Quarta-feira, 26.11.14

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Miguel Araújo escolhe Cine-Teatro de Estarreja para preparar concerto no Coliseu


Antes de subir ao palco do Coliseu do Porto, Miguel Araújo e os músicos que o acompanham vão ensaiar no Cine-Teatro de Estarreja. De 26 a 28 de novembro, o músico e compositor portuense preferiu o grande auditório de Estarreja para se preparar para o concerto de estreia na emblemática sala da cidade invicta.

 

Marcado para o próximo dia 29 de novembro, o concerto encontra-se esgotado e insere-se na digressão de apresentação do segundo álbum a solo de Miguel Araújo, “Crónicas da Cidade Grande”, que também já passou no Cine-Teatro de Estarreja em setembro deste ano.

A dinâmica da equipa, organização, conforto no acolhimento e qualidade sonora do espaço são alguns dos motivos que fizeram Miguel Araújo escolher o Cine-Teatro de Estarreja para se preparar para um dos mais importantes momentos na sua carreira de músico.

No Porto, o espetáculo do fundador dos Azeitonas irá contar com as participações de Ana Moura, António Zambujo e Inês Viterbo, com quem Miguel Araújo faz o dueto de “Balada Astral”. “Dona Laura” e “Recantiga” são outros dos temas que se extraem do disco “Cinco Dias e Meio”.

+

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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Terça-feira, 25.11.14

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26 de Novembro, 21h30, O'culto da Ajuda
 
Encontro IV: The Electric Voice 
Nicholas Isherwood,
 
O Encontro IV do Música Viva 2014 conta com a participação do baixo-barítono Nicholas Isherwood, que desempenhou o papel de Lucifer nas óperas do ciclo Licht de Karlheinz Stockhausen, e que agora apresenta a terceira edição do seu recital The Electirc Voice, cujo programa inclui a obra Capricorn deste compositor e visionário alemão, e ainda duas estreias absolutas, nomeadamente, Black Fire / White Fire de David Felder e De Fond en Comble de Miguel Azguime, assim como três estreias portuguesas, Mouthfeel de Isaac ShanklerShafts of Shadow de Lissa Meridan e Otro de Jean-Claude Risset.
 
Nicholas Isherwood é uma espécie de “recipiente" humano que contém "espíritos artísticos" de origens diversas. The Electric Voice é um recital explosivo, provocante, irónico e multidimensional, cujo programa junta compositores e estúdios de música electrónica do mundo inteiro, incluindo nesta terceira edição, os Estados Unidos, Nova Zelândia, França e Portugal. Para este projecto, cada compositor convocado compôs uma peça para voz e electrónica e Capricorn de Karlheinz Stockhausen, com quem Nicholas Isherwood trabalhou regularmente durante 23 anos, constitui neste contexto uma referência, tendo sido especialmente escrita para si.


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A Orquestra de Foles prepara muitas surpresas para os próximos tempos e nada melhor que dois concertos para começar.

O primeiro será já no dia 26 de Novembro, pelas 22h30, na Fábrica Braço de Prata. (mais informação aqui)

De seguida rumamos ao Auditório Carlos Paredes, em Benfica, para um grande concerto desta vez pelas 21h30 do dia 5 de Dezembro.(mais informação aqui)


​A Orquestra de Foles é um projecto musical da Associação Gaita-de-Foles: uma formação composta por instrumentos tradicionais onde se incluem meia dúzia de gaitas e um trio de percussão. Jogando com ritmos improváveis, arranjos arrojados e reportório diversificado, é um grupo capaz de, com um sopro, levar a gaita-de-foles ao lugar de destaque que merece.

Na rua ou no palco, esta sinfonia de foles, ponteiros, roncos, peles e aros, promete o rigor de uma orquestra com a irreverência dos gaiteiros.

Continuando o percurso de outras bandas como Gaitafolia e Cornes, a Associação Gaita-de-Foles lança mais um projecto para mostrar este instrumento e as suas potencialidades.

A Orquestra de Foles inventa assim a sua identidade musical, integrando temas tradicionais e composições originais, técnicas antigas e arranjos contemporâneos.


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Letra

 

Bicho Escondido
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Bicho escondido sobre a pedra
Sai que no céu já espreita a lua
Vem que o milhafre dorme
Até que a manhã retorne.

Bicho encoberto na erva,
Deixa que o sangue te ferva.
Acorda os teus iguais
Lembra que somos mais.

A noite cai no teu jardim,
Se ouvires alguém cantar
Não deixes de escutar,
Que o tempo vai passar por ti
Sem pedir permissão,
Em falsa lentidão.



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Letra

 

Deitado num frio colchão
oiço o silêncio das outras celas
Estou aqui em Moscavide
À direita, como quem vai p´ra Odivelas...
Sinto-me tão só nesta cela sem condições
Nem tem wi-fi pró meu Magalhões!

Sexta à noite - dez e meia
Aterrei e fui alvo de detenção
Nem consegui buscar as malas
Fui p´ra a PSP só com a bagagem de mão
Isto não é tanga
Ainda estava na manga
E fui para a prisão.

Diizem que há um esquema
de correio do qual eu faço parte
Tenho um advogado anafado que não quer que o filmem
porque diz que fica ridículo a entrar no seu Smart.
Quero sair daqui e ir para outro lado qualquer
Mas prenderam-me o chófér!

Segunda à noite - dez e meia
Fui alvo de medida de coacção
Preso preventivamente
depois de um fim-de-semana passado no Ticão
Tem nome de sítio de rodízio
Mas dizem que há indício
E fui para a prisãããão.
Alguém que vá dar de comer ao meu cão!
Porque eu estou na prisão!

 

 Letra : Vasco Palmeirim.
Música : Lady Antebellum " Need You Now"



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Festival Fora do Lugar de regresso a Idanha-a-Nova

Música, cinema, fotografia voltam a “ocupar” lugares inesperados no concelho

 

A terceira edição do Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antigas, decorre de 28 de Novembro a 13 de Dezembro de 2014, no concelho raiano de Idanha-a-Nova.

Resultado da parceria entre a produtora Arte das Musas e o Município de Idanha-a-Nova (e com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura e da Direcção Geral das Artes), este Festival assume-se como uma proposta do mundo rural virado para o país, para a Península Ibérica e para a Europa. 

Com a direção artística de Filipe Faria, o Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas é hoje um dos projectos culturais mais relevantes na área da música na região. Pondo em diálogo diferentes formas e tempos da música desafia a uma atitude perante as músicas antigas, abordando, de um forma inovadora, os conceitos de erudito/popular e antigo/contemporâneo.

A fronteira entre estas noções, longe de ser linear, surge aqui como uma experiência que, mais do que tudo, nos faz reflectir sobre os processos históricos que conduzem de uma linha musical a outra, feitos de permanências, mudanças e rupturas, muitas delas surpreendentes. Ao longo da história da música, passado e presente cruzam caminhos incessantemente. Não é por isso de estranhar um programa com presenças tão diversas: do jazz ao eco dos esplendores do Al Andalus, passando pela exuberância do barroco alemão e a expressividade da world music.

Um conceito provocador? Sim, e tão assumido como os próprios espaços de realização do festival que rompem, também eles, com as convenções e estereótipos vigentes.  Eficaz? Os resultados das edições anteriores falam por si, reforçando a validade de uma opção política que ilustra, ao nível local, a capacidade de produzir cultura num cenário onde muitos não concebem pensá-la neste moldes: o país perdido das pequenas aldeias quase desertas.

Daqui releva uma das virtudes maiores do projecto, a possibilidade de chegar até onde mais ninguém se deu ao trabalho de ir.

2014 marca, igualmente, mais uma etapa no caminho da validação deste esforço e do reconhecimento das valências e dinamismo culturais deste território, com a candidatura, em curso, à Rede das Cidades Criativas da UNESCO, precisamente na categoria da Música. Neste contexto, onde tradição e modernidade convivem e dialogam em permanência entre si, o contributo do Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas afigura-se decisivo. Sobre as terras de Idanha recaem não apenas as expectativas das suas gentes, mas as de todos aqueles que, neste e noutros projectos promovidos pelo Município, revêem o tremendo potencial do mundo rural português.

Nesta terceira edição, o Festival traz a Idanha e ao nosso país estrelas maiores do panorama nacional e internacional da música antiga e de cruzamento como a catalã Arianna Savall (filha de Jordi Savall) ou Galandum Galundaina.

Na área do cinema e da fotografia, programa a estreia nacional de uma curta-metragem do jovem realizador francês Nino Laisné - "En présence" -, com legendagem em português ou a exposição "Barra das Almas" do fotógrafo Valter Vinagre.

A entrada em todos os concertos é livre, sujeita à lotação das salas.

 

PROGRAMA DETALHADO

www.foradolugar.pt

www.facebook.com/foradolugar

 

+ INFO

festival@foradolugar.pt

Tel.: 210 995 674

 



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Letra

 

Valquíria
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Na tua boca mil demónios bramam
Laminas cegas e sentenças.
Falta-nos luz para ver o quadro inteiro,
Falta furar o nevoeiro.
Ver o teu ar de valquíria desarmada
Na escassez de um inimigo.
O meu inverno acabou contigo
Quebrou a tua espada.

Sobrou vinho azedo nos teus lábios
E eu dei-te de beber sem restrição
Até que te perdeste do meu rasto
E eu fiquei tão fora de mão.
A noite teceu-te um vestido de apatia
Que o meu peito repudia
E ver o teu ar de valquíria desarmada
Chegar ao fim da estrada,
Chegaste ao fim da estrada.

 



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Segunda-feira, 24.11.14

Mega Hits Kings Fest.jpg

 

A noite de 22 de Novembro vai ficar na memória dos mais 10 mil de fãs que estiveram no MEGA HITS KINGS FEST.O MEO Arena vibrou com os DJs e produtores Martin Garrix, Blasterjaxx, Jay Hardway, DVBBS e Kura. Durante 6 horas estes DJs que integram o top 50 da DJ Mag, puseram o público a dançar e a cantar, e não faltaram os hits internacionais “Animals”, “Tsunami”, “Gravity” entre outros.

 

Lasers, C02, pirotecnia e grandes efeitos na projecção visual ajudaram ao espectáculo que arrebatou os fãs, que dançaram sem parar até às 3h30 da madrugada. Martin Garrix, o número 4º do mundo, segundo o TOP DJ Mag, foi o mais aplaudido da noite, tendo a MEGA HITS transmitido em directo 45 minutos do seu set.

 

A MEGA HITS entrevistou os reis da electrónica e ofereceu Mega Crows. As reportagens com os momentos importantes desta noite única podem ser vistas no Facebook e no YouTube.

 

A MEGA HITS, com a produtora Genius y Meios, realizou mais um evento de sucesso, reforçando o seu posicionamento como rádio de grandes hits.

 

Créditos das Fotos: Diogo Pereira e Délio Sá.



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Letra

 

"Eu Não Sei Dizer"O silencio, deixa-me ileso
E que importancia tem?
Se assim, tu ves em mim
Alguem melhor que alguem
Sei que minto, pois o que sinto
Nao é diferente de ti
Nao cedo, este segredo
E fragil e é meuEu nao sei...
Tanto, sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorarQuem te disse, coisas tristes
Nao era igual a mim
Sim, eu sei, que choro
Mas eu posso, querer diferente pra tiEu nao sei...
Tanto, sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorar
E nao me perguntes nada
Eu nao sei dizer...
 
 
Composição: David Fonseca

 



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SILENCE 4  "SongBook 2014 Live" é editado hoje em CD+DVD

 


SILENCE 4

"SongBook 2014 Live" é editado hoje em CD+DVD

É editado hoje "SongBook 2014 Live", o CD+DVD que regista ao vivo o concerto dos Silence 4, este ano, na Meo Arena, em Lisboa. Este foi um dos cinco espetáculos que a banda deu em 2014, o ano que ficará para sempre marcado pela reunião dos Silence 4 em palco, 13 anos passados após a suspensão inesperada da atividade do grupo, no auge do seu mediatismo e sucesso.
 
Sofia Lisboa, Tozé Pedrosa, Rui Costa e David Fonseca despertaram a memória dos milhares e milhares de fãs que, à semelhança do ocorrido no final dos anos 90, lotaram as salas por onde grupo passou - o Coliseu Micaelense (São Miguel/Açores), a Praça do Mar (Funchal/Madeira), o Multiusos de Guimarães, a Meo Arena e o Estádio Municipal de Leiria.

"SongBook 2014 Live" documenta esses momentos em CD+DVD, sendo este a última edição da banda já extinta. 
A banda pede agora aos fãs que partilhem fotos ou imagens que tenham sido feitas nos concertos de reunião, agregando tudo numa app construída especificamente para o efeito, com o objetivo de vir a ser feito um vídeo com as imagens aqui reunidas. Para participar aqui

"SongBook 2104 Live" traz à memória canções que conheceram altíssimos níveis de popularidade como "Borrow", "Angel Song", "My Friends" ou "To Give" e conta com a participação especial de Sérgio Godinho.
 

 



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Letra

 

Your heart is broken
And you don't seem to mind
I guess it happened
A little too many times, too many times

You tried and you got tired
Those long half-written stories
You held a fire
Right under the snow

They don’t, they don’t
How could they really know?, they don’t
They don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance
I danced with you, I felt like superstars do
Me and you
We're just like superstars


I was around you
You couldn't really tell
I held you close while
While you drove you just drove into hell, you know

A kind of hurt that binds
A light that loves you blind
And while your feet go
They go deeper in the sand
You wait and drown
You're waving to the crowd that sits
But they don’t know how it really feels
They're just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance with me

Yeah you did that crazy dance
You did that crazy dance for me

Did that crazy dance, did that crazy dance...

'Cause they don't know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see us cry?
Now do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance for me
As I danced with you, I felt like superstars do
Me and you
We're just like superstars

Danced with you, just like superstars do
Me and you
We're* just like superstars



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Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, vai candidatar-se a Cidade da Música no âmbito da rede de Cidades Criativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), foi anunciado nesta quarta-feira.

"A acontecer, esta classificação patrimonial por parte da UNESCO irá ao encontro da estratégia de desenvolvimento do concelho", refere o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova em comunicado enviado à agência Lusa.

Armindo Jacinto explica que a partir dos usos, costumes e tradições, "onde a música tem um lugar central, Idanha-a-Nova tem conseguido inovar e empreender para construir o futuro da região, sempre com o envolvimento das populações". "Há aqui uma riqueza e faz todo o sentido, que, nesta fase, se prepare uma candidatura", refere.

A comissão consultiva da candidatura de Idanha-a-Nova à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, no âmbito da Música, esteve reunida recentemente para preparar o projeto que deve ser submetido em março de 2015.

A riqueza patrimonial do concelho, onde a herança cultural associada à música assume rara expressão, fundamenta esta candidatura após um vasto trabalho de inventariação, preservação e divulgação da identidade musical e cultural de Idanha-a-Nova, das suas características etnográficas e etnológicas.

"Temos tido, ao longo dos últimos anos, a preocupação de trabalhar, porque havia o perigo de perdermos um conjunto de património que é transmitido, sobretudo, através da oralidade", conclui o autarca de Idanha-a-Nova.

O adufe, o maior representante da riqueza e da tradição musical de Idanha-a-Nova, inspirou o símbolo desta candidatura portuguesa a Cidade da Música da UNESCO.

Atualmente, existem 41 cidades pertencentes à Rede de Cidades Criativas, em todo o mundo, e apenas seis no tema da Música.

O objetivo é promover o desenvolvimento social, económico e cultural destas cidades e comunidades, tendo por base as indústrias criativas.

A comissão consultiva da candidatura de Idanha-a-Nova é composta por um conjunto de mais de 40 personalidades estrangeiras e nacionais, especialistas no âmbito da música e da cultura.

Entre músicos, compositores, maestros, professores e investigadores, incluem-se a diretora da Escola de Música do Conservatório Nacional, Ana Mafalda Pernão, os ex-ministros da Educação Marçal Grilo e Guilherme de Oliveira Martins, o ex-ministro da Cultura Pedro Roseta, a presidente da Jeunesses Musicales International, Jessie Westenholz, e o ex-Presidente da República Jorge Sampaio.



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Letra

 

In the dark, dark pit
I saw something moving there
And then fear makes the fire
And one breath in my ear

This wind, temptation.
It just went crawling over me
Darkening nights I couldn't sleep

This fear, temptation.
I'm sure there's something over there
And I feel it could hardly wait
For weak, weak days

In the dark, dark night
I'm afraid of the light
and the single minded dolls
that keep knocking on my door
Growing darker appetit

This wind, temptation.
It just went crawling over there.
It was too much, i had to share

This sweet temptation.
Yes I have cried over you,
but this time I'll just do
what it tells me to.

Temptation,
it just went crawling over me.
Darkening nights I couldn't sleep.
This fear will grow to peace
when everything is done.
Happy like a warm gun,

This sweet temptation,
Oh sweet temptation,
Oh sweet temptation,
Oh sweet, sweet pain

 



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Domingo, 23.11.14
SOUNDWALK
"Revolução e Metamorfose - celebrando os 40 anos do 25 de Abril"
 
INAUGURAÇÃO 
HOJE às 18H no O’culto da Ajuda - entrada livre
 
 
23 e 24 de Novembro, das 18h00 às 23h00, O'culto da Ajuda (entrada livre)
SoundWalk, Revolução e Metamorfose - celebrando os 40 anos do 25 de Abril
 
Resultando de um convite mundial dirigido pela Miso Music Portugal a compositores de música electrónica, a instalação colectiva e inédita, SoundWalk, acompanha o Música Viva 2014 pondo em perspectiva a temática "Revolução e Metamorfose - celebrando os 40 anos do 25 de Abril". Tendo como espaço de exibição o O'culto da Ajuda, a instalação SoundWalk 2014 proporciona uma visita a 12 paisagens sonoras; paisagens estas que foram escolhidas de entre as cerca de 100 miniaturas recebidas, provenientes de 26 países.
 
Alejandro Casales, Trigonometría (México)
Blas Payri, Déferlante (Espanha)
Daniel Steiner, ofmikio´ (Suiça)
Dimitris Maronidis, Ισπαχάν (ISPAHAN) (Grécia)
Fabio De Sanctis De Benedictis, Publica Res (Itália)
Gerald Fiebig, Re_carnation (Alemanha)
Giuseppe Gavazza, Banalità del male (Itália)
Juan María Solare, Celeste (Argentina)
Matteo Bertolina, Rivoluzione dei garofani (Itália)
Panayiotis Kokoras, Liquid Metamorphosis (Grécia)
Paul Ramage, Rivière Noire (França)
Sondre Bryntesen, Red Carnations (Noruega)
 
 
MÚSICA VIVA 2014 | o estado da arte | 20ºs encontros de nova música
 

Espaço-tempo de encontros com a criação musical contemporânea, com destaque para a música portuguesa da actualidade, os seus compositores e os seus intérpretes, numa imprescindível afirmação da sua vitalidade.

Em 2014 o Música Viva completa a sua 20ª edição, num novo formato, num novo espaço de acolhimento, o O'culto da Ajuda, para reunir entre 21 a 29 de Novembro uma assembleia motivada e defensora dos valores mais altos da condição humana e da arte musical que se faz aqui e agora, para um entendimento total do que seja música, hoje, como desde sempre. 

Esta 20ª edição é dedicada ao Fernando de Mascarenhas que acolheu e apoiou em 1992 a primeira edição do Música Viva em 1992.



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moonspell.jpg

Os Moonspell vão apresentar o seu novo álbum em Lisboa e Porto em março do próximo ano.

 

A banda sobe ao palco do Coliseu de Lisboa no dia 27 de março, atuando no dia seguinte no Hard Club, no Porto.

“Extinct”, a ser lançado mundialmente pela Napalm Records, é “um manifesto musical e emocional” e traz “de volta a arte de bem tocar, sentir e viver o estilo Dark Metal”, é-nos revelado em comunicado, que continua: “Extinct traz de volta o ambiente rock obscuro, enchendo os ouvidos de uma emoção negra, quase desesperada mas redentora, que não deixará os fãs indiferentes”.

O sucessor de “Alpha Noir/Omega White”, que estará disponível nos formatos Mediabook, jewelcase, edição limitada de luxo e vinil, conta com a produção de Jens Bogren (Katatonia, Amon Amarth, Opeth and Paradise Lost). Consulte o seu alinhamento:

UNTIL WE ARE NO MORE (BREATHE)
MEDUSALEM
FUNERAL BLOOM
DOMINA
LA BAPHOMETTE
THE LAST OF US
A DYING BREED
MALIGNIA
EXTINCT
THE FUTURE IS DARK

 

Retirado do Sapo Música


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Letra

 

ENTRE A ESPADA E A PAREDE

Estás tão perdido agora,
Tens um caminho mas preferes estar fora
Parecia fácil mas os dias não têm rede,
Diz como te sentes entre a espada e a parede.

Entre a espada e a parede.
Um dia o céu,
Noutro dia o chão,
Dizes para ti: "Melhores dias virão".
Um shot, dois shots, nada mata a sede,
Então como te sentes entre a espada e a parede.

Perdeste o tempo de voltar atrás,
Sabes de cor como isso se faz,
Deixas o corpo onde o amor se perde,
E tens tanto à aprender
Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede,
Entre a espada e a parede.

Uma sala cheia de paredes vazias,
E uivam sirenes, mas isso já não ouvias.
O asfalto grita alto um nome que te persegue,
Diz como te sentes entre a espada e a parede.
Repetes cantigas, tropeças passos de dança,
Apagas o cigarro enquanto a rua balança,
E pedes a alguém que te ame, que te leve,
Então como te sentes entre a espada e a parede.

Perdeste o tempo de voltar atrás,
Sabes de cor como isso se faz,
Deixas o corpo onde o amor se perde,
E tens tanto à aprender
Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede,
Entre a espada e a parede.

Não conheces quem te abraça
Nem quem te escava o chão,

E tanta gente em fuga a esconder a solidão.
Hoje vais voar na noite como a tua alma pede,
Então como te sentes entre a espada e a parede.

Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede
Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede
É onde a vida se perde
Entre a espada e a parede
Ainda sabes o teu nome
É onde o corpo mata a sede
Onde a estrada se perde
É entre a espada e a parede
Onde o corpo mata a sede...

 

Pedro Abrunhosa - 'Entre a Espada e a Parede'. Álbum 'Longe', 2009 - Vídeo Letra | Video lyrics


Letra e música: Pedro Abrunhosa



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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conversas_com_versos_260.jpg

 

A cantora Eugénia Melo e Castro edita este mês um álbum com canções para crianças, no qual interpreta poemas do livro "Conversas com versos", escritos pela mãe, a autora Maria Alberta Menéres.

"Conversas com versos", que reúne pequenos poemas para os mais novos, foi publicado originalmente em 1968 - quando Eugénia Melo e Castro era criança -, foi tendo sucessivas edições e está recomendando pelo Plano Nacional de Leitura.

Surge agora uma nova edição, pela Porto Editora, com um livro/CD com canções de Eugénia Melo e Castro e em que os poemas são ilustrados por Mariana Melo, filha da cantora e neta de Maria Alberta Menéres.

As canções foram gravadas no ano passado em São Paulo, Brasil, com produção de Eduardo Queiróz, e contam com a participação dos músicos brasileiros Ney Matogrosso e Lino Krizz.

Descrito pela editora como "uma obra clássica e pioneira da poesia infantil", "Conversas com versos" vai ser apresentado no domingo na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com uma atuação de Eugénia Melo e Castro.

Em 2010, Eugénia Melo e Castro editou "Camufilda", o primeiro livro para crianças, que contou com ilustrações de Mariana Melo.

Filha de escritores, Eugénia Melo e Castro estudou artes gráficas e cinema, passou pelo grupo de teatro A Barraca, fez cinema, criou o programa de televisão "Atlântico" e gravou vários álbuns, tendo quase sempre um pé em Portugal e outro no Brasil, onde colaborou com artistas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ney Matogrosso e Jaques Morelenbaum.

Em 2015, Eugénia Melo e Castro celebrará 35 anos de carreira na música.

Maria Alberta Menéres, atualmente com 84 anos, tem cerca de 70 obras publicadas para a infância e juventude.

Nascida em Vila Nova de Gaia, foi professora de História e Língua Portuguesa, dirigiu durante mais de uma década o departamento de programas infantis e juvenis da RTP e em 1986 recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças.

"O retrato em escadinha", "O que é que aconteceu na terra dos procópios?" e "Camões, o super-herói da língua portuguesa" são alguns dos títulos publicados pela autora.

Na semana passada foi homenageada na Casa das Artes, no Porto.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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SE HOUVER UM ANJO DA GUARDA

Um homem contou-me
Que da montanha
Se toca o céu,
Que se encontrou ao subi-la
Mas ao descê-la
Se perdeu.
Viu rastos de cobra
E pegadas de leão:
"Esta vida não sobra
Quando se olha só para o chão!"

E tentou fugir do trilho,
Beijou o tempo como a um filho,
Acordou numa alvorada,
Já sem nada pr'a esconder
E então falou assim:

"Se houver
Um Anjo da Guarda
Que me abrace
E se guarde dentro de mim,
É tão só estar só no fim".

Outro homem contou-me
Que da cidade
Se vê o mundo,
Que é tão doce o desejo,
Que nenhum beijo
É profundo.
Viu escadas de ouro
E telhados de rubi,
Pensou que o maior tesouro
É cada qual saber de si.

E tentou fugir da sombra,
Dizer à luz que não se esconda,
Correu as ruas, uma a uma,
Já sem nada pr'a perder
E então gritou assim:

"Se houver
Um Anjo da Guarda,
Que me abrace
E se guarde dentro de mim,
É tão só estar só no fim".
Porque é tão só estar só no fim.

 

Pedro Abrunhosa - 'Se houver um Anjo da Guarda'. Álbum 'Longe', 2009 - Vídeo Letra | Video lyrics

Letra e música: Pedro Abrunhosa

 



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Sábado, 22.11.14

 

Letra

 

I was so lost in my pain, fear was melting my brain,
I was counting the days to insanity, I was afraid to move myself
Afraid to hurt myself, more than I had until that day
Everything I believed in, everything I fought for
Was now underneath my feet and my heart beat
Was so gone, couldn't be felt by anyone
So alone it gave me the creeps
My drugs got me in bed went up to my head And I really don't wanna depend
So I'll stick to

My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my cards and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again

Never thought woyuld be like this
No one told me it would be like this
I'm amazed I'm amazed with myself
And my brain and my pain
And my pain and my veins
Are delivering it to my health
My self-confidence was broken while my trust was taken
And it left me with an empty life and this knife
Rests on the middle of me bed, I think in all the things she said
Close my eyes and sleep
All these drugs in my head, it seems I'm already dead
And I really don't want to depend
So I'll stick to ...

My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my cards and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again

Can't smoke anymore can't drink anynmore, still I do it, I do it again
Lost everything I had, Far from mum, far from dad
I thank God for my good, good friends
But where's this God that I mention? Where is He right now?
As I die as slowly as I can? All my plans, went down the hole
My life has no goal, and I wonder if this is worth it
But my friends took my hand
Helped me to lift myself again
And that's why I really love

My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my cards and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again

 



publicado por olhar para o mundo às 17:00 | link do post | comentar

 

Letra

 

This is me with another nervous breakdown
My pressure dropped, this body went with it
Memory fails, I'm feeling claustrophobic
I scream my silent pain in this big plain
There's no one here
Tell me who is there now
Who is there with you

I'm taking no calls unless it's her voice
I'm seeing no one unless it's her
I open the mailbox every hour
Maybe I'll hit the postman
I want to hear some love words
But not it that dyslexic voice
No I won't tear apart for you
But I was given no choice

I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me

"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
And wait for the strongest feeling
Out of all of the feelings
to raise
from
you.

I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me

"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I real? Are you real? Is this real? What's real?
Am I real? Are you real? Is this real?

Tell me, what's real?

 



publicado por olhar para o mundo às 08:58 | link do post | comentar

Cityspark.jpg

 

Formados a 1 de Dezembro de 2008 entre Castelo de Paiva e Cinfães, os CITYSPARK abraçaram o desafio a novas sonoridades que passam pelo Rock, Pop e Indie

 

Os CITYSPARK  gravaram um EP com 5 músicas em 2009 com o nome "made in cityspark", um ano depois entram em estúdio para gravar o single butterfly e ao fim de 6 anos de trabalho, de muitas dores de cabeça de persistência, de concertos realizados mas acima de tudo, muita vontade de cumprir um dever realizado vão lançar o seu primeiro álbum com 11 músicas (edição de autor) “Violet” que tem data prevista para 13 de Dezembro na qual se junta um concerto de apresentação com convidados especiais.

 

O vídeo do primeiro single dos CITYSPARK (sun will shine) já pode ser visto e partilhado por todos no You Tube e Facebook da banda.

 

 

www.facebook.com/cityspark.pt

cityspark.band@hotmail.com



publicado por olhar para o mundo às 00:56 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.11.14

 

Letra

 

Calculei o norte, fiei-me na sorte, dei uma de forte de fui
Contornei os velhos, contra e conselhos, cantos e canteiros fui,
Descobri o mundo ao fundo do jardim.Desenhei um mapa, fiz dum pano a capa, fiz planos utópicos
Ao sabor dos ventos e dos mantimentos, em coca-cola e mentos, fui
Aos confins do mundo, ao fundo do jardim.Desbravando mato, traçando o trajeto onde aponta o carapim
Piquei-me num cacto, pisei rabo de gato, perdi-me pelo capimVi o fim do mundo no portão do fundo, defendi a vida a pau
Fugi dum insecto, pisei um dejeto, passei perto de um lacrau
Descobri a custo o fim do mundo assimSó me resta a astúcia dum cão de pelúcia enquanto o sol desaparece
E um Action Force que em código morse enviou um SOS
Foi assim que eu vi do mundo os seus confinsAté que um rugido muito enfurecido fez tremer todo o jardim
Será que é ciclone, algum dragão com fome ou bicho muito mais ruim?
Era a voz da minha mãe a perguntar por mim.
 
 
Letra de Miguel Araújo

 



publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

thelastgirl.jpg

 

 

Robert Meaning têm um trabalho de características folk-pop, com grande atenção e detalhe nas letras, é um compositor com muitas provas dadas nacional e internacionalmente, capaz de grandes perfomances nos espectáculo, pela intensidade com que interpreta os seus temas.

 

Robert Meaning vai apresentar o seu novo álbum "The last girl standing" dia 28 de Novembro, na Associação Bus - Paragem Cultural, nos Anjos.


Gostaríamos muito de poder contar com o blog para divulgar a data do concerto.

 

Abaixo segue o link para a página do Rober Meaning
http://robertmeaning.bandcamp.com/album/the-last-girl-standing

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:26 | link do post | comentar

 

Letra

 

Many's, the time I'v been mistaken
And many times confused
Yes, and often felt forsaken
And certainly misused
But I'm all right, I'm all right
I'm just weary to my bones
Still, you don't expect to be
Bright and bon vivant
So far away from home, so far away from home

And I don't know a soul who's not been battered
I don't have a friend who feels at ease
I don't know a dream that's not been shattered
or driven to its knees
But it's all right, it's all right
We've lived so well so long
Still, when I think of the road

we're traveling on
I wonder what went wrong
I can't help it, I wonder what went wrong

And I dreamed I was dying
And I dreamed that my soul rose unexpectedly
And looking back down at me
Smiled reassunngly
And I dreamed I was flying
And high up above my eyes could clearly see
The Statue of Liberty
Sailing away to sea
And I dreamed I was flying

We come on the ship they call the Mayflower
We come on the ship that sailed the moon
We come in the age's most uncertain hour
and sing an American tune
But it's all right, it's all right
You can't be forever blessed
Still, tomorrow's going to be another working day
And I'm trying to get some rest
That's all I'm trying to get some rest

 



publicado por olhar para o mundo às 08:48 | link do post | comentar

Quinta-feira, 20.11.14

 

Letra

Podia haver uma luz em cada mesa
E uma família em cada casa
Jesus em Dezembro, aqui na Terra
Podia ser Natal e não ser farsa.

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

Podia ser notícia o fim da Amargura
Que divide os homens por trás dos canhões
A fome e a miséria servem a loucura
Que forja profetas e divide as nações.

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

Podia ser verdade o tom e o discurso
Desse velho actor falando aos fiéis
Mas nada se passa na noite do mundo
Máscaras de dor, pequenos papéis

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

A história certa é
Natal de porta aberta
Podia ser Natal...

 

Letra e música: António Manuel Ribeiro
Intérpretes: António Manuel Ribeiro e Miguel Ângelo (1995)

Musica incluída no álbum "Sierra Maestra" de António Manuel Ribeiro.



publicado por olhar para o mundo às 23:21 | link do post | comentar

 

posthit.jpg

 

POST HIT  “SHOW OFF”

 

“Show Off” é o novo single dos Post Hit e o último de uma série de 4 singles que encerram um capítulo na discografia do grupo. 

 

Depois de “Paradox” (2010, reeditado em 2013), “Desire (Give Give Give)” e “FYM” ambos de 2013 chega agora “Show Off” um single composto por dois temas e um instrumental. 

 

“Show Off” o tema de abertura foi produzido por Armando Teixeira (Balla) e “Show Off Acoustic”, o segundo tema, teve produção a cargo de João Pedro Ferraz (BAN), também responsável pela produção do novo álbum do grupo que chegará na primavera de 2015.

 

“Show Off” é um olhar irónico e também nostálgico sobre as “estrelas” sem rosto que o tempo apagou, anónimas mas de espírito presente em tantos palcos. Todos aqueles que lutaram pelo seu momento de “brilho” mas sem nenhum reconhecimento, as quase estrelas que mergulharam numa 

eterna escuridão.

 

Os Post Hit são: Paulo Scavullo & Flávio Pacheco. 

 

 

Iplay, Novembro de 2014.

 

(Edição digital, 14  de Novembro)

 

 

 

https://www.facebook.com/POSTHITMUSIC?fref=ts



publicado por olhar para o mundo às 20:09 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

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a primeira vez que ouvi.. super interessante!!!
Muito obrigado
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