", tem concerto marcado para o dia 3 de Dezembro. No mesmo dia, Filho da Mãe, projecto a solo de Rui Carvalho, subirá a um dos palcos do festival.

 

As datas dos concertos já são conhecidas mas a divisão pelos espaços, que aos habituais das edições anteriores (Cinema São Jorge, Teatro Tivoli, Cabaret Maxime e o Restaurante Terraço do Hotel Tivoli), juntam-se ainda a Estação de Metro dos Retauradores, a Sociedade de Geografia de Lisboa, a Casa do Alentejo e a Igreja de São Luís dos Franceses, ainda não foram anunciados pela Música no Coração, promotora do festival.

 

Para o primeiro dia do festival estão programados os concertos de Handsome Furs, Josh T Pearson, Macacos do Chinês, Capitão Fausto, PAUS, You Can't Win Charlie Brown, S.C.U.M, Eleanor Friedberger, Spank Rock, Júnior Boys, A Banda Mais Bonita da Cidade, Bebe, Fanfarlo, Luísa Sobral e Asterisco Cardinal Bomba Caveira.

A estes nomes juntam-se Algodão (projecto de Pacman), Dead Combo, When Saints Go Machine, doismileoito, Blood Red Shoes, Foxes in Fiction, Beat Connection, Oh Land, Toro y Moi, James Blake, Aquaparque, We Trust, EMA, Old Jerusalem e Lindstrom, no dia 3 de Dezembro.

 

Outras das novidades anunciadas para a edição do festival de inverno deste ano é a animação entre os concertos com a criação dos Vodafone Shuttles, com curadoria da rádio Vodafone FM, que assegurarão as deslocações entre cada uma das salas.

 

O Vodafone Mexefest, que surge em substituição do Super Bock Super Rock, vai também alargar-se ao Porto pela primeira vez, nos dias 2 e 3 de Março de 2012, ainda sem nomes e espaços confirmados.

 

O bilhete para os dois dias de Dezembro, que dá acesso a todos os concertos em todas as salas, conforme a lotação de cada uma, está à venda nos locais habituais e tem o preço de 40 euros.

 

Retirado do Público



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Letra
Não encontrei a letra desta música



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Letra
Querido amigo, yo no sé, nada
Solo sé, que a la hora de jugar, igual a la hora de llorar
No sé nada, de nada
Yo sé que hoy, no pueden pedirme nada
Porque hoy, es el gran día
El día de la Paz, y la Felicidad

[coro]
Solo sé que no sé nada
Corazón batiendo fuerte
Sentimiento de viajen
Solo sé que no sé nada

Tierra bendita, tierra linda!
Mi corazón está ay, donde debe estar
Batiendo fuerte en el pecho
Llegará mi cuerpo, llegará mi cuerpo
Después mi alma, pero sabiendo solo una cosa
Que nada Sé
Mi querido camarada, le envío un gran saludo
Recordando solo una cosa. Ya la sabe, no?

[coro]
Solo sé que no sé nada
Corazón batiendo fuerte
Sentimiento de viajen
Solo sé que no sé nada



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The gift

 

Mayra Andrade, Pedro Abrunhosa e os Deolinda são alguns dos nomes que encerram o ano no Arena Live, no Casino Lisboa, escreve a agência Lusa.

Este é um ciclo que abre no dia 7 de Novembro, com os Amor Electro, e até ao dia 31 de Dezembro, todas as segundas-feiras às 22h30, apresentará um nome diferente.

A única excepção será o concerto de final do ano, que na realidade começa no dia 1 de Janeiro de 2012, às 00h30, e será da responsabilidade dos The Gift. No dia de Natal, o Casino Lisboa promete um «concerto surpresa».

À pop dos Amor Electro seguir-se-á, no dia 14, o jazz de Luísa Sobral que, aos 23 anos, editou em Março passado o álbum de estreia, «The Cherry On My Cake».

No dia 21 actua a multipremiada Mayra Andrade. A cantora cabo-verdiana apresenta o seu mais recente álbum, «Studio 105». Pedro Abrunhosa, no dia 28 de Novembro, apresenta o seu espectáculo intimista «Canções» que em Janeiro levará aos coliseus de Lisboa e Porto.

O raggae de Tiken Jah Fakoly, com uma carreira de 20 anos, abre o mês de Dezembro, apresentando no dia 5 o mais recente álbum, «African Revolution».

No dia 12 de Dezembro, sobem ao palco do Arena Live os Nouvelle Vague, grupo que tocará versões de temas dos Madredeus, GNR e Xutos & Pontapés. Em palco vão estar Olivier Libaux, Melanie Pain, Dalila Carmo, Inês Castel-Branco, Teresa Lopes Alves e Rui Pregal da Cunha.

No dia 19, apresentam-se os vencedores do Prémio Amália Música Popular 2010, os Deolinda, que apresentarão o mais recente álbum, «Dois Selos e um Carimbo», e também temas do álbum de estreia, além de «Parva Que Sou».

O último concerto realiza-se no primeiro dia do ano, após as 12 badaladas, com os The Gift que, quatro anos depois, voltam a festejar a passagem de ano no Casino Lisboa.

O álbum «Explode» será o mote do concerto da banda de Alcobaça que Nuno Gonçalves, um dos fundadores, definiu à Lusa como tendo «uma sonoridade mais eléctrica e crua, com menos orquestrações e em registo épico».

 

Via TVI Música



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Letra

 

Tu pensas que eu nao choro 
Porque nao me ves chorar
nem ouves o meu pranto
ate hoje

 

Mas nao é bem assim
eu nao tenho é mais pra dar
chorei tudo
quando foste

 

Tu pensas que eu nao sofro
porque nao me ves sofrer
nem ouves meu lamento
e o meu grito

 

Mas nao é bem assim
nao tenho é voz pra dizer
o que sinto
o que eu sinto

 

(refrão)

Sinto em mim um vazio
uma falta, uma dor 
que acabou com tudo de mim
e quanto mais, passa o tempo
mais eu sinto, sinto falta de ti

 

Agora sabes tudo 
talves possas entender
porque nao ves meu choro e sofrimento
nao é por nao te amar
é sim por mais nada ter
que choro e sofro
mas por dentro

 

(Refrao) bis

sinto em mim um vazio
uma falta, uma dor 
que acabou com tudo de mim 
e quanto mais passa o tempo
mais eu sinto, sinto falta de ti

 

sinto em mim o abandono
uma falta, uma dor
que acabou com tudo de mim
e quanto mais passa o tempo
mais eu sinto, sinto falta de ti



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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011


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O álbum reúne canções de artistas com os quais o guitarrista trabalhou ao longo dos últimos anos em colaborações, à margem da carreira dos Xutos & Pontapés. Por isso se chama "Convidado: Zé Pedro".

 

E os artistas são muito diferentes, demonstrando a transversalidade de Zé Pedro na música, para lá do rock, entrando no hip hop, no metal, na pop.

 

Via Sapo Noticias



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Letra
Vem cá doida agulha,
tão meiga e tão fina,
vem dar-me os teus lábios
de açúcar pilé...

E tal, não me apanhas?
Sou esperta e ladina,
e mais retorcida
que as de croché...

Ai chega, chega, chega,
chega ó minha agulha!
Afasta, afasta, afasta,
afasta ó meu dedal!

Brejeira, não sejas trafulha:
ó linda vem coser o avental!

Ai chega, chega, chega,
chega ó minha agulha!
Afasta, afasta, afasta,
afasta ó meu dedal!

Brejeira, não sejas trafulha:
oh não...
és a mais bela fresca agulha em Portugal!

Eu sei que não me amas
por não ser de prata,
e que me desprezas
por ser só de cobre.

Então, tu não chores:
Bem sei que és de lata!
Também eu passajo
na fralda do pobre.


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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
Força pela casa

 

 

Jorge Palma, Pedro Abrunhosa, The Legendary Tiger Man, Dead Combo e os Pinto Ferreira sobem ao palco do Cinema São Jorge no próximo dia 10 de novembro, para o evento “Força à Causa”, promovido pelo Centro de Apoio ao Sem-abrigo (CASA).

O concerto tem início às 21h30. Os bilhetes para o evento, à venda no Cinema S. Jorge e Ticket Line, custam €15 e revertem na sua totalidade a favor da instituição.
Note-se que o Centro de Apoio ao Sem-abrigo é uma associação sem fins lucrativos, fruto da iniciativa de Pema Wangyal Rinpoche. Fundada em 2002, é constituída globalmente por voluntários e tem por objetivo levar a cabo ações de solidariedade social, em particular dar apoio, alimentação e alojamento a favor de sem-abrigo, crianças, adolescentes e idosos socialmente desfavorecidos, vítimas de violência ou maus-tratos, independentemente da sua nacionalidade, credo religioso ou etnia.
Via Palco Principal


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Letra
Vem cá doida agulha,
tão meiga e tão fina,
vem dar-me os teus lábios
de açúcar pilé...

E tal, não me apanhas?
Sou esperta e ladina,
e mais retorcida
que as de croché...

Ai chega, chega, chega,
chega ó minha agulha!
Afasta, afasta, afasta,
afasta ó meu dedal!

Brejeira, não sejas trafulha:
ó linda vem coser o avental!

Ai chega, chega, chega,
chega ó minha agulha!
Afasta, afasta, afasta,
afasta ó meu dedal!

Brejeira, não sejas trafulha:
oh não...
és a mais bela fresca agulha em Portugal!

Eu sei que não me amas
por não ser de prata,
e que me desprezas
por ser só de cobre.

Então, tu não chores:
Bem sei que és de lata!
Também eu passajo
na fralda do pobre.


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Letra

Gosto de bater em todas as portas

Só para saber quais são as respostas

Às minhas perguntas que inventei

Sou curiosa, sim eu sei

 

Gosto de ver as estrelas brilhar

Gosto de escrever, pintar e cantar

Gosto sobretudo de saber e de aprender

 

Onde estará e porquê

Quero saber tudo de uma vez

 

Xana Toc Toc

Olha a porta vai ver quem é

Xana Toc Toc

Quero aprender como é

 

Por isso vou de porta em porta

Na Ilha todos já conhecem

Quem é a mais curiosa

É a Xana Toc Toc

 

Quando cheguei à Ilha era só Xana

Mas em todas as portas eu fiz Toc Toc

Agora todos sabem quando bate alguém

É a Xana Toc Toc

 

Um pouco de magia como será

E dentro da mala o que estará

Quem bateu à porta mais que uma vez

Nem uma nem três

 

São duas vezes que toco

Para saberem quem é

 

Xana Toc Toc

Olha a porta vai ver quem é

Xana Toc Toc

Quero aprender como é

 

Por isso vou de porta em porta

Na Ilha todos já conhecem

Quem é a mais curiosa

É a Xana Toc Toc

 

Olá… Sou eu! Está alguém em casa?

Humm… É só para fazer uma pergunta.

Era só para saber: As flores desta Ilha cheiram tão bem…

Que perfume elas usam?

Ah! E já agora, conhece alguma casinha vazia que não viva lá ninguém?

Era para eu morar!

Pode ser pequenina, colorida, acolhedora… Eh! Eh! Eh!

 

Xana Toc Toc

Olha a porta vai ver quem é

Xana Toc Toc

Quero aprender como é

 

Por isso vou de porta em porta

Na Ilha todos já conhecem

Quem é a mais curiosa

É a Xana Toc Toc



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Letra
Si alguna vez preguntas el por que…
no sabre decirte la razón
yo no la se
por eso y mas
perdóname…!!
Si alguna vez maldicen nuestro amor
comprenderé tu corazón
tu no me entenderás
por eso y mas
perdóname..!!
uuuna sola palabra mas
no mas besos al alba
ni una sola caricia abra
esto se acaba aquí
no hay manera ni forma
de decir que si
ni una sola palabra mas
no mas besos al alba
ni una sola caricia abra
esto se acaba aquí
no ahí manera ni forma
de decir que si
si alguna vez
creíste que por ti
o por tu culpa me marche
no fuiste tu
por eso y mas
perdóname..!!
si alguna vez te hice sonreír
creistes poco a poco en mi
fui yo lo se
por eso y mas
perdóname..!
uuuna sola palabra mas
no mas besos al alba
ni una sola caricia abra
esto se acaba aquí
no hay manera ni forma
de decir que si
siento volverte loca
darte el veneno de mi boca
siento tener que irme así
sin decirte adiósl
aralalalaralalarala
laralaalala
lalalalara


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Letra

 

Está na hora de ouvires o teu pai 
Puxa para ti essa cadeira 
Cada qual é que escolhe aonde vai
Hora-a-hora e durante a vida inteira

Podes ter uma luta que é só tua
Ou então ir e vir com as marés
Se perderes a direcção da Lua
Olha a sombra que tens colada aos pés

Estou cansado. Aceita o testemunho
Não tenho o teu caminho pra escrever
Tens que ser tu, com o teu próprio punho
Era isso o que te queria dizer

Sou uma metade do que era
Com mais outro tanto de cidade
Vou-me embora que o coração não espera
À procura da mais velha metade



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Fanfarlo, Algodão e EMA no Festival Vodafone Mexefest

 


O Vodofane Mexefest, antigo Super Bock em Stock, que conta já com nomes como James Blake, Blood Red Shoes, Bebe, Dead Combo e doismileoito, soma assim trinta bandas para Lisboa.

 

O festival decorrerá dias 02 e 03 de Dezembro nos espaços anteriormente divulgados: Cabaret Maxime, Casa do Alentejo, Cinema S. Jorge, Igreja de S. Luís dos Franceses, Restaurante Terraço Hotel Tivoli, Sala Super Bock Super Rock – Estação dos Restauradores, Sociedade de Geografia de Lisboa e Teatro Tivoli.

 

O preço único do bilhete será de 40 euros para os dois dias e poderá ser comprado nos locais habituais ou através do telemóvel por utilizadores da Vodafone.

 

Consulte aqui a lista completa de artistas, o cartaz e outras informações úteis.

 

Via HardMusica



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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

Letra

 

Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim
Eu quero ser para ti a camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão
Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa 
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»



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Os Paus, uma banda portuguesa feita de dois bateristas, um baixista e um teclista, lançam hoje o primeiro álbum, com uma sonoridade que só encaixa na prateleira dos «difíceis de rotular».


Em 2010 apresentaram-se com o EP «É uma Água», quatro músicas marcadamente instrumentais, para lá das fronteiras do rock, com uma dupla bateria sonante alimentada ainda por melodias retiradas de um baixo elétrico e dois teclados.

 

Nessa altura, os Paus aparentavam ser a soma das quatro partes, juntando Hélio Morais, baterista dos Linda Martini,Joaquim Albergaria, antigo vocalista dos Vicious 5,Makoto Yagyu e João Pereira, dos If Lucy Fell, todos do circuito rock alternativo de Lisboa e arredores.

 

Com as quatro músicas do EP, tocaram nos principais festivais de verão – Paredes de Coura, Optimus Alive e Super Bock Super Rock – e deram uma série de concertos na discoteca Lux, em Lisboa.

 

Agora com o homónimo álbum de estreia, com oito músicas a apresentar na quinta-feira novamente no Lux e a 03 de novembro no Hard Club (Porto), os músicos disseram em entrevista à Lusa que Paus é mais do que essa soma das quatro partes.

 

«Numa banda tu não trazes só o que tens para dar individualmente. Tu também és em função das pessoas que tens à tua volta. Em Paus sente-se muito isso», defendeu Hélio Morais.

 

«Harmonicamente a coisa melhorou um bocadinho», opinou João Pereira sobre o trabalho dos dois bateristas (Hélio Morais e Joaquim Albergaria), que descobriram os silêncios e aprenderam a complementar-se no troar rítmico da bateria siamesa e nos duelos nos concertos.

 

«Há baterias neste disco em que um ritmo meu sozinho seria ridículo e um ritmo do Quim [Albergaria] seria ridículo, mas juntos fundem-se e fazem um ritmo que seria impossível de tocar por um só baterista», disse Hélio Morais.

 

O EP  «É uma Água» era «muito menos limpo, mais imediato, era mais punk rock. Este está mais refinado», explica Mokoto Yagyu, guitarrista e baixista português de origem japonesa.

 

As músicas «Deixa-me Ser», que aparenta uma musicalidade africana, ou «Descruzada», mais soturna e desconstruída, refletem esse apaziguamento dos quatro elementos com as composições que criaram. Mas também refletem essa inventividade de colocar quatro instrumentos a cantar – porque não há vocalista oficial na banda – e que torna Paus um objeto difícil de rotular.

 

Via Sapo Música



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Letra

 

Da Próxima Vez

 Luís Represas


As ruas da minha cidade
Abriram os olhos de encanto
Para te ver passar

As pedras calaram os passos
E as casas abriram janelas
Só p'ra te ouvir cantar

Porque há muito, muito tempo
Não vinhas ao teu lugar
Ninguém sabia ao certo
Onde te procurar

Da próxima vez
Não vás
Sem deixar destino ou direcção
Se houver próxima vez
Não esqueças
Leva contigo recordação
E um beijo pendurado
Ao peito do teu coração

Quisemos saber como estavas
Se a vida tinha tomado 
Bem conta de ti

Ou se a vida teve medo
E eras tu que a levava
Refugiada em ti

Cada Verão que passava
Sentiamos-te chegar
Como era possível que o Sol 
Se atrevesse a brilhar

Refrão

Deves trazer tantas histórias
Tantas que algumas ficaram
Caídas por aí

Outras eu tenho a certeza
O teu fogo na alma queimou
Deixaram de existir

Só queremos saber se és a mesma 
Que vimos partir
Não existe mundo lá fora
Que te possa destruir

Refrão



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Domingo, 23 de Outubro de 2011

Letra

 

Pelo galope do vento
Pelo balanço do mar
Pelo engenho e talento
Da gente peninsular

 

Zarpando da pouca sorte, a galope
DA magra vida em Lisboa, indo à toa
Deram-se ao mar, quase à morte
E viram terras de Goa

 

Somos filhos do vento
Somos filhos do mar
Somos filhos dos filhos
Dos peregrinos do mar

 

Em vagas e tempestades
Arranques e turbilhões
Bateram forte as saudades
Dentro daqueles corações

 

Alguns pela fome comidos, vão torcidos
Pelo escorbuto engasgados, são lançados
Alimentando tolhidos
Os peixes do mar salgado

 

Somos filhos do vento
Somos filhos do mar
Somos filhos dos filhos
Dos peregrinos do mar

 

Nunca perdendo a coragem
Nas noites longas e escuras
Rogando à cruz que os salvasse
De monstros e criaturas

 

Por ilhas e continentes, e orientes
Foi tão longe a travessia, quem diria...
Que se cruzaram as gentes
Nascendo a lusofonia

 

Somos filhos do vento
Somos filhos do mar
Somos filhos dos filhos
Dos peregrinos do mar



publicado por olhar para o mundo às 17:32 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 


Trata-se de um trabalho onde também são abordaos poetas que também inspiraram Zeca Afonso e cujas osbras musicou.

 

É, por exemplo,  o caso de “Senhor Poeta”, um poema de Manuel Alegre, fonte de inspiração para o título des­ta obra, criando uma aproximação ao conceito do poeta que canta outros poetas.

 

Em 1994, os Frei Fado d’el Rei, já tinham participado no disco de homenagem a José Afonso "Filhos da Madrugada". 


José Afonso sempre será uma fonte de inspiração e esta homenagem ao cantor desaparecido talvez faça sobressair a sua vertente artística por vezes um pouco apagada pela faceta política.

 

O dis inclui 14 temas originalmente compostos por José Afonso a partir de poemas seus e de alguns dos mais conhecidos poetas portugue­ses, tal como  Luís Vaz de Camões e Fernando Pessoa.

 

Retirado de Hardúsica



publicado por olhar para o mundo às 14:20 | link do post | comentar

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maravilhosa!!Adorei!
ynossa amei a musica Quem dera se aparecesse um ho...
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