Domingo, 01.05.16

 

Letra

 

Puede ser
que me vuelva a enamorar
y también que me pueda equivocar.
rezaré porque esta vez tenga más suerte
y después de sufrir tanto y tan fuerte,
quisiera dios...
Otra vez
tropecé con obsesiones
de volver disfrazadas de canciones;
buscaré un remedio más rotundo
que ofrecer mil poemas de un segundo.
y quiera dios...
... que un chispazo de emoción
prenda fuego al corazón
inesperadamente.
Puede ser
que me vuelvas a encontrar
y también que me quieras engañar,
pero sé que tu olvido me hizo fuerte
y al volver a la idea de perderte,
pido a dios...
..que un chispazo de emoción
prenda fuego al corazón
inesperadamente.

 



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Sábado, 30.04.16

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“At The Void’s Edge” marca a estreia dos Vircator no formato de longa duração editado em Janeiro de 2016. Álbum que já se encontra distribuído internacionalmente pelas diversas plataformas digitais.

O projecto de post-rock experimental de Viana do Castelo, composto por Pedro Carvalho (voz e guitarra), Marcelo Peixoto (baixo), Paulo Noronha (bateria) e Gustavo Ribeiro (guitarra), apresenta sete novos instrumentais num álbum cinemático, com a produção cuidada deMarco Lima no estúdio Hertzcontrol, em Caminha. Desde a formação da banda em 2012, consta ainda da sua discografia o EP homónimo com quatro temas, editado em 2014, inclui o single“Izbat River” que anunciou ao mundo a entrada em cena dos rockers minhotos.

 

Do ponto de vista técnico os Vircatorexplicam “At The Void’s Edge”,  desde o processo de composição à produção do álbum:
“As músicas foram compostas através de conversas das guitarras com o Pedro e o Gustavo, que depois comunicavam com o baixo e a bateria que são o motor e dão impulso às músicas. No fundo é assim que são feitas as músicas. Para quem não quiser acreditar, o álbum foi gravado live em 8 horas, com todos a tocar ao mesmo tempo, utilizando 2 ou 3 takes por músicas e depois foi só escolher qual o melhor”.

 

Os Vircator estão neste momento na digressão de apresentação ao álbum, que os há-de levar a várias salas de concertos por Espanha, França, Áustria, Alemanha, e Holanda, até ao dia 14 de Maio com o regresso a Portugal, à carismática sala do CCOB, em Barcelos.

 

À medida que o álbum se vai desenrolando somos levados, e habilmente transportados por entre momentos mais atmosféricos e sofisticados, ora por outros de maior dinâmica e densidade.  Talvez por isso,“At The Void’s Edge” venha a sacudir-nos de um certo torpor quando o álbum termina agitado aos 33.22 com “Bismuth”, sétimo e último tema, sem que tenhamos dado pelo “The End” a sumir-se na tela à nossa frente.

O trabalho de ilustração é da responsabilidade de Hanna Baer, uma referência da maior importância.

 

 



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Letra

 

No Largo da Graça já nasceu o dia
Ouço um passarinho, vou roubar-lhe a melodia
Meu amor de longe ligou
Abençoada alegria


Junto ao miradouro, pombos e estrangeiros
Vão a cirandar como fazem o dia inteiro
Meu amor de longe já vem
Pôs carta no correio


Barcos e gaivotas do Tejo
Vejam o que eu vejo, é o sol que vai brilhar
Meu amor de longe está
Prestes a chegar


Talhado para mim
Mal o conheci, eu achei-o desse modo
Logo pude perceber o fado que ia ter
Por ver nele o fado todo
Chega de tragédias e desgraças
Tudo a tempo passa, não há nada a perder
Meu amor de longe voltou
Só para me ver


Fiz um rol de planos para recebê-lo
Fui pintar as unhas, pôr tranças no cabelo
Meu amor de longe há-de vir
Beijar-me no castelo


Eu a procurá-lo, ele a vir afoito
Carro dos Prazeres, número 28
Meu amor de longe saltou
Iluminou a noite


Vamos celebrar ao Bairro Alto
Madrugada, baile no Cais do Sodré
Meu amor de longe sabe bem
Como é que é


Talhado para mim
Mal o conheci, eu achei-o desse modo
Logo pude perceber o fado que ia ter
Por ver nele o fado todo
Chega de tragédias e desgraças
Tudo a tempo passa, não há nada a perder
Meu amor de longe voltou
Só para me ver

 



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 ANDRÉ VIAMONTE

 

“Via”

06 de Maio nas plataformas digitais

 

André Viamonte é o que se pode chamar um segredo bem guardado.

André tem crescido como todos os cantores devem crescer: em cima do palco da vida, a entregar-se de corpo e alma às canções, conquistando uma pessoa de cada vez. Porque é isso que um cantor desta estirpe deve fazer. André Viamonte aprendeu a respirar com um microfone à frente, aprendeu a dar às canções aquele empenho extra que distingue os grande intérpretes. Foi isso que lhe valeu os elogios do compositor Kevin Murphy, da ‘talent hunter’ e produtora americana Cindi Avnet, do produtor italiano Michele Ferrero ou da portuguesa Mariza que afirmou que “Portugal não está preparado para esta voz”.

 

Na bagagem, sempre que viaja para cima do palco, André Viamonte transporta o material dos seus temas, mas mais do que isso, de uma vida feita de experiências terapêuticas, de estar perto do coração das pessoas, do sentir e da partilha de afectos. O que não é estranho tendo em conta a qualidade do material que tem vindo a gravar, grandes canções servidas por excelentes arranjos, capazes de nos apaixonar o coração, de nos fazer derramar lágrimas de emoção, de nos fazer encontrar com a nossa alma e de descobrirmos a nossa criança interior.

 

André ViaMonte que coleccionou elogios de muitos, lança o seu primeiro álbum.

 

É o nascimento de “Via”, o álbum que vai mexer com o coração de todos. É o surgimento da Voz!

 

André ViaMonte irá apresentar o álbum ao vivo no dia 07 de Maio às 22h no Teatro Ibérico.

 

O single de apresentação chama-se “To MyselfTown”.

 

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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david fonseca.jpg

 

David Fonseca

 

Espetáculos especiais para o aniversário da Associação CAIS no Porto e Lisboa

 

12 de maio na Casa da Música | 13 de maio no Estúdio Time Out

 

"HIT PARADE" é o espetáculo que David Fonseca apresentará no âmbito do 22.º aniversário da Associação CAIS e integrado no "Festival + Música + Ajuda" nos próximos dias 12 e 13 Maio na Casa da Música, no Porto, e no Estúdio Time Out, em Lisboa, respectivamente. Tal como o sugestivo título deixa adivinhar, em "HIT PARADE" David Fonseca reunirá e interpretará algumas das canções que de uma forma ou doutra o marcaram artisticamente ao longo da sua vida.
 
"O universo musical dos outros foi sempre algo me fascinou e ponto de partida para tudo isto – afinal a minha ligação com a música começou enquanto ouvinte. A oportunidade de reproduzir ou recriar temas que me emocionam é um prazer antigo, que nunca deixei de exercer nos meus concertos. Dos guilty pleasures às canções que me moldaram enquanto músico, de todos essas se fará a história deste "Hit Parade" que levarei a palco na companhia da minha banda", revela David Fonseca. Efectivamente, a grande novidade destas apresentações será o facto de David Fonseca reunir pela primeira vez em palco uma parte significativa dos temas que “versionou” ao longo dos anos – "Video Killed The Radio Star" dos Buggles; "Lithium" dos Nirvana; ou "Together in Electric Dreams" de Giorgio Moroder e Phil Oakey, são alguns desses exemplos – juntando-os a estreias que só quem estiver presente irá descobrir.
 
A oportunidade de colaborar nesta iniciativa surge na sequência da colaboração que David Fonseca teve com a revista CAIS recentemente: "Colaborar com a CAIS nesta iniciativa e enquadrá-la neste desafio artístico é algo a que não podia deixar de aceder. Quando há uns meses preparava os conteúdos para a Revista CAIS publicada em Janeiro passado e de que tive o prazer de ser “cara”, apercebi-me de quão gratificante é  colaborar na angariação de fundos, divulgando uma causa de forma criativa. Saber que para além do mais, se comemoram os 22 anos da revista que mudou a nossa forma de ver e viver a solidariedade, uma verdadeira justificação para montar esta "Hit Parade". Será uma celebração aberta a todos!", explica David Fonseca.
 
A receita de bilhetes vendidos pelo + Música + Ajuda é revertida em fundos para que a Associação CAIS possa aumentar o número de pessoas acompanhadas, o número de refeições servidas e horas de formação aplicadas no reganho de competências de todos aqueles que acompanha. Os bilhetes para o concerto de David Fonseca têm um custo de 6€ e estão à venda na Ticketline (online e em vários pontos de venda, tais como: FNAC, Campo Pequeno, Estúdio Time Out, Casa da Música). 
 
"HIT PARADE" será então um interlúdio na tournée "Futuro Eu" que iniciará em Junho próximo as suas apresentações em eventos ao "ar livre" depois de ter percorrido o país nos passados meses com concertos nos teatros e auditórios nacionais. A primeira paragem sucederá no dia 4 de Junho no âmbito das Festas de Oeiras.


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A 7 de maio, o Grande Auditório do Europarque recebe o maestro Osvaldo Ferreira e Pavel Milyukov, violinista laureado no XV Concurso Internacional Tchaikovsky , que tocará a solo na estreia da Orquestra Euro-Atlântica, orquestra criada com raízes no Concelho, espelhando o que de melhor se tem formado musicalmente na região e no nosso país ao longo das últimas décadas.


                                        Osvaldo Ferreira (maestro)



Osvaldo Ferreira é atualmente Diretor Artístico da Sociedade de Concertos de Brasília. Com uma sólida carreira internacional, tem dirigido grandes Orquestras Europeias e Sul Americanas. Na presente temporada irá dirigir em Nuremberga, Filarmónica de St. Petersburgo, entre outras.
Em Portugal, foi diretor artístico da Orquestra do Algarve, diretor artístico do Festival Internacional de Música do Algarve, diretor e administrador do Teatro Municipal do Faro. Gravou vários CDs com obras de autores portugueses para a Editora Numérica e um CD duplo com Sinfonias de Mozart. 

 

                                         Pavel Milyukov ( violinista)


Laureado em vários concursos internacionais destaca-se o Concurso Internacional Paganini, Concurso Internacional David Oistrakh, Concurso Internacional Khatchaturian e XV Concurso Internacional Tchaikovsky. É solista da St. Petersburg Music House e está em tournée pela Rússia, Áustria, Alemanha, Hungria, Grécia, Coreia e China. Pavel Milyukov estudou no Conservatório Estatal de Moscovo Piotr Tchaikovsky. Atualmente é estudante no Conservatório de Viena na classe de Boris Kushnir e tem-se apresentado a solo com grandes orquestras internacionais.

 

07 Maio | 21:30H 

Grande Auditório do Europarque


Orquestra Sinfónica Euro-Atlântica, Osvaldo Ferreira (maestro), Pavel Milyukov (violino)

 

Tipo: Sinfónico


Bilhetes: 5€

 

Bilheteira online



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 29.04.16

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Rui Massena

 

Novo álbum de Rui Massena entra para o 5.º lugar do top de vendas

 

Maestro e pianista vai apresentar "Ensemble" este sábado no CCB e segunda-feira na Casa da Música

 

"Ensemble", o segundo álbum do pianista, maestro e compositor Rui Massena, entrou diretamente para o 5.º lugar do top nacional de vendas na semana de lançamento. Já esta semana o maestro prepara-se para voltar a subir ao palco do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, para apresentar ao vivo os temas deste "Ensemble". No sábado o músico atuará em Lisboa e na segunda-feira, 2 de maio, segue para a Casa da Música, no Porto. Em ambos os concertos Rui Massena estará acompanhado de uma orquestra de cordas.
 
"Ensemble" é o sucessor de "Solo", lançado há pouco mais de um ano. Neste novo disco Rui Massena contou com a colaboração da Czech National Orchestra. As novas composições são largamente inspiradas pelo espírito que se vive em Sintra, local onde a maioria delas foram compostas e gravadas. 
 
"Estrada" é o título do primeiro single de "Ensemble", sendo que o vídeo foi lançado em exclusivo no site da Antena 1.
 
Este é um álbum que mantém a "tranquilidade" que já caracterizava o primeiro disco de originais deRui Massena, mas agora o compositor dá-lhe toda uma envolvência orquestral, que traz também uma nova luz às suas composições.
 
"Abraço, Estrada, Alento, Liberdade, Dúvida, Borboleta, Amanhecer, Meditação, e o Renascer, são algumas das emoções traduzidas em sons", descreve o músico este "Ensemble", que agora será apresentado ao vivo em Lisboa e no Porto, em dois concertos únicos e muito especiais.

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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BOÉMIA VADIA LANÇAM “LISBOA SAUDADE”

 

Os Boémia Vadia acabam de desvendar “Lisboa Saudade”, o mais recente single do EP “Circo Amar”, editado em novembro passado.

 

Este é já o terceiro avanço do EP de estreia do grupo, que nos apresenta a sua sonoridade recriada em ambientes electro-cabaret, world music e de pop alternativa. Ainda este ano é esperado o longa-duração de estreia, que se encontra atualmente em fase de produção.

 

A Boémia Vadia nasceu em Janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.

 

Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.

 

Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho – que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.

 

Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.



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Letra

 

Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Paris, Berlim, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

 



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Marco Rodrigues

 

Fadista vai levar o seu "Fados do Fado" a Buenos Aires e Bogotá

 

Marco Rodrigues prepara-se para apresentar o seu mais recente álbum, "Fados do Fado", ao outro lado do Oceano Atlântico, para uma série de datas pela América do Sul. O fadista vai passar pelas cidades de Buenos Aires e Bogotá, para concertos integrados nos Festivais do Fado destas cidades.
 
Estes espetáculos surgem numa fase muito rica do percurso de Marco Rodrigues a nível internacional, depois de já ter apresentado o seu "Fados do Fado" em países como Bélgica, França ou Angola. O fadista foi ainda o único intérprete português a ser convidado a participar no álbum "El Alma del Son – Tributo a Matamoros", que foi nomeado para um Grammy Latino.
 
O álbum que agora Marco Rodrigues apresentará na América do Sul é um trabalho genuinamente diferente num percurso que desde o início se descreveu como ímpar. "Fados do Fado" foi produzido por Diogo Clemente (que no passado já trabalhou com vozes como Mariza ou Raquel Tavares) e é um álbum dedicado aos homens do fado. "Ai Se os Meus Olhos Falassem", "Trigueirinha", "Vendaval" ou "Rosinha dos Limões" são pedras preciosas que remetem para nomes como Carlos do Carmo, mas também para Tristão da Silva, Jorge Fernando ou Tony de Matos, entre tantos outros.
 
Em junho Buenos Aires e Bogotá terão assim oportunidade de ouvir uma das vozes mais carismáticas do fado atual que carrega em si uma parte importante da sua história, o que torna Marco Rodriguesverdadeiramente único.


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Letra

 

Saiu pela noite,
Pelas ruas do Porto,
Procurando os seus olhos
Num copo já morto.
Perdeu-se na vida
Encontrou-a na Foz,
Entre o Molhe e a Avenida
Há tanta gente a sós.
E eu e tu somos iguais.
Esconderam palavras
Por trás das palavras,
Disseram amor
Sem se perceberem.
Dançaram na estrada,
No asfalto dos loucos,
Entre o céu e o nada
Foram morrendo aos poucos.
E eu e tu somos iguais.
E pediram-se um beijo,
Uma mão que os agarre,
Parados no tempo,
Para que o tempo não pare.
E eu e tu somos iguais.

E quando perceberam
Que a noite era só deles,
Mataram desejos
E rolaram beijos
Colados ao corpo,
Perdidos no chão.

Então os dois foram um,
E o tempo nenhum
Para o que tinham para se dar,
Põe o teu corpo no meu,
Deixa a noite acabar.

Então de um fez-se dois,
E o tempo depois
Foi tão pouco para viver,
Põe o teu corpo no meu
Sente o meu a amanhecer.

Hei, hei, hei, X 4
Eu e tu somos iguais...

Enrolou um cigarro
Que fumaram a dois,
Revivendo o prazer
Que viria depois.
Beberam olhares,
Lugares de veneno,
Nas paredes do quarto
O mundo é tão pequeno.
E eu e tu somos iguais.
Partiram no carro
A voar na cidade,
Encantados nas luzes,
Despistando a vontade.
Deram-se as mãos,
E os corpos também,
A 200 à hora
Não os vai vencer ninguém.
E eu e tu somos iguais.
E pararam o mundo
Numa rua qualquer,
Num abraço sereno
Sem ninguém perceber...
E eu e tu somos iguais.

E quando perceberam
Que a noite era só deles,
Mataram desejos
E rolaram beijos
Colados ao corpo,
Perdidos no chão.

Refrão

Pedro Abrunhosa - Voz, teclados, loop.
Leanne Carol - Background vocal.
Paulo Pinto - Guitarras acústicas, slide guitar.
Cláudio Souto - Órgão.
João André - Baixo.
Alexandre Frazão - Bateria.
Mr. Cool - Pandeireta.
Ian Humphries - Violino.
Charles Mutter - Violino.
Nic Pendelbury - Viola.
Philip Sheppard - Violoncelo.

 



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Fingertips - Música. Hollywood. Sétima Arte

 

É neste contexto que os Fingertips voltam a pisar o solo de Hollywood. A banda não esconde a emoção de marcar presença em três concertos únicos em Los Angeles.

 

São as novas canções que os levam a subir a palcos como o Hollywood Roosevelt, onde os Óscares foram entregues pela primeira vez. E se é a música que os une, os Fingertips estão imparáveis: a banda está a preparar surpresas com o produtor Mark Needham.
 
Hollywood dá lugar à música e à sétima arte: desta tour pela Califórnia resulta também o videoclip para o novo single “Kiss Me”, uma exaltação da juventude em canção.
 
Para ouvir as novas músicas e vídeos dos Fingertips visite o seguinte link: http://www.thefingertips.com/pt/epk
 

CONCERTOS

14 Abril
Roosevelt – Hollywood Boulevard

18 Abril
SIR – Sunset Boulevard

21 Abril
World Arts (Los Angeles)



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Letra

 

Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Paris, Berlim, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

 



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Quinta-feira, 28.04.16

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Telma Lee lança novo single “Toca Em Mim”

 

No próximo dia 29 de Abril será lançado a nível mundial o novo single da cantora internacional angolana Telma Lee, que se encontra atualmente nomeada para os Angola Music Awards 2016 nas categorias de Melhor Artista Internet, Melhor Artista Revelação e Melhor Artista Feminina.

 

Telma Lee, conhecida pelas suas músicas “Meu Vicio” e “Eu te Magoei”, lança no próximo dia 29 de Abril o novo single “Toca Em Mim”. O lançamento será feito em várias plataformas digitais, como o Itunes ou a Spotify.

A viver um momento”fantástico e tranquilo tanto a nível pessoal como profissional”, Telma Lee aposta numa musica em que surge com uma imagem diferente. mais madura e sensual, que retrata, segundo a própria, “uma mulher que apenas quer amar tranquilamente, sem confusões, aproveitando simplesmente o momento.“.

Telma Manuel (Telma Lee), nasceu ao 10 de Maio de 1993 e é já uma certeza da música angolana. Com apenas 23 anos já conquistou uma legião de fãs, no seu pais de origem e em Portugal, que não resistem ao romantismo da letra de “Meu Vício”, o primeiro grande sucesso internacional da cantora, ou a “Eu te Magoei”, outro êxito que continua a manter a artista há várias semanas nos top das músicas mais passadas nas rádios portuguesas.

Em 2007 venceu o 1º Concurso Escolar Cante com a Blue, Pela escola Ngola Nzinga, e como prémio participou do Road Show Blue, em digressão com Anselmo Ralph por mais de 10 Províncias. Participou ainda no Mega concurso Angola Encanta, onde arrecadou o 3º lugar.

Telma Lee é uma artista que no youtube soma milhões de visualizações.
 
 
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Letra

 

Passo a passo avanças, amargamente,
sobre o mau olhar de sem abrigos.
Sem abrigos que preenchem essa rua
conhecida pela sua amargura.

Sinais por todo lado,
encruzilhando esse teu caminho.
Pára, escuta, sente,
onde só o chão se quebra perante tal gente.

E pensas de dentro para ti
qual a razão, o porquê de estares ali.

Num gesto pouco hábil
apagas o cigarro que nunca te deixou
e ouves: "simples tudo seria,
se apagar o cigarro fosse o problema do teu dia"

Eu sei que gostas,nessas noites mais quentes,
olhar atentamente a cada vulto
que ameaça essa entrada, mas nada nem ninguém
ousa lançar mau olhar nessa tua estrada.

E pensas de dentro para ti
qual a razão, o porquê de estares ali.

Sobre esse mau olhar na rua d'amargura,
desfilas nesse passeio como se a rua fosse tua.
Procurando para ti a razão de estares ali,
procurando nesse passeio o caminho de volta.

Twitter - http://www.twitter.com/silvestreoreal
Bandcamp - http://www.tiagosilvestre.bandcamp.com/
Soundcloud - http://www.soundcloud.com/tiago-silve...

 



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O RITMO DO BONS SONS – 9 NOVOS NOMES PARA O CARTAZ DO FESTIVAL QUE FAZ DA SUSTENTABILIDADE UMA TRADIÇÃO
 

O BONS SONS 2016 revela mais 9 nomes que enchem o seu cartaz de música portuguesa. A rocktrónica de João Vieira no projecto White Haus, o turbo-baile de Tocha Pestana, os jogos rítmicos das Adufeiras do Paúl, as canções tresmalhadas de Diego Armés, as quatro baterias deTim Tim por Tim Tum e as canções dramáticas de João e a Sombra são alguns dos novos nomes para o alinhamento desta edição.

A Enchufada faz 10 anos e celebra com o BONS SONS. Branko, Rastronaut e Dotorado Pro, nomes emblemáticos da editora criada pelos fundadores de Buraka Som Sistema, vêm encher a noite de ritmos globais.

A primeira fase de venda de bilhetes termina já no final de Abril. Até lá o Passe 4 Dias mantém-se a 25€..


BATEM TRADICIONAL E ELECTRONICAMENTE COMO QUEM CHAMA POR NÓS
 

João Vieira, depois do sucesso aos comandos de X-Wife e DJ Kitten, entrou na composição e produção electrónicas com o projecto White Haus.

A dupla Tocha Pestana, percorrendo deliberadamente a estética pop-rock portuguesa dos anos 80, são os reis do turbo-baile. Pop de bola de espelhos a reflectir nos óculos escuros retro-futuristas.

As Adufeiras do Paúl misturam as palavras das suas recolhas etnográficas com os sons de adufes, peneiras e pedrinhas.

Para lá de Feromona e Chibazqui, projectos que integra, Diego Armés deixa fugir a solo as suas canções frágeis e isoladas, apoiadas no som da guitarra acústica.

As quatro baterias em palco de Tim Tim por Tim Tum (José Salgueiro, Alexandre Frazão, Bruno Pedroso e Marco Franco) comportam um universo tão vasto quanto a imaginação de quem as toca e de quem as ouve.

O actor e músico João Tempera ressuscitou o seu alter-ego musical João e a Sombra. Traz canções negras que consolam as penas e embalam os medos.

Ao celebrar 10 anos, como o BONS SONS, era mais que justo que a festa fosse conjunta. Em Agosto, a Enchufada vai levantar os decibéis em Cem Soldos com Branko, Rastronaut e Dotorado Pro.

Branko, pioneiro da editora, depois de uma residência na BBC Radio 1 e Antena 3, editou o seu álbum “Atlas” em 2015, com uma sonoridade classificada como “sonoridade sensualmente dançante”.

Rastronaut encarna na plenitude a missão da Enchufada, de azimute traçado desde o continente africano até Campo de Ourique.

Dotorado Pro, um dos mais recentes nomes lançados pelo selo português, trabalha num misto de afrohouse e sonoridade progressiva.

 

O Passe 4 Dias encontra-se à venda nos locais habituais por 25€ apenas até ao final de Abril.
Em Maio passa a custar 32€ e em Julho 38€.

Nesta edição, o bilhete para os 4 dias do evento inclui já a oferta da caneca BONS SONS. Ao (re)utilizar a caneca de alumínio, pretende-se que os visitantes contribuam activamente para a redução da pegada ecológica, com diminuição substancial dos resíduos produzidos com os copos de plástico.

Além desta medida, e sabendo que grandes eventos são também grandes estruturas de produção de resíduos, promovemos o respeito pelo espaço que acolhe o Festival — a aldeia de Cem Soldos — desenvolvendo estratégias de sensibilização para a reutilização de materiais, diminuição do desperdício e implementação de sistemas de recolha e tratamento mais eficientes.

Estas boas práticas ambientais e a contribuição para o desenvolvimento local têm sido motivos de reconhecimento do BONS SONS como um dos melhores e mais sustentáveis eventos de música ibéricos: Melhor Contribuição para a Sustentabilidade e Melhor Festival de Média Dimensão no Iberian Festival Awards 2015 e Melhor Festival de Média Dimensão 2015 eFestival Mais Sustentável 2014 no Portugal Festival Awards.

 

A próxima edição do BONS SONS
decorre de 12 a 15 de Agosto de 2016
em Cem Soldos, Tomar.



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Letra

 

Antigamente este fado
Morria á espera de ti
P’ra nascer na minha voz
Não falava de pecado
E quando te conheci
Passou a falar de nós!
 
Tinha versos distraídos
E nos meus cinco sentidos
Não te sentia distante
No correr de cada hora
A dor da tua demora
Eu sofria a cada instante!

Hoje, vejo-te na rua
Porém sei que não sou tua
Nem tu foste meu um dia!
Mas quando canto este fado
Um grito dilacerado
Minha voz enrouquecia!

Quem me dera que voltasses
E no meu corpo tocasses
Despido de sofrimento
E te pedir que ficasses
P’ra me pedires que cantasse
O nosso Fado Sem Tempo!

 



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charanga.jpg

 

A Charanga está prestes a lançar o seu segundo LP "Tribut'ó Ti Tobias", com lançamento marcado para Maio de 2016, e lança já um 3 em 1: novo teledisco, novo single e campanha de financiamento do novo álbum.

Sobre o novo álbum "Tribut'ó Ti Tobias"

Partindo da ideia de homenagem, presta-se tributo a todos os que constroem e construíram a música ibérica (se é que ela existe). O álbum inclui clássicos da dita música tradicional revirados do avesso, tributos à sopa de feijão, desgarradas, uma homenagem ao emigrante do século XXI e muitos outros. O trabalho está já em fase de produção sendo que a edição física do CD estará pronta em Maio de 2016. O grande lançamento será no dia 21 de Maio, em Almada.

 

Sobre a Charanga:

A Charanga é um projecto de criação e performance musicais. Na era digital e cultura actual, usamos computadores, beatboxes, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, mas também o tambor, a gaita-de-fole, o violino, a D. Ermelinda que canta a Moda da Ceifa e os adufes. O repertório é maioritariamente original, sendo complementado com variações, versões e deambulações inspiradas nas construções melódicas, harmónicas e rítmicas do cancioneiro popular português e galego.

A Charanga foi vencedora dos prémios Megafone/SPA 2014 organizados pela associação Megafone5 - João Aguardela e atribuído por um diverso painel de júris composto pelas seguintes personalidades: Luis Varatojo (Músico), Pedro Gonçalves (Crítico de Música da Time Out), Ricardo Alexandre (RTP/Antena1), Jorge Cruz (Músico), Fausto da Silva (Rádio Universidade de Coimbra), Raquel Bulha (Antena 3) e Luís Ferreira (Director do Festival Bons Sons). Ao longo da curta carreira da Charanga foram também várias as referências, entrevistas e presença em vários programas, jornais e rádios de referência (Antena 3, RDP, Terra Pura, Radio 3 Espanha (rTVe), Radio Nacional Belga, Rádio Universitária de Coimbra, Mundofonias, jornal i, Público, Ípsilon, TSF, canal Q, RTP, SIC etc). Demos espectáculos um pouco por todo o país e em Espanha em auditórios municipais e outros locais de espetáculo de referência. E participámos em festivais do circuito da música e cultura portuguesas (Andanças e Festa do Avante - 2010 / Outonalidades e Salva a Terra – 2011,2013 / L Burro e l Gueiteiro – 2012 / Iberfolk - 2013 / Festival Terra Transmontana e Festival Bons Sons 2014, etc). Publicámos vários registos - EP "Electrónica Cá da Terra" (2009), EP “TransBorda” e LP “Borda Tu!” (2013).

 

Discografia: https://charanga.bandcamp.com

Website: www.charanga.pt

 

 



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Letra

 

Sempre uma questão,
Eu sei que é sempre uma questão
De qualquer coisa,
De tempo, de cansaço ou embaraço,
Ou outro peso qualquer.
E de temer a dor que nele existe,
Cantamos o amor num canto triste
Que embala o coração num jeito de
Não querer bater.

Sempre uma questão,
Eu sei que é sempre uma questão
De qualquer coisa,
De anseios, incertezas ou receios
Que nos fazem desistir.
E de fugir à dor que tanto arrasta,
Fazemos do amor canção madrasta,
Prelúdio de um sono sem sonhos
Fácil de dormir

Se eu acordar já,
Sem chorar,
Sem temer,
Talvez possa esquecer,
Talvez saiba sorrir.
Se eu acordar já,
Sem este ar
Derrotado,
Talvez vença a teu lado
O temor de existir.

Sempre uma questão,
Eu sei que é sempre uma questão
De anseios, incertezas ou receios.
E de fugir à dor que tanto arrasta.
Prelúdio de um sono sem sonhos
Fácil de dormir.

Se eu acordar já,
Sem chorar,
Sem temer,
Talvez possa esquecer,
Talvez saiba sorrir.
Se eu acordar já,
Sem este ar
Derrotado,
Talvez vença a teu lado
O temor de existir.

Mas se eu acordar já,
Sem chorar,
Sem temer,
Talvez possa esquecer,
Talvez tenha outro olhar.
Mas se eu acordar já,
Sem este ar
Derrotado,
Talvez vença a teu lado
O meu medo de amar.

 



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seiva.jpg

 

Os Seiva foram nomeados para o FolkHerbst um dos mais importantes prémios da Folk Europeia que já galardoou nomes como Garmarna, Berrogüetto, Amsterdam Klezmer Band, Dreamers‘Circus entre outros. Este outono a banda vai a Plauen na Alemanha apresentar o seu trabalho.

Para celebrar os 42 anos do 25 de Abril, os Seiva foram convidados pelo Núcleo de Estudantes de Ciência Politica e Relações Internacionais da FCSH/NOVA para fazerem parte do painel de uma conferência sobre a Revolução do 25 de Abril e a Música de Intervenção. A conferência terá lugar dia 21 de Abril pelas 17h na FCSH/NOVA em Lisboa.

Ainda integrado nas nas comemorações do 25 de Abril mas desta vez na cidade de Setúbal, a banda actuará no dia 24 de Abril na mítica Capricho Setubalense.

O album de estreia da banda continua a angariar excelentes críticas na imprensa internacional. Desta vez foi a prestigiada revista Inglesa fRoots a publicar uma review aos Seiva. Pode ser lida aqui na integra. 

Os Seiva encontram-se já em estúdio a preparar o seu próximo disco que deverá ser editado no início de 2017 seguido de uma digressão internacional.

Em outubro, a banda vai actuar no Festival Costa del Folk 2016, desta vez realizado no Carvoeiro, em que são a única banda portuguesa num cartaz de nomes ligados ao Folk internacional como McGoldrick, McCusker an Doyle, Heidi Talbot e Fay Hield and The Hurricane Party entre outros.

 

 

 

Concertos 

 

12/05/2016
Popular Alvalade c/Omiri
Lisboa - Portugal

23/07/2016
Trancoso - Portugal

02/10/2016
Festival Costal del Folk
Carvoeiro - Portugal

05/11/2016
FolkHerbest
Plauen - Germany

03/03/2017
TBC
Nantes - France



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Letra

 

Mesmo nas horas felizes, se as há
Alguma coisa é proibida
Posse impossível, distante, que dá
Sentido diferente à vida

O insaciável que existe na gente
Domina a nossa vontade
Triste final duma crença diferente
Diferente da felicidade

E sem saber até onde, o destino
É ou não o que se quer
Somos a lama, o barro divino
Que cada um julga ser

Na minha voz a cantar, corre o pranto
Dum ser que não se entendeu
E assim procuro encontrar o encanto
Que a vida p’ra mim perdeu

A revoltante maldade duns poucos
Espalha o ódio à sua volta
E faz da terra um inferno de loucos
Onde a razão se revolta

Pois quer se acredite ou não no destino
Todos seremos sem querer
Simples poeira de barro divino
Que cada um julga ser

 

Letra/Lyrics: Álvaro Duarte Simões
Música/Music: Álvaro Duarte Simões

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 27.04.16

galocantaduas.jpg

 

 

GALO CANT'AS DUAS
Café-concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 30 abr'16 às 23:30



uma viagem sonora por terrenos musicais inesperados

 

Uma banda que se inspira em ritmos variados, loops e batidas sincronizadas. A experiência que têm acumulado ao longo das suas atuações ao vivo favorece-lhes a incursão numa “viagem espacial” a bordo de um carisma musical caloroso e uma prática sonora que procura deixar marcas em quem assiste às suas apresentações.

Entrada gratuita.




Ficha Técnica


Hugo Cardoso – Bateria
Gonçalo Alegre - Guitarras



publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Trouxeste o olhar baço
Entre a tristeza e o cansaço
Dizes tudo aquilo que eu já sei
Errei mas eu também
Não prometi a ninguém
Ser eternamente a solução
Esqueceste a compaixão
Há pouco espaço p'ro perdão
Nem sei como to pedir
Tremeu a tua voz
Oscilar entre o ficar e ir
E a seguir
Tu chamaste-me traidor
Mas nem me importa esse teu dedo acusador
Pois sem rodeios
Sei bem que apontar é feio
Desapontar-te é pior
Perdeu-se o nosso espaço
Agora entregue ao embaraço
Mordeste o lábio, deste um passo atrás
Caminhas contrafeita
Como quem chama e rejeita
No teu jeito inocente de querer paz
Ficámos sem guião
Neste jogo de alevão
Em que se um desistir o outro perde
E eu sinto-me tão mal
Quem em mim a culpa corre e ferve
De nada serve
Tu chamaste-me traidor
Mas nem me importa esse teu dedo acusador
Pois sem rodeios
Sei bem que apontar é feio
Desapontar-te é pior
Tu chamaste-me traidor
Mas nem me importa esse teu dedo acusador
Pois sem rodeios
Sei bem que apontar é feio mas
Desapontar-te é pior
Desapontar-te é pior

 



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Luisa Sobral+ BBE.jpg

 

 

Sáb 30 Abr 21H30

AUDITÓRIO 8€/6€ (CARTÃO AMIGO, SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)
JAZZ | 75MIN | M/6

 

Luísa Sobral + Big Band Estarrejazz

(Homenagem a Ella Fitzgerald) - DIA INTERNACIONAL DO JAZZ

 

Na continuidade do trabalho encetado pelo Município de Estarreja, de formação e divulgação da música Jazz, de que é bandeira o Festival Estarrejazz e a Big Band com o mesmo nome, comemora-se mais uma vez o Dia Internacional do Jazz. A um leque de convidados invejável, junta-se este ano um nome já incontornável na área do Jazz/fusão nacional: Luísa Sobral, que juntamente com a formação estarrejense vai homenagear uma das suas grandes influências: a diva Ella Fiztgerald.  

Mais um concerto ímpar da Big Band Estarrejazz, sob a direção musical de Pedro Moreira.

 

“(…) A Big Band Estarrejazz procura firmar-se na divulgação e desenvolvimento da música de jazz, apostar na formação de jovens músicos da região, mas essencialmente dotar o concelho de Estarreja de uma orquestra de jazz jovem com qualidade profissional. É nesse sentido que temos vindo a desenvolver o nosso trabalho, de forma séria e consistente, mas sobretudo com muita paixão e dedicação.”

Pedro Moreira

Diretor Artístico e Pedagógico da Big Band Estarrejazz

 

Formada em 2012, e composta por jovens músicos, maioritariamente do concelho de Estarreja e de toda a Região de Aveiro, a Big Band Estarrejazz,  revela ser, por um lado, uma extensão do festival Estarrejazz (levando-o a percorrer o país), mas também potencia um dos recursos característicos da região onde se insere: a formação de músicos, provenientes de bandas filarmónicas e academias de música.

 

Pedro Moreira é o diretor artístico e pedagógico da Big Band Estarrejazz e João Mortágua dá assistência aos ensaios semanais desta orquestra de jazz.

 

O concerto de estreia aconteceu a 2 de novembro de 2013, durante a 8ª edição do Estarrejazz. Depois de ganhar uma identidade própria e respiração de conjunto, a Big Band Estarrejazz passou para uma segunda fase de trabalho, com a inclusão de peças contemporâneas e de compositores portugueses.

O percurso da Big Band Estarrejazz começa então a cruzar caminho com nomes fundamentais do jazz. A jovem orquestra tem contracenado com grandes figuras do jazz nacional, como Marta Hugon, Maria João, Mário Laginha e Carlos Azevedo. A este leque invejável de convidados junta-se no próximo dia 30 de Abril, Dia Internacional do Jazz, no auditório do Cine-Teatro de Estarreja, Luísa Sobral ( Homenagem a Ella Fitzgerald).

Pelo seu próprio pé, a orquestra que carrega o nome de Estarreja estreou-se na divulgação do jazz pelo país e acrescentou mais um degrau ao festival Quebra Jazz. A noite de 4 de setembro de 2015, em Coimbra, mereceu destaque mediático e somou mais um ponto importante ao currículo desta jovem orquestra, que comprova que a nova geração está a devolver ao jazz todo o seu sabor.

 

[Big Band Estarrejazz]

 

Andreia Santos | Trombone

Carlos Garrote | Contrabaixo

Diogo Duque | Trompete

Diogo Lopes | Guitarra

Domingos da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Hugo Oliveira e Silva | Trompete

João Pereira | Trompete

João Dias | Trompete

João Ramos | Trompete

José Sampaio | Bateria                               

Margarida da Luz Henriquez | Saxofone Tenor

Miguel Ângelo Valente | Saxofone

Pedro Castro Silva | Saxofone

Ricardo Antão | Trombone   

Ricardo Rosas | Saxofone Alto

Ricardo Neves | Trombone

Rogério Francisco | Vibrafone

Rui Bandeira | Trombone

Tiago Oliveira e Silva | Saxofone

Tiago Couto da Silva | Saxofone Tenor

Tomás Rafael Marques | Saxofone Alto e Soprano

Xavier | Trombone

João Mortágua | Saxofone Alto e Soprano e assistência aos ensaios

Pedro Moreira | direção musical

Paulo Bandeira | coordenação



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Letra

 

Procuro o teu olhar urgente
Como ternura devagar
Como inocência de repente
Distingo a lua do luar

Caminho e corro sem saber
Toda a distância da vida
Quero encontra-te para aprender
Labirintos sem saída

Oh, eu hoje acredito que o mundo
Nasceu para ti
Oh, eu hoje acredito que o mundo
Existe para ti

Tantas planícies na terra
para te dedicar
Os horizontes e o céu
Para te oferecer
Todo o tamanho do mar
Montanhas altas para te dar

Oh, eu hoje acredito que o mundo
Nasceu para ti
Oh, eu hoje acredito que o mundo
Existe para ti

O mundo para ti
Só para ti

 



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