Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

 

 
Letra
 
Ouçam
Ouçam
E o vento mudou
Ela não voltou
As aves partiram
As folhas caíram

Ela quis viver
E o mundo correr
Prometeu voltar
Se o vento mudar

E o vento mudou
E ela não voltou
Sei que ela mentiu
P'ra sempre fugiu
Vento por favor
Traz-me o seu amor
Vê que eu vou morrer
Sem não mais a ter

Nuvens tenham dó
Que eu estou tão só
Batam-lhe à janela
Chorem sobre ela
E as nuvens choraram
E quando voltaram
Soube que mentira
P'ra sempre fugira
Nuvens por favor
Cubram minha dor
Já que eu vou morrer
Sem não mais a ter

Ouçam Ouçam ouçam Ouçam ouçam 


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Letra
Ouçam
Ouçam
E o vento mudou
Ela não voltou
As aves partiram
As folhas caíram
Ela quis viver
E o mundo correr
Prometeu voltar
Se o vento mudar
E o vento mudou
E ela não voltou
Sei que ela mentiu
P'ra sempre fugiu
Vento por favor
Traz-me o seu amor
Vê que eu vou morrer
Sem não mais a ter
Nuvens tenham dó
Que eu estou tão só
Batam-lhe à janela
Chorem sobre ela
E as nuvens choraram
E quando voltaram
Soube que mentira
P'ra sempre fugira
Nuvens por favor
Cubram minha dor
Já que eu vou morrer
Sem não mais a ter
Ouçam Ouçam ouçam Ouçam ouçam


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Quarta-feira, 29 de Junho de 2011
Letra
Tu estás livre e eu estou livre
e há uma noite para passar
porque não vamos unidos
porque não vamos ficar
na aventura dos senti - dos

tu estás só e eu mais só estou
que tu tens o meu olhar
tens a minha mão aberta
à espera de se fechar
nessa tua mão deser- ta

vem que o amor
não é o tempo
nem é o tempo
que o faz
vem que o amor
é o momento
eu que eu me dou
em que te dás
tu que buscas companhia
e eu que busco quem quiser
ser o fim desta energia
ser um corpo de prazer
ser o fim de mais um di - a

tu continuas à espera
do melhor que já não vem
e a esperança fio encontrada
antes de ti por alguém
e eu sou melhor que na - da
refrão (3x)


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Letra
Tu estás livre e eu estou livre
e há uma noite para passar
porque não vamos unidos
porque não vamos ficar
na aventura dos senti - dos

tu estás só e eu mais só estou
que tu tens o meu olhar
tens a minha mão aberta
à espera de se fechar
nessa tua mão deser- ta

vem que o amor
não é o tempo
nem é o tempo
que o faz
vem que o amor
é o momento
eu que eu me dou
em que te dás
tu que buscas companhia
e eu que busco quem quiser
ser o fim desta energia
ser um corpo de prazer
ser o fim de mais um di - a

tu continuas à espera
do melhor que já não vem
e a esperança fio encontrada
antes de ti por alguém
e eu sou melhor que na - da
refrão (3x)


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Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Trapo Trapézio dos Prana

 

Já se encontra nas lojas o novo trabalho do jovem quarteto Prana, "Trapo Trapézio".

 

Trata-se de um disco com onze temas que foi gravado no Verão de 2010 nos estudios da Valentim de Carvalho sob a direcção de Nelson Carvalho.

 

Neste novo trabalho, os Prana "mostram simultaneamente o seu lado mais dançante e o mais negro, numa coreografia sonora cujo tema é e reflecte a Vida".

 

Para a banda "os 11 temas que constituem o álbum surgem como capítulos que marcaram a vida de uma personagem, desde a irreverência da juventude, passando pela lâmina agridoce do amor, acabando numa espiral descendente em direcção ao fundo do próprio ser, até ao inevitável fim".

 

O primeiro single chama-se Etanol. E "é com este gatilho que os prana se fazem à estrada", referem.

"Algures no meio de um emaranhado de pessoas, lugares, escolhas, decisões e consequências que fazem do Mundo a imprevisível e agridoce casa que temos para viver, conhecem-se, como peças do acaso, o João e o Miguel", afirmam.

 

A banda afirmou que "com pouco mais em comum que a Amizade e a paixão pela música, esses dois rapazes descobrem algo que não esperavam no simples prazer dumas guitarradas saciadas a cerveja e iluminadas pelas noites de Verão".

Explicaram que "esse 'algo', na altura irracional, transformou-se numa procura, e eis que, do aparente nada, surge uma terceira peça, o Diogo, que veio consolidar ritmicamente os devaneios melódicos dos outros dois".

 

Por fim, "a procura deu lugar à vontade de transformar a amizade em família. A essa jovem família na casa dos 24 anos, deram o nome de Prana".

 

"E daí começaram a nascer as canções. E das canções saltaram para os concertos, dos concertos para os concursos e dos concursos para mais canções. Mas, tal como uma peça inacabada, faltava-lhes ainda a delicadeza dos detalhes e a providência não se fez esperar. Saltando do público que os acompanhava para cima do palco, veio a Ana e com ela o piano, que fluiu e preencheu todos os espaços vazios e irregulares de que padeciam as canções de Prana", afirmaram.

 

O "1" - o primeiro EP da banda - foi gravado nos estúdios da Numérica em Paços de Brandão, produzido por João Nuno contendo 5 temas originais, em 2008.

 

"A partir daí - e como que uma faísca num rastilho de pólvora - os Prana retomaram a estrada e os concertos, mas desta feita, um pouco por todo o país", remataram. 


O precurso da banda passou por locais como a Latada em Coimbra, as Fnac, no Termómetro da Antena 3, entre outros.

 

O quarteto "nunca esqueceu a composição de temas novos, temas esses cuja sonoridade boémia e circense resultou da experiência que iam adquirindo em palco, das vivências e da descontraída leveza com que sorviam a vida".

 

Via HardMúsica 

 

 



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Letra
No fundo da avenida
Bebendo um capilé
Quarenta graus à sombra
Nas mesas do café
E aquela rapariga
Eu já não sei o que dizer
O que fazer
O que dizer
O que fazer

Aihaiah
Mediterrâneo agosto
Em pleno verão
Aihaiah
O sol a pino e eu faço
Uma revolução
Aihaiah

Parte um navio
Desce a maré
Vejo o céu vermelho
Tomara que estivesse a arder
E aquela rapariga
Eu já não sei o que dizer
O que fazer
O que dizer
O que fazer

Aihaiah
Mediterrâneo agosto
Em pleno verão
Aihaiah
O sol a pino e eu faço
Uma revolução
Aihaiah

Eu só te quero a ti
Eu só te quero para mim
Agosto aqui para mim
Só ter um fim
É ter-te a ti
Só para mim
Agosto aqui
Só para mim 


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Letra
Porque te quero assim
Porque te quero assim nao sei
Porque te quero pra mim
Nem sei se gostas de mim nao sei
Nem sei as vezes sim as vezes nao.

Porque te que te quero assim
Porque te quero assim na mao
Quando te quero pra mim
As vezes digo que sim mas nao
Nao sei as vezes sim as vezes nao.

Quando o pecado mora ao lado
A vida sempre ganha outra emoção
E nos dizendo que o inferno
Cabe todo na palavra solidao

E é por isso que eu
Eu preciso de ti
E é por isso que eu
Te quero tanto Remédio santo pra mim.

A vida é um bazar
Quem nao se vende nao quer comprar
Ja nao ha nada a fazer
Ja so nos resta pedir rezar
Por ti por mim e pelo o que ha de ser
Que o que for será e o que for será

As vezes viver faz mal
Mas os teus beijos pra mim sao mel
Veneno droga de amor
Remédio santo pra esta vida
E pao e tao cruel e matandou

Quando o pecado mora ao lado
A vida sempre ganha outra emoção
E nos dizendo que o inferno
Cabe todo na palavra solidao

E é por isso que eu
Eu preciso de ti
E é por isso que eu
Te quero tanto Remédio santo pra mim.

Remédio Santo (bis 6)


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Segunda-feira, 27 de Junho de 2011
Os eléctricos
Música para-popular portuguesa com esteróides? Swingabilly? Ié-Ié Tuga? Punkvalsa? Skanetismo (ska+cançonetismo)? Tango-western ou música para baile de finalistas? 
Com Os Eléctricos todas estas categorias valem, pois sintetizam a sua missão: animar crianças, jovens, adultos e idosos (com e sem bengalas, agulhas de crochet e baralhos de cartas).
 
Neste primeiro álbum d’Os Eléctricos, editado pela Sony Music e produzido por Miguel Castro, o grupo evoca o charme alfacinha dançante e poético dos anos 40 e segue à aventura Rock’n’Rolante dos 50s. 
Entrelaçando estilos e estéticas, Os Eléctricos revivem de um modo totalmente reinventado temas de Francisco José – "Olhos Castanhos", Beatriz Costa – "A Agulha e o Deda"l, Vicente da Câmara – "Tranças Pretas", Mirita Casimiro – "Canção da Papoila", Elvis Presley – "Suspicious Minds", Natércia Barreto – "Óculos de Sol", e acrescentam ainda as suas canções originais bem inspiradas nos dias eldorados dessa música tão popular e nostalgicamente urbana: "Anda Um Cupido A Voar", "Se Não Aprendes A Dançar Este IéIé", "Love Me Tender à Beira do Mar", "Cantiga da Lua Azul"  (com a participação do ilustre e destemido Coro Infantil de St.º Amaro de Oeiras) e "A Boite do Estoril" (que conta com a gentil colaboração desse baluarte do Norte que é Rui Reininho). 
Os Eléctricos nasceram em Lisboa, em Fevereiro de 2010. A formação é composta pelos seguintes elementos: Nuno Faria (contrabaixo), Maria João Silva (voz), Miguel Castro (guitarra), Luis Gaspar (bateria) e André Lentilhas (banjo e guitarra dobro). 
O  álbum de estreia d´Os Eléctricos chega a 4 de Julho.

www.myspace.com/oselectricos 

Retirado de Portugal Rebelde

 

 



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Letra
Tu estás livre e eu estou livre 
E há uma noite para passar 
Porque não vamos unidos 
Porque não vamos ficar 
Na aventura dos sentidos 
Tu estás só e eu mais só estou 
Que tu tens o meu olhar 
Tens a minha mão aberta 
À espera de se fechar 
Nessa tua mão deserta 

Refrão: 
Vem que o amor 
Nem é o tempo 
Que o faz 
Vem que o amor 
É o momento 
Eu que eu me dou 
Em que te dás 

Tu que buscas companhia 
E eu que busco quem quiser 
Ser o fim desta energia 
Ser um corpo de prazer 
Ser o fim de mais um dia 
Tu continuas à espera 
Do melhor que já não vem 
E a esperança fio encontrada 
Antes de ti por alguém 
E eu sou melhor que nada 

Refrão (3x)


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Letra
"quantas horas de viagem na alegria de te ver
quanta falta de coragem tanta coisa por dizer
e acabamos a esconder vá-se lá saber porquê
nestas coisas do querer os sinais são para quem os lê

dá-me uma dança, faz-me acreditar
uma lembrança p'ra eu levar
que eu tenho sempre vontade de voltar e te dizer
se ainda der p'ra disfarçar
ensina-me a dançar

faz de conta que o poente acontece a qualquer hora
quando a noite se faz quente e um beijo se demora
já o frio se foi embora ao tocar da tua mão
que há-de ser de nós? agora faz sentido, sim ou não?"



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Domingo, 26 de Junho de 2011
Letra
Estava difícil combinar um café, mas desta vez lá foi
Talvez possamos falar do que já lá vai que as vezes ainda dói
Da coragem esquecida que já se perdeu
quem deixou por dizer foste tu ou fui eu
da lembrança guardada num canto qualquer
da palavra apagada por não se entender
e dizer-te num gesto mais enternecido
Sabes, eu também ando um bocado perdido.

Vou preparar-te um jantar, concerteza vou ser original
E vou escolher-te um bom vinho. Tu sabes, nunca me saí mal
Vou falar-te das voltas que a vida trocou
Das verdades que o tempo já entrelaçou
Entre sonhos queimados lançados ao vento
Entre a cor de um sorriso e o tom de um lamento
E dizer-te de um sopro empurrado pela sorte
Sabes, eu também ando um bocado sem norte

Olha, não fiz sobremesa. Deixa lá, fica para a outra vez
Vamos deixar mais um copo a falar dos quês e dos porquês
Uma historia que nos apeteça lembrar
Um episódio que nunca nos deu para contar
Um segredo guardado p’lo cair do pano
Um encontro marcado no cais do engano
E dizer-te na hora em que a voz fraquejar
Sabes, eu também me apetece chorar

E vou chamar um táxi. É hora p’ra te levar a casa
Era suposto um de nos nesta altura ficar com a alma em brasa
Mas a vida é assim, não aconteceu
Pouco importa dizer, foste tu ou fui eu
O que importa é o abraço que estava por dar
Há-de haver uma próxima e mais um jantar e
E dizer-te a sorrir já passa das três
Dorme bem, quem sabe … um dia talvez.


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"Deus, Pátria e Família" é o título do novo álbum de B Fachada, disponível para download gratuito através do site da Mbari, a editora do músico nascido em Cascais em 1985.

 

Já não "Há Festa na Moradia", como no álbum de Verão 2010 de B Fachada. As orgias na piscina do poder e a Joana Transmontana com requebro africano daquele que era álbum duro sónica e liricamente, mas de uma exuberância contagiante, deram lugar, um ano depois, a um jorro zangado, directo e visceral. "Deus, Pátria e Família" é o título do novo álbum de B Fachada, disponível para download gratuito através do site da Mbari, a editora do músico nascido em Cascais em 1985.

Uma suite de 20 minutos, guiada por piano e percussão de clube fumarento perdido entre latinidades europeias e sul americanas, com sintetizadores viajando pelo lado bom do prog e uma voz que tem o seguinte a dizer sobre o hoje deste país deprimido que foi recentemente a eleições: "Portugal está para acabar / É deixar o cabrão morrer / Sem a pátria para cantar / Sobra um mundo para viver // Chegam flores do estrangeiro / Já escolhemos o coveiro / Por mim é para queimar / Mas não quero exagerar".

Depois de "É Pra Meninos", o álbum para crianças que desmontava com carinho e recomendável iconoclastia os clichés do género, Fachada lança um disco com sabor a manifesto. Desalinhado e sem papas na língua, como é natural ao seu autor. B Fachada a pôr-se na boca do lobo. Ao "Deus, Pátria e Família" que é marca de outros tempos, responde com sentido de independência. Será o único ponto em que concordam os que vêm elogiando o timing e o tom do lançamento e os que vêm nele uma provocação de mau gosto. Canta então Fachada: "Eu não sei português / E que se foda Portugal / Eu canto em fachadês / A minha língua paternal".


À edição online, seguir-se-á brevemente o lançamento em formato físico, ainda não agendado.

 

Via Público



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Letra
Sei de alguém
Por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar

Só que hoje
Viu o tempo que perdeu
Sabes esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar

Sabes lá
O que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado

E aqui estou eu
A ver o tempo a passar
A ver se chega o tempo
De haver tempo para te falar

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas

Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti

Podes crer
Que à noite o sono é ligeiro
Fico á espera o dia inteiro
Para poder desabafar

Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o á vontade
Acabo por me calar

Falta-me jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
E ás vezes até me engasgo

Nada a fazer
É por isso que eu te conto
É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas


Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti


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Sábado, 25 de Junho de 2011
Letra
Se sou tinta
Tu és tela
Se sou chuva 
És aguarela
Se sou sal
És branca areia
Se sou mar 
És maré cheia
Se sou céu
És nuvem nele
Se sou estrela
És de encantar
Se sou noite
És luz para ela
Se sou dia 
És o luar

Sou a voz 
Do coração
Numa carta
Aberta ao mundo
Sou o espelho
D`emoção
Do teu olhar
Profundo
Sou um todo
Num instante
Corpo dado
Em jeito amante
Sou o tempo
Que não passa
Quando a saudade 
Me abraça

Beija o mar
O vento e a lua
Sou um sol
Em neve nua
Em todas as ruas 
Do amor
Serás meu
E eu serei tua



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Bass-Off apresentam álbum de estreia em Lisboa e no Porto

 

A banda portuguesa Bass-Off vai lançar o seu álbum de estreia durante o próximo mês. “Ohmónimo” - o título do registo - conta com nove faixas, entre as quais o single Whatever.


“Ohmónimo” vai ser apresentado no Porto e em Lisboa, nos dias 2 e 21 de Julho, respectivamente. Na capital, o concerto decorre no Music Box; já na invicta o espectáculo terá lugar no bar Plano B.

Os bilhetes para os concertos já se encontram à venda nos locais habituais, com o preço de €5 (Porto) ou €6 (Lisboa).

O grupo, oriundo de Caldas da Rainha, venceu o concurso MTV/ Levi’s 501 Live Unbuttoned, no Festival Termómetro, em 2008. Os guitarristas Joe e Né e o baterista Nuno constituem os Bass-Off.

Confere aqui o vídeo da música Whatever dos Bass-Off:

 




Melanie Antunes 

 

Retirado de Palco Principal

 

 



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Letra

 

Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa
Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa

Uma brasa que me faça
A menage que me arrasa
Uma brasa que é uma graça
Na despesa lá de casa

Uma brasa que não massa
Uma brasa sempre brasa
Que me sorri e me abraça
Quando eu entro e saio de casa

Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa
Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa



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Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

13ª edição do MusiCaldas chega em Julho

 

Projecto desenvolvido pelo Conservatório de Caldas da Rainha, o Festival MusiCaldas comemora este ano a sua 13ª edição e tem contado desde o início com o apoio do Ministério da Cultura e da Autarquia.

 

Em 2011, o MusiCaldas volta a realizar-se nas Caldas da Rainha durante o mês de Julho, marcando o reencontro anual da cidade com o seu principal Festival de Música.

 

De 9 a 23 de Julho, a 13ª edição do MusiCaldas será palco para grandes nomes da música erudita, jazz e músicas do mundo. Sem esquecer a sua vertente pedagógica dirigida aos estudantes e profissionais da música, esta edição apresenta surpresas através de novas actividades para todos os amadores e amantes de música, pequenos e graúdos.

 

Mesmo não querendo ainda desvendar muito sobre o cartaz deste ano, Aurélien Lino, director artístico do festival, afirma que esta edição será mais forte, virada para a cidade e aproveitando os excelentes palcos e riqueza natural de que dispõe:

 

«O meu desafio será conseguir uma crescente visibilidade e afluência ao nosso Festival através de novas propostas, tentando captar novos públicos sem desvirtuar a essência deste evento com mais de uma década de existência. Tratando-se de um festival, faz sentido falarmos de uma grande festa cultural, com argumentos suficientes que justifiquem a deslocação até às Caldas da Rainha!».

 

Atividades já confirmadas do MusiCaldas'11:

 

- Concertos com reconhecidos artistas nacionais e internacionais da música erudita, jazz e músicas do mundo.

- 16º Curso de Verão Jovens Músicos
- Ateliês de Música para Crianças
- Workshop de Danças
- Música para Bebés
- Formação de Professores
- Conferências, jam sessions e masterclasses.

 

O concerto de apresentação do festival tem lugar já no dia 25 de Junho e está a cargo da consagrada cantora jazz Maria Anadon, que surge como madrinha do Musicaldas através do seu novo projeto Latin Jazz Quartet. O espetáculo terá lugar no Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha (CCC), pelas 21h30.

 

Para este concerto especial, Maria Anadon faz-se acompanhar de Victor Zamora (piano), Nelson Cascais(contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria) para um concerto vibrante, com a energia que caracteriza este género musical.

 

Para mais informações, consulte o site oficial.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra
"Yoo
Ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a
lave?
Vamos
para o chuveiro e ela flui com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer réstia de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele
nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir...
E somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas, dialectos da Ternura
Tipo...

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (2x)

Água morna em pele quente poro aberto não perfura
a minha alma já tá nua e eu faço-lhe uma jura, jura
Para sempre teu depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra na sensação
Aquilo que vivemos tá gravado no coração
Segura na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi reinventaste a paixão
Ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela deixo crescer a semente
E Diz-me:

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé(4x)

Em cada beijo há uma frase, em cada frase há um
Verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
De uma história que assombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei, em cada noite que amei
Ou pensei que amei porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada
Ela não tá espantada, pelo contrário, relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorada
E diz-me:

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (10x)"

uhhh, uhhh!
yeah,yeah!


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Letra
Eu preciso de sentir aquele toque feminino, imagino
Que me possas entender erradamente então declino
Qualquer intenção que não a de trocar uma impressão
Opinião, informação, e, quem sabe, emoção?
Hora e meia de concerto e tou meio estourado
Preciso dum cigarro, sentar um bocado:
Fica do meu lado porque eu tou interessado
Em quase tudo menos sexo sem significado, então
"Vem fazer de conta" e acredita em mim...
Podemos falar do Manel, ou das canções do Jobim
Hoje eu tou memo assim, com uma carência sem fim
E quero saber tudo de ti, timtim por timtim
Vou trocar de roupa dá-me só um minuto
Queres um bom vinho tinto ou um champanhe bruto?
Já caguei no duto, tou seguro, resoluto
E a vida deve ser levada com olhar de puto

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Perigosamente perto, absolutamente certo
O teu sorriso brilha e deixa-me liberto
Pega na minha mão, vou-te tirar a pressão,
Nunca durmo na primeira noite, haja ou não tesão
Por isso baza à minha casa, só para um pouco de,
Nós não temos que, mas podemos se...
Pausamos na descontra com som ou tv
Eu tenho fox na cabo stand up em dvd
Quê quê quê, sorriso duvidoso?
Não tenho habilidade para coro manhoso
Só covinha na bochecha e olhar curioso
Charme de trapalhão, tu és doce eu sou guloso
Eu dou-te tick tick, tu dás-me tock tock
Embala slick rick e leva-me a reboque
Eu não sou payboy, rude boy, bad boy,
Pura e simplesmente posso vir a ser o teu boy

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Temos empatia, quem sabe se um dia
A nossa simetria não acaba em sinfonia
Falo com o Massena nós temos boa cena
Dedico-te um poema vamos ganhar um ema
Longe de perfeito digamos que tenho jeito
Para director de casting e o teu timing é perfeito
Dás-me toque-de-caixa e eu fico em sentido
A tua voz encaixa directo no ouvido
É poesia em movimento no terceiro andamento
Dum concerto em Sol maior, para tocar em casamento

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou



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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
Letra
Atitude positiva, underground ho,
Quem sente sente até ao fim e sente o nosso som,
Hip hop do mais puro, a partir tudo,
Reconhece puto tem muita pica e conteúdo,
Não faças confusão e recua,
O projecto está na minha rua e não na tua,
Eu represento o que tenho e o que tenho represento,
É certo como a chuva em dezembro,
Lembra qualquer um que lutei para estar aqui,
O mesmo de sempre continuará sempre aqui,
Longe da inveja e perto de quem merece,
O sítio do costume não vale a pena dizer o resto,
Come on.

2x
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar,
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Hip hop tá na casa põe a mão no ar.

Era tão bom quando éramos só nós,
Hip hop agora é moda, tipo ir passear pra foz,
Já não há rodas de brake, há rodas de damas soltas,
A ouvir a candy shop e a ficar loucas
E a cultura pela qual me apaixonei,
Era people, writer, mc e um dj
Só vejo o plin, plin
Rap, desenhos e aparato,
Mano isso nunca foi hip hop, já tou farto,
Farto de ir a festas e ver coreografias aprendidas no ginásio, e no skull em dois dias.
Desculpe a agressividade,
Mas tenho saudade de ir ao hard club ver hip hop de verdade,

2x
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar,
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Hip hop tá na casa põe a mão no ar.

Yo puts este é o nosso novo som na zona,
Grande como ele é vê lá se apanhas essa onda,
Tá tudo a rular este som não vai parar,
Agora quem me entende temos muito para te dar,
Por isso queres fazer barulho faz barulho grita agora,
Mete a mão no ar solta deita o rebelde cá para fora,
Com a nossa criação para a nossa geração,
A nova produção esta nossa versão,
O nosso som está aí representamos diferente,
Confiamos na atitude de ser o mesmo de sempre,
Continuamos à frente, a produção da novidade,
Hip hop faz parte do nosso bilhete de identidade,
Ponho o beat lá em cima, sente esta faixa,
Puxa o conteúdo fecha os olhos e relaxa,
Isto é o princípio daquilo que vem aí,
Até o próximo episódio ficamos por aqui.


4x
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar,
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Hip hop tá na casa põe a mão no ar.


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Festival volta a Vilar de Mouros com 50 bandas e 18 horas seguidas de concertos
A banda francesa de reggae Dub. Inc. é a cabeça de cartaz do Energie Music Vilar de Mouros, um festival hoje apresentado como «sexy e cool» que se realizará a 21 de Agosto, naquela freguesia de Caminha.

Segundo Miguel Rendeiro, produtor do evento, pelos quatro palcos instalados no recinto que já serviu para o mítico festival de Vilar de Mouros passarão 50 bandas e projectos musicais, que, a partir das 15 horas, assegurarão 18 horas non stop de concertos.

 

O festival está orçado em 400 mil euros e os bilhetes, à venda a partir de hoje, podem ser adquiridos por 15 euros.

 

«Além de sexy e cool, este será um festival low cost, porque estamos em época de poupança», referiu, em conferência de imprensa.

 

Além dos Dub. Inc. pelo palco principal passarão também nomes como MANDY (dupla alemã de dj), Who Made Who, igualmente da Alemanha, os Pow Pow Movement (ainda do mesmo país) e os portugueses Buraka Som Sistema.

 

No palco Electrónica, o destaque vai para os dj alemães Michael Mayer, Steve Bug, Dixon e Henrik Schwarz.

 

Haverá ainda o palco Novas Tendências, em que pontuará o drum and bass, como nomes como Benga & MC Youngman e «dois dos maiores dj do mundo»: Andy C & MC GQ e DJ Hype & MC Daddy Earl.

 

O Palco Tributo Vilar de Mouros será dedicado «a pessoas mais velhas», com bandas que permitirão recordar momentos e artistas daquele mítico festival.

 

«A história está naquele recinto», disse Miguel Rendeiro.

 

Por este palco passarão, entre outros, os Let There Be Rock e os Bordel.

 

«O que se pretende é uma festa com impacto nacional e que passe mesmo as fronteiras, levando de novo grandes vibrações àquele recinto», disse ainda o produtor, sublinhando que o festival «é para continuar nos próximos anos».

 

Na conferência de imprensa marcou também presença o vereador da Cultura na Câmara de Caminha, Paulo Pereira, que sublinhou que este evento «não vem substituir» o Festival de Música de Vilar de Mouros, que já não se realiza desde 2006.

 

«O Festival de Vilar de Mouros tem uma identidade própria», afirmou o autarca, escusando-se, no entanto, a pronunciar-se sobre o futuro.

 

«Seria uma falta de respeito falar de outros eventos quando estamos a promover este», justificou.

 

Já para Miguel Rendeiro, o Festival de Vilar de Mouros «acabou».

 

«Foi um marco desta região, mas para nós acabou. Teve o seu tempo, mas agora estamos a fazer um novo festival, não há qualquer colagem ao antigo», disse.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 11:55 | link do post | comentar

Letra
Não dei por começar 
mas aconteceu 
como da primeira vez 
baby isto sou eu (sou eu) 

era só olhar 
batia perfeito 
gelas como o mar 
como tar sem jeito 

tentei mudar-te um pouco 
mas agora sei 
que não devia 

tentei mostrar-te o louco 
que sou por ti 
desde esse dia 

oooh oooh 

não me deixes mais 
nesta situação 
quero tar contigo 
perder a noção 

que o amor é rápido (yeeeah) 
sádico (uuuh) 
às vezes é trágico (yeeeah) 

mágico 
é má-gi-co (x8) 

podia dizer 
que fiquei sem chão 
e o que tu me deste 
foi uma lição 

acredito ter 
aquilo que queres 
mas depois de teres 
aí não desesperes 

tentei mudar-te um pouco 
mas agora sei 
que não devia 

tentei mostrar-te o louco 
que sou por ti 
desde esse dia 

oooh oooh 

não me deixes mais nesta situação 
quero tar contigo 
pra ter a noção 

e o amor é rápido (yeeeah) 
sádico (uuuh) 
às vezes é trágico (yeeeah) 

mágico 
é má-gi-co (x8) 

yo 
é de loucos o que sinto por ti 
sinto falta de ti 
desejava tanto que 'tivesses aqui 
e me desses o devido valor 
porque acredito que a vida não é nada sem amor 
não, sei que não sou perfeito 
nem nada que se pareça mas eu respeito 
o que vai na tua cabeça 
que te gramo, que te adoro, que te amo 
que te quero, que te venero, que te sinto, que te espero. 
não me deixes mais nesta posição 
nada é em vão tudo tem a sua explicação 
e eu sei a minha 
quando te vejo, falo, toco, 
arrepio na espinha 
e agora vai ser tudo de bom 
quero ver a tua cara quando ouvires este som 
ah e vou tentar ser mais coração mole 
vou ligar-te para irmos ver o pôr do sol 
e o amor é rápido 

sádico 
às vezes é trágico 
mágico 
é má-gi-co (x8) 
é rápido 
é má-gi-co



publicado por olhar para o mundo às 10:34 | link do post | comentar

Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

 

Neste novo disco, o colectivo trabalha sobre o cancioneiro medieval galaico-português, ao mesmo tempo que recupera a sua essência melódica, os sons acústicos, as mudanças de ritmo que fazem com que o folk celta passe do romantismo ao baile, e recria os elementos poéticos, lendas e metáforas que utiliza para definir a sua forma de sentir a música e a vida.

 

“Este é mais um passo na trajectória desta formação que leva a cultura galega pelo mundo fora há já 25 anos e que é uma referência internacional da música celta”, pode ler-se em comunicado.

 

Via Palco Principal 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 21:10 | link do post | comentar

Letra
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dize-lo cantando a toda a gente!


publicado por olhar para o mundo às 17:57 | link do post | comentar

Trovante reunidos para digressão de Verão

 

O grupo vai voltar a reunir-se este Verão, para uma digressão que pretende assinalar os 35 anos sobre o nascimento da banda.

 

A tour, a decorrer durante os meses de Agosto e Setembro, termina com dois concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto.

 

Recorde-se que os Trovante já se tinham juntado em 1999, para um concerto no Pavilhão Atlântico; em 2006, para um espectáculo no Campo Pequeno; e em 2010, para uma actuação do Rock In Rio Lisboa.

 

Integram a formação actual dos Trovante Luís Represas, João Gil, Manuel Faria, João Nuno Represas, Artur Costa, Fernando Júdice, José Salgueiro e José Martins.

 

Sara Novais

 

Retirado de Palco Principal



publicado por olhar para o mundo às 12:54 | link do post | comentar

Letra
Gosto de ti
Gosto de ti quando te ris és tão bonita
Gosto de ti

Quando tu vens
Quando tu vens
Olhas para mim
Sentas-te aqui
És tão bonita

E não te ter
Mas ter que ver o teu sorriso em todo o lado
Só faz doer
Um coração tão trapalhão, apaixonado


publicado por olhar para o mundo às 08:43 | link do post | comentar

Terça-feira, 21 de Junho de 2011

Centro de Loulé invadido por sons do Mediterrâneo

 

E será com sonoridades portuguesas  que o "Festival do Mediterrâneo'11” (MED) de Loulé, verá a luz do ...luar já na quarta feira, 22 de Junho, com as vozes de Lula Pena e de António Zambujo, que abrem a oitava edição do MED  nos palcos do Castelo e da Cerca.

 

Para quinta feira, 23 de Junho está prevista a actuação da banda de Coimbra Sean Riley & The Slowriders, para  as 21:45 no Palco Cerca.

Luísa Sobral, cantora e compositora actuará também no Palco Cerca pelas 21:45 de sexta feira 24 de Junho, e para sexta feira mas no Palco Castelo espera-se a participação dos Pinto Ferreira que pelas 23:30 apresentarão os seus Elogio da Estupidez e Violinos no Telhado.

 

O grupo Afro-Cubism, com músicos de Cuba e do Mali, preencherá o último dia do Festival Mediterrâneo, sábado,  25 de Junho num concerto no Palco Matriz, que entrará pela madrugada de domingo.

 

Para este ano e para a noite de abertura, na quarta feira, o MED decidiu alternar as sonoridades portuguesas com sonoridades próximas como é o caso do músico Marrokan, que actua pelas  21:45 no Palco Castelo e dos espanhóis Muchachito Bombo Infierno, que sobem ao Palco Cerca pela meia-noite, para misturar rumba catalã, reggae e rock.

 

Na quinta feira, 23 de Junho, pelas 22:45, é a altura de vermos e ouvirmos no Palco Matriz sons da Nigéria com a banda de Lagos Seun Anikulapo Kuti & Egypt 80, que funde afro-beat, jazz e hip-hop.

 

Os ritmos dos Balcãs, misturados com funk, twist, turbofolk e techno, chegam ao MED também na quinta-feira, com o espectáculo do esloveno Roberto Pesut que devido à sua excentricidade é conhecido como “Madonna eslovena”, actua no Palco Cerca, pela meia noite

 

Neste festival Loulé vai ainda ter oportunidade de ouvir, no sábado, 25 de Junho, o quarteto ucraniano DakhaBrakha, com música folk ucraniana misturada com sonoridades de todo o mundo, e a banda George Clinton & Parliament Funkadelic, que actua na sexta-feira, pelas 22:45, no Palco Matriz.

 

Para além do programa musical, durante os dias do MED, o centro histórico de Loulé tem à disposição dos visitantes gastronomia típica do Algarve, artesanato, exposições, numa alternativa aos espectáculos musicais espalhados pelos sete palcos do Festival.

 

O bilhete diário para o MED custa 12 euros e o passe para os quatro dias, custa 40 euros.

 

Via Hard Música



publicado por olhar para o mundo às 21:17 | link do post | comentar

Letra
Não queiras gostar de mim 
Sem que eu te peça 
Nem me dês nada que ao fim 
Eu não mereça 
Vê se me deitas depois 
Culpas no rosto 
Isto é sincero 
Porque não quero dar-te um desgosto 

De quem eu gosto 
Nem às paredes confesso 
E até aposto 
Que não gosto de ninguém 
Podes rogar, podes chorar, podes sorrir também 
De quem eu gosto 
Nem às paredes confesso 

Quem sabe se te esqueci 
Ou se te quero 
Quem sabe até se é por ti
Por quem eu espero 
Se gosto ou não afinal 
Isso é comigo 
Mesmo que penses que me convences 
Nada te digo




publicado por olhar para o mundo às 17:11 | link do post | comentar

Letra
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias,
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer. 
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, 
que eu amava quando imaginava que amava. era a tua. 
a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto. 
era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores 
e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde. 
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.


publicado por olhar para o mundo às 08:05 | link do post | comentar

Segunda-feira, 20 de Junho de 2011

 

Letra

 

Menina em teu peito sinto o Tejo
e vontades marinheiras de aproar
menina em teus lábios sinto fontes
de água doce que corre sem parar

 

menina em teus olhos vejo espelhos
e em teus cabelos nuvens de encantar
e em teu corpo inteiro sinto o feno
rijo e tenro que nem sei explicar

 

se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar

 

aprendi nos "Esteiros" com Soeiro
aprendi na "Fanga" com Redol
tenho no rio grande o mundo inteiro
e sinto o mundo inteiro no teu colo

 

aprendi a amar a madrugada
que desponta em mim quando sorris
és um rio cheio de água levada
e dás rumo à fragata que escolhi

 

se houver alguém que não goste
não gaste - deixe ficar...
que eu só por mim quero-te tanto
que não vai haver menina p'ra sobrar



publicado por olhar para o mundo às 17:15 | link do post | comentar

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Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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