Domingo, 26.06.16

Festival Sete Sois Sete Luas
XXIV com o apoio da Antena1!

O Festival Sete Sóis Sete Luas, em 2016 na sua XXIV edição, é promovido por uma Rede Cultural de 33 cidades de 13 Países do Mediterrâneo e do mundo lusófono: Brasil, Cabo Verde, Croácia, Eslovenia, Espanha, França, Grécia, Israel, Itália, Marrocos, Portugal, Roménia, Tunísia.

Realiza a sua programação no âmbito da música popular contemporânea e das artes plásticas, com a participação de grandes figuras da cultura mediterrânea e do mundo lusófono.

Consulte a programação

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COMO NASCE
Pela curiosidade e audácia de um grupo de estudantes da Toscana e o apoio de um escritor português nasce a experiência do Festival Sete Sóis Sete Luas.

Jovens sonhadores, com uma grande paixão pelo teatro, fundam o Gruppo Teatrale Immagini (Grupo Teatral Imagens) em 1987. Ansiosos por atravessar a fronteira italiana, em 1991, voam até ao Alentejo. Aqui apresentam vários espectáculos com muito sucesso e entram em contacto com José Saramago, convidando-o a visitar Pontedera. O escritor português não só aceita o convite, como também lhes oferece os direitos de autor em Itália do seu livro “O ano de 1993”. Em 1993 nasce o Festival Sete Sóis Sete Luas, dirigido por Marco Abbondanza desde a sua primeira edição, e começa o original e rico intercâmbio cultural entre Itália e Portugal que, ao longo dos seus 21 anos (1993-2013), já viu aderir muitos outros países: Grécia (1993), Espanha (1997), Cabo Verde (1998), França e Marrocos (2005), Israel (2006), Croácia (2008), Brasil (2009), Roménia (2012), Eslovénia e Tunísia (2013), privilegiando sempre as localidades periféricas e não os grandes centros.

UM PRESIDENTE HONORÁRIO MILITANTE E UM SÍMBOLO ILUMINISTA

José Saramago deu ao Festival SSSL os instrumentos, filosóficos e práticos, para começar esta fantástica viagem pelo Mediterrâneo e pelo mundo lusófono. O Festival inspira-se nos valores presentes na sua obra “Memorial do Convento”, cujas personagens são sonhadores de alma visionária, que vivem numa Europa medieval, oprimidos por uma intolerante e tenebrosa Inquisição. Baltazar Sete Sóis e Blimunda Sete Luas criam a “passarola”, uma máquina voadora, que é o símbolo do Festival pelo seu poder evocativo e simbólico, representando a metáfora do sonho e da liberdade utópica. O Festival serve-se da capacidade da arte, da música e da literatura de ver para além da realidade do nosso tempo.

O QUE É
  • Uma Rede cultural de 30 cidades de 13 Países – Brasil, Cabo Verde, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Israel, Itália, Marrocos, Portugal, Roménia e Tunísia – que privilegia relações vivas e directas com os pequenos centros e os artistas;
  • Uma viagem pelo Mediterrâneo e pelo mundo lusófono: uma viagem feita de encontros. Os artistas, os operadores culturais e os espectadores participam nas acções de mobilidade internacional ;
  • Um Festival que vai ao encontro das pessoas, não das praças e dos monumentos;
  • Um Festival da criação musical: cada ano produz uma ou mais orquestra multicultural;
  • Promotor de turismo cultural: o público pode seguir o Festival nas várias paragens da sua viagem pelo mundo lusófono e mediterrâneo;

PRÉMIOS E DISTINÇÕES INTERNACIONAIS
  • 2 vezes o apoio do Programa Caleidoscópio da Comissão Europeia
  • 6 vezes o apoio do Programa Cultura2000 da Comissão Europeia e 1 vez o apoio do Programa Interreg Medocc
  • a 20 de Janeiro de 2009 e de 2013, o Festival SSSL foi apresentado no Parlamento Europeu em Bruxelas, numa audição especial;
  • a 16 de Abril de 2009 recebeu o prestigioso prémio espanhol “Caja Granada” para a Cooperação internacional. O prémio de 50.000€ foi investido na construção de um novo Centrum SSSL na Ribeira Grande, na ilha de Santo Antão em Cabo Verde.

Sete Sóis Sete Luas

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Retirado de Antena 1



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Letra

 

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Apresento o meu novo videoclip ANAK BAUK! 

Single que dá nome ao novo álbum. Wahoo... ;-)

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 25.06.16

 

Letra

 

Não encontreia letra desta música

 



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Rodrigo Leão

Oiça as novas canções de Rodrigo Leão & Scott Matthew em primeira mão com pré-venda de “Life is Long”

O tema “Enemies” estará disponível a partir de amanhã como o segundo instant grat

Depois de terem revelado recentemente o single “That’s Life”, Rodrigo Leão e Scott Matthewpreparam-se para, nas próximas semanas, desvendar uma série de novas canções que vão integrar este primeiro álbum conjunto, intitulado “Life is Long” e com lançamento previsto para setembro.

Quem adquirir já este álbum no regime de pré-venda recebe não só o single “That’s Life”, mas a 25 de junho recebe uma nova canção, “Enemies”, um mês depois, a 25 de julho, já pode ouvir em primeira mão outra novidade, o tema “The Fallen”, sucedendo a 25 de agosto “Unnatural Disaster” e a 25 de setembro a última novidade, a canção “Death Defying”.

Esta é, por isso, uma oportunidade única de ouvir antes do álbum chegar às lojas algumas das canções que fazem deste encontro entre Rodrigo LeãoScott Matthew tão especial e único.

Os dois músicos conheceram-se em 2011, quando Scott Matthew aceitou o convite de Rodrigo Leão em participar no álbum “A Montanha Mágica”, tendo então dado voz à canção “Terrible Dawn”. Desde então sucederam-se uma série de outras colaborações, tanto em estúdio como em concertos.

Aliás, aqueles que já os viram juntos em palco sabem o quão ricos estes encontros podem ser, de como a voz doce e profunda de Scott e as melodias e orquestrações encantadoras de Rodrigo Leão se unem na perfeição. Este álbum é mais um passo nesta parceria tão frutuosa.

“Life Is Long” é a história de um encontro improvável que provou ser inevitável, entre um compositor conhecido pelas suas melodias enlevadas e uma voz que as leva ao patamar superior de magia.

Essa magia será vivida novamente em palco, tendo os dois músicos já um concerto marcado para o Coliseu do Porto, a 4 de novembro, no âmbito do Misty Fest

 

 



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A NAU115 LANÇA SINGLE DE ESTREIA

 

A NAU115, nome de código para o rapper José Glória, acaba de desvendar “A Voz do Meu People”, o combativo cartão de visita extraído do EP de estreia “Ferro e Fogo”, editado em parceria com a Music In My Soul.

 

Este primeiro lançamento discográfico do rapper natural de Lagos já se encontra disponível em pré-venda nas plataformas digitais habituais.

 

                                            

A NAU115 é o projecto a solo de José Glória, autodidata que começou a escrever as primeiras rimas com 17 anos. Mais tarde, desafiado por amigos, decidiu criar um grupo onde começou a gravar as primeiras músicas e a dar os primeiros espectáculos ao vivo, em Viseu e Lagos, de onde é natural.

 

Após terem seguido caminhos diferentes, José voltou a concentrar-se num percurso a solo, empregando-se de forma a arranjar dinheiro para comprar material de estúdio e gravação, o que lhe permitiu a gravação de um primeiro EP – “Ferro e Fogo” -  que já se encontra em pré-venda digital com o apoio da Music In My Soul.   

 

 



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Letra

 

Eu tenho o lado esquerdo inferior do corpo meio adormecido
dado um tiro que me foi oferecido, mesmo sem ter merecido,
porque eu não estava a pagar por nada, porque eu não fiz nada de mal
nada aconteceu ao guarda, sê bem vindo a Portugal
onde é crime os maus tratos a animais
mas touradas são legais
como venda de substâncias alteradas, faturadas como sais
retiradas do mercado depois das vítimas mortais
são ideiais que são más ideias
mas todos obedecem à rainha neste enxame de abelhas

Caro amigo , eu não queria ouvir o seu perdão
Caro amigo , nem sequer uma justificação
Deveria eu ter saltado ou puxado travão de mão
teria eu evitado ser alvejado por quem tinha a arma na mão?
é fácil comentar e apontar mesmo sem fundamentação
difícil é parar e imaginar o seu filho na mesma situação

porque é tudo tão frágil na casa do vizinho
na nossa não há fome, só amor e carinho
levem as telhas, venham telhados de vidro
a lua vem, a lua vai e não há um sem estar partido


Caro amigo está a sangrar, vidros plo ar, acabou por se cortar
pede um pano pra se limpar, empunha a arma no ar
carrega no gatilho varias vezes numa de se justificar
que não está a disparar, está travada
mas o que quer isso dizer? que não fui vazado por uma bala?
que a dor que estava a sentir, não era real, estava a encená-la?
Era ilusão o sangue que tinha na minha camisola?

Não!
Isto é só um excerto, a história fica para mais tarde
Deixa a poeira assentar
Deixa o tempo passar para me sentir à vontade
é que para já o pensamento leva-me ao momento e sinto a cabeça girar como os carrosséis na feira popular

Preciso de respirar, da me espaço
Estou numa bolha de ar, prestes a rebentar, a ceder ao cansaço
Os ouvidos tapados pra que eu próprio não oiça
tenho tanta coisa na cabeça e não tenho cabeça pra tanta coisa

É que quem conta um conto acrescenta um pronto
E toda gente sabe
Uma mentira contada mil vezes acaba por se tornar verdade
E o puto que tinha roubado um chocolate no supermercado
Na boca do povo já é membro duma rede de crime organizado

Eu corto a palavra a quem quer palavreado
E não sabe o peso de casa frase
Como quem diz que ganhei respeito com todo o estrilho
Vai dizer isso ao meu pai que quase viu morrer o seu filho

 



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Sexta-feira, 24.06.16

 

passa a outro.jpg

 

"Passa a Outro e Não ao Mesmo"

Disco solidário chega hoje e já é #1 no iTunes

11 canções de 11 artistas nacionais: 100% das receitas revertem para 11 associações de solidariedade - e o disco esta já em primeiro lugar do iTunes.

 

O projecto solidário "Passa a Outro e Não ao Mesmo" chega hoje a todas as lojas físicas e plataformas digitais, depois de ter vindo a ser revelado, canção a canção, nas manhãs da Rádio Comercial.

 

O disco conta com a colaboração de 11 artistas nacionais, que criaram e gravaram 11 canções inéditas no auditório da Rádio Comercial, cada uma num período de 24 horas e com um desafio: a última frase do tema anterior tinha que servir como ponto de partida. As câmaras da Rádio Comercial foram acompanhando todo o processo, que agora pode ser visto aqui.

 

Os convidados David Fonseca, Diogo Piçarra, Black Mamba, ÁTOA, Dengaz, Márcia, João Só, Amor Electro, AGIR, HMB e D.A.M.A, escolheram cada um uma associação da plataforma de solidariedade Eu Ajudo, criada pela Rádio Comercial, e é para elas que beneficiam 100% das receitas deste disco. A lista das canções e associações é esta:

 

1. David Fonseca - "Encontro Marcado" (Aldeias SOS)
2. Diogo Piçarra - "Já Não Estou" (Acreditar)
3. Black Mamba - "Amanhã" (Cais)
4. ÁTOA - "Sei Lá" (União Zoofila)
4. Dengaz - "Tudo Muda" feat. Matay e Di Noise (APAV)
5. Márcia - "Do Que Eu Sou Capaz" (PAR)
6. João Só - "Sabes Que Sou Capaz (Ajuda de Berço)
7. Amor Electro - "Mas Isso Não Me Satisfaz" (Fundação do Gil)
8. AGIR - "Dizendo Que Sim" (Banco Alimentar)
9. HMB - "Não Te Vais Arrepender" (Re-food)
10. D.A.M.A. - "Sinto" (Just a change)

 

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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ZÉ PERDIGÃO
Sábado 16 julho 22h00
Casino da Póvoa – Póvoa do Varzim


A voz que transporta a essência da tradição e da alma fadista

Dono de uma voz única e de expressão ímpar, Zé Perdigão é um dos melhores fadistas (ou artista de música do mundo, como ele gosta de afirmar) da nova geração.


Se por altura das suas primeiras aparições ao vivo foi considerado “uma das melhores novidades dos últimos tempos na música portuguesa”, hoje já se pode considerar uma certeza e uma das melhores vozes masculinas da música do mundo cantada em português.


Neste espectáculo Zé Perdigão vai fazer uma viagem musical entre as culturas Ibérica, Sul-Americana e Cabo Verdiana e vai fazer acompanhar-se em palco por Mário Gonçalves na bateria/percussões; Helder Costa na braguesa, cavaquinho, bandolim, guitarra folk; Albano Fonseca no baixo elétrico e vozes; o multi-isntrumentista Ricardo

 

Passos nas percussões, cordas, sopros, vozes e outros instrumentos exóticos; Rui Reis no saxofone, flautas e gaita de foles; Ricardo Geronyom no handpan e ainda o músico convidado, Nuno Cachada na guitara clássica. Zé Perdigão é, indubitavelmente, uma das vozes mais emblemáticas da música tradicional


Recentemente condecorado Cidadão Honorário pelo Governo Provincial da cidade de Buenos Aires, Argentina, -uma distinção nunca dantes atribuída a um artista ou cidadão português -, Zé Perdigão junta-se a um painel de nomes consagrados da música internacional como Stevie Wonder, Roger Waters, Paco de Lucía, Diego El Cigala ou Iron Maiden, entre outros

Em 2008 a convite do produtor José Cid gravou e editou o seu primeiro disco, “ Os Fados do Rock”, que recebe os mais rasgados elogios dos media e tem grande aceitação por parte do público.

Zé Perdigão é convidado pelo músico, cantor, compositor e autor Francisco Ribeiro, membro fundador dos Madredeus, a gravar a voz juntamente com Tanya Tagaq, Filipa Pais e Natália Casanova no disco Desiderata – “A Junção do bem” acompanhado pela Orquestra Nacional do Porto sob a direcção do Maestro Mark Stephenson. É por esta altura que Zé Perdigão começa a pisar os grandes palcos. Em 2009 é convidado a fazer a primeira parte de José Cid no Campo Pequeno, tendo sido muito bem aceite pelo público presente, aceitação que lhe garante o convite para fazer a primeira parte da  digressão europeia do internacional artista “ Michael Bolton”, em Janeiro de 2010 no Coliseu dos Recreios.

 

Em 2010/2011 faz uma digressão por várias cidades do País, com o concerto Zé Perdigão & Outros Fados.

Em 2011/2012 entra em estúdio a gravar o trabalho discográfico “Sons Ibéricos” com o seu Produtor José Cid e músicos como Pedro Jóia, Ângelo Freire, Amadeu Magalhães, entre outros.

 

Em 2012 participa no espectáculo “Variações “ dando voz á homenagem da Obra de António Variações.


Faz uma digressão nacional Piano&Voz - Concerto “Visitar” com o pianista e compositor André Varandas, com temas dos saudosos José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, apresentando-se em vários festivais internacionais, auditórios e teatros nacionais.

 

Em Novembro e Dezembro de 2012 apresentou-se na Argentina, Chile e Uruguai. Com uma formação musical mesclada entre músicos sul americanos e portugueses, o caso do bandoneon do chileno Jorge Prado, a guitarra do cantautor Uruguaio Andres Stagnaro, o piano do seu companheiro de viagem o português André Varandas, as percussões e voz do equatoriano Max Berrú, o folkclore sul americano de Jorge Coulon fundador do grupo Inti Illimani, fez 17 concertos com os seus temas e algumas adaptações dos seus temas em espanhol.

 

Passa por países como Chile, Argentina e Uruguai apresentando-se nas melhores salas, sempre com lotação esgotada e com a atenção internacional merecida.

 

Setembro de 2013 ficou marcado pela edição do seu segundo álbum, “Sons Ibéricos”.

 

O disco foi editado também na versão castelhana para o mercado online, com poemas de Pablo Neruda, Federico Garcia Lorca ou Gabriela Mistral. "

 

Em 2014 lança o álbum homónimo Cd/Dvd ao Vivo - Zé Perdigão | Sons Ibéricos com a participação das Adufeiras de Idanha A Nova, José Cid e acompanhado por um naipe de excelentes músicos; João Silva, Daniel Oliveira, Edgar Petejo, Alain Carvalho e Joel Silva.



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Letra

 

Como é que é?
Vou-te dar aqui umas dicas para tu fazeres parte do grupo.
É muito simples, se tu quiseres fazer parte de 99% da
nossa sociedade, é isto que tu tens que fazer:

Não estudes, copia e tira negativa
a culpa não é tua, a prof é que não te motiva
pede ajuda a um amigo, usa, abusa, aproveita
não ajudes, inventa uma desculpa e rejeita

Rouba alguém da turma e acusa outro aluno
tu deixa-o ser castigado enquanto tu passas impune
grita com a tua mãe por não teres saldo no telefone
e partilha um vídeo de crianças a passar fome

Tu sê vegetariano, respeita os animais
vai ao circo e à tourada com os pais
tu não votes, critica quem está no poder
e não cozinhes, cospe em quem te fez o comer

Tira uma foto no pinhal, posta #natural
corta um pinheiro para árvore de natal
tu faz questão de dizer que és anti-poluição
agora acaba de fumar e atira a beata para o chão


Fuma, para fazeres parte do grupo
corta o cabelo, para fazeres parte do grupo
veste outra roupa, para fazeres parte do grupo
muda quem és, para fazeres parte do grupo


Vai ao concerto da banda favorita
passa à frente na fila e fala com o vocalista
diz que és seguidor, dás muito valor ,sabes tudo de cor
depois do show saca o álbum para o computador

Odeia chineses por estarem cá empregados
envia uma carta a falar disso aos teus tios imigrados
conhece a mulher dos teus sonhos e namora
diz que a amas mesmo quando andas com outras por fora

Sê contra a adopção homo parental
porque ter duas mães ou dois pais jamais será normal
aponta o dedo quando os vires passar na rua
engravida uma miúda e quando nascer tu não assumas

Vai à igreja, ya tu sê cristão
mas inveja o teu vizinho por ter carro e tu não
odeia quem é melhor que tu, por ser melhor que tu
e condena quem faz exactamente o mesmo que tu

Fuma, para fazeres parte do grupo
Corta o cabelo, para fazeres parte do grupo
Veste outra roupa, para fazeres parte do grupo
Muda quem és, para fazeres parte do grupo

 



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BELÉM RECEBE MERCADO DO FADO NOS MESES DE VERÃO
 
O Mercado do Fado é o novo evento que irá animar a zona de Belém nos meses de verão. Realiza-se nos últimos domingos de cada mês, nos dias 24 Julho, 28 Agosto e 25 Setembro, no Jardim Botânico Tropical, das 11h00 às 18h00.

Este novo evento mensal promove a cultura do fado, com espectáculos de fado amador, conferências e conversas sobre o tema. Por outro lado, é um mercado no verdadeiro sentido da palavra, onde se pode encontrar à venda, artesanato, antiguidades, azulejaria, livros e discos de cultura Portuguesa.

E claro, não descurando a parte gastronómica que certamente irá convidar os presentes a provar algumas delícias onde a praça de restauração será também a plateia para o palco.
No mesmo espaço pode-se descobrir um dos mais bonitos jardins de Lisboa com muita  animação, esplanadas e música.

O Mercado do Fado é organizado pela Green Sapiens, fundada pelos criadores da Feira Lisboa Alternativa e do evento “Mulheres de Corpo e Alma”, é uma empresa que deu continuidade ao trabalho realizado com a organização da Happy Life, Feira anual na FIL de Sustentabilidade, Saúde e Bem Estar e a Feira da Bagageira, feira de artigos em segunda mão vendidos em bagageiras de automóveis.

O valor da entrada é de 2 euros e reverte integralmente para o Jardim Botânico Tropical.


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Letra

 

Everytime I try to forget you,
Something breaks inside of me

And I can't understand
Why you always comeback to me
We both know I'm no good
Still I wish I could give you more than this

I wish I could change for you (2x)

Looking back to the times we had
I don't know how I've become in this

And I can't understand
Why you always comeback to me
We both know I'm no good
Still I wish I could give you more than this

I wish I could change for you (4x)

 



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Quinta-feira, 23.06.16

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DE HOLLYWOOD PARA OS PALCOS DE LISBOA E PORTO
 
Depois de uma verdadeira “volta ao mundo” nos últimos dois anos, os Fingertips preparam-se para apresentar o seu novo trabalho ao vivo em Portugal.
 
Com a produção de Mark Needham (que já produziu bandas como The Killers, Imagine Dragons, entre outros), os Fingertips vão apresentar pela primeira ao vivo em Portugal “Out of Control” e “Kiss Me”, dois temas cheios de personalidade e boas energias, bem como outras canções novas que a banda compôs e gravou nesta verdadeira “volta ao mundo” nos últimos dois anos.
 
5 de Novembro, 21h30. Lisboa – Estúdio Time Out
20 de Novembro, 21h00. Porto – Casa da Música

 
Os bilhetes estão disponíveis na FNAC, Worten, El Corte Inglês e outros locais habituais.
 

 



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Letra

 

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa,
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.

Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.

O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da Tabacaria sorriu.

 

“Apoie os Artistas. Se gosta de Música, compre Música.
Descobrir Música pode ser tão bom como ouvi-la, aventure-se.
Porque no fundo a Música não tem tempo, é intemporal.
Não existe Música nova ou velha... apenas boa ou má”

(P. Dias)

 



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reencontros.jpg

 

Seconda Pratica encerram ciclo “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”

- Sara Águeda Martín atua sexta-feira, 24 de junho, na Sala dos Brasões

- Ciclo termina sábado, 25 de junho, com concertos e conferências

- Seconda Pratica encerram o evento com “Ridendo”

 

Sintra, 23 de junho de 2016 – A segunda edição do ciclo de música medieval e renascentista “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio” chega ao fim no próximo sábado, 25 de junho. Os concertos finais serão dedicados ao teatro ibérico e à obra de Gil Vicente.

 

O último fim de semana do ciclo começa com a atuação da harpista Sara Águeda Martín, na sexta-feira, 24 de junho, às 21h30, na Sala dos Brasões. “Teatro para harpa de duas ordens” mostra os vários palcos em que o instrumento foi utilizado, desde a igreja ao teatro palaciano. Sara Águeda Martín apresenta um programa de ambiente teatral que pretende explorar a faceta ambivalente, não só do instrumento como também do intérprete, nos séculos XVI e XVII.

 

No sábado, 25 de junho, os Seconda Pratica encerram o evento com “Ridendo”, às 21h30, na Sala dos Cisnes. Este ensemble, fundado em 2012, propõe nos seus concertos uma mistura de rigor erudito e diversão artística, permitindo que público e repertório entrem num diálogo criativo. Com “Ridendo”, apresentam a “música, o grotesco e as verdades nos trabalhos e mundo de Gil Vicente”, destacando o trabalho do autor através de um espaço cénico de comunicação direta entre espetador e artista.

 

O concerto de dia 25 de junho será antecedido pela conferência “O papel da música no teatro de Gil Vicente”, às 20h00, apresentada pelo investigador de teatro José Camões, na Sala Manuelina do Palácio. A entrada para a conferência é gratuita mediante a capacidade do espaço.

 

Ainda no dia 25 de junho, às 15h00, na Capela Palatina do Palácio Nacional de Sintra, decorrerá o concerto comentado “Do Sacro ao Profano a 3”, interpretado pelo Ensemble Sopranuscontrabaixus, da Escola de Música do Conservatório Nacional. O concerto tem entrada gratuita, mediante compra de bilhete para o Palácio Nacional de Sintra.

Este ciclo encontra-se integrado na Temporada de Música Erudita da Parques de Sintra (que inclui também “Serões Musicais no Palácio da Pena” e “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”) e conta com a Antena 2 como media partner.

 

 

Programa - “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”

 

 

SEXTA-FEIRA, 24 DE JUNHO

 

Sara Águeda Martín – “Teatro para harpa de duas ordens”

Hora: 21h30

Local: Sala dos Brasões,Palácio Nacional de Sintra

Preço: 10.00€

Bilhetes: à venda nos locais habituais ou online

 

 

SÁBADO, 25 DE JUNHO

Concerto comentado: Ensemble Sopranuscontrabaixus – “Do Sacro ao Profano a 3”

Hora: 15h00

Local: Capela Palatina, Palácio Nacional de Sintra

Preço: gratuito mediante compra de bilhete para o Palácio

 

Conferência: “O papel da música no teatro de Gil Vicente”

Hora: 20h00

             Local: Sala Manuelina, Palácio Nacional de Sintra

             Orador: investigador José Camões

             Preço: gratuito mediante capacidade do espaço

 

Seconda Pratica – “Ridendo”

Hora: 21h30

Local: Sala dos Cisnes,Palácio Nacional de Sintra

Preço: 10.00€

Bilhetes: à venda nos locais habituais ou online

 

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

INFORMAÇÕES (PÚBLICO):

Email: info@parquesdesintra.pt

Website:  www.parquesdesintra.pt   

Facebook: www.facebook.com/parquesdesintra 

Telefone: +351 21 923 73 00



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Letra

 

We always looked into the skies
But we never prayed for wings to fly
We never blamed ourselves for the things we could not change
We never accepted things without trying our own way

So,

Do you think I never really tried?
Those days are gone but I can't seem to get away
Of all the ghosts that haunt me now,
You're the one that makes me want to stay



Maybe I'm insane but you're the one that makes me feel this way
You know we don't even care about what anyone out there has to say
Words are words and they'll never ever have the power to lead our way, so stay

So,

Do you think we never really tried?
Our days are gone but I can't seem to get away
Of all the ghosts that haunt me now
You're the one that makes me want to stay

 



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tom de festa.png

 

 

TOM DE FESTA
26º Festival de Músicas do Mundo ACERT
Tondela, 13 a 16 de julho 2016


CHEICKH LÔ, uma lenda da música africana
Dia 16, Sábado, 22:00 no Palco ao ar livre do Novo Ciclo ACERT

Cheikh Lô é uma preciosidade da música africana da atualidade. Voz carismática e compositor soberbo. Senhor de uma carreira musical longa e marcante. Galardoado com o Prémio Carreira no Womex 2015, o maior acontecimento mundial de ‘world music’. A música do Senegal numa mistura mítica e empolgante com muitas sonoridades do mundo.


Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=U1DZPudf3cY



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Letra

 

Sold My Soul

I was standing in the crossroads
When the devil came to me
I shook his hand and he said
"Tell me what you need"


But if you saw his eyes you'd know how I felt inside


I sold my soul to the devil
But now I regret
I sold my soul to the devil
But I wish I could take it back


I told him my intentions
And he smiled back at me
"Oh, everything that you need,
For your eternity"


But if you saw his smile you'd know how I felt inside


I sold my soul to the devil
But now I regret
I sold my soul to the devil
But I wish I could take it back


Ba-ba-ba-back!


I sold my soul to the devil
But now I regret
I sold my soul to the devil
But I wish I could take it back


I sold my soul to the devil and I want back (x3)

 

Autor: João Jaime Jordán de Urries Serras
Intérprete: No Damn Good

 



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Quarta-feira, 22.06.16

ela_gosta_de_mim_assim.jpg

 

DAVID FONSECA

NOVA CANÇÃO “ELA GOSTA DE MIM ASSIM” COM BRUNO NOGUEIRA NO VIDEO

David Fonseca estreou, ontem à noite, o vídeo da sua nova canção: “Ela Gosta de Mim Assim”. Com a participação especial de Bruno Nogueira, o vídeo presta tributo à parceria de Paul Simon feita com o actor Chevy Chase no videoclip do tema “ You Can Call Me Al ”. O resultado é, no mínimo, inesperado. 

 

“Em tom claro de homenagem ao vídeo original, entrámos por 1986 adentro e deixámos a câmara a correr, tudo pode acontecer quando se dá carta branca ao Bruno em pleno ambiente anos 80. Espero que se divirtam tanto a vê-lo como nos divertimos a fazê-lo e que o espalhem pelas redes de forma a combater os gatinhos fofos e os dilemas fracturantes do dia dessa coisa chamada internet.”

O tema, “Ela Gosta de Mim Assim” , encabeça o EP digital com o título “Futuro Eu – Outtakes” que, tal como o título prenuncia, reúne temas compostos para “Futuro Eu”, o CD de originais editado no ano passado , e que ficaram de fora do alinhamento inicial do disco , guardados para o Verão de 2016. A par desta viagem por territórios ritmados e veraneantes com “Ela Gosta de Mim Assim”, o EP “Outtakes” inclui ainda “Diz-lhe que não”, “Déjà Vu” e “Um dia maior” – quatro canções que fecham o ciclo de composições a que David Fonseca se dedicou nos últimos tempos.

 

O Verão é ainda tempo de apresentações ao vivo e, depois de uma bem-sucedida tour de indoors por Portugal, Espanha, Luxemburgo e Noruega, “Futuro Eu” iniciou este mês a sua passagem pelas festas e festivais nacionais, estando neste momento a agenda definida da seguinte forma:

 

25 JUN / Praça do Município / Vila Real / 22H00

02 JUL / Feira Mostra do Concelho / Mação / 22H00

16 JUL / Feira de Caça, Pesca e Lazer / 22H00

30 JUL / Ficavouga / Sever do Vouga / 22H00

01 AGO / Sé – Volta à noite / Viseu / 22H00

06 AGO / Festas Gualterianas / Guimarães / 22H00

11 AGO / Festival Solda Caparica /Costa da Caparica / 21H00

13 AGO / Praça do Município / Seia / 22H00

26 AGO / Festival de Vilar de Mouros /23H00

31 AGO / Feira da Luz / Montemor-o-Novo / 22H00

 

Recentemente, foi disponibilizado nas redes sociais  o resultado da parceria entre David Fonseca e a marca irlandesa “Jameson”, o  filme publicitário “Jameson – Sine Metu” . Filmado no topo do hotel Ritz Four Seasons, em Lisboa, contou com a assinatura da The Hotel, sendo o seu resultado final de grande densidade visual e emocional.



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Letra

 

Settle down
Please don't go
Stay right here
Where we belong

They can talk
We don't care
Feels so right
To be so wrong

I got it

End of summer
Hearts run slower
I never meant it, I never meant it
I never meant for this to happen
End of summer
Hearts run slower
I Fall right back
Into your arms

Kissing heat
Jealous sun
Steals your light
Kills the mood

Covered by
Ocean waves
They watch us drown into ourselves
(you'll never know how I feel about you)

End of summer
Hearts run slower
I never meant it, I never meant it
I never meant for this to happen
End of summer
Hearts run slower
I fall right back into your arms

I never meant it
I would fall right back into your arms

I never meant it
I would fall right back into your arms

 

 



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Letra

 

De que te vale a transparência
Se primeiro cegas, se primeiro cegas
Se ao menos o transparente
Pudesse ser olhado
Do aqui ao seu passado
Do aqui ao seu passado

De que te vale ser de vidro
Se primeiro quebras, se primeiro quebras
De que te vale toda a seda
Pano ou estofo corrediço
Se te vês sempre em enriço
Se te vês sempre em enriço

De que te vale a humildade
Se primeiro perdes, se primeiro perdes
De que te vale a deferência
Feito dócil demais disso
Se és rasteiro submisso
Se és rasteiro submisso


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rfm.jpg

 

 

RFM SOMNII – As maiores novidades a 15 dias do Maior Sunset de Sempre!

·        Shuttles do Parque de Campismo para a praia do relógio e vice-versa

·        Festival é transmitido pela primeira vez em Streaming na RFM SOMNII Web Radio

 

Já só faltam 15 dias para o maior Sunset de Sempre e as novidades estão a ferver!

 

Para a maior comodidade dos festivaleiros, a organização do Maior Sunset de Sempre! anuncia um serviço de Shuttles do Parque de Campismo para a Praia do Relógio, e desta de volta ao Parque de Campismo.

Os Shuttles vão funcionar a partir das 12h até às 05h, com uma frequência de 30 em 30 minutos.

 

A paragem dos Shuttles far-se-á junto ao Hotel Eurostars Oasis Plaza, na Figueira da Foz e os autocarros estarão devidamente identificados.

 

Para usufruir deste serviço basta garantir qualquer bilhete para o RFM SOMNII, e mostrar o bilhete à entrada do autocarro.

 

Os Shuttles destinam-se ao Campismo, no Parque Municipal, mas podem ser usados por todos os que estejam hospedados nas imediações do mesmo.

 

Entretanto, pela primeira vez, este ano, o RFM SOMNII vai ser também transmitido em Streaming através da RFM SOMNII Web Radio, permitindo assim, que todos os que não possam estar presentes na Figueira da Foz sintam e partilhem as emoções únicas do maior Sunset de Sempre!

 

Na sua 5.ª edição, que chega dias 08, 09 e 10 de Julho à Figueira da Foz, o RFM SOMNII está definitivamente inscrito no roteiro dos festivais de verão que mais fazem mexer a Europa e promete, este ano, 3 dias de praia, sol, música, amigos e experiências que vão fazer deste o melhor Verão de Sempre!

 

Mais informações:

http://rfm.sapo.pt/somnii/

https://www.facebook.com/OMaiorSunsetdeSempre/?fref=ts



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Letra

 

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa e sabe que é
Bebe à pala no bar yeah
É difícil negar yeah
Ela gira como o Kamala e o A.G.I.R.
Gira gira de um lado para o outro
Ela sabe, sabe sempre a pouco
Queres mais então eu dou-te
Toma o número mas mano tu ouve

Tu não tens hipótese
Ela parte-te o pescoço
do Rádio-Hotel até ao Bosq
Tu já sabes, já sabes que ela…

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,

Ela é perversa
Não, não quer conversa
Ela só fala, só fala, fala a quem lhe interessa
Ela tem bem mais do que dois dedos de testa
Mais que inteligente ela…Ela é esperta.

Tu não tens hipótese
Ela parte-te o pescoço
do Rádio-Hotel até ao Bosq
Tu já sabes, já sabes que ela…

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,

Por mais que tu tentes negar
Ela é boa, ela é boa
Já fiz mil sons só para te provar
que ela é boa, sim ela é boa

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,

Pois é Kamala, ela é boa, ela parte-te o pescoço.
Do Rádio-Hotel até ao Bosq, go go go.
A.G.I.R….Ela é boa!!!
GOT IT, GOT IT.

 



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publico, palco1@PDRS2015.jpg

 

Piquenique Dançante Sobre a Relva, segunda edição

2 de julho, jardins da Casa Allen / Casa das Artes – Porto

 

Porque foi um sonho de tarde de verão, no coração do Porto, num jardim em que a harmonia do verde e o som da Música trouxeram momentos únicos, repete-se este ano o Piquenique Dançante Sobre a Relva.

 

Numa organização que resulta novamente da parceria entre a Direção Regional da Cultura do Norte e a editora Sister Ray, o jardim da Casa Allen/Casa das Artes acolhe esta edição do Piquenique Dançante Sobre a Relva a 2 de julho, sábado, com horário alargado, este ano entre as 11h00 e as 20h00, contando com sete concertos distribuídos por dois palcos, três sets de djing e entrada livre.

 

Em palco estarão André Carneiro, Desligado, Grainy Detours, O Incrível Homem Bomba, Palace Mémoire, Plax Vaz & os Kriol’Art e os The Wild Booze, ficando o djing a cargo de Pedro Tenreiro (Antena 3), Alexandra Gonçalves (Rádio Nova) e do coletivo The Boys Next Door. 

 

 

 



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Letra

 

Se é amor, muito mais pode acontecer
Se é amor, baby não jogues tudo a perder
Não é o fim, não é razão para esquecer
Tudo o que vivemos e com tanto para viver
(Hey)
Dizem que tudo tem um fim, mas contigo
Nunca pensei, nunca previ, não imagino
Ter que seguir, e viver de recordações
Lembranças, memorias, uma mistura de emoções que.
Me trazem tanta coisa boa, tanta coisa que
Provam o quanto tu me amas, dá vonta de
De te contar, imaginar como seria se
Tudo fosse como era, por isso peço-te

(Refrão)
Então não vás
Não vai embora
Não sou capaz de esquecer nossa historia
Baby não vás
Não está na hora
Tenho que ouvir de ti, que entre nós não há um fim
Não vai embora

Sempre fui sincero, e sei que vai dar certo
Porque tu e eu, não tem de acabar assim
Eu quero sentir-te perto
Para me sentir completo
Baby não, não diz, que é o fim
Eu já fiz de tudo para te provar
Que se for preciso eu irei mudar
Baby não vai não
Escuta o meu coração yeah

(Refrão)
Então não vás
Não vai embora
Não sou capaz de esquecer nossa historia
Baby não vás
Não está na hora
Tenho que ouvir de ti, que entre nós não há um fim
Não vai embora

Baby como isso aconteceu, o nosso amor agora se perdeu
Já não sei o que posso mais fazer, juro que já não consigo entender
Baby mas há uma volta a dar
O Nosso futuro assim pode mudar
Não choro, agora, imploro
Não vai embora

(Refrão)
Então não vás
Não vai embora
Não sou capaz de esquecer nossa historia
Baby não vás
Não está na hora
Tenho que ouvir de ti, que entre nós não há um fim
Não vai embora

 



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Terça-feira, 21.06.16

djkamala.png

 

8 DE JULHO NOS ALIVE

DJ KAMALA

 

PALCO NOS CLUBBING

"NOS ALIVE E OS NOSSOS"

 

DJ KAMALA ASSUME O DIA 8 DE JULHO DO NOS ALIVE'16

 

DJ Kamala será o curador do Palco NOS Clubbing no dia 8 de Julho, nesta edição do NOS Alive’16, trazendo a palco um alinhamento de luxo inteiramente dedicado ao melhor que se faz na música nacional,  sob o lema “NOS Alive e os nossos”.

Esta colaboração acabou por acontecer naturalmente depois da bem sucedida atuação do DJ na edição anterior:

 

“Surgiu como consequência natural da minha participação no festival o ano passado. Levei vários convidados a aparecer de surpresa nas minha actuações (sim, foram duas!), tudo talentos nacionais, e o público aderiu em massa. Embora o Nos Alive seja um festival referência a nível mundial, que conta sempre com algumas das principais bandas internacionais, a aposta no talento nacional sempre existiu (o que me parece gratificante). Este ano juntou-se o útil ao agradável e, graças ao convite da organização do festival, tive a oportunidade de “oferecer” a alguns dos projectos com que mais me identifico no panorama nacional da música urbana, o seu próprio espaço e "tempo de antena”. 

A seleção para esta curadoria tem como base a música nacional urbana e, como ponto de partida, a identidade do festival, assim bem como a coerência na programação e o seu gosto pessoal:

"A base da curadoria assenta em artistas nacionais. Em talentos Portugueses. Independentemente da língua em que cantem ou qual seja o enquadramento musical. Não escondo que o meu gosto pessoal recai muito na música urbana. Mas não se esgota aí! Facto é que estão presentes nomes como Da Chick ou Meu Kamba que de Hip-Hop têm muito pouco ou nada. Antes de mais, eu defendo o que tem qualidade e é nosso! Para mim, as barreiras de estilo cada vez fazem menos sentido. Poder ouvir um tema de Hmb com a Carminho por exemplo. Soul e fado juntos? Porque não? São nossos e são bons.

 

ALINHAMENTO NOS CLUBBING DIA 08 DE JULHO
CURADORIA DJ KAMALA
NBC • SIR SCRATCH • BOB DA RANGE SENSE
MUNDO SEGUNDO • SAM THE KID
HMB • DJ KAMALA • FILIPE GONÇALVES
MGDRV
DA CHICK
ROCKY MARSIANO • MEU KAMBA SOUND
DJ KAMALA



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Ao desligar a chamada fico com um sentimento de alívio
sa foda o telefone, estraga o convívio
conversas sem olhares são verdadeiras pra cegos
que não vêm quando os olhos mentem
mas sentem quando tu és impuro
porque o ouvido capta o que a visão esconde no escuro
e eu ou estou maluco ou estou a disfarçar
finjo não ver para poder escutar, não ouvir pra poder olhar
agora até finjo fingir para que pensem que eu não sou de confiar

Eu sou um farsolas no campo minado
rastejando para não ser apanhado no fogo cruzado
meti o pé na poça agora tenho um pé atrás
ver para crer, preciso ter certezas em cima da mesa
no passado fui obrigado a crescer
nada acontece até realmente acontecer, é única certeza
e o que nos une é tão forte como fio
como confiar em ti se até de mim eu desconfio?
promessas, voam como a palavra

vontades mudam com o vento e aqui tá sempre nortada
é que o empurrão que te ajuda no início
vem dos mesmos braços que te empurram para o precipício

Ao cair que seja por mim
se arder na tua figueira, vai ser à minha maneira porque eu agora estou assim mudado
não mudo nem um bocado
e quando tu falas, não respondo, eu não sou mudo, eu é que escolho estar calado
só estou a ser honesto comigo
não abro a boca ao acaso, quando falo é pra ser cumprido
culpa quem me educou, quem me ensinou a ser o que sou
porque disse que a palavra era sagrada e errou
prometes mundos e fundos, não quero o fundo do mundo
quero que escutes e te cales por um segundo

Marcamos um café?
é que no frente a frente muita gente muda o seu comportamento, não é?
e quero ver se cara a cara tens cara de pau
se tiveres, eu sou o gato que não morreu
e dona chica nem se admirou
porque depois de tantos paus o gato ainda não bazou
com eles construiu a casa que lobo mau soprou
naquela noite de inverno em que o inferno se instalou

Mano, não acredites em tudo o que dizem
nem digas aquilo que tu não podes cumprir
um dia vais perceber que aqueles que se contradizem
têm poucos ou nenhum motivo pra sorrir
e lá estou a fazer filmes com um telefonema
serei realizador ou terei algum problema?
há quem diga que é isto a maturidade
aprender com erros do passado
para não cair no mesmo buraco mais tarde
de qualquer maneira eu estou protegido
das palavras disparadas pela boca do bandido
porque eu acredito em mim
só acredito em mim
e naqueles que fazem parte de mim

Não acredites em tudo o que dizem
nem digas aquilo que não podes cumprir
um dia vais perceber, aqueles que se contradizem
têm poucos ou nenhum motivo pra sorrir

 



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