Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

 

 

Letra

 

Pó de Arroz,
Na face das pequenas
Será beleza apenas, só
Uma corzinha com

Pó de arroz
Rosa é, mulher o pôs
E o homem vai nas cenas
Eva e Adão outra vez

É como enfeitar um embrulho
Arroz com gorgulho talvez



REFRÃO: Pó de arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que me encanta com

Pó de Arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal, quando chegas com
Todo o teu arroz (bis)



Pó de Arroz
Tens hoje só pra mim
Pós de perlimpimpim
És um arroz doce sim

Pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás meu algoz

Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar no arroz

[refrão] (bis)

 



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Letra

 

Espreito por uma porta encostada
sigo as pegadas de luz
peço ao gato xiu para nao
me denunciar

toca o relógio sem cu-cu
dá horas à cusquice das vizinhas e eu
confesso às paredes de quem gosto
elas conhecem-te bem

oh,oh,oh,oh!!! ah, ah, ah, ah!!!

Aconchego-me nesta cumplicidade
deixo-me ir nos trilhos traçados
pela saudade
de te encontrar
ainda onde te deixei...

trago-te o beijo, prometido
sei o teu cheiro
mergulho no teu tocar
abraças a guitarra
e voas para além da lua...

Amarro o beijo que se quer soltar
espero que o sintas, para
me entregar
a cadeira. as costas, o cabelo e a cigarrilha
a dança do teu ombro e,
nesse instante em,
que o silencio é,
o bater do coraçao, 
fecha-se a porta
pára o relógio
as vizinhas recolhem

tu olhas-me!!! 
tu olhas-me!!!

ah ah ah, ah ah ah, ah ah ah!!!
ah ah ah, ah ah ah, ah ah ah!!!
oh oh ye!!!

trago-te o beijo, prometido
sei o teu cheiro
mergulho no teu tocar
abraças a guitarra
e voas para além da lua...

Amarro o beijo que se quer soltar
espero que o sintas, para
me entregar
a cadeira, as costas, o cabelo e a cigarrilha
a dança do teu ombro e,
nesse instante em,
que o silencio é,
o bater do coraçao, 
fecha-se a porta
pára o relógio
as vizinhas recolhem-se

(Solta-se o beijo, o gato mia
solta-se o beijo. Gato mia)
(Solta-se o beijo, o gato mia
solta-se o beijo. Gato mia)

tu olhas-me!!! 
tu olhas-me!!!

Espreito por uma porta encostada
sigo as pegadas de luz
peço ao gato xiu para nao
me denunciar...

tu olhas-me!!! 
tu olhas-me!!!

 

 



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Xutos vão estar no Rock in Rio

 

David Fonseca, Rui Veloso, Buraka Som Sistema e os Xutos & Pontapés vão actuar este ano no festival Rock in Rio, que regressa ao Brasil, ao Rio de Janeiro, foi anunciado pela organização.

 

Os quatro grupos e artistas portugueses vão actuar no palco Sunset que, tal como aconteceu no Rock in Rio Lisboa 2010, se destinará a parcerias inéditas especificamente para o festival.

 

O Rock in Rio 2011, na cidade do Rock no Rio de Janeiro, decorrerá nos dias 23, 24, 25 e 30 de Setembro e a 01 e 02 de Outubro.

Das parcerias previstas entre artistas no Palco Sunset, Rui Veloso vai tocar com o músico brasileiro Ed Motta e um convidado ainda a anunciar.

 

Os Buraka Som Sistema, que estão a preparar novo álbum, apresentar-se-ão com Mixhell, o projecto do baterista Iggor Cavalera (que toca no novo disco dos Buraka) e de Laima Leyton.

 

David Fonseca estará em palco com os espanhóis The Monomes e os Xutos & Pontapés juntam-se a um grupo veterano como eles, mas no rock brasileiro, os Titãs.

 

Há ainda outras parcerias peculiares neste palco, programado pelo brasileiro Zé Ricardo, como Milton Nascimento com a revelação deste ano dos Grammy, Esperanza Spalding, os Mutantes com Tom Zé e Mondo Cane, projeto de Mike Patton, com a Orquestra Sinfónica de Heliópolis.

 

No Palco Mundo do Rock in Rio 2011 estão confirmadas as presenças, por exemplo, de Elton John, Rhianna, Red Hot Chilli Peppers, Katy Perry, Metallica, Coldplay e Snow Patrol.

 

Em 2012 o Rock in Rio regressará a Lisboa, ao Parque da Bela Vista.

 

Via Sol



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Letra

 

Vou andando, cantando
Tenho o sol à minha frente
Tão quente, brilhante
Sinto o fogo à flor da pele
Tão quente, beijando
Como se fosses tu

 

Ao longe, distante
Fica o mar no horizonte
É nele, por certo
Onde a tua alma se esconde
Carente, esperando
Esse mar és tu

 

Pode a noite ter outra cor
Pode o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio...

 

Na foz, revolta
Fecho os olhos, penso em ti
Tão perto, que desperto
Há uma alma à minha frente
Tão quente, beijando
Por certo que és tu

 

Pode a lua subir no céu
E as nuvens a noite toldar
Pode o escuro ser como breu
Acabei por te encontrar

 

Vou andando, cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,
Por certo
O meu Amor és tu.

 

 



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Domingo, 27 de Fevereiro de 2011

 

 

Letra

 

Eles são duas crianças a viver esperanças, a saber sorrir.
Ela tem cabelos louros, ele tem tesouros para repartir.
Numa outra brincadeira passam mesmo à beira sempre sem falar.
Uns olhares envergonhados e são namorados sem ninguém pensar.


Foram juntos outro dia, como por magia, no autocarro, em pé.
Ele lá lhe disse, a medo: "O meu nome é Pedro e o teu qual é?"
Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: "Sou a Cinderela".
Quando a noite o envolveu ele adormeceu e sonhou com ela...

[Refrão]
Então, 
Bate, bate coração
Louco, louco de emoção
A idade assim não tem valor.
Crescer,
vai dar tempo p'ra aprender, 
Vai dar jeito p'ra viver
O teu primeiro amor.

Cinderela das histórias a avivar memórias, a deixar mistério
Já o fez andar na lua, no meio da rua e a chover a sério.

Ela, quando lá o viu, encharcado e frio, quase o abraçou.
Com a cara assim molhada ninguém deu por nada, ele até chorou...

[Refrão]

E agora, nos recreios, dão os seus passeios, fazem muitos planos.
E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos.

E, num desses bons momentos, houve sentimentos a falar por si.
Ele pegou na mão dela: "Sabes Cinderela, eu gosto de ti..."

[Refrão] 

 



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Carlos Paião

 

Nasceu acidentalmente em Coimbra, passando toda a sua infância e juventude entre Ílhavo (terra natal dos pais) e Cascais. Desde muito cedo Carlos Paião demonstrou ser um compositor prolífico, sendo que no ano de 1978 tinha já escritas mais de duzentas canções. Nesse ano obteve o primeiro reconhecimento público ao vencer o Festival da Canção do Illiabum Clube.

Em 1980 concorre pela primeira vez ao Festival RTP da Canção, numa altura em que este certame representava uma plataforma para o sucesso e a fama no mundo da música portuguesa, mas não foi apurado. Com Playback ganhou o Festival RTP da Canção de 1981 com a esmagadora pontuação de 203 pontos, deixando para trás concorrentes tão fortes como as Doce e José Cid. A canção, uma crítica divertida, mas contundente, aos artistas que cantam em play-back, ficou em penúltimo lugar no Festival da Eurovisão de 1981, realizado em Dublin, na República da Irlanda. Tal classificação não "beliscou" minimamente a popularidade do cantor e compositor, pois Carlos Paião, ainda nesse ano, editou outro single de sucesso e que mantém a sua popularidade até hoje: Pó de Arroz.

O êxito que se seguiu foi a Marcha do Pião das Nicas, canção na qual o cantor voltava a deixar patente o seu lado satírico. Telefonia (Nas Ondas do Ar) era o lado B desse single.

Carlos Paião compôs canções para outros artistas, entre os quais o próprio Herman José, que viria a alcançar grande êxito com A Canção do Beijinho (1980), e Amália Rodrigues, para quem escreveuO Senhor Extra-Terrestre (1982).

Algarismos (1982), o seu primeiro LP, não obteve, no entanto, o reconhecimento desejado. Surgiu entretanto a oportunidade de participar no programa de televisão O Foguete, com António Sala e Luís Arriaga.

Em 1983, cantava ao lado de Cândida Branca Flor, com quem interpretou um dueto muito patriótico intitulado Vinho do Porto, Vinho de Portugal, que ficou em 3.º lugar no Festival RTP da canção.

Num outro programa, Hermanias (1984), Carlos Paião compôs a totalidade das músicas e letras de Serafim Saudade, personagem criada por Herman José, já então uma das figuras mais populares da televisão portuguesa.

Em 1985, concorreu ao Festival Mundial de Música Popular de Tóquio (World Popular Song Festival of Tokio), tendo a sua canção sido uma das 18 seleccionadas.

A 26 de Agosto de 1988,quando acabara de actuar num grande espectáculo em ((fornos de Algodres)), morre num violento acidente de automóvel. Na altura, surgiu o boato de que na ocasião de seu funeral não estaria morto, mas sim em coma, porém a violência do acidente por si nega o boato, pois a sobrevivência a este seria impossível.

Morreu no dia seguinte ao incêndio do Chiado. Estava a preparar um novo álbum intitulado Intervalo, que acabou por ser editado em Setembro desse ano, e cujo tema de maior sucesso foi Quando as nuvens chorarem. Está sepultado em São Domingos de Rana, freguesia do concelho de Cascais.

Compositor, intérprete e instrumentista, Carlos Paião produziu mais de trezentas canções.

Em 2003 foi editado uma compilação comemorativa dos 15 anos do seu desaparecimento - Carlos Paião: Letra e Música - 15 anos depois (Valentim de Carvalho).

Em 2008, por altura da comemoração dos 20 anos do desaparecimento do músico, vários músicos e bandas reinterpretaram alguns temas do autor na edição de um álbum de tributo, "Tributo a Carlos Paião".

 

Fonte Wikipédia



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Letra

 

Nossa senhora do sis
fique à vontade para meter o nariz"
olha o vizinho do lado
não dá conta do recado e já não sabe o que diz
"e é de qualquer maneira
faz-se tudo o que se queira"
fique sabendo o senhor que nem sequer é doutor
nem tudo o que é parece
"cala-me a divagação, 
filosofias que sufocam a razão"
se quer dizer consciência
terá que ter muito mais do que paciência ai

o homem de ontem era ainda mais parvo do que tu
queria-me como quem quer um cão
se eu encontrasse o homem de ontem numa rua escura
fazia-lhe uma breve confissão
estes olhos não são património
estas pernas não são património
os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas
medo, é medo, muito medo de falhar

"ai minha nossa senhora do sis
o que está a acontecer neste país?
ai que saudades de quando mandava eu
para onde foi esse teu de apogeu"
eu detesto a mesquinhez
de quem não admite nunca o mal que fez
mas pode ter a certeza
não vou estar à espera da delicadeza ai

o homem de ontem era ainda mais parvo do que tu
queria-me como quem quer um cão
se eu encontrasse o homem de ontem numa rua escura
fazia-lhe uma breve confissão
estes olhos não são património
estas pernas não são património
os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas
medo, é medo, muito medo de falhar
estes olhos não são património
estas pernas são de mais para ti
esta mente de que tens medo
nunca foi nenhum brinquedo
queres-me toda ou só assim assim
estes olhos não são património
estas pernas não são património
os ciúmes idiotas, as conquistas, as derrotas
medo, é medo, muito medo de falhar

 



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Letra

 

It's time to take a deep breathe
Close your eyes and let yourself go
slow ...

There's a long and open road
Laying on my way now
I don't need to stop and think about it
'Cause my heart will guide me through

You don't need to promise me the moon
Just sit with me and watch the moonlight
Then every little star will sing this song
And if you feel good, come on
Just sing along ...

I'm okay, I'm alright
I got good feelings on my mind
I'm okay, I'm alright
With you
(2x)

Love is like a tiny sparrow
You can't hold it on a cage, no no you can't
It flies free through the morning breeze
Only guided by a wild warm heart

'Cause you don't need to promise me the sky
Just sit with me and watch the sunrise
Set yourself free and breathe deep inside
And while you do that, come on
Just sing along ...

I'm okay, I'm alright
I got good feelings on my mind
I'm okay, I'm alright
With you
(2x)

I'm okaaaayyyyyeaaahaaaa!!!

I'm alright ...

I'm okay, I'm alright
I got good feelings on my mind
I'm okay, I'm alright
With you
(3x)

I'm okay, I'm alright
I'm okay, I'm alright

I'm okay ...

 



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Letra

 

Não queiras saber de mim
Esta noite não estou cá
Quando a tristeza bate
Pior do que eu não há
Fico fora de combate
Como se chegasse ao fim
Fico abaixo do tapete
Afundado no serrim

Não queiras saber de mim
Porque eu estou que não me entendo
Dança tu que eu fico assim
Hoje não me recomendo

Mas tu pões esse vestido
E voas até ao topo
E fumas do meu cigarro
E bebes do meu copo
Mas nem isso faz sentido
Só agrava o meu estado
Quanto mais brilha a tua luz
Mais eu fico apagado

Dança tu que eu fico assim
Porque eu estou que não me entendo
Não queiras saber de mim
Hoje não me recomendo

Amanhã eu sei já passa
Mas agora estou assim
Hoje perdi toda a graça
Não queiras saber de mim

 



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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Novo álbum dos The Gift chama-se «Explode»

 

O novo disco dos portugueses The Gift tem como nome «Explode», revelou à agência Lusa o compositor Nuno Gonçalves.

O primeiro single do disco chama-se «RGB» e será divulgado na segunda-feira. «Race is Long» e «Primavera», esta cantada em português, são duas outras canções que integram o novo trabalho do grupo de Alcobaça.

«Explode», com cerca de uma hora de duração, foi preparado em Madrid e produzido por Ken Nelson, que já trabalhou com nomes como Gomez, Badly Drawn Boy, Kings of Convenience, Feeder e Coldplay.

O disco surge sete anos depois de «AM-FM» e será mais eléctrico e cru, com menos orquestrações e em registo épico, referiu Nuno Gonçalves, que aponta, assim, um novo caminho no percurso da banda.

O novo álbum marca, de facto, uma nova fase do grupo até ao nível de publicação e distribuição. Desde segunda-feira que as novas canções estão disponíveis para compra em exclusivo pela Internet, no site oficial da banda, e cada utilizador paga aquilo que entender por elas.

O modelo é semelhante ao que os Radiohead propuseram em 2007, com o disco «In Rainbows». No caso dos The Gift, até quarta-feira, o preço médio por álbum vendido ultrapassava os nove euros, embora a banda não tenha especificado quantos exemplares de «Explode» vendeu até agora.

Quem pagou pelo álbum, começará a receber as canções, uma a uma, pelo correio electrónico a partir do dia 28, segunda-feira.

Esta é, para já, a única forma de escutar as novas canções, uma vez que ainda não há qualquer data de edição do álbum em suporte físico. Quando isso acontecer, a distribuição será feita em simultâneo em Portugal e Espanha, porque para a banda já não faz sentido separar o mercado ibérico.

Alguns dos temas novos de «Explode» poderão ser ouvidos nos três concertos que a banda vai dar de 17 a 19 de Março no Teatro Tivoli em Lisboa.

 

Via IOL Música



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Letra

 

A tua pequena dor 
quase nem se quer te doi
é só um ligeiro ardor 
que nao mata 
mas que mói.

É uma dor pequenina
quase como se não fosse
e como uma tangerina
tem um sumo agridoce.

De onde vem essa dor
se a causa não se ve
se não é por desamor
então e uma dor de que.

Não esponhas essa dor 
e preciosa e so tua
não a mostres tem pudor
e um lado oculto da lua.

Não e vicio nem costume
deve ser inquietação 
nao há nada que a arrume 
Dentro do teu coração.

Talver seja a dor de ser
só a sente quem a tem
ou sera a dor de medo 
a dor de ir mais além.

Certo e ser a dor de quem 
nao se da por satisfeito
nao a mates guarda bem
guardada no fungo do peito.

 

 



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Letra

 

I choose to hide
But I look for you all the time
I choose to run
But I'm begging for you to come
I wanna break
But I know that you can take
I stay a while
To be sure that you're by my side
Oh, oh

Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care

I choose to find
Things that you left behind
I choose to stare
But I can take you anywhere
I wanna stay
But my soul leaves you anyway
Can close the door
And love, could you give me more

Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care

Choose love, choose love, love
Choose love, choose love, oh

Don't wanna hear, I wanna fight
'Cause this time I won't be wrong
And I can waste this precious time
Asking where do I belong
So let me know your love is real
'Cause this time you won't control
Tell me please, what do you feel
Do I have to save your soul

Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love 

 



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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Nuno Malo

 

O compositor algarvio Nuno Malo, actualmente a viver em Los Angeles, foi eleito o compositor revelação do ano nos Estados Unidos, anunciou hoje a Associação Internacional de Críticos de Música para Cinema.

 

Nuno Malo, autor de várias bandas sonoras para filmes, era candidato em duas categorias, compositor revelação e melhor banda sonora num filme dramático, na sétima edição dos prémios, atribuídos pela associação que distingue as melhores bandas sonoras e composições no mundo do cinema. 

A banda sonora de "Amália - O Filme", de Carlos Coelho da Silva, para o qual compôs vinte temas orquestrais interpretados pela Filarmónica de Budapeste valeu-lhe a distinção de compositor revelação, deixando para trás os nomeados os Daft Punk, Óscar Araujo, Arnau Bataller e Herbert Gronemeyer.

Na categoria de melhor banda sonora num filme dramático, o prémio foi para a banda sonora de "O Discurso do Rei, do compositor Alexandre Desplat.

Nascido na Madeira em 1977, Nuno Malo estudou composição para cinema em Los Angeles e é autor de várias bandas sonoras de filmes portugueses, entre os quais "Assalto ao Santa Maria", de Francisco Manso, "Contraluz", de Fernando Fragata, "O Julgamento" e "A Arte de Roubar", ambos de Leonel Vieira, "Filme da Treta", de José Sacramento, e "A Mulher Polícia", de Joaquim Sapinho.

"A Profecia Celestina" (2006), de Armando Mastroianni, e "The Lost and Found Family" (2009), de Barnet Bain, foram duas produções internacionais para as quais compôs a música original.

A Associação Internacional de Críticos de Música para Cinema foi criada no final dos anos 1990 e integra jornalistas de rádio, televisão, imprensa e meios online que escrevem sobre composições para cinema e televisão.  

 

 

 Retirado do Público



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Letra

 

Tenho à janela
Uma velha cornucópia
Cheia de alfazema
E orquídeas da etiópia

Tenho um transistor ao pé da cama
Com sons de harpas e oboés
E cantigas de outras terras
Que percorri de lés-a-lés

Tenho uma lamparina
Que trouxe das arábias
Para te amar à luz do azeite
Num kama-sutra de noites sábias

Tenho junto ao psyché
Um grande cachimbo d'água
Que sentados no canapé
Fumamos ao cair da mágoa

Tenho um astrolábio
Que me deram beduínos
Para medir no firmamento
Os teus olhos astralinos

Vem vem à minha casa
Rebolar na cama e no jardim
Acender a ignomínia
E a má língua do código pasquim
Que nos condena numa alínea
A ter sexo de querubim

 



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Letra

 

There's a place where lovers go
To cry their troubles away
And they call it Lonesome Town
Where the broken heart stays

You can buy a dream or two
To last you all through the years
And the only price you pay
Is a heart full of tears

Going down to Lonesome Town
Where the broken hearts stay
Going down to Lonesome Town
To cry my troubles away

In the town of broken dreams
The streets are filled with regret
Maybe down in Lonesome Town
I can learn to forget
Maybe down in Lonesome Town
I can learn to forget
 



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Letra

 

Pára de chorar
E dizer que nunca mais vais ser feliz
Não há ninguém a conspirar
Para fazer destinos
Negros de raiz
Pára de chorar
Não ligues a quem diz
Que há nos astros o poder
De marcar alguém
Só por prazer
Por isso pára de chorar
Carrega no batom
Abusa do verniz
Põe os pontos nos Is
Nem Deus tem o dom 
De escolher quem vai ser feliz

Pára de sorrir
E exibir a tua felicidade
Só por leviandade
Se pode sorrir assim
Num estado de graça 
Que até ofende quem passa
Como se não haja queda
No Universo
E a vida seja moeda 
Sem reverso
Por isso pára de sorrir
Não abuses dessa hora
Ela pode atrair 
A inveja do mundo
Tu não perdes pela demora
E a seguir tudo se evapora

 



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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

 

 

Letra
Roendo uma laranja na falésia
Olhando o mundo azul à minha frente,
Ouvindo um rouxinol nas redondezas,
No calmo improviso do poente

Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como prata
E a brisa vai contando velhas lendas
De portos e baías de piratas

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

A lua já desceu sobre esta paz
E reina sobre todo este luzeiro
Á volta toda a vida se compraz
Enquanto um sargo assa no brazeiro

Ao longe a cidadela de um navio
Acende-se no mar como um desejo
Por trás de mim o bafo do destino
Devolve-me à lembrança do Alentejo

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando à minha frente o azul escuro
Podia ser um peixe na maré
Nadando sem passado nem futuro

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

 

 



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B Fachada

 

No dia 2 Abril apresentará dois espectáculos em formato trio, com Martim no contrabaixo, Mariana na bateria e uma convidada já confirmada, Francisca Cortesão, que participa na música "Primeiro dia". O concerto destina-se a famílias e realiza-se no âmbito do Projecto Educativo do Teatro Maria de Matos, com o intuito de fazer com que as crianças se sentem à volta dos músicos em palco: terão a duração de meia hora.

No dia 3, haverá um concerto para o público em geral.

O cantor de 25 anos inspirou-se nos seus tempos de infância e adolescência para este disco que contém um registo aparentemente para os mais novos, mas que apresenta letras com grande carga irónica.

 

Via Público

 

 

 

 



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Letra

 

Deixa tocar-te a pele
Ler nos poros tudo o que és
Como numa folha de papel
Onde crias tudo o que não vês
Deixa entrelaçar os dedos
Nos teu cabelos de querumbim
Desvendar os teus segredos
Saber se és igual a mim.

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma e também tens
Encontro marcado no céu
Deixa beijar-te a boca
A casa onde a tua língua poisa
Pra saber se esta coisa louca
Nos sabe aos dois à mesma coisa

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma 
E também tens encontro marcado no céu

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma e também tens 
Encontro marcado no céu
Deixa beijar-te a boca
A casa onde a tua língua poisa
Pra saber se esta coisa louca
Nos sabe aos dois à mesma coisa

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma e também tens 
Encontro marcado no céu.

 

 



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Letra

 

A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te abraçar

A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa é da vontade
Que tenho de te sentir

A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade

A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa é da vontade 
Que eu tenho de te ver

A culpa não, não é do vento 
Se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento 
Se a minha voz se calar
A culpa é do lamento
Que sufoca o meu cantar

A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade

 

 



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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

 

 

Letra
Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

 

 



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Letra

 

A culpa não, não é do sol, se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do sol, se o meu corpo se queimar

A culpa é da vontade, que eu tenho de te abraçar

A culpa não, não é da praia, se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia, se o meu corpo se ferir

A culpa é da vontade, que tenho de te sentir

A culpa é da vontade, que vive dentro de mim, 
e só morre com a idade, com a idade do meu fim..
A culpa é da vontade..

A culpa não, não é do mar, se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar, se o meu olhar se perder

A culpa é da vontade, que tenho de te ver,

A culpa não, não é do vento, se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento, se a minha voz se calar
A culpa é do lamento que sufoca o meu cantar

A culpa é da vontade, que vive dentro de mim, 
e só morre com a idade, com a idade do meu fim..

A culpa é da vontade, que vive dentro de mim,
 e só morre com a idade, com a idade do meu fim..

A culpa é da vontade
A culpa é da vontade
A culpa é da vontade
A culpa é da vontade


publicado por olhar para o mundo às 13:59 | link do post | comentar

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Uma manhã como a de hoje em que a chuva tinha finalmente cessado. Chegada ao local de trabalho, todos ostentavam tristeza. Percebi então que o nosso Zeca nos tinha deixado. O último concerto no coliseu revelava-o debilitado pela doença, mas com uma vontade férrea que tão bem o caracterizava. Só alguém de quem se gosta e cuja presença ficará como património cultural tem direito a ser tratado por diminutivo. É bom evocar datas que trazem sorrisos, mas também não se pode relegar para o esquecimento esta figura marcante. Completam-se hoje 24 anos sobre a sua morte relativa, pois a música continua a ser ouvida e – atrever-me-ia a arriscar – para sempre, mesmo em pequenos detalhes como a belíssima casa de Belmonte onde viveu e que só há dias tive o prazer de admirar.

Traz outro amigo também

No comboio descendente

Foto: página de imprensa de Pedro Laranjeira

 

Retirado de Dias que voam

 

 


 



publicado por olhar para o mundo às 13:33 | link do post | comentar

 

 
Letra
 
Quando dormes
E te esqueces
O que ves
Tu quem és
Quando eu voltar
O que vais dizer?
Vou sentar no meu lugar

Adeus
Nao afastes os teus olhos dos meus
Isolar para sempre este tempo
É tudo o que tenho para dar

Quando acordas
Porque quem chamas tu?
Vou esperar
Eu vou ficar
Nos teus braços
Eu vou conseguir fixar
O teu ar
A tua surpresa

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar

Adeus
Não afastes os teus braços dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou, vou conseguir para-lo
Vou conseguir para-lo

Vou conseguir

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou conseguir para-lo
Eu vou conseguir guarda-lo
Eu vou conseguir ficar

 



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Os Noidz vão dar um concerto na Aula Magna, em Lisboa, esta sexta-feira, e o IOL Música oferece-te a oportunidade de ganhares bilhetes para o espectáculo, bem como CDs e merchandising da banda portuguesa.

Para seres um dos vencedores, terás apenas de responder acertadamente às seguintes perguntas:

1. Quais os nomes dos alter-egos dos cinco elementos que formam os Noidz?

2. Quem é o autor do tema original do novo vídeo dos Noidz?


Envia as respostas, juntamente com o teu nome completo e número de Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão, através de comentário a este artigo.

NOTA: Os comentários não serão publicados de forma a proteger a privacidade dos participantes.

Os 10 primeiros a responderem acertadamente às questões ganham um «Pack Noidz» composto pelos seguintes prémios:

- 1 entrada dupla (válida para duas pessoas) para o concerto na Aula Magna
- 1 CD single «Trance Metal Age»
- 1 banda-desenhada Noidz
- 1 t-shirt Noidz

Todos prémios serão entregues aos respectivos vencedores na noite do concerto, à entrada da Aula Magna, mediante apresentação do Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão.

O passatempo termina às 23h59 do dia 23 de Fevereiro.

Atenção que o concurso é no site da IOL, Aqui

 

 

 

 

 Via IOL



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Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

 

letra

 

Recebi o teu bilhete
Para ir ter ao jardim
A tua caixa de segredos
Queres abri-la para mim

E tu não vais fraquejar
Ninguém vai saber de nada
Juro não me vou gabar
A minha boca é sagrada

De estar mesmo atrás de ti
Ver-te da minha carteira
Sei de cor o teu cabelo
Sei o shampoo a que cheira

Já não como já não durmo
E eu caia se te minto
Haverá gente informada
Se é amor isto que eu sinto

Refrão:
Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa

Promete lá outro encontro
Foi tão fugaz que nem deu
Para ver como era o fogo
Que a tua boca prometeu

Pensava que a tua lingua
Sabia a flor do jasmim
Sabe a chiclete de mentol
E eu gosto dela assim

Refrão:
Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa



publicado por olhar para o mundo às 20:50 | link do post | comentar

 

Letra

 

In this little town
cars they don't slow down
The lonely people here
They throw lonely stares
Into their lonely hearts

I watch the traffic lights
I drift on Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But girl you're so far away

Oh, hold still for a moment and I'll find you
I'm so close, I'm just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still

I jaywalk through this town
I drop leaves on the ground
But lonely people here
Just gaze their eyes on air
And miss the autumn roar
I roam through traffic lights
I fade through Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right

 



publicado por olhar para o mundo às 15:32 | link do post | comentar

Os The Gift lançaram um novo disco, composto por 11 canções, que (tal como fizeram os Radiohead) pode ser descarregado online por qualquer preço.

 

“Até ao dia 27 de Fevereiro poderá adquirir as onze canções que compõem o novo disco. O preço? Dê o que achar justo. Dê o que puder dar. Dê aquilo que quiser dar...”, lê-se no site da banda (ao clicar no botão de registo, o preço exemplificativo é de 9,99 euros).

As 11 canções serão entregues ao longo de 11 dias. Em cada dia é enviado um e-mail com um link para o ficheiro que pode ser descarregado.

A mensagem acrescenta que ainda não há uma data de lançamento para uma versão convencional do disco.

A banda lembra ainda que tem concertos anunciados para Lisboa (17, 18 e 19 de Março) e Madrid (7 de Maio) e que criou o The Gift Experience Pack, com o objectivo “trazer pessoas [de] fora da capital aos espectáculos”. O pacote inclui bilhetes duplos para o concerto, a viagem de comboio e estadia num hotel de quatro estrelas.

 

Via Público

 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 14:26 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara

Quando eu era pequenino
Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver
Já eram para te ver

(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara (bis)

Quando eu já for velhinho
Quando eu já for velhinho
Acabado de morrer
Acabado de morrer
Olha bem para os meus olhos
Olha bem para os meus olhos
Sem vida hão de te ver
Sem vida hão de te ver

(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara (bis)

Tuturututurotro Tuturoro pam pam pam pam pam pam
Quando eu era pequenino
Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver
Já eram para re ver

(Refrão)
(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara (bis 3x)

 

 



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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

 

 

Letra

 

Tu eras aquela
Que eu mais queria
P'ra me dar algum conforto e companhia
Era só contigo que eu, sonhava andar
P'ra todo o lado e até quem sabe
Talvez casar
Ai o que eu passei
Só por te amar
A saliva que eu gastei para te mudar
Mas esse teu mundo era mais forte do que eu
E nem com a força da música ele se moveu

(refrão)

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no rivóli

E era só a ti
Que eu mais queria
Ao meu lado no concerto nesse dia
Juntos no escuro de mão dada a ouvir
Aquela música maluca sempre a subir
Mas tu não ficas-te nem meia hora
Não fizeste um esforço para gostar e foste embora
Contigo aprendi uma grande lição
Não se ama alguém que não ouve a mesma canção

(refrão)

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no rivóli

Foi nesse dia que percebi
Nada mais por nós havia a fazer
A minha paixão por ti era um lume
Que não tinha mais lanha por onde arder

(refrão)

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no rivóli

 

 



publicado por olhar para o mundo às 20:47 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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