Falta apenas um mês para começar a 19ª Edição do Super Bock Super Rock. Entre os dias 18 e 20 de Julho na Herdade do Cabeço da Flauta, junto à praia do Meco, terão lugar alguns dos concertos mais aguardados do ano. Queens of the Stone Age, Arctic Monkeys e The Killers são os cabeças de cartaz.
Numa visita ao cenário onde vai decorrer o festival, foi possível observar a existência de uma enorme área verde.
O recinto já está vedado e as bases do palco principal já “brotam” do chão. A relva recentemente plantada vai servir para minimizar a poeira.
Com o aspecto visual de um parque de merendas, na herdade com 12 hectares , destaca-se o recuo do Palco Principal e o aumento em 40% da área do público, que a organização espera em número bastante superior ao ano passado.
Em relação à zona de campismo, foram feitos novos arruamentos de forma a orientar melhor o público, sublinha-se ainda o reforço do número de WC´s e de chuveiros .
Luís Montez, da Música no Coração destacou a evolução do Festival “que tem melhorado de ano para ano”. Realçou ainda a melhoria das zonas de parqueamento e acessibilidades. Uma equipa de arrumadores vai estar presente para dar apoio a quem entra e sai do festival.
Rita Aires, dos transportes Sul do Tejo, sublinhou o sucesso da parceria do evento com a TST que vai permitir ofertas e horários diversificados, com partidas da Praça de Espanha e Gare do Oriente. Os autocarros serão gratuitos para a praia de Alfarim.
Miguel Lourenço da Unicer, anunciou três novidades: a zona Super Cooler- um espaço com arcas frigoríficas para os campistas, Wi-Fi grátis transmitido por routers portáteis localizados nos Mochileiros Super Bock, e a nova App da Superbock que permite acesso a toda a informação.
Augusto Pólvora, presidente da Câmara de Sesimbra agradeceu à organização por manter a localização do Super Bock Super Rock e enalteceu as requalificações realizadas.
Depois de anunciar que os cabeças de cartaz foram pela primeira vez definidos em Dezembro, Luís Montez deu a palavra a Jwana Godinho que apresentou o cartaz deste ano.
A responsável pelo alinhamento do festival falou da dificuldade que foi garantir a presença dos Queens of the Stone Age. “A negociação foi muito difícil”. Jwana ainda assim não conteve o entusiasmo pela presença de Gary Clark Jr “É a maior revelação que tive nos últimos tempos”. Em relação a novidades, nota para as estreias de Azealia Banks, de Miguel, apelidado o Prince da nova geração e de Toy.
Em relação à música para mexer o corpo, Digitalism e Ricardo Villalobos, que já faz parte da mobília do festival, são presenças confirmadas.
Em relação aos portugueses, as actuações de Anarchicks, de Samuel Úria e dos Clã (que estreiam novos temas), merecem ser conferidas.
A organização aconselha o público a chegar ao recinto cedo, de forma a evitar os congestionamentos e apela ainda ao uso de transportes públicos. As portas abrirão todos os dias às 16:00.
Um bilhete diário custa cerca de 48 euros, o passe de três dias com Campismo incluído está disponível por 90 euros.
Doze artistas portugueses, entre os quais os estreantes Little Friend e Quelle Dead Gazelle, vão atuar na sexta-feira na segunda edição do Festival Novos Talentos FNAC, em Lisboa, anunciou a cadeia de lojas.
Este ano, o festival foi reduzido de dois para um dia de concertos, que estarão repartidos por três espaços do cinema São Jorge.
O festival, que coincide com o Dia Europeu da Música, tem como objetivo divulgar a mais recente música portuguesa, sublinha a FNAC em comunicado, mostrando ao vivo alguns dos nomes que tem divulgado anualmente numa compilação discográfica.
Este ano o festival contará com concertos de Mazgani e Samuel Úria, que já integraram em 2007 e 2009 as coletâneas da FNAC e que editaram há poucos meses novos álbuns, "Common Ground" e "O grande medo do pequeno mundo", respetivamente.
Pelo São Jorge passarão ainda os Nice Weather for Ducks, que de estrearam em 2012 com o álbum pop "Quack!", os Tape Junk, nova banda de João Correia (dos Julie & The Carjackers), os Quelle Dead Gazelle, que venceram este ano o Festival Termómetro, Ana Cláudia, Colibri, First Breath After Coma, Ermo e Coelho Radiactivo.
Os Brass Wires Orchestra, folk rock nacional, e Little Friend, alterego musical do luso-britânico John Almeida, que lançou este ano o álbum "We will destroy each other", completam o cartaz.
Com exceção de Mazgani e Samuel Úria, todos os dez artistas deste ano do festival integram a edição deste ano da coletânea FNAC Novos Talentos, que tem contado com direção artística do radialista Henrique Amaro.
A edição deste ano da coletânea reúne canções inéditas de 36 novos artistas portugueses e as receitas da venda do álbum revertem a favor da AMI - Assistência Médica Internacional.
A coletânea Novos Talentos já a conhecer nomes como Deolinda, Orelha Negra, Mazgani, We Trust, Best Youth, Capicua e Miúda.
Katia Guerreiro, convidada para abrir a terceira edição do Festival de Fado de Madrid, que acontece na noite de 20 de Junho, na Sala Roja dos Teatros del Canal, irá revisitaros fados mais emblemáticos de uma carreira de doze anos e com seis trabalhos editados.
Tendo como tema “Palavras e Poetas do Fado”Katia Guerreiro mais uma vez irá privilegiar, grandes poetas portugueses como Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes, Fernando Pessoa, nos fados que irá interpretar.
“Asas” e “Amor de Mel e Fel” serão alguns dos temas a apresentar neste que é o maior e mais importante evento de divulgação do Fado em Espanha.
A day once dawned, and it was beautiful A day once dawned from the ground Then the night she fell And the air was beautiful The night she fell all around.
So look see the days The endless coloured ways And go play the game that you learnt From the morning.
And now we rise And we are everywhere And now we rise from the ground And see she flies And she is everywhere See she flies all around
So look see the sights The endless summer nights And go play the game that you learnt From the morning.
Meu coração vou empenhar É de ouro É bom o preço que te peço É ouro Se tu me deres o que eu quero Vou o meu ouro empenhar
E aquilo que eu quero É um beijo pela manhã Um sorriso a meio da tarde Quero Festinhas à noite É um belo preço Este preço que te faço Tem de oferta um abraço
Sei o valor que ele tem É ouro Se tu me deres o que eu quero Vou o meu ouro empenhar
E aquilo que eu quero É um beijo pela manhã Um sorriso a meio da tarde Quero Festinhas à noite É um belo preço Este preço que te quero
Um beijo pela manhã Um sorriso a meio da tarde E quero Festinhas à noite É um belo preço Este preço que te faço
Se tu me deres o que eu quero Vou o meu ouro empenhar
E aquilo que eu quero É um beijo pela manhã Um sorriso a meio da tarde Quero Festinhas á noite É um belo preço Este preço que te faço Tem de oferta um abraço
Músico brasileiro dedicou a sua coluna semanal de Domingo à cantora portuguesa, que na semana passada actuou no Brasil.
Na semana passada entregaram-se no Rio de Janeiro os Prémios da Música Brasileira, que distinguem o que de melhor se faz na área. Caetano Veloso, Moraes Moreira, Elba Ramalho e os Titãs foram os grandes vencedores da noite, que contou com a actuação de Carminho. A fadista portuguesa não passou despercebida e teve depois direito e uma série de elogios na coluna semanal que Caetano Veloso escreve no Globo. Carminho foi o que de melhor aconteceu nesta noite de prémios, garante o músico brasileiro.
A noite foi de homenagem a Tom Jobim (1927-1994), que teve várias músicas interpretadas por nomes bem conhecidas da música brasileira. Gal Costa, Nana Caymmi e Maria Gadú foram apenas algumas das artistas que subiram ao palco da 23ª Gala dos Prémios da Música Brasileira. Mas o destaque,escreve Caetano Veloso, foi sem dúvida Carminho, “prefaciada pela discrição mesoatlântica de António Zambujo, levando o sabiá de Tom Jobim e Chico Buarque ao lugar alto que lhe é de direito na história da língua portuguesa”. “Foi uma noite de vários aplausos de pé.”
“Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses”, continua o músico brasileiro, para quem ouvir a fadista “a cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar”. “A plateia se levantou crendo ser levada a isso pela exuberância vocal e musical da jovem cantora. Seria um aplauso entusiástico diante de uma interpretação virtuosística. Justo”, continua Caetano Veloso, que além de ter sido premiado na categoria de melhor cantor, venceu ainda o prémio para melhor projecto visual com o seu novo trabalho, Abraçaço.
A portuguesa foi por isso um acontecimento ao cantar assim “nosso passarinho (nos dois géneros: 'uma sabiá' e 'o meu sabiá', como o dicionarismo de Tom conversou com o de Chico, trazendo de volta minhas lembranças de uso do nome da ave, em minha Santo Amaro natal, tanto no masculino quanto no feminino) era, no auge do arrebatamento das notas altas com arabescos ibéricos, a consolidação desse mesoatlântico que busco e que Zambujo anunciou”.
E para terminar o elogio maior: “Carminho elevou a festa modesta à sua verdadeira altura histórica”.
A colectânea "#1", que junta os artistas que já gravaram e editaram pela Experimentáculo Records, foi apresentada e lançada oficialmente no primeiro dia do festival FUMO. O disco junta temas exclusivos dos Los Saguaros, Sonic Reverends, Nicotine's Orchestra, Fast Eddie Nelson, Hell Hound, Tio Rex, Um Corpo Estranho, Duas Semicolcheias Invertidas e Mão Sem Dedos, gravados pela primeira vez.
No disco pode-se encontrar temas novos de Fast Eddie Nelson, que acaba de lançar o seu novo disco, "There's No Place Like Nowhere", ou de Um Corpo Estranho, que se encontram a finalizar o seu novo álbum; podem-se ouvir os Sonic Reverends, banda que se despediu dos palcos no ano passado, e Tio Rex, que lançou o seu álbum de estreia há bem pouco tempo; ou podem-se ouvir os Duas Semicolcheias Invertidas, que estão em digressão por terras europeias actualmente, ou os Mão Sem Dedos, que são cada vez mais difíceis de apanhar ao vivo.
O disco estará à venda durante os concertos do FUMO, além de estar também disponível nos escaparates da Casa da Cultura de Setúbal. Além disso, pode ser encomendado pelo email experimentaculo@gmail.com.
Os portugueses Octa Push, formados por dois irmãos de Lisboa, editam hoje o primeiro álbum, "Oito", uma abordagem à música eletrónica influenciada por uma cultura urbana global, mas também portuguesa e africana.
"Nós começámos por fazer música individualmente, cada um nas suas produções, mas fomos incentivados a formar uma dupla", explicaram à agência Lusa os músicos Bruno e Leonardo.
Para não serem só mais um grupo de música eletrónica e de dança, os dois irmãos queriam definir bem o caminho musical - "porque ter só músicas de dança seria chato" - a partir de uma base eletrónica, enriquecida com outros géneros, como o indie rock, a música africana e o UK Garage, uma ramificação do drum n'bass.
Depois de pensarem num nome e juntarem temas que tinham feito em nome próprio, ambos criaram os Octa Push em 2008, ano em que editaram o primeiro EP. "Um de nós é mais virado para a bateria, para os ritmos, e o outro é mais para a eletrónica e a junção correu", contou Leonardo.
Até lançarem "Oito", pela editora inglesa Senseless Records, com distribuição em Portugal, os Octa Push ainda editaram mais dois EP, viram alguns dos temas integrarem compilações estrangeiras e a serem elogiadas, por exemplo, por Thom Yorke, dos Radiohead. Tudo por via de uma globalização e democratização da forma de conectar com o mundo, pela Internet, e pela música digital, reconheceram.
O álbum de estreia reúne doze temas, entre os quais "Glimpse", "Afrosincope" e "Françoise Hardy", com vários convidados: Catarina Moreno, Alex Klimovitsky, dos Youthless, e o guineense Braima Galissa, tocador de kora.
Apesar de tocarem com regularidade fora de Portugal, os dois irmãos recordam que são de Lisboa, onde encontraram ligações com África e conheceram pessoas que os levaram para outras linguagens na música.
Da experiência recente fora de Portugal, os Octa Push destacam a temporada que passaram em abril em Nairobi, juntamente com os Batida, no âmbito de um programa multicultural com grupos locais. "Foi uma das experiências mais fixes. Estivemos fechados numa casa só a fazer música com instrumentistas locais, foi um intercâmbio musical bastante intenso", recordaram, adiantando que do Quénia trouxeram bastante material gravado que poderá ser usado em futuras canções.
Por ora, dedicam-se a mostrar ao vivo as músicas de "Oito", com um concerto na sexta-feira no Musicbox, em Lisboa. Em julho atuarão no festival Super Bock Super Rock (Sesimbra).
A problemática colocação de um mastro Para efeitos de efeitar a avenida Com balões dependurados, papelinhos coloridos Troxe o insólito sarilho à autarquia É que esta idelidade Agiu em conformidade Com o gosto colossal de dois ou três E anunciou com muito orgulho Muita pompa e barulho Que o maior mastro do mundo é Português E anunciou com muito orgulho Muita pompa e barulho Que o maior mastro do mundo é Português Os olhares que se pasmavam na escalada Não alcançavam nem o meio, nem o fim Para muitos aquele mastro é má contenção de gastos Para outros, ele está muito bem assim O fascínio é humano E o que é grande em tamanho Glorifica sempre muito quem o fez Isto exalta uma nação E há que dizê-lo com razão Que o maior mastro do mundo é Português Isto exalta uma nação E há que dizê-lo com razão Que o maior mastro do mundo é Português São Pedro perdeu as chaves Santo António o menino São João foi pelos ares E para mal dos seus azares Não encontra o cordeirinho Santo António anda tonto São Pedro diz que não vê São João caiu redondo E do céu deu um tombo Tropeçou não sabe em quê Inquieta a multidão na avedida Assobia por tanto ter de esperar Mas nem bairros, nem bairristas, nem as tais marchas previstas O espectante espectador viu desfilar Quem se entende com altares Diz que os santos populares Não desfilam pelas ruas desta vez Que nos falte a tradição Ao menos valha a emoção Que o maior mastro do mundo é Português Que nos falte a tradição Ao menos valha a emoção Que o maior mastro do mundo é Português Recuperados os santos dos seus maus-tratos Os responsáveis resolveram confrontar Escorregando pelo mastro, perguntaram cá em baixo Que país levantou alto este pilar Para a porta do vizinho Toda a gente varreu lixo Quando a culpa nos aponta e envolve E quando toca ao país Patriota é o que diz Que o maior mastro do mundo é Espanhol El postito Portugués Solo es grandito en pequenez Pero el maior mastro del mundo es Español São Pedro perdeu as chaves Santo António o menino São João foi pelos ares E para mal dos seus azares Não encontra o cordeirinho Santo António anda tonto São Pedro diz que não vê São João caiu redondo E do céu deu um tombo Tropeçou não sabe em quê São Pedro perdeu as chaves Santo António o menino São João foi pelos ares E para mal dos seus azares Não encontra o cordeirinho Santo António anda tonto São Pedro diz que não vê São João caiu redondo E do céu deu um tombo Tropeçou não sabe em quê
Denis apresenta “Twist & Bend”, em exclusivo no Deezer
Uma semana antes do lançamento a 24 de Junho, “Twist & Bend”, o álbum de estreia de Denis, é disponibilizado em exclusivo na plataformaDeezer.
Depois do lançamento do primeiro single “It’s Killing Me”, Denis apresenta um álbum recheado de rock, onde a fusão com outros estilos é evidente, transformando este num trabalho único e muito pessoal: «Vou buscar influências a pontos diferentes – são antigas mas compreendemos aquilo em que se tornaram. É muito inovador pegar em coisas antigas e actualizá-las». “Twist & Bend” é composto por 13 temas que já poderão ser ouvidos no Deezer – num exclusivo que também inclui uma versão alternativa de “It’s Killing Me” que apenas poderá ser reproduzida através desta plataforma de streaming. É uma oportunidade única de escutar em primeira-mão um trabalho peculiar de uma das mais promissoras vozes nacionais, para os amantes do rock e de toda a sua versatilidade, contagiado pelos blues e abraçado pelo jazz.
Esta é a primeira parceria entre a Universal Music Portugal e oDeezer, através da disponibilização exclusiva de uma semana, em streaming, de “Twist & Bend”. Com mais de 25 milhões de temas disponíveis, o Deezer permite-lhe ouvir os seus músicos favoritos gratuitamente em streaming online, ou, se optar por uma contapremium, em todos os seus dispositivos móveis mesmo sem ligação à internet ou então na sua televisão.
Assista em primeira-mão ao videoclip “It’s Killing Me”, o primeiro single de Twist & Bend!
A Casa da Música promove até setembro o “Verão na Casa”, uma maratona com um programa especial de “mais de 70 concertos”, muitos deles gratuitos e ao livre, com estilos que vão do rock ao fado.
Segundo a organização, “as grandes vozes são uma presença forte na programação” deste ano, onde constam nomes como Dee Dee Bridgewater, Amadou & Mariam, Asif Ali Khan, Agata Zubel, Camané e Sérgio Godinho, assim como “novas revelações”, como Buika ou Selah Sue.
A esplanada da Casa da Música vai receber, de quinta a sábado, “novos projetos nas áreas do rock, soul, pop, electrónica, jazz, folk, indie, além dos concertos das escolas vocacionais de música”, como a Escola de Música Valentim de Carvalho ou o Conservatório de Vale do Sousa.
No sábado, pelas 22:30, Little Friend, nome artístico do músico John Almeida, vai passar pelo Palco Super Bock com melodias subtis e letras introspetivas, apresentando o seu álbum de estreia, “We Will Destroy Each Other”.
No mesmo dia, mas na Sala Suggia, Sérgio Godinho vai protagonizar um espetáculo baseado no seu livro de crónicas “Caríssimas 40 Canções – Sérgio Godinho & As Canções dos Outros”, uma homenagem a alguns dos temas, intérpretes e compositores que marcaram o seu percurso artístico.
O violoncelo terá um lugar de destaque no “Verão na Casa” com a 3.ª edição do Prémio Suggia/Fundação da Casa da Música, dias 23 e 24 de junho, onde as provas recital serão avaliadas por um júri internacional.
A noite de S. João, a 23 de junho, vai ser comemorada com três espetáculos com entrada livre.
O primeiro, “O Porto do Som da Rua”, é o mesmo concerto com que a Orquestra Som da Rua se apresentou à cidade em 2012, e que chega agora à Sala Suggia, com a participação de músicos das orquestras Som da Rua, Cordas da Escola de Música de Perosinho e de Cordas do Curso de Música Silva Monteiro, dos coros do Orfeão do Porto, Foz do Douro, Sonae Indústria e dos grupos Ar-de-Coro e Miragaia.
Também na Sala Suggia, a Orquestra Sinfónica do Porto vai celebrar o S. João, numa fusão entre música sinfónica e techno com Jeff Mills, evocando “grandes temas que associamos à Roma antiga, ao icónico coliseu e a alguns filmes mais populares do cinema”, incluindo a ópera através de temas de Puccini e Mascagni Para fechar a noite, Marta Ren & The Groovelvets sobem ao Palco Super Bock para revelar influências do soul, rocksteady e anos 60, bem patentes no disco de estreia, seguindo-se o dj Rodrigo Affreixo, portador de uma visão “multifacetada e alegre da música de dança”, onde se enquadram sonoridades de soul e disco.
Camané vai ser o primeiro a trazer o fado ao “Verão na Casa”, a 29 de junho, num concerto que tem como convidados o pianista Mário Laginha e os Dead Combo.
Mantendo a tradição, o “Verão na Casa” dedica um fim de semana, 27 e 28 de julho, às bandas filarmónicas para um dos encontros “mais festivos” de toda a programação com direito a um desfile em redor da Casa da Música.
Em agosto, a Casa da Música vai abrir as portas para o norte-americano Devendra Banhart, que vem a Portugal apresentar o seu mais recentra trabalho, “Mala”, e para o grupo Swinging Rabbits, projeto liderado por Jonathan Tavares e Sérgio Alves.
Já em setembro, o “Verão na Casa” instala-se na Avenida dos Aliados, nos dias 06 e 07, para os concertos da Orquestra Jazz de Matosinhos e da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, ambos às 21:30 e de entrada livre.
A tempestade há-de passar, ninguém se esconde E há quem queira voltar, venham sereias venham lobos-do-mar A tempestade há-de passar
Pela manhã As portas têm que se abrir, ninguém se esquece Não há quem queira fugir, voltam cansado mas a pé hão-de-vir Pela manhã as porta têm que se abrir
E há-de haver quem nos queira salvar Somos destino Donos deste lugar Não é o fim!
E uns gritam e outros dizem 'Toma conta de mim' Estamos longe do fim estamos longe do fundo só quero um segundo Toma conta de mim
Por este lado, ainda há p'ra beber, há quem espere a vida inteira a correr, venham os loucos e poucos se hão-de vender por este lado ainda há p'ra beber Trazem histórias de um sítio melhor carregam feridos que se hão-de compor, voltam inteiros e por vezes maior trazem histórias de um sítio melhor.
E há-de haver quem nos queira salvar, somos destino, donos deste lugar Não é o fim!
E uns gritam, e outros dizem 'Toma conta de mim" Estamos longe do fim, estamos longe do fundo, só quero um segundo, Toma conta de mim
Venha quem queira ficar e há ainda tanta p'ra dar, ninguém rouba este chão e há lugar p'ra mais, para os que vêm de longe, e ficam de pé, ninguém desiste, que agora é que é!
E uns gritam, e outros dizem 'Toma conta de mim" Estamos longe do fim, estamos longe do fundo, só quero um segundo, Toma conta de mim (2x)
Já num quero mais cumer já tou fartu dir pá escola o queu gosto é de currer e dandar ò xuto à bola num me bistu mais calções nem babeiros de catraiu nom me deiam incontrões cuando querem i eu num saiu.
Calessa boca num digas isso qu'é pecado olha cu pai e u Jesus fica zangadu Numcusta nada pur eu ser puto ser delicado
Já tou fartu dir à missa e de rezar u Padre Nossu e num gosto que mobriguem a cumer du que num gosto só mimpingem babuseiras só me querem mudelar e som tantas as asneiras mas eu teinho que calar.
Calessa boca num digas isso qu'é pecado olha cu pai e u Jesus fica zangadu Numcusta nada pur eu ser puto ser delicado
"Catarina Rocha, apresenta ao vivo, o seu primeiro álbum "infinito", no dia 1 de Julho de 2013, pelas 22h, no mercado 2 de Maio em Viseu.
O disco "Infinito " é composto por 12 temas originais que vão desde o Pop, Jazz, blues, country e baladas. Este álbum constitui uma brisa refrescante no mercado nacional e uma invulgar abordagem pela música Portuguesa.
Uma viagem de bem-estar pelos sentimentos, palavras e melodias, com uma voz cativante, e género musical, um disco que irá marcar...
O novo álbum de Pedro Moutinho, “O amor não pode esperar”, é editado no a 8 de julho, disse hoje a discográfica EMI Music, com a qual o fadista passa a gravar.
O single “Rua da Esperança”, composto por Amélia Muge, é o cartão de visita deste álbum, o quarto de estúdio do fadista, em que as autorias são maioritariamente femininas.
Dos 13 temas que constituem o CD, nove são escritos por mulheres. Além de Amélia Muge, que assina outros dois, e que escrevera anteriormente para o fadista “Um copo de Sol”, Pedro Moutinho canta quatro originais de Manuela de Freitas, um de Aldina Duarte e outro de Teresa Tarouca.
Outros autores são Fausto Bordalo Dias, “Eu tenho um fraquinho por ti”, Hermano Sobral, “Olhos estranhos”, Marcos Valle, “Preciso aprender a ser só”, e Tiago Torres da Silva, “Longe de ti”.
A produção e direção musical são de Carlos Manuel Proença, que também acompanha o fadista à viola, sendo os outros acompanhadores José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Daniel Pinto, no baixo acústico, e ainda a participação especial de Ricardo Dias, no acordeão, Gil Gonçalves, na tuba, e Luís Clode, no violoncelo.
O músico Carlos Manuel Proença tinha assumido iguais funções nos CD “Encontro” (2006), que valeram a Moutinho o Prémio Amália Melhor Álbum, em 2008, e “Um copo de sol” (2009).
Pedro Moutinho, distinguido com um Prémio Revelação da Casa da Imprensa, em 2003, começou cantar em 1995, iniciando uma colaboração regular com a casa de fados Café Luso, em Lisboa, da qual é ainda hoje fadista residente.
O intérprete foi uma das escolhas do fadista Carlos do Carmo para integrar o álbum celebrativo de “Um homem na cidade”, e fez parte do elenco do filme “Fados” (2007), de Carlos Saura.
O último álbum de Pedro Moutinho data de 2010 e tratou-se de uma compilação das suas melhores interpretações, contando com dois duos, um com a cabo-verdiana Mayra Andrade, “Alfama”, e outro com Tiago Bettencourt, em “Vou-te levando em segredo”.
No CD “O amor não pode esperar”, o fadista retoma, no fado “Lua Nova”, de Manuela de Freitas, com música de José Fontes Rocha, a mesma temática do fado “Sem sentido”, também da mesma autora, mas na melodia do fado Rosita, de Joaquim Campos, que gravou no álbum “Um copo de Sol”.
Entre os temas do álbum, refira-se “Fui a jogo”, de Manuela de Freitas, numa melodia tradicional de Casimiro Ramos, “Olhos Estranhos”, de Hermano Sobral e música de Maria Teresa Albuquerque, do repertório de António Rocha, “Estranha contradição”, também de Manuela de Freitas, para a melodia do Fado Azenha, de Frederico de Brito, “Sem tirar nem pôr”, de Amélia Muge e música de José Numes, ou “O riso que tu me deste”, de Teresa Tarouca, que Pedro Moutinho interpreta no Fado de Sextilhas de Georgino de Sousa.
Os portugueses Linda Martini são a mais recente confirmação no cartaz do Optimus Alive’13.
O grupo, que comemora em 2013 dez anos de carreira, encontrando-se atualmente em estúdio a preparar o terceiro disco, passa pelo Palco Optimus do certame a 14 de julho. Nesse dia, também atuam, entre muitos outros, os Kings of Leon, Phoenix, Tame Impala, Band of Horses, Alt-J, The Bloody Beetroots, Django Django, Twin Shadow, Of Monsters and Men e Jake Bugg.
Também já confirmados na edição 2013 do Optimus Alive estão 2MANYDJS (DJ set), Adryana Gold, Alex Metric, AlunaGeorge, Ash is a Robot, Backwater and the Screaming Fantasy, Basstards, Biffy Clyro, Blaya, Blue Trash Can, Brass Wires Orchestra, Brodinski vs Gesaffelstein (Bromance), Caelum's Edge, Capitão Fausto, Crystal Castles, Crystal Fighters, Daniel Avery, Dead Combo, Death From Above 1979, Deap Vally, DeeJay Raposo, Depeche Mode, Dezperados, DIIV, Disclosure, DJ Rafa Nobre, Dusky, Editors, Edward Sharpe and The Magnetic Zeros, Flume, Flying Cages, God Bless Jack, Gold Panda, Green Day, How to Dress Well, Huxley, Icona Pop, Jamie Lidell, Jamie N Commons, Japandroids, Jessie Ware, Jurassic 5, Kilindu, Lazer Mike, Mad Called Honey, Matias Aguayo, Max Drum, Metro Area, Mosca, Redlight, Ricardo Fonseca, Rhye, Sepodes, Shadow Child, So.ma, Stereophonics, Steve Aoki, SwitchSt(d)ance, The Legendary Tigerman, The Zanibar Aliens, Time for T, Tribes , Two Door Cinema Club, Two Inch Punch, Uaninauei, Vampire Weekend, Wild Belle, White Haus, Yen Sung e Zé Pedro Moura.
Os bilhetes para o festival, que regressa ao Passeio Marítimo de Algés entre os dias 12 e 14 de julho, custam entre €53 (bilhete diário) e €105 (passe 3 dias).
Os concertos do cantor português de reggae Richie Campbell, de Aurea e do "filho da terra" Dário vão marcar as festas deste ano da vila alentejana de Castro Verde, entre os dias 28 e 30 deste mês.
Organizadas pela câmara e pela da Junta de Freguesia de Castro Verde, as festas, em honra do padroeiro da vila, S. Pedro, e para comemorar o feriado municipal, dia 29, vão decorrer no Largo da Feira e incluir também bailes, música popular, mastro, bares e restaurantes, divertimentos de feira e insufláveis.
Os concertos das festas vão decorrer sempre à noite, no palco 1, sendo que Richie Campbell atua no dia 28, seguindo-se Áurea, no dia 29, e Dário, no dia 30.
Segundo a Câmara de Castro Verde, Richie Campbell, de 26 anos, é um "nome de referência do reggae português" e, "apesar de muito jovem", já tem "um longo e invejável currículo", que inclui dois álbuns e colaborações com o filho da "lenda" da música reggae Bob Marley.
Com 25 anos, Aurea, considerada "um dos grandes nomes da música portuguesa" e "a voz revelação nacional em 2010", vai apresentar em Castro Verde o seu segundo álbum "Soul Notes", editado em novembro de 2012.
Natural de Castro Verde, Dário, de 23 anos, que se destacou em 2009 por ter lançado um álbum de tributo "ao seu ídolo" Tony Carreira, já conta com três álbuns de originais editados, como o mais recente "Se não me quer mais", editado este ano.
Kika prepara-se para apresentar o seu álbum de estreia nos auditórios FNAC. O primeiro showcase será já no próximo dia 16 de Junho, na FNAC do Colombo, pelas 18:30. Em seguida, a artista levará “Alive” às FNACs do Norteshopping e de Braga, nos dias 28 e 29 de Junho.
Kika tem apenas 15 anos mas todos lhe adivinham um futuro de sucesso. Com um primeiro disco tocado pela produção de nomes como Adam Fuest (Cure e Babyshambles) e RedOne (Michael Jackson, Lady Gaga entre outros), as canções de Kika ressoam grandes por uma voz rara e singular.
Com uma voz invulgar e uma personalidade alegre e cativante, em “Alive”, o seu primeiro álbum, Kika faz acreditar que a música pode, realmente, fazer sonhar. Composto por 11 canções, o disco reflecte a sua devoção à música mas também expõe os muitos estilos que a apaixonam.
A jovem revelação estará também na loja MEO TMN, na Rotunda da Boavista, Porto, no dia 15 de Junho, para apresentar ao público da Invicta as canções de “Alive”.
Auditórios FNAC: 16 Junho (18:30) - FNAC Colombo 28 Junho (18:30) - FNAC Norteshopping 29 Junho (18:30) - FNAC Braga
I Won't Lie, because I want to try! But won't try because , don't wanna cry! But won't cry, just don't wanna fight! But I'll fight because I want it right!
I Won't Lie, because I want to try! But won't try because don't wanna cry! But won't cry, just don't wanna fight! But I'll fight because I want it right!
When I tried to straighten it up, You kicked it down when I was in love. You left me writing it down I was too scared, I was feeling alone.
I Won't Lie, because I want to try! But won't try because I don't wanna cry! But won't cry, just don't wanna fight! But I'll fight because I want it right!
I Won't Lie, because I want to try! But won't try because ,don't wanna cry! But won't cry, just don't wanna fight! But I'll fight because I want it right!
Denis apresenta “Twist & Bend”, com lançamento a 24 de Junho.
É habitual dizer-se que o rock nasceu com «Rock Around The Clock», de Bill Haley, em 1954. Assistia-se ao aparecimento do rock’n’roll enquanto género, o ponto de partida para alguns dos mais inesquecíveis marcos da cultura universal. O rock’n’roll cresceu e passou a responder pelo primeiro nome: rock. Nele, cabem o swing mas também o jazz, os blues e o r&b. Hoje, em Portugal, o rock tem um sinónimo – Denis.
Foi apresentado ao grande público no programa A Voz de Portugal mas, filho de músico, Denis já tinha vivido muitas aventuras. «Com 10 anos, o meu pai perguntou-me se queria tocar guitarra mas só mais tarde, com 13, quando, por brincadeira, me convidou para ir tocar com ele, é que as coisas mudaram – o gosto chegou quando pisei o palco», recorda. Começou na guitarra mas, rapidamente, descobriu o seu supremo amor: cantar.
Ao longo de mais de meia década, partilhou os caminhos do palco com o pai, um misto de responsabilidade com tremenda cartilha de influências. Segundo Denis, «sentia que tinha a obrigação de fazer bem as coisas – foi um ponto de partida muito positivo e deu-me um importante espírito de trabalho. Por um lado, foi daí que veio a dedicação que tenho hoje; por outro, vou ficar sempre marcado pelo leque abrangente de músicas que ele me mostrou: algumas coisas muito antigas, que explicam porque é que, hoje, gosto do que gosto».
Com o ritmo do rock no batimento cardíaco, Denis passou por diversos projectos e ganhou vasta experiência: «cheguei a ter uma banda que tocava seis horas de seguida!». Mas a sua menina dos olhos foi a One Man Band, um projecto onde interpretava versões de outros artistas – completamente a solo. «Como sou multi-instrumentista, decidi experimentar tocar tudo, sozinho. Foi das coisas mais fascinantes e impressionantes que fiz». Subitamente, no entanto, tudo havia de mudar. A RTP ia lançar um concurso intitulado A Voz de Portugal. Foi sua a ideia de se inscrever mas não veio sem apoio. «Cheguei a perguntar no Facebook: inscrevo-me? As pessoas diziam-me que sim, gente que me acompanha, que me via nos bares, e os amigos. Pensei – se tenho este apoio, pode ser que a coisa corra bem». Na verdade, não podia ter corrido melhor: com Rui Reininho como mentor, foi passando todas as provas e brilhando nas várias galas, até ao derradeiro desfecho. «Do primeiro casting até à final, foi um percurso de oito meses». Com emoção, pressão e muita aprendizagem, na conclusão desta hercúlea jornada, o público elegeu-o A Voz de Portugal. Denis tinha, agora, uma oportunidade única: o grande prémio do vencedor era a gravação de um álbum!
Sem pressa, decidiu levar o desafio mais longe: o seu registo de estreia, a editar com a chancela da Universal Music Portugal, seria inteiramente seu. «Queria fazer a coisa bem feita. Não queria esperar mas não tinha pressa porque não queria que ficasse mal acabado – quero que as pessoas gostem do disco tanto quanto eu». Ao longo de um ano, dedicou-se ao seu álbum, de corpo e alma, com paixão e coração. «Parti de uma canção – que fez a base e definiu o rumo do disco – e compus a partir daí: no caminho de um rock mais moderno». Denis refere-se a «Twist & Bend», o álbum que vai chegar às lojas a 24 de Junho e promete deixar rendidos os amantes do mais puro rock.
Com produção de Armando Teixeira, em «Twist & Bend», o «concorrente rock» d’A Voz de Portugal mostra que, na sua voz e na sua imaginação, cabem muitas cores. «É esse o género de que gosto mas gosto de outras coisas». Acima de tudo, «Twist & Bend» é um álbum de Denis – nem podia ser de outra forma: todas as canções foram escritas por si (à excepção de «‘Coz I Luv You», dos Slade) e foi ele quem gravou a maioria dos instrumentos. «Chamei o baterista que toca comigo, apesar de também ter gravado baterias. O Armando gravou alguns teclados… Mas fui eu que fui gravando tudo, peça a peça». A passagem pelo Bullletproof Studio não foi a sua estreia em estúdio mas as semanas ali passadas ficarão gravadas na sua memória. «Foi a primeira vez que gravei uma coisa minha, que estive a trabalhar, quase sozinho, num álbum». Pode ter feito a travessia sozinho mas esta não foi uma experiência solitária. «Toco com outras pessoas mas não era esse o caminho que queria. Queria algo novo, seguir um trajecto inovador: há muita coisa neste álbum que não consigo identificar com nenhum artista. E isso é positivo».
Foi feito por uma só cabeça mas «Twist & Bend» é rock de corpo inteiro. Denis vai mais longe: «é rock mais moderno – até é mais do que rock. Claro que a vertente matriz é o rock mas funde-se com outros estilos. Criei algo meu». O que é, então, o rock de Denis? É contagiado pelos blues e abraçado pelo jazz, é de 2013 mas recorda os clássicos. Por aqui, pressentem-se as influências dos Doors ou Rolling Stones mas também de Elvis e The Who. É moderno, sim, mas com um magnífico selo de qualidade: é vintage, com ritmos bem definidos, baterias entroncadas, guitarras límpidas e uma voz contagiante. «Vou buscar influências a pontos diferentes – são antigas mas compreendemos aquilo em que se tornaram. É muito inovador pegar em coisas antigas e actualizá-las».
PRIMEIRO SINGLE DO PRÓXIMO DISCO DE PEDRO ABRUNHOSA REVELADO NA PRÓXIMA SEGUNDA FEIRA
"Toma Conta de Mim" será o cartão de visita do novo trabalho de Pedro Abrunhosa e tomará conta dos ouvidos e dos corações do público já a partir da próxima segunda feira, 17, dia em que a canção será divulgada através das rádios nacionais e das plataformas online do músico. . No mesmo dia estará igualmente disponível para compra através da loja iTunes.
Sobre a nova canção, Pedro Abrunhosa adianta o seguinte: ' Todos somos sozinhos e, contudo, todos somos multidão. 'Toma Conta de Mim' é uma canção onde tento invocar a capacidade colectiva do afecto, de olharmos o futuro de frente sem deixarmos ninguém para trás, reconhecer a diferença e não sucumbir à indiferença. Ao tomarmos conta dos que amamos, permitimo-nos ser amados. Ao sermos Humanidade, esse é o nosso destino maior.'
O novo disco de Pedro Abrunhosa, novamente acompanhado pelos Comité Caviar, será lançado em Outubro e está a ser gravado nos Boom Studios, propriedade do artista, contando com produção do próprio e de João Bessa, dupla, aliás, que também assinou o anterior registo do músico, o aclamado e multiplatinado "Longe", de 2010. A masterização deste single, 'Toma Conta de Mim', esteve, uma vez mais, a cargo de Bob Ludwig nos Gateway Studios, em Portland, EUA.
O Rock In Amadora acontece nos dias 14 e 15 de Junho, no Parque da Junta de Freguesia de Alfragide, na Amadora.
Este é já o segundo ano consecutivo em que Alfragide recebe este festival, de entrada livre, e que para além da música não faltará também alimentação e artesanato.
Vejam em baixo a programação para estes dois dias de evento:
14 de Junho (20h) Os Outros Dr. Zilch Sacred Sin + convidados
15 de Junho (17h) Pedro Canina Leather Mave Blue Trash Can Projecto Ciro Booster