Terça-feira, 17.01.17

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ESTREIA NO PORTO

 


No próximo dia 27 de Janeiro a Dona Carioca estreia-se no Porto, no icónico Club Hot Five.
Antes passam ainda no Station Blues em Braga, na próxima Sexta-Feira dia 20.



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Letra

 

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo

Recebo a mensagem com mau conteúdo
Acabou vou para fora para curtir o mundo
Só faltava essa para bater no cumulo
Pois distancia é nada quando alguém é tudo
Já me cansei de ser teu abrigo
Sentir que para ti só da adquirido
No fundo errei
Ao ter permitido sempre desculpei em vez de ter saindo
A culpa é do amor, figuras tristes atrás do calor
O abraço era teu virou um cobertor
Sozinho na cama sem fins nem favor
Nem te peço favor de voltares
Para vires igual mais vale é ficares
Fazer te mudar sem querer te alterar
Ficas-te magoada e eu tou me a passar

Tou louco por ti mas
Não queres saber de mim não [x2]

Eu eu também não
Isso era o que querias
Shiu coração são só fantasias
Para de vir com esse amor nas batidas
Senão ainda explodes de amor as fatias
Porque ela só dá quando perde as manias
E não se apercebe que amor não são dias
Não digo que há sempre alegrias
Se para ti nunca foi serio então baby dizias
Sem ti só faço asneiras, noites bebedeiras
Lembram me primeiras que acordas em casa de amigos
Não estranhas só estranhas as estranhas acordam mais feias

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo

Eu reparei que tinha sangue de outro homem
Na camisola e não foi a vida que escolhi mas olha
Tou como [?] os amores vão e voltam
Mas quando te esqueço tu voltas sempre
Achas que tou com cara de que ainda vais a tempo
Fazias sem peso hoje eu já sou diferente
Se querias agias consequentemente
Hoje moras ao meu lado ironia passei por ti deixei recado
[?] já rolaram não vai ser como antes
Moradas são pertos, corações distantes
E agora estou tão bem sozinho
Vejo que primeiro quero estar bem comigo
Talvez um dia entendas porque não te ligo
Só bla bla não chega vai estar impedido

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo [x2]

 

Música e Letra: B-leza

 



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Camarro Fest dias 3 e 4 de fevereiro

 

Nos próximos dias 3 e 4 de fevereiro, realiza-se, no salão da SIRB Os Penicheiros, a 2ª Edição do "Camarro Fest", com dez grandes bandas nacionais.

 

Será, para uns, a oportunidade de reviver o que de bom se fez outrora no Concelho do Barreiro, no que aos sons mais pesados diz respeito e, para outros, os das gerações mais recentes, a demonstração do talento e do potencial que as gentes e a nossa terra têm para com o panorama cultural do nosso país. 

 

Tendo em conta o sucesso da primeira edição, a organização do Camarro Fest, ​com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro, através do Gabinete da Juventude, ​está empenhada em fazer desta edição um evento de ainda maior dimensão e êxito.

 

Este evento visa a promoção de bandas locais e nacionais, e a dinamização e divulgação da cidade do Barreiro e dos barreirenses.

 

 

Horário e alinhamento das atuações:

 

Sexta-Feira - 3 de fevereiro de 2017

Abertura de portas: 20h00

 

21h00/21h45  SKYARD 

22h00/22h45  A TREE OF SIGNS 

23h00/23h45  DECAYED 

00h00/00h45  GROG 

01h00/02h00  MATA RATOS

 

After Party: Nuno Silva DJ Set

 

 

Sábado - 4 de fevereiro de 2017

Abertura de portas: 20h00

 

21h00/21h45  AFFÄIRE

22h00/22h45  DOLLAR LLAMA 

23h00/23h45  SINISTRO

00h00/01h00  HOLOCAUSTO CANIBAL

01h15/02h00  PROCESS OF GUILT

 

After Party: Twisted Sisters DJ Set

 

Preço bilhetes:

Diário: € 10,00

2 dias: € 18,00

Special Pack (T-Shirt + Bilhete 2 dias + Copo Festival + 2 senhas de bebida): € 23,00

 

CMB 2017-01-16



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Letra

 

MOTHER *
[Poem: Fernando Pessoa (s.d.)​ · Music: Mário Laginha]

Mother, my cheeks are wet.
Let down my hair and kiss
My brow. I seem to forget
Even if I think of this.

Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.
I loved and was not loved, mother.
Kiss me and let me be.

Let me sleep as of old, thy hand
On my brow, so calm and so deep,
That I feel't on my soul, my soul fanned
By thy breath on the face of my sleep.

I am but a little ship, mother,
Lost out in the sea.
Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.

* Song title adapted from the 1st word of the poem. Original title: «Mother, my cheeks are wet».

 



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Segunda-feira, 16.01.17

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21 de Jan. de 2017 21:30

O'culto da Ajuda
Lisboa, Portugal

 


 

Duo que confronta um certo universo da música electrónica com ponto de partida num dos sintetizadores analógicos pioneiros, o Buchla, com um outro universo seu paralelo, o de um Contrabaixo, acústico, mas algumas vezes também processado. Armando Teixeira e Miguel Leiria Pereira re-visitam materiais que foram explorados por compositores e músicos do século XX, tentando através da improvisação livre prestar homenagem à era do Experimental, Conceptual e Avant Garde, que desde sempre fascinou os dois músicos.

 

Armando Teixeira Sintetizadores Analógicos
Miguel Leiria Pereira Contrabaixo

 

Email oculto@misomusic.com
Endereço Travessa das Zebras 25/27, 1300-589 Lisboa Portugal


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e música: Carlos Heitor da Fonseca

 



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Chico Fininho


Tributo a Rui Veloso por Rogério Charraz

 

Cineteatro Municipal D. João V

 
"Chico Fininho" é uma celebração dos 35 anos de carreira de um dos músicos mais consensuais e admirados da música Portuguesa.

Um desfile de canções que marcaram várias gerações de portugueses, entre os quais os cinco magníficos músicos que prestam este tributo, onde não faltam algumas das pérolas menos divulgadas pelas rádios.

Do mítico "Ar de Rock" ao mais recente "A Espuma das Canções", nenhum disco ficará de fora desta viagem pelo Porto, pelos Blues, pelo Rock, pelas canções de amor e por todos os elementos que fazem parte da brilhante história de Rui Veloso, que é também uma parte importante da história dos últimos 35 anos dos portugueses...
 
 
 


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Letra

 

Música: João Black
Letra: José Luís Gordo

 



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A Orquestra de Foles é um projecto musical da Associação Gaita-de-Foles: uma formação composta por instrumentos tradicionais onde se incluem um punhado de gaitas e uma mão cheia de percussões. Jogando com ritmos improváveis, arranjos arrojados e reportório diversificado, é um grupo capaz de, com um sopro, levar a gaita-de-foles ao lugar de destaque que merece.
Na rua ou no palco, esta sinfonia de foles, ponteiros, roncos, peles e aros, promete o rigor de uma orquestra com a irreverência dos gaiteiros.

Continuando o percurso de outras bandas como Gaitafolia e Cornes, a Associação Gaita-de-Foles lança mais um projecto para mostrar este instrumento e as suas potencialidades.
Desde a sua criação, a Escola da Associação tem cumprido o seu papel de ensino e divulgação da gaita-de-foles, e tem vindo a formar uma nova geração de gaiteiros - conscientes da diversidade e riqueza do instrumento, conhecedores da sua história e abertos à inovação.

Surge então a necessidade de criar um ponto de encontro entre professores e alunos que foram passando pela escola, abrir espaço para a sua exploração criativa e estabelecer uma ponte com o público.
É desta forma que nasce e se projecta o futuro deste grupo, que gira essencialmente à volta da paixão pela gaita, juntando vivências musicais actuais e influências diversificadas, não esquecendo o reportório desde sempre associado a este instrumento com especial destaque para a sua ligação a Portugal.
A Orquestra de Foles inventa assim a sua identidade musical, integrando temas tradicionais e composições originais, técnicas antigas e arranjos contemporâneos.


Uma Longa Caminhada
Antes da Orquestra de Foles, outros grupos se formaram no âmbito da Associação, dando visibilidade ao trabalho desenvolvido, e abrindo caminho para as possibilidades que são hoje exploradas:

Cornes - Gaiteiros do Mundo
Cornes foi a banda dos alunos da Escola de Gaitas da Associação Gaita-de-foles. Os Cornes são músicos urbanos, gaiteiros e percussionistas, que procuram criar música em torno do universo da Gaita-de-fole de Portugal e do Mundo...

Gaitafolia: o início da caminhada
Fundada em 1999, a Gaitafolia foi a primeira banda do género no país. O seu percurso está ligado à fundação da Associação Gaita-de-foles, à qual esteve ligada desde o início. Uma primeira geração de pessoas que abriu caminho à Gaita-de-fole em Portugal...

 

 

 

Contactos:
www.facebook.com/OrquestraFoles
http://gaitadefoles.net/OrquestraFoles
banda@gaitadefoles.net



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Letra

 

Back

Não tenhas medo de cometer um erro
Porque...errar tem a mesma importância
Que acertar e nunca confundas fracasso
Com a experiência, porque isso...
...isso faz parte

(Refrão)

Eu sabia que embora eu tente
As cenas do passado ninguém muda
Aprendia e ainda hoje aprendo
Com os erros cometidos em loucura
Eu sentia com o passar do tempo
Que cair faz parte da aventura
Eu não queria nem podia
Sentir esta amargura

Zinho

Movido pelo momento em torno do meu pensamento
Espero co' que também foi, também volte co' vento
Só quero que chegue o "tempo" para mostrar que estou diferente
Estou a correr com o passado pronto para seguir em frente
Agora eu tento, fazer de mim um bom exemplo
Nada dura para sempre ao qual eu digo "felizmente"
Vim para ser independente, lutei para nao estar pendente
Com tudo o que me destrói por fora e por dentro


Back

Traçar o meu destino sempre foi objetivo
Livrar-me dessas condutas com 1001 motivos
Aprendo a vencer as lutas depois do primeiro murro
Ou a conduzir prudente depois do primeiro muro
Impulso, que a vida bomba no sangue aquecido
Saber abrandar nas lombas mas em ambos os sentidos
No momento que só pensei, em quem está comigo
Foi o momento que eu tentei, afastar o perigo

Cricial


Eu já fui tão parvo que parecia anedota
Quis ir andar de barco mas fiquei-me na doca
Não fui adotado mas já me senti um orfão
Fiquei 4 anos sem falar com a minha cota
Meu passado não são rosas tu notas nas prosas
Perdi muitas histórias mas nunca memórias
Aprendi a dar voltas sem me trocar nas voltas
Hoje estou com os meus brodas e a fechar-me em copas

Kali

Certa altura mais matura sem agir de forma crua
Eu assumo a minha culpa mesmo já sabendo a tua
Já sem cura mas perdura tu presente na moldura
E não ter a lembrança do que a alma já censura
Desculpa...nesta história sou sujeito
E errar é um predicado que acerto com um certo jeito
Mas respeito esta revolta que tento tirar proveito
E se a vida dá tantas voltas vou gerar ciclos perfeitos

(Refrão)

Eu sabia que embora eu tente
As cenas do passado ninguém muda
Aprendia e ainda hoje aprendo
Com os erros cometidos em loucura
Eu sentia com o passar do tempo
Que cair faz parte da aventura
Eu não queria nem podia
Sentir esta amargura

 



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Domingo, 15.01.17

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O'culto da Ajuda  • art music centre • because sound matters • 17 de Janeiro • 21h00

 

Art's Birthday 2017 - Rui Dias & Ensemble de Música Electroacústica da ESART


Concerto para improvisadores e orquestra de laptops 

No dia 17 de Janeiro de 2017, irá decorrer o Art’s Birthday 2017, Euroradio Ars Acustica Special Evening, com transmissões de 20 minutos, em directo, a partir de vários países. A transmissão em directo de Portugal para o Art's Birthday realiza-se a partir da Miso Music Portugal (O'culto da Ajuda) através da Antena 2 e em directo para a UER (União Europeia de Radiodifusão), com o compositor Rui Dias que irá apresentar o seu Concerto para improvisadores e orquestra de laptops.

Explorando as especificidades da orquestra de laptops como meio de expressão musical, esta peça introduz vários aspectos conceptuais e técnicos tornados possíveis pelo uso da mediação por computador com comunicação por rede entre o “maestro” e os performers, para criar um paradigma musical que pode ser descrito como um cruzamento entre o indeterminismo e o serialismo. Pensada como um estudo de alguns dos recursos e potencial da utilização de ligação em rede na orquestra de laptops, está dividido em seis secções, cada uma explorando diferentes possibilidades musicais da utilização do computador como mediador, que “ouve” todos os eventos tocados pela orquestra de laptops, e adapta algoritmicamente as possibilidades de alturas e dinâmicas. Utiliza um software especificamente desenvolvido para esta peça, programado no ambiente Max/MSP.

Improvisadores:
Carlos Zíngaro violino 
Gilberto Bernardes saxofone 
Joana Sá piano 
Filipe Lopes electronics 
Luís Marques electronics

Orquestra de Laptops:
António Branco 
Francisco Matos 
Gonçalo Carneiro 
Gonçalo Ferreira 
Henrique Couto 
Hugo Santos 
João Soares 
Luís Cardoso 
Paulo Oliveira 
Rita Moreira

Direcção: Rui Dias

HTTPS://ARSACUSTICA.WORDPRESS.COM/

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music and Lyrics: Rita Andrade

 



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ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO
Maestro José Eduardo Gomes
Concerto
Música sinfónica abre o ano com um programa de eleição

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 28 janeiro às 21:45h

 

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001. Considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Do seu historial destacam-se os concertos que tiveram lugar em monumentos arquitetónicos e o alargamento da sua atividade a outros municípios e distritos, para além de Coimbra. Passou ainda a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica. Também tem vindo a multiplicar a atuação de formações de câmara (trios, quartetos e quintetos, entre outras), disponibilizando assim um leque variado de programas/repertórios, em função das circunstâncias e / ou locais. Organizou concursos e conferências e festivais para além das atividades exclusivamente concertísticas. Ao longo destes anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente. Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra portuguesa, na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra, com especial destaque para os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, iniciados em 2007 com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos,. Em maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde, Mário Lúcio de Sousa, que declarou a Orquestra, além de "fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde", como sendo parte integrante desta. Por proposta do então Ministro Mário Lúcio de Sousa, a OCC acolhe em Coimbra o Centro de Transcrição da criação musical de Cabo Verde. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o Centro de Estudos da Morna que tem como principal intuito divulgar a Morna como património cultural da lusofonia. Em julho de 2015 interpretou obras de Vasco Martins e Mário Lúcio, tendo estes igualmente participado no concerto como interpretes. Em janeiro de 2016 a OCC esteve presente e atuou na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal. Editou vários CD´s, dos quais se destacam Cantar Coimbra 1 e 2 , a Suite Sinfónica Aeminium de José Firmino , Em Memória da Madrugada ou Viagens no Imaginário da Morna. Dos livros editados o destaque vai para As Primaveras, de Francisco Martins e Cesária - A rota da Lua vagabunda, da autoria de Tchalê Figueira e Vasco Martins, sobre Cesária Évora. Enquanto associação, a OCC tem ainda a responsabilidade da gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC). Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto. A Orquestra Clássica do Centro conta com o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra, e tem como Mecenas plurianuais a Caixa Geral de Depósitos e a EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC ou a ESART. Tem o apoio do Diário As Beiras e o Diário de Coimbra,Noticías de Coimbra, RTP e Atena 1, para além de empresas como a Critical Software, a ISA, ASCENDUM ou PLURAL. Em fevereiro de 2016, além da sua direção artística geral, apresentou a direção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Luís Tinoco, Mário Alves ou Marina Pacheco. É maestro titular desta orquestra, José Eduardo Gomes. Tem desde setembro de 2015 o estatuto de ONG para o Desenvolvimento.

 

Maestro José Eduardo Gomes

Como instrumentista tem-se dedicado à música de câmara e apresenta-se regularmente com diversas formações em Portugal, Itália, Bélgica, Suiça, Japão e Canadá. Participou em masterclasses de Direcção de Orquestra com Jorma Panula, António Saiote, Cesário Costa, Jan Cober, Gianluigi Gelmetti, Jésus López Cobos, Alexander Polishuk, Ernst Schelle, Luiz Gustavo Petri, Douglas Bostock, José Rafael Vilaplana e Peter Rundel tendo oportunidade de dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Musica, a Orquestra de Sofia (Bulgária), a Orquestra do Algarve, a Orchestre de la Haute École de Musique de Genève e Zurique (Suíça), a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Clássica do Centro, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmónica de Argovie e Remix Ensemble, entre outras. Foi assistente de Martin André na Orquestra Momentum Perpetuum. Entre 2008 e 2011, foi maestro titular da Orchestre Chambre de Carouge (Suiça). Recentemente dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica de Kaposvár (Hungria), a Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, Banda Sinfónica Portuguesa, Banda Militar do Porto, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Sinfónica da Esart, Orquestra Nacional de Jovens, Orquestra Sinfonietta, Orquestra Clássica de Espinho, onde teve a oportunidade de trabalhar com solistas tais como Bruno Giuranna, Atar Arad, Helen Callus, Roger Meyers, Iva Barbosa, Otto Pereira, João Sousa, Francisco Luís Vieira, Ana Luísa Pereira, Carolino Carreira, Francisco Pérez, Mário Laginha, André Dias, Joana Seara, Rui Gama, Ana Maria Pinto, Job Tomé, Luisa Tender, Henk van Twillert, Vitorino, Aldo Salvetti, Ricardo Gaspar, Pedro Lopes, Sérgio Pacheco ou Natalia Pegarkova. Foi assistente do maestro Peter Eötvös, com a Orquestra Sinfónica do Porto Cdm. Na sua vertente mais pedagógica, o maestro José Eduardo Gomes dirige regulamente orquestras de jovens com as quais realiza um trabalho de formação. Colabora regulamente com o projecto Orquestra Geração e com várias escolas um pouco por todo o país, como por exemplo, Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Escola ARTAVE, Academia de Música de Costa Cabral, JOBRA, EPABI e Academia do Vale de Sousa. Colabora igualmente com diversos ensembles, tais como Portuguese Brass, Serenade Ensemble e Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins. É membro fundador do Quarteto Vintage, maestro titular do Coro do Círculo Portuense de Ópera e maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP. Para a temporada 2015/16 tem já agendados concertos com as mais destacadas orquestras nacionais, diversos estágios e masterclasses. É o maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 14.01.17

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António Pinto Basto

 
Após gravar, em 1988, o sucesso "Rosa Branca", um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina e renderam cerca de 120 espectáculos em apenas um ano, António Pinto Basto têm-se dedicado exclusivamente ao fado. Em 1989. editou o álbum, “Maria” (1989), que repetiu o sucesso de vendas. Seguiram-se “Confidências à Guitarra”, a colectânea “Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto” e “Desde o Berço” (1996). Fez parte do grupo. Fez parte do grupo Quatro Cantos que recuperou grandes nomes do fado.Para além de Portugal tem actuado em países como Brasil, India, Canadá, Estados Unidos da América e China sempre com grande prestigio.
 
MÚSICA
20 JAN | 21:30H | 10€


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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KADYPSLON APRESENTA “REFÚGIO” AO VIVO NAS FNAC

 

Numa altura em que o seu primeiro longa-duração está quase a ver a luz do dia, Kadypslon prepara-se para uma pequena digressão pelas FNAC lusitanas que servirão de apresentação a “Refúgio”, o novo registo.

 

Não faltarão à chamada canções como “Malta Perdida”, “Rise & Shine” ou “Realidade”, canções que têm marcado o percurso do rapper lisboeta. Conheçam as datas:

 

20.01 | FNAC @ Almada Fórum, 22h

27.01 | FNAC @ Alegro Alfragide, 21h30

                                                                                  

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

 

Atualmente a residir em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre do ano edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 13.01.17

 

Letra

 

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Disney revela vídeo do tema “De Nada” do filme “VAIANA”, com os ÁTOA 

Canção faz parte da banda sonora do filme de animação da Disney.

Os ÁTOA são um dos nomes portugueses que figuram na banda sonora do aclamado filme de animação da Disney “VAIANA”, que estreou no final do ano passado, e agora é revelado o vídeo oficial do tema “De Nada”, uma versão da canção principal do filme.

Os vídeos dos ÁTOA no canal oficial da banda no YouTube somam mais de 7,2 milhões de visualizações.

Além dos ÁTOA, a banda sonora de “VAIANA” inclui ainda versões em português de temas interpretados por Ricardo Monteiro, Raquel Ferreira, Sara Madeira, Helena Montez, Inês Gonçalves, Jade Achiam, Paulo Ramos, Diogo Pinto e Pedro Bargado.

A recente estrela pop Alessia Cara também contribuiu para a banda sonora desta animação da Disney com a canção “How Far I’ll Go”, que também se pode ouvir no disco, juntamente com as várias composições originais de Lin-Manuel Miranda, Opetaia ‘i e Mark Mancina.

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Linda Martini

Apresentam “Sirumba” dia 3 de março no Hard Club, no Porto.

Cerca de um ano depois da edição de “Sirumba” e da estreia retumbante no palco do Coliseu de Lisboa, os Linda Martini apresentam-se, finalmente, no Porto. Promessa feita aos muitos fãs que do norte do país lhes exigiam a presença, agora cumprida, no próximo dia 3 de março, no Hard Club.

 

“Sirumba”, elogiado pela critica levou, pela primeira vez os Linda Martini ao 1.º lugar do top de vendas nacional e torna-os repetentes no título de melhor disco português (2016) para os leitores da Blitz.

 

 

Na ressaca do espetáculo de apresentação, em abril do ano passado, o jornalista da Blitz, Rui Miguel Abreu, escrevia: "Não foi à terceira, é a quarta. O álbum número quatro na conta pessoal dos Linda Martini, Sirumba, mereceu apresentação no Coliseu dos Recreios de Lisboa, verdadeira instituição da música ao vivo no nosso país que durante anos foi a sala que mais imediatamente traduzia consagração na carreira de qualquer artista. (…) Esta noite foi a vez dos Linda Martini ascenderem a essa divisão."

 

"(…) Ao longo de quase duas horas, os Linda Martini soaram coesos, como se fossem mesmo só um, eles e o público, que os conhece de ginjeira e os trata como se não houvesse distância entre o palco e a plateia, como se fossem todos membros do mesmo clube ou da mesma família. Parece que se chama "pertença" a isso. Há um grupo que se entrega e um público que se rende. O rock não é muito mais do que isto: canções que tocam num qualquer nervo geracional e que até podem nem ser entendidas por quem está de fora, mas que têm uma força desmedida. Não se explica, como não se explica, tal como referido em cima do palco, como um nome de uma banda discutido numa cozinha de Massamá hoje encha as bocas e os corações de tanta gente."

 

Dia 3, é no Porto. Os bilhetes estão à venda  nos locais habituais.



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Sábado, 14 de Janeiro | 22h00| Sala José Afonso

 

Raízes e Criação na Música Popular Portuguesa

 

POESIA E CANTO AO AMIGO ZECA

 

“Esta é uma pequena e simples, mas digna homenagem que todos queremos prestar a José Afonso que todos conhecemos bem e de quem eu era imensamente amigo. Aliás conheci-o em casa dos Dimas e foi pela nossa mão (Círculo de Estudos Humanísticos e Círculo Cultural de Setúbal) que José Afonso pôde dar o seu primeiro concerto em Setúbal totalmente livre. Porque já tinha colaborado com ele em diversos concertos antecedentes nos sítios mais incríveis, com outros cantores, divulgados só a meia-dúzia de pessoas e à última hora por causa da vigilância e da censura da PIDE.

Tito Lívio, poeta, crítico de teatro e de cinema, professor destas duas artes e dramaturgista e "diseur de poesia, direi poesia, entre ela dois belos poemas de José Afonso, acompanhado pela guitarra clássica da minha amiga Heloísa Monteiro que também cantará uma morna e uma coladeira, dado que é originária de Cabo Verde e professora de guitarra clássica.

Mário Piçarra, filho do cantor Luís Piçarra, que viu dois discos seus censurados antes do 25 de Abril pelo seu conteúdo contestatário, cantará duas canções de José Afonso e mais algumas do seu novo e belo disco a editar.

Ana Patacho, professora de poesia da Universidade Sénior de Oeiras e fundadora do colectivo de poesia "Oeiras Verde", dirá comigo um poema de Garcia Lorca, "Romance Sonâmbulo", eu em castelhano e ela em português.”

Tito Lívio

 

 

Casa da Cultura de Setúbal



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Letra

 

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

CRICIAL

Eu abuso do abuso quando o beat è poderoso
Assumo que não há sumo para este beat volumoso
Yeah, sou o às de copas que dizem ser misterioso
Segura-me que eu seguro-te, para este povo eu mostro love
Eu digo que não paro mas tentam-me sempre parar
Deixamos tudo bem claro não há como enganar
Mostramos o que é raro a união tá a falar
Passamos a noite em claro porque estamos sempre a brilhar
Eu sempre andei a solo era esse o costume
Mas agora tou noutro modo, o baralho é que assume
Quiseram-me pegar ao colo, e eu segui o meu rumo
Tão novo e puseram-me logo a andar sobre o lume
Tou farto de fracos factos farto de certos fardos
Forçados e bem farpados como escravos sem feriados
E esses pratos têm que ser lavados
Não digas que estás fat senão eu corto-te os hidratos

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

ZINHO

E se eu estava sentado, hoje eu estou levantado
Mais vale estar no começo do que não ter começado
Por mim rimava calado, no meu mundo bem pausado
O rap alojou na street, eu abanquei mesmo ao lado
Confesso, podem me dar por culpado
Porque eu lhe bati na dica e ele até me olhou de lado
Mas demos duas de treta, saquei duma ou outra peta
Enquanto no beat saltava e eu já ganhava etiqueta
Eu estou, com 4 naipes numa de cimentar bases
Numa de trepar paredes só pra rebentar com fases
O sonho é nosso numa de conjugar frases
E se é pra lutar por isto comigo trago freepass's
(oh shit) Nem cúbico nem nada
Convívio não pára, só porta encostada
E no move, me arrumo e orgulho, no fundo
Que um simples baralho já me ofereceu tudo!

4ASES

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

 



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Quinta-feira, 12.01.17

PÁS 4H de PADRADA.jpg

 

 
Lançamento do Álbum de estreia dos PÁS DE PROBLÈME

Festa no Titanic Sur Mer: 4 Horas de Real Padrada
 
Depois de um ano estrondoso de 2016 (que conta com a ida aos palcos principais de festivais como o SuperBock SuperRock e a Festa do Avante) os Pás de Problème anunciam o lançamento do muito aguardado álbum de estreia "Silence Is Gold". 

A festa de lançamento será no próximo dia 4 de Fevereiro, no Titanic Sur Mer gerido por Manuel João Vieira, no Cais do Sodré.
 
Para celebrar o lançamento do primeiro álbum da banda, conhecida pelos seus concertos explosivos e improváveis, os PÁS irão fazer um concerto de 4 horas: quatro horas de Real Padrada com muitas surpresas.
 
 
+info Evento no FB


publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

Living Dreams Art 2 Small.jpg

 

 
MIKE BRAMBLE anuncia o lançamento da sua NOVA MÚSICA intitulada "Living Dreams" que estará disponível em todas as lojas e plataformas de música online e no seu site oficial no próximo dia 13 de janeiro.
 
"Living Dreams" é um tema de alerta e abertura de consciência dos limites do planeta Terra, ridicularizando as excentricidades da sociedade moderna. "Living Dreams" faz parte de um conjunto de músicas que irão integrar o próximo disco de MIKE BRAMBLE a ser lançado durante este ano. 
 

 

 

Mike Bramble é um músico Pop/Rock de Leiria. Começou a compôr e a gravar no seu estúdio caseiro algumas demos que chamaram à atenção através das redes sociais e das web-rádios um pouco por todo o mundo, em especial o tema "Is It You" com o qual atingiu o 1º. lugar na categoria de Soul no site americano Ourstage.com.

Desde 2012 que está reunido a mais 3 elementos (João Loureiro - bateria; Hugo Santos - baixo; e Mike Gomes - guitarra) e mantem a composição de novos temas e novos arranjos que disponibiliza ao público regularmente online. Em Julho de 2015  edita o seu EP de estreia, "Platonic" em formato digital e em Fevereiro de 2016 em formato físico, distribuído pela Compact Records."

Convido a visitar o site oficial da banda em www.mikebramble.com e assim aceder a toda a informação, música, fotos e videos de Mike Bramble.



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

 

Letra

 

As vezes penso quem pensou que eu iria pensar em deixar de gravar mas deixei
Deixei, também, de passar a matéria que devia passar mas que eu nunca liguei (Reprovei)
Tive que pagar para ter notas para passar, mas passei
Passei porque paguei, mas paguei porque andei a vender numas ruas que só eu é que sei
Eu sei que pequei, mas já deixei
Deixei de andar contra a lei
Caguei sentei peguei no bloco e voltei
A fazer aquilo que me faz bem
Ás vezes falta inspiração, mas eu deito me no chão
Tu sabes que a vontade é tanta!
Eu faço as rimas na solidão, ya
Mas quem me motiva é a multidão que as canta
Ainda me lembro dos tempos do mapa, mostrava-se love juntava-se a tropa
Eu era chavalo no meio do pessoal mas onde havia freestyle eu tava na roda
Mas nessa altura já sabia que era preciso muito calo, para representar a Póvoa (para representar a Póvoa)
Uma das melhores zonas do rap tuga brotha

(Refrão x2:)

Desde das ruas aos becos da PVZ
Fazemos hip to the hop do que a gente vê
Trancados no block sempre a escrever
Um gajo se expressa no M.I.C.

Minha cidade é um palco daqueles bueda altos num instante dás um salto
Mas se o público quiser não te apanha e tu cais de cara no asfalto (Buzz down)
I'm back neste mov, i'm back nesta life, i'm back nesta arte
Dou o tudo por tudo, tou dentro do estúdio, a fazer o que eu curto e a mandar mais um fax
Eu faço rimas com a vida que eu passo, ultrapasso armadilhas no caminho que eu traço
O castigo foi do passado
Bitchliner foi só uma fase
As miudas eu sempre tratei bem
O mal foi que nunca tratei uma miuda só
Cansei, parei, establizei e hoje fechei, as portas do sotão
Andava na ruela com os meus fellas, eles diziam tem calma não te aprontes
Mas quando tiveres noutro level, sentires que tá na hora vai-te a eles (vai) solta-te aos lobos
Nunca tive dividido no percurso (han)
Nunca tive dividido no percurso (han)
Eu dei um passo atrás mas não foi para bazar
Foi só para vir com mais impulso (han)

(Refrão x2:)

Desde das ruas aos becos da PVZ
Fazemos hip to the hop do que a gente vê
Trancados no block sempre a escrever
Um gajo se expressa no M.I.C.

Quando eu estou com pica
M.I.C.
Quando dou na escrita
M.I.C.
Quando me ligo a tripla
M.I.C.
OOOOh shit
M.I.C.

 



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

 

sofiavitoria.png

 

SOFIA VITÓRIA
Videoclip “ Mother” hoje disponível

 
Estreia hoje o videoclip do single "Mother" do álbum "Echoes - Fernando Pessoa, English Poetry & Prose" de Sofia Vitória, realizado por Pedro Estevão Semedo e GARAGEM.

Fernando Pessoa partiu há 81 anos e as suas últimas palavras foram escritas em inglês: “I know not what tomorrow will bring”. Este foi o ponto de partida para “ECHOES - Fernando Pessoa, English Poetry & Prose​”, o novo álbum da cantora portuguesa Sofia Vitória e aquele que é o primeiro disco inteiramente dedicado à poesia e prosa em inglês de Fernando Pessoa. As palavras inglesas de Pessoa ganham vida pelas mãos dos compositores Amélia Muge, António Zambujo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, Joana Espadinha, João Hasselberg, João Paulo Esteves da Silva, José Mário Branco, José Peixoto, Luís Figueiredo, Mário Laginha, Paula Sousa e Sofia Vitória. O disco é uma co-produção com a Casa Fernando Pessoa.
 

 

 
 


publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar


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