Sábado, 28.05.16

 

Letra

 

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Não Somos 11, Somos 11 Milhões. #1de11milhões

Interpretação de Pedro Abrunhosa.

 



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Sexta-feira, 27.05.16
 

 

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GRANDE FINAL DO CONCURSO MEU FADO DA RÁDIO SIM VAI DAR UM DISCO DE FADO

Maura Airez, com apenas 16 anos, é a grande vencedora

Final aconteceu esta quarta-feira, dia 25, no Museu do Fado

 

 

 Maura Airez, de 16 anos, é a grande vencedora do concurso da Rádio SIM “O MEU FADO”. A grande final aconteceu esta quarta-feira, dia 25, no Museu do Fado.

 

A iniciativa decorreu ao longo das últimas 10 semanas no Museu do Fado, parceiro desde a primeira hora, juntamente com a Universal Music, a Sociedade Portuguesa de Autores.

 

A vencedora ganhou a possibilidade de gravar um disco e também um prémio no valor de €1000. 

 

Maura Airez ganhou com "O Fado Versículo", um fado com poema de Ângelo Freire. Esta música  Passará a integrar a programação musical da Rádio SIM. 

 

Aldina Duarte foi a vencedora do melhor poema original e ganhou um prémio no valor de €500. 

 

Foram no toral de 3 mil euros de prémios oferecidos pela SPA e pelo Museu do Fado.

 

A tarde contou ainda com atuações de José da Câmara, animador da Rádio SIM. Ao longo destas 10 semanas todos os intérpretes foram acompanhados à guitarra e à viola, respetivamente, por Luís Petista e Armando Figueiredo, os instrumentistas que estiveram também presentes nesta grande final. 

 

Para Dina Isabel, diretora de programas da Rádio SIM, “a estação deve estar muito orgulhosa com a quantidade de talentos que ao longo destas 10 semanas pisaram o palco do museu do fado. Uma iniciativa para repetir para o ano”.

 

Para Tiago Palma da Universal Music Portugal “foi uma agradável surpresa a ass a esta iniciativa o nível dos concorrentes foi bastante elevada e estamos desejosos de começar a trabalhar com o talento que saiu do concurso" 

 

No final de uma tarde de emoções ficou o sucesso de 10 semanas de salas cheias no Museu do Fado e a certeza de que para o ano a iniciativa se repete. 

 

Todas as informações podem ser encontradas em www.radiosim.sapo.pt



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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9 junho a 21 julho 2016  |  8ª edição

Contagem decrescente para o Festim 2016!

Sextet à Claques (França) | Tomás de Perrate (Espanha) | Ibrahim Ferrer Jr (Cuba) | Tinariwen (Mali) | Trilok Gurtu Band (Índia) | Cheikh Lô (Senegal) | Tito Paris (Cabo Verde)

PROGRAMA COMPLETO (versão digital):
http://goo.gl/sGgQ4L



Sítio oficial:
http://www.festim.pt/

Acompanha o Festim também no Facebook:
http://www.facebook.com/dorfeu.festim

Eis-nos chegados à edição 8 de uma aventura fascinante. Em 2009, uma série de Municípios confiou na ideia peregrina da realizar, em conjunto, um festival intermunicipal de músicas do mundo. Cumpre-se, em 2016, uma etapa sólida do projeto, com oito edições realizadas. O modelo partilhado deste evento, apostando nas sinergias de escala, tem permitido apresentar grupos e artistas de uma dimensão surpreendente.

Aos grandes nomes que já passaram pelo festival, juntam-se outros tão grandes ou maiores nesta 8ª edição. Dos 15 concertos programados apenas três serão em sala, dando força à ideia de um verdadeiro Festim, com a festa a extravasar para o espaço público. Na festiva viagem pela diversidade deste ano há artistas de França, Espanha, Mali, Cuba, Índia, Senegal e Cabo Verde, fazendo-nos chegar correspondência de 4 continentes. Todos ao 8º Festim!



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Letra

 


Duas da manha broca na mao caneta e caderno para fazer fusao ,
vivo no inferno mas dizem que nao palacio de chapa chamo barracao,
A matilha ataca corre atras do pao venho do bairro mas sou cidadao,
tropa tou calmo mas tenho visao e é claro que falo tenho opiniao,
Nao calo nao papo ingrato nao sou nao cuspo no prato que me alimentou,
de fala barato tou farto meu bro concordo é um facto a mim só me ajudou,
Piruka a perna passou na taberna nao tou a mim já nao me encontras,
a minha vida mudou eu caguei nos contos e agarrei me as contas,

MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR,
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR.. TENS DE INTERVIR!!

MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR...

Eu nao faço nada cabeça na lua Piruka na estrada sou puto de rua,
madorna na casa se ve que é brasa nao passa recua,
Cabeça erguida a vida continua na esquina há chamira há cozida e há crua,
muito menino que adora aventura acaba na cana a pala da gula,
Mula nao sou nunca irei ser eu quando aposto nunca é para perder,
meu boy nao me vejo trancado a roer parado no tempo sem tempo para ver,
O dia a passar cria a crescer a dama a gritar por eu nao querer,
ir trabalhar e so escrever mas o meu trabalho é dar a entender,..

QUE AO MENOS EU TENTO
E NUNCA NINGUEM,
QUE NAO QUEIRA TENTAR
PODE DIZER QUE EU NAO TENTEI,
AGARREI ME AO QUE SONHEI
COM UNHAS E DENTES ,
E FELISMENTE
NAO ME ENGANEI, 2X

Eu fui apontado e falado porque? aquele que disse que viu na verdade nem ve,
aqui meu pi Piruka Mc Madorna linha c,
Tanto parlapier faça o favor de dizer eu tenho o prazer de tentar entender,
aqui o meu lema é parar é morrer mas fico parado sentado a escrever,
Tento perceber nao tou a ver aquilo que queriam que eu visse,
sinto me a tremer a desfalecer e querem dizer aquilo que eu disse,
Eu ando a correr de um lado para o outro pareço um aborto a ser mastigado,
tou a ficar louco já falta pouco eu nao quero troco eu tenho trocado,
Eu tou baralhado agarrado ao rap rap nao é charutos e caps,
rap nao é padradas e dreads para mim rap é Valetes e Sam's,
Tu fumas e bebes nao te apercebes que tombas e pedes para levar na boca,
nao é cobardia bazofaria um dia acaba a vida louca,
Na rua é pesado em casa passa pouca diz se tugh life á pala da roupa,
procura bife so come sopa diz se de elite e nem sabe o que é tropa,
Calo motherfuckerlarga a fofoca volta pá casota vai chorar prá mae,
nem sabe o que é mcas e fala de mocas como ninguem, Para mim tass bem!!


MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR,
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR.. TENS DE INTERVIR!!

MAS EU SÓ PENSO EM TAPAR A CARA E SAIR
A RUA CHAMA POR MIM E EU SINTO ME A IR,
É SO CONTAS A CHEGAR UMA RENDA PARA PAGAR
E OUÇO UMA VOZ A FALAR...

QUE AO MENOS EU TENTO
E NUNCA NINGUEM,
QUE NAO QUEIRA TENTAR
PODE DIZER QUE EU NAO TENTEI,
AGARREI ME AO QUE SONHEI
COM UNHAS E DENTES ,
E FELISMENTE
NAO ME ENGANEI, 2X

 



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SLOW J LOGO RECORTE - 1.jpg

 

 

Após um ano de estreia, com “The Free Food Tape EP” a despertar o interesse e apoio de um público muito eclético, Slow J prepara o novo álbum para Outubro de 2016.

 

Enquanto cultiva, com fome de uma vida boa, o álbum “The Art of Slowing Down”, Slow J vai espalhando algumas sementes junto dos seus seguidores.


Logo a começar o ano, J alimenta com “Comida”: 100 barras de oração ao Hip-Hop que tiveram um impacto imediato pela sua originalidade e irreverência.


Nos meses que se seguiram, Slow J actuou ao vivo no LUX Frágil, a convite do DJ Glue e no Lisbon Dance Festival, a 5 de Março de 2016, na Sala Zoot.


Ambas as actuações foram acompanhadas por Fred, grande baterista e novo membro da banda de Slow J, que para os festivais que aí se avizinham, conta também com Francis Dale, nas teclas.

 

Depois do lançamento inesperado de “Serenata de Agonia”, que revelou uma sonoridade mais intimista e etérea de Slow J, aparece o som do próximo Verão:

 

 


“Vida Boa” é uma reflexão sobre sonhos, expectativas e conquistas, sem nunca esquecer as origens. O videoclip apresenta J através do que o reflecte, no dia-a-dia do João.

 

“Não quero uma boa vida, eu quero uma vida boa”


Data de lançamento — Sexta-feira, 27 de Maio 2016


Ficha Técnica:
Concepção - Slow J e URSO
Realização e Operação de Câmara - URSO (http://cargocollective.com/Urso)
Produção - Slow J, URSO e Projecto Sente Isto
Cenários e Caracterização - Miguel Fernandes
Edição e Cor - URSO



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Letra

 

MARIANA
Eis a que tudo deu e nada tem
Senão as cartas que a si mesma escreve
Nelas só arderá por quem não vem
A eternidade do seu corpo breve

Escreve cartas de amor para ninguém
Seu nome de mulher é Mariana
Escreve cartas e reza como quem
está mais perto de Deus por ser humana

Amou talvez o amor mais que o amante
Escreve cartas e dói-lhe um corpo ausente
Em seu corpo tão breve e tão distante

O resto é nunca mais haver depois
Escreve cartas de amor a si somente
Como quem só por si ama por dois

 



Nomeada monja por testamento de sua mãe, Mariana Alcoforado (1649-1723), sem nenhuma inclinação mística, foi destinada à vida religiosa. Os seus amores com o Marquês de Chamilly (oficial Francês que lutou em Portugal durante a Guerra da Restauração) provocaram escândalo, pelo que o Marquês preferiu afastar-se, prometendo mandar buscá-la. As cartas que Mariana escreve enquanto espera em vão, dão conta da sua tristeza crescente e comovem os corações.


Houve quem pusesse em causa a autenticidade das cartas por sere belas demais para terem sido escritas por uma mulher...

 



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FADOS AO JANTAR
Restaurante Paladares

27 de Maio, 20h


Liliana Martins e Amália Rodrigues
António Cardoso (Guitarra) e Tiago Tomé (Viola)

20€ por pessoa - 263 039 374


Clique aqui para saber mais informações!



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Letra

 

Nós estamos na via, a dica não muda
Tu para e pensa, a vida é tão curta
Eu tou na batida, eu tou na batalha, cabeça erguida
tou na disputa, mato pela cota e pela canuca
Hoje tenho uma filha Clarinha do pai,a carinha da mãe, o feitio é Piruka (a vida na rua, fadiga)
Rotina de merda te obriga, a tuga tá má
E se trabalho não há, como é que eu encho a barriga?

Muito que não sabe e opina, ninguém me alimenta a menina
Eu faço por mim, tropa mentaliza, cabeça para cima
Olha que a vida na esquina tem fim, filha olho por ti
Teu cota daqui não sai, eu quero que vejas em mim
O que eu nunca vi no meu pai, quero-te ensinar aquilo que aprendi
Quero lá tar para ti, ver cair
e quero lá tar para te levantar e direcionar um caminho a seguir

tu não vais passar aquilo que eu passei (iiiii)
eu tou cá para te apoiar aconteça o que acontecer
eu viro o mundo ao contrário para te ver bem (iiii)
e até Deus me levar eu faço o que tiver de fazer, yey
a vida tá foda, meu tropa falei, Piruka de borla, carrega no play
EP Para e pensa na rua meu rei
Quero dar à velhota o que ela não tem

A vida dá voltas e voltas, tu voltas para ver e nunca vês bem
Mas eu abro portas e só conto comigo, nuvem que não tem
Quero um Mercedes para a minha mãe
Com chaffeur privado é claro que combina
E se quero tudo para a minha mãe
Luto o dobro para a minha filha
Piruka com calma caminha, pouco “parle-a-pier”
Manda vir casher para os tropas da linha e passa-me o pica
Eu estou de passagem, se a dica pica mete a carapuça
Um ganda fuck para quem critica, nós estamos na fita e a dica é Piruka
Boy, tu deixa-os falar, o importante é palavra passar
Eu dou o meu sangue por tudo o que me ouves cantar (chora)

Refrão
Tropa eu vim para ficar, Quatro cantos, o início, vicio
Não me deixa parar, não me para à pala o vício
Início é para relembrar, música é o meu ofício
E então eu volto a citar:
Tropa eu vim para ficar, Tropa eu vim para ficar
Quatro cantos, o início, vicio
Não me deixa parar, não me para à pala o vício
Início é para relembrar, música é o meu ofício
E então eu volto a citar, Tropa eu vim para ficar

Eu vim para ficar, podem falar, fico no meu canto, sempre no controle
O mano circula, já tou como o gula “quero é correr ao encontro do sol”
Não acho bonito mano, na street há tanto stallone
É só jarda no corpo, não tarda tá morto, acaba na morgue à pala da Danone fuck it

Piruka em brasa, chapa tá quente
É fogo na casa, raça potente
Madorna no mapa em tinta permanente
Fuck editoras, sou independente, querem é coroas à pala da gente
Quatro Cantos é passado, Para e Pensa é o presente
É claro sou soldado e soldado serei sempre
Dread não mudo por nada, a dica foi dada
Piruka na estrada, prossiga, Madorna é minha parada
Até ao meu último dia, a vida dá muita chapada
E eu já levei muita chapada na vida, de boca calada, pestana aberta
Facadas levadas são sabedoria, sentes revolta na caligrafia
Escrevo num papel o que a boca não diz, canetas malucas que fazem magia
Poesia divina de um mero aprendiz
Da minha boca, não ouves dizer o que eu nunca fiz
Não sou vida loca mas acredita que fui e não era feliz
De facto combato pela raiz, Piruka para ti, para os meus é André
Recruta do gueto, conto pelos dedos aqueles que na brasa não tiram o pé
Olho pelos meus e ainda hoje tenho fé
Se eu me ficar olhem pela bebé
Não dou pa pesado nem sou pesado mas estou com os pesados sempre na rolé
Tropa, eu quero é nota para pôr no cubico, não quero ser rico
Quero viver e quero a velhota com orgulho no filho
De olho arregalado, sigo o meu caminho, família primeiro, o resto é acréscimo
Sou mais um puro a dar no duro para o meu futuro não ser assim tao péssimo
Tu para e pensa mas pensa a sério
A vida não é para brincar, ando na estrada em busca do meu prémio
Em casa há bocas para alimentar
Sente a corrente que me veio apanhar
Quero a minha gente comigo a brindar, quero a minha gente comigo a citar
“Piruka não papa, veio para ficar, boy”

Refrão

 



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Quinta-feira, 26.05.16

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DOM 29 MAI 16H00

AUDITÓRIO 3,5€
MULTIDISCIPLINAR | 120MIN. | M/6

RITMO & DANÇA IX

AS TRICANINHAS DO ANTUÃ
 
 

Somos o que fomos e este presente é também a consciência da multiplicidade e da pluralidade. O movimento, o gesto são marcas da relação do corpo com o espaço, por isso, este espetáculo, junta a ginástica rítmica, o samba e as danças de salão com danças tradicionais. Várias formas de expressão, várias linguagens corporais. É o corpo que comanda esta relação com os outros, que passa mensagens múltiplas ao outro que assiste. Todos somos um, num aqui e num agora.


As Tricaninhas do Antuã



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Karetus e Diogo Piçarra

“Wall of Love” é o single editado a 30 de Maio

O videoclip terá pré-estreia dia 29 de Maio no OutJazz na Torre de Belém

 

“Wall of Love”, o novo single dos Karetus conta com a participação de Diogo Piçarra e será lançado na próxima segunda-feira, 30 de Maio.

 

O lançamento será acompanhado de um videoclip, realizado por Ricardo Reis, que será disponibilizado na página oficial da banda no YouTube, mas antes terá honras de pré-estreia no Domingo, 29 de Maio, no OutJazz na Torre de Belém.

 

Para os Karetus “Trabalhar com o Diogo Piçarra foi uma grande honra. Nós eramos fãs do Diogo, já seguíamos o trabalho dele há muito tempo e surgiu a ideia: porque não o Diogo Piçarra? Decidimos mostrar-lhe o que tínhamos para o tema, e no dia a seguir tínhamos uma música praticamente concluída, melodia e letra feita. E assim nasceu a Wall of Love. Foi um prazer trabalhar com o Diogo.”

 

Para Diogo Piçarra “Trabalhar com os Karetus foi uma enorme surpresa. Já os admirava há imenso tempo e nunca pensei sequer que fosse possível juntar-me com eles. Sempre quis fazer algo diferente, sempre quis fugir da minha zona de conforto, e este trabalho com os Karetus permitiu isso. Estou muito orgulhoso do nosso trabalho na Wall of Love.”

 

Os Karetus foram formados em 2010 pelos DJs e produtores Carlos Silva e André Reis , ao quais se juntou mais tarde o MC Paulo Silva. Começaram a chamar a atenção do publico com os remixes “Young Wild and Free” de Snoop Dogg e Whiz Khalifa e “I’m on One” de Drake e Dj Khaled que em conjunto contam hoje com mais de 3 milhões de plays no Youtube.

 

Em 2015 lançaram o seu primeiro álbum "Piñata", que implementa o estilo/movimento Full Flavor, que se baseia na liberdade da musica com a premissa "não há estilos", "não há géneros", "apenas musica que transmita sentimentos", um álbum com 18 musicas, 27 géneros, 11 bpm's e 3 idiomas. Para este álbum contam com a colaboração dos artistas Portugueses: Agir, Carolina Deslandes, RIOT (Buraka Som Sistema), Pongo Love, Supasquad, SP Deville e os Internacionais: Cecille, Paranormal Attack, Aaron London e Clinton Sly!

 

O palco é onde os Karetus levam ao auge a celebração da sua música, tanto em Portugal, onde para 2016 têm já cerca de 40 concertos agendados, como no estrangeiro, onde este ano já protagonizaram uma Tour no Brasil e Espanha.

 

Para mais informações: facebook.com/Karetus



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TANIRA
Café-concerto

Local:  Bar ACERT
Data/Hora:  Sáb, 28 mai'16 às 23:30



Entre o folk e o rock, os Tanira trazem à ACERT um som onde as raízes não temem o futuro

 

Fundados em 2006, os Tanira passaram por diferentes formações e sonoridades e marcaram presença em festivais nacionais como o Andanças, Arredas Folk (Barcelos), Festival Máscara Ibérica (Lisboa), e por espaços como o Musicbox, o Teatro da Malaposta ou o Teatro São Luiz, tendo ainda atuado em festivais internacionais.

 

Com um repertório composto por temas originais cantados em português, a banda editou em nome próprio o álbum Arcos Voltaicos, em 2013, que recebeu o prémio Revelação da Rádio Universitária do Algarve. Neste primeiro trabalho, inspirado pelo cruzamento entre a realidade e a lenda, pelas viagens e pela natureza, a energia do rock une-se às raízes da música tradicional, tocadas ao som de instrumentos como as gaitas de foles, flautas, bouzouki, baixo, percussão e vozes.

 

Os Tanira estão a preparar o seu segundo álbum de originais, para o qual exploram já novas sonoridades e temáticas.

Entrada gratuita



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Tradiio é considerada a 10ª startup mais disruptiva do mundo
Startup portuguesa ocupa o 10º lugar do índice Disrupt 100

 

A startup portuguesa Tradiio está no top 10 das 100 startups mais disruptivas do mundo segundo o índice internacional Disrupt 100, divulgado esta quarta-feira.

De acordo com o índice, “Nenhuma outra plataforma conseguiu de forma eficiente conjugar streaming de música com apoio directo por parte dos fãs. O Tradiio parece ser a plataforma ideal não só para os artistas lançarem as suas carreiras, mas também para acederem a uma forma sustentável de ganhar dinheiro com o conteúdo que produzem”.

O índice destaca ainda o potencial que a startup tem de revolucionar um mercado em crescimento, que do lado do streaming está avaliado em 7000 mil milhões de dólares e do lado do crowdfunding em 700 milhões de dólares, ambos com taxas de crescimento muito elevadas.

Ao todo foram consideradas mais de um milhão de startups a nível global, num estudo que é de responsabilidade da empresa Tallt Ventures e que tem como objectivo destacar as 100 empresas que mais podem vir a influenciar as indústrias em que estão inseridos e a respectiva capacidade de introduzir novos clientes nesses mesmos mercados. De destacar ainda é o facto de que 44% das startups presentes neste estudo serem europeias.

Este Índice surge numa altura em que a plataforma está a testar uma nova dinâmica que funciona como uma mesada para músicos. O primeiro caso de sucesso desta nova funcionalidade é a portuguesa Isaura, que já está a fazer mais de 500 euros por mês.



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Letra

 

Ai não tem como
Ai não tem como
(2x)

Não podemos estar só nós os dois
Senão ai a gente vai se beijar
Acho melhor evitar
Não podemos falar só nós os dois
Senão a gente aí vai se amar
E aí não vou negar
ai não tem como
não estragar tudo
não tem como
não estragar tudo

Então quando falas eu desejo que pares no ar
Eu sei que tu queres e eu também baby quero
sabes que não, não dá
E o melhor que a gente tem a fazer
princesa é deixar de falar
Porque eu sou errado
e o meu (?) diz
que kuyo kuyo bue
É bom demais, nosso pecado
E tu tens me dado um pedaço desse mau caminho
E tanto faz, se tu me tens dado
porque só falho, no meio só sinto fome de te amar

Não podemos estar só nós os dois
Senão ai a gente vai se beijar
Acho melhor evitar
Não podemos falar só nós os dois
Senão a gente aí vai se amar
E aí não vou negar
ai não tem como
não estragar tudo
não tem como
não estragar tudo

Se eu evito, tu evitas não existe nós
Temos poucas mais ... a sós
Perdidos no meu espaço
Você não maya essa cena tá bem bucho vai ser 2 a 2
É errado quando o amor não tá certo
Manter incubado o sentimento
Entre nós não há desejo
Senti-lo no banho dá mais tempo

Eu oiço o teu desabafo
Mas eu não quero sentar o meu ombro de abrigo
Agora me diz o que eu faço
Sinto tremido este último abraço
Olha essa onda
Me afogo por ti
Juro foi essa intenção
E nessa boca
Partilho contigo a mesma respiração

Não podemos estar só nós os dois
Senão ai a gente vai se beijar
Acho melhor evitar
Não podemos falar só nós os dois
Senão a gente aí vai se amar
E aí não vou negar
ai não tem como
não estragar tudo
não tem como
não estragar tudo

 

Com este movie já te quero à muito tempo
Desde o josimar que espero por este momento
A verdade é que eu te amava num canto
Pareces sereia feitiço no canto
E para meu espanto o que me respondes ao meu atentado
Com a mão no pescoço ... foste maço
Queres o que eu quero
Lábio nos lábios

ai não tem como
ai não tem como

Então vamos só evitar

 



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Rodrigo Leão

Rodrigo Leão & Scott Matthew lançam álbum conjunto, “Life is Long”, já disponível em pré-venda

Quem fizer já a reserva do álbum recebe imediatamente o single “That’s Life”

Rodrigo Leão conheceu Scott Matthew em 2011, quando este aceitou o seu convite de participar no álbum “A Montanha Mágica”. Scott deu voz à canção “Terrible Dawn”, abrindo assim caminho a uma série de outras colaborações com  Rodrigo Leão em concertos e em estúdio. Agora chega o primeiro álbum conjunto, “Life is Long”, com lançamento previsto para setembro, e já disponível em regime de pré-venda. Quem fizer já a sua reserva recebe gratuitamente o primeiro single deste disco, “That’s Life”.

 

Os dois músicos vão apresentar este álbum conjunto a 4 de novembro no Coliseu do Porto, no âmbito do Misty Fest.

 

Desde sempre que Rodrigo foi um ávido colaborador, tendo trabalhado com vozes tão distintas como as de Beth Gibbons (Portishead), a cantora brasileira Rosa Passos, Stuart Staples (Tindersticks), entre muitas outras. Mas “Terrible Dawn” e, mais tarde, “Incomplete” provavam que existia uma química especial entre  Rodrigo Leão e Scott Matthew.

 

De um lado encontramos um compositor português com os olhos postos no mundo, do outro um cantor australiano residente em Nova Iorque, mas cada um com aclamadas carreiras internacionais. Um encontro improvável, certamente, mas é desses encontros improváveis que nascem os momentos mais mágicos.

Desde o primeiro encontro, em 2011, que a dupla tem sossegadamente vindo a trocar ideias, emoções, canções, pelo meio de carreiras que os têm levado aos quatro cantos do mundo. Dois percursos que se cruzam quando tem de ser: aconteceu primeiro com “Terrible Dawn” em  A Montanha Mágica, depois com “Incomplete” em Songs, e agora dá origem a um álbum inteiro assinado em parceria.

 

Aqueles que já os viram juntos em palco sabem o quão ricos estes encontros podem ser, de como a voz doce e profunda de Scott  e a as melodias e orquestrações encantadoras deRodrigo Leão se unem na perfeição. Este álbum é mais um passo nesta parceria tão frutuosa.

 

Para Rodrigo Leão este disco sucede-se a “o retiro”, álbum que lançou no ano passado, tendo sido gravado com o Coro e Orquestra da Gulbenkian, sendo um sucesso não só em Portugal mas também além-fronteiras, nomeadamente em Espanha e no Brasil. 

 

Life Is Long” é a história de um encontro improvável que provou ser inevitável, entre um compositor conhecido pelas suas melodias enlevadas e uma voz que as leva ao patamar superior de magia. “That's Life” é a primeira amostra do que podemos ouvir em “Life Is Long”: um disco de uma beleza discreta mas arrebatadora, como só Rodrigo Leão e Scott Matthew poderiam fazer juntos.



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Letra

 

One more down
We quickly flea from the town
We pay the price
Of putting honour over vice

Its the law of nature
And in the nature of law
We will be the hunters
Its written in our cold bloody hearts

The wolf hesitates
One wrong move and it goes
Auu

One foot in
The killing season now begins
I play pretend
But i always get my Target in the end

Chasing you
Always you
I’ll get you
Creature doomed

The wolf hesitates
One wrong move and it goes
Auu

Oh the good die young

The wolf hesitates
One wrong move and it goes
Auu

I’ll get you
Always you
I’ll get you
Creature doomed

One more down

 



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Quarta-feira, 25.05.16

 

Cuca Roseta

"Riû" atingiu galardão de Platina

Cuca Roseta anuncia concertos em nome próprio nos Coliseus

"Riû", o mais recente álbum de Cuca Roseta, atingiu o Galardão de Platina. Os dois concertos especiais que a fadista anunciou para novembro serão certamente momento de celebração de tal feito. Cuca Roseta irá atuar pela primeira vez e em nome próprio, nas duas das mais prestigiadas salas do País, onde irá percorrer os temas mais fortes da sua carreira. Dia  5 de novembro Cuca Roseta sobe ao Palco do Coliseu de Lisboa  e no dia 12 do mesmo mês atua no Coliseu do Porto.

 

O talento de Cuca Roseta nunca passou despercebido aos olhos dos maiores produtores mundiais. Foi Gustavo Santaolalla (reconhecido produtor argentino vencedor de dois óscares), que viu em Cuca "uma artista única, rara e ultra talentosa" ao ouvi-la numa casa de fados em Lisboa. Foi a convite de Gustavo que Cuca gravou o seu primeiro disco, homónimo e que veio a receber os mais elevados elogios por parte do público e da crítica nacional e internacional.

 

Desde então a fadista não tem parado de surpreender e de se afirmar no panorama do fado, sendo hoje uma das mais aclamadas e prestigiadas vozes da nova geração.

O seu mais recente álbum Riû, com produção de Nelson Motta, foi agora galardoado com o Disco de Platina. Cuca promete um espetáculo intenso, repleto de surpresas e de momentos especiais, no qual apresentará também alguns dos temas do seu próximo álbum.

 


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Letra

 

[Domi]
Eu levantei-me, trouxe a bagagem
Meu bro, tou de partida
Pus-me noutra carruagem
Fiz as pazes com a vida
Eu fiz as pazes com a ferida
Com cabeça e com medida
Depois de tanta situação
Veio o bom em contrapartida
Eu invisto noutra investida
[?]
E eu dispo o que traz vestida
Apenas com amabilidade
Foi misto que a pôs à vista
[?]
Porque a gente só comunica
Mesmo por visibilidade
Sou fiel a Descartes
E descarto todo o rancor
Reflito novas amizades
Cinco balas num tambor
Não te venhas contrapor
Tás aqui só por favor
No meio da brasa, na farsa, esvoaça no vapor
Pinta o mundo de outra cor
Dizem que eu tou na via
Tou misturado com veneno e simpatia em demasia
Agora eu já só vejo o dia de espalhar epidemia
Que o rap sirva de encaixe
Propago filosofia

[Mariana Ramos]
O tempo urge, o tempo não pára
Aquilo que arde no fundo mais tarde sara
O tempo urge, o tempo não pára
E no presente limpo o que a vida mascara

[Domi]
My nigga troquei de piso
Tou ciente onde piso
Porque agora só preciso
Vim para ser bem preciso
Defendo os meus ideais
Dos quais eu verbalizo
Dão atenção nos sinais
Dos demais que eu simpatizo
Vivem só o improviso
Mas tudo traz um porquê
Os tropas dizem que eu vivo neste movie
Não há clichê
P’ra quem falava não crê
P’ra quem não via hoje vê
Que não misture o respeito com o proveito do meu cachet
Boy eu não tou à mercê
Só vim pa apertar o cinto
Seguir o que a mente vê
E agarrado no meu instinto
Por isso eu calo e consinto
Reflito no labirinto
Entre ruas e ruelas eu proclamo o 85
Sem sorte nem binco
Devagar eu corto a meta
Com frases e emoções
Sou a voz do poeta
Interpreta a biblioteca da qual eu faço entrega
Mesmo no meio das curvas sigo sempre em linha reta
Eu mantenho a mente aberta
Entreguei-me ao pecado
Tive no céu e na terra com algumas almas de lado
Acredita eu não tou tocado
Hoje eu já só sou tocado
Por quem me acendeu a chama
E descomplica o complicado, nigga

[Mariana Ramos]
O tempo urge, o tempo não pára
Aquilo que arde no fundo mais tarde sara
O tempo urge, o tempo não pára
E no presente limpo o que a vida mascara

[Domi]
Badaladas são pesadas
Enlouquecem a cabeça
Badalam as memórias
Mesmo que eu diga esqueça
Tanta promessa
Farto de tanta conversa
Com tanta pressa, aviso
Quem corre tropeça
Eu ponho peça a peça
Boy tou-me a ver noutra fase
E aquilo que vês é apenas o reflexo de cada frase
Seja no topo ou na base
Tou-me a ver com a mesma face
E neste novo ciclo já ninguém espera que eu fracasse
Aparenta o multiface
Não preciso de aprovação
Porque eu entro nesta merda sem a tua permissão
Tenho o beat na pulsação, lírica na certidão
E tou certo não entendes a minha subjetivação
Toma atenção
Neste mundo vim pa tar presente
Faço puro com esta virtude
Mas nem toda a gente sente
A realidade é outra, boy
Tive de bater de frente
Mas o tempo passa
E eu não passo hoje o meu presente, nigga
Eu não passo hoje o meu presente
Eu não passo hoje o meu presente
Eu não passo hoje o meu presente, nigga

[Domi & Mariana Ramos]
O tempo urge, o tempo não para
E tudo aquilo que arde no fundo mais tarde sara
O tempo urge, o tempo não pára
E no presente limpo o que a vida mascara

O tempo não para
E tudo aquilo que arde no fundo mais tarde sara
O tempo urge, o tempo não pára
E no presente limpo o que a vida mascara

[Mariana Ramos]
O tempo urge, o tempo não pára
Aquilo que arde no fundo mais tarde sara
O tempo urge, o tempo não pára
E no presente limpo o que a vida mascara

 

 



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caixadepandora.jpg

 

 

CAIXA DE PANDORA
Concerto


Preço: 5/7,5 * €

 

Local:  Galaeria ACERT
Data/Hora:  de 21 mai'16 a 21 jun'16
Local:  Auditório 2
Data/Hora:  Sáb, 28 mai'16 às 21:45



Confirmar a opinião de Jorge Palma: “Tocam muito bem, aquilo é muita fruta! Estão na base dos virtuosos.”

 

Caixa de Pandora presenta-se publicamente em 2013, com diversas atuações em Portugal e no estrangeiro, mas é em 2014 que definitivamente se afirma, com o lançamento do seu primeiro CD: Teias de Seda.

Os membros que integram este Pandórico trio, já com uma sólida relação musical de 10 anos, inspiram e conspiram por entre o clássico e a world music, assinalado pelo talento e a criatividade na composição das Teias de Seda. Sem que possa ser rotulada, a sua música é proporcionadora de uma amplificação emocional, no sentido que promete suscitar as mais recônditas e tímidas emoções e transportá-las até onde o espectro criativo, de quem ouve esta música, o permitir.

 

“Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão
A força dos meus sonhos é tão forte
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias”

Sophia de Mello Breyer


PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ /Bilhete família disponível




Ficha Técnica


Rui Filipe Reis: Pianista, multi-instrumentista, composi­tor e produtor musical
Cindy Gonçalves: Violinista
Sandra Martins: Violoncelista/clarinetista



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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esperança2.jpg

 

 

César Mourão regressa aos palcos com “Esperança”!

 

Após uma temporada a improvisar nas Manhãs da Rádio Comercial e, depois da estreia de Commedia A La Carte, - “O Musical”,  nos Coliseus de Lisboa e Porto, César Mourão concretiza o desejo de voltar aos palcos, a solo, com “Esperança”.  O regresso está agendado para dias 3 , 4 e 5 de Junho no Teatro Sá da Bandeira, Porto. De 22 de Junho a 10 de Julho, no Teatro  da Trindade, em Lisboa.

“Esperança” é a última a morrer, é este o ditado levado à risca na comédia interpretada pelo ator, que entra novamente em cena,  depois do enorme sucesso de bilheteira da primeira edição, em que esgotou todas as sessões no Teatro  da Trindade.

Na pele de "Esperança", uma simpática senhora que tem muita opinião e alguns segredos, o ator dá vida ao olhar saudoso de uma divertida octogenária. Que a morte chega para todos, nós sabemos, mas, se depender da vontade de "Esperança", ela agarrar-se-á, enquanto puder, a predestinação do seu nome. Será a última a morrer, nem que para isso tenha que se manter ocupada durante todos os instantes que restam da sua vida.

Na espera eterna de viver um grande amor, "Esperança", relembra o passado com muito humor e alfineta as mudanças dos novos tempos, fazendo aqui uma verdadeira sátira social, sem nunca esquecer  os factos da atualidade.
 

PORTO | 3, 4 e 5 de Junho – Teatro Sá da Bandeira | 21h30

LISBOA | 22 de Junho a 10 de Julho | Lisboa | Teatro da Trindade

Quarta a Sábado às 21h30 | Domingo às 18h00

Bilhetes à venda nos locais habituais.



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fadoando.jpg

 11 de Junho Às 22 horas

Constância

 
 
Este concerto acontece no âmbito das Pomonas Camonianas e das Comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades portuguesas, sendo uma aposta da Câmara Municipal de Constância.
 
Ana Laíns convida Mafalda Arnauth e Maria Ana Bobone.
 
Conceito: A Fadoando é uma associação cultural sem fins lucrativos, que nasce da convicção da cantora Ana Laíns, sobre a necessidade de fundir o conceito de Cultura com Filantropia e Eu Colectivo. Todos os dias dezenas de cantores, músicos, e artistas de uma forma geral, são convidados a cantar graciosamente pelas mais diversas causas. Porém, e numa altura em que as necessidades de todos nós se confundem, não me parece justo que a comunidade artística portuguesa deva oferecer o que tem para vender, e que é, de resto a sua forma de sustento.

Complementando esta ideia, existe também a certeza que cultivar pessoas, é principalmente, educá-las, sensibilizá-las e torná-las melhores seres humanos. A arte é o alimento da alma. Uma alma bem “alimentada” , é uma alma com maior capacidade para co-habitar, partilhar e respeitar o conceito de Eu Colectivo, ou cuidado com os outros!

Partindo do ideal que a Cultura e a Filantropia devem caminhar de mãos dadas, e tornar-se sustentáveis de uma forma que não pese a Artistas, Instituições e Estado, propomos às autarquias, associações, comissões de festas e outras instituições, que têm responsabilidade com a programação cultural nos seus municípios, e têm a seu cargo a gestão dos dinheiros para viabilizar estes calendários culturais (Festas do Município, Feiras, programação dos seus espaços culturais), que se associem à Fadoando, programando em parceria, e de forma a assegurar que uma parte desses orçamentos, será disponibilizada para dar assistência, nas mais diversas frentes, na resolução parcial ou total das dificuldades de associações ou particulares do seu Município. A direcção dessa ajuda será sempre discutida entre o promotor e a Fadoando.
 
 
Ana Laíns - Outras datas de espectáculos:
10 de Junho - Vigo
17 de Junho - Ponte Sôr
23 de Julho - Frontignan, França
24 de Julho - Riachos
29 e 30 de Julho - Lowell Folk Fest, MA, USA
18 de Novembro - Braunschweig, Alemanha
19 de Novembro - Paderborn, Alemanha
 


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Letra

 

Moça como tu não tem
Pelo menos eu nunca vi
Um moço como eu convém
Que tu guardes só para ti
4x
Agarra só
Agarra e não larga

Esqueça as tuas amigas porque agora és só minha
E eu fico parado enquanto dás a ventoinha
Preciso duma quente pra dançar essa tarraxinha
E já tá na cara tu precisas de um tafinha
Dj põe o play, Maior fix stop
Haters dizem que és hot
I don't give a fuck
Depois da discoteca é hotel
Se algo mexer, não liga é o meu móvel
Vem só bem boa, bem fixe
Rabo tipo ham
Isso não existe
Metes toda casa abaixo tipo um dinamite
Tipo um dinamite, não há quem evite

Moça como tu não tem
Pelo menos eu nunca vi
Um moço como eu convém
Que tu guardes só para ti
4x
Agarra só
Agarra e não larga

Spider Woman, já tou na tua teia
Tarraxo psicológico, vejo a tua ideia
E tu, cheia de fogo, já tá no lume
Me põe maluco, esse teu perfume

Tira as mãos no meu ouvido
Nesse andar causas prejuízo
Pára!!
Miúda já te dei o aviso
Eu não me responsabilizo
És um dinamite
Levas-me ao limite
No som desse beat
Rebentas o bico
Preciso de água, de gelo e de extintor
Tou preparado a morrer contigo
Se assim for

Moça como tu não tem
Pelo menos eu nunca vi
Um moço como eu convém
Que tu guardes só para ti
4x
Agarra só
Agarra e não larga


Moça como tu não tem
nunca vi
believe me
3x
Agarra só

 



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pieceofcake.jpg

 

 

Fears on Fire”

03 de Junho em formato digital

 

Piece Of Cake são uma banda Portuguesa que funde uma grande variedade de influências musicais, passando do rock ao tradicional.

 

Lito Pedreira (baterista e produtor) reuniu os músicos Pedro Henrique (voz), o Ivan Pedreira (baixo Elétrico) e o Rodrigo Almeida (guitarra elétrica) e gravam o primeiro disco de originais “Fears on Fire”. Mário Peniche passa a integrar a banda como baixista em 2016.

 

Piece of Cake” surgiu da inspiração que tínhamos para passar uma palavra de esperança e energizar quem ouça a sua música.

Sendo alegre, é um trabalho controverso e profundo, com uma linguagem provocadora e até  romântica, onde percorridas as 11 faixas, são ouvidos temas da nossa atualidade, tão comuns no rock refrescando assim a “nossa” identidade tão taciturna.

 

Para se compreender o conceito de “Piece Of Cake” terá de se descrever que os estilos musicais que se fundem nesta banda, são estilos que estão ligados intrinsecamente por uma origem comum. A versatilidade de "Piece of Cake", leva-nos ao encontro de outras sonoridades, sem nunca perder a sua verdadeira essência...

 

 

 



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Terça-feira, 24.05.16

shirleyking.jpg

 
CONCERTO DE HOMENAGEM A B.B.KING
PELA VOZ DA FILHA DO BLUES
 

SHIRLEY KING & BUDDA POWER BLUES

PARQUE B.B. KING - ANTIGA QUINTAS DAS ALMEIDAS - SABROSA - PORTUGAL
Ás 22 Horas - ENTRADA LIVRE 
 

Os Budda Power Blues são a banda oficial na europa da cantora Shirley King (filha do B.B. King) .

Neste Sábado dia 28 de Maio num concerto em Homenagem ao mestre B.B. King, os músicos sobem ao palco e prometem uma noite inesquecível!  Com a participação especial de Rui Veloso.

Definitivamente um concerto a não perder!  
Entrada Livre!


publicado por olhar para o mundo às 23:13 | link do post | comentar


Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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