Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
Letra
Só o sol eu vou esperar 
Quando a noite chegar ao fim 
E dizer porque te quero 
Eu sou livre perto de ti 

Eu vi o nascer do sol 
Eu vi o nascer do sol 
Nos teus olhos 

Tu és o nascer do sol 
Tu és o nascer do sol 
Para os meus olhos 

Só o sol eu vou querer 
Quando a noite se esconder 
E dizer porque te quero 
Nos meus braços quero te ter 

Eu vi o nascer do sol 
Eu vi o nascer do sol 
Nos teus olhos 

Tu és o nascer do sol 
Tu és o nascer do sol 
Para os meu olhos.para os meus olhos.para os meus olhos 

És o sol para mim amor 
És o sol para mim amor 

È o nascer do sol 
É o nascer do sol 
È o nascer do sol 
É o nascer do sol 


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Disco de Maria João e Laginha nomeado para prémios anuais franceses de jazz

 

«Follow the Songlines», gravado na Casa da Música por Mário Laginha e Maria João com os belgas David Linx e Diedrik Wissels, é um dos três nomeados na categoria “artista ou formação vocal” dos prémios franceses Victoire du Jazz.


O disco, que contou também com a participação da Orquestra Nacional do Porto, foi gravado em Portugal em 2008 e editado em Outubro de 2010, em França, o que lhe permite integrar a seleção destes prémios, considerados os Grammy franceses.

 

«É estranho, mas é um estranho muito bom», sintetiza à LusaMário Laginha, quando interrogado sobre esta segunda vida de um disco que não teve um grande destaque em Portugal. «Sabia que tinha tido boas críticas em França quando saiu, mas isto foi um pouco inesperado», acrescenta.

 

O pianista e compositor acha, no entanto, que as hipóteses de vencer o prémio no final de setembro não são muitas.

 

«Não é que eu seja pessimista, mas pelas características do trabalho, um pouco complexo, acho que será difícil vencer», afirma, salientando que «a nomeação já é algo importante, pois mostra que repararam no trabalho».

 

As «songlines» são canções transmitidas oralmente de geração em geração que servem para os aborígenes australianos se guiarem por caminhos ou para encontrar nascentes de água. Funcionam como mapas chegando a cobrir toda a Austrália.

 

Partindo deste conceito, os portugueses Maria João e Mário Laginha com os belgas David Linkx eDiederik Wissels decidiram criar percursos sonoros das cidades por onde passaram, no que resultaram 12 canções, reunidas num duplo álbum. Um álbum que é também o encontro entre músicos da área do jazz e uma orquestra sinfónica.

 

Mário Laginha recorda o projeto como «uma experiência sempre muito boa» mas como um dos discos que lhe deu «mais trabalho» já que teve que «compor mais de 50 minutos de música para orquestra.» O trabalho foi primeiro apresentado em Bruxelas e em Lyon e só depois na Casa da Música onde surgiu a oportunidade de gravar com a Orquestra Nacional do Porto.

 

Mário Laginha e Maria João estão no Brasil onde irão atuar em São Paulo, Brasília e Porto Alegre onde já tinham estado no ano passado. Na altura, o diretor do festival Porto Alegre em Cena prometeu que seriam eles a abrir o próximo festival e cumpriu a promessa. Também está prevista uma participação no programa do Jô Soares.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra
És tu
a eterna paixão

Fruto proibido
a nova canção
És tu

a flor do silêncio
Chama que vive
e guarda segredo

>
O tempo é meu amigo
anda aqui a segredar

O amor escolhe
o caminho
não se deixa enganar

>>
És tu
que guardas as horas

tomas a noite
quando telefonas
És tu

fogo, desejo
suave murmúrio
que traz o vento

>
O tempo é meu amigo
anda aqui a segredar

O amor escolhe
o caminho
não se deixa enganar

>>
INSTRUMENTAL
És tu

mulher prometida
raio de luz
amor de uma vida

És tu
a cor do poema
história feliz

que vive secreta
>
O tempo é meu amigo

anda aqui a segredar
O amor escolhe
o caminho

não se deixa enganar
O tempo é meu amigo
anda aqui a segredar

O amor escolhe
o caminho
não se deixa enganar

o tempo é meu amigo
anda aqui a segredar
O amor escolhe

o caminho
não se deixa enganar...


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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011
Letra
Qual era a minha posição
Se tu queres viver assim
Perder-te assim
Senti que tinha obrigação
Em tentar salvar-te
Mas não é dar-te
Tudo o que queres é demais para mim
Não te quero dar mais do que posso

Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada

Queres tudo queres
Não queres nada, não
(x4)

Qual era a tua indecisão
Se tu vais sentir por fim
Noites frias sem mim
Não basta só ter a intenção
É preciso dares-te
Sem duvidares que
Tudo o que queres é demais para mim
E eu não consigo dar mais do que posso

Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada

Não vamos fazer disto mais uma canção
Leva-me a sério e ouve o que eu te disse no refrão
Eu não quero ser sempre o teu porto seguro
Mas tenho a certeza que és o meu futuro
Como farei, direi ser o teu predilecto
Partilhar contigo tudo no mesmo tecto
Lamechices que eu amo demais
Tou tão apanhado por ti que só me apetece pedir a mão aos teus pais
Viver alguns tipo anos 60
Onde tudo era tão belo
Virgem, simples, perfeito
Se tás apaixonada não fiques parada
Porque eu

Dou-te nada
Quando tu queres tudo
Dou-te tudo
Quando não queres nada


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Está a celebrar 50 anos de cantigas. Ao SOL, falou das suas músicas e da sua vida.

 

Diz que é músico, que toca voz. É diferente um cantor de um músico que toca voz?

É, mas não é fácil explicar porquê. Digo que toco voz porque tento, em determinadas cantigas e em determinadas partes do que faço, utilizar a voz como um instrumento.

 

Tema ‘Flor Sem Tempo’: ‘Olha o mar na tarde calma, ouve o que ele diz. Canta o sol que tens na alma’. Tem sempre o sol na alma ao cantar?
Na maioria das vezes, sim. Mas há sítios em que é impossível porque não há condições para isso. Depende do lugar e do tipo de público.

 

Alguma vez sentiu que estava a mentir em cima do palco?
Já dei por mim a despachar serviço por causa da falta de condições. Mas a mentir, não. Até porque me irrito e se estou irritado não estou a mentir, não estou a fingir.

 

Deixe-me pegar na letra do ‘Gostava de Vos Ver Aqui’: ‘Às vezes, vocês daí nem sonham o que vai para aqui. Nem pensam que na vossa frente, quem canta, quem vos diz as coisas, também é gente’. Isto significa que às vezes é preciso dar concertos estando completamente destroçado por dentro?
Significa que isto é uma profissão como outra qualquer. Depois disso vem: ‘Gente que trabalha como um carpinteiro, como um camponês ou como um mineiro’. As pessoas não devem dar-nos uma importância especial. Nós cantamos e outros fazem medicina. Somos gente porque somos iguais aos outros.

 

Mas fazer música implica um outro envolvimento emocional ou não?
Sim, mas estou a falar no respeito pelas profissões. Todas as profissões merecem respeito e todas implicam dedicação e trabalho. Ser músico é igual a ser mineiro.

 

Aconteceu-lhe muitas vezes ter de cantar quando estava destroçado?
Isso leva-me a pensar num dos dias mais estranhos da minha vida a esse nível. Se não estivesse seguro de mim, provavelmente não lhe falaria disto, porque corro o risco de ser mal entendido. Eu fiz um espectáculo na noite em que a minha mãe estava a ser velada na igreja, porque sou profissional. Tive de o fazer. Estava combinado e muita gente dependia disso. Saí de carro, fui cantar e voltei para a igreja. Falta de respeito? Não. Pelo contrário. Respeito pelas pessoas. Respeito pela minha mãe, porque esses foram os princípios que ela me ensinou. Acho que só haveria uma situação em que não conseguiria cantar, que seria a morte repentina, em cima de um espectáculo, de um filho ou da minha companheira. A minha mãe já estava doente há três ou quatro meses e achei que devia fazer o concerto.

 

Enquanto cantor, como se compara hoje com aquilo que era há 20 ou há 30 anos?
Cantar, tal como viver, é um acto de inteligência. Por isso devemos preparar-nos, ao longo dos anos, para a falta de faculdades. Há cantigas do meu repertório – que sou obrigado a cantar porque as pessoas as querem ouvir e eu devo-lhes isso – que passei a cantar alguns tons abaixo. O brilho da voz perdeu-se, não é o mesmo.

 

Mas ganhou outras faculdades?
Ganhei todo um conhecimento, toda uma experiência. Até há 15 anos tremia como varas verdes quando ia para cima de um palco. Isso deixou de me acontecer. Tenho muito mais segurança.

 

Em 1963 foram formados os Sheiks – consigo, com o Fernando Chaby, o Carlos Mendes e o Jorge Barreto. Como se conheceram e como decidiram começar?
Eu trabalhava na tal companhia de seguros, na Baixa, e estudava à noite. Mas muitas vezes, em vez de estudar à noite, faltava à noite. Para fazer tempo e a minha mãe não perceber que eu andava a faltar, ia a pé para casa. Subia a Almirante Reis e parava na Alameda, onde estavam o Chaby, o Carlos Mendes, o Jorge Barreto. Começámos ali, com umas violas nuns bancos de jardim. Perguntaram-me se eu sabia tocar viola. Como disse que não, fui para a bateria.

 

Mas sabia tocar bateria?
Não, mas estupidamente pensávamos que era um instrumento facílimo de tocar. Quem não sabia tocar viola ia lá para os paus [risos]. A primeira vez que me sentei numa bateria foi uma confusão enorme. Percebi que tinha jeito, mas que não sabia tocar. A partir daí havia que aprender minimamente. E aprendi na prática, ali, a batê-las todos os dias.

 

Nos Sheiks também fazia segundas vozes. Tinha vergonha de cantar?
Tinha. Eu, aliás, tinha vergonha de aparecer em qualquer lado. Não faz ideia da dificuldade que era, depois de começar a ser conhecido, entrar num café. A malta toda a olhar para mim era uma coisa do arco-da-velha. Só venci isso há 20 ou 25 anos.

 

Quando começaram a aperceber-se do sucesso?
Com o primeiro EP, o Summertime [1965].

 

Quando formaram os Sheiks, tinham dentro de vós o imaginário dos Beatles?
Nós nem conhecíamos os Beatles. Acho muita graça a essa história dos Beatles portugueses. Nós fomos sempre ‘o qualquer coisa’ de fora.

 

Muitas vezes falam de si como o Sinatra português…
Que eu detesto. Não detesto que me chamem o Sinatra português, não gosto é do Sinatra. Admito que terá sido o pai dos cantores brancos daquele tipo de música, a sua importância está fora de questão. Mas se tivesse que escolher entre o Sinatra e o outro escolhia o outro. O outro é o Tony Bennett. Mas os meus cantores foram sempre negros. O pai de todos eles é o Ray Charles. Depois vem o Al Jarreau, o Stevie Wonder, o Bobby McFerrin. São todos pretos.

 

No início já tinha a certeza de que queria viver da música?
Não. Só tive essa certeza quando saí da companhia de seguros. Mas foi uma opção tomada contra a família. Trabalhar numa companhia de seguros era uma coisa segura e cantar era uma coisa de malucos.

 

Há muitas histórias engraçadas com as fãs dos Sheiks?
Há, com certeza, mas o tempo era outro. Não vamos pôr isto no mesmo patamar das bandas inglesas. Cá as meninas não saíam de casa com tanta facilidade.

 

E havia drogas?
Devia haver charros. Acredito que sim. Mas, palavra de honra, que só experimentei já com quarenta e tal anos. Experimentei duas vezes e aquilo não me fez nada.

 

E é verdade que, depois de ter apanhado uma bebedeira aos 15 anos, só voltou a beber aos 40?
Sim. Nessa bebedeira misturei cinco qualidades de álcool.

 

Foi com os Sheiks?
Não, foi na despedida de um amigo que foi para Angola. Felizmente que isso aconteceu, porque até aos 40 e tal anos – apesar de fumar muito – nunca mais bebi. Depois parei de fumar e, como compensação, comecei a apreciar um bom vinho tinto. Mas não bebo bebidas brancas. E mesmo uísque só gosto do de malte, o normal não aprecio.

 

Que relação tem hoje com a noite?
A noite é o melhor que há, seja em casa sozinho a ler, a olhar para ontem, a pensar, ou numa belíssima conversa com um grupo de malta amiga. Mas a noite de rua, hoje em dia, não sei como é, não faço ideia. Deve ter encantos para a malta de agora, como tinha no meu tempo. Talvez seja menos segura, não sei.

 

Via Sol



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“O escritor de canções” está de regresso!


“Mútuo Consentimento” é o título do novo disco de Sérgio Godinho e promete ser um dos mais importantes da sua discografia. No ano em que passam 40 anos da edição de “Os Sobreviventes”, o primeiro longa duração da sua carreira, Sérgio Godinho olha em frente e apresenta-nos um disco constituído por 11 novas canções como só ele nos sabe oferecer.  A mestria de descobrir a musicalidade das palavras, tão característica em Sérgio Godinho, pode ser reconhecida em temas como “O Acesso Bloqueado”, “Bomba-Relógio”, “Eu Vou a Jogo” ou em “Em Dias Consecutivos”.


Ao vivo, o repertório de “Mútuo Consentimento” ganha nova vida quando encadeado com os temas menos recentes e, claro, com a participação da banda ”Os Assessores”, cúmplices de Sérgio Godinho na arte de nos inquietar.


No palco, as novas canções e as outras… sempre actuais... uma noite... sem acesso bloqueado e em mútuo consentimento.


Edição limitada de CD “Mútuo Consentimento”, com bilhete para este espectáculo, a preço especial, disponível nas lojas FNAC a partir de 29 de Agosto.


“Os Assessores”:
Direcção Musical, Guitarras, Programações e Coros
, Nuno Rafael |Guitarras, Percussão e Coros, Miguel Fevereiro | Piano, Teclados e Coros, João Cardoso | Baixo e Coros, Nuno Espírito Santo |Bateria, Percussão e Coros, Sérgio Nascimento | Coros, Teclados e Percussão, Sara Corte-Real | Sopros, Teclados e Coros, João Cabrita


Classificação etária: > 6 anos

Preços:
1ª Plateia: 20,00 euros
2ª Plateia: 15,00 euros
Desconto de 2,50 euros para menores de 18 anos e maiores de 65 anos

 

Retirado de CCOlgacadaval



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Letra
I hear a song on the radio
I hear it since I have to ??
I hear this song on my way to work
I hear again and again

But it's kind of strange
It's kind of strange
It feels like dejá vu

Some people go straight from work
Some people go on and get drunk
I don't know which side I'm on
I don't know what's going on
But it's

It's got to be
It's got to be
I should get home and straight

Here right now
(here right now)
To the sound
(to the sound)
Of the street
(of the street)
To the beat
(to the beat)

So here right now
(here right now)
To the sound
(to the sound)
Of the street
(of the street)
To the beat

Hear this song on the radio
I hear it since I have to date
I hear this song on my way to work
I hear again and again

But it's kind of strange
It's kind of strange
It feels like dejá vu


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Pedro abrunhosa

 

Os fãs de Pedro Abrunhosa já se habituaram vê-lo com nova banda: Comité Caviar. O estilo musical sofreu mutações, mas não está assim tão "Longe" de outros tempos. Os caminhos do músico portuense vão dar ao palco do Casino Estoril, no dia 1 de Setembro.

 

"Fazer o que ainda não foi feito", nome do primeiro single de "Longe", já deixava adivinhar que os próximos passos rompiam, em certa medida, com o que fizera até então. Os Bandemónio ficaram lá atrás e entrou em cena um Comité Caviar mais virado para as guitarras.

 

Em palco, alinham ao lado de Abrunhosa Marco Nunes e Paulo Praça (guitarras), Cláudio Souto e Eurico Amorim (teclas), Edgar Caramelo (saxofone), Miguel Barros (baixo) e Pedro Martins (bateria), bem como Patrícia Antunes e Patrícia Silveira nos coros.

 

Com este Comité Caviar, o músico-poeta tem levado "Longe" a pontos como Espanha, Brasil e Angola, para não falar dos palcos portugueses. E tem feito questão de trazer ao momento actual canções que estarão sempre perto dos fãs, como "Lua", "É preciso ter calma", "Se eu fosse um dia o teu olhar" ou "Eu não sei quem te perdeu". Ao vivo, já se sabe: Abrunhosa é incansável e sabe exibir doses equilibradas de intimismo e energia, sempre em clima de celebração.


Via Público



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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011
Letra
Tem mil anos uma história
De viver a navegar
Há mil anos de memórias a contar
Ai, cidade á beira-mar
Ao sul

Se os mares são só sete
Há mais terra do que mar ...
Voltarei amor com a força da maré
Ai, cidade à beira-mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares
Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares

Foram tantas as tormentas
Que tivemos de enfrentar...
Chegarei amor na volta da maré
Ai, troquei-te por um mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares
Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares
Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares


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Letra

 

São voltas e voltas sem parar
Em sonhos nocturnos
Em sonhos de encantar
Muitos enredos histórias reais
Que envolvem mas acordam sem avisar.

Fico à toa mas onde é que eu estou
Já de madrugada 
E o silêncio reinou
De olhos abertos só vejo sombras 
Já sinto o regressar de novo ao sono...

Então agora o que é que eu faço
Com o meu sonho inacabado
Vou deixá-lo ou abandona-lo
Ao meu imaginário
Ao meu desejo de desejo.
E digo sim ao meu desejo
Aquela doce sensação
De estar noutro lugar 
Onde o tempo que passa 
Já não importa.



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Domingo, 28 de Agosto de 2011
Letra
Tem mil anos uma história
De viver a navegar
Há mil anos de memórias a contar
Ai, cidade á beira-mar
Azul

Se os mares são só sete
Há mais terra do que mar...
Voltarei amor com a força da maré
Ai, cidade à beira-mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares
(2x)

Foram tantas as tormentas
Que tivemos de enfrentar...
Chegarei amor na volta da maré
Ai, troquei-te por um mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares


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Letra
Não encontrei a letra desta música


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Sábado, 27 de Agosto de 2011
Letra
Cá estamos nós outra vez a especular sobre a origem do
mundo
É tudo tão vago, mas sempre alimenta o ego um diálogo
profundo,
E se pra quem acredita não é fácil a vida, tentar
seguir as regras... 
Pra mim que não acredito na força divina, não sei bem
onde me agarrar... 
Não era suposto a vida trazer um manual de
instruções?
Assim podia culpar alguém quando errasse ao tomar
decisões 
Mas preferi ser teimoso, não quis fazer parte do grupo
coral 
Nada contra quem ama e segue seu líder por amor à
moral
Mas anda aí muito artista, bem mais vigarista, com
pele de cordeiro 
E que ao domingo se faz passar por catequista, e o
povo aplaude sem pensar 
Não era suposto a vida trazer um manual de instruções
Assim podia culpar alguém quando errasse ao tomar
decisões 
Mas se calhar se culpasse outro ser,
Seria obrigado a deixá-lo intrometer
No mérito das minhas pequenas vitórias
Cada medalha tem seu reverso
E eu não sou ninguém pra aplicar o inverso
Meu mérito é pai de todas as minhas vitórias
E o mais difícil é ter de viver
Sem esperança de no outro mundo haver a
matriz imortal da fundamental liberdade
Cada medalha tem seu reverso
E eu não sou ninguém pra aplicar o inverso
Meu mérito é pai de todas as minhas vitórias


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Letra
Há luz sem lume aceso
Mas sem amar o calor
À flor de um fogo preso
À luz do meu claro amor

Há madressilvas aos pés
E águas lavam o rosto
A morte é uma maré
Olho o teu amado corpo

Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será no alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim

Não foram poemas nem rosas
Que colheste no meu colo
Foram cardos foram prosas
Arrancados ao meu solo

Oi que ainda me queres
No amor que ainda fazemos
Dá-me um sinal se puderes
Sejamos amantes supremos

Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será no alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim. .


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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
Cascais acolhe novo e emergente rock português em festival para encerrar o verão
O fim do verão é habitualmente acompanhado pelo paralelo esmorecer da onda de festivais de verão. Mas a Associação Gambozinos, impulsionada pela solidariedade, junta alguns nomes emergentes do rock português para erguer, a 10 de Setembro, em Cascais, um último festival para os tempos veraneios.

De seu nome 'Rock Forte 2011', o evento contará com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, que abraça um projecto que pretende juntar solidariedade e voluntariado ao espírito festivo com o qual pretende presentear aqueles que marquem presença no festival.

 

Para esse espírito vão contribuir as actuações de algumas das bandas emergentes da nova onda do rock português. Destaque para os cabeças de cartaz Pontos Negros, banda da linha de Sintra que conta já três álbuns no seu percurso ascendente no panorama musical português.

 

Mas a abrir as hostilidades vão estar antes Os Salto, os TrêsPorCento, os Asterisco Cardinal Bomba Caveira e António Fontes, para aquecerem o palco numa noite que se espera ser mais amena do que as noites que o verão tem proporcionado até ao momento.

 

De resto, os motivos para a realização da segunda edição deste festival – o primeiro recua a 2009 -, são vários. Além da Associação Gambozinos celebrar os seus 15 anos de existência, fá-lo no Ano Europeu do Voluntariado.

 

O Festival Rock Forte 2011 realiza-se no Auditório F. Lopes Graça, no Parque Palmela, em Cascais. Os bilhetes custam 15 euros, mais barato (10 euros) em caso de ser estudante. Além dos concertos, o festival contará igualmente com jogos, animações e bancas de refeições.

 

A acção começa a 10 de Setembro pelas 20 horas.

 

Retirado do Sol



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Letra

Better Not Stop
Better Not Stop
Moving Better Not Stop

Better Not Stop


Moving Better Not Stop
Better Not Stop
Moving Better Not Stop

Better Not Stop
Moving


Better Not Stop
Better Not Stop
Moving Better Not Stop

Better Not Stop


Moving Better Not Stop
Better Not Stop
Moving Better Not Stop
Better Not Stop
Moving



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Letra
Há luz sem lume aceso
Mas sem amar o calor
À flor de um fogo preso
À luz do meu claro amor

Há madressilvas aos pés
E águas lavam o rosto
Dedos que tens em rés pés
Oh, meu amante desposto

Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será do alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim

Não foram poemas nem rosas
Que colheste do meu colo
Foram cardos foram prosas
Arrancadas do meu solo

Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será do alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim

Será sempre a subir
Ao cimo de ti
Só para te sentir
Será do alto de mim
Que um corpo só
Exalta o seu fim


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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
Letra
Vais ficar pra mim 
Vais ficar pra sempre aqui 
Vais ficar eu sei 
Vai ser tal qual eu sonhei 
Quando vier no fim 
Eu ainda vou gostar de ti 
Se tu morreres então, não vou passar do ramadão 
Vais ser mãe certeira 
Eu vou poder até que enfim, 
Ser pai a vida inteira 
Ter ordem capoeira 
Se tu passares eu não te vou deixar fugir de mim 
Eu não te vou largar 
Vou ser fiel sem me cansar

 


Até consigo imaginar a tua cara o meu abraço 
E agora o que é que eu faço, estar a espera ou procura 
Até consigo imaginar a tua cara o meu abraço 
E agora o que é que eu faço, estar a espera ou procura


Vais ser tu pra mim 
Eu vou calar-me só pra ti 
Deixar contigo a lei 
Esquecer-me tudo aquilo que sei 
Se tu passares meu bem 
Será que vais notar em mim 
Senão eu vou cá estar pronto para te encontrar


Até consigo imaginar a tua cara, o meu abraço 
E agora o que é que eu faço, estar a espera ou procura 
Até consigo imaginar a tua cara o meu abraço 
E agora o que é que eu faço, estar a espera ou procurar





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We Trust

 

No início André Tentúgal era um jovem realizador português. Autor de videoclips de bandas nacionais como os X-Wife ou Mind da Gap, colaborou ainda com outras bandas lusas como Foge Foge Bandido ou Old Jerusalem. Estar no universo musical rapidamente lhe trouxe inspiração e vontade para evoluir. André tornou-se compositor e músico e em Dezembro de 2010 tudo culminou no inevitável: a gravação de um álbum.

 

Adoptando o nome de WE TRUST, o músico portuense reuniu um grupo de canções escritas ao longo dos anos e fez “These Old Coutries”. Gravado nos estúdios Meifumado em Famalicão e produzido por Zé Nando Pimenta, o álbum de estreia de WE TRUST deverá sair em Setembro deste ano sob a chancela da Meifumado, com agenciamento da Lovers & Lollypops. Apesar de ter produzido todas as letras e arranjos, André contou com ajuda nos instrumentos. Valeu-lhe a sua experiência como realizador e as relações de amizade que daí vieram - explica-se assim a presença no projecto de dois elementos dos X-Wife: o baixista Fernando Sousa, dono das guitarras no álbum.

 

O single “Time (Better not stop) é o primeiro a conhecer a luz do dia e já pode ser ouvido na Antena 3. Reconhecendo a importância da divulgação online gratuita (e legal), os WE TRUST disponibilizam o download do single no site www.wetrust.co. De destacar é o videoclip que acompanha o single, produzido pelo prodígio teenager sueco Rickard Bengtsson, e que embeleza de forma harmoniosa uma música que já por si soa a harmonia.

 

 

Retirado de BandCom



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Vitorino comemora 35 anos de carreira nos Coliseus

 

O músico sobe ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 5 daquele mês, atuando no Coliseu do Porto dois dias depois. O mote dos espectáculos será “35 Anos a Semear Salsa ao Reguinho”, em alusão ao título do seu primeiro disco, editado há precisamente 35 anos.

 

Em palco, Vitorino será acompanhado pela Orquestra Filarmónica das Beiras, bem como por outros “amigos”, ainda por divulgar.

 

O preço dos bilhetes para o espetáculo varia entre os €8 e os €30.

 

Sobre Vitorino


A carreira de Vitorino tem sido ímpar em diversos aspetos: profícuo em criatividade, em 35 anos editou 22 discos, sem nunca se afastar dos valores em que acredita, manifestando-os destemidamente e sempre com uma qualidade artística reconhecida.

 

Temas como Menina estás à Janela ou Queda do Império têm marcado várias gerações que se habituaram, por um lado, à doçura da sua voz, mas também ao seu lado interventivo, mais acutilante e sarcástico.

 

Desde a edição do seu primeiro álbum, “Semear Salsa ao Reguinho”, Vitorino tem sabido manter-se fiel às suas origens alentejanas, divulgando-as, e construindo um universo musical também marcado pela temática amorosa e urbana, nomeadamente através de vários retratos da cidade de Lisboa.

 

Sara Novais 

 

Retirado de Sapo Música

 



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Letra
Valsa dum homem carente 
Se alguma vez te parecer
ouvir coisas sem sentido
não ligues, sou eu a dizer
que quero ficar contigo
e apenas obedeço
com as artes que conheço
ao princípio activo
que rege desde o começo
e mantém o mundo vivo 

Se alguma vez me vires fazer
figuras teatrais
dignas dum palhaço pobre
sou eu a dançar a mais nobre
das danças nupciais
vê minhas plumas cardeais
em todo o seu esplendor
sou eu, sou eu, nem mais
a suplicar o teu amor 

É a dança mais pungente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente
mão atrás e outra à frente
valsa de um homem carente


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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

Esta será a primeira actuação de Marco Rodrigues no Crato, sendo o único fadista que integra o cartaz tendo convidado a participar a fadista alentejana Alexandra Martins.


O músico irá apresentar no dia 24, dia de abertura do Festival, o espectáculo que tem estado a levar a várias salas, mas o facto de ser uma actuação ao ar livre impõe "alterações de pormenor no alinhamento, desde a ordem de entrada dos temas até a substituição de uns por outros, por uma questão de dinâmica e de dar força no concerto”, disse o fadista à Lusa.

 

O Festival do Crato “é o mais quente de Portugal, nesta altura do ano, dado as temperaturas ali registadas”, referiu. Para o fadista “há que dar dinamismo e é essencial uma interacção com o público”, uma interacção que “se faz sentir em palco, pois só assim o fado acontece” e que assinalou “ser uma matriz” dos seus concertos.

 

“O público deve sair com a ideia que fez parte do concerto”, rematou. Segundo o fadista, distinguido em 2007 com o Prémio Amália Revelação, do álbum “Tantas Lisboas” o público já trauteia habitualmente temas como o “Fado do estudante”, “Homem do Saldanha”, “Valsa das paixões” e “A rima mais bonita”.

 

“Gosto de passar a bola a outros músicos, e dar espaços para fazer solos, e é isso que também vai acontecer no Crato”, disse. No Festival acompanham o fadista, Frederico Gato, no baixo, Pedro Soares, na viola e Luís Guerreiro, na guitarra portuguesa.

Para Marco Rodrigues, o palco ao ar livre no Crato será um ensaio do espectáculo que apresentará no dia 04 de Setembro na Festa do Avante”, no Seixal.

 

“Tantas Lisboas” foi apresentado em Sintra, no Centro Olga Cadaval, e tem percorrido o país, tendo já actuado no Cartaxo, Almada, Figueira da Foz, Portimão, Guimarães, Ílhavo, Seixal, Azambuja, Braga, Sines, Faro, Lisboa e Arcos de Valdevez.

 

À Lusa, o fadista adiantou haver interesse de Espanha no álbum, e prometeu “uma surpresa” com músicos do Brasil, não tendo adiantado outros pormenores O fadista defende “um fado imediato e ao pulsar do quotidiano que se reflecte neste álbum".


Do alinhamento dos espectáculos consta ainda “Rapsódia do fado que ninguém quer”, de autoria de Tiago Torres da Silva, com arranjos de Tiago Machado para os fados tradicionais Alvito, Georgino, Pedro Rodrigues, Sem Pernas e o Corrido Manuel de Almeida. Outros temas que vai interpretar são “O Inverno do fado” e “Onde vou”, ambos com letras de Miguel Martins e música do próprio Marco Rodrigues.


"Tantas Lisboas", constituído por 12 temas, foi produzido por Marco Rodrigues e Tiago Machado com a chancela da Universal Music, e conta com as participações especiais de Mafalda Arnauth e Carlos do Carmo.

 

O álbum de Marco Rodrigues marca a estreia de Boss AC como letrista de fado, assinando o tema “Homem do Saldanha”, com música de Tiago Machado.
(IB)

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

Esteve tudo por um fio
E o futuro é incerto
Mas pode correr tudo bem
Vai correr tudo bem
Por isso temos de insistir
Insistindo uns nos outros
Pode correr tudo bem
Vai correr tudo bem

Coragem!


Tudo o que precisamos
É ter

Ao longe consigo ver
Silhuetas noutra margem
Pode correr tudo bem
Vai correr tudo bem

 

Coragem!
Tudo o que precisamos
É ter

Coragem!


Tudo o que precisamos
É ter
Coragem!


Tudo o que precisamos
É ter



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Letra
Era um redondo vocábulo 
Uma soma agreste 
Revelavam-se ondas 
Em maninhos dedos 
Polpas seus cabelos 
Resíduos de lar, 
Pelos degraus de Laura 
A tinta caía 
No móvel vazio, 
Congregando farpas 
Chamando o telefone 
Matando baratas 
A fúria crescia 
Clamando vingança, 
Nos degraus de Laura 
No quarto das danças 
Na rua os meninos 
Brincando e Laura 
Na sala de espera 
Inda o ar educa


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Iconoclasts lançam o primeiro single, “Stranger in a Strange Land”


 

Inicialmente composta por dois elementos e atualmente com seis, a banda formou-se em 2008, após um longo processo de desenvolvimento dos temas que fariam parte do seu EP de estreia homónimo, gravado no mesmo ano.

 

Sérgio Dinis e Vítor Azevedo (guitarras) começaram por trocar ideias e riffs pela internet e, depois de algumas audições e algumas entradas e saídas de membros, os Iconoclasts chegaram à atual formação: Ricardo Ramos (bateria), Pedro Coelho (baixo) e Diogo Carneiro e Pipa Marinho (vozes).

 

O álbum de estreia, “Mt. Erikson”, foi gravado este ano, depois de terem vencido a última edição do Festival Termómetro, que ditou o início do êxito de bandas como Silence 4, Ornatos Violeta e Blind Zero.
(IB)

 

Via HardMusica



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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011
Letra
Ai, Margarida,

Se eu te desse a minha vida,

Que farias tu com ela?

— Tirava os brincos do prego,

Casava c'um homem cego

E ia morar para a Estrela.



Mas, Margarida,

Se eu te desse a minha vida,

Que diria tua mãe?

— (Ela conhece-me a fundo.)

Que há muito parvo no mundo,

E que eras parvo também.



E, Margarida,

Se eu te desse a minha vida

No sentido de morrer?

— Eu iria ao teu enterro,

Mas achava que era um erro

Querer amar sem viver.




Mas, Margarida,

Se este dar-te a minha vida

Não fosse senão poesia?

— Então, filho, nada feito.

Fica tudo sem efeito.

Nesta casa não se fia.


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Festival do Crato 2011

 

O tango eletrónico dos Gotan Project e as atuações de Gabriel o Pensador e do fadista Marco Rodrigues são alguns dos destaques da edição deste ano do Festival do Crato, que arranca quarta-feira, naquela vila do norte alentejano.

 

O festival, que decorre até sábado, é promovido pelo município local e apresenta, além do "prato forte" da música, o melhor do artesanato e da gastronomia daquela região alentejana.

 

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente do município, Fernando Gorgulho, classificou a edição deste ano do certame como sendo "excelente" e "bastante equilibrada".

 

Da "banda sonora" do primeiro dia do festival, na quarta-feira, destacam-se o concerto dos Expensive Soul e a apresentação do novo álbum, "Tantas Lisboas", do fadista Marco Rodrigues, acompanhado pela fadista Alexandra Martins.

 

Os Homens da Luta e os Deolinda sobem ao palco na quinta-feira, sendo a vez, na noite seguinte, dos Clã e do brasileiro Gabriel o Pensador, que abre no Crato a sua nova digressão por Portugal.

 

A última noite do Festival do Crato, sábado, está reservada para o rock e os blues do Legendary Tigerman e para o regresso aos palcos nacionais do tango eletrónico dos Gotan Project, "um dos grupos mais aclamados pelo público de todo o mundo", segundo a organização.

 

Guitolão World Project, David Almeida "Grupe", Jominho e Filarmónica do Crato são outras das propostas musicais, distribuídas pelas várias noites do festival.

DJ's pelas madrugadas

As madrugadas também não foram esquecidas pela organização e vão ser animadas por "importantes" DJ's nacionais e internacionais: DJ Glue, que atua com o ex-Da Weasel MC Virgul, Marcelinho da Lua, o coletivo Bailarico Sofisticado e DJ Moreno.

 

O Festival do Crato inclui ainda vários momentos de animação de rua e, a pensar nos mais novos, programou também diversos ateliers.

 

De acordo com Fernando Gorgulho, o programa deste festival é "equilibrado", uma vez que reúne projetos musicais à escala regional, nacional e internacional.

 

Com o país a atravessar problemas financeiros, o autarca sublinhou que a realização do certame só é possível porque "se faz uma programação orçamental", a qual "não se pode exceder".

 

Ainda que sem mencionar o valor envolvido para montar o festival, o autarca assegurou que o relatório de contas do certame será apresentado publicamente no fim da iniciativa, à semelhança do que foi feito em 2010.

 

Retirado do Expresso



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Festas do mar em Cascais

 

As Festas do Mar de Cascais regressam a 19 de agosto com espetáculos, mostra de artesanato, gastronomia local e muita animação. Para a noite de encerramento está reservado um espetáculo único em homenagem a Tozé Brito, consagrado este ano com a Medalha Municipal de Mérito Cultural.


As Festas do Mar de Cascais, que anualmente assinalam o agradecimento da proteção de Nossa Senhora dos Navegantes, começam já na próxima sexta-feira, dia 19. Até 28 de agosto, das 12h00 à 01h00, os visitantes poderão assistir a espetáculos, mostras de artesanato e provar a gastronomia local.

 

O concerto de abertura será assegurado pelos Klepht e pela banda britânica James e o encerramento irá prestar homenagem a um grande nome da música portuguesa Tozé Brito.

 

Pelo meio terão lugar oito concertos com nomes bem conhecidos como a brasileira Vanessa da Mata, a fadista lusa CarminhoLuís Represas, a banda tributo Zeca Sempre, que traz ao palco Nuno Guerreiro,Olavo Bilac e Tozé Santos, os Deolinda, a banda Amor Electro, entre outros. No final dos concertos, nos dias 19, 21, 27 e 28, haverá fogo-de-artifício sobre a Baía de Cascais.

 

Ao contrário dos anos anteriores, a edição deste ano decorre em três locais distintos.

 

Na Baía de Cascais será montado o palco principal e instaladas bancas das associações juvenis do Concelho e da associação de empresários de Cascais. Às sextas, sábados e domingos, a primeira parte dos espetáculos (entre as 20h00 e as 22h00) será assegurada por jovens bandas locais, numa aposta de divulgação do trabalho desenvolvido ao longo do ano.

 

No Largo Cidade Vitória estarão presentes as típicas tasquinhas, que vão funcionar diariamente entre as 12h00 e a 1h00, e no Jardim Visconde da Luz vai ser possível visitar uma mostra de artesanato.

 

O encerramento das Festas do Mar 2011, a 28 de agosto, será marcado por uma homenagem a Tozé Brito,consagrado este ano com a Medalha Municipal de Mérito Cultural. Adelaide FerreiraAnjosFrancisco MendesHerman JoséJosé Cid, Lena Coelho e DocemaniaLúcia MonizMarta PlantierPaulo de CarvalhoPedro VazQuarteto 1111Simone de Oliveira e Vitor Espadinha, vão dar voz a temas inesquecíveis nesta noite memorável.

 

Para os mais devotos, o ponto alto das festas será a procissão em Honra da Nossa Senhora dos Navegantes que terá partida da Igreja Matriz, no último dia das festas, 28 de agosto. Os barcos acompanham a procissão seguindo o seu percurso ao largo, desde a Baía de Cascais até à Guia e regresso, transportando os andores com as imagens dos santos.

 

Consulte o cartaz:


19 - KLEPHT | JAMES

20- Manuel Guerra | Amor electro

21- Ana Lains | Carminho

22- Deolinda

23- Zeca Sempre

24- Áurea

25 - Vanessa da Mata

26 - Pedro Vaz | Susana Felix

27- Frankie Chavez | Luís Represas

28 - Ténis Bar | Homenagem ao Tozé Brito, com vários artistas convidados que eternizaram as músicas do Tozé Brito.

 

Via Sapo Música



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Letra
Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer 
Anda ver que lindo presente 
A aurora trouxe para te prendar 
Uma coroa de brilhantes para iluminar 
O teu cabelo revolto como o mar 

Acorda, menina linda 
Anda brincar 
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar 
Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer 

Porque terras de sonho andaste 
Que Mundo te recebeu 
Que monstro te meteu medo 
Que anjo te protegeu 
Quem foi o menino que o teu coração prendeu ? 

Acorda, menina linda 
Anda brincar 
Que o Sol está lá fora à espera de te ouvir cantar 
Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer 

Anda a ver o gato vadio 
À caça do pássaro cantor 
Vem respirar o perfume 
Das amendoeiras em flor 
Salta da cama 
Anda viver, meu amor 

Acorda, menina linda 
Vem oferecer 
O teu sorriso ao dia 
Que acabou de nascer


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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011
Letra
Nasce o linho dentro d´água 
Anda sempre regadinho 
Assim meus olhos com mágoa 
Parecem irmãos do linho. 

Gira que gira 
Fiando o linho 
Fuso de lira 
Gira mansinho. 

Linho fino espadelado 
Quem te me der a fiar 
Para camisas de noivado 
Para rendas do meu colar 

Gira que gira 
Fiando o linho 
Fuso de lira 
Gira mansinho. 

O linho verde branqueia 
Logo depois de corado 
O meu cantar não falseia 
Enquanto for desgarrado. 

Gira que gira 
Fiando o linho 
Fuso de lira 
Gira mansinho.




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maravilhosa!!Adorei!
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Gostooo💜💜
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Gostei da musica da Telma Lee (https://canalkizomb...
olha so parece que bebes mt agua
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