Terça-feira, 17.10.17

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O'culto da Ajuda • art music centre • because sound matter • Outubro 2017

 

SOND'AR-TE ELECTRIC ENSEMBLE • 10º ANIVERSÁRIO

21 de Outubro 2017 • 21h30

Petter Sundkvist – direcção

Silvia Cancela – flauta

Nuno Pinto – clarinete

Elsa Silva – piano

Suzanna Lidegran – violino

Filipe Quaresma – violoncelo

Miguel Azguime – narrador


GONÇALO GATO – Equilíbrio * (2017) ensemble e electrónica (estreia absoluta)

EDUARDO LUÍS PATRIARCA – WE ARE ALL MADE OF STARDUST * (2017) ensemble e electrónica 

LUÍS ANTUNES PENA – Konvolut * (2015) ensemble e electrónica

MIGUEL AZGUIME - Mestre Gato ou o Gato de Botas ** (2009) ensemble, narrador e electrónica

* - encomenda do Sond’Ar-te Electric Ensemble

** - encomenda da Fundação Centro Cultural de Belém



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Letra

 

HÁ UMA ESTRELA GUIA LÁ NO AR
ELA BRILHA , ELA BRILHA SEM PARAR
E EU SÓ QUERIA VÊ-LA DURAR

E SE ELA UM DIA SE APAGAR
NADA FICA , NADA FICA PRA LEMBRAR
POR ISSO DEVÍAMOS FALAR

OS DOIS OS DOIS
SEM GRITAR
TENTAR NÃO DISCUTIR
OS DOIS A DORMIR
LADO A LADO SEM NENHUM DE NÓS IR
PARA LONGE 

HÁ UMA VIDA LONGA POR VIVER
MAS TU NUNCA , TU NUNCA QUERES SABER
E ASSIM VAI ACABAR POR MORRER

EU NUNCA PENSEI , VIR A DIZER
A TUA FALTA , TUA FALTA FAZ DOER
POR ISSO DEVÍAMOS RESOLVER

OS DOIS OS DOIS
SEM GRITAR
TENTAR NÃO DISCUTIR
OS DOIS A DORMIR
LADO A LADO SEM NENHUM DE NÓS IR
PARA LONGE … PARA LONGE

ENTÃO PÁRA , PÁRA DE DISCUTIR
PÁRA PRA NENHUM DE NÓS IR … PARA LONGE

IMAGINA , O QUE PODÍAMOS SER
SE POR UM DIA COMEÇA-SE-MOS A TENTAR, TENTAR VIVER

OS DOIS OS DOIS
SEM GRITAR
TENTAR NÃO DISCUTIR
OS DOIS A DORMIR
LADO A LADO SEM NENHUM DE NÓS IR
PARA LONGE … PARA LONGE

ENTÃO PÁRA PÁRA DE DISCUTIR
PÁRA PRA NENHUM DE NÓS IR … PARA LONGE … PARA LONGE

 

MÚSICA: Sérgio Rosado
LETRA: Bernardo Costa (Peermusic)

 



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COUPLE COFFEE 
16 NOV |  PARAÍSO
22H00
 
"Fausto Food" ao vivo!
 

Concerto de apresentação do novo álbum dos Couple Coffee.

Um disco e um concerto feito de canções do singular Fausto Bordalo Dias.
Ele mesmo: O grande Fausto!

Luanda Cozetti na voz, Norton Daiello no Baixo, acompanhados de Flak nas Guitarras, Jaume Pradas na bateria e João Rato nos teclados.
 
Um concerto a não perder!
 

 



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Letra

 

Ai meu amor se bastasse
Saberes que eu te amo tanto
E cada vez que eu cantasse
Ai meu amor se bastasse
Saberes que é por ti que eu canto

Ai meu amor se bastasse
O que a cantar eu consigo
E mesmo que eu não cantasse
Ai meu amor se bastasse
O que a falar eu não digo

Ai meu amor se bastasse
Eu saber que te não basta
E na vida que eu gastasse
A cantar eu reparasse
Que a nossa vida está gasta

Se o que eu tenho p'ra te dar
Quando eu canto te chegasse
Se isso pudesse bastar
Se me bastasse cantar
Ai meu amor se bastasse

 

Letra: Manuela de Freitas
Música: Pedro Rodrigues

 



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Segunda-feira, 16.10.17

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Pedro Vicente apresenta o álbum “Espera” em formato digital | 27 de Outubro

 

 

Pedro Vicente é Psicomotricista, mas desde sempre teve a música na sua vida. Encontrou no privilegiado contacto com crianças, jovens e adultos com necessidades e capacidades muito especiais a chave para aceder ao mecanismo que transforma emoções em canções. Tem na música um poderoso aliado terapêutico.

 

“Espera” revela-se um tradutor de emoções de que Pedro Vicente se serve para abrir ao mundo o seu coração. A diversidade cénica revelada nos 11 temas originais que integram o álbum, reflete a multiplicidade de vivências que o inspiram, tendo sempre o amor como fio condutor.

 

“O fim da “Espera” conduz ao começo de um novo caminho, com muitas histórias para cantar e afetos para musicar.”

 

“Mais um Segundo” é o single de apresentação.



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No
Take time for me, yeah
No, no, no
 
Take time for me, link up shawty
Come trough but don’t tell nobody
I don’t know why your friends wanna war me
I never did you no wrong, but I’m sorry
 
Don’t shoot me down like safari
They talking bout me
But they don’t know half the story, damn
Them, envy the money and the glory
They don’t wanna see me drive by in a rari
 
But me no discuss man
Anywhere me go I show no emotion
If I get you then I don’t need no one
Let me let you in my plan
 
I’ve been driving around all night
And I need you to come ease my mind
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh yeah
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh no no no
 
Come through, baby call me when you’re outside
911526625
Tell your friends, say them fi live
Them own life
 
Already in the house
But I’m gonna come inside like
Do you have someone
Cuz I feel like we should link
And mek we have some fun
 
Bieby, nuh give me chatting
And come inna me bed
A nuh tomorrow man want you today
Your friend them nah go find out anyway
Bieby, weh you want me fi say
 
I’ve been driving around all night
And I need you to come ease my mind
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh yeah
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh no no no
 
It’s about me and you right now
Tell your friends ya haffi move right now
Couple drinks, couple shots right now
Buss a slow, wine pon mi ting right now, yeah
 
And me nah go tell nobody if you don’t
Dadda say before we talk we a go choke
A the realist thing I ever wrote
Since I kill the boy weh try fi diss me on coke
 
Me no discuss man
Bridgetown man nah show no emotion
If I get you then I don’t need no one
Bieby, let me let you in my plan
 
I’ve been driving around all night
And I need you to come ease my mind
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh yeah
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh
 
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh yeah
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh
Midnight in Lisbon and I
 
Need you, yeah
Midnight in Lisbon and I need somebody
Oh yeah
Geez
A the realist

 

 



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ELA VAZ | " EU" 
Auditório da Casa da Cultura de Ílhavo 
11 Nov.
 
"EU" é o primeiro disco de Ela Vaz em nome próprio. Preparado ao longo de quase três anos em estreita colaboração com o produtor Quiné Teles, "EU" conta com a colaboração de autores e compositores tão diversos como Amélia Muge e Filipe Raposo, Nuno Camarneiro e Miguel Calhaz, Ricardo Fino e Sérgio Tannus, Uxía Senlle e Viriato Teles. Além dos temas originais, o disco inclui também canções de José Afonso, José Mário Branco, João Afonso e Pablo Neruda/Víctor Jara, alguns dos nomes mais relevantes do vasto universo de referências musicais de Ela. Inclui ainda duetos com Uxia, Rão Kyao, Rui Oliveira, estes dois últimos convidados no espetáculo na Casa da Cultura de Ílhavo. Partindo da tradição musical portuguesa, Ela incorpora-lhe urbanidade e cria uma linguagem musical própria, suficientemente vasta para incluir diferentes sons, palavras de épocas distintas, e individualizada o bastante para ser única.
 
 
Voz  | Ela Vaz
Bateria e percussão |  Quiné Teles
Piano |  Filipe Raposo
Guitarra acústica |  Nuno Caldeira
Contrabaixo |  António Quintino
Flauta transversal |  Ana Catarina Costa
Convidados |  Rão Kyao e Rui Oliveira


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Letra

 

Roendo uma laranja na falésia
Olhando o mundo azul à minha frente,
Ouvindo um rouxinol nas redondezas,
No calmo improviso do poente

Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como prata
E a brisa vai contando velhas lendas
De portos e baías de piratas

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

A lua já desceu sobre esta paz
E reina sobre todo este luzeiro
Á volta toda a vida se compraz
Enquanto um sargo assa no brazeiro

Ao longe a cidadela de um navio
Acende-se no mar como um desejo
Por trás de mim o bafo do destino
Devolve-me à lembrança do Alentejo

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando à minha frente o azul escuro
Podia ser um peixe na maré
Nadando sem passado nem futuro

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

 

Letra e música de Carlos Tê / Rui Veloso

 



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Diogo Piçarra

Anavitória serão convidadas especiais nos Coliseus

27 de outubro Porto | 3 de novembro Lisboa

São as artistas sensação no Brasil. Acabam de ser nomeadas para dois Latin Grammy. Anavitória, a dupla de cantoras e compositoras brasileiras, são agora anunciadas como convidadas especiais para os concertos que Diogo Piçarra dará nos Coliseus.

Trevo”, a canção incluída no álbum de estreia de Anavitória, regravada com a participação de Diogo Piçarra, chegou agora às rádios em Portugal e já está disponível digitalmente.

Na sua versão original, “Trevo” conta com mais de 28 milhões streams no Spotify e 24 milhões de visualizações no YouTube. O videoclipe do dueto com Diogo Piçarra, gravado em São Paulo estreia em breve.

Diogo Piçarra pisa pela primeira vez os emblemáticos palcos dos Coliseus, dia 27 de outubro no Porto e dia 3 de novembro em Lisboa. Com concertos especiais, onde, para além de Anavitória, contará também com a presença dos convidados já anunciados: Jimmy PApril Ivy e Valas.



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Já disponível em formato digital “Valsa dos Alimentos” do Professor Jorge

 

Jorge Courela é músico, educador musical e autor dos livros e álbuns, “As Canções do Professor Jorge“, “Zé Maria Catatua” e “Capitão Miau Miau”, que têm encantado as crianças. 

 

“As Canções do Professor Jorge” é um trabalho temático em que as canções acompanham as principais datas festivas e que serão comemoradas pelas escolas.

 

O Professor Jorge para celebrar o “Dia da Alimentação” no dia 16 de Outubro, apresenta aos mais pequenos a “Valsa dos Alimentos”.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra: João Correia
Música: Três Bairros

 



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Domingo, 15.10.17

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Grandes nomes do fado unem-se ao jazz no disco “JazzInFado”

Disco chega às lojas a 3 de novembro

As melhores canções do fado, os seus melhores intérpretes e alguns dos mais importantes músicos do jazz latino atual juntam-se agora num disco inovador, “JazzInFado”. Este disco procura alargar as fronteiras do fado, reunindo grandes fadistas, nomeadamente Carlos do CarmoHélder MoutinhoCarminhoAntónio ZambujoRaquel TavaresMarco RodriguesAna BacalhauCuca RosetaMaria Berasarte e Joana Almeida, que interpretam temas emblemáticos da história do fado aliados às harmonias do jazz latino.

JazzInFado” chega às lojas no próximo dia 3 de novembro, numa altura em que se celebram os seis anos desde que o fado foi elevado a Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO. 

A ideia de juntar estes grandes nomes do fado às harmonias do jazz partiu de Óscar Gomez, músico e produtor cubano, a viver atualmente em Espanha, vencedor já de cinco Grammys, membro do Board da Academia dos Grammys Latinos e cujas produções já venderam mais de 20 milhões de discos em todo o mundo.

“Sempre gostei de ser transgressor e rebelde”, afirma o produtor. “O que fizemos foi aproximar o fado ao jazz e enriquecê-lo harmonicamente […] e entrar em ritmos das Caraíbas, flamengos, brasileiros, bossa nova, tango. Entrar nos ritmos trabalhados no jazz latino e enriquecer um pouco as harmonias, respeitando sempre, obviamente, as melodias e as letras”.

JazzInFado” foi gravado entre Madrid e Lisboa e nas gravações os fadistas foram acompanhados de músicos maioritariamente cubanos, como é o caso de Pepe Rivero ou de Ivan “Melon” Lewis.

JazzInFado” é um objeto único que evidencia a imensa riqueza do fado, mas mostrando como esta música também dialoga de forma inovadora com o jazz.

Fique a conhecer aqui o alinhamento de “JazzInFado”:

01 Carlos Do Carmo – “Lisboa, Menina E Moça”       

02 Hélder Moutinho – “Estranha Forma De Vida”

03 Carminho – “Escrevi Teu Nome No Vento”             

04 António Zambujo – “Veio A Saudade”                         

05 Raquel Tavares – “Limão”

06 Marco Rodrigues – “Solidão”

07 Ana Bacalhau – “Fado Português De Nós”

08 Cuca Roseta – “Coimbra”         

09 Maria Berasarte – “A Nadie Se Lo Confieso”

10 Joana Almeida – “Tudo Isto É Fado”



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Letra

Não  encontrei a letra ou os créditos desta música

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music and Lyrics by Paulo Furtado

 



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Este disco é dedicado a todos que gostam de pessoas!
Este disco é dedicado a todos que gostam de ser pessoas do seu país!
Este disco é dedicado a todos que compreendem que a Vida é uma Missão!
E que desta Missão faz parte o lugar onde nascemos!
Portucalis é o país dos meus sonhos.
É o país que existe entre margens.
Existe entre as margens das minhas dualidades.
Mas ser dual é existir.
Ninguém “É” totalmente.
Todos “SOMOS” parcialmente.
Se não em permanência... em muitos momentos das nossas Vidas!
Porque todos “EXISTIMOS” tal qual moedas ou folhas de papel, com cara e coroa, com frente e verso.
O Escritor e Poeta Mia Couto, escreveu o poema “Identidade” em 1977, que escancara sem rodeios a sua Dualidade:
“ Existo onde me desconheço,
aguardando pelo meu passado,
ansiando a esperança do futuro.
No Mundo que combato, morro.
No Mundo por que luto, vivo. “
Ser dual é viver permanentemente entre a realidade social e o sonho do estado puro da nossa Natureza.
“Preciso ser outro para ser eu mesmo”
Mia Couto no mesmo poema “Identidade”.
Ser dual é viver a incerteza de uma decisão.
Ser dual é calar a boca à verdade em prol de uma mentira reconfortante.
Ser dual é sorrir ao Mundo dos outros, enquanto grita e chora o nosso Mundo interior.
Ser dual é viver na linha que separa as expectativas do Mundo sobre nós e quem somos realmente.
Por isso existe a Arte!
Porque é na Arte que procuramos (e encontramos muitas vezes) o conforto na nossa verdade pessoal (e colectiva).
O Artista é um canalizador de “Verdades”.
E o Poeta é um fingidor.
E assim o é o Cantor.
Neste disco pretendo revelar todas as minhas verdades, e ir de encontro às Verdades dos Outros.
Preciso de ser fadista e não ser.
Preciso de viver em pleno o meu amor a este país, que é, concomitantemente, a minha maior Paixão e Desalento. O brilho nos meus olhos e as minhas lágrimas.
O Espelho onde vejo reflectidos todos os meus sonhos e desejos.
Numa Era de subversão de valores, prioridades, e de profunda artificialidade, eu quero ser uma portuguesa “missionária”, que encara a sua carreira como “Missão”.
Porque “Deus” me atribuiu a “Condição” de nascer aqui!
Porque me sinto em constante contra-ciclo.
Porque esta “Missão” me mata e renova todos os dias.
E é aqui que reside toda a minha dualidade!
 
Falta cumprir-se Portugal.
Este é o meu pequenino (mas genuíno) contributo.
Portucalis é o país (e o disco) onde me encontro, onde me equilibro, onde sorrio e sou feliz!
Sejam muito bem-vindos!
                                                                                                       Ana Laíns

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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THE OAFS

SELECCIONADOS PARA O

YILAN INTERNATIONAL

ART FESTIVAL 2017

‘em Taiwan

 

É com grande alegria que anunciamos que fomos seleccionados para participar no Yilan International Art Festival 2017, evento que decorrerá de 1 a 5 de Novembro, em Taiwan. 

O convite foi-nos endereçado por parte da organização do festival em Maio e estamos a preparar-nos com afinco para tornar este momento memorável. O Yilan International Art Festival tem por filosofia a união e a cooperação entre os povos através do meio privilegiado que constitui a música, e nós lá estaremos para representar a cultura portuguesa contemporânea.

 

Os THE OAFS são Afonso Carvalhido, Eva Gomes, João Dias e Raul Carvalho.  

Juntaram-se em 2013, em Viana do Castelo, pois queriam exteriorizar os sons que emanavam do seu interior. Então, pegaram nos instrumentos e, agindo no universo criativo indie-folk, produziram um EP, a que chamaram "Mr.J". Resultado? Viajaram pelo país a mostrar as suas musicas. Reza a lenda que fizeram mais de sessenta concertos. 

 

Não contentes, e completamente sem freio, avançaram, no alto da sua independência, para o primeiro álbum! Uniram-se, outra vez, ao Paulo Miranda no AMP Studios pelo ano 2016 que viria a recebê-los com graças e com o nome mágico: "My scars and stories". Resultado? Andam por aí fora outra vez a tocar! Já correram Viana do Castelo, Porto, Lisboa, Braga, Guimarães, Portalegre, Setúbal, Ílhavo, Coimbra, Tui... em Novembro participarão no Yilan International Art Festival 2017, em Taiwan e mais datas estão em agenda até ao final do ano de 2017 e inicio de 2018 em Portugal e não só.

 

Para o futuro próximo agendam-se planos de concepção de um novo álbum, em 2018, e a continuação da promoção das suas criações dentro e fora de fronteiras.

 

 

The Oafs

Theoafs.com / Theoafs4@gmail.com / João Dias_913 788 103 | Estevão Gomes 933 611 232

Facebook – youtube – reverbnation/theoafs

Yilan International Art Festival

http://yiaf.e-land.gov.tw

facebook.com/YilanInternationalArtFestival



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Letra

 

Amei-te com os laços da virtude
Prendi-me nos teus braços que beijei
Bebi do teu olhar a juventude
À pele da tua boca murmurei

 

Bebi do teu olhar a juventude
À pele da tua boca murmurei

 

Impossível cantar a realidade

do dia em que disseste o que não digo

matei dentro de mim toda a saudade

e tudo o que era teu ficou contigo

 

matei dentro de mim toda a saudade

e tudo o que era teu ficou contigo

 

O quarto um agasalho uma mesa

os restos pela casa do esquecimento

num canto o desenho da tristeza

lembranças de uma vida feita ao vento

 

num canto o desenho da tristeza

lembranças de uma vida feita ao vento

 

Composição de Acácio Gomes
Letra de Aldina Duarte 

 



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Mickael Carreira nomeado para prémios europeus da MTV

Cantor está nomeado na categoria Best Portuguese Act

Mickael Carreira é um dos cinco artistas portugueses nomeados para a categoria Best Portuguese Act dos MTV Europe Music Awards, foi revelado recentemente. O vencedor é escolhido através do voto do público, sendo que as votações decorrem aqui.

Esta notícia surge pouco depois do cantor ter ultrapassado as 4 milhões de visualizações com o vídeo oficial do single “Fácil”, sendo que o mais recente single, “Ya Ya Ya (ft. Sebastián Yatra)” soma quase 2 milhões de visualizações. Os singles fazem parte do mais recente e muito bem-sucedido álbum de Mickael Carreira, “Instinto”.

Entre os mais nomeados para os MTV Europe Music Awards deste ano estão artistas como Taylor SwiftShawn Mendes ou Kendrick Lamar. Os vencedores serão conhecidos numa cerimónia a ter lugar no dia 12 de novembro, em Londres, a ser transmitida para mais de 60 canais e mais de 300 propriedades e plataformas digitais.

 

 



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Letra

 

Sorrow grows I think it shows 
It’s sorrow after all
I don’t wanna remember no more
I don’t even know what it’s for
I’m not alone, I wish I was
But if I’m not I will ask you please to
 
 
Crack my bone where the past is written
Crack my skull where the sorrow is hidden
I just wanna get over it 
I just wanna get over me
I just wanna get over it 
I just wanna get over me
 
Sorrow found me, sorrow won my sympathy
Sorrow is my company
And whatever I choose, either me or my self are poor choices
And I lay every night with somebody I hate
Oh, I wish I wouldn’t
 
Crack my bone where the past is written
Crack my skull where the sorrow is hidden
I just wanna get over it 
I just wanna get over me
Crack my bone where the past is written
Crack my skull where the sorrow is hidden
I just wanna get over it 
I just wanna get over me

 



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Sábado, 14.10.17

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SAUDADES DA RUA DA SAUDADE
CONCERTO EM TRIBUTO A ARY DOS SANTOS  

 

Sábado dia 21 de outubro de 2017, o Museu de Lisboa – Teatro Romano será o palco de um espetáculo que conta com a participação do Grupo Algarvio Flor de Sal e a sua convidada, a Fadista Marifá.

O concerto contará com temas do Grupo Flor de Sal e algumas músicas escritas a partir das letras de Ary dos Santos, tais como “O Cacilheiro” ou “O Amarelo da Carris”, na voz da convidada Marifá.

Este espetáculo ocorrerá pelas 21:00 Horas, é para maiores de 6 anos, a entrada é gratuita tendo em atenção a lotação limitada do espaço.

O espetáculo integra-se no projeto museológico de ligação à comunidade através da música, da história e da memória «Saudades da Rua da Saudade – o Teatro Romano e a sua envolvente na memória da cidade», é promovido pelo Museu de Lisboa-Teatro Romano em parceria com a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior e acontece na Rua da Saudade onde o Poeta Ary dos Santos viveu.

Contamos com a sua presença neste espetáculo que esperamos ser memorável.


Flor de Sal – Ana Figueiras (flautas de bisel e voz) e Zé Francisco (voz, guitarra acústica e bandolim)

Convidada: Marifá

Músicos acompanhantes: Vasco Fialho (bateria); Johan Zachrisson (Guitarra elétrica); Nuno Faria (contrabaixo) e Gonçalo Pescada (acordeão e bandoneon)

Som e Luz: Cândido Esteves
 
DIA 21 DE OUTUBRO 
MUSEU DE LISBOA - TEATRO ROMANO 


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Letra

 

"Hoje o dia foi um dia assim
Esta sede e vontade de ti
Se eu pudesse amar-te mais 
Bem sei 
Que a lua ia dançar também

Quantas horas faltam p'ra te ver
Nesta espera de aprender a ser
Mais um som no tom do teu brilhar
Mais um traço ao sol do teu vibrar

Vem saber que o que vejo em ti
É sal e sopro e luz dentro de mim
E a música da terra e ar
Ficam uma só no teu pulsar

Se ainda não sorris carmim
Perdoa a minha falta de cetim
Nas palavras que não escrevi
Vive o amor que não se escreve

Mas está aqui"

 

"Canção de nanar" (Musica e Letra: Teresa Gentil), do disco "Sol" de Celina da Piedade 

 



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NO!ON


Marco Pereira e Márcio Alfama são os NO!ON. Nascem a 1 de Novembro de 2015 e resultam de visões e ambientes musicais da electrónica, industrial e experimental. Ecos musicais que abraçam o dia desde o caos da noite.

 

Os NO!ON apresentam hoje o seu primeiro EP entitulado 7.
 
Em 2018 estará disponível o albúm "From 7 to 6", resultado da compilação deste mesmo EP - 7 e do próximo EP - 6 a ser lançado ainda em Dezembro deste ano. 
 
"From 7 to 6" é mais do que um albúm, é um visual album. Dividido em duas visual sessions, a primeira é parte integrante do EP - 7 e está já disponível no Bandcamp da banda https://noonbandnoon.bandcamp.com/album/7. .
 
Uma viagem do céu para o inferno, em que se questiona a perfeição do ser humano que diariamente é corrompido e poluído pelo inferno terrestre.
 

 

 
 

 

 



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Letra

 

Como um recém nascido não fazes ideia do que chorei
quando vi o mundo como ele era no dia em que eu acordei
achava me sábio, barriga cheia com os livros que devorei
mas deparei-me com a verdade, só sei que nada sei
deixei de crer em contas de fadas assim que deixei de usar fraldas
realidade nesta jaula, uma aula á qual te baldas
perdemos o nosso tempo vendemos-o a preço de saldos
pequenos pedaços de carne será que merecemos ser salvos
a frio e sem filosofia eu digo te o que eu acho em concreto 
se tu vives para o vazio como é que te podes sentir completo?
queres o que a lotaria promete pois eu j¡ rezo por ter um tecto
por ter saúde e afecto e por não ser analfabeto
há muitos anos que eles tem planos mas pra os profanos são secretos
trabalhamos para tiranos que vem ser humanos como objectos
promovem grandes enganos homens louvando falsos profetas
tantos ídolos do jet set são só bonecos dos seus projectos
dizem que somos tolos indefesos e temos de ter supervisão
sentimos nos presos mas não vemos nós já nascemos dentro da prisão
para não sair consumir consumir e não descair a produção
o problema , achares que é problema deles e que deles há de vir a solução

porque ele desejam que sejas pra sempre um delinquente
que rastejes pra que tejas entres eles e o pavimento
mas invejam que se veja o talento que tu tens ai dentro
não deixes que eles te agarrem não pares encara-os de frente


senão iras pro túmulo, sem veres a mão de quem te comandou
dignidade o que se manchou é um cumulo este Truman show
tem-se nojo da comida que para o lixo se mandou
embora haja mundo afora tanta criança que hoje não jantou
no fundo ninguém se mancou ,todo o mundo cagou e andou
lavaram-lhes a cabeça pergunto-me com que shampoo ?
plano em marcha não recua, chocou-me algo que vi na rua
uma menina tão pequenina maquilhada e semi nua
na ânsia de chegar mais alto, mas salto alto não é grua
querem roubar-nos a infância já ninguém se lembra da sua
comi cogumelos do super Mário cheguei a um mundo imaginário 
aqui futebolista è milionário e bombeiro è voluntário
onde a vontade de meia dúzia muda e abusa da leis
onde se defende o casamento mas infelizmente só para os gays
cidadão comum tem desejos de ser visto como um modelo
adormecido no seu sono vive sonhos que nem são dele
è peça duma empresa presa fácil pra o burguês,
escravo satisfeito foi eleito empregado do mês 
paga-lhes o Porsche, nos impostos è o teu dever
enquanto eles cortam em transportes constroem el cortes pra o inglês ver

porque ele desejam que sejas pra sempre um delinquente
que rastejes pra que tejas entres eles e o pavimento
mas invejam que se veja o talento que tu tens ai dentro
n√o deixes que eles te agarrem não pares encara-os de frente

Porque eles não ouvem os motivos dizem que somos agressivos
querem-nos ver com sorrisos dão nos anti-depressivos 
cada vez mais passivos cada vez mais parecidos
assim n√o h¡ mais espaço não cabem os excluídos 
irmão eu falo de religião,sem Francisco nem Ratzinger
nem que viesse a inquisição eu teria papas na língua
guerra santa gera ignorantes, levanta um Le Pen
que quer sangue dos estudantes em frente aos tanques em Tianamen
vaticano diz Amen aos generosos que abdiquem das posses 
pra fogueira quem não abrir a carteira pra lhe encher os bolsos
rezam pais nossos a quem paga,mas deus não tem mealheiro
só as igrejas do nosso tempo pra quem templo è dinheiro
há um paraíso no outro mundo foi o que te disseram quando nasceste
no fundo é a desculpa que nos deram pra nunca fazermos um neste
presos, só nos mexemos pelos seus interesses
vamos a correr pra eles sempre que eles baixam os preços
não os quero em meu redor o meu sonho maior que o seu recorde de vendas
no sonoro trago te a mensagem embora por detrás das legendas
explora-a, po’em a cá pra fora pra que a compreendas
que a tua vida vale bem mais , que os materiais com que te contentas
tens de sair desta fachada antes que seja demasiado tarde
a felicidade está fechada e a fé é a chave que a abre
o mundo é como um puzzle ,espero que tenhas entendido
es peça única mas sozinho , não fazes qualquer sentido

porque ele desejam que sejas pra sempre um delinquente
que rastejes pra que tejas entres eles e o pavimento
mas invejam que se veja o talento que tu tens ai dentro
não deixes que eles te agarrem não pares encara-os de frente

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

tres bairros.jpg

 

 

“O Turno da Noite” é o álbum de estreia dos TRÊS BAIRROS, um trio composto por Guilherme Madeira (voz), Ricardo Gama (guitarra portuguesa) e João Correia (viola). Conheceram-se em Santarém - Guilherme e João enquanto estudantes e Ricardo professor de música no Conservatório local - o gosto pela música portuguesa, com destaque para o fado, levou-os a pôr de pé este projecto em 2015. São oriundos de Mértola, Sintra e Santarém respectivamente, daí o nome TRÊS BAIRROS- que é também o nome de um dos mais belos fados tradicionais.

Em dois anos, o trio consolidou a sua estética musical, construiu um reportório com temas tradicionais do fado e da música portuguesa, bem como temas originais que rodou em concertos por várias salas do país, antes de se abalançar para a gravação de um disco.

“O Turno da Noite” surge assim, maturado naturalmente pelo trabalho sério e ao mesmo tempo divertido, a que se junta a genuinidade de cada músico.
Dos treze temas que integram “O Turno da Noite”, oito são originais, da responsabilidade do trio. Dos temas restantes, dois são fados: o fado Alfacinha a saborear com quadras de Fernando Pessoa e “Meu Amor vem ver o rio” - letra de Carminho para um fado composto pelo Mestre Fernando Alvim com quem o guitarrista Ricardo Gama tocou durante vários anos. O Alentejo do Guilherme Madeira marca presença com “Rosa à Janela” do grupo “Baile Popular”, música de João Gil/Rui Veloso, com letra de João Monge. Admiradores incondicionais dos Xutos e Pontapés recriam neste trabalho o tema “Conta-me Histórias” e enquanto seguidores natos da obra de Jorge Palma acharam por bem encerrar o disco com o belíssimo tema “O meu amor existe”.

Em “O Turno da Noite”, os sonhos trocam-se por sensações mas o amor é levado a sério ou a brincar como em “Grilo Coceirão”, “Miúda do Café, “Anda lá, casa comigo” e o Tejo que corre em Santarém chega a Lisboa num belo poema de Mário Rui: “Apeteceu-me partir/Deixar o mundo e fugir/Pelo Tejo até Lisboa/Entrar na minha cidade/Toda pintada a saudade/Como um quadro de Malhoa”.
 

 

Vídeo do tema "Turno da noite"
O TURNO DA NOITE ( Faixas e autorias)
 
01. Miúda do Café – (Três Bairros/Guilherme Madeira)
02. Grilo Coceirão – (Três Bairros/João Correia)
03. Velhas Bairristas (Fado Segundo) – (Três Bairros/João Correia)
04. O Turno da Noite – (Três Bairros/João Correia)
05. Rosa à Janela – (João Gil/ Rui Veloso/João Monge)
06. Trago Lisboa no Peito – (Três Bairros/Mário Rui)
07. Meu Amor Vem Ver o Rio – (Fernando Alvim/Carminho)
08. Anda Lá! Casa Comigo – (Três Bairros/João Diogo Costa)
09. Ciúme Maior – ( Três Bairros/João Correia)
10. Quando Passas Pela Rua – (Fado Alfacinha; Fernando Pessoa)
11. Conta-me Histórias – (Xutos e pontapés/Tim)-
12. Anoitecer No Tejo – (Três Bairros/João Correia)
13. O Meu Amor Existe – (Jorge Palma)



CRÉDITOS
 
Ricardo Gama | Guitarra portuguesa
João Correia | Viola de fado
Guilherme Madeira | Voz
Produção | Fernando Nunes & Três Bairros
Gravação | Estúdios Pé de Vento
Misturas e masterização | Fernando Nunes
Design | Henrique Salgueiro
Editora | Ocarina Music


publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

[Intro]
Quero que te imponhas não tenhas vergonha 4x

[Verso 1]
Quero que te imponhas
Não tenhas vergonha
Vergonha é baixar os bracos
Ser do fracos que nem sonham
Ficar-se pelos fracassos
Os meus passos vou contando
Em relances em compassos
Ver crianças com cancro
Parte me esperança em pedaços
Podes vencer me à vontade
Melhor se não me empatasses
Picasso do beat quando pinto uma frase
Eu me sinto em casa tipo Dengaz
Desde a fase do TDK
Em cima de beats do STK
Antes de por a crew no mapa
Eu cuspia freestyle e sons
Sem groupies cds na fnac
Nostalgia dessa etapa
Antes de mc's falarem caca
Sobre guccis e vitons
Cá não ha capas nem de monge
Cala-te capta venho longe
Claro ninguem tá sempre certo
Excepto o Big Ben em Londres


[Refrão 2x]
Enganam e falam que eu faço por fama meu irmão
Lá porque ouviram meu nome de Faro a Famalicão
Farto da mentira que fabricam só conto com os que aqui estão
Difamam serve de licao, se me amam Family são

[Verso 2]
Não tenho
Muito manos
Juntos com os anos
Muitos dramas
Muitos danos
Assuntos mundanos
Guita tiba
Estrilhos com damas
Querem que nos prostremos
A governos que nao gostamos
Nestes tempos onde nos esquecemos
O que é sermos seres humanos

[Verso 3]
Bulo de noite
Vejo o sunrise
Coolio procuro
O gangsta paradise
Uma dama que me ama
Não julga nem engana
Pá minha momma uma casa bem nice
Nem Snoops nem Lions
Só putas e lyers
Curvam-se por flyers
Não sou dessa laia
Vontade é de iron
O mic é de Tyson
Ao volante dum cayenne
A caminho de Zion
Punchs infantis
é bue nice bué da fixe
No fim ficas no lixo
Vanilla ice
Cai-te logo a ficha apanham te de surprise
Se foda ser Fisher prefiro ser Sean Price
Life é corrida com meta na campa
Morte tem martelo de Thor prega te a tampa
Apagam se a luzes que tanto te encantam
O que achas importante vai se num instante

[Verso 4]
Não faças pela paca
Ouro prata veem depois
Sucesso precoce
Corres e tropeças
Carroça em frente aos bois
Contactos fazem contratos
Tudo comprado já me mete nojo
São marionetas que um mestre
De escravos qualquer lá pôs
Mas eu
Caguei para opiniões
Cá me mencontras não é de hoje
Contra tudo o que a Babi te impôs
Desde que me ouviste aos 22
Dou me ao luxo de vadiar
Sem pistola bodygard
Mas como só falo para as paredes
Escrevo com tinta Robialac
óbvio não posso obrigar-te
A vir dizer-me obrigado
Sorry só digo a verdade
Mesmo que acabes a odiar-me


[Refrão 2x]
Enganam e falam que eu faço por fama meu irmão
Lá porque ouviram meu nome de Faro a Famalicão
Farto da mentira que fabricam só conto com os que aqui estão
Difamam serve de licao, se me amam Family são


[Outro]
Family são
Incondicional sem senão
Até numa cama com cancro como os que saldy se vão
Eu sei que eles estão lá em cima numa espécie de mansão
Abençoam quem não esquece
Agradecem esta canção...

 

Letra El Sayed

 



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Sexta-feira, 13.10.17

outonalidades.png

 

Sofia Ribeiro tem 3 concertos em Espanha, no final de outubro, via OuTonalidades.

 

 

Internacionalização de grupos portugueses à boleia do circuito português.


OuTonalidades 2017 promove alianças internacionais com Espanha e Suécia!


Já arrancou a 21ª edição do OuTonalidades – circuito português de música ao vivo. Este ano, para além dos 35 concertos programados em território nacional, há nove datas com grupos portugueses a atuar em Espanha e, pela primeira vez, na Suécia. No sentido inverso, cinco grupos espanhóis e um sueco entram no circuito português de música ao vivo.

O OuTonalidades conta com várias extensões, pontes de cooperação internacional e nacional, fruto de parcerias da d’Orfeu AC, prosseguindo a sua missão de incentivo à circulação da música ao vivo, num trabalho em rede cujas sinergias extravasam o tempo e os espaços do próprio circuito. Este ano, foram estabelecidos acordos com festivais e redes em Espanha e, pela primeira vez, na Suécia, proporcionando novas oportunidades de internacionalização a grupos portugueses.
 
Para além de Jorge da Rocha, que atuou recentemente no Mercat de Música Viva de Vic, também as Maria Monda já viajaram até Espanha, para a Fira Mediterrània de Manresa. Ainda no mês de outubro, há dois grupos portugueses a fazer tour pelo país vizinho: Moonshiners e Sofia Ribeiro. Os primeiros atuam em Lugo, Zamora e Bueu (Pontevedra), nos dias 13, 14 e 15 de outubro, respetivamente. Quanto a Sofia Ribeiro, para além de Bueu (dia 26) e Lugo (dia 28), estará também em Santiago de Compostela, a 27 de outubro.

De Espanha, há cinco grupos a viajar para Portugal, no âmbito deste múltiplo intercâmbio, através de alianças já estabelecidas com a AGADIC, Fira Mediterrània de Manresa, Mercat de Música de Vic e AIEnruta. São eles: Núria Graham, Oques Grasses, Odaiko & Vanesa Muela, Joana Serrat e Jordi Molina, com concertos em Santa Maria da Feira, Albergaria-a-Velha, Águeda, Viseu, Guarda e Famalicão da Serra durante este outono.

No passado fim-de-semana, o Teatro Municipal da Guarda recebeu o concerto de Louisa Lyne & di Yiddishe Kapalye (Suécia). Nessa sequência, nesta 21ª edição, e pela primeira vez, o OuTonalidades aterra na Suécia, levando os portugueses Toques do Caramulo ao palco do Victoriateatern, a 15 de fevereiro de 2018.
 
Até 17 de dezembro, o OuTonalidades continua a percorrer o país e o estrangeiro, através de uma alargada rede de espaços abertos à diversidade das músicas que se fazem em território nacional e não só.  O programa completo pode ser consultado online em http://www.dorfeu.pt/outonalidades/ .


http://www.dorfeu.pt/outonalidades
http://www.facebook.com/outonalidades



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e Música: Guilherme Alface, João Direitinho, Mário Monginho, Rodrigo Liaça

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

bacalhau.png

 

A oito dias do lançamento do aguardado álbum de estreia, Ana Bacalhau anuncia datas em Lisboa e Porto

Em Janeiro Ana Bacalhau desvenda “Nome Próprio” no Teatro Tivoli BBVA e na Casa da Música

Janeiro é o mês escolhido por Ana Bacalhau para os concertos de apresentação do seu primeiro álbum a solo, “Nome Próprio”, em Lisboa e no Porto - nos dias 26, no Teatro Tivoli BBVA e 31, na Casa da Música. Datas que se juntam à praticamente esgotada noite em Loulé, Vila do Conde e Aveiro (consultar agenda no final).

Em concerto, Ana Bacalhau será acompanhada por Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho, bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo) e Alexandre Frazão (bateria, percussão).

Com edição agendada para 20 de Outubro, o álbum que marca a aguardada estreia em “Nome Próprio” de uma das mais aclamadas intérpretes portuguesas da actualidade tem vindo a revelar a energia contagiante e a boa disposição autêntica de que é feito. "Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros", lembra Ana Bacalhau.

O segundo teaser das gravações de “Nome Próprio” pode ser consultado aqui.

Filmados por Filipe Ferreira, os teasers revelados pelo Observador em primeira mão são aperitivos para um documentário cuja versão mais curta ficará disponível digitalmente no jornal online a 20 de Outubro, dia de lançamento do álbum.Prevê-se que a versão longa deste documentário estreie em televisão no primeiro trimestre de 2018.

Neste segundo teaser ouvem-se já partes da música que será apresentada como segundo single de “Nome Próprio”. Por agora é o vídeo do primeiro single, “Ciúme”, que podemos ver aqui.

"Nome Próprio" encontra-se em pré-venda na Fnac, numa edição exclusiva, com um formato diferente e com uma canção extra, "Dama da Noite", de António Zambujo e João Monge. Se os fãs optarem pela versão digital, encontram-na já disponível em pré-venda no iTunes e recebem 5 temas até dia 20, na pré-compra.

O álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e foi masterizado nos estúdios de Abbey Road, contando com canções compostas por Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.

 

Agenda
3 de Novembro | Teatro Louletano, Loulé
25 de Novembro | Teatro Municipal de Vila do Conde, Vila do Conde
26 Janeiro | Teatro Tivoli BBVA, Lisboa
31 Janeiro | Casa da Música, Porto
1 Dezembro | Teatro Aveirense, Aveiro



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

O circo está cheio
O espectáculo vai começar
Apagam-se as luzes
A banda começa a tocar

Entram acrobatas, homens contentes
Há salva de palmas
Sorriem inocentes

Os animais entram em acção
Estalam chicotes
Cresce a tensão

Fitam os donos, rangem os dentes
Estão cheios de sono
Vivem dormentes

Fogem da jaula, rompem barreiras
Há gritos na sala
Há pânico nas cadeiras

Há gente caída, há corpos no chão
São bocados de alma
Uns vivem, outros não

Dói-me o corpo
Dói-me a alma
Dói-me o ego
Dói-me tudo
Estou cansado
Tenho fome
Tenho sede
Sinto a terra
Passa a vida inteira
Neste palco de feras

No final cansados, chegam-se á frente
Estão todos de volta
No fim da sessão

Dói-me o corpo
Dói-me a alma
Dói-me o ego
Dói-me tudo
Estou cansado
Tenho fome
Tenho sede
Sinto a terra
Passa a vida inteira
Neste palco de feras

 

Não encontrei os créditos desta música

 



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